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Reviews

Review: ER – Age of Innocence

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ER - Age of InnocenceSérie: ER
Episódio: Age of Innocence
Temporada: 15ª
Número do Episódio: 3167 (15×08)
Data de Exibição nos EUA: 20/11/2008
Data de Exibição no Brasil: 29/7/2009
Emissora no Brasil: Warner

Voltemos à realidade. Depois de uma saudosa viagem ao passado, hora de prosseguirmos com o presente de ER. Felizmente, isso não é de todo mal. Claro, não temos Mark e companhia fazendo participações especiais, a protagonista (“primeiro nome do elenco”, vá lá) é uma perdida e um dos personagens passou por uma extrema mudança de caráter, mas a 15ª e última temporada segue como uma grata surpresa. Não é perfeita, verdade, mas qual seriado com essa longa duração consegue causar emoções tão fortes como as de Age of Innocence? Mesmo que em seus minutos finais…

Todos se lembram da entrada de Simon Brenner no seriado, certo? Queo dizer, se você já assistiu Owner of a Broken Heart não tem como esquecer. O autraliano surgiu na cama com duas mulheres, se divertia com pacientes à beira da morte e ofendeu da pior maneira possível alguns pobres estagiários. Foi simplesmente terrível: ER, uma série com escassez de protagonistas, introduzia no elenco alguém extremamente antipático e odiável. Deu que a produção pareceu ter reconhecido a mancada e corrigiram um pouco do Dr. Brenner. “Um pouco”? Na verdade, viraram o personagem do avesso. Mas cá entre nós, não estou ligando muito pois pra mim a mudança deu certo.

No final da temporada passada, Neela dormiu com Simon no quer parecia ter selado seus destinos: Rasgotra era “a vadia que não merece Ray” e Brenner é “o pior personagem da história de ER“. Nesse ano, a indiana segue meio perdida, mas o australiano não. Didático e sensato com as palavras e ações, Simon mostrou-se mais do que um fruto do nepotismo de Anspaugh: é alguém que merece mesmo trabalhar no COunty.

Mudanças, mesmo que abruptas, carecem de explicação, e usaram o argumento de que Brenner foi abusado sexualmente na infância. Misógeno e hipersexuado? Nem sempre a explicação pra isso é pedofilia (Charlie Harper?) mas como estamos falando de ER, um seriado conhecido pelas tragédias vivenciadas não só pelos pacientes, mas também pelos protagonistas, isso caiu como uma luva. Não sei se esse era o plano inicial quando Brenner fora criado após a greve dos roteiristas, mas os principais elementos desse passado de abuso aconteceram só nesse ano, em Haunted (episódio com Ray) onde ele tenta por um pouco de consciência na mãe promíscua de dois adolescentes.

Hoje, a confirmação veio de forma chocante. Um professor de música acusado de pedofilia deu entrada no PS depois de queimarem sua casa. A esposa, que estava ao seu lado, se fere de maneira grave e requer mais cuidados. O coitado, precisa ser passivo durante toda situação, pois mesmo depois de inocentado, ninguém, nem mesmo seu cunhado, acredita nele. Parecia mais um caso claro daqueles episódios em que um homem vai acabar morrendo injustamente, o que parecia se confirmar com ele sendo espancado (minha nossa, que surra).

Durante toda essa situação, Brenner se mostrava indiferente ou irritado com o professor. Morris, imparcial como todo bom médico deve ser, interfere e exige explicações de Simon, já que sem Banfield por perto ele é o líder do PS (e isso é ótimo). Então, numa das melhores atuações já feitas na série (sem exagero), o ator David Lyons rouba a cena numa tomada que dura mais de dois minutos, e de maneira muito convicente conta como seu personagem fora abusado na infância. Não bastasse ainda a forte declaração, o relato da maneira de agir de um pedófilo é mesclado com cenas do professor revendo a garotinha, que fora o motivo dele ter sido espancado no PS. O miserável era mesmo um pedófilo, e encerrou o episódio com mais uma vítima à caminho. Chocante.

O roteiro de hoje foi de Janine Sherman Barrois, seu 13º e último pela série. Se você acompanha a algum tempo meus textos, deve saber que a tenho como algoz e a considero uma das mais rasas roteiristas de ER, desde sua entrada no 12º ano. Mas quando o roteiro pedia situações densas, Sherman retomava seus bons momentos de Third Watch e não decepcionava. A garota psicopata desse ano, o sequestro envolvendo Morris e a mulher que acorda de um coma de 13 anos (apenas pra se lembrar que fora estuprada ao lado da mãe) são todos exemplos desses momentos. Mas soltar uma revelação bombástica no final do episódio não basta pra fazer dela uma boa roteirista.

Por outro lado, também temos o trabalho final de alguém, mas diametralmente muito melhor: esse foi o nono e último episódio dirigido por Paul McCrane, o finado Robert Romano, que mostrou à todos na semana passada que ele saiu de ER um milhão de anos cedo demais. Sempre num balanço perfeito entre humor e tragédia, McCrane não decepcionou em seu trabalho final, tendo um desfecho melhor que o de Chulack (esse no retorno de Ray). Posso citar vários exemplos, mas vou me ater apenas ao tratamento duplo nas salas de trauma, onde foram utilizados quase dez personagens numa tomada, e em uma cena de atendimentos médicos, algo que raras vezes acontece.

Não bastasse a complexidade de encaixar tantos personagens na tela, ainda houve momentos para pequenos detalhes, como o discreto olhar de Morris para Andrew durante a cantotomia. Segundos depois da observação, Morris chama Neela com educação, mas certa urgência. Nessa curtíssima cena, com méritos totais pra McCrane e Scott Grimes, deu pra perceber só no olhar de Archie algo como “ele vai acabar fazendo besteira e precisamos de alguém mais experiente aqui”. Exagerei? Aliás, também exagero se disser que… Archie Morris, que em dois episódios seguidos virou alvo de confidências importantes, está com uma presença de tela digna de Mark Greene? Pelo amor de Deus, não estou comparando os dois de forma alguma! Mas pensem bem: tanto Morris quanto Grimes não estão perfeitos no papel?

