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Reviews

Review: ER – Old Times

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ER - Old TimesSérie: ER
Episódio: Old Times
Temporada: 15ª
Número do Episódio: 328 (15×19)
Data de Exibição nos EUA: 12/3/2009
Data de Exibição no Brasil: 14/10/2009
Emissora no Brasil: Warner

O vencedor do Nobel de Literatura de 2005, Harold Pinter, autor da peça Old Times, dizia que “o passado é o que você se lembra, acha que se lembra, se convence de que se lembra ou finge que se lembra”. Como o passado é um evento antigo, a interpretação do que vivemos ou presenciamos pode ser perfeitamente influenciada com o passar do tempo. Sabe quando dizemos que a nossa infância foi a melhor de todas, ou que as pessoas mais velhas dizem que “em seu tempo as coisas eram melhores”, sem que isso seja uma verdade comprovada e absoluta? Pois bem…

Durante muitos anos fiz comentários das temporadas mais recentes de ER e por diversas vezes passei por incompreendido ou “saudosista chato” para alguns fãs, que não compreendiam minha idolatria com o início da série. Verdade que as vezes eu exaltava até demais, mas a ignorância (falta de conhecimento) dos que não queriam acreditar ou negavam que as temporadas 11, 12, 13 e 14 eram inferiores às quatro primeiras, me colocava em dúvida: o que eu vi nos anos 90 era mesmo bom, ou eu estava fingindo, criando um ideologia saudosista do passado? Besteira.

Essas dúvidas não pairavam por muito tempo e além de conseguir ressuscitar minha memória à qualquer momento com os DVDs, nessa reta final o seriado fez questão de mostrar a superioridade dos primeiros anos. Viagens ao passado vem sendo temas recorrentes e no dessa semana a situação não foi diferente. Na verdade foi até intensificada, graças às participações especiais que vão desde o retorno de John Carter, até as ilustres visitas de Peter Benton, Carol Hathaway e Doug Ross.

A Warner, infelizmente, demorou demais pra exibir a última temporada (curioso que agora séries virão mais cedo e o canal vai “correr” com os últimos episódios) então perdemos oportunidades de especular nesse espaço sobre quem retornaria ou não. Uma peça muito importante nessa indagação era George Clooney, astro da série e que acabou se tornando maior que ER no mundo do entretenimento. Foram tantos meses, anos de negociações e especulações sobre o retorno de Doug Ross, intensificadas nessa reta final, que algumas impressões negativas acabavam sendo criadas, como a de Clooney ser um esnobe ingrato ou a produção de ER estar desesperada.

Deu que Clooney retornou. E trouxe Julianna Margulies junto, que por motivos óbvios dizia só voltar a interpretar a enfermeira Carol se Doug viesse junto. Verdade que demoraram demais (ambos precisavam ter dado as caras no enterro de Mark) mas o que importa é que fizeram sua participação no canto do cisne de ER (125 mil dólares cada para dois dias de filmagem) e ajudaram a fazer de Old Times uma das melhores experiências vivenciadas por todos os fãs da série.

Houve cenas no PS. Teve Daria em um dia ruim (seria muito melhor se fosse a Tracy) e ao lado de Gates recebe um casal de idosos, com o marido Paul Manning (nome do produtor da série morto em 2005, interpretado por Ernest Borgnine), tentando lidar com a enfermidade da esposa, e uma garota abandonando seu bebê negro no hospital, o que claramente abre portas para a adoção de Banfield. Mas quem liga? A promo diferenciada da Warner alardeava o retorno do maior astro da série; o previously desse episódio teve um ritmo energético e que provocava tensão; Chicago vista do metrô continuava linda como sempre; e a ordem dos créditos era Noah Wyle, George Clooney, Julianna Margulies, Eriq La Salle, Parmin… Ehr… Quem liga pro resto?!

Fico incomodado quando alguém não vê a série pelo todo, mas hoje é um momento de exceção. Melhor ainda que John Wells, roteirista e diretor do episódio, entendeu que o resto era resto e o foco deveria ser no quarteto dos velhos tempos. Então, diferente do que houve no episódio de Mark e nas participações anteriores de Carter, aqui o objetivo é agradar de maneira inteligente os fãs de ER. Wells, co-criador da série, dirige seu nono e último episódio, tendo no currrículo 31 roteiros como os últimos de Doug, Carol, Mark e Carter, além de Secrets and Lies e outras incontáveis pérolas – como o final da série – e perfeição era o mínimo que deveríamos esperar hoje. A única dúvida seria ele estar enferrujado por não escrever desde que Carter havia saído… Bem, aprendi minha lição por duvidar desse cidadão que criou uma trama convicente e emocionante.

