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Review: ER – Love Is a Battlefield

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ER - Love Is a BattlefieldSérie: ER
Episódio: Love Is a Battlefield
Temporada: 15ª
Número do Episódio: 322 (15×13)
Data de Exibição nos EUA: 22/1/2009
Data de Exibição no Brasil: 2/9/2009
Emissora no Brasil: Warner

Lembram-se do episódio passado com os sonhos de Neela? Apaguem tudo com uma borracha e sigamos em frente: voltemos à programação normal. Infelizmente, ainda há uma ou outra decisão equivocada nos rumos da trama, como o excesso de romance (isso não pode acontecer em uma série chamada Emergency Room), mas o que se esperar de um episódio intitulado Amor é um Campo de Batalha? Esse não foi dos melhores e com certeza alguns de seus momentos foram terrivelmente equivocados, mas pelo menos em um núcleo, tivemos um feeling do ER clássico. Casos em que uma tragédia anunciada está pra acontecer? Melhor que isso, só se Morris estiver envolvido.

Vivendo uma crise dos trinta anos, o personagem que antes era a piada da série hoje fica responsável também pelos momentos mais sérios – e o que é melhor, sem nunca perder o humor. Estou próximo de bater a marca de 100 reviews (essa é a de número 99) e fica cada vez mais difícil colocar algo original e não-repetido nos textos. Mas não dá pra escapar do óbvio com Morris: como que esse cara, que todos nós odiávamos, pode hoje ser o personagem mais carismático e multifacetado da última temporada de ER? Um dia, dedicarei grande parte do texto para ele (já sei até em qual episódio), mas de antemão já aviso que Archie Morris virou um dos meus personagens preferidos na série.

Só que, apesar de seu grande momento, nem mesmo Archie foi capaz de impedir algo terrível envolvendo Jodie Nugent. A linda garota, do De Repente 30, deu entrada no PS depois de ser atropelada quando andava de bicicleta, e da maneira óbvia que toda a trama foi conduzida, só podíamos imaginar que ela fosse morrer. Menos mal que isso não tenha acontecido, mas pela minha cabeça pensei em A) o namorado iria matá-la; B) ela iria se matar; C) o pai abusava da garota e acabaria matando ela.

Foi tudo muito óbvio, verdade, mas não de todo mal. Morris flagrar a vizinhança da garota lotada de sirenes dos carros de emergência soou como uma reviravolta, e claro, Claudia voltou. Soltei um inapropriado spoiler sobre o retorno da policial, que agora não faz mais trabalho infiltrado, mas o que importa é a continuidade de sua história. Nesse ano, a produção seguiu com a garota asiática (paciente de Morris na temporada passada) e parece ter mudado de planos: Justina Machado chegou pra ficar. Não fui muito fã do visual dela com o cabelo preso, mas mesmo assim continua fazendo uma ótima dupla com Scott Grimes.

Curioso que há uma Dupla que não consegue as mesmas glórias, mesmo quando casados na vida real. Banfield deu sua última cartada na tentativa de engravidar. Infelizmente, não conseguiu. E esse núcleo foi péssimo. Nem tanto pela atuação de Angela Bassett, mas pela de seu marido, Courtney B. Vance. O cara está péssimo! Mais frustrante nesse núcleo, pelo menos pra mim, é essa ser a participação final de Amy Aquino no seriado. Ou seja: essa foi o último dos 26 episódios com a obstetra Coburn em ER

Há personagens menores que causam mais impacto do que alguns protagonistas longêvos. Eu mesmo me convenço muito mais com uma cena de Coburn do que uma com Neela, que hoje, parece ter voltado à estaca zero. Enquanto liberava Ana e revia Brenner desde que esse voltou de viagem (eu falei que era pra apagar Dream Runner com uma borracha) fui lembrando que… Neela está perdida. E por mais simpática que seja a atriz Parminder Nagra, ela não tem muito o que fazer com a personagem: acredito que nem mesmo a produção sabe pra onde Neela vai. Ela evitando Brenner no final do episódio? Foi engraçado. Mas Tracy emplacar um “o drama aqui nunca acaba” colocou meus pés no chão e todo o diálogo entre a indiana e o australiano não funcionou pra mim. Romance raso não dá certo.

ER - Love Is a BattlefieldContinuando ainda com a impressão de personagens menores que causam mais impacto, Tracy segue se destacando fazendo o simples. Ao contrário de Daria: está tudo errado com ela. Fico feliz que isso tenha provado minha teoria da alquimia reversa (a de que tudo que Gates toca, vira esterco) mas o preço foi muito alto. Não bastasse Sam seguir apaixonada por ele (sério?), tanto o talento de Cardellini quanto os preciosos últimos momentos de ER estão sendo gastos em um casal que já deu o que tinha que dar. Adorei Daria em seus primeiros episódios, mas agora, depois de me ver satisfeito com o tapa involuntário que ela levou, percebi que minha impressão com a estudante nunca mais será a mesma. Tudo bem: sua cara-de-pau e as expressões de Sam enquanto checava os cortes foram engraçadas, mas tudo foi longe demais. Não houve sutileza.

Um bom roteiro de ER sempre foi aquele que, além de evitar o melodrama nos casos principais, não arrastava a piada nas tramas paralelas. Hoje, tudo foi errado. Não fosse Morris ficaria pior, mas Jodie e seu “ele disse que me amaria pra sempre” foi a quintessência do melodrama. E tirando Daria (ela mostrou um bom timming cômico e talvez eu esteja sendo cruel pelo fato dela ter sido contaminada por Gates), o humor do episódio foi muito capenga. Aliás, eu poderia exemplificar isso tudo apenas em um personagem: Grady.

Refletindo um pouco, praticamente todos os estudantes e residentes coadjuvantes se encaixam bem na série: basta que eles sejam limitados às cenas médicas (como Tracy e vários outros exemplos). Mas quando dedicam seu limitado tempo à piadas sem graça… a coisa perde o controle. Anos atrás, as enfermeiras tiraram no palitinho quem iria tirar os piolhos de um mendigo. Aquilo só durou 30 segundos. Hoje, teve até uma apoteose pra saber quem depilaria o piolhento (curioso que finalmente colocaram o figurante careca, que vive levando materiais pelos corredores, pra falar) e se uma coisa não é engraçada na primeira vez, tentar duas, três mais é errado. Isso sem mencionar que quando Grady não estava lidando com esse problema, estava conversando com o pobre milionário do Jumbo Mart. E pra tirar qualquer dúvida: Babu nunca havia aparecido antes, e mesmo que tivesse, ainda assim essa longa participação não seria relevante.