ER - Age of InnocenceQuem está longe de perfeição é Neela Rasgotra. Até mesmo na excelente cena dirigida por McCrane, Neela aparentava ser o elo mais fraco do momento. Quero dizer, só o que ela fazia era massagem cardíaca, enquanto que Andrew realizava um dos procedimentos cirúrgicos mais sangrentos da série. Pedir que na cena houvesse uma complicação maior na outra paciente seria demais, mas algo mais forte tinha de acontecer pra impedir que Neela auxiliasse Andrew num caso tão grave. O conflito entre os dois, aliás, foi tão fácil de se escolher um lado pra torcer, que deu até pena de Rasgotra. Não porque Ray disse estar namorando. Não porque ela teve que ver Brenner se beijando com outra. Não porque ela foi processada. Mas porque ela é a Neela, a personagem que não sabe quem diabos ela é. E viva Dubenko por esse golpe em sua goela.

Julian Morris, intérprete de Andrew Wade, participa apenas pela sexta vez na série. São 109 episódios a menos que Parminder Nagra e sua Neela Rasgotra, mas o suficiente pra causar muito mais empatia que a indiana. Concordo que Neela já teve momentos muito melhores em seus cinco anos de série, mas na sua temporada derradeira ela não podia estar tão perdida. Ainda mais sendo o primeiro nome nos créditos. Por outro lado, de maneira discreta, Andrew revelou-se como um personagem muito carismático, principalmente fazendo trio com sua irmã Daria e a colega Tracy, mas de maneira tardia. Acreditem ou não, ele só volta mais uma vez, quando participar do vigésimo episódio da temporada.

Enquanto isso, no seu episódio 51, John Stamos continua não sendo uma boa idéia. Simon Brenner era um péssimo personagem, mas em menos de quinze episódios teve uma grande melhoria. E Gates continua perdido. Apesar das cenas de extrema felicidade ao lado de Sam e seus respectivos filhos, Tony segue escorregando com seus arcos. Ajudar o mendigo é o equivalente a ajudar o pai de Sarah e a si mesmo, pois todos são veteranos de guerra, seu melhor amigo não teve ajuda quando precisou e morreu de overdose. Mas e daí? Não ligo muito. Juro que tentei, mas não consegui. Não fosse o bastante, ele ainda arrasta Sam nos maus momentos. Taggart não brigou com Kovac por ele ser fechado e não gostar de falar do passado? Então o que diabos fazia ela seguindo Gates com seu carro depois de levar um coice atrás do outro? Pena nem todo personagem como Brenner consegue uma mudança de rumo.

Pena também que semana que vem, apesar dos bons momentos com Morris (sempre ele) a temporada dá seu primeiro escorregão. E justamente no episódio focado em Sam. Bem, isso é pra depois, por mais que a Warner fique nos tentando com promos que revelam mais do que devem. Mas o que esperar do canal que dedica lindas e longas chamadas sobre o histórico último ano de ER, e não é capaz de exibir os primeiros anos ou mesmo criar um horário decente para as reprises desse 15º ano? Me desviei um pouco com o desabafo, mas… é isso. Age of Innocence não teve ninguém do passado da série, mas mostrou o melhor de seu presente. Apesar dessa fase ridícula de Neela e Gates.

P.S.: com o evento da semana passada, acabei me esquecendo, mas é bom informar que Deezer D., o enfermeiro Malik, já se recuperou da cirurgia de coração e passa bem.

Séries citadas:

34 Comments

  1. sonylena

    Engraçado…mas tb tive a sensação de que voltamos á realidade…sem Mark e participações especiais, mas a vida segue e eu gostei bastante do epi.
    Vários pacientes, todo mundo trabalhando, e apesar de sempre gostar da Neela, sou obrigada a concordar com vc que ela está mais perdida que cego em tiroteio…rsrsrs e para mim, a melhor parte foi a dura do Dubenko… rsrsr, eu tb estava pensando isso, ” e quando ela era interna???” ela já nasceu sabendo??? foi muito legal, pena que a participação dele não é muito grande, mas mesmo assim ele é muito especial..
    Gostei do Gates, ele me parece um pouco mais centrado, mas sério, e a Sam ( sempre achei ela chata) cometendo os memos erros de sempre, foi legal a cena do café da manhã…bem familia.
    Acho estranha a mudança de personalidade do Brenner, apesar destas mudanças acontecerem em ER..no entanto ele está mais agradável, e a cena dele falando das características junto com a cena do paciente, foi bem bolada e terrível..
    Vamos aguardar semana que vem, quem vai morrer??? meu filho brincou que é perigoso trabalhar no County, pois sempre morre alguém…rsrrs
    Abraços e até…..

  2. Vania M.

    Thiago,
    ER valeu mais uma vez. Não fica nada para dizer porque você disse tudo. Foi realmente de parar o coração as cenas finais, digna de grandes diretores. Acho que discordo um pouco de você no quesito Gates, ainda acho que é uma pessoa tentando dar o melhor de si, a cena do café da manhã dele e da Sam com os problemáticos filhos me fez bem, finalmente pareciam uma família feliz. A Neela foi mesmo a vadia.

  3. Heloísa Helena

    Puxa Thiago, parabéns mais uma vez! É muito gratificante assistir o episódio e depois no dia seguinte vir aqui e ler o que vc sempre brilhantemente escreve.
    Gostei do episódio, principalmente do “toco” que a insuportável da Neela leva do competente Dubenko. Não vai a hora disso acontecer, ele sabiamente deu corda pra ela se enforcar e deu certinho…petulante, arrogante e incompetente! Parece até que nasceu sabendo…um nojo! Vê se pode?! Bem feito!!!rsrs.
    Caramba, e a surpresa que o cara era mesmo um pedófilo? Muito bacana, estava morrendo de pena daquele monstro, dei graças a Deus de terem recuperado a visão dele, pra no final o sacana ser culpado das acusaçãoes mesmo e pior ainda prestes a fazer mais uma vítima…terrívelmente bem bolada a história!
    Sam e Gates são de longe o casal mais mala sem alça de ER…prefiro nem comentar…rsrs.
    Valeu mesmo, Thiago! Que bom queo o Deezer D., o enfermeiro Malik está melhor.
    Bjs.

