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Reviews

Review: ER – Parenthood (episódio 271)

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cena de ParenthoodSérie: ER
Episódio: Parenthood
Temporada: 13ª
Número do Episódio: 271br>
Data de Exibição nos EUA: 12/10/2006
Data de Exibição no Brasil: 30/11/2006
Emissora no Brasil: Warner

Com 13 anos você está entrando na adolescência. Mas em “anos de seriado” você é velho, muito velho. Pra esconder a idade, ER usa da rotatividade de seu elenco. Talvez apenas Saturday Night Live tenha tido tantas mudanças nessa escala, e olha que SNL tem quase 40 anos. Mas mesmo sempre se renovando, a critica se resumia às saídas de Clooney, Edwards e Wyle. Tomando um caminho inverso, as notícias agora elogiam um novato e fala bem do longêvo drama médico, dizendo que ele voltou aos bons tempos de antigamente. Você que assistiu Parenthood tá achando essa 13ª temporada digna dos bons tempos de antigamente?

Não vou me reprisar no falatório do oba-oba, mas o 13ª ano não está lá essas coisas. O 9ª, que desandou sem Mark Greene, teve um começo muito melhor. A 10ª temporada também teve um ótimo início até o ridículo episódio da helicopterizada nas costas de Romano. Mas ninguém falava “bem” nessas epócas. Só choravam as saídas dos personagens originais. Mas e os personagens que estão na tevê a tanto tempo quanto muitos outros seriados? Weaver tá na casa faz uns 12 anos. Luka e Abby a quase sete. Porque não se valoriza mais os da casa e fala-se menos de Tony Gates?

Pratt já é um veterano no seriado. Com uma arrogância capaz de conseguir irritar o finado¹ Mark Greene, ele não era nem de longe o preferido dos fãs, e continuou por muitos anos fazendo papel de médico arrogante e gênio díficil. O contraste com o finado² Gallant evidenciava mais ainda sua personalidade díficil. Mas o tempo passa, especialmente para um show maturo como ER. Pratt entrou no fim da 8ª temporada… a mais de cinco anos atrás, conteporâneo de 24 Horas e a mais tempo do que Lost e Grey’s na televisão. Isso deve siginificar algo. A menos que seu personagem chegue num ponto em que não se tem mais nada pra fazer a não ser planejar sua saída (Carter?) você só pode melhorar. Foi o que aconteceu com Greg Pratt, que começou sua jornada como estagiário irritante e hoje é um atendente responsável. Ensinando com destreza os estagiários, Pratt lembrou-me Carter, ao resolver tutoriar Hope numa cena bastante semelhante ao final de The Providers, 11ª temporada, onde o episódio se encerrava com a mesma música. Quase não dá pra se lembrar do velho Pratt.

O contraste hoje é feito com o novato da vez, Tony Gates. Anos atrás Pratt enfrentou um turno noturno difícil e quase se deu mal com seu estilo arrojado. Praticamente o que Gates fez hoje. Se você lê minhas reviews de ER deve ter percebido que sou meio técnico, empírico nas avaliações. Vou esquecer isso com Tony Gates porque eu estou de saco cheio desses personagens que chegam exagerando na dose. Eu acharia mais agradável se tivessemos um personagem novo com mais senso de humor, que não soubesse fazer procedimentos médicos e vivesse se dando mal. Okay, aí você questionaria se não seria uma cópia de Carter. Bem, é melhor do que copiar Doug. Felizmente, pro humor, temos Morris. Eu acho incrível a maneira que foi conduzida a criação desse personagem. Ele era incrivelmente incompetente, irritante, drogado… e foi meio que culpado pelo que aconteceu com o finado³ Romano. Mas não é que hoje Archie Morris tornou-se agradável? Só ele pra passar com pedófilo num jogo de futebol e ainda propor um encontro com as lésbicas junto com Pratt. Você quase se sente mal por rir das situações dele.

