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Review: ER – Coming Home

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ER - Coming Home
Série: ER
Episódio: Coming Home
Temporada: 14ª
Número do Episódio: 298 (14×08)
Data de Exibição nos EUA: 15/11/2007
Data de Exibição no Brasil: 21/2/2008
Emissora no Brasil: Warner

Foram dois meses de reprises. Os momentos finais de Blackout, um dos episódios que mais mexeu com a opinião do público, não tiveram sequência por causa de um longo hiato imposto pela Warner, que meio que esperou o fim da greve pra retornar com seus inéditos. E demorou tanto, que deu até tempo pros roteiristas voltarem à trabalhar. Mas não tempo o suficiente: Abby chorando no aeroporto enquanto se lembrava da transa com Moretti é algo difícil de esquecer. E esse deslize pareceu ser bem maior agora que Kovac voltou pra casa…

Nesta temporada, disse algumas vezes que o Luka de Goran Visnjic não estava fazendo falta no seriado. Talvez eu estivesse pegando pesado demais: seu retorno foi sim muito bem vindo. Claro, não senti tanta falta dele quanto Abby sentiu, mas vá lá. Porém, por causa de Lockhart, acredito que nunca mais terei respeito por Kovac. Desde sua chegada, até a última cena, eu ficava sorrindo e soltando um “corno” em minha mente. Eu sei, maldade. Mas inevitável.

Dirigido por Laura Innes, nossa Kerry Weaver, Coming Home começou esquisito: todo seu primeiro segmento foi dedicado apenas para o núcleo de Tony Gates. Provavelmente não sou o cara mais imparcial pra falar disso, mas acredito que depois do episódio Blackout, ninguém tava nem aí pra Gates e sua capelã hippie. Pelo menos o forte de seu núcleo, Sarah, retornou, apesar daquele exagero dos seriados em que todos os adolescentes são estupradores em potencial. Seus velhos avós (Frances Conroy, de A Sete Palmos, grata surpresa substituindo a avó original) reconheceram que uma adolescente não se encaixaria vivendo com os avós no interior. Descobriram o Brasil. Quem ainda não fez a descoberta foi a produção, que insiste em dar pra esse cara mais destaque do que merece.

Há anos falo que o foco do seriado não deveria ser num casal, mas sim na influência que sua vida pessoal tem em suas carreiras. Como não tem ninguém mais ferrado que Abby, acredito que era o que todos queriam ver no momento. Soltando patada pra tudo que é lado (nos amigos Pratt, Sam e Neela, num paciente e em seu pai cadeirante) a nuvem negra que pairava sua cabeça sumiu depois que viu Kovac no corredor. Corrida até o amado e abraço apertado? Deleite para as fãs, mas eu estava era rindo dele…

Teve algo mais patético do que a topada de Moretti Mussolini com o casal 20? Eu não diria “patético”. A cena foi de uma naturalidade tremenda (créditos para diretora) mas a situação em que colocaram o pobre do Kovac e a adúltera da Abby… Por sorte, ER não vive num universo maniqueísta: não há definição concreta do bem e do mal, como nos folhetins novelescos (apesar de ER vez ou outra parecer com novela). Assim como Weaver e Romano não eram 100% vilões, Abby não é sempre a Madre Teresa de Calcutá. Ela tem várias falhas, que acabaram sendo condensadas nesse episódio.

Sua falta de paciência com amigos e pacientes quando tem um problema pessoal foi motivo de inúmeros pedidos de desculpas nos últimos minutos de hoje. Mas não teve como falar com o marido: além de terem se visto rapidamente no County, ele trouxe o irmão a tiracolo (seria muito óbvio eu dizer que ele não é a cara de Kovac?) e pra aguentar sua situação, Lockhart mandou ver no álcool. Declínio total. Ah, um lembrete: qual é a desse seriado que uma vez ou outra coloca seus personagens vomitando de stress? Weaver no All In The Family, Carter em Beyond The Repair e um familiar em The First Snowfall (curiosamente todos roteirizados por Jack Orman) regurgitaram à vontade, assim como Abby depois da topada com Moretti.