  4. eloisa

    Olha essas cenas marcantes e reveladoras de ER nao podem hoje acontecer sem envolver o melhor personagem que ja vi na serie nos ultimos anos o Morris, eu detestava ele no começo, mas agora nao me canso de ver cenas com ele, muito bem trabalhadas, e a atuaçao dele sempre brilhante.
    Uma pena o Andrew nao ser mais aproveitado na seria.
    A Neela pra mim e a pior personagem, mais chata q o Gates, a unica vez q gostei dela foi quando tinha o Ray e msm assim fico aliviada q nada aconteceu entre eles, ele nao merece ela.
    Brenner foi fantastico no episodio de hoje, a cena dele confessando com o Morris e de arrepiar, uma atuaçao brilhante, e uma histori comovente!
    Muito bom o episodio.

  5. Eduardo

    Vou ser o mais honesto e franco possível:

    Achei esse episódio uma tremenda bosta!!

    Uma coisa que eu nunca gostei em nenhuma série incluindo ER foi a tática do roteirista que utiliza manipulação emocional para sustentar a trama, ainda mais quando essa forçada de barra sacrifica o realismo do ambiente. Pior ainda quando o público cai na cilada.

    Pra começar, Paul McCrane pode ser um ótimo diretor (e o episódio admito que foi bem dirigido), mas sua escolha de Stephen Spinella pra viver o papel do pedófilo foi péssima. Ator excessivamente caricato e teatral. Ainda não apaguei da mente sua péssima performance de Miles Papazian em 24 Horas. O cara não sabe fazer outra cara senão a da cobra perversa.

    A menina que fez amizade com o cara é outra personagem fora da realidade, e também de péssima atuação. Ninguém de 12 anos agiria de forma tão inocente ou ingênua assim, ao ponto de cair na conversa do cara. Isso é um insulto ao realismo de ER.

    Ainda me lembro dos bons casos, quando Doug Ross tratou de uma menina de 13 anos que estava grávida. Naquela época, o caso não era tratado como um evento chocante, e sim como parte do cotidiano. Ou mesmo o caso do pedófilo que sentia culpa pelos sentimentos que possuia na nona temporada e queria ser internado pela psiquiatria do hospital. Esses eram casos REALISTAS e bem executados pelos roteiristas.

    O que passou nessa semana não é um enredo de ficção convincente. Se aproxima mais de um Linha Direta ou Dateline NBC, programas manipulativos e feitos para meter medo no público e fazer com que esse público gaste mais com segurança ilusória.

    Sempre perdoei alguns excessos de Janine Barrois, mas essa mania de criar finais chocantes é algo que não me faz nenhuma falta. Não foi tão necessário no episódio da Molly Price, e certamente foi desnecessário neste. Péssima herança de Third Watch. Essa é uma produtora que já sai tarde da série.

    Até perdôo o comportamento nada profissional do Brenner até porque essa história de abuso ainda morde ele pelas costas mais tarde na série. De certa forma, esse episódio ajudou a dar um impulso a Brenner e seu relacionamento com Neela.

    Morris tornou-se o Mark Greene de 2008/2009. Nunca imaginei que o maconheiro de 2003 fosse tornar-se o centro moral da série a ponto de todo mundo soltar seus demônios internos pra ele.

    Gates foi uma das melhores partes do episódio pra variar. Eu me simpatizo com seu background de guerra no Iraque. O fato dele querer ajudar o mendigo como uma forma de se perdoar pelo pai da Sarah funciona, pelo menos para mim.

    Também fiquei satisfeito com a dose de realidade que Dubenko jogou em Neela. Andrew continua um dos melhores estagiários retratados nos últimos anos.

  6. rosangela

    Thiago, ao contrario do Eduardo, gostei de TUdo. ate me arrepiei com a bronca de Dubenco em Neela(nossa! como ela mereceu!!) e no final com as declaraçoes de brenner fiquei pasma, eu achava q o cara era inocente… e esse historia realmente acontece, pois tenho como experiencia propria, q amigos ja relataram e tambem fiquei na duvida. sera????? enfim como sempre vc esta de parabens, disse tudo q eu pensava do episodio. vlw!!

  7. Paula Salatino

    Oi Thiago! Adorei sua review. Concordo com cada linha. Às vezes nem venho comentar (mas leio SEMPRE), pois parece que não nada tenho a acrescentar além de “review perfeita, concordo com você, parabéns”. E você disse que não fica à vontade com elogios (te entendo bem, também sou assim). Mas é só isso. Parafreseando o Romano, quem mandou escrever tão bem? Nada a acrescentar.

  8. Diego Presti

    Gates não é fase é ruindade mesmo. Teve um razoável momento quando seu relacionamento com a Sam estava “às escondidas.”
    Neela, definitivamente, é isso que tem que se esperar dela, ou seja, nada. Não crio mais expectativa quanto a participação dela. Só faltou o Dubenko dizer “Chupa Neela.” Isso ficou por minha conta…rsrs.
    O episódio funcionou muito bem sem a Angela Basset. Não fez nenhuma falta. Mérito do Scott Grimes e do David Lyons que “mataram a pau” ontem. Primorosa atuação do australiano.

  9. Thayse

    Ótima review, o episódio achei bom, mas nada demais. Essa coisa de “manipulação emocional” pode ser muito manjado às vezes, mas é um recurso de qualquer seriado e muitas vezes funciona. Confesso que caí direitinho no teatro do pedófilo, pensei que ele era inocente, mas no fim a “surpresa” de quem ele realmente era… fiquei com muita raiva dele dando o bote na menininha, e achei muito merecida a surra, devia ter levado mais. Pra mim as atuações foram bem realistas, acreditei no que vi, acreditei que aquela menininha era tão inocente a ponto de fazer amizade com aquele homem. Achei ela meio pequena demais pra já ter doze anos, mas mesmo assim, acreditei nisso. No meu mundo crianças ainda se comportam e pensam como crianças, não acho que uma menininha de doze anos como aquela deveria ter a malícia necessária pra desconfiar do cara.
    Absurdo é achar que uma menina de treze anos grávida é coisa normal.

