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Review: ER – A Long, Strange Trip

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ER - A Long, Strange TripSérie: ER
Episódio: A Long, Strange Trip
Temporada: 15ª
Número do Episódio: 323 (15×14)
Data de Exibição nos EUA: 5/2/2009
Data de Exibição no Brasil: 9/9/2009
Emissora no Brasil: Warner

Há quatro anos e dez meses, escrevi meu primeiro review no TeleSéries. Hoje, estou em meu centésimo texto, mas uma ocasional comemoração por esse número deve ficar em segundo plano. Primeiro, porque estamos aqui para falar de ER que está em sua reta final (logo, não podemos perder tempo… coisa que a produção fez em alguns episódios dessa temporada). E principalmente porque, desde a premiere do 11º ano em 2004, nunca fiquei tão pra baixo com uma review quanto essa de A Long, Strange Trip.

Importante enfatizar que esse “estar pra baixo”, apesar de contraditório, é um ótimo sentimento. O que senti ao final do episódio, que explanou as últimas horas de vida de um senhor que provavelmente arrancou lágrimas de alguns de vocês, mesmo este sendo um personagem que ninguém conhecia, foi uma mistura de tristeza, é verdade, mas também de uma saudável nostalgia. Algo provocado só se você tem 15 anos de existência… mas incontáveis décadas de história.

Acreditem, eu até poderia limitar o texto para falar só de Oliver Kostin, (aliás, pra reduzir o esforço dos que se incomodam com textos grandes, seriamente recomendo que “pulem” logo para o parágrafo com a foto de Morgenstern e Kostin) mas não dá pra ignorar que, felizmente, praticamente todos os núcleos do episódio funcionaram muito bem. Talvez, claro, excetuando um pouco a prisão da senhora diabética, que não tinha dinheiro pra insulina. Ficou piegas pela reação da filha e forçado pelo pragmatismo da polícia, mas ao menos houve uma motivação narrativa: colocar os policiais pra prensarem Morris sobre Claudia e fazer Sam refletir sobre a importância de ter uma mãe por perto.

Taggart, que teve uma infância intensa, engravidou de Steve (um chave de cadeia que virou o maior psicopata da série) e foi expulsa de casa aos 15 anos. Alguns poucos detalhes dessa história foram contadas no final do 11º ano, como ela de barrigão no baile de formatura e tendo que se garantir num emprego pra sustentar ela e Alex – enquanto tinha que fugir sempre que Steve aparecia. Para os que não gostam de Samantha, fica muito fácil tachá-la como péssima personagem e pior ainda como mãe, mas depois da visita de Kelly, talvez tudo tenha ficado mais “palpável”. Pra quem foi expulsa grávida de casa aos 15, ela até que não se saiu tão mal.

Na terrível 13ª temporada, inventaram uma avó hippie pra Sam. Nunca engoli aquilo e achei muito idiota. Dessa vez, aceitei completamente a idéia de uma irmã para Samantha. Aliás, aceitei até demais, e em respeito (principalmente) às leitoras dessa coluna, limito-me apenas a informar que vê-la ao lado da irmã me levou a ter pensamentos impublicáveis… Já comentei aqui que gosto da Sam, não é? Só pra confirmar…

De maneira oposta, tenho lá meus problemas com Tony Gates. Não estou sendo chato, é mais um gosto pessoal mesmo. Naturalmente, gosto de Sam e só mudo essa visão quando ela erra muito. Naturalmente, odeio Gates e só mudo essa visão quando ele se esforça pra valer. Ciente disso, digo logo que hoje ele não foi de todo mal. Sua hesitação em querer cuidar do idoso espancado (apesar da motivação do sempre pontual Morris) e principalmente suas expressões faciais quando fica coadjuvante numa cena (minha nossa, como Stamos é ruim!) foram o lado negativo, mas o fato de logo se empatizar com Olie e principalmente por não ser flagrado por Sam, dando em cima da irmã dela (ainda bem que a produção não cogitou esse drama extra) fizeram valer sua participação.

Quem acordou do lado esquerdo hoje, aparentemente, foi Dubenko. Normalmente simpatizo com esse que é o personagem que mais cenas teve sem nunca chegar ao elenco fixo, mas hoje Lucien foi insuportável. Atuando como um estereótipo (do tipo “dane-se o paciente, vamos corta-lo logo”), o cirurgião teve que se calar diante do novo casal: Simon e Neela.

A primeira cena deles? Nada boa. O início do episódio, aliás, beirou o mal gosto. A paciente que engoliu a camisinha, e logo depois Simon e Rasgotra sendo pegos por Chunny? Eu dispensaria tudo isso. Sorte que foi tudo um susto inicial. Enquanto a indiana ganhou pontos por evitar uma cirurgia em um paciente com pólio (o que poderia fazer ele perder forças no abdomen e ter que ficar na ventilação pra sempre) usando a técnica que, provavelmente de maneira errada, traduzi como CETON: Cirurgia Endoscópica Transluminar por Orifício Natural. O apêndice retirado por endoscopia? Massa!

Neela não fez questão de esconder a alegria pelo feito, enquanto que Dubenko preferiu interiorizar sua comemoração. O legal disso, enquanto ele observava o procedimento feito por Neela, foi a defesa muito simpática da indiana, que Simon fazia para o plantonista da ala cirúrgica.

Se Neela hoje não foi de todo mal, Brenner foi perfeito. O ator David Lyons foi sem dúvida o maior achado dessa última temporada, e desde que mudaram seu rumo, ele só tende a melhorar. No site da NBC, aliás, Lyons chegou a comentar sobre a mudança de caráter de Brenner, quando perguntado se foi ele quem trouxe um pouco mais de “humanidade” para o médico. Gostei muito da resposta dele, ao dizer inclusive que “o maior ponto de mudança foi no episódio Age of Innocence“. Quando perguntam pra Stamos algo sobre ER, fica claro nas respostas que ele só sabe sobre as cenas de Gates. É um profissional sendo pago para esse papel, o que não há nada de errado. Enquanto isso, com Lyons, ele faz questão de explanar sobre todos os personagens possíveis… e sabia até o título do 15×08, quando perguntado durante as filamgens do 15×21. Pessoalmente, gostei muito disso.