Neela e Sam viajaram até Seattle no episódio passado para conseguir um coração para mãe de Lucy. Seattle, lar de Doug e Carol, o casal que historicamente figurará como o mais importante da história de ER. E sem muito mistério, Carol Hathaway se apresenta logo no início do episódio (como ela está linda) e demora menos ainda para Doug Ross entrar em cena. E dá-lhe frio na barriga! Infelizmente, quando as duas profissionais do County viajaram, não houve tempo para saberem da enfermidade de Carter, então perdemos uma boa oportunidade de conversas aqui, mas mesmo assim fica valendo.

Em um rápido bate-papo com as duas, Ross diz que fez sua residência em Chicago e depois de perguntar por Weaver, Benton e Susan (infelizmente sem falar de Carter… logo o Carter?!), encerra a conversa mandando um “oi” para seu desafeto Anspaugh. Foi curto, mas valeu a pena. Valeu pela idéia centrada, nada barata ou piegas, de trazer esses dois que ainda tiveram tempo de mostrar um pouco de seu trabalho em Seattle, como ao tentar convencer uma avó (Susan Sarandon!) que o neto tivera morte cerebral e corriam contra o tempo para fazer doações. O argumento final, aliás, poderia ter sido muito bem assinado por Mark Greene:

Ele é generoso?

O casal entrou na série no filme piloto de 1994, embora Carol estivesse marcada pra morrer e só não teve seu atestado de óbito assinado porque Steven Spielberg, produtor executivo do primeiro ano, disse que ela era boa demais. Clooney, por outro lado, seu até então incorrigível par romântico, era o principal galã da série e melhor amigo de Mark. Não era o melhor ator do mundo (esse sonso anotava suas falas no set e as lias durante as gravações, por isso a cabeça sempre abaixada), mas dava e muito conta do recado. Juntos então, um casal perfeito, centrado e real, diferente dos contos idealizados que vemos hoje em dia, e que abalaram as estruturas do seriado com suas saídas. Quando Clooney partiu, a média de audiência caiu de 30 para 25 milhões, enquanto que sem Margulies a série perdeu credibilidade nas premiações, visto que ela era indicada em todos os anos e fora a única do elenco a levar um Emmy. Mas, seguindo o tom desse último ano, retornam como se nunca tivessem saído.

A grande preocupação de Margulies era falhar com o final escrito para o casal. Uma preocupação justificável, visto que o desfecho dos dois no fim do sexto ano foi perfeito. Mas a coisa aqui acabou sendo diferente: não estávamos vendo um novo desfecho e sim como estão hoje. E acho muito bom saber que estão (me perdoem o clichê) felizes para sempre, finalmente casados, com as gêmeas crescidas e, sem saber, até salvando a vida de Carter.

Bem, sofri um estalo e não dá mais pra evitar. Preciso falar. Fãs recentes ficam dizendo que o melhor casal da série é Abby e Luka, ou Abby e Carter… Sinto muito, mas depois do que vimos hoje não vou ficar mais evitando esse fato: o melhor casal da história de ER é Carter e Benton!

ER - Old TimesÉ, eu sei, eles não são tecnicamente um casal, mas… essa dupla acabou figurando como a melhor parceria da série, pelo menos nos três primeiros anos: Carter como pupilo e Benton como mestre. John era brilhante em seus primeiros anos (dramática e principalmente comicamente) e Peter era sua contra-parte, o médico que o aluno um dia queria ser, só que muito arrogante, bruto e egoísta. Mas no fundo, bem no fundo mesmo, uma boa pessoa. Aliás, Benton figura como o melhor pai do seriado, e diferente de Mark, Kovac e Doug, fez todas as mudanças possíveis pra conciliar sua carreira com a guarda de Reese, que nem filho biológico dele era. No natal do 8º ano, Peter se mudou pra Shaumburg depois de não conseguir melhores horários com Romano. Agora com o filho crescido, encontrou emprego no Northwestern e acabou servindo como figura paterna pra Carter.

Adorava as cenas desses dois juntos. Os Benton eram escravos dos Carter no período colonial, e quis o karma que John sofresse muito com Peter. Mas os dois acabaram se saindo muito bem, e apesar de afastados depois que Carter saiu da cirúrgica, foi Benton quem mais se preocupou com o pupilo depois da facada (reprisado nessa quarta, diga-se de passagem) e o convenceu a se internar por causa das drogas, e foi Carter quem mais se emocionou com a partida do mestre alguns anos depois. Como negar a forte química entre os dois? Basta ver Noah beijando La Salle e La Salle beijando Noah (finais dos vídeos). E pensar que no primeiro ano os dois viajaram pra Espanha com Clooney. Mm…

Enfim, quis o destino que os dois se reencontrassem novamente. E o episódio, que deveria valer pelos retornos de Doug e Carol, tem as atenções roubadas por essa dupla que de maneira primorosa retoma os velhos tempos e conversa sobre suas vidas. Carter está casado com Makemba, negra como Benton, e sozinho pois ambos passam por um mal momento – retratado de maneira perfeita por Wyle, que se encaixa como uma luva no papel. Já Peter parece ir muito bem, já que continua com Cleo e conseguiu um emprego melhor depois que Reese chegou a adolescência (na verdade, o garoto é pra ter 12 anos).

