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Review: ER – Dream Runner

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ER - Dream RunnerSérie: ER
Episódio: Dream Runner
Temporada: 15ª
Número do Episódio: 321 (15×12)
Data de Exibição nos EUA: 15/1/2009
Data de Exibição no Brasil: 26/8/2009
Emissora no Brasil: Warner

ER é tão antigo, que foi um dos primeiros seriados americanos à estabelecer um padrão: a construção de arcos narrativos. “Arco” é o nome dado à uma história ou evento em particular que dura diversos episódios (como o tumor de Mark, ou o maldito mendigo de Gates). Grosso modo: “o episódio dessa semana depende do da semana anterior”.

Em dias de Lost e 24 Horas isso pode até parecer óbvio, mas antes, na era de séries policiais como Profissão Perigo, Magnum. e Miami Vice, raros eram os dramas em que você acompanhava um arco. Você poderia assistir na ordem que quisesse, qualquer episódio, de qualquer temporada, que não se perderia na história. Hoje, isso é difícil até com as séries policiais como CSI. Mas acho ótimo, pois assim cria-se espaço para desenvolvimento de personagens e histórias que duram mais do que 45 minutos.

Porém, eis que na última temporada, ER nos apresenta seu primeiro episódio não-canônico. Dream Runner, focado em Neela, é apenas um conjunto de sonhos (ou algo assim) onde a indiana vive experiências semelhantes à do filme Corra Lola, Corra, que possui o mesmo formato: os eventos do dia mudam de acordo com pequenas ações da protagonista. E nada do que aconteceu terá sequência semana que vem. O que pensar disso? Bem… Se Neela pode viver o mesmo dia três vezes, também podemos revisar o mesmo episódios três vezes.

Neela, a passiva

Qual a necessidade dessa narrativa em off? Todos sabem que um episódio com narração da protagonista não é coisa de ER. E não me apedregem, pois apesar de isso ser uma marca de Grey’s Anatomy, muito antes Scrubs o fez no âmbito das séries médicas. Logo, não é uma “cutucada” em Grey’s, mas na produção de ER pela falta de originalidade. Caramba, até com Morris deram uma forçada à lá JD. Archie batendo a moto foi engraçado, verdade, mas foi pastelão e isso só se encaixa com personagens de Scrubs.

Vale lembrar: Morris não foi tão mal. Apesar da batida tosca (mas extremamente engraçada) ele continua como o líder moral do PS. Desnecessário ficar tirando uma de Gates (que temia repetir um erro de diagnóstico), mas no mais, lá está ele pra dar o tom. E bater cabeça com Banfield. Cate, a chefe do PS em tratamento hormonal, começou a sofrer os efeitos colaterais e está mais bitch do que nunca. E pra piorar, errando com os pacientes. Todos querendo uma tomografia, e ela resolve ir pra angio… Pobre sonâmbulo (alías, pobre viúva também, pois a reação dos médicos, após a morte dele, foi de indiferença com a Lane de Gilmore Girls).

Reconhecendo o erro e sem ter como responder as verdades de Archie, Cate… se demite. Como assim? Angela Bassett está saindo de ER? Com a reta final, vários nomes do passado vão voltar pra fazer participações, mas isso implica que faltou dinheiro no orçamento pra bancar Bassett? Não sou muito fã da atuação dela, mas o PS precisa de uma figura de autoridade além da de Morris. Espero que Cate permaneça. Droga. Neela bem que poderia falar com Banfield depois de vê-la se injetando na sala dos médicos.

Ah, Rasgotra, o que há com você? Essa sua passividade já está enchendo. A “irmã do Chris” voltou e nem pra defender mais os interesses de sua paciente… Além disso tudo, achei muito extremado que a produção resolvesse matar os dois pacientes de uma vez só, apesar da bela sequência de cenas acompanhada da Sonata Nº 1 em Sol Menor, de Bach. Aliás, óbvio que a menina morreria, pois isso ficou cantado com a decisão de Neela em “ver a sorte” mais tarde. Teria algo a ver com Barnett ou o australiano? Fica curioso pensar que o que começou com Ray, terminou com Brenner. Mm…

Um pequeno adendo: Sam entregando os ingressos para que Tony saia com o filho dela foi muito legal. Ficou claro que ela ainda tem sentimentos por ele, e o fim foi “apenas” pela experiência de quase morte de Alex. O ânimo dos dois, alías, já é outro se comparado com o da semana passada, mas Gates acabou ficando com Daria… Voltando à Sam: na cirurgia, logo com ela, a paciente acordou da sedação. O anestesista deveria ter falado da alteração que fez com a baixa da pressão…

E antes que eu me esqueça: o que diabos era aquele monge budista nas escadas do hospital?!

Neela, a ativa

Qual a necessidade dessa narrativa em off? Todos sabem que um episódio com narração da protagonista não é coisa de ER. E não me apedregem, pois apesar de isso ser uma marca de Grey’s Anatomy, muito antes Scrubs o fez no âmbito das séries médicas. Logo, não é uma “cutucada” em Grey’s, mas na produção de ER pela falta de originalidade. Só que não posso deixar passar o papo de Neela com o técnico de remoções: foi um momento muito Meredith! No elevador? Com aquele tipo de conversa? Sejam originais! Estamos falando da última temporada aqui.

E nessa última temporada, Neela segue com suas mudanças extremas de caráter. De onde veio toda essa agressão em suas opiniões? Foi até interessante sua imposição diante de Dubenko (pena que com péssimos resultados), mas criticar Gates (que temia repetir um erro de diagnóstico), do nada elogiar Sam e acusar Banfield de estar se drogando? Meio que sem sentido.

Cate, a chefe do PS em tratamento hormonal, começou a sofrer os efeitos colaterais e está mais bitch do que nunca. E pra piorar, perdendo o controle de suas decisões no tratamento. Todos querendo uma tomografia, e ela certa em querer ir pra angio. Pobre sonâmbulo. E olha que o “desempate” do tratamento foi feito por Neela, que estava apressada e só tinha visto o sonâmbulo por um segundo.

Ah, Rasgotra, o que há com você? Essa nova atitude não deu certo. A “irmã do Chris” voltou e nem pra conseguir salvar a paciente… Achei muito extremado que a produção resolvesse matar os dois pacientes de uma vez só, apesar da bela sequencia de cenas acompanhada da Sonata Nº 1 em Sol Menor, de Bach. Aliás, óbvio que a menina morreria, pois isso ficou cantado com a decisão de Neela em “ver a sorte” mais tarde. Teria algo a ver com Elizabeth Corday?

ER - Dream RunnerE é isso mesmo: a saudosa Lizzie voltou para a última temporada, depois de quatro anos de ausência. Apesar de ter sido um dos destaques do episódio, sua participação foi bem estranha. E bizarra. Não soou muito natural a maneira que ela se apresenta pra Neela (as duas nunca foram nada íntimas) ou como falava sobre seus momentos no County. Foi interessante do ponto de vista dos fãs, que gostariam de saber como ela está se saindo desde que foi enxotada da série no 11º ano, mas de um ponto de vista lógico, foi uma participação muito pobre. Legal mesmo foi Corday falando sobre como é diferente você mudar de ambiente e conseguir um crescimento profissional. Além, claro, de sua quase promessa em voltar pro County. Será que volta?