Mas o episódio não viveu só de maridos traídos e vômitos na pia: teve seu lado cômico encabeçado, claro, por Archie Morris e o novato Harold Zelinski. Talvez tenham ido longe demais nas situações dos dois, mas a meta deles era a comédia, e isso conseguiram. O abestalhado Zelinski estava pronto pra seu baile e provavelmente sua primeira vez na noite de hoje. Apesar de ser aluno de Neela, os “melhores” conselhos que ele recebeu vieram todos de Morris, colaborando com bebida, roupas, cantadas e até um carro. Apesar de surreal, a amizade entre os dois está ótima – infelizmente, colocando Pratt cada vez mais pra escanteio.

ER - Coming HomeApesar de jovem, Harold mostrou-se competente (e com sangue-frio) enquanto aliviava a pressão toráxica de um paciente sem sedação. Quem testemunhou o procedimento ficou surpreso, mas Morris foi quem encerrou a cena com chave de ouro, ao reclamar do terno alugado agora sujo de sangue. O terno foi trocado, por um outro ridículo, mas a noitada não aconteceu: o garoto prefiriu ficar do lado do pai do paciente enquanto uma complicação na cirurgia não era estabilizada. Completamente estranho. Mas completamente dócil. Harold não é nada crível, mas e daí? Foi agradável de ver.

Tão agradável quanto Morris. Mas este não é novidade: apesar de ser responsável pelo lado cômico, Archie é de longe a melhor coisa da temporada, mesmo com suas situações over the top. A competição do queijo foi uma delas. O passado de ER tem um grande histórico de pacientes idiotas, então os britânicos passarão ilesos pela minha crítica. O que pecou foi a obviedade da solução criada por Morris. Sugerir cortar o queijo no meio e checar qual lado preferiria ceder a ver seu troféu ferido acabou sendo interessante, mas não sei se ele precisava citar Salomão. A piada já estava na sugestão. Não precisava entregar o ouro desse jeito. Mas ele ganhou pontos comigo pela cutucada em David Beckham.

Faz tempo que não assisto a 14ª temporada. Sem inéditos aqui e nos EUA, tive que me “contentar” com as reprises antigas. Insisto: o final da 8ª temporada apenas pelas manhãs é uma ofensa. Mas apesar de meses sem um episódio, não deu pra esquecer que apesar da audiência, a temporada está boa. Além das expectativas. Só que a participação de Tucci se encerra hoje. Exatamente: Moretti não aparece mais em ER. Não tenho certeza se havia algo programado e atrapalhado pela greve, mas aparentemente o novo Chefe do PS sai desse jeito, às pressas, pra ver o filho problemático. O personagem que chegou pra dar um gás na medicina no local, infelizmente, será lembrado como o cara que veio só pra comer Abby. Pena.

Semana que vem, Pratt, sumido hoje, terá mais destaque e boas conversas com Kovac. E um bom caso médico vai movimentar o PS num episódio dirigido por Paul McCrane, o finado Robert Romano. Ele e Weaver em seqüência? Legal.

E em tempo: com o fim da greve, como já informado aqui no Teleseries, ER, que tinha filmado 13 episódios antes da paralisação, terá mais seis roteiros para a conclusão dessa temporada. E não é só isso: a produção está negociando com os estúdios Warner uma redução da cota do preço por episódio de ER (hoje em torno de 8 milhões cada) para que o seriado se renove para a 15ª temporada.

A razão pede o fim desse seriado há anos. Mas a emoção fala mais forte: seria muito estranho não ter mais episódios inéditos desse seriado. Estou começando a pensar que uma piada de Will & Grace deverá ser levada à sério: talvez George Clooney volte a interpretar Doug Ross em 2026, na 32ª temporada. E não se enganem: eu iria assistir sim.

Séries citadas:

23 Comments

  1. Paulo Antunes

    Thiago, eu aprendi esta passagem do Rei Salomão assistindo Chapolin (aquele-que-tá-aqui-atrás, rerere).

    Nossa, eu achei que depois da Hope não era possível criarem nenhum personagem mais infeliz, mas este Zelinski bate todos os recordes.

    Eu realmente não gostei deste episódio e achei uma covardia tirarem de cena o Moretti. Fiquei com a impressão que foi simplesmente por falta de saber o que fazer com ele e o casal Lubby…

  2. Paty

    Amei a volta de Luka, foi fantástica, estou extremamente curiosa pelos próximos acontecimentos, o alcoolismo da Abby está deixando uma grande angústia, pois ela está enfrentando esta barra praticamente sozinha… Se alguém souber onde consigo baixar os episódios desta 14ª temporada, por favor me passem penelope_atena@hotmail.com, grata!