Mas pra ser justo, apesar do roteiro fraco, a direção de Richard Thorpe, fotógrafo original da série, foi impecável. Se vocês acham que recentemente o PS ficou mais “escuro”, o motivo é não termos mais o brilhantismo de Thorpe na fotografia. O importante é que ele retornou mais uma vez, agora cumprindo seu papel na direção depois de muito tempo ausente. Atrás apenas de Chulack e Kaplan em número de episódios (31) só preciso dizer que esse cara dirigiu Secrets and Lies. Com tantos trabalhos de direção (quase 10% da série) fica até fácil perceber a assinatura de Thorpe, como por exemplo, na longuíssima cena inicial de uma tomada só, que incluiu até uma cena com Nagra se enrolando em uma fala.

Esse adendo, com mais espaço do que o normal sobre o trabalho de um diretor, tem uma explicação: depois desse episódio, houve uma espécie de “demissão em massa” nos bastidores da série. Diversos produtores e roteiristas não essenciais, aparentemente, não tiveram seus contratos renovados e estão fora de ER. Talvez seja uma medida para acomodar as diversas participações especiais dessa reta final (só faltam nove episódios) com o orçamento restrito da série, mas nem me importo: o crucial é que a partir de agora a produção será coisa de gente grande.

David Zabel, Lisa Zwerling, Joe Sachs e John Wells serão os únicos roteiristas (com excessão de um episódio em particular) e a direção ficará responsável por ex-integrantes do seriado, o que acho extremamente louvável. Kaplan, que dirigiu entre outros a morte de Lucy e o último turno de Mark, mais Eriq La Salle, o Peter Benton, são alguns desses nomes. E essa nova fase já começa na semana que vem, quando Mimi Leder (única a levar um Emmy de direção em ER pelo perfeito Love’s Labor Lost) assume a cadeira de direção depois de quase 13 anos.

A reta final está chegando. Não será perfeita e alguns podem se decepcionar com alguns episódios, mas a produção foi além do imaginável: atores e produtores dos primeiros anos na última temporada? É um testamento de que, pelo menos, estão dignificando os últimos momentos da série: é agora que a coisa melhora. Tendo isso em mente, fica um alerta sério: não vejam mais as promos da Warner! E até a semana que vem.

Séries citadas:

41 Comments

  1. Carlos T.

    Foi um episódio “normal”, poderia ter sido melhor, também acho que o roteiro foi meio fraco, mas é o tipo de episódio que quando eu ter o DVD dessa temporada, dificilmente irei assistir.

    Esse negócio do Gates e a Sam tá me enchendo o saco. Nunca fui grande fã da enfermeira, mas acho que ela merecia coisa melhor, o negócio é que desde que ela e Kovac terminaram a personagen nunca conseguiu um par decente, o policial da temporada passada parecia que poderia dar certo, mas resolveram sumir com o personagem. Negócio que esse “triângulo” não tá com nada. Só gostei mesmo das caras e bocas da Sam na hora que ela cuida da Daria depois dela ter levado um soco da paciente.

    Pra variar, Morris o ponto alto do episódio, a história da Jody foi muito boa, apesar de óbvia, a atuação da atriz (nem tinha me ligado que ela tinha feito aquele filme, eu só pensava que conhecia ela de algum lugar) fez a diferença e no final, ainda bem, ela não morreu. Realmente, Thiago, você não tinha que ter falado que a policial voltava, também não gostei do cabelo preso, mas pelo jeito é o começo de algo para o Morris, bem que a personagem poderia ter entrado mais cedo na série, muito melhor que aquela mala da Hope.

    A Neela, bem, não sei o que dizer da personagem, além do que já venho sempre dizendo que é um desperdício o que fizeram com ela, mas eu ri muito com a corridinha dela no final. Sobre o beijo entre ela e Brenner, nem vou comentar…

    A história do Grady me pareceu uma tentativa frustrada de relembrar histórias de pacientes asquerosos que os enfermeiros tinham que lidar nas temporadas passadas, bem, pelo menos tivemos a volta de Chunny que não aparecia desde a despedida da Abby e de Malik que tinha aparecido pela última vez no episódio da morte do Pratt.

    Também achei muito legal por parte da produção se preocuparem em trazer não apenas os atores, mas também os diretores, como é o caso de Mimi Leder no episódio da semana que vem, que por sinal teve uma promo muito boa da Warner. O próximo episódio é meio “estranho” (como diz o próprio título), mas é muito bom.

  2. Lara Lima

    Cheguei da faculdade e deu pra pegar o finalzinho do episódio, mas eu lembro bem dele e Thiago só discordo em um ponto: Acho a atriz Parminder Nagra muito sem sal e Neela é muito chata, srsrs.

    Do resto assino embaixo (novidade!!!) principalmente quanto a quintessência do melodrama, foi triste de ver.

    E só uma coisa, eu não entendo como pode um série como ER não ter caixa pra bacar a ultima temporada. Uma pena, porque acaba fazendo um trabalho de qualquer jeito e nós fãs ficamos com essa ultima lembrança.

    ps1: Eu nunca consegui decidir se gostava ou não de Eriq La Salle….acho que sempre foi indiferente pra mim.

    ps2: Que chique! 100 reviews, parabéns!!

  3. claudia

    Tomara que melhore pois para um ultimo ano, ate agora ER esta devendo…e muito!

  4. Carlos T.

    E esqueci: Banfield e seu marido pra mim também não foram muito bem, realmente o cara não é um bom ator mesmo, apesar de eu não ter a mesma implicância do Thiago. E é mesmo uma pena este ter sido o último episódio de Amy Aquino, adoro a Dra. Coburn, provavelmemte ela não aparece mais por causa do orçamento da série…

  5. Victor Hugo

    Gostei do Morris e Banfield no episodio… mas no q explicação chuleira foi do Gates p Sam :” Ah, transei só uma vez, não gostei e quero vc”… nessa hora deu vontade de dar um soco nesse infeliz…
    e caracas faltam só 9 episodios… como o tempo passa, não? :(

  6. sonylena

    Oi para todos!!! e Thiago parabéns pelas reviews, apesar de ter ficado com a impressão de que nesta vc parece mais cansado….menos enfático.
    Achei o epi morno, Gares, Sam e Daria….prefiro nem comentar…rsrrs
    A Neela voltou a ser ela mesma, mas devo confessar que tenho uma simpatia por ela e gostei dela fugindo do Brenner.
    A Banfield estava bem, mas não sei se é a iluminação, a maquiagem, mas as vezes a atriz estava com um rosto meio cinzento…feio….e ela é uma atriz muito bonita.
    Achei esquisito o MOrris estar olhando o computador e na cena seguinte estar recebendo a paciente da ambulância, acho que foi um erro de continuidade.
    O que eu gostei mesmo, foi do figurante careca, da Chunny( sempre gostei dela) e de ver o malik novamente.
    Acho que escrevi muito, mas é que por causa de ER, só vi o segundo tempo do meu TIMÂO!!!! rsrsr

