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Reviews

Review: ER – In a Different Light

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Cena de In a Different Light
Série: ER
Episódio: In a Different Light
Temporada: 14ª
Número do Episódio: 292 (14×02)
Data de Exibição nos EUA: 4/10/2007
Data de Exibição no Brasil: 15/11/2007
Emissora no Brasil: Warner

Maura Tierney é a protagonista do seriado e Goran Visnjic não está fazendo falta. Alguma coisa contra meu argumento? Inegável que Kovac tenha apelo diante do público feminino, além de positivamente não ser uma cópia de Doug Ross, personagem que ele viria a substituir, mas como protagonista sempre faltou algo pra Goran. Lembro-me de quando critiquei sua atuação em Bloodline e vários vieram em sua defesa. O negócio é que Goran não é nenhum Noah Wyle (Carter) ou Tony Edwards (Mark), enquanto que Maura parece estar à frente de atrizes como Sherry Stringfield (Susan) e outras veteranas de ER.

Não particulamente nesse episódio! Abby foi na medida em In a Different Light e, sem seu marido por perto, pôde tranquilamente trabalhar um aspecto que vinha sendo colocado de lado no seriado: o lado médico da personagem. No fim da temporada passada, a produção deu a entender que Pratt seria o principal alvo das mudanças que Moretti faria no PS. No começo desse ano, seu foco está em Abby, obrigada à cuidar dos pacientes na triagem.

Insisto, Maura Tierney não fez nada demais neste episódio; meus elogios são referentes aos próximos episódios da temporada, apesar da pequena derrocada da personagem. Spoilers aparte, hoje ela foi a personagem que deixa as cenas fofas pra trás e se foca no lado médico, formando uma agradável dupla com Dubenko.

Quando o salário de Alex Kingston pesou pesou diante da perda de rumo de sua Elizabeth Corday, ficou inviável tentar mantê-la na série. Com sua saída no início do 11ª ano, um importante núcleo do seriado perdeu força: a OR (“ala cirúrgica”). Sem Benton, Romano, e agora Corday, coube a produção criar um coadjuvaente para manter a OR ainda parte integrante do seriado: Lucien Dubenko. Vocês devem ter percebido que não me dou muito bem com novos personagens, mas com seu pouco tempo de tela e sem incomodar a participação dos veteranos, não é que acabei gostando dele?

Três anos depois, Leland Orser ainda não entrou no elenco fixo da série, e talvez isso nem seja necessário. Alguns personagens funcionam apenas como escada, e ele vem fazendo bem isso desde que entrou. Certo, algumas falhas do personagem são bem evidentes entre os episódios (mudanças de caráter, por exemplo), mas é só um efeito colateral. Depois de ter pedido à Abby pra transar antes de operar sua prostáta e se declarar pra Neela, Dubenko ganhou de vez minha confiança em algo bem mais banal hoje.

Não sei se o ator tinha machucado o pé, ou se Dubenko havia mesmo sofrido uma torção num jogo de hóquei, mas o que importa é que ele estava mancando e falou “everybody lies”. Dr. Gregory House na veia, e eu adorei!

Outros que adoro, mas eram desafetos meus quando novatos, são Greg Pratt e Archie Morris. A dupla de atores Mekhi Phifer e Scott Grimes vem mostrando uma química muito boa, e acabam virando peça obrigatória no seriado. Foi impagável o Morris perguntando se pode ficar com os tênis de Ray, já que “ele não vai mais usar”. Pena que boa parte de suas cenas parecem ter sido deletadas. Bem, não as dele, mas as de Hope/Esperança. A atriz Busy Philips fez sua última participação no seriado e… vá lá, foi engraçadinha, mas não fará muita falta.

Porém, ela mereceria uma saída um pouco mais destacada. A impressão que tive é que a edição cortou várias de suas cenas para o episódio ter a duração de 43 minutos. Achei uma decisão errada, pois tinha coisa melhor pra ser cortado, como o trauma principal do episódio, inexplicavelmente focado na promo da Warner e com uma atuação péssima da atriz que fazia o papel da mãe, ou… Adivinha qual seria minha outra opção de corte?