Mas há outros casos em que o riso sai sem graça. Em Parenthood o culpado foi o mini-mim de Romano, o Dr. Crenshaw. Ela é uma versão mal-acabada do saudoso maneta e tenta ser mais falador que o Dr. Cox de Scrubs, mas simplesmente não encaixa na proposta de ER. Eu não sei o que aconteceu com a atriz que interpretava a bitch Albright, potencial romance de Morris e residente superiora de Neela, mas o fato é que ela não volta mais. A indiana tem então um grande revés: além de não vingar como grande nome da série, o núcleo dos cirurgiões perde uma ótima personagem. E o colega Ray Barnet continua em desuso. Pena pros dois.

cena de ParenthoodTá faltando falar uma coisa, eu sei: Luka e Abby. O show pode não ter personagens da 1ª temporada, mas esses estão no County há mais de oito anos. Infelizmente, existe uma grande parcela de fãs que acompanham ER apenas pra ver o casal e eu torço pra que isso não acabe virando o porre que foi a fase Carby. Mas por enquanto, tá tudo ótimo. O croata teve uma participação discreta onde formou par com o colega Pratt, enquanto que Abby fez o papel de personagem-principal-que-acabou-de-dar-a-luz. Protagonistas de qualquer seriado tendem a perder o pique depois da maternidade e o negócio é esperar que o mesmo não ocorra com Lockhart. Mas se tá pra acontecer, ainda está longe disso; as cenas são engraçadas (adorei as babás vadias) e a sintonia do casal no vídeo é muito boa. Simpática a cena do sofá encerrada com Luka (pessimamente) cantando pro (coitado do) filho Should I Stay Or Should I Go.

O seriado tem ainda duas outras mães. Samantha Taggart vive sofrendo. Apesar do arco de Stevie ser resolvido mais rápido do que devia, ele parece longe de acabar, afinal o filho Alex viu o assassinato. Olha, depois disso tudo é melhor internar logo o garoto porque ele está a um passo de virar psicopata. E Weaver… não deu as caras. Droga, ‘tava demorando. E… é isso. Parenthood não foi ruim mas não me pareceu o episódio de uma temporada “sensacional”. Alguém achou o mesmo?

Mas na semana que vem ele tem um toque a mais. Além de Abby retornar ao PS, temos o início da participação de Forest Withaker como Curtis Ames, o homem que vai fazer Luka se preocupar nessa temporada. E no próximo review, juro que comentarei mais sobre o episódio em si =)

Séries citadas:

54 Comments

  1. Paulo Antunes

    Lá vai o chato do Paulo com suas perguntas imbecis. Thiago, a personagem da Sara Gilbert não era interna a duas temporadas atrás, no An Intern’s Guide to the Galaxy aquele episódio que você a-d-o-r-a? Porque então colocaram ela como se fosse um dos novatos neste episódio, não foi um erro?

    Ah, e você ainda não escreveu nada sobre a Joy, digo Faith, digo Felicity, digo Hope. A Busy Philips é uma graça, mas a personagem é disparada a mais ridícula e irreal que já passou pela série. Os produtores de ER conseguiram criar um personagem católico mais caricato que a freira que apresentava o tempo em Good Morning, Miami. É uma vergonha…

  2. GÉSSICA

    CONCORDO COM VC SOBRE A BUSY P. PAULO, ETA PERSONAGEM CHATA…
    ADOREI O REVIEW PRA VARIAR MAS COMO UMA SAUDOSISTA DA EPOCA CARBY ODIEI O TERMO ” PORRE QUE FOI A FASE CARBY…. “( CHEGUEI A TER UM REVERTÉRIO EM FRENTE AO COMPUTADOR..)
    E MESMO TORCENDO POR STAMOS DESDE DA PRIMEIRA TENTATIVA DE CONTRATAÇÃO DELE PARA ER TBÉM ESTOU ACHANDO ESSA TENTATIVA DE TRNSFORMA-LO EM UM DOUG ROSS IRRITANTE.
    E REALMENTE POR HORA NÃO ESTÁ SENDO UMA TEMPORADA SENSACIONAL,APENAS OK,MAS SE ESSAS CRITICAS ESTÃO FAZENDO A AUDIENCIA SUBIR…QUE SEJA ENTÃO UMA TEMPORADA SENSACIONAL

  3. Danilo

    A Sara Gilbert (Jane) era estudante na 11º e na 12º ja era estagiaria, nessa temporada ela deveria ser R2.