  3. Paulo Fiaes

    O personagem que chegou pra dar um gás na medicina no local, infelizmente, será lembrado como o cara que veio só pra comer Abby. (2)

    gostei do NERD q colocaram, ora bolas, isso pode acontecer, é raro, mas pode, e sim, Morris é a melhor coisa da série.

    esse foi o primeiro ep. q vi da temporada, havia desistido no ano passado, até q foi legal, mas poha, Abby traindo Luka, ahh, sei la, por mais q vc diga q nao Thiago, pareceu novela sim.

    e nada haver essa saída de Moretti, por essas e outras q n dá pra assistir mais ER, sao muitos erros pra poucos acertos.

    e a cena do queijo achei ridicula, apesar de ter gostado do Morris

  4. Eduardo

    Acredito que esse episódio tenha tido seu valor. Geralmente, os roteiros de Zabel se emplacam entre os melhores (com raras exceções, principalmente algumas na 13a temporada). É claro que a direção de Laura também ajudou.

    Eu esperava muito mais de um personagem como Harold. Eu esperava que fosse capaz de recriar a ingenuidade e o brilhantismo do Carter jovem.

    Até esse episódio eu tinha essa esperança pro Harold, mas depois disso acho que ele foi pro fundo do poço, a ponto de ficar pior que o Gates. Acho que a credibilidade beira o ridículo de tão caricato. Nem Morris chega a esse nível.

    O último episódio pré-greve, Atonement foi uma atrocidade pro personagem e todo o núcleo cirúrgico. Aquela partida de hockey mais o banho terapèutico me fizeram sangrar os olhos. E olha que Atonement também teve uma das melhores histórias de paciente dos últimos anos. Foi um episódio literalmente bipolar.

    Quanto a Abby, acho que o vômito foi muito bem executado, tanto na atuação quanto na direção. Pode até ser um exagero por parte de ER, forçar seus personagens ao vômito por stress, mas já faz 5 anos que não temos um momento desses, e quando a história leva seus personagens a esse ponto, a carga emocional faz isso valer a pena.

    Jack Orman pode ter sido o mestre dessa arte, mas tava na hora de Zabel seguir esse passo. Agora só faltava colocar mais uma cena de desastre gigantesco… Acho que com pouca grana fica difícil.

  5. Marcia

    Estou torcendo para que a Abby sofra bastande com dor na consciência, pois nesta temporada cheguei a conclusão que ela não é alcoolatra e sim LUKÓLATRA, pois é só ele sair de perto dela que ela começa a fazer uma caca atrás da outra! E nesta temporada ela tá pior do que nunca! To trocendo pra ela chegar bem fundo no poço, pois ela não merece ser feliz! Quando as coisas estão caminhando bem pro lado dela, ela faz questão de estragar tudo! Lembra do Carter? Coitado… sofreu o diabo com ela! E a mãe dela? Comecei a achar a Abby muito bitch a partir do episodio “Bloodline (1401)” q ela achava q só ela sabia o que era bom pra ela e pro bebê q estava querendo nascer antes da hora.
    Sobre a oitava temporada… toda vez que vejo os episodios referentes a despedida do Mark… choro muito! Pra mim foram os mais marcantes de todas as temporadas.

  6. Monica

    Thiago, suas Reviews sempre maravilhosas, elas completam o que a gente assistiu um dia antes!

    Em tempo: nunca pensei dizer isso, sempre achava que ruim com ele, pior sem, mas QUE CHEGUE LOGO ESSE FIM DE ER!!! Não aguento mais ver Abby buscando esse sofrimento sem fim e repetitivo. Luka faz falta sim, pelo menos mudava um pouco esse panorama – Abby sofredora. Morris salva a temporada. Queria que Neela morresse, ninguem ia sentir falta. Confirmamos que Pratt é bom, qd ele não é mto atuante no episodio e faz uma falta grande.

  7. Monica

    Thiago, suas Reviews sempre boas, elas completam o que a gente assistiu um dia antes!