  7. Vania M.

    Thiago,
    Me comoveu sim a atuação do casal, principalmente naquele momento que só aparece a silhueta dele na porta quando ela acorda da anestesia (a mesma de Michael, diga-se de passagem).
    Perfeito se a atriz de SFU fizer par com ele.
    Também pensei nas possibilidades da garota e não achei que iria acabar assim, fui pega de surpresa, que bom.
    Gates, eca, tá difícil defender ele, mas, qual é, a Sam terminou com ele mas o ama e não quer que ele fique com ninguém; Neela foge de Brenner porque sentiu sim saudades deles… blah… essas mulheres são loucas e estou cansada de loucura, que falta que eu sinto de uma personagem sem drama, curtindo simplesmente a alegria de viver.
    Ansiosa pelo 100º review.
    :)

  8. Tati Siqueira

    Er minha paixão – assisti esse episodio a 01:00 da matina e hoje estou só o pó, mas o amor pela serie vence.

    Não foi um primor de episodio, mas não foi de todo ruim.Morris sempre salvando um episodio, queria que a historia dele com a Claudia desse certo, ele de todos merece uma pessoa legal.

    Banfield já deu o que tinha que dá certo, agora voltamos a exercer o cargo a qual ela foi contratada – Chefe de ER. Chega de drama pessoal e marido ruim(apesar que chorei com a cena dela no quarto sabendo que não deu certo o procedimento).

    A menina estava na cara que algo estava errado qdo ela entrou em desespero pelo celular, e depois com a chegada do namorado, matei a charada;

    Enfim Falta pouco tempo para o fim. Espero que melhorem os episodios daqui para frente, pois ainda estão devendo muito pela historia em geral de ER;

  9. Daniele

    Thiago ótima review Parabéns!!! Que venha a nº 100!!!

    Eu achei este episódio beeeeeeem morno, Moris como sempre arrasou!!!! Isto se deve mto para o ator Scott Grimes eu acho….
    Eu não entendo pq fazem da Neela uma perdida!!! Como colocam ela como a principal e fazem isto? Terrível!!!
    Eu não aguento mais esta enrolação da Sam e do Gates, se ela voltar para ele é uma trouxa, vai deixar para trás bons tempos, isto vai mudar e mto a personalidade da personagem, se é q já não fizeram isto.

  10. Thayse

    Thiago, não sei como você conseguiu escrever tanta coisa sobre esse episódio! Porque, pra mim, esse foi super chato, desinteressante, com histórias muito sem graça. Tanto que não tenho nada pra comentar, e isso é difícil! Sei lá. Achei dispensável. Não acreditei quando você disse que só restam nove episódios (!!), porque pra mim a temporada ainda não engrenou. Espero que esses nove salvem a temporada.

    Sei que você já aconselhou a não ver as promos, mas com a curiosidade, fica difícil! Essa de ontem achei interessantíssima!! Que venha logo o próximo!

    Outra coisa: por que falar mal do Grady (que eu adoro)? Só porque ele não quis depilar o piolhento?? E quem ia querer esse trabalho sujo??!! hehehehe

    PS: a Daria não é estudante, é residente, né. Intern=interno(a)=R1= médico no primeiro ano de residência. Estudante é med student, como por exemplo o irmão do Pratt.

  11. neto paes

    Quando vi a paciente só me veio a cabeça: caraca, é a Jenna Rink.

  12. Eloisa

    Não vi ontem pq tive a pessima ideia de ver o jogo hehehehe.
    Mas tinha q ver sua review pra saber ocmo foi o episodio, e parece q nao mudou muito ne???
    Morris continuou salvando o episodio, Banfield continua chata e inexpressiva, Neela continua perdida, Sam e Gates continua cansativo.
    Voce que ja assistiu tudo Thiago, algum desses pontos mudam??! so uma dica, um sim ou um nao… hehehe por favor!!! nem precisa falar oq, so pra me deixar curiosa, pq ate agora oq esta me fazendo continuar assistindo ER sao as participaçoes especiais e pq e o ultimo ano.

    E que venha o review 100!!!!

  13. Thiago Sampaio

    Carlos (1) Cara, fazendo uma reflexão aqui, imagino que eu pularia diversos episódios do box dessa temporada. Há episódios excelentes, mas… argh. No mais, as cenas do Grady eu editava sem dó, a escapulida de Neela até que foi engraçada, durante anos disperdiçaram o talento de Cardellini e… e que venha essa reta final.

    Lara (2) Mm… Já vi algumas entrevista da Nagra, e acho a risada dela tão gostosa, tão simpática… A acho muito diferente da Neela, e pelo menos nesse ponto, consegui separar a atriz da personagem. Sobre o orçamento: ER detém o recorde de 13milhões por episódio (pagos pela NBC ao estúdio) pra produzir ER do 5º até o 9º ano, o que resultou nos aumentos de salários. A audiência caiu um pouco nos anos seguintes (óbvio) e o contrato também mudou, caindo de 10 milhões, 9 milhões… Essa temporada final teve cerca de 8 milhões por episódio. Como alguma coisa disso tem que sobrar pro lucro, e atores com 5 anos fazendo o mesmo trabalho não recebem pouco… ER é caro demais. Não é algo a ser criticado tanto assim. Algumas das participações reberam até mais de 300mil. É muita coisa. No mais, Eriq La Salle é o cara e obrigado =)

    Claudia & Helena (3,4) Não será a melhor temporada da história da série, mas tentem comparar com o que vimos nas temporadas 13 e 14. A produção está tentando, e não é como negar isso. Mas vai melhorar um pouco sim. Garanto.

    Carlos (5) Cara, não sei o que aconteceu mas não fui com a cara dele. Quanto a Coburn, droga… Ainda acho que tinha espaço pra ela no último episódio =/

    Victor (6) Nem tinha muito o que falar tbm huahuahauhau Já pensou algo como “eu tava bêbado e não lembrei de nada mas achava que era você”. E pois é… O tempo voa.