Em todo caso, a péssima entrevista de Neela foi interrompida com a piora da “irmã do Chris” e a indiana infelizmente tem que lidar com o fardo de se sentir culpada pelos rumos do tratamento. Para dar uma guinada na personagem, ela bem que podia ter salvo a criança. Mas não, ela segue perdida como sempre. E fica curioso pensar que o que começou com Ray, terminou com Brenner. Mm…

Um pequeno adendo: Sam demorou demais pra entregar os ingressos para Tony, que ficou confuso e emendou um “sinto sua falta”. Já acabou, cara! Você até já ficou com outra, e, aliás, a piriguete segue te ligando. Droga, Daria… Mais outra coisa: quando Jerry foi visto andando de moto, mais alguém notou Scott Grimes (Morris) interpretando um mendigo e cantando “Mad World”? Que loucura.

E antes que eu me esqueça: o que diabos era aquele soldado nas escadas do hospital?!

Neela, a alternativa

Qual a necessidade dessa narrativa em off? Todos sabem que um episódio com narração da protagonista não é coisa de ER. E não me apedregem, pois apesar de isso ser uma marca de Grey’s Anatomy, muito antes Scrubs o fez no âmbito das séries médicas. Logo, não é uma “cutucada” em Grey’s, mas na produção de ER pela falta de originalidade. Mas foi só um susto inicial.

Rasgotra, finalmente! Depois de diversos episódios em baixa, a indiana engatou um bom momento na temporada. A “irmã do Chris” voltou e ela resolveu defender os interesses de sua paciente diante de Dubenko, que surpreso, resolveu oferecer pra ela um ótimo cargo no County. Não sei se seria pra tanto, mas que seja. O importante é que a garota não morreu e a série fugiu do clichê: quando Neela recusou “ver a sorte”, ficou tão cantado que a menina morreria… Ainda bem que não aconteceu.

Vale também destacar Banfield. Cate, a chefe do PS em tratamento hormonal, começou a sofrer os efeitos colaterais mas ainda assim segue como uma excelente médica. Apesar de mais bitch que o normal, sua decisão em pinçar a aorta ela mesmo, ao invés de esperar pela cirúrgica, foi importante e emocionante. Pena que a bela sequencia de cenas acompanhada da Sonata Nº 1 em Sol Menor, de Bach, foi estragada pelos momentos de Neela com Brenner na cama.

Não sou o maior defensor de Ray no mundo, mas acredito que se o romance roomie foi plantado, ele tem que ter seu final feliz. Mas, vá lá, Ray está namorando uma garota de Georgia e Neela precisava coroar seus bons momentos: mesmo vendo o sonâmbulo por um segundo foi seu pedido de ultrassom para Gates que pode ter salvo o paciente; a garota com anemia falciforme sobreviveu à uma simples drenagem; ela se saiu muito bem numa entrevista de emprego com Elizabeth Corday.

E é isso mesmo: a saudosa Lizzie voltou para a última temporada, depois de quatro anos de ausência. Apesar de ter sido um dos destaques do episódio, sua participação foi bem estranha. Ela quase não fez nada e foi extremamente coadjuvante. Pena. Mas isso seria um indício de que, com a entrevista de Neela, veremos Alex Kingston mais uma vez?

A única coisa de negativa entre Brenner e Neela foi a empolgação do australiano em querer conversar com a indiana, e pedir emprestado de Jerry a moto do pai de Morris que ele vinha consertando há tempos. Poxa, que sacanagem. O recepcionista do PS parecia querer muito ver Archie pilotando a bike. Mas, vá lá. Se conheço Morris e ER, ia acabar tendo uma cena pastelão dele batendo a moto. Melhor assim mesmo.

Um pequeno adendo: apesar de ter ficado com outra, Gates continua atrás de Sam, agora pedindo os ingressos de um jogo pra ele ir com Alex. Não sei muito o que pensar disso. Só acho ótimo que o ânimo entre os dois tenha melhorado e que Sam tenha decidido aceitar o pedido dele. Foi legal.

E antes que eu me esqueça: o que diabos era aquela bailarina nas escadas do hospital?!

Voltamos à programação normal

E esse foi Dream Runner. Um episódio curioso que merece diversas interpretações. Foi uma perda de tempo por não acrescentar em nada à última temporada? Foi tudo um sonho de Neela? Se foi, como ela sabia do tratamento de Banfield e que mente é essa pra ter sonhos com sub-tramas? Corday está realmente em Duke? Ou tudo isso não tem uma explicação sensata, como no filme alemão Corra Lola, Corra? Em todo caso, eu gostei mesmo. Vale mencionar também o ótimo trabalho da direção de Andrew Bernstein, pois trabalhar com o (também ótimo) roteiro fragmentado de Lisa Zwerling não deve ter sido nada fácil. Depois de diversas semanas de quartas sonolentas, finalmente um episódio agradável. Mesmo que, tecnicamente, ele não tenha existido. E é tudo. Até a semana que vem. Isso se amanhã não for hoje (uau)…

Séries citadas:

42 Comments

  1. sonylena

    Adorei o epi e seus comentários Thiago,está tudo bem alternativo….em tempo…gosto do filme Corra Lola Corra.
    Para mim , o epi foi uma tentativa de mostrar plasticamente aquilo que vai na mente do personagem, não interpreto como um sonho, mas sim como uma mudança psíquica, um reposicionamento na vida, mostrando as diversas encruzilhadas, as diferentes escolhas, os resultados destas escolhas, e que não fazer nada tb é uma escolha…muito importante isso na vida real.
    Fico pensando que bom seria se na vida nós tivéssemos esta oportunidade de corrigir a rota, e refazer o resultado sem nenhum prejuízo, sem viver nenhuma perda e principalmente não se frustar,pois, mesmo acreditando fazer o melhor nem sempre o resultado corresponde.
    Acredito que este epi faz esta reflexão filosófica da vida de uma menira saborosa e divertida…
    Gostei de tudo principalmente da Corday, tomara que ela volte….

  2. victor hugo

    Sobre o episodio…não gostei.. peguei quase na metade e não consegui me envolver com o enredo mas foi bom ver Corday mesmo que mal aproveitada.
    No mais um excelente review que vc fez Thiago, parabéns!

  3. Carlos T.

    Que texto legal! Mandou bem, Thiago!

    Eu também gostei do episódio, como você disse o marasmo das últimas semanas fica para trás e com exceção de pouquíssimos episódios a temporada volta a ficar boa.

    A participação da Alex Kingston foi curta, mas pra mim valeu a pena só de ver o sorriso (é só ver a lida foto acima) e aquele sotaque maravilhoso, ela continua linda! Foi legal saber o que aocnteceu com ela após sua frustrante saída na 11ª temporada. Sempre tive esperanças de que ela voltaria a ER, apesar de toda a polêmica, e fiquei muito feliz em vê-la, gostei da maneira que a trouxeram de volta, nem que para isso tenham que fazer a Neela sendo entrevistada para o cargo de Atendente (por acaso diminuíram o tempo da Residência na Cirurgia? Quando o Carter mudou para o PS teve que começar do zero…).