    Eu achei a Hope engrasada, se ela tiver alguma coisa com o Morris (o que ele esta querendo) ela pode até virar um personagem regular.

    Eu também acho que eles deveriam dar mais ênfase aos personagens mais antigos, como Abby, Luka Wever e Nella, e deixar esse Gates um pouco de lado.

    A Abby ontem estava ilaria, ela na reunião de bebes, quando ela disse, “quando ela chegar com 14 anos gravida e com uma overdose” foi o melhor e depois com as babas. Pra mim a Abby é a melhor da serie.

    E também aquele cara chefe da Nella que eu não sei o nome nõ esta agradando, se era para ele ser o tipo chato/engraçado como foi o Romano, ainda precisam trabalhar muito no personagem.

    E uma pergunta, o Gates é estudante, estagiario ou residente? E a Hope?

  4. Cristiano Vieira

    Todo mundo odeia o Pratt. Eu não sei porque!
    É essa mania de gostar só dos bonzinhos! Dos que não tem muito defeitos e só de vilões extremamente caricatos.

    Eu demorei 5, 6 anos para saber que o Dr. Peter Benton para mim foi o melhor. E ele era o mais odiado. Por que? Porque era ególatra, mas competente, bravo, mas extremamente amigo quando Carter precisou, um baita personagem.

    O Romano a mesma coisa. As melhores tiradas eram dele. Vcs acham a Abby melhor que o Romano??? Para mim poderia cair um boing na Abby!
    Nunca gostei dela. Ela não tem carisma nenhum!

    O Luka sim. O Kovac é digno da série.

    O Malucci era ducaraio, mas cortaram ele.

    A Neela (É esse o nome da indiana?).
    É insuportável. Parei de ver a série por causa dela.

    O médico rock´n rool é legal.

    E da onde surgiu a idéia de que todo mundo queria o Casal Carter e Abby???
    Pô! Na quarta temporada do Carter perdeu a “mina” da vida dele, a Dra. Dellaico (Maria Bello) que dá de sarrafo nessa Abby. De lá pra cá inventaram tudo pra ele e nada deu certo.

  5. Victor Hugo

    Eu gostei do episodio ontem… Morris é um dos personagens mais bacana da serie…. acho que HOPE deve passar por transformaçãoes se for torna um personagem regular….
    Abby é um dos motivos de assistir ao ER…desde a saida da Dra. Lewis!
    e senti falta da Weaver…. só uma pergunta: ela sai do ER essa temporada? espero que isso não seja verdade…..

    nota:7

  6. Heitor Albernaz

    Ótima Review. Parabéns.
    ER é simpática, as vezes pretenciosa, mas não me prende. Quer dizer, me prende durante o episódio, mas não me deixa querendo mais.

  7. Aline

    Sim, o maior motivo para eu assistir ER são Abby e Luka, pq eles têm química e num tempo que Lorelai e Luke estão afastados, eu preciso ter pelo menos uma dose de casalzinho feliz pra assistir. Então talvez por isso eu tenha achado o episódio MUITO bom.

    Mas aí, qdo páro p/ pensar, ER é muito mais q Luby e esse episódio também foi MUITO bom pq o Morris estava simplesmente hilário. E pq o Pratt kicked asses. Enquanto todo mundo odiava ou ñ gostava do Greg eu sempre gostei do jeito dele. Esse jeito de machão dele é engraçado. Sem falar q ele é um ótimo médico. E ele dando aquele jaleco pro Tony foi ótimo.

    Finalmente tivemos alguma Neela/Ray interaction, e ele finalmente apareceu em mais do que duas cenas. Essa colega cirurgiã da Neela pode vir a crescer e eu já me simpatizei com ela. E tem pouco tempo que eu assito ER regurlamente então não tem nem como me remeter aos velhos tempos, ao Romano e tals, mas eu kinda liked do boss da Neela.