Também gostei, e muito, da abordagem dele com a mulher com câncer. É nessas horas que falta um Dr. House em ER. Mesmo leigo no assunto, acho difícil aceitarem tão fácil o diagnóstico de um hospital do interior (sem ofensas) e confundirem câncer com tuberculose… Leitores da área médica? Thayse? Algo a comentar? Apesar disso, foi tudo ótimo nesse núcleo. Aliás, nem sei se deveria colocar um “apesar”, pois a reviravolta no caso e a felicidade expressada nos olhos do australiano quando o filho falou com a mãe, agora sem câncer, foram o suficiente.

De imensa ajuda nesse núcleo, tivemos o velho Oliver, um senhor senil que fora assaltado e chegou perambulando até o County. Confuso, ele não consegue dissociar o presente do passado, e aparentemente está preso nos ano 60. Por lapsos de segundo, cheguei a pensar que seria idiota essa decisão da produção em usar os atores do elenco com aparência dessa década. Gates de bigodão? Morris e Brenner de cabelos lisos? A única coisa que funcionou de primeira pra mim foi Sam, usando um uniforme clássico de enfermeira… Pensamentos inapropriados ocupam novamente a minha cabeça… Já comentei aqui que gosto da Sam, não é?

ER - A Long, Strange TripEnfim, Oliver Kostin. O homem que foi o primeiro Chefe de Emergência de Chicago, em 1968, é responsável direto por tudo o que acompanhamos nesses 15 anos de seriado. Pelo menos, no mundo da ficção. Dr. Kostin nunca chegou a ser citado no universo da série, e para fazer com que sua “existência” fosse lógica, a produção convocou o primeiro Chefe de Emergência de ER: David Morgenstern, interpretado por William H. Macy. Morgenstern, no filme piloto da série em 1994, foi o primeiro homem a dizer o que se tornaria uma espécie de rito de passagem: quando toda a equipe procurava se refazer da tentativa de suicídio de Carol Hathaway, David chegou para Mark Greene, Chefe dos Residentes na época, e disse “você dá o tom”. O mesmo que Mark disse para Carter, que disse para Morris (e não é que todos esses davam o tom mesmo?).

O retorno de William H. Macy é um atestado da grandiosidade desse episódio, mas não o único deles. Bill é um tremendo ator, com participação em ótimos filmes, e saber que esse cara participou ativamente da série durante quatro temporadas é um lembrete da importância e genialidade de ER. Genialidade que foi tracejada aqui em A Long, Strange Trip, roteirizado por Joe Sachs, que começou “apenas” como consultor médico da série e acabou sendo responsável por alguns dos melhores episódios. A Shift in the Night (Mark como único médico no turno da madrugada e cuidando de uns 300 pacientes no 2º ano), Exodus (o jovem Carter evacuando pela primeira vez o PS, na 4º ano) e a morte de Pratt em Life After Death? Tudo culpa desse cara.

Dessa vez, num roteiro aprimorado, Sachs procura retornar não só às origens da série, mas também da medicina de emergência. Oliver Kostin pode não ter existido, mas ele é baseado em 20 profissionais da década de 60, que batalharam pela criação de um adequado tratamento de emergência nos Estados Unidos, e que, imagino eu, influenciou o resto do mundo. A história contada por David, na sala de trauma, tem suas verdades. Os cuidados emergênciais começaram nos campos de batalha, nas Guerras Mundiais, da Coréia e do Vietnã. Os paramédicos não tinham treinamento, ambulâncias eram o equivalente à funerárias, não existiam médicos de trauma (todos eram dermatologistas, psiquiatras ou mesmo bêbados, que não possuiam nenhum tipo de tratamento adequado) e tudo o que existe atualmente, e vemos na série, era uma distante realidade quatro décadas atrás.

Olie uma vez disse que há mais chances de sobreviver a um tiro no Vietnã do que a um acidente de carro em Chicago.

Isso soou tão documental, tão verdadeiro… Aliás, foi o que ajudou e muito no apego de Kostin, um estranho que… estranhamente, causou fortes emoções. Há dois motivos para isso – pelo menos, em minha visão.

O primeiro é que vi uma associação muito forte no personagem de Oliver com Mark Greene e Kerry Weaver. Ainda jovem, nos anos 60, Dr. Kostin parecia alguém empolgado com a medicina e apaixonado pelo trabalho. Tal qual Dr. Greene, que no final da vida, estava também com a saúde debilitada. Tanto que imaginei com facilidade os dois fazendo uma boa dupla, apesar de separados em mais de trinta anos. Os méritos dessa associação são pela presença de Morgenstern, personagem que conhecemos (pelo menos os que tiveram o privilégio de ver os quatros primeiros anos) e no fim dos 70 deve ter ouvido de Olie “você dá o tom”. Quanto a Kerry Weaver, digam o que quiserem da bitch do PS, mas ela é um dos principais nomes da série e foi uma grande responsável pelo aumento do local de trabalho. Talvez tenha ficado grande demais, é verdade, mas as reformas que ela fez no PS, como nas 7ª e 10ª temporadas, foram pontuais. Tanto quanto as de Kostin, que quarenta anos atrás criou as salas de trauma.