    Em tempo: nunca pensei dizer isso, sempre achava que ruim com ele, pior sem, mas QUE CHEGUE LOGO ESSE FIM DE ER!!! Não aguento mais ver Abby buscando esse sofrimento sem fim e repetitivo. Luka faz falta sim, pelo menos mudava um pouco esse panorama – Abby sofredora. Morris salva a temporada. Queria que Neela morresse, ninguem ia sentir falta. Confirmamos que Pratt é bom, qd ele não é mto atuante no episodio e faz uma falta grande.

  8. Carlos Tubs

    Primeira vez comentando um review de ER (já li todos do site e são excelentes), como já comentei na notícia sobre as prováveis novas temporadas de ER e Scrubs, acompanhei a série no Globo, no Sony daí fiquei sem TV paga e agora estou tirando o atraso (falta ver 9ª, 10ª, 11ª, grande parte da 12ª e a 13ª estou vendo agora nos finais de semana de manhã).

    Agora falando do episódio de ontem: foi um bom episódio, eu havia baixado no começo do ano, porque haja paciência pra esperar. O começo com o Gates e a eterna Michelle Dessler é meio chatinho, você fica querendo que passe de uma vez… Mas até que el não foi tão irritante neste episódio.

    Pra mim os nomes da temporada são Abby e Morris, eles estão carregando a série nas costas. A Maura Tierney está dando um show com sua Abby bebum, na 8ª temporada que passa de manhã ela já deu uma amostra, mas agora com menos personagens na série o alcoolismo dele pôde ser mais explorado e ela está fazendo muito bem. Como você Thiago, não senti muita falta do Luka, mas a volta dele foi bem vinda. Também lembrei dos outros vômitos que já aconteceram na série quando vi a cena da Abby!
    Eu não peguei a fase em que o Morris era um porre, mas sem dúvida ele se tornou um personagem muito importante em ER, só espero que não exagerem demais com ele pra não ficar batido, espero que ocorram mais momentos “dramáticos” com ele como em “Office Down”.

    Agora o Harold, tem vezes que eu até acho ele suportável, mas quando o vejo só consigo imaginar o dr. Cox de Scrubs chamando ele de Betsy ou Britney… Até que ele não foi tão ruim no episódio, claro teve o velho clichê do médico novato que prefere ficar com o paciente a ir para a festa, mas a parte que ele “abre” o menino foi bem boa.

    Quanto ao Mussolini:
    “O personagem que chegou pra dar um gás na medicina no local, infelizmente, será lembrado como o cara que veio só pra comer Abby. (3)
    É um pena que não foi possível vê-lo atuando como médico, como Kerry fazia quando ela era a chefe do PS, mas foi uma boa participação.

    Como o Eduardo disse a história da Neella, que já não está lá grande coisa, só vai piorar nos próximos episódios. Bem que podiam matá-la, descobrirem que o Romano está vivo que nem o Tony Almeida de 24 horas, a Corday recuperar sua licença pra praticar medicina e voltar e, claro, o Benton voltar. Acabaram com o Centro Cirúrgico, todos são péssimos!

    E pra terminar: finalmente assisti “On The Beach”, que episódio! Demais, sem palavras. Mark, Corday, Rachel, até a Ella, todos estavam perfeitos!

  9. Leonardo Toma

    A OR realmente não é a mesma coisa… E Neela como principal personagem desse núcleo não ajuda nada também. Por isso que digo (de novo): contratem Leland Orser (Dr. Dubenko) como regular, porque dentre os novos personagens ele é de longe o mais crível. E ainda tem um potencial imenso pra plotlines dramáticos com sua irmã com problemas mentais.

    Maura dando um show de interpretação com a Abby bêbada. A cara dela quando vê Luka na sala de Trauma foi realmente maravilhosa. Concordo com o Thiago também sobre o Morris nessa temporada. Uma surpresa agradável.

    E sobre a renovação da série, como disse no outro tópico, se for pra ter mais uma temporada, que ela seja feita com muito cuidado e com o intuito de fechar todos os arcos sem nenhum estapafúrdio dessa série que se bobear ultrapassa Law & Order…

  10. Mica

    Ao contrário de você, Thiago, e talvez pela primeira vez na minha vida (e quem sabe a última) as cenas com o Tony foram as únicas que eu gostei realmente.
    Eu odeio o Tony, isso é fato. Acho que o personagem não acrescenta nadica de nada à série, mas…tudo estava tão patético nesse episódio, que vê-lo com a ex-Michelle e a Sarah foi a melhor coisa que pôde acontecer.