Tony Gates na UTI. Cenário diferente para um personagem que não gosto. Foi o lado fraco do episódio. Mais ridículo ainda foi o fato do paciente gênio ter feito todo o diagnóstico e ainda conseguir esconder da mãe sua verdadeira doença. Olha, perda de tempo esse personagem no seriado, que teve o lance com Neela varrido pra debaixo do tapete. É um alívio porque não houve química nenhuma entre os dois, mas… fica aquela sensação de “um ano inteiro perdido”.

Ehr… escrevendo os reviews, sempre tento usar uma brecha, rasa e barata, pra costurar os parágrafos. Não consegui fazer isso com Sam. Nos últimos anos, ela vem se afastando demais dos personagens médicos e… e ao contrário do afastamento de Gates, estou achando ótimo isso com ela. Carol fortalecia o núcleo de enfermagem nos seus primeiros anos de seriado, e longe de querer comparas as duas, Taggart vem recuperando um pouco as desprestigiadas profissionais da casa.

Cena de In a Different LightEla está linda morena. Quando a vi com esse visual pensei em coisas que não posso publicar aqui e… e acho ótimo essa fase um pouco mais amena pra ela. Claro, a personagem não cresce dramaticamente, mas sem o filho e Stevie por perto, ela vai bem, obrigado, apesar de fazer o núcleo cômico do episódio – e com um policial pra chamar de seu.

Quem quis chamar o cargo de chefe do PS de “seu” é Pratt (eu não disse que faço ligações rasas?). Na cara dura, pediu a Anspaugh (veterano que adoro) o cargo de Moretti, que não gostou muito da história. Alguns anos atrás, parecia absurdo pensar em Pratt como chefe, mas… por que não? Ele está diferente e é um bom médico. Bem, talvez diferente até demais, mas se a mudança é pra melhor, não vou reclamar.

E sem reclamações no fim desse ano (“eu não disse?”, parte 2). Foram apenas dois episódios pela Warner, mas garanto que a temporada está acima de minhas expectativas. Se bem que temo um pouco pelo futuro. Com a greve do sindicato de roteiristas, existe a possibilidade da temporada ser encerrada no episódio 300 (14×10) e retornar apenas no ano que vem, com o 15×01. Não sei como ficaria a questão contratual do elenco, se o seriado não teria um final de verdade…

Eu falo isso há anos, e mais do que nunca, o perigo de cancelamento sem um final digno é real e imediato. A Warner já retirou suas reprises diárias do período da noite (uma pena) e em pouco tempo, o seriado que vem durando bem mais do que uma década pode partir sem um final apropriado. Temo pelo futuro da série. Mas por enquanto estou me divertindo. E juro que vou tentar manter essa filosofia, pois semana que vem, a previsão de Carter dará certo: Morris agora dá o tom no PS.

Séries citadas:

32 Comments

  1. Mica

    Ao contrário de você, Pratt nunca me conquistou. Na verdade, eu até desgostava menos antes do que agora. Mas não tenho uma boa base para suportar minha falta de carinho por ele, então paro por aqui.
    Não vou comentar a situação do Gates,Hope, Ray e etc pq já falei com você a esse respeito, mas quero dizer que concordo sobre a Sam. Uma personagem que eu odiei desde o princípio, finalmente está me fazendo mudar minha visão dela. Talvez pq a Sam cresceu como pessoa, talvez pq ficou longe primeiro da época conturbada com o Kovac e depois do filho chato. Mas a verdade é que eu também sentia muita falta de um pouco mais de atenção às enfermeiras e está sendo bom vê-las aparecendo mais. Queria que elas tivessem um papel um pouco mais atuante, mas sem a pose de ‘sabemos tudo e vocês médicos é que se acham deuses’ que a Sam usava muitas vezes.
    Enfim, gostei bastante dos dois primeiros episódios e torço para continuar assim.