E depois de encerrada a participação de Ross e Hathaway, esses dois tomam conta do episódio. Claro, ainda há uma certa tensão pra os órgãos chegarem até Chicago (alguém aí curte reggae?) mais a entrega do coração da mãe de Lucy (que menina fofa!), mas o importante aqui, regido de forma dramática, intensa e poética em uma trilha sonora perfeita (viva a trilha original, abaixo as musiquinhas pop), é Benton acompanhando Carter na cirurgia de transplante. E por um pequeno detalhe (o soro de hiperfusão) ele acaba salvando o amigo mais uma vez, joga isso na cara do arrogante Kurtag (Christian Clemenson) e ainda convence John a ligar para mullher.

Por incoerência (e pela série estar fora do circuito) esse episódio acabou não recebendo uma única indicação, o que é uma pena, mas por seu histórico já me sai como um campeão. Angela Basset já foi indicada ao Oscar, enquanto que Clooney, Borgnine e Sarandon já ganharam um. Clemenson, Margulies e Wells já ganharam um Emmy, enquanto que Wyle, La Salle, Clooney, Borgnine e Basset já foram indicados. Impressionante.

Não fosse o bastante, ainda tivemos um desfecho inesperavelmente agradável. ER, um seriado trágico marcado por muitos finais infelizes, resolve seguir na contra-mão de sua ideologia apresentando um final feliz tanto para mãe de Lucy, quanto para Carter. E pensar que muitos de nós aqui torcíamos pela morte dela para que pelo menos John sobrevivesse… O importante é que as notícias foram boas e passadas para Carol, que contou para o marido sobre o sucesso do transplante do coração e do rim, esse que foi para um médico em Chicago. Isso tudo diante da melodia tema do casal, “eu te amo” e beijo de noite. Final perfeito.

E é isso. Apesar do texto longo, ainda houve muito do episódio que não entrou e escapou da review. Mas quem liga? Assim como o restante do elenco hoje, o texto fica pra segundo plano. Admito que gosto de dar uma mãozinha quando a série não ajuda, mas dessa vez não precisou: o episódio foi perfeito, ER em sua essência. E também não houve clima pra criar algo nostalgicamente triste, pois apesar das situações tensas, Old Times foi muito gostoso de assistir. Daqueles que passam voando e te colocam um sorriso no rosto do começo ao fim.

Já na semana que vem, começa a acelerada da Warner e serão exibidos dois episódios seguidos. O primeiro será às 21h e terá participações de quem já saiu, e o seguinte, às 22h, é o último regular da série. Aí, em duas semanas, o desfecho do seriado. E cuidado pra não se confundirem com o horário de verão, que começa já nesse domingo. Mas teremos tempo até lá: agora é hora de abrir comentários para o episódio que foi o presente definitivo pra quem assite ER desde seu começo e sabe, sem dúvida nenhuma, que os velhos tempos são melhores que os novos.

Séries citadas:

80 Comments

  1. Claire

    Tô com o Eduardo e a Flávia… 21 Guns me deixou com os olhos vidrados na tv! muito,muito bom aquele epi.

  2. Thiago Sampaio

    Eloisa (42) Antes tarde do que nunca. O importante é ver o episódio e compartilhar o que achou aqui conosco =) E eu também não esperava que Benton roubasse tanto assim o episódio. Pra ser sincero, eu tava numa fase “Clooney é um esnobe ingrato” então nem tinha aquela ansiedade pela participação dele. Claro, vê-lo em cena deu frio na barriga, mas… o episódio foi da dupla Benton e Carter. No mais, é isso mesmo: seria tão difícil criar esse clima em tdoso os epis? Claro, nem sempre teríamos esse quarto, mas…

    Glica (43) Obrigado. Eu acho… Não quero fazer ninguém chorar XD Isso deixamos pra série, vai. Não aconteceu comigo nesse episódio, mas só porque eu tava muito, mas muito feliz. E a cena final só fez essa felicidade ficar maior ainda. Good times… good times…

    Flávia (44) Exatamente. Romano era o mal necessário, aquele cara que apesar de tudo fazia o staff trabalhar com empenho. Weaver nem tanto quanto ele, pois ela não era sociopata, mas também exigia perfeição. Fora que os dois são ótimos personagens interpretados por excelentes atores. Já o Benton… ê personagem complexo. Mas que se salvou demais nessa reta final!