    Abby me irritou. Ela vem me irritando. Pessoas viciadas (tanto em drogas como em álcool) têm a tendência de me irritar, principalmente por conta das conseqüências de seus vícios, e eu tive vontade de dar uma surra na Abby desta vez. Depois de tudo ela ainda joga metade da latinha de coca e coloca álcool!? Arf!

    Kovac…eu senti falta dele, mas por algum motivo ele não me empolgou nesse episódio. A minha recepção a ele foi super fria, como se ele estivesse deslocado.

    Já o Moretti, confesso que não consegui compreender muito bem qual foi o grande problema do filho e porque ele precisava largar o emprego por conta disso. Só sei que foi um desperdício sem tamanho de um personagem que era tudo de bom.
    E nunca me conformarei por usarem-no para fazer a Abby trair o Luka….mas é como eu disse, viciados e suas conseqüências. Arf!

  11. Marina

    Não gostei do episódio… sua seqüência (fanfiction), Thiago, colocava esse episódio no chinelo!!!!!
    Após tantas expectativas e reprises não vimos o desfecho do adultério de Abby.
    A melhor cena, na minha opinião, foi, disparado, a do Harold, dando um show, salvando o garoto com aquela cara de songo-mongo e deixando os mais experientes estupefatos!!!! Ri muito! ADOREI!!!!!!!
    E, fala sério, o Luka nem sentiu o aroma de… o que era aquilo, vodka? no quarto de Joe? Esse sim, se saiu o maior songo-mongo do episódio…
    Vamos ver no que isso vai dar…

  12. Thiago Sampaio

    Paulo (1) Pior que eu tbm! Mas, sei lá, ainda acho que não precisavam entregar tanto assim, de bandeja, o desfecho da piada. Tbm acho que Chapolim fariam um imenso sucesso no prime-time da Warner. Harold me irrita, passa do ponto, mas hoje, gostei dele. Já Moretti… é isso mesmo. Foi que nem com o pai da Abby: criaram à esmo e se perderam…

    Paty (2) Passa na comunida de ER, lá no Orkut:
    http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=49675254

    Fiaes (3) Moretti, realmente… disperdício.

    Eduardo (4) Acredito que você vá gostar do meu review de Atonement. Mas é só o 13ª epi. Temos tempo até lá =p

    Marcia (5) Bloodline foi o 13×01. E sim, a dependencia q Abby teve do Luka foi forçada. Coisa de colegial, sei lá. Quiseram criar uma dependencia romantica, mas ela atingiu o fundo do poço com essa “saudade”. Forçaram a barra.

    Monica (6,7) Yey! =)

    Carlos (8) Comenta sempre, cara. E vlw as visitas

    Leonardo (9) No Valentine’s Day, a Warner inventou de passar All in the Family. O episódio é ótimo, mas não sei se a morte de Lucy seria apropriada pra comemorar esse dia… Enfim: Romano, Benton e Lizzie (com Anspaugh de coadjuvante) dão um banho tremendo em Dubenko, Crenshaw e Neela. The OR is dead. Mas Dubenko merece sim uma promoção à fixo…

    Mica (10) Sério? Eu… meio que gostei do epi, sei lá. Gostei do tom humorado do núcleo Morris/Zelinski, assim como o retorno de Luka. Claro, eu tava era rindo do croata, mas acho que vlw. Ah: semana q vem, a participação dele será bem melhor que na de hoje. Sobre Moretti: Paulo falou disso no primeiro comentário… a produção se perdeu e criou essa do filho.

    Marina (11) Vlw =) Cronologicamente, a fic seria o 14×09, o da semana que vem, mas ele é muito bom. Dá pra ficar com ER ainda. Mas que Luka ficará cada vez mais patético, ficará sim ¬¬

  13. Rafaelly

    Tá na hora de ER acabar…Por mais q isso parta meu coração, não dá mais!!!
    Eles não tem mais o q inventar pra Abby e ficam nessa história de colocá-la pra beber de novo…Fica até senm sentido.
    O problema de ER é q eles passaram a centralizar as história na vida dos médicos e não no próprio ER como era antes, tendo a vida dos médicos como pano de fundo.Sendo assim, eles ficam sem história rapidamente, pois nõ há mais nada o q se falar de Lubby ou dos outros…estão apnas enchendo linguiça. A proposta de ER se perdeu em algum lugar da oitava temporada. Agora já é qualquer coisa, menos ER!