    Sonylena (7) Desculpa transparecer isso, mas tô cansado mesmo… Difícil tentar criar uma abordagem inédita nos textos e colocar algo interessante pra ser debatido depois de tantos anos, e quando o episódio é fraco a coisa fica pior ainda. Fora que tem os estágios, a faculdade… Mas sigo em frente e prometo um pouco mais de empenho =) Sobre a iluminiação: não falei que a fotografia de Thorpe fazia falta? O cara era mestre em iluminar os sets de gravação. Quanto a continuidade, nem tanto: Chunny falou que seria em 3min e houve uma passagem de tempo. Acontecesse muito na série. Erros de continuidade com Morris teremos é aos montos no epi que vem… E… Droga, passei batido sobre Chunny e Malik =T

    Vania (8) Pior que sei dos méritos da casal Banfield, mas não sei o que que aconteceu pra eu não sintonizar com eles. E por favor, não anseie muito pela próxima review XD

    Tati (9) Olha, todo mundo sabe que a coisa não é como antes, mas garanto que se isso fosse até a 25ª temporada, com certeza continuaria fazendo as legendas e revisando a série. Tem coisas que não se explica =T E exato! Banfield precisa voltar a ser chefe do PS já. A série tá acabando e não sei se precisa de tanto drama familiar de uma personagem nova assim. E a coisa vai melhorar. Garanto que vai.

    Daniele (10) Obrigado =) Morris segue com seus bons momentos, Neela perdida (mas vá lá, não achei tão ruim assim) e Sam e Gates… blergh.

    Thayse (11) Pior que nem eu. Acho que ficou grande mais pelas informações de bastidores, porque pelo o que havia planejado, ia acabar sendo um dos menores textos. Tem também o fato de eu, tendenciosamente, não querer falar mal. Durante anos fiquei em textos passados pedindo o cancelamento de ER… Agora me vejo aqui meio que fazendo o contrário. Doce ironia. No mais, como já disse: nesses nove episódios finais, até a produção será diferenciada. Então siga sintonizada. E também gosto do Grady, vai, mas foi tudo tão sem graça. No mais, juro que sei do grau da Daria, vivo explicando isso pra os duvidosos e me desculpe pelo erro, mas… é a idade. É a idade =T

    Neto (12) Eu não vi o filme mas quando vi a garota, pensei “é a menina do De Repente 30!”

    Eloísa (13) Pena não ter reprises… Sobre suas dúvidas, respondo sem entregar muito dos spoilers: tirando as participações clássicas Morris sem dúvidas é o grande nome da temporada; Banfield ainda terá alguns bons momentos; Neela pelo menos pra mim não terminou a série de boa maneira. E se está vendo pelas participações especiais… Bem, é a partir de agora que elas começam. Então siga assistindo e deixa pra ver só o segundo tempo dos jogos XD

  14. Mônica A.

    Achei esse episódio meia boca. Só o que salvou mesmo foi o Morris e a Claudia (adoro os dois) e a atuação da Christa B. Allen. A menina arrasou. E, nossa, como ela está linda!

    A Tahyse tem razão, Thiago. Você escreveu muita coisa pra um episódio tão sem gracinha como esse.

    E agora fiquei pensando. Como vou passar sem suas reviews quando ER acabar? Você escreve sobre mais alguma série? Se quiser, tenho um monte de sugestões.

    Até a 100ª review.

  15. Claire

    Difícil falar alguma coisa.Gostei da Justina Machado (amava six feet under!rs) embora tenha sido uma participação mínima… legal tbm rever Malik e o espacinho (merecido,aliás) que deram pra Chuny.De resto foi tudo bem fraquinho pra mim.Na torcida por epis melhores!
    PS:pena que vimos Dra Coburn pela última vez!!!! Parecia uma “real doctor”… passava credibilidade todas as vezes que participou de ER.

  16. Eduardo

    Não há muito o que falar desse episódio. Foi “clássico” o suficiente, mas dava para ver que podia ter sido melhor.

    Morris carregou o episódio e deu o tom mais uma vez. Justina Machado por sua vez foi a melhor aquisição da série nesse último ano. É uma personagem que dá um ar de realismo para Morris e que parece que realmente cresceu em Chicago.

    Coburn sempre tem uma presença excelente, graças a Amy Aquino. Ela fará falta, mas com a série tão perto do fim, foi uma conclusão excelente. Acho que Russell e Cate conseguiram passar a dor de não conseguirem conceber.

    Nunca tive problemas com Courtney B. Vance. Acho que Russell deu certo como esse tipo de personagem. Ser o marido/esposa de um dos protagonistas não é uma posição sempre agradável, a menos que você também trabalhe no hospital.

    Estou interessado em ver o que ele fará em Flash Forward.

    Realmente concordo que o humor foi muito mal balanceado no roteiro. Não é a toa que Karen Maser foi pro olho da rua junto com Virgil Williams, Janine Barrois e Shannon Goss.

    Maser era uma boa e promissora roteirista, mas nunca ia escrever ER no nível de John Wells. Tanto que alguns roteiros dela tiveram de ser reescritos por Lisa Zwerling (o primeiro roteiro de 2005 passou pelas mãos da produtora Dee Johnson antes de ser filmado).

    Richard Thorpe foi uma bela surpresa nessa reta final. Chris Misiano foi o primeiro. Quando vi isso em fevereiro, já antecipava que Mimi Leder fosse dirigir um dos episódios, e que Jonathan Kaplan e Rod Holcomb seguissem. Minha única decepção foi a ausência de Laura Innes na direção. Pelo menos ainda temos Kerry Weaver.

    A iluminação dos episódios dirigidos por Thorpe é muito melhor. Nunca achei Arthur Albert um grande fotógrafo, e seu trabalho só ficava interessante nos episódios de Thorpe. Quando Thorpe deixou ER em 2007, fiquei preocupado.

    Anthony Palmieri era um bom fotógrafo na época em que ER passou para widescreen. Uma pena que ele não passou do sétimo ano.

    A melhor surpresa foi ter apenas os quatro roteiristas essenciais cuidando dessa reta final, nesse caso os produtores executivos.

    90% das histórias desenvolvidas nessas 15 temporadas (principalmente os casos médicos) foram escritas por Joe Sachs e Lisa Zwerling (e também Neal Baer e Lance Gentile nos primeiros anos).

    Eles não recebem reconhecimento suficiente. Sachs chegou a levar crédito de argumento por diversos episódios no sétimo ano (incluindo Rampage, o final da temporada). Ele e Zwerling mantiveram o foco na medicina durante todos esses anos (Zwerling também contribuiu no roteiro do jogo de ER para PC).

    Você disse que faltavam 9. Eu sempre conto episódios de duas horas como dois consecutivos. Pra mim são 10 episódios restantes.