    Vera (45) Obrigado… e ao mesmo tempo perdão =T

    Iara (46) ER ainda me causou uns impactos recentes, como nas mortes de Gallant e Pratt, Ray amputado, o tiroteio do County… Não foram anos ruins, mas se comparados com esses momentos… a comparação fica injusta mesmo. Coisa de química, exatamente o que o elenco antigo tinha.

    Eloisa (47) Rá! Quando esquecemos de elogiar Susan Sarandon é que a gente percebe o quão bom foi o episódio…

    Sonylena (48) Faço a mesma coisa: sempre que dá retorno pros feedbacks que acabam sendo mais legais de escrever que as próprias reviews. Quanto ao que você falou, eu agradeço mesmo. Tipo, nos foruns (fóruns?) aqui do Teleseries, as reviews de ER sempre foram relativamente bem movimentadas. Antes, o site não possuia esse sistema então tinha que ser via e-mail. Isso começou só lá pra metade do 12º ano, por isso muitas de minhas primeiras reviews não estão na nova versão e os comentários no início não eram tão ricos como hoje. Tinha num ou outro episódio, sempre tivemos mais do que 20 ou 30, mas… olha, esse ano tá mesmo muito bom. Demais! E isso não pode ser creditado pra mim não: o nível do comentário de vocês está excelente e fico feliz em poder falar pra valer sobre a série antes que ela chegue ao seu final. E como amo muito ER, comento sobre sem problema nenhum. Só tenho mesmo a agradecer por esse espaço, que apesar de fortificado apenas no primeiro ano… vem sendo perfeito. No mais, obrigado mesmo. Quanto a uma nova paixão: impossível. Não vai rolar, infelizmente. Mas… falamos disso em duas semanas =T

    Eduardo (49) Pois é… As vezes tem esses problemas de quando exaltarmos uma fase, as vezes parecer que o restante não presta. Assim como não sou muito fã de alguns dos primeiros epis de ER, não dá pra negar que recentemente a série teve ótimas fases. Gosto muito de alguns arcos do 12º ano, e dos citados por você só não revisei NICU, enquanto que os outros foram só elogios. 21 Guns, por exemplo, tá no meu top10. Mas, mesmo assim, os piores momentos da série encontram-se justamente nessa fase mais recente…

    Flávia & Claire (50/51) Aproveitando, só pra reforçar, também gosto muito desse season finale. Ela abre meu top 10 (desculpem-me pela qualidade das fotos) http://teleseries.com.br/em-homenagem-aos-300-episodios e ainda me empenhei pra valer ao escrever um episódio com a continuação de 21 Guns. E pra ser honesto, sou mais meu Bloodline que o de ER http://www.fanfiction.net/s/2952326/1

  3. Gerson

    “Os Benton eram escravos dos Carter no período colonial, e quis o karma que John sofresse muito com Peter.” AHUHUHAEUH essa foi boa. Muito legal a volta do Benton. Se ele tivesse feito a cirurgia do Carter, pareceria reprise do “All in the family”, mas ele só dando suporte foi bacana, mesmo que fosse óbvio que tudo ficaria bem (trariam John de volta pra morrer?!) Os retornos de Doug e Carol tambem foram muito bons, apesar de eu preferir vê-los em ação. Após o epi, me deu uma saudade da Abby, Susan e Kerry. Tomara que voltem!

  4. Ma

    Foi uma pena Doug não perguntar de Carter e achei isso uma falha assim como se esqueceu de Benton. Eu achava também que de alguma maneira eles deveriam saber que o rim iria para Carter, seria mais emocionante. E realmente todos esperavam a participação de George, mas o que mais me emocionou ao ver foi a cena de Benton e Carter e toda a preocupação deste ultimo com seu ex pupilo. Foi linda. Queria mais um ep desta dupla.

  5. Mônica A.

    Também volto aqui sempre pra ler os comentários e as respostas do Thiago (sempre fofo).

    Galera do TeleSéries, posso dar uma sugestão? Que tal um Colírio para Mulheres e uma Borracharia TeleSéries com as personagens de ER? Acho que muitos fãs iriam adorar, não?

  6. Flávia

    Pegando carona no comentário do Gerson, tenho uma pergunta: Kerry e Susan ainda vão aparecer nessa reta final, ou ficaram de fora dessas homenagens da 15ª temporada???

  7. Taciana

    Apoiada, Mônica!
    E concordo com você, Sony: o nível das conversas aqui é ótimo, mesmo quando discordamos ninguém perde o respeito nem banca o superior, estamos todos de parabéns!

  8. Tati Siqueira

    Preciso baixar essas temporadas ou até mesmo comprar, vale a pena…..