    Eu nõa tenho grandes problemas com a Neela, claro que a personagem poderia ser melhor aproveitada, a Parminder Nagra é uma ótima atriz, mas desde a morte de Gallant só fizeram besteira com a personagem, mas não tenho o ódio mortal que muita gente tem por ela, então um episódio focado nela não me incomoda.

    Gostei de ver a Banfield bem bitch por causa do hormônios, me diverti e gostei quando na versão “Neela alternativa” ela mandou ver e pinçou a aorta do sonâmbulo, faz tempo que não temos um chefe que coloca a mão na massa em ER.

    A cena do Morris batendo a moto ficou bem Scrubs (não vou nem falar da narração da Neela, porque o Thiago já disse tudo – nada a ver com ER!), mas fora isso ele mandou bem no restante do episódio. Sam e Gates bem menos irritantes que no episódio passado. Como é bom ver Jerry de volta em seu antigo posto.

    Quanto a Neela e Brenner, bem, não tem como negar uma tensão sexual entre os dois, mas não vou disfarçar, quero que ela fique com o Ray, nõa importa que digam que ele merece coisa melhor, isso já devia ter acontecido na 13ª temporada, mas não tenho muito o que comentar, só vou aguardar o andamento dessa história…

    O texto teve tudo a ver com o episódio que foi diferente para os padrões de ER, mas que me agradou, principalmente por ver a minha amada Dra. Elizabeth Corday, poderia ter sido maior a participação dela, poderia ter feito uma visita ao County (será que ela vai?), mas valeu a pena!

    E pra quem viu a promo da semana que vem: o episódio não se resume ao que vocês viram, é muito bom, não se deixem enganar pela Warner…

  4. Fernanda

    Peguei o epi no fim, mas algo realmente me impressionou: A JUBA DE LEÃO da Dra. Corday…o que é isso?Rs Q Cabelo era aquele!

  5. Taciana

    Thiago, seus textos são sempre bons, mas nesse você se superou, parabéns pela criatividade!
    Achei esse episódio muito chato: passei a semana toda esperando pra saber quem “voltaria”, fiquei entusiasmada quando vi o nome da Alex Kingston,mas a participação dela foi totalmente frustrante; de tanto o Brenner correr atrás da Neela, parecia que a mulher era um furacão e então vem aquela cena de sexo quente como neve; Banfield voltando a ser antipática(se bem que ela arrasou na cena da aorta); Sam e Neela brigando em plena cirurgia, e não vou nem comentar a narração porque você já disse tudo.
    Só gostei mesmo do Morris, da cena da aorta e das músicas. Ainda bem que deixei para a reprise em vez de perder Orgulho e Preconceito.

  6. Bianca Cavani

    Ola pessoal que aprecia uma boa série e um bom resenhista!
    Achei bom o episódio, que deu uma mudança de ares no padrão. Ficou mesmo Corra, Lola, Corra, e também Feitiço do tempo.
    Gostei também do comentário da Sonylena: “reposicionamento na vida, mostrando as diversas encruzilhadas da vida…” Bem legal essa sua análise, Sonylena.
    Adorei ver Alex Kingston de novo. Mas foi mesmo uma participação bem pequena; só serviu de pretexto para a historinha de Neela. De fato, não ficou coerente com a personalidade de Corday tanto entusiasmo por uma médica que fez uma entrevista-relâmpago com ela.
    A Corday (que foi do Royal Shakespeare Company! Uau!) sempre foi minha personagem feminina predileta em ER, seguida pela Carol. Quantos aos personagens masculinos, foram tantos! Os homens tiveram papéis mais interessantes na série: melhores atores, personalidade mais forte, carisma… e, é claro, mais bonitos.
    Mas, Thiago, como é mesmo esta fofoca? Corday foi expulsa da série?

  7. Mônica A.

    Thiago, seus textos são sempre bons, mas nesse você se superou, parabéns pela criatividade![2]

    Eu gostei do episódio, apesar de não ter sido empolgante. Não acho que tenha sido um sonho da Neela. O episódio mostrou possibilidades que podem acontecer a depender de uma atitude, um gesto, até mesmo um segundo. Me lembrei do filme Slinding Doors (esqueci o nome em português) com a Gwyneth Paltrow.

    No mais adorei rever a Keiko Agena (muito fofa) e a Alex Kingston no papel da Dra. Elizabeth Corday. Sempre gostei da Lizzie. Era uma de minhas médicas preferidas. Me lembrei bastante dela e do Mark quando vi o episódio.

    Taciana, sempre vale à pena a ver e no meu caso, rever Orgulho e Preconceito.

    E antes que eu também me esqueça: que diabos eram aquele monge budista, aquele soldado e aquela bailarina nas escadas do hospital?

  8. gabriela

    a repetição do teu texto me deixou tão irritada quanto à repetição das cenas no episódio
    hauhauahauhauahauhauahauhauahau

    apesar de tudo, devo confessar que gostei dos dois.
    sério mesmo: o epi de ontem foi beeeem menos pior do que os últimos que eu vi.
    as cenas dos 2 pacientes me fizeram pensar que eu estava assistindo er hahaha opa, eu estava!!!
    uma pena que os ‘delírios’ foram da neela. continuo achando-a uma tosca sem sal. e detesto pensar que tanto ray quanto brenner se interessam (ou se interessaram) por ela. que perda de tempo!!

    quanto ao próximo episódio: aah! eu ODEIO a daria! tanto ou mais de que eu odeio a neela.
    cara, essa daria tinha que vir pra estragar tudo. piranha nojenta! não queria ve-la mais em er.
    hahahaha

    era isso.

  9. Thayse

    Olá! Nem sei o que dizer desse episódio. Teve tanta, TANTA coisa que me deixou irritada, que vou falar só do que eu gostei: o Jerry de novo (EEEEEEEE!!!!), o Morris caindo no lixo, a Elizabeth aparecendo (amei que ela apareceu, eu não sabia e fiquei surpresa quando a Neela abriu a porta! Pensei: aaaaahhhhhh a Elizabeth! Ela está na Duke agora! E a Ella? Deve estar enorme! enfim… adorei que ela ficou emocionada ao falar do County!), o Morris dando aquele sermão na Chefa (concordei com tudo que ele disse), o fato de ter aparecido bastante a parte da equipe cirúrgica (porque eu adoro cirurgia). Todo o resto eu odiei, e prefiro não comentar!hhahahahahha Fora isso, achei a(s) sua(s) review(s)excelente(s), parabéns!! Só não sei como o ER vai dar seguimento desconsiderando os eventos desse episódio! Porque, convenhamos, a menina com colecistite precisa mesmo de tratamento na vida real! E a Neela precisa um dia fazer seu fellowship. E a Chefa tem que fazer seu tratamento de infertilidade. Como a gente vai fingir que nada disso aconteceu?! Eu, hein.