    Quanto ao Brenner, acho que a história do abuso justifica o comportamento que ele tinha até pouco tempo. Ainda não sei o que o fez mudar radicalmente, mas mudou pra melhor. Só não entendi o tal namoro instantãneo dele que já está sério. Tipo, até ontem ele tava arrastando asa pra Neela.

    Que mel tem o Morris, que agora todo mundo resolve confessar seus fantasmas do passado pra ele??? Achei a cena boa, mas pensei tipo “o Morris de novo?”. Ele próprio não tem ninguém pra conversar sobre a morte do Pratt. Seria bom o hospital ter um psiquiatra para os médicos, como no Grey´s.

    A Neela me deixou com muita raiva dela, quando pediu pro Dubenko tirar o interno dela! Como assim, mulher?? Uma residente sênior, até hoje não aprendeu a ensinar?? Como se já tivesse nascido sabendo tudo. Achei perfeito o sermão que ela levou do Dubenko, perfeito! Era bem o que ela merecia ouvir!! Quando ela era R1, sempre tinha quem a ensinasse, quem consertasse as burradas dela… agora “esqueceu” tudo isso. Lá é um hospital-escola, se ela não está gostando que caia fora!!

    E o Andrew, amei!! Arrasou no procedimento. Ele tem jeito pra coisa. É o meu R1 preferido esse ano. Me deixa indignada como ele vai ser mal explorado, logo agora que ele virou médico de verdade!!

    PS: alguém sentiu falta da Chefa?? Por mim ela nem precisava voltar, ficava o Morris de chefe e tudo certo! E ainda acho que tinha que ter mais médicos naquela emergência, já tem um pingo de gente e o Gates resolveu passear em pleno horário de serviço.
    PS2: tudo bem que a Chefa pediu pros internos terem uma postura mais profissional, mas isso não significa vir trabalhar vestida como a Tracy! No mundo real, não existe quem consiga fazer plantão na emergência de vestido e salto alto!! Que coisa mais falsa. Ainda se ela estivesse na dermato, psiquiatria, até vá lá. Roupa de médico que trabalha é o pijama do hospital. Ela parece que só vem trabalhar pra desfilar.

  10. marília

    achei o episódio top de linha!

    em diversos momentos fiquei em dúvida sobre a verdade do pedófilo. Até que precisou de uma vítim (simon em atuação estonteante) pra reconhecer o perfil do malfeitor e me convencer. Fiquei horrorizada pela cena com a garotinha mas ao mesmo tempo admirada pela direção e edição da cena.

    Eu adoro Andrew. E já tinha tomado o lado dele há tempos (e não tem nada a ver com o fato dele ser gatinho. juro!). Neela tá inacreditavelmente insuportável!!! e se achando. hahaha.. já fez tanta merda naquele E.R, várias vezes ofuscada pela “limitada intelectualmente” Abby e agora vem arrasar com o talentoso Andrew. VIVA DUBENKO! VIBREI qnd ele perguntou quem ela pensava que era!!!

  11. Thiago Sampaio

    Sonnylena (1) Também já gostei de Neela. Muito. Mas o problema dela é ser uma inconstante ambulante. A cada 5 episódios ela é uma pessoa diferente, aí fica difícil… Brenner mudou, certo, mas foi uma “correção de curso” e ele será o mesmo até o fim da série. Quanto ao episódio que vem… Quem vai morrer? Mistério. Respondo só na próxima semana. E seu filho não está muito errado não huahauhuahua

    Vania (2) Obrigado =) E pois é… Gates vem sendo um calo pra mim desde que entrou na série. Não sei dizer, mas me esforço mesmo pra tentar empatizar com o cara, mas não dá certo. O café da manhã? Gostei. O desenrolar da trama com o mendigo? Não. E pobre Neela =P

    Heloísa (3) Obrigado mesmo. E preciso confessar que o retorno tem sido tão bom (não digo só os elogios, mas o número de postagens mesmo) que tô me empenhando mesmo pra tentar fazer um texto legal toda semana =) No mais, Dubenko merecia mais tempo de tela, o desfecho do episódio foi mesmo muito tenso e a pobre da Sam tá sendo arrastada na opinião pública junto com Gates. Salvem a enfermeirinha!

    Eloisa (4) Assino embaixo. Morris é o cara e minha relação com ele é a mesma que a sua: odiava o personagem, e hoje o vejo como peça excencial. Por outro lado, a Neela que já teve bons momentos, vai perdendo terreno e no final da série não deve mesmo ser lembrada como uma boa personagem. Já o Brenner…

    Eduardo (5) Eu não sei se iria tão longe numa má crítica à esse episódio. Stephen Spinella… Confesso que não me lembro de seus trabalhos anteriores, mas depois de escrever a review me arrependi de colocar um comentário: seja o personagem (um mentiroso convicto) ou o ator (pela maneira de falar), achei ele muito parecido com Benjamin Linus de Lost. E se, pelo menos pra mim, consigo fazer essa comparação, não sei como critíca-lo de forma pesada. Eu gostei. E acho que essa ingenuidade acontece sim, viu Eduardo? Só checar notícias na web… Quanto ao comportamento de Brenner, na comunidade do Orkut falamos de um episódio da 1ª temp toda quinita feira. Hoje vimos The Birthday Party, onde Doug descobre que uma criança fora chutada de uma janela pelo pai. A cena de Doug espancando o homem é a mesma do de Age of Innocence. Não vou defender Barrois (nunca mesmo) mas esse não foi de tão mal. Tente se lembrar do resto do episódio: ele foi muito bem executado. E de novo… Morris é o cara. E como as opiniões são diferentes e isso é normal, por mim, esse arco de Gates nunca deveria ter existido.

    Rosangela (6) Obrigado =) Também continuo achando que o impacto causado pelo final do episódio foi muito bem vindo. E que Neela tá mesmo perdida e precisando de orientação (e umas porradas) de Dubenko.

    Paula (7) Poxa, muito obrigado mesmo =) Mas mesmo… sei lá, concordando com as idéias, acrescenta algo sempre, por favor =) Mais do que escrever a review, garanto que acho bem mais… divertido fazer um feedback aqui nos comentários. Não teve um “a” que tenha pra falar? Nadinha? “^^ No mais, muito obrigado mesmo!