O segundo motivo é que vejo em Oliver a morte de ER. Assim como minha série favorita pegou algo de MASH, muito da emergência de Chicago deve à esse médico dos anos 60. Ver pelos olhos dele a diferença da chegada de um paciente trazido pelos paramédicos, ou a instrumentação e administração de drogas na ala de emergência… foi uma aula. Oliver era perfeito no que fazia e criou uma verdadeira revolução nos programas médicos. Durante anos, foi responsável direto pela maestria do gênero, e muitos, mesmo sem saberem, precisam sim dever sua existencia ao trabalho dele. Mas após tantos anos de perfeição, ele começou a envelhecer e ficar um pouco senil. Apesar de vez ou outra ter um toque de genialidade, ele insiste em depender até demais das glórias de seu passado, e infelizmente graças à sua condição atual, o fim parece ser algo inevitável…

Eu lamentei a morte dele. Lamentei com a bela cena montada no final do episódio, por causa de todos educadamente ouvindo a bela aula de história contada por Morgenstern. Também ajudou e muito a chegada de um baleado e a excitação de Olie ao ver como é o tratamento hoje e se lembrar como era anos atrás. Lamentei porque, mesmo ele sendo um personagem de ficção, devemos tudo à esse cara, que era uma amálgama de Mark Greene e Kerry Weaver, além de ser, segundo Joe Sachs, alguém baseado verdadeiramente num grupo de pessoas que se empenharam pra mudar os tratamentos de emergência. E lamentei porque é o fim da série. A morte de Olie é simbolicamente como a morte de ER

Mas não foi só um lamento de tristeza. Teve uma ponta de felicidade também. Rever Morgenstern e conhecer essas histórias serviram como uma nova viagem no tempo, uma viagem para os primeiros anos. Me lembrei dos dois primeiros, que foram geniais, e de uma diretora em especial que há muitos anos espero pelo retorno: Mimi Leder. Único Emmy de direção da história da série (por Love’s Labor Lost, o melhor episódio de ER), Leder retorna após 13 anos ao lugar que nunca deveria ter saído. Responsável por alguns filmes questionáveis, acredito que deveria ter seguido por mais do que dois anos…

Não foi o melhor trabalho de direção dela. Frank informando que Morgenstern era o chefe (de maneira didática para os fãs recentes, sendo que ele nunca tinha visto David antes) e os estranhos “teletransportes” de Morris (que parecia estar em todo lugar) foram abismais, mas eu não estava pedindo pra que ela se superasse… apenas que voltasse mesmo. E voltou. Se desse pra resumir meus 100 textos em um só, com certeza seria o do fraco episódio Darfur, onde de uma maneira diferente, entre outros, peço o retorno dela (chega a ser até irônico eu pedir isso depois desse texto gigante, mas sério, leiam ele… é o meu preferido desses 100, e é bem curto)

E acho que já foi o suficiente. Ficou grande demais, e peço perdão aos que se incomodam com os textos longos, mas isso infelizmente deve ficar mais frequente com os episódios finais. Mas, talvez não no da semana que vem. Ele é o único da reta final roteirizado por um estreante na série (até hoje não entendo porque) e não será tão bom quanto esse, só que tem sua importância. Estreando na direção temos Eriq La Salle, o Peter Benton e… e dentro de duas semanas, o início do fim vai soar mais próximo do que nunca. Então, até a semana que vem. E o que é melhor: sem a concorrência da Seleção Brasileira.

Séries citadas:

41 Comments

  1. Carlos T.

    Que texto excelente! Passou bem o meu sentimento em relação não apenas esse episódio, mas em relação à série. Às vezes parece mentira que ER acabou, que daqui a duas semanas não vou ter que ficar na madrugada de plantão esperando o episódio pra baixar.

    Olha, me incomodou um pouco ver a versão anos 60 dos personagens, principalmente o Morris e aquele cabelo, deveriam ter usado atores diferentes, mas isso não tirou o brilho do episódio não. E realmente não foi o melhor episódio da Mimi Leder, mas só de ver o nome dela no “direct by” já valia a pena! E claro, William H. Macy, como o saudoso Dr. Morgenstern. Ficaria bem mais aceitávei se fosse o Jerry no lugar do Frank pra recebê-lo e a Heleh e o Malik poderiam estar lá pra falar com ele, mas tudo bem, não foi um grande problema.

    Também imagino que o Dr. Oliver disse “you set the tone” pro Morgestern, imagina se tivesse essa cena no episódio? E realmente a associação que você fez a Mark Greene e Kerry Weaver foram perfeitas, acho que se fomos analisar apenas a parte profissional, eles foram os dois melhores médicos da série.

    Quanto aos demais personagens só algumas observaçõess: Gostei muito do Brenner nesse episódio, porque ele não era assim desde o começo? Finalmente acertaram com a irmã da Sam, gostei muito dela também. Dubenko não estava num dia bom.

    A história da mãe que roubava também não foi aquilo tudo, mas foi OK, só a título de cuiriosidade a atriz que interpretou a mãe diabética já tinha participado de ER na 4ª temproada, lembrei no instanteem que a vi, ela fazia a mãe de um bebê que precisava ir trabalhar, mas o Doug não deixou ela sair do hospital com o bebê e ela ficou muito P da vida com ele, duvido que o Thiago não lembre.

    E no final aquela cena do rapaz tocando o clarinete (era isso?) lembra um outro episódio dirigido pela Mimi Leder (acho que era o 1º da 2ª temporada) em que alguém toca um isntrumento no meio do PS e no final a tomada da câmera saindo da sala, umas das marcas registradas dela em ER, me fez lembrar da cena de Mark contando a Sean O’ Brian que sua esposa não havia sobrevivido no fantástico “Love’s Labor Lost” e também da dena onde Shep está chorando ao lado de Raul com a Carol olhando para o outro lado do quarto no final de “The Healers”. Realmente ela deveria ter ficado mais tempo em ER.

    O fim está se aproximando…

  2. claudia

    Emocionante este review, parabéns.
    Sem comentarios este episodio fala por si .

  3. Taciana

    Nossa, como foi bom rever o Morgenstein e conhecer o Dr. Kostin, fiquei com vontade de ver mais desse personagem incrível que também me lembrou nosso querido Mark Greene e me fez chorar!
    Um detalhe que eu achei super legal é que foi o Morris que o reconheceu, mais um detalhe que mostra o amadurecimento do personagem. Quanto a quem apresentou o Morgenstein, não foi a Chunny?
    Só uma ressalva: a cena da aula de história do Morgenstein teria ficado ainda melhor com a participação dos internos.
    Mais uma vez,Thiago, excelente review!