  10. Eloisa

    Adoreis suas reviews hehehe mas a ultima nao me pareceu muito vc, hehe sei la foi muito diferente.
    Enfim, o epi foi bacana apesar de nao acrescentar em nada a serie (eu acho!) achei interessante mais pelo modo de mostrar q uma coisa super simples pode mudar todo o seu dia, oq e bem verdade. Vou so comentar umas coisas q gostei ou nao…
    O unico fim da Sam e do Gates q gostei foi ela concordando do Alex ir no jogo com ele.
    O Morris brigando com a Banfield foi OTIMOOOOOO.
    A cena da Neela no hotel com o Benner totalmente desnecessario, alias toda essa ultima parte dos dois me pareceu meio errada e q nao combinou com eles.
    A Corday!!!!!! q linda!!! sempre foi minha personagem feminina preferida, ela e o Mark formavam o melhor casal da serie de longeeeeee, adorei saber q ela esta bem, pq a ultima temporada dela foi de uma personagem totalmente desfigurada q nao tinha nada a ver com ela…. tomara q ela volte e mostre q continua maravilhosa como sempre.
    Acho q chega ne….

  11. Thiago Sampaio

    Sonylena (1) Legal essa interpretação =) Pra ser sincero, depois de assistir Corra Lola, Corra, eu pensei só na dinâmica do “e se”, sem tanta reflexão filosófica do assunto. Me limitei mesmo à Teoria do Caos. Mas já que me fez pensar nisso, bateu aquela dúvida: seria bom mesmo ter a opção de reviver momentos importantes pra tomar outras decisões? Eu não gosto desse jogo… Huauahuahuahau Deixa a coisa como está XD

    Victor (2) Eu gostei. Achei interessante. Pena que tenha pego da metade, pois acredito que muito da avaliação do episódio se perdeu com isso. Ele é meio “ame ou odeie”, mas não dá pra dizer muita coisa vendo-o da metade… No mais, obrigado.

    Carlos (3) Vlw. Mas pra ser honesto, eu nem imaginava como revisar esse episódio sem ser dessa maneira =) Sobre Kingston, eu não vi a participação dela com tanto ânimo assim. Achei meio que um banho de água fria, sabe? Ela parecia meio fora de personagem e… sei lá. Achei estranha, e de todas as participações desse temporada, achei de longe a mais fraquinha. O que é uma pena, pois ela merecia mais. Quanto ao tempo da residência de Neela, vamos ignorar e levar pro lado da licença poética, mas que você tá certo, tá certo. E meu problema é com a Rasgotra, não com a Nagra: acho a Parminder boa atriz e muito simpática. Ruim é que não sabem aproveitá-la. No mais, assino com seus pensamentos. Ainda mais sobre a promo. Apesar de que… É bom porque agora não estão entregando nada sobre nada.

    Fernanda (4) Eu ia falar isso, mas não queria passar por chato e sou fã da Corday, mas é isso mesmo. Caraca! Mete uma tesoura nisso, Alex huahauhauahuahua

    Taciana (5) Muito obrigado mesmo. Mas pena que não tenha gostado do epi… Eu achei legal, vá lá. Foi diferente de tudo o que a série fez, e apesar da participação de Corday ter sido muito fraca, não me importo com Brenner querendo ficar com Neela. Está até mais simpático do que os momentos de Sam com Gates. Mas que eu dispensava aquela cena patética dos dois transando (como falei no testo) não há dúvidas disso. Mas sério, gostei mesmo. Vamos ver se você sintoniza mais com o da semana que vem.

    Bianca (6) Ehr… Thanks =T E é por isso mesmo: Corday tava muito estranha nesse episódio. Participação mais fraca de todas e merecia mais do que isso. Sobre a fofoca, é que… Com as saídas de Benton, Mark e Romano, o núcleo de Corday foi se limitando e as histórias com ela cada vez mais fracas. Ela parou de ser uma profissional e ficou naquela de ficar saindo com duas pessoas ao mesmo tempo. Pra piorar a situação da personagem, com a saída de Jack Orman no 9º ano, os novos escritores não sabiam bem o que fazer com Corday, pois queriam dedicar mais tempo aos personagens que eles criaram (como Pratt, Neela, Sam e até mesmo aquela overdose de Abby). Daí, mesmo ela querendo continuar em ER, não teve o contrato renovado e teve que sair. O salário era alto (400mil por epi), não tinha mais núcleo (a OR morreu), mas ela disse que o único motivo de ter saído foi por ser “velha” e que ER mudou de mais, e só estava contratando “adolescentes” (como Shane, Parminder e Linda). Não foi nada amigável e aqui no Teleseries, a notícia mais velha que encontro (depois da atualização, alguns textos não foram upados) é essa: http://teleseries.com.br/alex-kingston-alem-de-velha-e-gordinha/ Mas parece que está tudo bem já (nada como alguns anos) e olha só a felicidade dela em rever velhos amigos http://www.youtube.com/watch?v=GpAzkus_aeM (não sei quem é a pessoa que ela comprimentou) Ps.: amo Feitiço do Tempo! As vezes, imagino como que seria se eu vivesse o meu dia da marmota… Seria legal!

    Mônica (7) Muito obrigado mesmo[2]. E exato! Nunca vi, mas sei da existência desse filme da Gwyneth Paltrow, sobre o que acontece com ela perder um trem ou algo assim. Não é uma narrativa inédita (já teve até em Scrubs) mas pra ER, foi a primeira, então valeu. Quanto ao pessoal na escada… foi só pra dar o ar psicodélico que o episódio pedia huahauhauahua

    Gabriela (8) Preciso ser honesto aqui e… dizer que esse foi um dos textos mais difíceis de se fazer huahauhauahua Repetir sempre o mesmo começo e seguir com as micro-mudanças pra fazer algo do tipo “o que eu acharia do episódio se essa fosse a versão definitiva?” Mas como já ví vários filmes nesse gênero… Não me incomodei muito com o episódio. Sério. Até que gostei. Um de meus preferidos na temporada. Sobre o próximo episódio, tolere a Daria porque será centrado no Morris (finalmente). As promos da Warner tão meio caducas… Não vá por elas não =)

    Thayse (9) Eita! E eu jurava que fosse gostar 100% desse episódio =P Mas deixa eu falar sobre o que você não gostou: não se preocupe tanto pois as história não serão jogadas pro lixo. O tratamento de Banfield continua e a paciente de Neela volta na próxima semana, mas os eventos desse episódio podem ser apagados com uma borracha. Até mesmo o Brenner vai estar chegando de viagem semana que vem. É como… se isso não tivesse acontecido, sabe? Meio perigoso um seriado com pé na vida real entrar nessa fantasia, mas gostei da viagem. E Thayse, me tira uma dúvida: como é “fellowship” em portugues? “Parceria”? “Sociedade”? Na área clínica, não sei como traduzir esse termo… No mais, muito obrigado =)

    Eloisa (10) Obrigado, mas… hey! Eu juro, todas as três quem escreveu fui eu. Que que ficou de errado na última? Hhuahuahuahauhaahuau Sobre Sam e Gates, a coisa foi bem interessante: tudo muda dependendo de quem tem a iniciativa de falar primeiro. Morris é o cara, e semana que vem devo traçar uma porrada de elogias pra ele. Neela transando na vida real tem que ser melhor que aquilo, pois em sonho, ela parece ser bem… sei lá, desanimada? Foi a mesma coisa com o sonho que ela teve com Gates no 13×06. Quanto a Corday… me decepcionei com essa participação dela. Achei bem fraca. Mas momentos melhores virão =)

  12. marília

    caprichou hein, thiago?!!!

    nem sei se o episódio merecia tanto esmero. ou merecia.

    o fato é que me surpreendeu e a angustia de não saber os limites da fantasia de neela e a realidade, ainda não sei se me agradou.

    acho bom inovar. gosto e tudo mais. porém devo admitir que me afligiu…

    e apesar da forçação imensa, acho que gostei mais da Neela ativa ou alternativa, nem me lembro aggora, mas foi a neela que mencionou a sua eterna falta de senso e localização no mundo. Lembrando a doida neela que foi trabalhar no jumbo mart. Gosto dessa Neela perdida no mundo e que mesmo assim acaba arrumando um lugar na vida. pelo menos, essa neela é melhor do que a neela piriguete.