  14. Vanessa VM

    Até que enfim, né, Thiago. Não agüentava mais reprises… Só serviu para me deixar viciada em outras séries também (Samantha Who?, Law & Order, House, etc).

    Voltando à ER, a Abby vomitando me fez lembrar na hora, de Weaver e Carter, (talvez porque me enchi do horário da Warner e comprei um gravador de dvd p/ matar a saudade das outras temporadas). Revi essas cenas nesta semana.

    Moretti teve seu talento desperdiçado. Adorei quando ele entrou no final da 13ª temporada, deu um “gás” para ER. Mas sou obrigada a concordar c/ vc Thiago, vou me lembrar dele sempre por ter transado com Abby e pela forçada de barra da produção em ter produzido esse acontecimento totalmente desnecessário. Deixasse ela “só (?)” bêbada!!!

    Prá esquecer dos problemas de Abby, só mesmo o pastelão com Morris ou a boa participação de Harold, nesse episódio. Foi bem bacana a dedicação dele com o paciente e o pai. Me lembrou da antiga forma de fazer ER. Torço para melhorarem as cenas de Neela, finalmente, longe de Gates.

    Imagino que estejam deixando Pratt de lado, porque ele quer sair do seriado e estão pensando na 15ª temporada. Já deu p/ perceber que eles (produção) são um pouco vingativos c/ o pessoal que quer sair ou que eles forcem a sair… Que o digam: Ray, Susan, Corday… e Luka, que foi traído, mesmo com todos os bons momentos do casal e a falta da lua de mel.

    Seria ótimo eles produzirem um final de 14ª e uma 15ª (se houver mesmo) temporadas com mais dedicação e amor ao que estão desenvolvendo, p/ que não sejamos forçados (por puro vício) a assistirmos tantas cenas e talentos desperdiçados.

    Desculpe o desabafo, Thiago. Prometo me conter na próxima semana. Adorei a volta das tuas reviews.

  15. Giselle Bauer

    Não foi isto tudo. Episódio apenas bom.
    Adorei ver o Luka de volta e aquele abraço me emocionou. Mas tem uma coisa que eu não entendi direito e me passou batido até que uma menina lá na comu falou sobre isto. O Luka passou um tempão
    ajudando o irmão com o pai que está morrendo ficando longe da mulher e do filho daí ele volta e o irmão vem junto ? O pai deles não está morrendo? Deixaram ele sozinho? Sinceramente não entendi. A Abby tá meio confusa fiquei com pena dela na cena final. Até que eu estou gostando do Gates com a Julia ela tem mais a ver com ele. Quanto a Sarah realmente iria ficar muito complicado para os avós dela . Aquele lance do queijo achei chatinho. Eu curto o Harold ele é um figuraça e achei super bacana ele com o pai do menino.

  16. Cristiano (Highlander_Master)

    Eu achei o episódio bom, não mais que isso. Porém é impressionante eu sair satisfeito depois de um episódio de E.R., depois de tantos anos…

    Apesar de eu achar que a série já deveria ter acabado, eu vou curtindo enquanto está no ar. E é bem possível que em 2026 eu ainda estaria assistindo… hehe.

  17. Marcia

    Thiago Sampaio escreveu às 22/02/2008 às 04:48 pm (12) Marcia (5) Bloodline foi o 13×01. (falha na hora de digitar… eu sabia… “falha nossa!”
    Monica escreveu às 22/02/2008 às 02:26 pm (6)”Queria que Neela morresse, ninguem ia sentir falta.” (eu tb na minha opinião nem cena romântica fica bom com ela, não passa emoção)
    Carlos Tubs escreveu às 22/02/2008 às 03:14 pm (8)
    “Como o Eduardo disse a história da Neella, que já não está lá grande coisa, só vai piorar nos próximos episódios. Bem que podiam matá-la, descobrirem que o Romano está vivo que nem o Tony Almeida de 24 horas, a Corday recuperar sua licença pra praticar medicina e voltar e, claro, o Benton voltar. Acabaram com o Centro Cirúrgico, todos são péssimos!”
    Concordo plenamente! Apoio total!