    E o Gates foi mais suportável nesse episódio, principalmente quando ele estava com a menina. Eu só acho q o Pratt pode se sentir o foda, pq ele é o foda. O gates é intern e tinha q baixar a bola dele um pouco…

  8. Thiago Sampaio

    Paulo Chato Antunes =p
    A personagem de Sara Gilbert, Jenny, é, ou deveria ser uma R2. No (…)Galaxy ela é uma estudante tutoriada pela R1 (ou intern) Neela. No epi da saída do Carter vemos a indiana parabenizando Jenny por ter se formado. Portanto, hoje ela é uma R2.

    GÉSSICA (não precisa gritar q leio tudo ^^)
    Quando falei ‘mal’ de Carter e Abby, foi exatamente por ter feito ER mudar o foco, e dividir muitas fãs em dois blocos: as que queriam Carby de qualquer maneira, e agora as q querem Lubby. O romance fez mal pq mudou o foco do seriado.

    Cristiano
    Eu adorava Romano e ia com a cara do Benton. O problema com Pratt é que ele era arrogante e só. Mas com o tempo ele foi se tornando um personagem mais agradável. Bastou errar aquela entubação, quase morrer num acidente, encontrar o pai e ir pra África. E isso é o legal de ER! Demorou uns 5 anos pra isso!

    Victor Hugo
    Weaver saindo? Parece ser uma infeliz verdade…

    Sobre a Hope (Esperança ¬¬) fiquei realmente devendo. Falha minha. Falarei umas linhas sobre ela… e vou descer o sarrafo. Antes, ER tinha personagens meio-termos, críveis. Hoje é 8 ou 80. Também não vejo muito futuro pra ela. E pra terminar (ou então faço um review aqui): ótimo saber q não sou só eu q tem algo contra Gates

  9. Thiago Sampaio

    Danilo, faltou você: respondi sobre Gates na review passada. Na 12ªtemp ele tava no último ano de faculdade. Hoje ele é um intern, igual R1

  10. Cesar

    Achei um epi normal. Muita correria, algumas passagens interessantes – especialmente com Morris e Abby – a sequência natural das coisas.

    Os 2 primeiros epis foram excelentes, o 3º serviu para apresentar Gates e este foi, como se diz no futebol, “um toque de lado, para preservar a posse de bola”.

    Ah, tenho gostado do amadurecimento de Pratt. E esta Hope é completamente nonsense.

  11. Leonardo

    Eu não entendo essa fixação do pessoal por um personagem só ou por outro. Eu assisto “ER” e sempre assisti mais pelo relacionamento entre os personagens, a interação deles. Nunca tive um personagem preferido, se bem que senti muita falta do Greene, Lewis e Benton na história…

    Sobre o epi eu achei legal. Fazia tempo que eu não me divertia com ER sem o pensamento de “isso não acaba nunca”. Concordo com o que foi escrito acima sobre Hope (o menina estupida, hohoho), Albright (personagem promissora) e Morris (engraçado, mas incrívelmente anoying).

    E que história é essa da Laura Innes sair do seriado??? O ultimo resquiso de sentimento de nostalgia na série vai se embora??? Isso já foi confirmado??? Não pode serrrrrrrr

  12. Laís

    Ahmm Ahmm.. não vou poder comentar esse epi direito.. mas enfim.. eu gostei mto dele.. principalmente da parte da Abby.. quero dizer.. no final qnd ele (o Luka) fala pra eles contratarem uma babá.. e depois de todo o papo de babás com patrões e tal.. enfim.. achei mot engraçado ela nao querer mais babas !! huhuhu :P
    Mulher é fogo neh! =)
    Foi legal o epi em geral!
    Bjuuzz

  13. Dora Dias

    Eu adoro o Morris! aquele cara é do c…! pena que pouco espaço tem sido destinado a ele nessas duas últimas temporadas, mas espero que o pessoal da produção invista mais no personagem. A cara de “não fui eu” que ele faz é impagável, gostaria de ver mais cenas com ele cantando, como naquela festa de Natal.