    ERA O SCOTT GRIMES? HAHAHAHA! merda. nem notei.

    e eu queria Corday atuando e não assim… conduzindo entrevista… mas me emocionei mesmo assim. o olhar delha qnd lembrou do county foi matador.

  13. Eduardo

    Sempre fui fã de Corra Lola Corra. Adoro filmes que brincam com a estrutura narrativa e tentam algo mais experimental.

    Já aprendi há muito tempo que tanto John Wells quanto David Zabel adoram histórias de Kurosawa ou filmes franceses, e sempre tentam formas de adaptar elas em ER. Four Corners e Secrets and Lies são dois episódios do oitavo ano com influência de Kurosawa.

    Colocando isso pra trás, dá para perceber que Zabel tinha essa intenção com Dream Runner. Faz sentido tentar algo experimental nessa altura do campeonato.

    E ninguém melhor que a produtora executiva Lisa Zwerling para encarar esse desafio. Ela é a roteirista que possui o melhor domínio de Neela Rasgotra na equipe. Levando em conta que ela escreveu NICU no décimo ano, o primeiro grande episódio de Neela, já estou acostumado a um bom padrão de caracterização nesses episódios. Seu 20º roteiro de ER foi admirável (e entrou na casa dos poucos roteiristas com mais de 20 episódios no currículo).

    Andrew Bernstein foi um dos diretores que mais evoluiu nas últimas três temporadas. Desde seus tempos como assistente de direção em West Wing, ele acabou tornando-se uma das pessoas mais confiáveis nos sets de ER. Ele já havia feito um ótimo trabalho no episódio de Jeanie.

    Adorei a estrutura e as leves mudanças de caráter nos personagens, que conseguiu manter-se crível e realista apesar do comportamento diferenciado em cada cenário.

    Por outro lado, uma coisa que eu detestei foi o uso daquela música de despertar no quarto de Neela. Ter que ouvir aquilo repetindo a cada ato requer paciência. Queria dar um tiro em Zabel por escolher algo de gosto tão duvidoso.

    Gostei de ver Alex Kingston de volta. Corday sempre foi uma presença agradável, desde que não estivesse gritando histérica com Mark.

    Nunca levei o motivo de velhice por trás da saída de Kingston muito à sério, até porque ela regula de idade tanto com Sherry Stringfield quanto com Maura Tierney e até mesmo Laura Innes, e elas permaneceram mais tempo. Os únicos adolescentes eram Sam, Ray, Neela e Morris.

    Também não fui muito fã da narração em off. Mas gostei do comportamento da versão alternativa de Neela.

    Pra mim o mais engraçado nesse roteiro foi o fato do sonho repetido de Neela incluir essas tramas paralelas. A história de Banfield foi uma das que mais valeu a pena.

    Por mais que Neela tenha tido seus problemas, Parminder e David Lyons tem afinidade suficiente para fazer um casal interessante na cama nos momentos mais picantes. Já tornou-se muito mais interessante visualmente do que ela e Gates.

    Esse valeu mesmo a pena.

  14. Diego Presti

    Bom, não tenho muito o que falar, pois não vi o episódio de ontem. Perdi o episódio das 22:00 e quando a reprise passava, já tava dormindo. Pena que perdi a Corday. Mas como caí na armadilha de ver a promo da Warner, com o foco todo na Neela não esperava muita coisa. Pelo visto o episódio foi bom.

  15. Bianca Cavani

    É irônico Alex Kingston ter dito que a saída dela de ER foi por a considerarem velha: Ralph Fiennes pediu o divórcio a ela para se casar com Francesca Annis, uma mulher 18 anos mais velha que ele!
    É, as histórias que os roteiristas começaram, a partir de um certo tempo, a escrever para Cordey eram bem idiotas (se bem que o dr. Green também teve uma fase em que teve três namoradas ao mesmo tempo. Mas com ele deu certo.)E roteiro é 90% em um filme/série.Pelo menos para mim.
    Mas, pensando bem, pelo menos a Corday teve umas falas. E o Goran Visjnic que mais parecia uma aparição do além!

  16. Flávia

    Eu adorei a estrutura do episódio, achei muito bacana a forma como eles mostraram como a Neela estava perdida, sem saber para onde ir, e a cada escolha – e chance de escolher de novo – ela foi se encontrando. Ok, a narrativa em off irritou por lembrar Grey’s, e ER é muuuito melhor do que isso. Mas não irritou a ponto de estragar o episódio. ER mostrou que sabe ousar mesmo já sendo uam senhora de 15 anos – que, em tempo-série, significa uns 75 anos.
    E, Thiago, o review ficou excelente! Muito legal você ter levado a brincadeira do episódio para o seu texto.

  17. Patrícia

    Gostei do episódio, diferente dos padrões normais de E.R., como já disseram aqui, mas foi legal… A review ficou ótima também, Thiago! Deve ter dado um trabalho…

    Achei a participação da Corday um pouco estranha também, não sei… e adorei ver a Keiko Agena… saudades de Gilmore Girls…

    Nossa, nem tinha reparado no mendigo “Morris”, até assisti um pedaço do episódio que eu tenho aqui… e não é que é o cara mesmo? hehehe

  18. Thayse

    Thiago, pois é, não gostei 100% não! Por várias razões, desde a própria estrutura do episódio (a narração a la Grey´s Anatomy, a repetição do dia… sério, quando vi aquele 5:04 pela terceira vez, pensei PQP de novo??!!), e principalmente pela parte médica, que estava cheia de erros… enfim, deixa quieto!! Mas no geral gostei do episódio, foi uma idéia bem interessante. Bom saber que as coisas vão ter seguimento, quero saber que conduta afinal vão tomar com a “irmã do Chris”. Por fim, prefiro a Neela alternativa, ela era bem decidida e confiante.

    Sobre o termo fellowship, de início tive que procurar no dicionário pra saber como passar a idéia pro português. O que achei melhorzinho foi “bolsa de estudos concedida a universitário para pesquisas”. Na verdade, o significado que tenho visto/entendido/usado é o de “subespecialização”. Tipo, a Neela vai terminar a residência em cirurgia geral (=especialidade) e vai fazer um fellowship em cirugia do trauma (=subespecialidade). Acho que não tem uma tradução exata para o português. Eu penso na palavra com esse sentido, não sei se é o correto.

    Aliás, falando nisso, você sabe dizer há quantas temporadas a Neela é residente de cirurgia? Porque, até onde eu sei, lá a residência dura cinco anos. Não sei se ela já fez todo esse tempo.