  4. Bianca Cavani

    Chorei no episódio, chorei na review. Nem preciso dizer mais nada.

  5. Gerson

    Parabéns pela sua centésima review Thiago! Gostei desse momento de conhecer o passado do hospital, caiu muito bem para o final da série. Apesar de ter sido um bom epi.. sei lá… ainda espero mais da última temporada de ER.

  6. sonylena

    Sabe o que senti? tristeza pelo fim, e ao mesmo tempo alegria por ter acompanhado todos este anos, achei muito legal este personagem, mostrando o começo, mostrando que toda trajetória tem alguem que impulsiona…belas cenas, um toque nostálgico…volto para terminar de comentar depois…

  7. Thiago Sampaio

    Carlos (1) Vlw mesmo. E embora essa da gente ter que madrugar, nas noites de quinta esperando pelo inédito, não acontecer desde 2 de abril desse ano… no fundo, no fundo ainda espero pela 16ª temporada na NBC. Meio que não consegui me desligar ainda… Sobre os atores caracterizados, ficou muito esquisito mesmo. Consigo até imaginá-los durante a gravação tirando onda um dos outros. do Stamos por causa do bigode, de Nagra e Cardellini pelo visual e Lyons e Grimes pelas perucas, mas… em uma entrevista de Scott, dá pra ver que eles tentaram ignorar isso e que o foco não era a piada, mas a ilusão de Olie pelo tempo. Na primeira vez, fiquei muito incomodado. Agora, nem tanto. E Frank apresentando David foi mesmo muito fuleiro. Sobre essas seus apontamentos do trabalho de Leder… bem pontuais. E sendo honesto aqui: não tô lembrado dessa cena com Doug não huahuahauhauahu

    Claudia (2) Obrigado. Tentei mesmo me empenhar pra tentar fazer algo decente.

    Taciana (3) Ano passado, já começaram a rondar boatos da participação de David no último ano… eu tentava imaginar como seria, e nunca pensei nesse ótimo contexto. Foi um dos melhores motivos de participação com alguém do passado. E Chunny pode ter ido lá abraçar ele, mas foi Frank quem soltou os “The one and only. Dr. Morgenstern runned this place back in the days”… ou algo assim. Não teve muiso sentido, além de apresentar David para a nova geração de fãs. E é verdade: além de Morris ganhar pontos por reconhecer Kostin por sua fama, faltaram mesmo os internos pra ouvirem essas histórias. Engrçado que de Banfield, não senti falta nenhuma. Verdade também que ela não caberia mesmo no episódio. Quanto ao quarteto de novatos…

    Taciana (4) Sossega porque todas as vezes que escrevi o sobrenome de David, foi na base do ctrl c… ê nomezinho complicado huahuahuaahua

    Bianca (5) Legal que tenha gostado =)

    Gerson (6) Vlw mesmo. Parece que começou ontem… E o enredo desse episódio foi mesmo algo genial. Se ER ainda estivesse no foco de premiações, essa temporada com certeza abocanharia algumas indicações em direção e roteiro, sem dúvida. E fica tranquilo que nessa reta final teremos alguns ótimos episódio. Não será a mnelhor temporada da série, mas com certeza bem melhor que nos foi apresentado recentemente.

    Sonylena (7) Pois é… Tristeza pelo fim mesmo. Chega até ser irônico, pois durante anos eu pedia insistentemente pelo cancelamento de ER, mas acho que assim é melhor. Sou muito mais um “pena que acabou” do quem um “já foi tarde”. E o roteiro foi muito acima da média mesmo: poucas vezes um paciente na série teve uma história tão rica.

  8. Bárbara XB

    review 100: “Good Luck, Thiago Sampaio” :D

    depois de tantas analogias brilhantes, fiquei com vontade de fazer uma também. :D

  9. Glica

    Parabéns pela review. Me emocionei com o episódio assim como fiquei emocionada ao ler teu texto. ER ainda não acabou (pelo menos para mim, que acompanho pela Warner) e já sinto aquela dorzinha, afinal o fim está próximo.

  10. Carlos T.

    Fui pesquisar no Imdb, foi no episódio 4×18 – Gut Reaction, o Doug estava pensando em trabalhar como Atendente, daí ela está com uma criança e o Doug disse que ele precsa ficar no hospital, mas ela sai dizendo que precisa ir trabalhar, então o Doug pega a criança dela e volta pra sala de exame e ela sai gritando atrás dele, daí eu lembro que a Kerry olha pro Mark e diz: “e ele quer trabalhar de atendente?”

  11. Diego Presti

    Quanto as visões do passado de Ollie:
    Sam ficou show de bola com aquele uniforme de época.
    Gates de bigodão. Para disfarçar o bico.
    Que cabelinho do Morris…
    Gostei muito do episódio. A presença do David Morgenstern foi muito boa. Emocionante.
    Também gostei do Brenner no caso com a paciente com câncer. Agora ele e Neela…
    Quando eu gostar da participação dela num episódio aí eu comento.
    Gostei da Sam no caso da mãe diabética. Mesmo o caso sendo forçado e desnecessário, ela foi bem.
    A Linda tem se virado bem com os paralelepídedos que mandam para ela.

  12. Tábata

    Pois é não vi, e agora nunca mais né, pq a Warner faz questão de não ter reprise em um horário decente.

  13. Eduardo

    Esse foi um dos episódios visualmente e narrativamente mais empolgantes criados nesse último ano.

    A idéia de contextualizar a importância da medicina de emergência era algo que ER precisava para se dar um pouco de perspectiva em sua própria premissa original, principalmente após anos de tramas novelescas propagadas por Jack Orman e David Zabel.

    Joe Sachs teve um belíssimo desafio ao ter a oportunidade de criar esse episódio. Há duas temporadas atrás, ele jamais teria conseguido vender essa idéia para Zabel. Foi o fato de ser o último ano, e de ter autoria como produtor executivo que garantiram esse obra.

    Recriar a medicina visualmente usando o período do Vietnã foi um desafio bastante usado (Morris ficou perfeito no visual limpo). Foi a janela perfeita para trazer Mimi Leder de volta.