  14. Vanessa

    Thiago, sua review foi perfeita, todas as suas opiniões são as minhas. Mas faltou falar de um personagem (além da demente Hope): Dubenko. Ele era um dos personagens mais promissores da série.

    Quanto a Jonh Stamos, acho uma grande injustiça jogarem o renascimento de ER nas costas dele. Aí vai uma pergunta: se Goran, Maura e Laura Innes saírem a série continua a mesma? Não gostaria que Er voltasse a fazer tanto sucesso, pois assim os produtores podem achar que o que eles estão fazendo na série está ótimo. Queria que tivesse uma grande crise, assim eles se tocariam e tentariam dar uma grande melhorada.

    Acho Maura Tierney uma das atrizes mais subestimadas do meio. Ela merecia um Emmy há tempos, principalmente na sétima temp. A dobradinha dela com Sally Field foi perfeita.
    E Linda Cardelinne a grande decepção… não sei se ela ou o personagem. Mas cada vez que ela entra em cena com aquele filho insosso e chato, tenho vontade de mudar de canal.

    Ainda acho que o renascimento de ER se deve mesmo é pela CBS, que tirou WaT do caminho…

    Qto a fase Carby, entendo os dois lados. Para os fãs do casal, é compreensível que queriam ver os dois juntos, já que eles estavam no chove não molha desde a sétima temporada. Mas a forma como o relacionamento dos 2 foi mostrada, no meio daquela vida insana da Abby na nona temp. poderia ter sido evitada. Gostava do triângulo entre os dois e Luka, era mais divertido. Ou poderiam ter feito como Doug e Carol, ficado só no talvez.

  15. Carol

    Thiago…
    valeu por falar mal do Gates!
    cara chato ¬¬”
    não engulo ele aparecer mais que o Pratt e o Ray.

    Dr.Creenshaw realmente é uma cópia mal feita de Romano! e a Albright não volta nunca mais? =O

    Ah! eu gostei desse epi, menos no que diz respeito ao Gates…
    Achei super legal as partes Abby e Joe e o Morris socando o cara no parque..

    Agora que a Hope é engraçada, aaaah, isso é =]~
    “Você já encontrou Jesus?”

    Beijão, Thiago, ótima review!

  16. Luiza

    Bom eu achei , particularmente, esse episódio melhor que o Somebody to Love q no meu ponto de vista foi bem chatinho. Achei um episódio tipico de ER contando as histórias dos personagens e mostrando os casos. Curti a parte do Pratt e nao vou nem comentar sobre o Gates porque ele me irrita demais. Agora a Hope meu deus as piadas que saem por causa desse nome sao ilarias!!! Nao curti tambem a nova copia do Romano acho que nao tem como substitu-lo é que nem a historia do John Stamos fazer seu personagem do estilo de George Clooney com seu eterno Doug Ross. Tava ( e continuo) esperando mais dessa temporada vamos ver mais pra frente fazer o que né?!?

    Otima review viu Thiago principalmente na análise dos personagens!!beijoss

  17. Morgana

    oieee..
    hahahaha..
    cara eu naum gostei muitxo desse episodio naum!!hauhauahuah…sei lá!!foi o primeiro q vi com gates!!maix o cara é um porre!!!axu q eu ainda gostava maix de pratt na epoca arrogante do q dele!!ja diziia q naum gostava dele antes e agora enton!!hahahahah é uma pena q Albright tenha saidoo!!daria boas historias!!riss..e as cenas de abby foii legal!!risss…ela falando com as babas!!!haaa…massa!!no maix é isso!!

    bjuxx

  18. renata

    a única coisa “engraçada” nessa Hope é que ela fez Freaks and Geeks, junto com a Sam… foi interessante ve-las atuando juntas ali, numa situação totalmente diferente do outro seriado.