    Diego (8) Gates e Sam às escondidas? Sei não… Naquela fase em que eles fornicaram em todos as salas do hospital e foram até pegos em audio e vídeo, achei tão fraco. Pelo menos no relacionamente desse ano, onde nem mesmo deram um beijo em cena, eles parecem mais maduros. Mas, como você disse, Gates é ruindade mesmo. Neela é a outra. Também aprendi a não esperar nada de positivo da indiana. E realmente, esqueci de falar da ausência de Basset (acho que é a mesma coisa, não?) mas o espaço pra Lyons e Grimes foi mais do que merecido.

    Thayse (9) Também acreditei na versão de inocencia dele. Acho que por isso o final do episódio ganhou minha confiança. E digo o mesmo da menina: essa é uma idade de inocência, de acreditar em quem parece legal mas não é. Compartilho a mesma opinião que você aqui. E Simon com nova garota? Bem, Neela não quis então a fila anda. Quanto ao Morris como conselheiro… pensa bem, não sobrou mais ninguém. Esse era o papel de Abby, e sem ela, ficaria pra Pratt. Que morreu. Então é com Morris mesmo. Quem seria? Gates? As pessoas sairiam mais traumatizadas do que antes. E Neela… completamente errada hoje. Demais! Pena mesmo que não tenha mais interação com Andrew. Ela ganharia muito com isso.

    ps1: tava comentanto isso com Diego… o fato d’eu não ter falado sobre isso acho que pelo menos esclarece a minha opinião =P Quanto ao número de médicos, está mesmo escasso, mas vamos dar um desconto porque é a mesma quantidade do primeiro ano da série. Nem toda temporada tem o luxo de ter tanta gente como os anos 6 e 8. Também não há mais dinheiro no orçamento do seriado =P
    ps2: é uma patricinha mesmo, e apesar de não haver um motivo, em breve vamos vê-la usando avental verde mais do que qualquer coisa.

    Marília (10) Sigo com a mesma opinião: acho que o final só funcionou pra quem queria acreditar na inocência daquele ‘coitado’. E nem se preocupe… huahuahuahuauha Acho que até Howard nessas horas (lembram dele no ano passado?) teria preferência diante da Neela de hoje. E Dubenko precisa agir mais assim. Meio diferente da época que ele se demitiu, mas who cares? =P

  12. Claire

    Eu gostei o epi,foi um dos meus favoritos até aqui.A cena final com o Brenner e o Morris valeu muito.O australiano mandou ver adorei a interpretação dele…tbm gostei da direção,go Romano!heheh
    Neela perdida como qse sempre foi na história de ER… é uma pena,porque no início achava que o personagem dela tinha potencial… mas nunca conseguiram dar um rumo pra ela,fazer o que?!
    Gostei dos estagiários,tbm não senti falta da chefona e Sam e Gates…well foram Sam e Gates! enfim,eu não curto muito esses dois.
    Feliz pelo Malik… e até semana que vem,Thiago rs

  13. Odiei ER

    Chocante??? FOI RIDÍCULO! A roteirista idiota justificou tudo que or Brennan fez. Foi um dos piores finais de ER. Odiei. Acho que passei uns cinco minutos parada olhando pra tela, com ódio. Minha m~çae também achou ridículo.
    Aquele finalzinho meloso do Brennan chorando e descrevendo a cena.. argh! Odiei. Muito. Muito. Muito.

  14. Carlos T.

    Eu gostei do episódio, me surpreendi porque pensei que depois do episódio maravilhoso que foi a volta do Mark as minhas expectativas estavam muito baixas, vai ver por isso gostei muito.

    Sou um dos que acreditava na inocência do pedófilo e o final realmente foi uma surpresa pra mim, ponto pra Paul McCrane que, como o Thiago disse, teve uma despedida melhor que o Chulack.

    Que bom que fizeram um episódio com destaque para o Brenner, conhecemos um pouco do passado dele. Comecei a suspeitar que ele tinha sofrido abuso sexual quando percebi o jeito que ele tratava o paciente. David Lyons se revelou um ótimo ator, a cena dele com o Morris no final realmente foi ótima.

    Os estagiários continuam ótimos, a cena deles no Lounge foi muito legal,mas sem dúvidas a melhor cena foi o Andrew imitando a Neela pra Daria. É uma pena que ele só aparece em mais um episódio dessa temporada, poderiam aproveitar mais o pessoal da OR que desde a 10ª temporada foi perdendo espaço na série.

    Também é uma pena o que estão fazendo com a Neela, um personagem que tinha tudo pra dar certo, mas David Zabel pelo jeito não sabe o que fazer com ela. Gostei dos foras que ela levou neste episódio, estava metidinha com os estagiários e no próximo episódio ela vai levar mais alguns foras.

    Gates pra mim não fez falta, o seu arco do mendigo pra mim também não precisava ter existido, pelo m,enos poderiam ter escolhido um ator melhor pra fazer o mendigo, porque esse é horrível!

    Esse episódio marca o fim da excelente fase do que vem seja ruim, não é, mas poderia ter sido melhor… isso fica pro review da semana que vem.

  15. Eduardo

    Interessante a comparação entre Spinella e Michael Emerson. Mas ainda acho Ben Linus muito mais fascinante. Em matéria de atuação, acho que Emerson é muito mais sutil e versátil do que Spinella jamais poderia ser.

    Mesmo que isso possa acontecer na vida real, eu acho difícil levar a sério o conceito da inocência ao extremo que esse episódio assume. Eu não era assim aos 12 anos, e ninguém que eu me lembre da minha 6ª série agiria daquela forma.

    Posso estar errado, mas é minha percepção disso tudo.

    A impressão que fica é uma versão muito americanizada de direita (no melhor sabor Bush) de retratar uma situação dessas. Fica parecendo muito mais um jornal das 10 alarmista do que apenas um caso no hospital.

  16. Eduardo

    E além do mais, a noção de que abuso só pode ser a unica explicação pro médico ser um tarado sexual promíscuo é tão absurda quanto alarmista. Podiam ter N fatores que poderiam contribuir pra personalidade de Brenner. Fazer dele uma vítima de abuso é uma solução muito fácil pra um roteirista.