    O motivo pelo qual ela deixou a série após The Healers no segundo ano, foi o estado de saúde debilitado de seu pai, Paul Leder.

    Quando Leder deu as caras na direção do episódio da eleição de Santos em The West Wing, em seu último ano, sabia que ela apareceria para comandar as câmeras de ER uma última vez. Acho que ela teve um domínio perfeito nesse episódio, recriando o estilo romântico que ela próprio tinha estabelecido no início da série.

    MASH até pode ter sido uma inspiração na criação de ER, mas não tenho dúvida que o ponto de partida pra tudo isso foi China Beach, série que passava na Sony há mais de 10 anos atrás.

    China Beach foi ao ar de 1988 a 1991. Com Dana Delany no elenco, e uma variedade absurda de músicas da época do Vietnã, a série foi injustamente cancelada antes da hora.

    Foi ali que John Wells se firmou como showrunner após anos roteirizando para TV e o cinema. Também foi ali que ele conheceu Lydia Woodward, Carol Flint, Neal Baer (antes mesmo de entrar para a faculdade de medicina), e até mesmo Mimi Leder. Michael Crichton pode ter seu nome no roteiro original do piloto, mas a alma de ER criou-se a partir da colaboração em China Beach.

    “Olie uma vez disse que há mais chances de sobreviver a um tiro no Vietnã do que a um acidente de carro em Chicago.”

    Essa foi uma das minhas frases preferidas nessas 15 temporadas. Captura perfeitamente o estado da medicina e a necessidade de se ter o mundo da emergência de prontidão para lidar com o inesperado do caos urbano, usando a medicina de guerra como ponto de referência.

    William H. Macy foi a escolha mais perfeita do mundo para se trazer nesse episódio. O estado de desgaste de Oliver Kostin, o profissional da medicina de emergência, acaba sendo espelhado no rosto de Morgenstern. Eu fiquei chocado como Macy envelheceu nesses 11 anos em que ficou afastado da série. Quando ele saiu, ele ainda tinha a aparência jovial, apaixonada. Adorei a presença dele, e sua afinidade com os médicos, especialmente Morris.

    Brenner foi excepcional. Você percebe que o ator se importa com o personagem e o trabalho em que ele está envolvido.

    Gates foi bastante agradável, mas você acertou em cheio nas expressões faciais de Stamos. É isso que atrapalha a credibilidade do personagem, e dá um que de canastrão que fica desagradável. É por esse motivo que eu gostava de Gates muito mais na época em que ele era apenas paramédico na 12ª temporada, sem grandes planos de personagem.

    A irmã de Sam foi outro achado (e que achado!) Quase que me fez apagar as más lembranças da avó hippie e colocou Sam em um patamar mais realista. Esse novo rumo para Sam é uma bela forma da personagem ter seu momento de conclusão na série, deixando a cota limpa para seguir em frente com sua vida.

    Kostin é um personagem que ajudou a unificar esses elementos atemporais e realmente trouxe lembranças de Mark Greene e Kerry Weaver.

    O fato da medicina de emergência ser uma representação da pós-modernidade em que vivemos ajudou muito a impulsionar o sucesso de ER em 1994, porque o assunto e o tema eram e continuam sendo 150% atuais. Grey’s e House jamais terão esse alcance porque não abordam o tema de forma relevante ao significado do ofício (House até consegue, usando Sherlock Holmes como inspiração, mas Grey’s falha fácil).

    Felizmente, sempre haverá um Morgenstern, um Mark Greene, um John Carter, e um Archie Morris para dar o tom a essa linha de frente de emergência. Uma belíssima hora de ER, posicionada no melhor momento possível nessa temporada.

  14. rosangela

    parabens!! Thiago!!! me emocionei mto com o episodio, so achei a caracterização horrorosa! menos a da Sam q ate q tava bonitinha!! incrivel o dr Ollie mesmo no final da vida conseguir salvar um paciente de maneira otima fechando com chave de ouro suas habilidades medicas!! a historia da mulher do roubo do batom achei fraca e desnecessaria, quanto a Sam ta ferrada tendo q cuidar da mae q quando ela mais precisou colocou-a p fora de casa. e mto dificil de perdoar, mas enfim… ha e foi a irmã dela q deu em cima do Gates viu? hehehe. A neela e Breener foi legal, o Dubenco tava meio sem paciencia e nao tava nem ai p paciente coitada!! de resto foi tudo otimo, sua review maaraavilhoosa!!!! e na esperança de um dia a Warner colocar ER desde a primeira temporada, ainda nao to me despedindo… bjs e ate quinta!!

  15. Tati Siqueira

    THIAGO PARABÉNS PELO 100º TEXTO DE ER;

    Agora vamos aos comentários;

    Que texto emocionante, identico ao episodio, amei, o melhor episodio até agora na minha opinião. Chorei muito com o velhinho;

    O ator que fez o Oliver passava toda a dor e emoção de ver o Hospital em andamento hoje(ok, ele não primaram pelo desenvolvimento com personagens de hoje na decada passada – mas nem isso apaga o brilho do episodio).

    Deu para entender um pouco a historia de vida da Sam;

    Brenner realmente melhorou muito e hoje ele foi até melhor que o Morris(Sorry Morris); Neela resolveu mostrar que é uma médica e que estudou e estuda muito – Ponto Positivo; Dubenko que foi isso, um mau humor da Porra – Ponto Negativo ao Quadrado.

    Fiquei pensando como as pessoas boas que fazem ações maravilhosas tem um final de vida tão tragico. Mesmo não sendo verdade fiquei pensando no Mark e o Ollie;

    O final está perto que dor no coração;

    Parabéns mais uma vez Thiago por textos lindissimos gdes e pqnos, não importa, aqui vale o amor por uma série maravilhosa;

  16. Vania M.

    Thiago,
    Parabéns pela ótima review.
    Sim, foi assim que eu senti também, uma tristeza e uma nostalgia do fim, não só o do médico mas que ela representa o de ER.
    Ok, deu para entender melhor a Sam.
    Uma coisa que queria saber: você deixará de fazer o teleséries depois do fim de ER?
    Me viciei no teleséries depois de ter me viciado nos seus reviews, e agora doutor?