  18. Luciana

    Putzs,eu estava ficando nervosa com aquele comecinho com o Gates ,pensando ”hei,dona Laura,há outros personagens também,sabia?”Mas , felizmente,o Gates foi o único que me irritou no episódio,mimha opinião sobre o Harold mudou completamente(posso dirigir todo meu ódio ao Gates e a Sarah)e teve o Luka,acho que a Laura sempre consegue fazer boas cenas com a Abby (A hopeless wound ,Strange bedfellows)Morris e os queijos me alegraram o dia,a Neela pareceu meio cínica ”Estamos brigadas?” Mas deve ser implicância minha,enfim,eu gostei do episódio,pelo menos isso depois de esperar 2 meses e 19 dias,né? Foi legal assistir com o meu irmão que sempre implica com Er e se divertir com o Morris também,quando o Luka falava com a Abby eu só pensava ”Luka,seu tolinho”,eu sabia que era o último do Moretti,pelo estilo das cenas,sempre gostarei do Stanley Tucci por causa do dr.Mussolini,Goran é muito bonito,sim,é claro,mas ele também é um ótimo personagem e espero vê-lo mais vezes

    Só para não perder o hábito: eu nunca vi a Warner dar comercial em horas mais inapropriadas,no meio do abraço da Abby e do Luka,etc,etc. Ah,e a promo repetida? Queriam dizer o que?

    1(minha tese)- deu erro lá,semana que vem tem inédito

    2 (tese do meu irmão)-semana que vem é o mesmo epi

    3 estão zoando da nossa cara

    Tiago,voce falou do final da oitava temporada,eu estou acordando umas duas horas mais cedo pra fezerminhas coisas e poder assisitr o epi,só não deu pra ver Brothers and Sisters,mas como seria legal assistir Coming Home as 22 e The letter as 23,mas parece mais provável que isso nunca aconteça,nem mesmo que acabe na 14 temporada,eu queria que tivesse uma 32 temporada com o Joe,o Cosmo,o Henry e a Ella como med students,o filho do Malucci,a Tess e a Kate como residentes e o Reese como residente? é óbvio,mas é um conceito do próprio ER morrer mais cedo com qualidade ser melhor do que delongar por mais tempo moribundo,só pra ganhar mais dias.

  19. Ari

    Eu amo assistir er mas não dá prá negar que nunca penssei que a Abby fosse tão egoista sempre senti que apesar do alcolismo, era uma pessoa forte ,responssavel ,poxa o marido viaja por causa do pai doente e ela desaba, quantas mulheres criam os filhos sozinha?E a saida do Moretti como vamos saber o ,que o filho estava aprontando,estes seriados que me deixam a ver navios me dexa maluco!!!!!

  20. Thiago Sampaio

    Rafaelly (13) A decisão mais sensata é realmente terminar o show. Eles estão indo longe demais. Verdade, tudo que tinha que ser feito, já foi realizado.. inúmeras vezes. Nesse ritmo, Abby vai acabar num manicômio apenas pq é algo “novo” no show. E olha que isso nem é tão absurdo: esse foi o destino de Doc, paramédico protagonista de Third Watch, outra série de John Wells.

    Vanessa (14) Aproveitei pra ver Sopranos. Perfeito. Perfeito! Sobre Pratt, não sei se tão colocando ele de escanteio. Semana que vem ele terá uma boa participação. Honestamente… eu acho é que eles não sabem o que fazer com o personagem. Eles tão perdidins com alguns. E desabafa sempre. Quanto mais texto pra eu ler, melhor =)

    Giselle (15) O irmão de Luka foi uma forçação de barra. Goran não ficará muito tempo no seriado e meio que empurraram esse Niko na goela. MAS se ele voltou, é pq o pai melhorou, certo? Então o irmão veio junto. Curiosamente, falando um inglês com menos sotaque que o dele. E eu não tô com pena de Abby: de vez em quando é bom pagar pelos erros. Quanto ao humor, eu gostei. E do Gates… nem um pouco huhauhauhauha

    Cristiano (16) É isso aí: até o fim! Meus filhos não nascidos ainda verão um inédito de ER.

    Luciana (18) Talvez mude novamente de opinião sobre o Harold. Tão forçando muito a barra. E Laura é sim das melhores diretoras da série. Mas não sei se eu gostaria dos filhos dos personagens como médicos. Mesmo que de brincadeira… Days of our Lives total! hahauhauhauhaua E a Warner errou apenas a promo. Semana q vem é inédito.