  9. Paulo Fiaes

    o desespero do Benton com a facada que Carter levou (me atrasei para resolver um problema na rua para assistir essa cena) é de partir o coração.

    eu acho que Doug e Carol, Mark e Corday, Abby e Carter são excelentes casais. mas nada supera a amizade de Benton e Carter e Doug e Mark.

    E sobre Benton, um colega de trabalho me disse semana passada uma frase que me fez refletir “se quer ser meu amigo, não me atrapalhe”

    acho q esse era o lema de Benton,

    sensacional episódio

  10. Priscilla

    Concordo: A Carol/Julianna sempre foi mais importante sua aparência…

    Ai meu Deus… tá acabandooo :(

    Ei… alguém aqui sabe dizer qndo vão ser lançados os dvds da 12ª temporada? Pq pararam na 11ª… Podiam aproveitar que “o fim está próximo” p lançar todas as temporadas anteriores que faltam!

  11. Flávia

    Acho que Mark e Susan também formaram uma amizade notável… E, entre as amizades recentes, gostava de Morris e Pratt. E de Neela e Ray.
    Eu gostava até de Corday e Romano – acho que ela foi a única que realmente gostou dele.

  12. Eduardo

    A 12ª temporada já foi anunciada em DVD. Chega nos EUA em janeiro de 2010. Não sei quanto ao Brasil.

  13. Felipe

    O começo do texto é muito bom, sobre passado e sobre “lembrancas”…

    apeser de ser bem novinho qdo as 1a temporadas passavam na Globo e na SONY (antes de ir pra Warner) eu tenho boas memorias a respeito das 1as temporadas.

    nao creio que o seriado piorou tanto ao longo do tempo, entendo que os roteiros nao ajudaram os personagens (como por ex 2 helicopteros do Dr. Romano; os inúmeros isolamentos do PS e; personagens doidos como o Dr. Clemente)

    Pra mim o seriado acabou quando O Carter saiu… mas continuei vendo… dai quando o Ray teve aquele acidente perdi o gosto de ver o programa…

    vi a 14a temporada na reprise de madrugada e a 15a agora…

    independente de qualquer coisa é muito bom saber que não sou o unico fã de ER! Pensei que era o único…

    Outra coisa que não gostei foi a insistencia do Dr. Kovac sempre estar namorando com alguém…

    mas pior do que isso foi o namoro forçado entre Sam e Gates…

    Mas bem que a Dra. Corday saiu do Benson pro Mark rapidinho… situaçoes artificiais que se repetiram durante a série!

    Outra coisa.. quem perdeu o EPISODIO, pode pegar na INTERNET com qualidade HD e apreciar melhor o seriado

    Fiquei animado mesmo com esse site! Pena que nao conheci antes!

    2 últimos comentários:
    1. A Warner podia mudar as reprises de horário pq 4 da manha é complicado!

    2. Achei estranho a total ausência do casal Kovac e Abby na última temporada, mas alguém se incomodou? rs!

    p.s. A morte da Lucy na 6a temporada foi acho que um dos momentos mais tristes para mim, talvez pela época que vivia, mas acho que é assim mesmo, cada temporada é melhor ou pior na opiniao de cada um por motivos particulares e extra programa.

  14. Luciana

    Só um rapido comentário sobre What we do : foi um episódio bem legal,com esse clima de documentário.O mOrris dando a entrevista em nada parecia com aquele estrupício que tentava chamar a atenção dos repórteres interessados na Weaver na 13 temporada.O fato de eu gostar de várias séries de drama me deixa um pouco pessimista,por isso,fiquei aliviada em saber que o Carter não estava com leucemia,como eu havia pensado,só precisava de um rim e que a Claudia estava mal,mas não tinha morrido.Juro que estava realmente gostando da Neela neste ´pisódio,sem sentir a raiva habitual,aí ela descobre o segredo do Brenner,discute com ele e ..termina?!Caramba,o cara mudou de um jackass pra um gentleman por causa dela,tenta esconder uma parte muito dolorosa da vida dele e ela faz isso!Olha,namorado da Neela não precisa de inimigo…Achei meio besta o documentário do Frank(já estava com saudade) e do Jerry,mas é o Zabel,não vou exigir muito.