  19. Tati Siqueira

    Eita episodio bem louco(ele existiu?????rsrsrsrs) me pareceu um pouco com efeito borboleta – só não tendo consequencias ruins com a mudança de atitude(ali mais parecia um sonho do que qualquer outra coisa)

    Não achei um episodio excelente top de linha, mas gostei bastante(foi diferente do usual vamos dizer);

    Amei rever a Elizabeth como fugi das propagandas nem sabia que ela iria participar desse episodio.

    Um adendo – na era da musica MP3 no celular, o da Nella toca aquela musica porre – faz favor né.

    Outra coisa, na boa se me ligassem as 05:00 da manhã para lembrar de um aniversário eu iria ficar muito p da vida.

  20. Thiago Sampaio

    Marília (12) Ehr… Vlw. E acho que merecia, vai. Foi um episódio diferente. Apesar de, verdade, um seriado como ER, que tem um pé na realidade, ficar brincando com fantasia. Mas foi uma vez só e não é de todo mal. Quanto a Neela que você gostou, deve ter sido a Ativa, que falava pelos cotovelos e tinha um… um que de Meredith =P E sobre o Scott Grimes, nem se culpe tanto huahuahauhahau Eu mesmo só vi que era ele enquanto legendava o episódio (e por consequência, via as mesmas cenas diversas vezes). E faltou dizer isso: a expressão dela ao se lembrar do County foi mesmo a melhor coisa que ela fez no epi…

    Eduardo (13) De vez em quando, ER toma essas estruturas narrativas não lineares… Eu gosto. Você já falou do 8×01 e 8×16, acrescento Hindsight, o natal do Luka de trás pra frente, como no filme Amnésia, e When Night Meets Day, um de meus favoritos. Ou então um daqueles inúmeros episódios em que a primeira cena faz parte da conclusão (como The Crossing, Makemba, Just As I Am…). Além de The Lost, que é em flashback, e claro, a “trilogia de Mark”, pois On The Beach tem eventos anteriores à The Letter, apesar de passar depois. E por aí vai. É mesmo uma série diferenciada. Não tive problemas com o toque de Neela e… tbm concordo com isso sobre Alex. Aliás, é o que mais critico ela sobre esse assunto. Só ver meus coments no tópico que linkei. Sobre a produção do episódio… Deve ter sido muito difícil e um dos que mais precisou de um storyboard na série, pois, acredito eu, nas locações filmavam todas as três versões de uma vez só, fazendo a gravação a menos linear possível.

    Diego (14) Pena. E a Warner nada de reprisar no fds…

    Bianca (15) Comparar qualquer participação com a do Kovac chega a ser covardia. A dele foi patética. No mais, já critiquei muito Alex por causa dessas declarações, mas são águas passada. LaSalle mesmo, o Benton, saiu abruptamente na 8ªtemp e foi tão feio que nem nos extras do DVD do 1ºano ele está (extras q tem Spielberg e Clooney, então imagine como foi) mas hoje tá tudo bem e… Bem, indiferenças acontecem.

    Flávia (16) Ehr… Como que você chegou nessa conta mesmo? huahauhauhauhauahu E obrigado =) Mas pra ser sincero… nem sei se tinha outra maneira de se revisar o episódio sem ser dessa maneira.

    Patrícia (17) Obrigado =) Não foi muito trabalhosa, mas sim uma das mais complicadas de se fazer mesmo. E sigo dizendo que a participação da Corday foi das mais fraquinhas do ano (excetuando a patética do Kovac). Quanto ao Morris, aproveitando que tem o episódio aí: observe que no terceiro sonho, quando Brenner pede a moto, colocara um ator com as mesmas roupas pra fazer figuração como o hippie. Mas dessa vez, muito diferente, pois… não era o Grimes =P

    Thayse (18) Numa série com 15 anos de existência, com certeza teremos erros técnicos, como na aplicação da medicina. As vezes fica de doer, mas… Bem, tirando a excelência dos primeiros anos, um pouco mais de cuidado nessa área transformaria a série quase num documentário, então não é de tão mal. Claro, leigo falando. Quanto à narrativa, eu não tive problemas. Quem já viu Feitiço do Tempo, como Bill Murray acordando trocentas vezes ouvindo Sonny e Cher… hauhuahauhauahuahu Sobre a tradução, obrigado. Deve ser por aí mesmo. Com cirurgiões, sempre se falou disso na série, e apesar de saber que seria uma especialização, nunca pensei numa palavra única pra traduzí-la. E a Neela, como respondi (11) ao Carlos, tá tudo muito furado. Ela mudou pra OR na 13ªtemp, e hoje estaria como R3. A não ser que tenha aproveitado de maneira mandrake os dois anos de residência dela no PS (coisa que Carter não pode fazer quando mudou da cirurgia para clínica). O Benton mesmo penou anos até terminar a residência. Mas acredito que tenham acelerado isso por ser o último ano da série. Vai saber…

    Tati (19) Pior que existiu. E não foi como Efeito Borboleta… A teoria do caos (popularmente conhecida como efeito borboleta) é até usada naquele filme, mas os eventos são absorvidos pelo protagonista. Ele consegue ter memória de tudo (apesar de em partes). Nem dá pra comparar também com Feitiço do Tempo (o melhor filme do gênero) pois o personagem sabe que está vivendo durante milhares de anos o mesmo dia. Já com Corra Lola, Corra, tudo é randômico e zerado depois que uma sequencia se encerra. Bate muito mais com Dream Runner. E sim, não foi top, mas depois do que estávamos vendo, foi legal mesmo. Já o Ray tem dessas. Mas resolvi nem criticar porque as roomies pode ficar um pouco agressivas XD

  21. Flávia

    Cachorro de dez anos já é idoso, certo? Série de 15 também! Foi só uma brincadeira.
    Agora, defendo o Ray: não sou uma grande fã dos romances de ER, mas se o sujeito de quem eu gostasse morasse há milhares de quilômetros e me ligasse às 5h no aniversário dele eu ia adorar, porque iria mostrar que eu fui a primeira pessoa em que ele pensou no próprio aniversário. Isso caso a Neela goste dele – e eu acho que gosta, apesar de Gates e Brenners da vida terem se metido no caminho.

  22. Tati Siqueira

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, é verdade depois dos últimos esse foi bem melhor mesmo.

    Flavia é esse pensamento que eu tenho a Nella gosta dele mesmo??????????? Mas na boa 05:00 da manhã ninguém é simpatico, por mais boa que for a causa.Eu tbém gosto muito do Ray acho que ele como ator/médico em Er cresceu muito, pena que deram um final daqueles para ele.

    Thiago o Ray volta em algum episodio?

  23. Carlos T.

    Se eu não me engano na época mesmo a Alex Kingston voltou atrás no que disse e reconheceu que a personagem não tinha mais como continuar na série, Acho que ela deve ter ficado bastante frustrada na época, pois queria continuar na série, porém os escritores davam preferência aos “novatos” (tanto é que na sequência a Sherry abandona o barco). De qualquer maneira, seu retorno à série demostra que sua saída na 11ª temporada é página virada e me entrevista pra NBC na época ela mesmo diz que não tinha como continuar, pois os personagens com quem contracenava estavam mortos…

    E Thiago, reconheço que foi fraco (Já pensou se ela aparecesse junto com o Mark no 15×07? Seria demais!), mas pra mim, como admirador da maravilhosa Dra. Corday, valeu revê-la na série!