    Mas eu deixo essa passar, até porque a transa com a Neela domesticou Brenner de forma absurda, ao ponto dele tornar-se um personagem bastante agradável.

  17. Tati Siqueira

    Comecei a assistir o episodio beleza tudo certo, cenas normais de ER, a chata da Neela que não sabe se casa ou compra uma bicicleta, o estagiário que fez M(ao falar com os familiares da paciente passada)e parecia uma criança que a professora não deu 10 5 estrelinhas…..Gates e a Sam em mais um capitulo minha familia feliz(ecaaaaaaaaaaa, que porre), dai pensei – poxa um episodio chato e morno, mas vamos lá AMOR a ER.

    Mas não é que o episodio me supreendeu e me agradou muitooooo; Morris sempre abalando geral, Brenner(que ainda não me conquistou, mas que melhorou 99%)dando um de preconceituoso(mas que percebeu o que ninguém conseguiu ver), o Pedofilo(que eu jurava de pé junto que era inocente credito ao ator)que surra foi aquela??????

    Neela que como professora seria uma ótima faxineira e a faxineira seria 10 x melhor do que ela. A chamada que o Dubenko deu nela foi infinitamnente merecida, ela estava se achando deus?????????( O estágiario mandou muito bem) E que cena final, não sabia onde começava uma e terminava a outra, muito boa a atuação do Brenner, e o Morris quem diria se transformou em confidente das pessoas.

    Semana que vem já vi as chamadas da Warner e meio que já sei o que irá acontecer, mas estou pensando seriamente em baixar, pois a Warner fez besteira novamente e vai mudar a grade de novo ou seja ER 23:00,poxa eu levanto as 06:00 da matina não dá né, e antes que eu perca acho melhor baixar.

    Thiago meus comentários estão ficando cada vez maior…..rsrsrsrsrsr

  18. Sophia

    Eu amo ER ,gostei muito do episódio, eu gosto da Neela e fico encomodada quando o personagem recebe tantas criticas ,se Neela é do geito que é ,é tão sómente culpa dos roteiristas,ou alguem ai esqueceu que estamos falando de um seriado?!!!Gostei da mudança que ocorreu com Brenner,não dava pra engolir do geito que ele era,mas ao contrário de Neela os roteiristas acertaram agora a mão.

  19. Carlos T.

    Tati (17) pelo o que eu vi nos sites da Warner e do Séries Online ER continua às 22 horas nas quartas. E a partir das 20 horas de segunda a sexta da semana que vem o canal vai reprisar temporadas antigas de Cold Case e enquanto isso NADA dos 4 primeiros anos de ER…

  20. Tati Siqueira

    Carlos é verdade, como vi a mudança de Fringe nem me toquei de olhar a grade horária de Er…..rsrsrsrs
    Poxa podiam mesmo passar os 4 primeiros anos né…..eu ia amar. Valeu pelo toque

  21. Thiago Sampaio

    Claire (12) O legal de ver uma série com foco em diversos personagens, é que há parcelas do publico que ora adora, ora odeia alguém. Mas como eu disse semana passada, ninguém é intocado como Mark Greene, então mais do que normal. Digo isso porque… sou defensor ferrenho da Sam =P Apesar de concordar com você sobre Gates e Morris. E o mesmo vale pela cena final. Enquanto teve muita gente que odiou, teve os que gostaram. Pelo menos a cena conseguiu uma coisa: foi polêmica o bastante pra criar discussão.

    Odiei ER (13) Se alguém veio com tanta veemência sobre o pouco que gostou do episódio (a ponto de trocar o nome pela opinião) não precisa nem argumentar nada. Mas que eu gostei, gostei.

    Carlos (14) Bem notado. A ausência de expectativas depois da semana passada era inevitável e meio que ajudou no 15×08. No mais, sem ter que repetir seu comentário (concordo em boa parte com tudo) não sei se esse marca taaaanto assim um fim de uma boa fase. O marasmo é normal em todo meio de temporada. Negócio que teremos só alguns episódios meio discutíveis, depois voltamos com tudo.

    Eduardo (15) Só pra constar, minha comparação foi bem grosseira. O estilo pode ser o mesmo (até o personagem foi semelhante) mas não quero colocar esse Spinella no patamar de Michael Emerson, pois o Ben Linus é muito melhor. Quanto a sua concepção de inocência, podemos usar várias coisas do 15×04 Parental Guidance. Em ambos episódios tinhamos um paciente/familiar que era culpado em certas ações, e havia o uso da inocência infantil. Mas enquanto que no da garota psicopata fica muito claro, bem antes do final, que ela era mesmo psicopata, hoje nem todo mundo sacou que o professor era pedófilo. Aliás, acho que todo mundo queria era acreditar na inocência dele. Quanto as crianças, ainda acho que essa idade é muito cedo pra um surto psicótico, mas cabe sim muita inocência. Eu era extremamente inocente até pelo menos os 14 anos. Acredito que cabe sim pensar que muita criança nessa idade é inocente sim. E você pode dizer tudo de ER, menos que ela é uma série de direita. O seriado de Wells é um que mais abertamente criticou a administração Bush. ER sempre foi muito crítica. O problema é que esse assunto é delicado demais…

    Eduardo (16) Já isso pode ter sua parte de verdade. Colocar toda a explicação do perfil de Brenner pelo fato dele ter sido abusado na infância, parece simplista demais, mas vamos lembrar que esse show sempre exagera nas tragédias pessoais. Abby é quem ela é porque a mãe era bipolar e a seguia com uma faca. Ross é quem é porque o pai abandonou a família. Susan não consegue um relacionamento maduro porque veio de uma família ferrada e por pouco não vira uma Chloe. Luka é fechado emocionalmente porque perdeu a família na guerra. Carter brigou com os pais porque o irmão morreu de câncer. A série sempre pegou a decisão mais extremada e a usa como resposta pra psique dos personagens. Então… aceito mais essa. Acho até melhor do que uma “simples” transa com Neela. Não é possível que ela seja melhor do que duas ao mesmo tempo, não é?