    Old times- o que dizer de um episódio que foi uma obra-prima?O fato é que todo mundo que eu conhecia quew já tinha assitido ER na época que passava depois do Fantástico (incluindo mina mãezinha) foi amolado por mim pra pôr na Warner na quarta as 22h,rsrs.Mas eu mesma achei que não iria gostar muito,porque não assitia ER nesta época.Ledo engano.Gostei bastante,mesmo com Doug e Benton.Aliás,de todos os que fizeram participações,a Carol é a que está mais ”inteirona”.Bem legal a dificuldade do Doug e da Sam de falar sobre alguém que conheciam em comum,e ninguém lembra do coitado do Carter,rsrs,nem das enfermeiras,nem dos paramédicos,foi hilário.Foi bom mesmo ter final totalmente feliz no ER pra variar um pouco.nossa,foi um alívio mesmo Carter ficar bem.O fato de aNeela estra com a Sam me distraiu um pouco do que ela fez na semana passada,e até que foi legal o que Rasgostra fez pra conseguir o avião.A maioria das séries,quando chega na última temporada,fica ”zoada” vamos dizer assim.Geralmente,os episódios são tão ruins que,pelo respeito à memória da serie vc nem assite a última temporada.Foi assim com Alias,The O.C,Gilmore Girls,Close to Home e por aí vai.Que bom que com ER está sendo ao contrário.Porque mesmo não estando no rol das séries badaladas que ganham umas noveventas indicações ao Emmy todo ano,pode se dar ao luxo de ter participações de ganhadores de Oscar,como a querida Susan Sarandon,e,mais importante,está com um incrível salto de qualdade nos episódios finais,se des´pedindo por cima.Isto me deixa muito feliz.Pra cooar tudo isso,o clima de Santos vem ajudando,com friozinho e chuva que me lembram Chicago (tá bom,eu idealizei um pouco,mas é que eu amo Santos)

  15. Luly*

    Se eu já tava com o coração na mão depois de ver a reprise da morte da Lucy, ainda veio esse episódio! Eu francamente nem sei se foi muuuito bom, mas foi perfeito rever esse casal adorável! Juliana e George continuam com a química de antes, mias velhos e bonitos! Confesso que dei uns gritinhos quando os vi em cena!! kkk Sei lá, uma emoção! E claro, foi lindo demais aquele aconchego deles na cena final, isso sim foi perfeito!!! Depois da saída deles, ER não foi mais a mesma e quando o Mark e o Carter saíram então, eu só passei a ver em poucas ocasiões. Realmente não tem casal melhor que Doug e Carol em ER!! Eu sempre detestei Abby e Luka, todo o resto depois deles. Na verdade, da 10º temp pra cá a coisa só piorou.

    Tbém adorei rever o Benton, e olha que nunca fui lá mt fã da ignorância dele. Gostei de saber que ele ainda tava com Cleo, apesar de ambos serem mt chatinhos juntos, mas enfim, saudosismo é isso. Até se o porre do Romano tivesse vivo e reaparecesse na série, eu ia gostar! (menos naquele flash dele com o Mark. Mt imbecil! rs)

    Enfim, adorei esse episódio simplesmente por rever tantos bons personagens. Achei engraçado quando Doug perguntava dos antigos colegas, e ninguém sabia quem eram eles! Fala sério né? Deviam ter colocado quadros daqueles médicos lá! Eles eram ‘ER’!! E não essa Neela-chata (que agora até tá menos chata, mais madura e não pode largar o loiro!), ou a Sam-indecisa ou até o Stamos (que tá gato, mas nem chega aos pés de Mr. Clooney)
    Já tô com saudades de ER, e já sei que vou chorar que nem manteiga derretida nesses últimos episódios! E ainda espero a promessa da Warner de reprisas as 4 primeiras temporadas…

  16. Claire

    Felipe
    Pena que demorou pra conhecer a galera aqui… o site não é meu e esse espaço é do Thiago hehe mas todo fã de ER é mto bem vindo!
    E qto a Lucy… aquela morte também foi um choque pra mim… sempre que revejo o epi ainda acho que vai acontecer alguma coisa rs
    Alguns episódios dessa série são realmente fantásticos…

  17. Giselle

    Nossa !!!
    Que episódio maravilhoso !!!
    Até agora este e o episódio do Mark foram os melhores pra mim.
    Estava muito ansiosa por este episódio afinal todos os meus personagens preferidos iriam aparecer. Como foi bom rever Doug , Carol e o Benton. Que emoção !!!
    E o meu médico preferido continua tudo de bom.
    “E o meu gato George lindo como sempre……ai deus….que homem lindo…” Concordo com vc Tati.
    Adoro o Clooney !!!! E Dr. Ross forever !!!
    Ele sempre será o meu doutor preferido .
    Adorei a cenas dele com a Sarandon. Não consegui segurar e chorei .
    E mesmo depois de tanto tempo a quimica entre ele e a Margulies continua perfeita. Melhor casal de ER . Simplesmente perfeitos .

    Também adorei rever o Benton. Já terminei de rever a primeira temporada e agora estou vendo a segunda e como o Carter sofreu com o Benton rs.
    O Benton tem aquele jeitão dele mas eu adoro ele.
    E ele ainda está com a Cleo ehehehe !!! E o Reese já está com 13 anos !!!!