    Eu gostei do episódio seguinte, de Mimi Leder. Já senti que a série deu uma melhorada a partir dele.

  17. Diego Presti

    Não vi o episódio da semana passada, pelo visto perdi um bom episódio. Mas o de ontem não foi todo ruim.
    Gostei bastante da Sam e sua tática para descobrir que era a Daria a vítima do dito cujo. Proporcionou bons momentos.
    A crise de meia idade do Morris foi interessante.
    Não gostei da história da Jodie. Achei mal conduzida.
    Não é a Parminder que não tem muito o que fazer com o personagem e sim a produção que não tem muito o que fazer com a atriz. Daí sai essas coisas insossa.
    Até agora a Angela Basst não mostrou a que veio.
    E olha que no primeiro episódio disse que ela seria uma chefe que daria gosto de odiar. Foi uma equivocada impressão. Até nesse momento mais humana ela está devendo.
    Acabei vendo a promo da Warner do próximo episódio. Confesso que gostei do que vi.

  18. Sophia

    Primeiro,como sempre Òtimo review,mas desculpe minha ignorância mas nã entendi a parte em que a paciente fica louca pra atenter o celular ,atende e diz pra pessoa do outro lado que ama muito e até fazendo uma declaração de amor na hora ,achei que fosse o namorado ,mas quando ele aparece diz que ela não atendeu nenhuma ligação feita por ele ,até mesmo Morris dá uma desculpa na hora ,quando Er acabou fiquei sem entender…

  19. sonylena

    Oi Thiago, não precisa se desculpar, não foi uma crítica e sim uma observação, a gente vai se acostumando com o texto de uma pessoa e quando há uma diferença a gente sente….
    Estou louca esperando as participações especiais, e agora fiquei mais ansiosa ainda sabendo que só faltam 9 epis….e o que faremos depois???? seremos orfãos de ER?????

  20. Patrícia

    Episódio sem graça, nem sei o que comentar… já assisti todos os epis, e nem tinha percebido que essa tinha sido a última participação da Dra. Coburn… uma pena…
    A história da garota do “De repente 30” tava bem óbvia mesmo… mas achei que ela fosse morrer…

  21. Tati Siqueira

    kkkkkkkkkkkkkkkkk, adorei o que vc escreveu até 25º, eu estaria lá fácil, pois não é só por Er que faço enormes sacrificios(Gravar, e assistir depois muitas vezes de madrugada)são várias séries, amo esse universo e falo com paixão.

    A sua ernegia me motiva a assistir Er antes do FDS, chego da faculdade e já fico pensando no que vc ira escrever, conclusão tenho que assistir logo.

    Espero que melhore mesmo, pois ER MERECE episodio maravilhosos;

    Esqueci de comentar:

    A Sam termina e acha que o “mocinho” irá ficar sentando esperando ela na “janela”???????????? Hellouuuuuuuuuuuuuu!!!! Acorda – A fila andou; e pior foi ela que motivou essa acelerada da fila;

  22. Kryshna

    Aaahhh, amei a review!!! Pareceu q agora q vai começar a parte boa!!!
    E, puxa vida, ñ tinha contabilizado q só faltam nove epis…
    Já tá acabando!!!!!!

    Mas sim, sinto q hj posso comentar melhor!
    O epi ser nomeado “love is a battlefield”, essa ser uma das músicas mais marcantes d “De repente 30” e terem a “Jenna Rink” em comum, foi só coincidência???
    :P
    É estranho msm a Cate e o Russ serem casados d verdade e ñ terem nada a ver em cena. Vai ver q ao contrário da série, eles têm um bom casamento. Vai ver o segredo é exatamente esse!!! Lembram do q o Joey (Friends) disse???
    O q vc disse sobre Coburn e Neela, concordo plenamente!!!
    Pôxa, perdi o tapa em Daria?! Seja do jeito q for, tá valendo!!!
    Ah, adorei a TAR (Teoria da Alquimia Reversa) q vc comentou!!! É esse o real distúrbio d Gates!!!
    E parabéns pelas quase 100!!!!! Próxima semana teremos festinha por aki!!! hauhauhauhau…
    Por falar em próxima semana, quarta-feira estarei a postos na frente da tv!!! YES!!!!!!!!

  23. Flávia

    “Tudo o que Gates toca, vira esterco”. Sensacional!
    Mas, na boa, a culpa não é do John Stamos. A culpa é do infeliz que teve a péssima idéia de contratar o John Stamos, que ficaria ótimo em Melrose Place e porcarias do gênero, para uma série como ER. E, pior, transformá-lo num personagem realmente importante. Ainda o venderam como irresistível – já esteve como Neela, com a capelã, com Sam, com Daria e levou Meg à loucura. Nunca poderia funcionar.

  24. Thiago Sampaio

    Mônica (15) A menina está mesmo linda… Quanto ao tamanho do texto, eu não sei o que aconteceu. Insisto: deve ter sido a nota dos bastidores, porque eu estava planejando que ele fosse bem menor. E sobre o que vou escrever depois que ER acabar? I don’t know, I don’t know =P Manda suas sugestões e vamos ver se bate com o que vejo. Mas já aviso de ante-mão que (vá lá) só funciono com ER porque amo e entendo esse seriado. Talvez não seja a mesma coisa com outro, mas… Bem, terei que fazer alguma coisa aqui, não? =)

    Claire (16) Poxa, esqueci legal de falar sobre Malik e principalmente Chunny, que teve um bom espaço dedicado hoje. E é isso mesmo: Aquino trazia uma credibilidade muito grande ao papel.

    Eduardo (17) Yep. Esse é mais um daqueles que não sobrevive ao teste do tempo. Quanto ao Vance, insisto que não tive uma boa impressão com o cara, e reconheço que fazer papel de cônjugue, sem ser na área médica, é complicado, mas… Talvez eu leve umas pedradas aqui, mas gostava muito da Jen, a ex do Mark. Sobre Arthur Albert, esse foi outro que não tive uma boa primeira impressão: anos atrás, não me ligava muito nos créditos de fotografia e a primeira vez que associei seu nome com algo foi pelo episódio 11×05 An Intern Guide to the Galaxy, a primeira review que eu execrei um epi aqui no site (foi horrível) e o cara ainda comandou o episódio 250… Não gostei nada. E pesquisando, ao ver que esse cidadão era “responsável pelo escurecimento da série”… Argh! No mais, pra ser justo, apesar de não dar tantos créditos pra Zwerling, gosto muito do trabalho de Joe Sachs, que escreveu diversos “episódios médicos” na série. Exemplos são muitos, mas aquele que Mark é o único atendente no turno da noite, tratando quase 300 pacientes apenas com a ajuda de enfermeiras e do estudante Carter em A Shift in the Night na segunda temporada? Toda vez que assisto fico arrepiado: amo muito aquele episódio, que foi mil vez melhor que 300 Patients, que Sachs co-escreveu. Quanto a contagem… Olha, se o episódio não foi “divido” por uma abertura (como acontece em episódios duplos de 24 Horas), mais o fato de ter sido exibido no mesmo dia… Eu conto como um só. E espero que a Warner exiba num dia só! E que o especial passe antes dele! (sonhar não paga impostos) E Mimi Leder? Mais desse monstro da série na semana que vem.