  2. Vania

    Thiago,
    Desta vez pouca coisa tenho a dizer, acho que voce disse tudo, mas nao posso deixar passar que foi ridicula a participacao do Gates na UTI. Eh inacreditavel que um paciente, um garoto, apesar de genio, faca sozinho seu diagnostico (uma doenca rara e incuravel) num hospital como o County. Odeio quando os roteiristas ignoram a nossa inteligencia.

  3. Oi Thiago,

    Ótimo review, mas vou discordar de você e da Vânia… eu não achei ruim a participação do Gates na UTI, ao contrário, achei que o personagem ficou mais… como posso dizer… calmo!!!

    Acho que pro Gates foi bom, sim exatamente como o Moretti falou, ele teria mais tempo para pensar. Quanto ao garoto descobrir a própria doença, isso sim talvez tenha sido falha, há inúmeras outras possibilidades na UTI para ser mostradas, e eles escolheram uma muito duvidosa.

    Ótima sua ligação do Dubenko com o House, lembrei dele na hora!!! Mais eu dúvido que o House escoderia a bala, no mínimo ele diria ao paciente que escoderia a bala só pra operar o cara e depois na cara de pau entregaria a bala à policia.

    O garoto morto e Sam achei que o foco nem era a verdadeira mãe dele, mas a Sam e a referência ao filho dela, acho que durante o tempo todo ela pensou no filho. Posso estar enganada mas algo deve ligar este eps ao filho dela mais tarde.

    Hei eu perdi algo, não vi eles comentarem sobre o Ray…

    Bem é isso… abraço a todos.

  4. Paula

    “apesar da pequena derrocada da personagem” e que derrocada! já vi o episódio e fiquei chocada… tá, vou parar os spoilers
    A Maura está fazendo um ótimo trabalho, sem o Luka, o ER fica mais com cara de hospital. Não que eu não esteja sentindo sua falta, mas a série está concentrada na medicina agora.
    A Sam está linda com esse cabelo! Mesmo fazendo parte do grupinho Dawn e Chunny, acho que ela devia se enrosar mais com os médico, afinal, ela está lá há muito tempo.
    Sobre o Joshua… absurdo! Um garoto daquele tamanho pedir para um colega da faculdade fazer uma biópsia! Muito mal feito..
    o.O Se a greve persistir, não terá episódios com o Noah, nem com a Gloria nem com o resto do pessoal! A história Lubby vai ficar sem rumo algum… vou torcer para que tudo se resolva logo!
    Parabéns pela Review, Thiago

  5. Mica

    Concordo com você em todos os sentidos, Fê. Na verdade, essa foi uma das poucas vezes que eu gostei das cenas do Gates na série. Tudo bem que não precisava ser um menino gênio, mesmo assim o fato da UTI ser mais tranqüila e não dar tanta possibilidade assim do Gates exercitar a sua arrogância, pressa e síndrome de deus, fez um bem enorme para ele. Não sei como o personagem ficará daqui para a frente, mas se for baseado nesse episódio, a decisão do Moretti mandá-lo para lá foi mais do que acertada.

    E quanto ao garoto pedir para o colega de facul fazer a autópsia…não é assim tão absurdo, Paulo. Fica estranho para nós pq o guri é só um guri, afinal de contas, mas querendo ou não ele estava convivendo com universitários, e muito provavelmente bastante inteligentes, então…
    Mesmo assim eu acho que poderiam ter usado uma história mais próxima do dia a dia da UTI para o Gates e não um caso super raro em um garoto super raro (eu mesma nunca encontrei um gênio por aí).