  24. Thiago Sampaio

    Flávia (21) Não, eu até entendi. Mas é que foi tão decisiva no cálculo que achei que havia algo mais falando sobre isso =P Eu mesmo já fiz essa comparação, no começo da review de Parenthood, http://teleseries.com.br/review-er-parenthood-episodio-271 Com 13 anos você está entrando na adolescência. Mas em “anos de seriado” você é velho, muito velho. Sobre Ray e Brenner, continuo não vendo problemas em Neela ficar com o australiano, mas pra mim, é com Ray que ela deve ter o “happy ending”.

    Tati (22) Mm… No episódio, Neela reclama por causa do horário, e ele responde dizendo saber que ela estava acordada, pois daria plantão nesse dia. Então não foi de tão mal assim. Ele presumiu que ela estaria acordada. E se Ray volta? Depois de soltar alguns spoilers, e diante da surpresa de alguns com o retorno de Corday, não nego nem confirmo mais nada

    Mônica (23) Desculpa. Alterei seu comentário, mas como respondido há pouco, essa é a última temporada… Vamos tentar deixá-la “inédita” pra valer pra quem não viu ou não sabe nada. Tanto pras surpresas, tanto pras decepções…

    Carlos (24) Também tenho admiração por ela. Tanto que resolvi nem criticar abertamente no texto essa participação… meio fraquinha. E sim, parece que algumas das brigas já são “páginas viradas”. Ainda bem.

  25. Eduardo

    É verdade, mas não estava me referindo apenas ao uso de narrativas não-lineares. Me referi mais ao fato dos produtores usarem influências de grandes cineastas nessas narrativas, sejam elas lineares ou não.

    Mencionei Secrets and Lies porque naquele caso, toda a história do seminário de abuso sexual era um pretexto, uma fachada, ou como Hitchcock chamou, um “MacGuffin”. O enredo era uma desculpa para colocar os personagens em uma determinada situação e deixar a verdadeira história fluir naturalmente a partir dali.

    Uma coisa que sempre me interessou em séries (não apenas ER) é o fato dos produtores buscarem inspirações no cinema tanto visuais quanto narrativas para aprimorar o conteúdo. Esse é o tipo de coisa que não existe na TV brasileira, e um dos motivos por que ela mantém-se no mesmo patamar cansado e batido.

    Não imagino isso sendo filmado sem storyboards. Pré-produção é algo que tem que ser preciso, levando em conta o cronograma e o orçamento.

  26. Tati Siqueira

    Sacanagem Thiago, me responde no orkut então……assim não morro de curiosidade…………..kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  27. sonylena

    Eu de novo……
    Bianca Cavani, obrigado pelo elogio é que gosto de análises….sou psicóloga..é o vício da profissão!!!
    Eu gostava muito da Corday, achava o máximo principalmente por lidar com os homens de igual para igual, acho que num centro cirúrgico que me pacree ser uma ambiente mais clube do bolinha, se vc não se “colocar” vai dançar….gostava principalmante das cenas dela com o DR Romano….eles eram super afinados…uma delícia de assistir…e Bianca…a Alex foi casada com Ralf Fiennes????Oh my GOOD!!!!!!!!!
    E Tiago, sabe quem eu queria que voltasse? o médico que era interpretado pelo Jhon Leguizano, achava ele um malucão irado!!!! e parabéns ao Eduardo tb, ele escreve super sério mas entende das coisas…

  28. Giselle

    “Foi uma perda de tempo por não acrescentar em nada à última temporada? ”

    Pra mim foi exatamente isto.
    Achei este episódio totalmente inutil.
    Já estava desanimada para assistir este episódio porque só ia dar Neela. Deixei gravando na quarta e só vi ontem a noite.
    Nossa !!! Este episódio só comprovou uma coisa a Neela é uma perdida .
    Só gostei de três coisas :
    Ver o Jerry
    O Morris caindo no lixo . Foi muito engraçado.
    E é claro rever a Corday pena que foi só aquilo.
    E pra encerrar a sua review está muito boa mas o episódio foi uma chatice.

    a Alex foi casada com Ralf Fiennes????Oh my GOOD!!!!!!!!![2]
    Não sabia disto eheheheh !!!

  29. Thiago Sampaio

    Mônica (26) Que nada. Sem problemas. Durante várias reviews escapuli algumas coisas… Eu que me desculpo por editar seu comentário =T

    Eduardo (27) Okay. Agora entendi: a influência do cinema europeu… Eu tava mesmo era falando da estrutura narrativa não-linear. Sobre o storyboards, se teve um episódio que precisava de um, com certeza foi essse.

    Tati (28) HUahuahuahuaahu Desculpa =P Mas qualquer coisa, é só ir lá na comunidade e checar os links. Na descrição mesmo, há diversos links na descrição, entre eles, o guia de episódios do 15º ano. Já foi tudo comentado por lá meses atrás, então… É só checar os episódios seguintes =)

    Sonylena (29) Só consigo associar o Ralf Fiennes (infelizmente) com o nazista que ele interpretou na Lista de Schindler. O papel de uma carreira, mas… huaauhauhauahua Dr. Victor Clemente voltando? Será uma temporada cheia de retornos, então só checar a reta final. Mas legal que… Quanto passou 21 Guns (aquele do tiroteio e Abby desmaiando) escrevi uma fic (episódio) quando a comunidade do ER ainda não tinha sido roubada (antes ela tinha 35mil membros, hoje só 6mil) e… ehr… modéstia a parte, a história ficou tão bom (acho minha Bloodline melhor, pra dizer a verdade) que quando matei Clemente no texto, durante muito tempo isso passou a ser vendido como spoiler =P

    Giselle (30) Mm… É uma maneira de interpretá-lo. Mas vá lá, eu gostei. Não achei essa inutilidade toda e até que gostei da experiência narrativa

  30. Tati Siqueira

    Vou dá uma olhada sim Thiago,pois sou muito curiosa; rsrsrsrs

  31. Bianca Cavani

    Sonylena,
    Eu também gosto do Fiennes, mas, quanto ao Leguizano, nós definitivamente não combinamos. Achei o caso dele com aquela latina caliente tão forçado (e nojento).
    É, sua análise tinha mesmo tudo a ver com psicologia… Por falar nisso, você assiste ao In Treatment? Adoro!

  32. Heloísa Helena

    Olá Thiago! Antes tarde do que nunca, tô eu aqui tardiamente fazendo meu comentário, mas não poderia deixar de registrar o prazer que é ler seus textos.
    Muito bom as três visões do episódio, este por sinalbem bacaninha (pelo menos não deu sono) apesar de ser focado na insuportável insossa Drª Neela…rsrs. Aliás nesse dia quase tive uma overdose de Neela, pois pela manhã assisti o 1º episódio da 14ªtemporada (“The war comes home”) que tem foco na Drª Chatice que conseguiu se meter numa encrenca e ser pisoteada bizonhamente, mas também foi um episódio legal.
    Gostei mais da segunda parte do sonho apesar do melhor desfecho ter sido o da terceira parte.
    Como foi tudo um sonho louco até os personagens que ela encontrou na escada fizeram um sentido, talvez para lembrarmos que tudo não se passava de um sonho.
    Gates péssimo (embora um pouco melhor, pois também quase não apareceu); Sam ganhando minha simpatia a cada episódio; Morris impagável, sensacional com seriedade e ótimo humor; achei que poderiam ter explorado mais a minha querida DrªCorday, adoraria vê-la em ação novamente, foi morna sua participação, uma pena; creio que acertaram o tom da personagem DrªBanfield, não está mais tão caricata, está mais real; e aquele australiano sem noção, não me convence…poderia ter ficado lá pela Austrália, adoraria ver Neela com Ray, não por ela mas é que adoro ele.
    No mais voltaremos a programação normal no próximo episódio com Gates fezendo M…pra variar.
    Abração Thiago e parabéns pela originalidade e criatividade dos seus texto, tudo uma delícia!