    Diego (18) Teve quem não gostou do da semana passada… Eu gostei muito e achei superior e esse, que teve mesmo um núcleo central bem capenga. Sobre Parminder… insisto: gosto da atriz mas não da personagem. E Banfield devia ficar restrita mesmo á medicina. Ela não é nenhuma Weaver (nem tem tanto tempo de estrada) pra se meter tanto assim em histórias pessoais. E a promo não vi, mas o episódio é interessante mesmo =)

    Sophia (19) Sobre a ligação: o celular ficou ligando diversas vezes e ela queria atender, só conseguindo uma vez. Só assim que o namorando soube da localização dela. Ele tava era reclamando do outro milhão de toques que ela não atendeu. Aliás, o furo nisso foi a equipe médica não ter desligado o celular, afinal, já tinham chamado os pais dele e ninguém, a não ser familiar, é permitido acompanhar alguém nas salas de trauma.

    Sonylena (20) Tudo bem =) É coisa minha. Não sei como uma psicóloga interprataria isso, mas vivo pedindo desculpa pelas coisa =P Negócio que eu não queria mesmo me mostrar cansado nos textos… As vezes nem é o episódio, é a vida corrida mesmo, mas quando essas duas coisas se acumulam… as vezes a review é quem sofre. Sobre o que vai acontecer depois de nove episódios, eu prefiro ficar empurrando com a barriga e só pensar nisso bem mais tarde huahauhauhau

    Patrícia (21) Pra mim, Coburn merecia uma saída mais digna. E o episódio realmente não foi tudo isso, exceto por Morris.

    Tati (22) Legal saber =) Mas pra ser justo, vai chegar um momento nessa temporada em que a única motivação para acompanhar a série, sera ela mesmo. Teremos ótimos episódios. Sobre a Sam… qualé! huahuahauhauah A fila andou rápido demais, não? Ele tinha acabado de ligar pra ela… dê um desconto XD

    Lryshna (23) Com certeza: a parte boa começa é agora. E não sabia disso sobre De Repente 30. Bom saber essa curiosidade =) E bem lembrada a teoria de Joey huahuahauhauhauahuauh Perdeu sim o tapa em Daria. Aliás, já voltei o vídeo várias vezes nessa cena que acho que a atriz esmurrou a outra sem querer XD E essa de TAR foi tão legal que estou pensando em patentear já! No mais, acredite: voltou a poder ver ER no momento certo =)

    Flávia (24) Modéstia a parte, minhas melhores frases de efeito são quando destruo Gates/Stamos huahauhauhauahua Ai, ai… Vi o E! True Hollywood Story do Stamos e passei a ter certeza de que o ego desse cara só não é maior que o biquinho dele. Não gosto do personagem, nem do ator. Pra mim, foi mesmo uma péssima aquisição da produção.

  25. Tati Siqueira

    Tá vou dá um desconto, mas que ela não sabe o que quer ela não sabe mesmo;

  26. sonylena

    Ás vezes é difícil equilibrar tudo mesmo, e os textos são parte de vc portanto refletem seu estado de espírito mesmo sem querer….
    Vc vai continuar escrevendo sobre outras séries depois?

  27. Mônica A.

    Sugestões? Bom, eu adoro séries policiais: CSI-NY, NCIS, The Mentalist…

    Eu só comecei a assistir a The Mentalist e NCIS há pouco tempo, portanto não sei se tem alguém escrevendo sobre elas.

    E CSI-NY eu só vi uma review, a do último episódio da quinta temporada. Por sinal, estava muito bem escrita.

    E aí, se habilita?

  28. Thayse

    Thiago: pedir pra escrever sobre Grey´s é muita avacalhação????? hahahahahah

  29. gabi

    eu não concordo com você: daria SEMPRE foi chata, independente de ter sido ou não ‘tocada’ pelo gates.
    não jogue a culpa nele, apenas por você não gostar do personagem (e do ator, pelo que já pude perceber).
    e não, não acho que sam e gates já deu o que tinha que dar. eles merecem sim um ‘happy end’.

    concordo: sim, este episódio estava mais ‘claro’ que os últimos que vi.

  30. Sophia

    Obrigado Thiago ,além de gostar muito de seus Reviews ,acho muito bacana você responder alguns comentários e até duvidas,até a proxima.

  31. rosangela

    Oi Thiago, epi muuuito fraquinho q nem da vontade de comentar. neela,brenner, sam, gates, daria henhenhenhen!!! to tao sem paciencia co ER, q para mim, a melhor parte está sendo a sua REVIEW!!! aí hen ta podendo!!!! de resto na esperança de dias melhores aguardamos os melhores epis, afinal de contas ER e a nossa paixao!!! bjs!!!

  32. Thiago Sampaio

    Tati (26) Desculpa. Não dá pra evitar Gosto demais da Sam, já o Gates… As vezes meu julgamento fica prejudicado. Mas pra ser justo, eu (como quase todo fã de série) me projeto em um personagem e me vejo pensando “eu nunca faria isso” ou “ainda bem que ele fez isso”. Pessoalmente, eu nunca faria o que ele fez: encher a cara e ficar com uma colega de trabalho logo depois de ter terminado um namoro sério. Mas vá lá, talvez ele tivesse bêbado demais. Negócio que nunca fiquei bêbado desse jeito e definitivamente prefiro as como Sam (difíceis de serem conquistadas e agradadas) do que como Daria (fáceis e dadas demais). Além do mais, tem todo o dramalhão com a quase morte de Alex, né? O buraco é mais embaixo..

    Sonylena (27) Dentro de duas semanas terei várias provas e entregas de trabalho, mas como sempre, nesses últimos 5 anos, a review será a prioridade. Virou até obsessão já. E como será a centésima, pelo menos tentarei algo decente, até porque, o episódio merece e muito. E o que eu revisaria no site depois de ER? Não tenho idéia.