  6. Patrícia

    Apesar de ser fã do casal Abby/Luka, estou gostando muito da Abby sem o Luka, exatamente por isso que você falou, estão focando mais o lado médico dela, e ER está mais com cara de ER, lógico que não dá pra comparar com os velhos tempos, mas estou gostando dessa temporada, mais do que esperava…

    Acho que o Gates na UTI ficou melhor, apesar de ainda não gostar dele (ator/personagem), mas a história do garotinho superdotado ter feito o diagnóstico foi bem ridículo mesmo…

    Muito boa sua review, Thiago, como sempre, expressou boa parte da minha opinião sobre o episódio…

  7. maria cecilia

    fiquei com muita saudade da equipe antiga dos episódios passados de anos anteriores,que pena que 14ano começou tão horrrivel,espero que alquem do passado volte para melhorar essa série que era tão maravilhosa,agora so me resta assistí-la e sentir saudade da equipe ótima de atores que se foram..

  8. Rafaelly

    Morris dá o tom???Medo!!!

    Mas tb já comentei isso em algum lugar por aqui…Abby tava diferente nesse episódio…Recuperou seu lado médica mesmo!!!

  9. Thiago Sampaio

    Fê&Mica (3&5) Gates realmente está mais relaxado na UTI, mas mesmo assim tenho meus problemas com esse cidadão. Ele ainda não tem química com nenhum dos outros personagens, e a menos que fique no PS, não ganhará entrosamento.

    A história do menino gênio foi um desperdício. Além de Gates ganhar o diagnóstico de mão beijada, ficou preso num paciente só =/

    Paula (4) A Sam pode sim se entrosar com os médicos, mas eu acho melhor que quando for sair, que saia com as enfermeiras. Nunca me esqueço de quando Carol foi jogar sinuca com Haleh, Chunny, Lydia, Conny… a “gangue” toda.

    Existe uma enfermeira fixa pra ser uma facilitadora pras coadjuvantes. Abby falhou nesse quesito, já Sam está tentando.

    E Morris é o cara, Rafaelly XD
    E vlw a todos que leram e postaram

  10. Marília

    Na verdade, Goran está fazendo falta na série, sim. Não é só porque sou mulher que sinto falta dele, por sinal.
    Mas não posso negar que o lado médico de Abby está aparecendo mais nessas temporadas. É um fato. Agora, como assim “Maura Tierney não fez nada demais neste episódio”?! Cara, a Maura atua muito bem! Não sei, talvez tenha feito uma interpretação errada…
    “Outros que adoro, mas eram desafetos meus quando novatos, são Greg Pratt e Archie Morris. A dupla de atores Mekhi Phifer e Scott Grimes vem mostrando uma química muito boa, e acabam virando peça obrigatória no seriado.” Nossa, Morris está mesmo cada vez melhor. Mas esse negócio do tênis de Ray foi muito triste… não gostei nem um pouco.
    E a saída de Hope foi muito ruim! Poxa, merecia uma coisinha melhor… como você disse, “A impressão que tive é que a edição cortou várias de suas cenas para o episódio ter a duração de 43 minutos.”
    Gates está um pouco melhor na UTI.
    Mas, peraí, que história é essa de um garotinho pedir pra um colega de faculdade que ele faça uma biópsia? Isso ficou muito estranho!
    Sam está cada vez melhor, longe de Steve e Alex. Eu prefiro ela loira, mas com o novo visual também ficou legal.
    No geral, achei o episódio bom. E acho que a 14a temporada também será.

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  12. Rafaelly

    Não dá Thiago…hehehe
    Não consigo aceitar o Morris.Ele é legal,mas não pra ER!!!Acaba com a credibilidade da série.

  13. Cristiano (Highlander_Master)

    Eu nem acho que ele seja tão ruim ator, é meio piegas falar isso que eu vou falar, mais será que não falta carisma ao Goran Visnjic?

    Gosto da Maura Tierney desde a época de Newsradio. Fui dá uma procurada sobre ela, e parei no IMDB, ela já tem quase 200 episódios na série.

    Uma das coisas mais legais desse começo de temporada, é eles estarem se prendendo mais no hospital, e nem tanto na vida pessoal dos personagens.