  17. Flávia

    Não senti falta nem da Banfield, nem dos novatos. Poderiam sumir para sempre…
    Adorei cada segundo do episódio e a volta do Morgenstern. E, hoje, fiquei sabendo pela sua review que foi o Morgenstern quem primeiro disse “você dá o tom”, para o Mark. Lembro de quando Mark disse ao Carter e de quando o Carter disse ao Morris. Mas não lembrava de Morgenstern dizendo ao Mark, e olha que eu sou daquelas que acompanham ER desde o episódio, quando se chamava Plantão Médico. Fiquei até emocionada de saber que essa tradição começou antes. Obrigada!

  18. Mônica A.

    Amei esse episódio. Me emocionei com o Dr. Oliver Kostin e adorei ver o Morgenstern novamente.

    Tadinha da Sam, sofreu um bocado desde novinha. Que tipo de mãe expulsa a filha adolescente de casa porque ela ficou grávida? Nunca consegui entender esse tipo de coisa. Em compensação, a Amy Madigan ficou perfeita no papel, mas fiquei impressionada em como ela está velha. Minha mãe é dez anos mais velha e parece bem mais nova que ela. Ok, informação inútil, essa.

    O Brenner está melhorando a cada episódio, mas vi ER até o fim (ai, que tristeza) e ele não conseguiu minha simpatia. Fazer o que?

    Enfim, Thiago, parabéns pela review. Ficou digna de uma 100ª.

  19. Thiago Sampaio

    Bárbara (9) Opa. Legal mesmo essa =) Muito obrigado

    Glica (10) Obrigado mesmo… E se preocupa não que esse sentimento é normal. Eu mesmo vi o final do seriado dia 2 de abril e tô até acreditando que ER vai já já estrear uma 16ªtemp.

    Carlos (11) Eu me lembro mesmo de algo assim acontecendo (Doug criando confusão na época que queria virar plantonista de pediatria) mas não com essa atriz em específico. Vou ter que rever o episódio…

    Diego (12) A Linda ficou mais do que perfeita vestida de enfermeira dos anos 60. De chamar a atenção mesmo. E não foi só o belo visual não… lembro até do detalhe dela se agachando quando um paciente chegava na ambulância (dobrando apenas os joelhos, deixando a coluna reta, coisa bem típica da época). Perfeita. Já os outros ficaram todos próximos da comédia (talvez excetuando Lyons). E sério que nem nesse episódio gostou de Neela? Bem… Ainda faltam 8 episódios. Você chega lá. Ou não? Já a Linda, acredito eu, terá uma reta final de redenção. Esse arco com a mãe dela será bem benéfico.

    Tábata (13) Sinto. Em dia do jogo do Brasil fica difícil, né? Se tiver condições, passa na comunidade do orkut e baixa já, porque dependendo da Warner, já era: http://www.orkut.com.br/Community?cmm=49675254

    Eduardo (14) Gosto muito do trabalho de Jack Orman, mas tenho que dar o braço a torcer: a novelização começou com as crias dele mesmo… Enfim, ainda assim, acredito que Sachs emplacaria sim um episódio do tipo, sem ter esse embargo de Zabel. Sachs não fez Ames vs Kovac, com os pontos de vistas diferentes sobre o carpineiro Curtis e Luka? Até Zabel mesmo já tratou de assuntos pontuais, como The Providers, onde falou da liberação de medicamentos (um dos epis que se salvaram no 11º ano). Já sobre Leder, mesmo com o pai dela doente… houve todas as oportunidades do mundo pra ela voltar, até Lydia Woodward voltou de um bom hiato. Leder que tentou a sorte com John Doe, Corrente do Bem e Impacto Profundo… Quanto a China Beach, sei apenas da “existência” dela, e que além da produção, até alguns atores que interpretam enfermeiros em ER estavam nessa série, então… esse meu desconhecimento me impede de falar sobre. Sinto que vou ter que ver essa série mesmo que de curiosidade. Voltando ao episódio? William H. Macy velho? Nem me surpreendi tanto assim. Vi alguns filmes recentes dele e… Sei lá, talvez a gente tivesse o mesmo impacto se Edwards saísse de ER no 4º ano, antes daquele processo rápido de envelhecimento (apesar d’eu achá-lo, hoje, parecido com sua “versão” 2002). No mais, assino embaixo com teus parágrafos finais.

    Rosângela (15) Vlw mesmo… E vá lá, os atores estavam sim cômicos e só relevando isso que a gente aceitava a idéia das visões. Foi complicado. E pra esclarecer: sim, foi Kelly quem deu em cima de Gates, não o contrário, e foi exatamente o que agradeci. Além do mais, Sam ter “flagrado” isso só ia dar besteira. No mais, novamente, obrigado =)

    Tati (16) MUITO OBRIGADO! E pooooxa… Falei de quase tudo e me esqueci justamente de elogiar o trabalho do ator que fez o velho Kostin. Realmente, ele estava mesmo bem convicente no papel. Principalmente no diagnóstico da tuberculose e em sua curiosidade ao ver o resgate do baleado. Sam só vai ter mesmo o que ganhar nessa reta final… E quem diria: Morris está recebendo pedidos de desculpa por não ser o melhor no episódio. Legal isso. Quanto ao final de vida de algumas boas pessoas… sometimes, life is a bitch… just sometimes. No mais, obrigado novamente. Tento apenas fazer jus ao seriado =)

    Vania (17) Obrigado mesmo. Sobre minha participação no Teleseries: minha intenção é com certeza ficar aqui. Comecei fazendo resenhas de ER, mas depois me arrisquei dando algumas notícias, alguns textos opinativos e especiais… Não tenho blog, então espero ficar aqui sim. Talvez não sobre uma série em específico, mas… Quem sabe? =)