    Tati (17) Fé que vamos até o fim! Huahuahuahuahau E mais uma vez, fica o exemplo de que o episódio depende muito da interpretação da cena final: quem gostou, adorou o episódio, quem não foi com a cara, odiou tudo. No mais, pode seguir seguindo com textão que não tem problema. Muito pelo contrário =)

    Sophia (18) Okay, okay. Isso tem sua base de verdade. Sei o quanto é difícil ouvir duras críticas de alguém que a gente gosta, mas… Bem, quando elogiarmos ou falarmos mal de alguém, sempre teremos que lembrar o lado da produção? É complicado mesmo, mas as vezes tem personagem que não ajuda. É uma explicação bem rasa e não deve ser levado muito a sério, mas das vezes que escrevi fanfics (episódios amadores) de ER, personagens como Susan, Abby e Morris eram facílimos de se escrever, enquanto que outros, como Neela, se mostravam muito perdidos. O problema de Neela é de base: ela é uma personagem sem rumo definido, que muda na mão de cada escritor e aí complica muito. E nem todos conseguem ser corrigidos como Simon.

    Carlos&Tati (19,20) Já ficou esclarecido, mas só pra confirmar mais uma vez: no Series OnLine e até mesmo no site da Warner já é possível ver a grade do próximo mês e ER continua com seus inéditos nas Quartas às 22h.

  22. Patrícia

    Gostei do episódio, claro que nada se compara com o episódio passado, mas foi bom… o Morris cada vez melhor, Gates cada vez mais chato (também não gosto dessa história do mendigo)…
    Também sou daquelas que acreditava na inocência do cara, mas aquela cena final foi ótima.

    E pessoal, parem de ver promos da Warner, não vale a pena… ainda que esse só mostrou a cara da Sam assustada… ainda bem que já assisti tudo, então não vou ter surpresas desagradáveis em nenhuma promo… lembro até hoje quando a Warner mostrou a explosão da ambulância do final da temporada passada… como essa Warner é incompetente…
    Concordo com você Thiago, como eles fazem belos comerciais sobre a série, e não reprisa as primeiras temporadas? E nem reprisa o episódio da semana em um horário decente???!?!?

    Pra variar, excelente review, Thiago!

  23. Taciana

    A única coisa que estragou o episódio foi o Gates, essa história do mendigo deveria ser tão comovente, mas simplesmente não mexe comigo por mais que eu tente me compadecer, é como aquela história das crianças que tinha um menino parecido com Frodo, foi tão forçado que não me comoveu.
    Dubenko foi genial! Eu tava até com raiva dele no começo, tipo: como assim ele deixa essa incompetente fazer o que quiser? Ainda bem que ele me mostrou que eu estava errada!
    Acho uma pena que os novos internos sejam tão mal aproveitados, o último interno que eu gostei foi Gallant, depois disso ficaram arranjando cada vez mais malas e só agora vem um grupo interessante,só que mal explorado. Tracy é a minha preferida, porque apesar de patricinha, na hora da verdade ela age como uma profissional, ao contrário de Daria, que tem toda aquela pose de sabe-tudo mas entra em pânico por qualquer coisa. E pela força que ela deu ao Andrew e pela conversa editada dela com Daria, dá pra perceber que ela é mais madura do que parece.
    Gostei da atuação do pedófilo, eu saquei que ele era culpado mas não por culpa do ator, foi quando ele fez amizade com a menina que a luz se acendeu, achei estranho que uma pessoa que estivesse passando por aquele inferno injustamente fosse se arriscar a ser mal interpretada de novo, se eu estivesse no lugar dele, nem olharia pra outra criança.
    Mas tudo bem porque esse arco foi o ponto forte do episódio, a cena da confissão do Brenner sobreposta com a ação do pedófilo foi perfeita!
    E quanto ao comentário de Eduardo,ainda existem sim meninas daquela idade inocentes, há menos de cinco anos atrás, eu fui au pair de uma menina de 11 anos que era inocente e a melhor amiga dela também, a única diferença entre elas e a menina do episódio é que suas mães não as deixariam sozinhas num lugar cheio de estranhos. E por mais que as crianças hoje já não sejam tão inocentes, desconfiar de pedofilia já é demais, eu também não era daquele jeito aos 12 anos, mas naquela época nunca me passaria pela cabeça que um homem feito poderia se aproximar de uma criança com segundas intenções.

  24. Bianca Cavani

    Thiago,
    Eu gostei do arco com o mendigo. Disseram que ele é mau ator, que a história é piegas, etc., mas achei comovente o seu desamparo e tudo o mais. Além disso, é uma crítica do ER aos casos reais que estão aparecendo nos USA: os soldados são mandados para uma guerra idiota, e depois o Estado tenta se desobrigar daqueles que ficaram com distúrbios psicológicos. Será que não é a proximidade com o Gates o motivo pelo qual você o acha tão execrável?
    No mais, não perco nenhuma review sua, que dá a verdadeira dimensão à grandiosidade desta série.

  25. Daniele

    Thiago,

    como sempre vc arrasou!!! Desta vez não me fez chorar…rs
    Eu gostei mto deste episódio, acreditei q o pedófilo era inocente e achei a última cena que aparece intercalados ele e o Brennan fantástica…também acho q Neela uma perdida e não me conformo de eu gostar tanto do Morris agora, sendo q eu odeiava ele, não lembro qual temporada aconteceu não sei o q no er, uma zona e ele lá fora tranquilo fumando maconha…detestei!!! Mas créditos ao ator, pelo trabalho dele mudaram o rumo do personagem, minha opinião…rs
    Continue escrevendo mtoooooo eu adoro comentários detalhados…

  26. sonylena

    Gosto de voltar aqui para ler os comentários..rsrrs, meu marido disse que somos todos malucos, mas eu acho que o maluco é ele por não amar ER.
    Mas Thiago, voltei aqui para dar uma sugestão de livro para vc, vai aí: um escritor consagrado, com livros publicados, passa por um período de crise de imaginação, por causa disso a amante o abandona,e ele tem uma crise de pânico e vai parar no hospital, chegando lá, perde a consciência, e quando volta á si, é atendido e está na emergência do County ( o escritor era fâ do seriado…) a partir daí ele começa a interagir com os persanagens, os atores e a realidade…
    Acho que esta idéia não é muito original,mas aqui com certeza faria sucesso e a gente compraria o livro…rsrsrsrsó não esquece de fazer uma dedicatória….rsrsrrs
    Inté