    Mônica (28) Acredita que não vejo nenhuma dessas? Huahauhauhau Séries policiais só as de John Wells, como a saudosa Third Watch ou a nova (e aparentemente boa) Southland, que retorna temporada que vem mas infelizmente será cancelada. Com o fim de ER, vi que não me “renovei” bem com séries… Vejo 24 Horas e Lost, mas além de ter revisores aqui no site, elas só têm mais uma temporada. E das que vejo, como Damages, Em Terapia, House (que já tem dono e está em boas mãos), talvez só com The Office eu me sairia bem. Amo essa série, conheço os personagens, vivi a mesma coisa que Jim teve com Pam (apesar de ser sem final feliz) mas… além da série ser comédia (difícil de ser revisada), não sei nada se comparado com o que sei sobre ER, e The Office não tem um público muito grande, e o ótimo retorno que tenho com ER eu não teria com mais nenhuma. E é sério quanto a isso: chegar aqui pra ler e responder os comentários é a melhor coisa de tudo, porque a produção do texto… é algo muito complicado. No mais, é dar tempo ao tempo. Vamos ver se encontro algo =) Ou então, sei lá, sigo com uns textos independentes. De vez em quando, invento algo estranho. Já leu o Big Brother com personagens de TV que escrevi? Talvez eu siga com algo assim. Talvez
    http://teleseries.com.br/big-brother-teleseries-parte-1/
    http://teleseries.com.br/big-brother-teleseries-parte-final/

    Thayse (29) “Muita avacalhação”? Minha sinceridade diante de Grey’s me causaria constantes ameaças de morte huahuahuahuau (pra ser justo, nem odeio a série, não concordo mais com a idéia de “imitação” e já planejo um adendo extra sobre Grey’s no meu colossal texto final de ER, se Deus quiser)

    Gabi (30) Mm… Concordo que pego muito no pé do Gates, mas sempre que ele mereceu, fui justo e fiz os devidos elogios. Mas escrevendo pela série há tanto tempo, peguei fases sem e com ele, e me vi tentanto diversas vezes gostar do cara…. mas não dá. Não mesmo. Ele ferrou o 13º ano, não melhorou no 14º e quando prometia ficar só na área médica nesse ano, deu no que deu. Sem falar que o cara é um péssimo ator. Quanto a Daria, não concordo com esse ponto de vista: a adorei em seus primeiros episódios e fui completamente contra a decisão da produção em fazê-la se interessar por Tony; só aí que ela piorou. Sobre a Sam: amo a personagem e preferia que ela não ficasse com quem não gosto. Então… Desculpe, as vezes fico parcial sobre isso. No mais, yeah, Richard Thorpe iluminava aquele set como ninguém.

    Sophia (31) Não há de que. Faço com prazer e garanto que é bem mais divertido do que escrever as reviews =)

    Rosangela (32) Ehr… Obrigado huahuahauhau E dias melhores virão sim: aposto que vai gostar e muito do próximo episódio, sendo que a review nem iria precisar fazer número =P Mas bj e obrigado pela força

  33. Luciana

    Olá,não pude comentar nas semanas anteriores,que foram extremamente corridas…

    Separation anxiety- tipo de ”episódio comum” que eu eu gosto,mas eu preferiria menos destaque à Banfield,isto vai soar meio insensível,mas a mulher também quer ser um milagre médico também,será que não poderia adotar,poxa?Gates e Daria se merecem,não sei quem é mais ridículo,a promo da Warner (um dia vou conseguir resistir e mudar de canal na hora em que ela passa,é que,agora que ER tem uma promo decente eles continuam com a mania de colocar a última cena do episódio)nem me surpreendeu é só lembra quando ele traiu a pastora com a mãe do paciente.Incrível,as pessoas olham pro Morris e pensam ”vou contar um segredo pra ele”,chega a ser engraçado.

    Dream runner- ahn,definitivamente não foi um dos melhores episódios que já assisti,mas até que gostei da mistura de ”Feitiço do tempo” e ”Efeito Borboleta” focando na Neela,mas é que eu sempre gosto de episódios diferentes,como ”Hindsight”,”Alone in a crowd” ou ”when night meets day”Puxa,foi muito bom ver Elizabeth Corday,só queria que ela aparecesse trabalhando,não conversando com a Neela ( talvez imaginando: ”além do sotaque inglês e do fato de ela ser do OR,Neela não chega a meus pés noi quesito qualidade da personagem”)

    Love is a battlefield- episódio regular,com a menina de De Repente 30 (obrigada por dizer de onde eu conhecia ela)vivendo uma adolesecente vítima do namorado violento( quando ele entrou no quarto e encostou no braço dela eu já saquei,é o que dá ser fã de Law&Order : SVU)achei que ela ia morrer no final do episódio,fiquei aliviada mesmo.Daria recebeu o que merecia,mas não das mãos de Sam (sorte dela,porque Taggart faz estrago),eu acho engraçado essa coisa de o personagem ser punido indiretamente,como por exemplo o Cooper ser vomitado,ter crise de asma,receber uma dose letal de epinefrina e um choque de desfibrilador logo após ter humilhado o Dr.Romano…Enfim,agora eu gosto menos ainda do Gates,é uma pena que a Sam goste dele.A cada episódio,a Tracy está melhor,nem lembra aquela patricinha do episódio de estréia ,né?Morris estava ótimo,levando a temporada nas costas com muito talento.Mas que coisa poderiam ter feito algo melhor com a Coburn no ultimo epísódio dela,algo como um caso de trauma com uma grávida bem complicado ou coisa do gênero.

    Mal posso esperar pela semana que vem ,pelo visto vai ser um episódio super

  34. marília

    eu amei esse review. Achei tão incisivo e ao mesmo tempo já nostálgico e fofinho e com referências legais.

    já sei! foi a mera menção de secrets and lies… eu simplesmente tenho paixão por esse episódio. tbm como boa fã de abby e susan não poderia ser diferente.

    e além disso, muito do que vc escreveu é bem isso mesmo: who the f*** is babu pra roubar minutos preciosos do ultimo ano de minha série favorita? e oi? quem tá interessado ainda nessa história de sam e gates? moving on people!!!! a trama da menina que eu conhecia não sabia de onde até ler aqui, no entanto, foi classic E.R!! médico se importando, de mãos atadas e indo além de suas atribuições, só que td muito verossímil.

    uma coisinha só que não concordo: jamais Tracy pode ser assim tão mais interessante e importante que Daria, que sim, nós podemos abominar por suas escolhas, porém é inegável que ela faz muito bem o papel da coadjuvante pra atrapalhar e deixar aquele constrangimento no p.s, que funciona exatamente pq ela é aluna, boba, meio nerd, sem auto-estima e etc, o que não funciona é o romance em si. muito por conta do tempo que ele toma em tela. vc tá é enfeitiçado pela Tracy. prontofalei.