    Flávia (18) Tbm nem senti, viu. Só me lembrei deles quando falaram aqui. E sério que não sabia sobre essa de “dar o tom”? =) Nos últimos epis de Mark, a produção colocou uns detalhes legais sobre o episódio piloto (mesmos pacientes, o reflexo do médico na água, uma conversa motivacional sobre um enjôo) e o “você dá o tom” foi um deles. Na saída de Carter, aquilo pra Morris foi claramente uma piada. John não tinha pra quem falar aqui (Kovac estava procurando Alex… e ele não daria o tom coisa nenhuma!) Archie estava vomitando de bêbado na hora, e acho que não era pra ser levado a sério. Mas quem diria? Morris dá mesmo o tom hoje. E… ehr.. de nada. Mas fique certa que falo disso com prazer =)

    Mônica (19) Obrigado mesmo. Mas devagar com o andor e um passo de cada vez: chegando lá, falamos da velha Taggart =) E sério que não conseguiu a simpatia dele ainda? Droga.. a péssima introdução dele continua dando revés…

  20. Thayse

    Thiago, outra review excelente!! Mesmo o episódio não sendo sensacional, você consegue extrair o máximo dele e fazer um texto incrível. Parabéns. Eu adoro que seus textos sejam longos, e acho que têm que ser mesmo, afinal ER está acabando e nunca mais teremos chance de escrever sobre ele.

    Pra mim, o melhor do episódio foi o dr. Oliver Kostin. Achei uma sacada incrível. Fiquei admirada com a história da medicina de emergência, como tudo era precário, desde o atendimento em si até o hospital (imagina, pegar elevador pra ir pra sala de trauma!! Um crime!), e como um grupo de pessoas decidiu mudar isso, criar protocolos, abrir centros de treinamento, etc. Isso é história real, e adorei ver isso. E gostei muito de rever o dr. Morgenstern (na promo da semana passada, pensei “cara, é o dr. Morgenstern!”), algo que realmente só tem valor pros fãs da “velha guarda”, hehe. Um privilégio vê-lo contar pra nova geração um pouco da história da medicina de emergência. Mas, ao contrário de você, não vi isso como a morte de ER. Vi sim como uma homenagem a todos que participaram da série, desde o início, e também aos médicos da vida real, aos que criaram o serviço de emrgência como conhecemos e aos que trabalham nisso hoje. Achei uma linda homenagem.

    E o dr. Kostin pode estar senil, mas resta muito conhecimento guardado naquele cérebro. Me admirei com o diagnóstico dele. Só mesmo um médico das antigas pra pensar em TB nos EUA dos dias atuais. Lá acho que ninguém pensa nessas doenças. Lembra de um episódio (sei lá de qual temporada) do Carter e a Chen com um caso de sarampo? Acho que até tiveram que olhar num livro. (E eu do lado de cá pensando “olhem as manchas de Koplik!”) Com ceretza ninguém ali ia pensar em TB, talvez só quando voltasse a análise do líquido da toracocentese. Também reparei antes deles no nódulo enorme que a mulher tinha, mas eles não me ouvem! Mas há de se dar um desconto, porque realmente a TB é uma grande falsária, pode ser confundida com outras doenças. Agora, realmente foi um erro aceitar um diagnóstico baseado só em exames de imagem (ou pelo menos foi o que me pareceu). O diagnóstico final de câncer é dado com um pedaço da coisa, seja biópsia ou peça cirúrgica. Não entendi como fizeram até estadiamento sem botar a mão na lesão. Claro que esse “deslize” foi necessário pra dar a reviravolta no caso, mas foi no mínimo bizarro de ver. E nem revisaram o histórico da paciente, os exames que ela já tinha feito, nada, nem falaram com ela. Tipo é câncer e pronto. Com certeza o dr. Kostin ensinou pros alunos dele que “a clínica é soberana”, ou seja, quem dá o diagnóstico é o próprio paciente, na sua história e seu exame físico. Deu pra ver que a mulher nem foi examinada, pois ninguém tinha notado o nódulo.
    Enfim, foi um ótimo caso, pra revisar tuberculose, escrófulo e tals.

    Agora,o Dubenko, te contar. Os cirurgiões no geral têm a tendência de serem bem práticos, mas o Dubenko se passou! Fiquei chocada com o tratamento dado à paciente! Tudo bem que a realidade do caso era aquela (no momento), mas não precisava despejar tudo de uma vez, né. Dá um tempo pra pessoa assimilar a situação. Credo! Ele devia estar de mal com o mundo naquele dia. Depois ele viu que o caso não era nem de câncer. Acho que o Brenner e principalmente o Dubenko aprenderam bastante com o caso, em vários sentidos.

    Enfim, resumindo meu comentário enorme:
    1) achei uma bela homenagem a quem faz medicina de emergência, hoje, no passado, na vida real e na tevê.
    2) não é tão difícil confundir tuberculose com outras doenças pulmonares, a TB é uma grande falsária mesmo. E nos EUA do século 21 acho ainda mais fácil disso acontecer, lá eles não valorizam doenças contagiosas, talvez porque lá tenham poucos casos (diagnosticados, pelo menos) ou porque vejam como doenças do terceiro mundo.

    PS: obrigada por me mencionar na review, adorei, hehe. Espero ter ajudado, qualquer coisa pergunte que vou tentar descobrir pra você.

  21. Eloisa

    nossa to atrasada hehehehe
    otimo review, alias parabens pelo 100!

    este episodio foi bem bacana, adorei conhecer um pouco mais da historia do ER e adorei rever o Morgenstern, essa historia foi otima

    assim como a da mulher q tinha tuberculose, achei exagero confundirem com cancer, ainda mais exagero o Dubenko um otimo cirurgiao tratar o caso daquele jeito, a atitude dele no epi todo foi estranha, nao era ele, mas essa historia da mae e do filho foi linda

    neela chata acertou finalmente hehehe a cirurgia foi um sucesso, o brenner e um fofo com ela, mas eles nao combinam, alias ele e o morris sao os unicos q gosto desse elenco atual, acho q ja deixei isso bem claro

    ah nao tem muito mais oq comentar o resto foi secundario

  22. Carol**

    Bom dia..
    Nos download’s dos episodios do ER no orkut não vem virus, e nem da problema ??