    E eu queria que alguem desvendasse a relação Lost – ER ou ER – Lost! cada vez mais pessoas! huahuahuaa

  19. valéria

    1000x Albright esse Creenshaw é um idiota sem precedentes e um tremedo pé no saco… Gates não simpatizo nem um pouco com esse personagem já entrou com ares de estrela e ta aparecendo mais q os protagonistas q levaram anos de trabalho duro pra tal reconhecimento… se o Gates saisse hj não faria a menor falta, pra mim não acrescentou nada e falarem q a alta na audiencia foi devido a entrada dele acho uma tremenda injustiça e uma grande sacanagem com os outros atores até pq a audiencia começou a melhorar no meio da 12ª qdo ele nem aparecia….
    Pratt e Morris confesso q não gostava deles mais hj reconheço q não consigo imaginar Er sem essa dupla…
    Sou LUBBY fanatica, masss assisto ER desde a 1ª temporada e amo a série pela série e não por Lubby, lógico q to amando a nova fase claro… rsrsrs
    Eu adorei Parenthood pelo todo um ótimo episódio… tirando o Gates claro.
    e infelizmente uma trite noticia anda rondando aos fãs de ER, a saida da Laura Innez, será verdade?

  20. luci

    depois de ler os comentários acima, penso que seria muito legal se houvesse um episódio mostrando como anda a vida do Benton e da namorada, Do Doug e da Carol, da Lewis e do Chuck, enfim, dos que já fizeram parte importante da série.
    Espero que a Laura Innez não saia, porque ela movimenta o ER. A neela deve se envolver com o Ray e o Morris deve continuar engraçado, ele é legal.

  21. Andrea

    Bom, na realidade gostaria de saber se vc sabe qual é a música da chamada da 13 temporada. Se souber agradeço.
    Li alguns comentários seus (espero que os fãs de Abby e Luka não fiquem raivosos) e ao contrário de vc, acho que a quimica rola melhor entre o luka e Sam. Juro também que esperava a morte da Abby nessa temporada e achei que o Luka fosse criar o filho sozinho, mas não rolou…
    Ah, gosto da Neela e acho que a personagem dela vai ganhar mais força depois da morte do marido. Bom é isso aí, se puder me enviar o nome da música, agradeço.
    Até,

    Andréa

  22. mptelles

    Na minha opinião, de quem assiste a serie desde ” Plantão Medico” na Globo, eu acho q. desde de a saida do Carter a serie virou outra, então eu não comparo este E.R com o E.R antigo(Até os produtores perceberam isso, mudaram a abertura da serie, q. sempre me dava uma noção do q. ia acontecer nos proximos capitulos). Pra mim são duas series diferentes,Antes e depois da ortre do Dr. Green, pois Carter nunca quis segurar a bucha. Onde Luka e Abby não funcionam juntos, mas funcionam separados, onde todas as possibilidades de historias já foram gastas, gosto do Pratt, mas ele é um Doug, 2ª geração (não é ruim), a serie já mudou tanto q. quando a Weaver entrou ela era a má da historia e hoje c/ razão sentimos falta dela, estamos indo para sei lá a 5ª turma, eu sei q. todo ano pecisam entrar novos estudantes, mas eu também sei q. estes estudantes não ficam (salvam raras excessões), gosto do Morris, mas a serie tá tão caida q. se ele entrasse com a primiera turma de atores, seria lembrado de vez em quando e hoje ele é um dos principais atores, (é só os reviews), enfim assisto por habito, mas se tiver algo melhor, desisti, deveriam ter acabo com a serie quando estavam no auge agora nem se um avião cair eles conseguem acabar com a serie

  23. Thiago Sampaio

    Andrea, se minha resposta por aqui demorar, pode perguntar tranquilo pelo meu e-mail. A música é AFI – Miss Murder.

    mptelles, infelizmente, enquanto estiver dando dinheiro, ER não termina. E a chance de acabar no auge já era

  24. Ivani Zecchinelli

    Adoro a série e se puderem me informar qual é a música e quem canta, na chamada da temporada atual, por favor me mandem.
    Ivani

  25. Kety

    Gostaria de receber o nome da musica de abertura do er, nova temporada.

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