  35. Tati Siqueira

    Bom pensando por esse ponto que vc colocou tbém prefiro a pessoa mais seria, detesto “cara de balada” afffffffffffffff………bebado então sai fora…..

  36. Giselle

    Achei este episódio legalzinho.
    Gostei muito do Morris e da Banfield.
    A cena final dela com o marido foi bonita. Fiquei emocionada. E o Morris se esforçando para ajudar a menina foi muito bacana.

    Neela continua uma perdida. Achei ridiculo ela fugindo do Brenner. Parecia uma adolescente aff !

    A Sam termina e acha que o “mocinho” irá ficar sentando esperando ela na “janela”???????????? Hellouuuuuuuuuuuuuu!!!! Acorda – A fila andou; e pior foi ela que motivou essa acelerada da fila;[2]
    Esta é outra também. Achei tão bobinho aquele negócio da Sam ficar dando indiretas pra Daria.
    Gostei da atitude da Daria ficou na dela.
    E o Gates poderia parar de correr atrás da Sam porque isto já está ficando muito chato.

  37. Thiago Sampaio

    Luciana (34) Tudo bem. O legal é que voltou e ainda falou dos episódios passados =) Sobre Separation Axiety: e num é que deixei escapar o fato de mais uma pessoa se abrindo pro Morris? Bem notado! Sobre Dream Runner: já tentei explicar diversas vezes, mas não sei bem o motivo principal de ter gostado tanto daquele episódio… mas a verdade é que a participação de Corday foi mesmo bem anticlimática. Love is a Battlefield: meses atrás eu mesmo estava maluco tentando saber de onde era a garota… achei que seria importante mencionar logo isso =P Outra coisa que eu não havia notada foi Cooper ser “punido” por ofender Romano. Talvez uma interpretação diferente da coisa, mas gostei mesmo. Quanto a participação final de Coburn, ela bem que merecia mesmo uma participação no último episódio. E oportunidades não faltaram… No mais, obrigado por vir comentar e espero mesmo um bom episódio nessa quarta =)

    Marília (35) Opa. Bom saber disso. Acho que agora, quando me faltar inspiração, vou soltar uma bomba nostálgica. Do nada vou falar ‘Secret’s and Lies’, ou ‘On the Beach’ e talvez ‘All in the Family’… huahuahauahuah Mas sério, obrigado =) E precisamos mesmo de menos Babu e mais Morris! Agora falando sobre Tracy e Daria: Tracy se mostrou uma patricinha com zelo nenhum diantes dos pacientes em seus primeiros episódios, enquanto que Daria prometia ser a nerd tímida e atrapalhada, mas que se esforçaria com o trabalho. Alguns episódios depois, Daria é eclipsada pelo irmão (que infelizmente sumiu) e se meteu num rolo que nem devia chegar perto. Já a Tracy sofreu uma ótima guinada, com uma participação mais rica na área médica, mudança de caráter e mais conectada com os pacientes… e com uma baita ajuda da atriz, que está ótima no papel. Nesse texto mesmo, elogiei a atriz que faz Daria (logo após o parágrafo com a foto dela com Sam) mas ao longo da temporada, foi Tracy quem me conquistou por tudo. E que culpa tenho se ela é mesmo essa gata? huahuahuaha

    Tati (36) Nesse caso, sou Sam 100% all the way!

    Giselle (37) E retorna a defensora do Tony XD Só tô tirando uma, sério, mas se você pode defender Gates, posso continuar com minha média pra Sam: ela foi bem ferrada no início da série, mas seu foco principal sempre foi Alex. Aí, nesse ano, mesmo que de forma indireta, o filho quase morre nos cuidados de Tony. Imaginável que o casal sofra um baque com isso, não? Acredito que Sam se lembraria do acidente toda vez que visse Gates. Normal terminar, dar um tempo… Que seja. O que não pode é seguir com a fila imediatamente depois e com uma colega de trabalho, né? E Sam admitiu qualquer coisa com Chunny: ele tava no direito e ela vai ficar “irracionamente” irritada por uns tempos… Mas pô XD No mais, não gostei tanto assim das cenas de Banfield, mas os momentos com Morris foram ótimos. E a trama de Neela com Brenner poderia mesmo ser melhor trabalhada…

  38. marília

    Culpa nenhuma!!! Eu tbm era enfeitiçada pelo Luka. hahahaha, acontece. e a gente enxerga qualidade demais e defeitos de menos.

    SOBRE NEELA: minha gente, a definição do personagem Neela é exatamente que ela é perdida. Um excelente contraponto com todo o talento tecnico e inteligência de livro que ela sempre possuiu. Muito inteligente e portanto bem sucedida? talvez não, quando não se tem certeza ao certo do que está fazendo e do que quer fazer… o que aliás, foi sempre o ponto de relação entre Abby e a indiana no momento em que rivalizaram e logo depois qnd se tornaram grandes amigas. assim, Neela ser perdida não é nenhum desvio ou coisa inexplicável. Até mesmo com os relacionamentos…lembram qnd ela ficou caidinha pelo kovac? o problema é que ela virou meio piriguetinha e focaram demais nesses romances fail dela. A história da médica Neela, no entanto, é super interessante e muito embora eu tenha me estressado horrores com o comportamento dela com o Andrew, foi perfeitamente plausível com a personagem já que ela sempre foi meio perdida pra lidar com as coisas que não fossem estritamente médicas.

  39. Giselle

    ” O que não pode é seguir com a fila imediatamente depois e com uma colega de trabalho, né? ”

    Claro que pode.
    Ela mesmo disse quando terminou com ele que era para cada um seguir o seu caminho.
    Então pronto. E a fila anda sim . Não deu parte pra outra oras. Se fosse o contrário eu também teria a mesma opinião então não é uma questão de defender o Gates.
    E sobre este negócio de colega de trabalho é o seguinte :
    Se eu não me engano a Sam terminou com o Luka e ele começou a namorar a Abby então …
    E ali todo mundo se pega mesmo. Isto é o que mais acontece em local de trabalho.Até já passei por uma situação parecida . Não deu parti pra outra . Não fiquei chorando pelos cantos.
    A Sam está um porre e aquelas conversas com a Daria ela parecia uma adolescente .

  40. Cáritas Isabel Florêncio

    Reforçando o pedido do Thiago não vejam as promos, por favor

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