  33. sonylena

    Bianca….assisto o In Treatment, e adoro o Dr Paul, adoro o ator tb…rsrrs é muito legal poder ver o trabalho da psicologia retratado na tv, de uma forma original e sensível, vc nunca pensou como seria bom ter um terapeuta como ele???rsrrs

  34. Kryshna

    Acho q consegui entender como foi esse epi. Mais uma vez, obrigada, Thiago! Detalhou tudinho!!!
    Só ñ acho q tenha sido um epi tããão bom.

    Msm assim, é meio difícil comentar sem assistir e como tô dando uma fugida pra ler o texto, tenho q ser rápida.
    Então, só umas notas:
    Uma pena q a participação d Corday tenha sido tão superficial. Esperava q fosse algo mais impactante. Gostava tanto dela.
    Pois é, pelo texto lembrei msm d Grey’s com essa narrativa d Neela. E isso ñ é nada legal. Pôxa, é a última temporada!!! Originalidade, por favor!!!
    Banfield bitch… hauhauhauhauhauhau…
    Jerry apareceu d novo!!! Mas ele volta d vez???

    Bom, é isso. E incrivelmente próxima quarta tb ñ vou poder ver…Céééééus!!!!!!!!!!
    Mas venho aqui ler a review, com certeza!!!

  35. Bianca Cavani

    Sonylena,
    Seria bom ter o Paul como psicanalista, mas fatalmente ocorreria aquele “probleminha” da transferência. Eu acabaria igualzinha a Laura, já na primeira frase que ele dissesse…

  36. Thiago Sampaio

    Tati (32) Encontrou a resposta? =) Qualquer coisa, sinta-se livre pra postar nos tópicos de lá. Negócio que aqui, infelizmente, por não ter filtragem de assunto, não vai dar pra comentar spoiler =T

    Heloísa (34) Igualmente respondendo tardiamente (é estágio que não acaba mais… argh!) e obrigado pelo elogio =) Sobre Neela, coitada: prevejo que será a mais queimada possível nessa temporada final. E verdade: o que aconteceu com ela no 14×01 foi patético. Ele indo prum protesto depois de ter visto Ray… Nada a ver. A review do 14×01 http://teleseries.com.br/review-er-the-war-comes-home/ tá passando toda na minha cabeça huauahuahauauh Negócio que… o episódio até que não é tão mal. Mas ainda assim, prefiro a que eu escrevi http://www.fanfiction.net/s/3580589/1 Sobre Gates, curioso que nesse episódio em particular, não tive nada contra ele. Assim como o Brenner: já sou mais ele que o Ray. E a Corday… Mesmo bem fraquinha a participação dela. Mas siga acompanhando a reta final: momentos melhores virão =)

    Kryshna (36) Vlw =T Mas pena que não esteja podendo assistir. Mas nem baixar você pode? Lá na comunidade tá todo disponível. E legendado. No mais, sim, o Jerry chegou pra ficar. No natal ele pediu pra Morris um emprego no County e Banfield aceitou. E pára de perder episódio inédito, uai XD Tenta pegar as reprises ou baixa lá na comu do orkut. Está perdendo alguns bons momentos…

    Bianca & Sonylena (33,35,37) Me metendo no meio da conversa… eu adoro essa série. As vezes acho que exageram um pouco na dose (principalmente no segundo ano) mas no mais, é das melhores séries que já vi ultimamente. Aliás, aqui no site, já falei umas três vezes sobre ela.
    *Quando não foi indicado ao Emmy:
    http://teleseries.com.br/os-injusticados-do-emmy-em-terapia/
    *Falando sobre o retorno da série, com spoilers do 2º ano
    http://teleseries.com.br/spoiler-de-volta-ao-diva-a-nova-temporada-de-em-terapia/
    *No A Semana Lá Fora, falando do último episódio
    http://teleseries.com.br/a-semana-la-fora-o-final-especial-de-prison-break
    E me metendo mais ainda no assunto… ai, Laura… hauhauhauahua

  37. Bianca Cavani

    Thiago, você não se mete no assunto: você o deixa mais interessante…
    Ah, então assiste também ao In Treatment? Pensei que você só gostasse de séries de médicos do corpo, e não os da mente…

  38. Priscilla

    Olá Thiago! Descobri seus textos hoje e estou adorando, parabéns!
    Depois do imeeeenso (rsrsrs) dedicado ao último episódio, já segui para este pra ver o que você tinha achado, e estou com algumas outras páginas de reviews abertas pra ler já já…

    Bem, como apaixonaaaaada por E.R que sou, adorei rever Corday. Dei gritos aqui em casa quando a vi! Fez lembrar as minhas temporadas preferidas. Mas bem que a participação dela poderia ter sido melhor, mas foi perfeita se comparada àquela participação “entra mudo e sai calado” do Kovac!

    Quanto a Neela: ahhh eu até gosto dela :)! E torço (apesar de achar pouco provável) para que ela fique com o Ray!

  39. Thiago Sampaio

    Bianca (39) =) E sim. Gosto muito dessa série. Alías… somos fãs de ER… dá pra perceber que temos bom gosto, não?

    Priscilla (40) Olá procê também. E só agora? Poooxa… Tô nessa faz uns 5 anos e ainda tem gente nova chegando… Mas faz mal não: antes do que no fim, não? E perdão, a coisa aqui é tudo gigantesca huahauhauhauhua E infelizmente, quando um episódio vale a pena, o texto é maior ainda (como o último de Abby ou o retorno de Mark). Negócio que vai ter mesmo uma penca de coisa pra ler, se não se cansar no meio do caminho. E garanto que vou dar um feedback sempre ;-) No mais, sou fã da Corday mas a participação achei muito sem sal. E na torcida da Neela? Isso é raridade… Ultimamente, o povo tá descendo o sarrafo nela. Bom que chegou alguém pra defendê-la… Até pq, digo um negócio: ela vai precisar e muito de uma defesa, viu? huahauhauha

  40. Juliana Lima

    Bom, eu ao contrário de muitas pessoas adorei o peisódio, principalmente porque adoro aquela sinfonia do Bach que é tocada no epi. Só um parêntesis, eu não sei se os roteiristas sabiam, mas no livro intermitências da morte, de Saramago, essa sinfonia do Bach é a única cois que faz a morte “desistir”, é algo que encanta a morte…

    Se eles sabiam, foi de muita sutiliza, já que o episódio gira em torno da morte e quase morte do sonambulo e da garota. Se não sabiam , foram muito felizes na escolha!

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