    Acho que a Banfield vai ficar com o bebezinho.
    Tomara !!! Ela merece . E gostei muito do Brenner com a menina . Bem legal .
    Ah !!! Só uma coisa achei meio estranho o Ross não perguntar sobre o Carter. Não estou me lembrando mas acho que ele também não perguntou sobre o Benton.
    E na semana que vem dois episódios . Tá acabando !

  18. Thiago Sampaio

    Gerson (53) Só pra esclarecer, eu não inventei isso: a mãe de Benton realmente conta isso pro Carter no primeiro ano huahuahuahau E Benton operando seria forçado mesmo.. Ficou bom do jeito que foi. Quanto a mais participações, ainda temos mais duas semanas…

    Ma (54) Doug perguntou sim pelo Benton. É que sobre Carter… Ele e Doug nunca tiveram muitas cenas juntas e Ross o conhecia mais como estudante do que qualquer coisa. Pode ser discutível, mas… fica como aquele “quase” que não prejudicou em nada o andamento da série. E mais de Carter e Benton? Mm…

    Mônica (55) Obrigado =T Ehr… Borracharia de ER? Sério? huahauhauhauah Bem, teria que ter algumas fotos da Susan nos anos 90 ou da Linda hoje mas… Seriously? huahauhauhau

    Flávia (56) Não nego, nem confirmo. Veremos nessas próximas semanas =)

    Sonylena (57) Sherry e Linda, pronto. Taí meus votos.

    Taciana (58) Vai rolar mesmo essa borracharia? huaauhauahuahuahau

    Tati Siqueira (59) As duas primeiras temporadas são itens obrigatórios. Tenta compra sim que vale a pena.

    Paulo Fiaes (60) Era o esperado, mas ainda estou surpreso com o tanto de gente que gostou do Benton nesse episódio, que era mesmo um “não me atrapalhe que tá ótimo”.

    Priscila (61) Uma vez, a Margulies disse que ER não era sobre maquiagem ou penteados… Eram sobre profissionais que acordavam cedo e iam trabalhar num PS. Nos primeiros anos era até esquisito… O visual dos personagens era muito tosco, mas achava louvável que o principal fosse a medicina. Quanto aos DVDs, nunca entendi essa demora da produção da série lançá-los logo.

    Flávia (62) Uma coisa que sempre gostei na série foi o fato de eles não serem todos amigos. Há as panelinhas, as duplas perfeitas… Todo mundo trabalhando em sintonia e se vendo fora do ambiente de trabalho é ilusão, e as amizades de ER eram ótimas em retratar essa “realidade”.

    Eduardo (63) Demora demais… Demais…

    Felipe (64) Obrigado… E bem vindo. Foi no final, mas antes tarde do que nunca. E não, o seriado não piorou tanto assim, apenas mudou seu formato. Apesar de, claro, suas piores fases serem as mais recentes (não engulo até agora a morte de Romano). Mesmo assim, nunca consegui abandonar a série, por mais importante que tenham sido os personagens que saíram. No mais, vá na ER Oficial do orkut =) O casal Luby não me fez falta nenhuma e horários melhores é pedir demais da Warner =/

    Luciana (65) Repetindo: What We Do tinha uma boa premissa mas faltou coração… Não era pro Zabel tê-lo dirigido. Já Old Times foi do Wells, logo, perfeito =) E bem tocado nesse ponto: a qualidade da série não caiu no seu final. Pelo contrário, até melhorou. É uma boa abordagem pro texto final. E Santos igual a Chicago? Mm… Ok… huahahahauhauhaua

    Luly (66) Uma coisa que a gente meio que subestimou aqui foi… que Doug e Carol participaram novamente de ER! Então foi muito bom sim XD Em especial a cena dos dois no final, que colocam outros casais de ER no seus devidos lugares. Menos Benton e Carter… Quanto a Neela e Sam não conheceram as pessoas que saíram nas 9 primeiras temps, justificável né? Nós vimos isso em A Long Strage Trip, quando Oliver Kostin, o “pai” do PS não foi reconhecido por ninguém. Médicos vem e vão… Normal isso acontecer. Não tem gente que acompanha o seriado e só viu Doug e Carol pela primeira vez agora? Acontece =T Quanto as reprises dos primeiros anos… a coisa não me parece boa…

    Claire (67) O espaço nem é meu, vai. Por acaso escrevo os textos… É nosso, dos fãs de ER. E espero que até o final do seriado, mais gente apareça. Não faria mal…

    Giselle (68) Pois é… Daqueles de nos deixar 10 anos mais jovem. Só não chorei porque tava feliz demais… Foi muito bom. Quanto ao episódio final, dia 28, vamos ver se mantemos a expectativa ou não =) E revendo episódios? Essa reta final salvou o Benton: tô vendo ele com outros olhos agora. Perfecto. No mais… nos vemos nos próximos epis

  19. Flávia

    Bom, Susan e Kerry devem reaparecer, não é possível que não. E, Thiago, se elas não reaparecessem, em vez de não confirmar nem negar acho que você se revoltaria e escreveria sobre isso!
    Sobre a Borracharia Teleséries ER, entre os homens seria muito fácil: George Clooney e Goran Visnjic. E, vá lá, Noah Wyle e Shane West, se tiver espaço. Nada de John Stamos, pelamordedeus!