    Ari (19) Assisti desde pelo menos a entrada da Abby? A mulher é o egoísmo em pessoa. Vai começar agora a 9ª temporada e ela foi tão, mas tão coitadinha com os problemas, que secou Carter até a última gota. Claro, as fãs ficaram do lado dela ¬¬ Mas essa daí é uma egoísta. Moretti sair assim? Disperdício

  21. Luciana

    Na verdade,toda vez que eu vejo o Harold,eu penso ”por que o Harold e não o Grady”,esse epi foi uma exceção,ele e o Morris foram muito engraçados,só o que me irrita é o Gates e a Sarah,eu vou ao absurdo de ir no tv.com e ler só os créditos dos epis e ver se tem a Chloe sei lá o quê,pra ver se naquele episodio somos agraciados com a sua ausência

    Não acho a Abby egoísta,o fato é que ela ficou tantos anos solitária,com relacionamentos que não davam certo e quando finalmente é feliz com o Luka ele vai embora,sei lá,acho que eu acabaria fazendo o mesmo. O Carter é que foi um egoísta,fez ela desmanchar com o Luka e ficava implicando com ele,aí vai pra áfrica sem nem avisar ou se importar com ela e dá o fora por carta,e ainda existem ”Carbys”,isso eu não entendo,eu gostava de Carter e Wendall,mas ele quis ficar com a Makemba e danou-se,pra mim,um bem feito

  22. Giselle Bauer

    Thiago pode ser isto então o pai deles melhorou e o Luka trouxe o irmão e não tinha notado neste lance do sotaque do Niko. Quanto a Abby ela errou feio mesmo mas sei lá o que acontece que eu não consigo ter raiva dela.Ela chorando ali no final fiquei com pena.Sobre o Gates eu joguei a toalha
    você viu que eu nem defendi ele ahahahaha.
    Mas eu te entendo quando a gente não gosta não adianta eu sou assim com a Neela. Eu nunca vou elogiar ela ahahaha. Luciana (21) do Gates eu gosto mas tenho que concordar com você sobre a Sarah . Ela também me irrita profundamente. Chatinha demais.

  23. Vivi araujo

    Bem, digo que esta temporada me decepcionou um pouco. Ao contrário de outras, bem mais emocionantes e que realmente causavam grande expectativa (principalment a 12ª, na minha opinião), esta trouxe episódios que desapontaram.
    Quanto à Abby, ao contrário do que muitos pensam, não a considero uma estúpida viciada e adúltera. Eu convivo com alcóolatras, faço medicina e digo e repito: o alcoolismo é uma doença. Enquanto pessoas normais tomam 1 ou 2 copos de vinho e fikam numa boa, o alcoolatra sente necessidade d tomar cada vez mais, e isso vai além da própria vontade, extrapolando o próprio auto-controle. Axo q a Maura Tierney está encarando muito bem esse papel e mostrando que um alcoolatra se descontrola por completo, alterando tudo à sua volta. Lamento muito que existam pessoas que desconheçam o que realment é esta doença e a encarem como uma bebada miserável. Antes de atirar a 1ª pedra, creio q seja melhor a pesquisa. Além disso, torço muito por um final freliz entre ela e o Luka d modo a mostrar às pessoas, principalment ao grupo alcoolatra, que quando se está disposto a mudar e a superar o vicio, dá p reconstruir a vida e ser feliz.
    Quanto ao resto do elenco, devo expressar minha admiração pelos personagens Harold(q inicialment num passava d um nerd desajeitado e agora mostra seu rela valor) e o morris (o unico que me diverte e me faz rir durant os episódios). Sem dúvida, estes dois saum d+.
    Quanto à neela e à sam, axo q as duas andam meio sem sal ao longo dos episódios. só cumprem ordens e agem sem surpresa alguma. apesar do episodio 300 ter mostrado uma sam um pouco mais corajosa, naum muda muito o meu conceito sobre ela.
    o tony?? desde q ele abandonou a meg, ele num passa d um galinha sem noção.tá certo q eu axo muito fofo o fato dele ser o pai da sarah, mas eu num vejo muito empenho dele neste papel.
    bm, esse é meu desabafo

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