    Eu já tava indo com a cara do personagem do Dubenko, desde a temporada passada. Acho que como eu não vi a série toda, ia e voltava, e só to mais fixo nas ultimas 3, eu me incomodo menos com os personagens mais novos.

    O Morris falando a parada do tênis foi meio humor negro, mais confesso que eu ri na hora… hehe.

    Busy philips foi mal utilizada na série, talvez poderiam ter feito algo diferente com o personagem.

    Tony Gates, é definitivamente a única coisa que eu não concordo com vc Thiago. Eu acho ele bom personagem, e a parte dele na UTI foi legal. A parte dele foi legal, o que não foi legal foi a parte inteira da UTI. O jeito que o garoto não queria contar pra mãe pra não fazer ela sofrer, e ele tendo que se virar pra isso dar certo, foi talvez um pouco dramáticamente exagerado, mais ainda foi legal de se ver, dentro do contexto do episódio, apesar de realmente como
    disse a Vania: “Odeio quando os roteiristas ignoram a nossa inteligencia.” Realmente foi forçado ele se próprio diagnosticar, e pedir pra fazer a biopsia pro amigo da faculdade.

    Foi engraçado o Moretti “olá sam, vc tá com cabelos castanhos”. Aliás ela ficou muitooo linda com esse visual, sempre achei ela muito linda.

    Nada contra o Pratt, mais prefiro o Moretti como chefe, “o ranzinza”, fica melhor na história.

    Mica, vc falou sobre “síndrome de deus” que o Tony tem, vai ver que é por isso que eu gosto do personagem, há algumas semanas eu fui acusado de ter essa síndrome por aqui… hehe

    Em resumo, ainda tá muito divertido assistir E.R., por íncrivel que pareça. Mais também to com um medo sério, de a série ficar sem final. Será que eles não poderiam pensar na possibilidade de fazer um final no cinema, já pensou? Com todo o elenco reunido, ia ser bacana.

  14. Morgana

    mais uma maravilhosa review Thiago!
    eu adoro o Luka,mas confesso,to gostando da abby sozinha!a Maura é um caso a parte.sempre gostei dla,acho ela uma puta atriz,sou fãzona msmo.Amo Lubby tbm…mas td q é de mais enjoa né?bom,eu não vi os outros episodios!mas,to sabendo oq vem pela frente e to anciosa pra ver a Maura arrasando!eu adoro o Morris e acho q ainda não é a hora de Pratt ir pra chefia!a sam ta linda de cabelo preto e tbm adorei ela com as outras enfermeiras.Eu gosto da neela e espero q quando ela voltar,ela se encaixe numa historia boa!adoro ela e abby juntas.Gates,aii meu deus!deixa pra lá!risss…
    ah!e nem me fala nisso.de Er num ter um final merecido.seria o fim!uma serie q tá aii mais de 1 década,é inadimicivel num ter um final digno!
    e essa greve?pelo amor de deus,pq naum resolvem logo?um monte de serie vai ser prejudicada!tomara q se resolva rápido!
    Thiago,hj fui ver o preço dos dvds de er pra ver se minha grana dava.risss…aii ta eu lá olhando os dvds quando chega um cara e fala:é muito caro né?eu:é…o cara:qual vc quer?eu:esse aqui,de ER.ai ele:acho q tenho ele em casa.eu faço copias de seriados.eu:ah tah!saindo de fininho!risss…caramba!eu pensei,não Er eu tenho q comprar origi!risss..vou comprar a 1º temp.quero ir comprando na ordem.
    vc tem quais temporadas?e vai comprar até as temp. q vc não gosta muito?hahuahuahahauh..
    desculpa eu contar essa historia aqui!
    =)
    valeu!
    =*