  20. Glica

    Sonylena, tenho a mesma preocupação que você. Qual série vai ocupar o meu coração após ER? Alguma sugestão? E Thiago, você é um fofo e querido, que não nos deixa sem respostas. Adoro seus comentários.

  21. sonylena

    Seguindo a Flávia na borracharia teleseries ER meu voto vai para o George Clonney…ai meus DEUSES!!! e depois para o Goran Visnjic…tudo de bom ele…rsrsr o Carter se não estiver deprimido é bem bonitinho…hahahaha, e o Shane West não faz meu tipo, mas tem o Brenner… que tal??? dá um caldo!!!!
    Concordo com vc Glica, não sei o que fazer depois de ER, gostava muito de Life da AXN, mas foi cancelada…pensei em Trauma, mas parece que é fraquinha…eu não tenho a Universal, então não dá para assistir House…realmente não sei, estou esperando alguma sugestão do Thiago…

  22. Thiago Sampaio

    Flávia (70) Depois de soltar inapropiadamente que Claudia apareceria mais vezes em ER, lá na review do primeiro episódio dela, resolvi lidar de maneira diferente com os eventos futuros, spoilers. Por que achas que fiz aquele blefe duradouro sobre a possibilidade de Carter morrer? E é sério: não nego nem confirmo mais nada pros próximos episódios. =T Quanto a borracharia… essa coisa tá fugindo um pouco de meu departamento hauahuauah

    Glica (71) Ehr… obrigado =)

    Sonlynea (72) Borracharia à parte (Linda ou Sherry!) nunca vi Life, Trauma é patético, e House eu adoro, mas pra substituir ER? Sinto, acho que não existe… Mas falamos disso no finale…

  23. Bianca Cavani

    Sonylena:
    Não digo substituir, mas acrescentar: Mad Man, Californication, Dr. Who (se bem que deste talvez você não goste… Mas é muito legal para quem curte accents e a cultura do Reino Unido), In Treatment (se tiver terceira temporada…). E se não assistiu, baixe: Battlestar Galactica, The Sopranos, Six Feet Under, The Shields. Considero verdadeiras obras-primas.
    => Thiago, iremos ficar órfãos de ER daqui a pouquinho; então, não nos deixe também órfãos de suas resenhas.

  24. sonylena

    Faço coro com vc Bianca, já basta ficar sem ER, ficar tb sem o Thiago???/aí já é demais…
    Das séries que vc falou só não conheço a Dr.Who, gosto bastante da In Treatment, talvez até por força da profissão, mas nenhuma delas tem a complexidade de ER, de assutos, de personagens, de dramas..
    Já vi um epi de uma série que passa na people an arts, a Recue-me, sobre um grupo de bombeiros e paramédicos de NY, me pareceu interessante, mas não sei….estou esperabdo o Thiago…

  25. gessy

    sonylena – 20/10/2009
    Faço coro com vc Bianca, já basta ficar sem ER, ficar tb sem o Thiago???/aí já é demais…

    Assino embaixo… ler a coluna do Thiago sempre foi pelo menos pra mim, a última parte de qq episódio assistido!!
    otima resenha de um episódio magnifico!

  26. Manoel Décio Estigarribia

    Não tenho qualquer dúvida que o E.R. dos anos 90 é superior. A bem da verdade, é praticamente impossível um seriado existir com grande qualidade por muito tempo pois muita coisa está em jogo, quais sejam; saturação da linguagem cinematográfica (roteiro, fotografia, atores e etc), interesse dos patrocinadores pois TV é, antes de qualquer coisa, Comércio.Enfim, o E.R. dos anos 90 é absolutamente fundamental não somente em qualidade como também para melhor entendermos todo o desdobrar da série.

    Abraço e parabéns pelo artigo.

    P.S: Me chamo M. Décio Estigarribia e sou autor do livro “YES-Uma Rara Música de Quinteto”, rock progressivo anos 70.

  27. Thayse

    Faço coro com vc Bianca, já basta ficar sem ER, ficar tb sem o Thiago???/aí já é demais… [3]

  28. Flávia

    Gente, o ator que fazia o Chazz, irmão do Pratt, foi preso, acusado de associação para tráfico de drogas!!! Tô bege!

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