  27. Thiago Sampaio

    Patrícia 22 Desde a 11ªtemp que acompanho ER pelos EUA, mas nunca deixei de assistir na Warner. Mesmo assim, desde que me entendo por gente, nunca assisto as promos da série. Aliás, de nenhum seriado eu vejo a propaganda do próximo episódio. Prefiro assistir 0km, sem saber de sinopse nenhuma. O impacto emocional é mesmo mil vezes melhor. E a Warner não passar os primeiros anos nesse momento é uma mancada de marketing. Não havia melhor momento do que esse. No mais, obrigado =)

    Taciana (23) Bem observado. O esquema da história é bem semelhante mesmo. A função social até que tentou existir, mas continuo achando que erraram a mão nesse arco. Não foi bem feito. Quanto aos estagiários, infelizmente, alguns dos melhores acabam caindo no ostracismo e tem pouco tempo de tela. A Kaya Montoya mesmo. Linda ela. Além de ótima atriz. Mas tão pouco aproveitada… Só que me lembro que quanto anunciaram pra essa temporada mais 4 novos médicos, eu e muita gente reclamou, pois queríamos destaque pra quem já está em casa, afinal esse é o último ano e não há espaço pra mais ninguém. Negócio que é algo difícil de administrar mesmo… E sinto que eu deveria ter falado mais de Dubenko no texto. No mais, sobre o caso do pedófilo, acompanho o seu pensamento.

    Tati (24) Não podia ficar pior, né? =P

    Bianca (25) Pois é, reconheço isso que isso faça parte da função social da série e isso é de se destacar, mas a execução não me agradou. E não sei se é por causa do Gates não. O mendigo, acho, é um péssimo ator e as situações são fracas demais. O que foi feito com Gallant, usando tema semelhante por exemplo, foi muito melhor. E… obrigado mesmo por seguir aqui.

    Daniele (26) Dessa vez, de nada por não te fazer chorar huahauhuahau E mais uma pra confirmar um padrão que observamos aqui: o episódio só parece ter funcionado pra quem achava que o professor era inocente. Quanto ao Morris fumando maconha? Foi logo quando ele apareceu na série, no 10º episódio e justamente no episódio da morte de Romano. Robert foi brigar com Archie depois de flagrá-lo na Ambulance Bay, e quando voltava, um helicóptero caiu em cima dele. Durante anos culpei Morris pela morte de Romano. Eu também odiava ele! Mas olha só… o mundo dá voltas.

    Sonylena (27) Valeu pela idéia, mas acho que se eu vender um livro com essa premissa, terei problemas com direitos autorais huahauhauuh Mas qualquer coisa, é só pedir pra Spielberg ou Wells pra cederem os direitos e posso escrever isso tranquilo =P Até lá, enquanto isso não acontece… já passei pra você links de minhas fics? Alguns anos atrás, quando eu era beeeem mais produtivo e empolgado pra escrever, fiz diversos “episódios” de ER. Todos estão em minha conta do fiction.net. São textos enormes, os primeiros são bem questionáveis, mas… modéstia a parte, um ou outro fica bem legal de ler. Na 11ªtemp, 11×02 é nostalgia (e desgraça pura) enquanto que do 11×08 pra frente, fiz uma reta final de temporada bem legal. No mais, tem o 13×01 (que eu acho melhor que o de verdade, diga-se de passagem) e o 14×09, com Abby distutindo com Luka (cedi, e acabei fazendo uma fic Luby). Enfim, se quiser e tendo paciência, segue o link com os textos antigos. Ignore besteiras do jargão médico, erros gramaticais e de continuidade e… divirta-se http://www.fanfiction.net/u/949415/Thiago_Sampaio_ER

  28. Luciana

    Esta temporada tem feito com que eu pensasse coisas que nunca achei que pensaria,por exemplo : ”Coitado do Brenner”.Excelente episódio que focou o drama de Simon,mas não se esqueceu dos outros personagens,como o Andrew,que impressionou.Um show de interpretação de David Lyons,principalmente na última cena
    Achei uma tremenda hipocrisia da Neela ser tão dura com o rapaz,puxa é só se lembrar do paciente que ela matou em ”the student”,da linha umbilical sem, nenhuma experiência em ”Carter ext amoureux”,e na época eu ficava com pena daquela med student que era humilhada pela Jing-Mei e tal,ela podia ser mais compreeensiva porque também passou por isso,oras!Mas após um ótimo puxão de orelha do Dr Dubenko, ela se redimiu.E o Gates sendo um cavalo com a Sam e aparecendo com a Sarah acho que não agradou a ninguém.Engraçado como todo mundo se abre com o Morris…

    PS- toda quarta-feira eu durmo com a consciência pesada porque sei que só vai passar a reprise do inédito mais uma vez e eu não vou ber porque preciso acordar 7:30.Pelo menos teve maratona nesse ultimo sábado,não entendi a relação entre the visit,the show must go on e tell me no secrets,mas é ER,não é? é melhor aproveitar

  29. Vini

    Sophia, quem me “Encomodou” foi você com seu comentário. Não é “encomodada”, e sim Incomodada, não é “geito” e sim Jeito. Péééééssima gramática. E sim, todos sabem que Neela é uma personagem, no caso uma personagem mal desenvolvida. Então não precisa tomas as dores dela, porque ela NÃO EXISTE.

    Thiago, bela resenha. Gostei do epi.

  30. sonylena

    Thiago, dei uma olhada no link, e achei muito legal, parece roteiro de cinema, vou ler e depois te falo…

  31. sonylena

    Tem razão Tati Siqueira, é não é só a imaginação para os diálogos, é a criação das cenas e principalmente manter as carcte´risticas dos personagens é que é importante….daqui há alguns anos quando ele ganhar um Oscar por roteiro adaptado ou original, na hora dos agradecimentos, ele tem que se lembrar de nós!!!! rsrsrs

  32. Tati Siqueira

    Ai dele de não lembrar nossos nomes……..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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