  15. Vanessa VM

    Adorei tua review, Thiago. Só não concordei com uma coisa que você falou, no comentário 9, sobre a Abby: “Existe uma enfermeira fixa pra ser uma facilitadora pras coadjuvantes. Abby falhou nesse quesito, já Sam está tentando.” Acho que Abby, mesmo em sua fase mais chatinha (assim como Carter também teve), deu show muitas vezes. Aliás, Abby nunca foi uma “facilitadora” realmente, ela sempre esteve mais prá protagonista, sendo ela enfermeira ou médica. Sempre se importou com o bem estar de seus pacientes. E não foi diferente nesse episódio, quando atendeu o baleado, mesmo errando sobre o caráter dele e da esposa.
    Bem lembrado sobre Dubenko e as suas loucuras. Acho que ele deve ser parente da mãe de Abby… Aliás, Pratt também é outra pessoa. Conseguiu até dar bons conselhos sobre relacionamento para Morris, que perdeu Hope, mas não o sarcasmo até com a desgraça alheia (Ray/tênis).
    Gosto da Sam assim. Não falo sobre seu cabelo castanho, mas sim, dela sem tantos problemas de novela mexicana em que sua vida tinha se transformado. Ela merece um pouco de paz!!!
    Sobre Gates, só gostei da lição de moral que o geniozinho declamou à ele.
    E Neela continua uma viciada em TV. (Ray gravava um programa de TV para ela, lembram?!)Agora é só aguardar por melhores fases (sem Gates) para ela, e sua volta como cirurgiã, junto a Dubenko, na OR.
    Valeu pela review, Thiago!

  16. Tatiana

    Bom pessoal, o episodio foi bom, não excelente, mais está me supreendendo esses dois episodios…..mais enfim, vamos ao que interessa;
    Gates na UTI, além de chegar atrasado, discutir(isso é normal a ele)com superior, ainda foi “preguiçoso” e acabou dando sorte com o diagnostico do menino……..Nella apatica……talvez no decorrer dos episodios “talvez” eu volte a gostar dela…..Morris e Pratt viraram a dupla dinamica…..O Moretti, ainda acho que ele tem idéias ótimas, mais que na prática são duvidosas, mais gosto dele(ainda mais que assistir o Diabo veste Prada novamente…..ele está sensacional)Abby cada vez mais está mostrando que sabe ser médica e que dá conta do recado; Bom é isso…..Thiago…fiquei curiosa com seu comentario sobre o Epi da semana que vem…..aiaiaiaia;Vamos aguardar :)
    PS – Paula, me parece que o episodio da Gloria é justamente o 300…..o Thiago pode te falar melhor.

  17. Thiago Sampaio

    Marilia (10) Goran, pelo menos pra mim, não vem fazendo falta. E não digo por ele ser o “galã”. É que há outros elementos impedindo que eu dê por falta dele. Sinto até hoje falta da Susan, por exemplo. Ou Weaver. Mark e Carter superei faz um tempo mas… já no seguinte à saída de Luka, não senti nada =/

    Maura não fez “nada demais” no episódio pros padrões dela. Reitero: ela é excelente! Mas nesse episódio, ela fez o básico (que é sempre superior aos outros do elenco)

    Rafaelly (12) Morris me faz rir, então aceito =p

    Cristinano (13) Sim, falta carisma ao crota. Ele teve ótimos momentos na série, mas pelo conjunto da obra, falta algo. Ele e Maura estão na série desde a 6ªtemp (ele na premiera, ela no 8ª epi, temporada que vai ao ar nessa segunda) mas era a Abby que tinha mais destaque. E meu santo não bateu mesmo com o Gates ¬¬

    Morgana (14) tenho as 4 primeiras temps, mais a original do 1ª ano q ganhei num quiz da Warner. Parei por questões fincanceiras =p Mas acho que 50 por temporada está um preço razoável. É por esses boxes que os roteiristas estão em greve. Greve que não vejo quando vai acabar =/

    Vanessa (15) Abby, sem dúvidas, foi A enfermeira nos anos 8 e 9, mas ela monopolizava muito da ação. Foi exatamente com a saída de Carol que as coadjvantes perderam força na série. Elas apareciam MUITO nos episódios. Com Abby, isso acabou, pois… ela não fazia muito o papel de escada.

    Com Sam tbm foi assim. As histórias pessoais não permitiam muitas ações das enfermeiras, mas tão mudando isso. Por enquanto, apenas Chuny e Dawn. Mas Haleh volta, Lily de vez em quando dá as caras.. Tá legal.

    Tatiana (16) o epi de Gloria Reuben seria o 14×11 (301) e não tem cara de “final de temporada”, ao contrário do 14×10. Se fosse meia temporada, eles encerrariam com o episódio 14×10 ‘300 Patients’, escrito e dirigido por John Wells. E com “cara de season finale”, além de ser o epi 300. Mas só se a greve se prolongar!

  18. Rafaelly

    Poxa…nem me fala da Haleh…Quando parece que ela vai voltar de vez ela somoe e novo…Adorava a Haleh e aquela outra que era senhora tb, magrinha e tinha um cabelo loiro(esqueci o nome dela)…

  19. Simone Miletic

    Thiago,

    Ainda não me conformo do quanto eu me desapaixonei de ER. Eu não ficava sem, assiste, nas tais reprises da Warner, a cada episódio vezes e vezes sem fim, e sempre gostava.

    Mas esses dois primeiros episódios até que me animaram um pouco, é como se as coisas voltassem ao eixo natural: um chefe de ER com mais força e mais caráter, como vocês sempre achei que algo faltava à Novac, pois mais que gostasse dele, Abby voltando a ser médica, momentos fofos são legais, mas não podem nem devem dominar a cena, uma enfermeira fazendo seu papel, chega de dramas pessoais.

    Parece que, pelo menos, ER vai conseguir encerrar sua longa vida com uma boa temporada, ainda longe de suas melhores, mas, espero, longe da última também. Vamos ver se a greve nos permite isso.

    Si

  20. Luciana

    Tiago,palavras não expressam o quanto concordo com você.A Abby na ”sala de espera” me lembrou dos tempos em que ela era enfermeira e do primeiro episódio de Er que vi ”Dear Abby”,sem ofender os Lubby fanáticos,mas eu sentia falta da Abby e do Luka como uma equipe de médicos e não como um casal.A cada epi fico mais empressionada como o Morris(e a minha opinião sobre ele) mudou.De o mais bobão dos med students da 10 temporada,para um chief resident meio excêntrioc para virar o Jimmy Olsen do Er.E pensar que ele ia sair na 12 temporada…

    Achei ótimo esse foco maior da Sam nesse episódio,a Linda merece,eu espero que isso continue

    Pra que eu vou falar do Gates,é óbvio que eu odiei cada cena dele,porém,eu gostei do modo como o epi terminou,fazia tempo que um episodio não terminava assim,um médico dando uma noticia,na maioria das vezes ruim,então,fica sem som,a camera vai se desaproximando e então tela preta e fim de episodio.

    É, Neela,se eu fosse voce dava uma melhorada nas cenas,vimos em In a diferent light que voce naão faz tanta falta,cuidado com o que aconteceu com a Alex Kingston…

  21. Gabriela

    Eu simplesmente odeio morar na irlanda e ainda nao ter computador…
    sou refem desses canais idiotas q nunca tem horario certo….
    Amo ER e sei q passa no More 4 e RTV, mas affe…
    entao, se alguem souber qdo a 14 vai comecar a passar dah um tok…. Eu jah sofro com Greys, q perdi o fio da meada total…. Q passa no living mas nunca sei a hora certa, o dia certo…. Sem contar com Heroes e Brothers and Sisters q nunca consigo ver caps sequentes….
    Um abcao proceis….

  22. Eduardo

    É verdade que John Wells escreveu e dirigiu o episódio 300?

    Seria o primeiro episódio assinado por ele há mais de 2 anos (Cañon City). E o último episódio com Gloria Reuben também foi escrito por ele (The Peace of Wild Things).

    Eu achava que 300 Patients seria roteirizado por David Zabel. Meu medo é que ele ainda resolva dirigir um episódio. Jack Orman fez isso, mas fez um bom trabalho. Julie Hébert também. Não tenho essa confiança em Zabel.

    Acho que John Wells é o único roteirista atual capaz de dirigir de qualquer forma.

    Fora isso, a cadeira de diretor fica melhor nas mãos do sempre talentoso Christopher Chulack e os demais diretores de plantão (Felix Alcalá, Lesli Glatter, etc.)

  23. Thiago Sampaio

    Eduardo, numa entrevista com o elenco, Maura Tierney disse que ele dirigiu o episódio. Quanto ao roteiro… foi um chute meu. Talvez infeliz, mas espero estar certo.

    Acredito que Zabel não esteja sindicalizado como diretor, então isso está fora de questão. Quase que como esperar Chulack roteirizar um epi. Mas a série continua com bons diretores, como Richard Thorpe, Stephen Cragg e a própria Laura Innes)

    Gabriele – uau, Irlanda =) – chequei no site do More 4, e me parece que eles estão exibindo a 13ª temporada nas noites de sexta-feira.
    http://www.channel4.com/entertainment/tv/microsites/E/er/
    Não consegui informações do RTV…

  24. Isadora Cabral

    Adorei tudo que falou.Menos a parte que Maura está na frente de outras atrizes veteranas…Não concordo.Acho que ela está ótima!Sem dúvida,mas ninguém ganha da atuação da Sherry,por exemplo.Convenhamos que tanto a Sherry quanto vários outros veteranos tiveram os seus personagens esquecidos no final e muitos com finais que não agradaram ninguém.
    O Morris é um dos que me faz assitir a série ainda.Ele e a Sam.
    O Luka faz um pouco de falta,mas nada que não seja superado…O Gates pra mim é intragável! Não sei o que ele ainda faz em ER!E olha que muita gente não agüenta mais ele…
    Resumindo tudo: Ainda assisto a série mais por consideração do que qualquer outra coisa.ER deixou de ser ER na 8ª temporada quando o Mark nos deixou e o Carter havia mudado muito,aliás mudança que começou na 6ª temporada depois do acidente junto com a estudante de medicina Lucy Knight (outra que pra mim não deveria ter saido).
    Agora é rezar pra que a série,pelo menos,tenha um fim digno de 14 temporadas.

    Beijo

  25. Gabriela

    Uia, muito obg!!!!!
    Vou conferir se passa msm… Pq esses canais, Deus meu hehehe
    Aqui tah frio, mas pelo menos temos esse otemoooo review pra conferir….

    Bjaooo

  26. Giselle Bauer

    Eu tenho alguma coisa contra o seu argumento Thiago aliás continuo tendo porque pra mim o Goran faz falta sim. Quanto ao Gates não adianta mesmo se você não gosta do personagem é óbvio que você nunca vai elogiar ele.E eu vou continuar discordando porque eu gosto do Gates e acho que ele funciona melhor sem a chata da Neela por perto.Acho que agora na UTI longe da sem graça as pessoas vão começar a entender e gostar mais do personagem .Sobre o episódio achei legal.Gostei da história do casal de latinos e não achei tão absurdo assim a história do garoto da UTI.E pena que a Hope vai sair .E a Neela continua com aquela cara sem expressão dela.

  27. Eduardo

    Thiago,

    Depois de ler seu reply, fui conferir os episódios mais a frente. Stephen Cragg e Laura Innes continuam dirigindo, mas infelizmente Richard Thorpe deixou a série.

    In a Different Light foi o último episódio dirigido por ele (e também produzido). Esse episódio foi o último filmado antes do hiato de verão. O episódio da próxima quinta já vai ser sem ele no cargo de produtor.

    Por outro lado, a produção trouxe de volta Felix Alcalá, um dos melhores diretores da época clássica (dirigiu The Gift no 1º ano – não dirige desde o 10º ano).

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