  23. Thiago Sampaio

    Thayse (21) Poxa, sério que não achou o episódio “sensacional”? Ele foi um dos mais inteligentes da série, nos últimos ano. Eu gostei mesmo… Bom que pelo menos a review agradou. E quer dizer que de agora em diante, teremos uma consultora de medicina aqui? Legal =) Já vou logo agradecendo pela explicação aqui, mesmo já notando os erros mais básicos: não houve comfirmação do outro hospital, resultado de biópsia e nem mesmo um exame mais apurado antes da internação dela. Por causa disso que, mesmo eu 100% certo de ter um cálculo renal, por exemplo, antes de me doparem os miseráveis sempre checam antes por apendicite ou afins =P Parece a coisa mais sensata mesmo… Me lembro desse episódio com o garoto com sarampo (a mãe não acreditava em vacinas) mas com tuberculose não é tanto assim. Na série, diversas vezes, de Mark Greene à Abby Lockhart, os médicos sempre pegavam um ou outro caso por ano. Quanto ao Olie, apesar de concordar um pouco que a cena final de Kostin é uma homenagem à todos os profissionais e personagens, ainda acho que o ciclo de vida dele é uma representação fiel da história de ER. No mais, obrigado mesmo =)

    Tati (22) Nhá… Nóis tenta =P Brigadão mesmo!

    Eloisa (23) Antes tarde do que nunca. E vlw. Bom saber também que muitos aqui pelo menos conhecem Morgenstern… Eu já tava suspeitando que deveria ter que explicar muitas dúvidas sobre quem ele é. Significa que muitos viram os primeiros anos. Isso é muito bom mesmo. E do elenco inteiro, eu incluiriam fácil a Sam: ela, Morris e Brenner são mesmo os melhores do ano. Pelo menos, um índice de 50% entre os fixos.

    Carol (24) Boa tarde. E absolutamente sem problemas. Pode passar lá http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=49675254

  24. Eduardo

    Quanto ao Dubenko, alguns podem achar o comportamento dele um exagero, mas no fundo acho que foi bastante fiel as suas origens, e entendo 100% o lado dele.

    Dubenko sempre foi um cirurgião com um lado de compaixão e disponibilidade para ajudar pessoas como Neela.

    Mas Dubenko é, acima de tudo, um cirurgião. E qualquer um que assiste ER sabe que cirurgiões tem uma forte inclinação para meter a faca no próximo paciente. Benton era igualzinho nesse aspecto. Metia o bisturi sem pensar duas vezes.

    Ainda me lembro quando Susan ficou a mercê de Kayson. Benton e Langworthy defenderam a angioplastia sem pensar duas vezes, enquanto que Mark hesitou. Cirurgiões sempre vão defender a intervenção cirúrgica nesses casos. Não há de esperar que Dubenko tivesse outra intenção nesse assunto.

  25. marília

    Oi.

    não assisti o episódio. Seleção aqui na cidade. Eu, que quis mas acabei não indo pro estádio, não resisti e assisti na tv. Mas td bem, certo? sempre tem a reprise de 1h da madruga? Não para mim. EU DORMI. vi 45 seg do episódio e peguei no sono. não sei nem como. Ô ÓDIO. e agora. comofas?

    Mas li seu texto (sim. enorme. mas quem se importa?) e me emocionei. PARE AGORA DE DIZER QUE O FIM ESTÁ PRÓXIMO! ISSO TÁ ACABANDO COMIGO. e fiquei mas chateada ainda pq não assisti. Perdi de rever aquele chefe exitante e algumas vezes patético dos 1° anos. Ou pelo menos é assim que me lembro dele. Não teve um episódio que ele fez uma merda tamanho gigante?

    Bom, teve ter sido um excelente episódio mesmo. Ou assim me pareceu pelo review.

    ps.1 legal da sua parte nos respeitar. Mas não tem nada demais chamar a Sam de linda, maravilhosa e até gostosa se vc quiser. hahaha! acho que gostosa tem problema sim. ia ficar vulgar e isso não é um traço dos seus textos.

    ps.2: Foi mal ter falado com vc lá no orkut. Vc é bem reseravado e sei lá, enfim, nada a ver. Mas ó, foi inocente mesmo. Nem quis ser intrometida ou forçar intimidade (até pq nem preciso disso) só achei que seria legal dar uma alô. whatever.

  26. sonylena

    Oi voltei, agora com mais tempo, esperando que não seja tarde demais..
    Parabéns pelo centésimo texto!!!! são sempre analíticos, poéticos com um toque de malícia e ironia….e não se preocupe com suas fantasias impublicáveis,,rsrrs ….isso só prova que vc é homem…rsrrs típico!!!!
    Confesso que não lembrava do antigo chefe do PS, mas quando eu o vi, me lembrei do personagem, mas não me lembro de muitas cenas desta época…mas o ator é excelente, adoro ele no filme Fargo!!
    Concordo com vc que é melhor um ” que pena” do que ´” já vai tarde”… gosto muito do Dubenko e teve época em que eu gostaria que ele fizesse par com a Nella, sempre tive a impressão que ele tinha uma quedinha por ela…sei lá…achei ele estranho neste epi, pois apesar de ser um cirurgião, que é eu entro e corto, ele sempre demonstrou uma sensibilidade maior…mas os cirurgiões precisam ser assim, os mecanismos de defesa, sublimação ( capacidade de transfomar e deslocar o sentimento) como a dissociação( capacidade de deixar os seus sentimentos fora daquela situação) se não conseguirem isso, terão dificuldades para trabalhar, porisso nem todos os médicos são cirurgiões.
    EScrevi demais, tô parecendo vc Thiago…rsrrs

  27. Claire

    Aaaahhhh tô correndo (sem tempo) então serei sucinta.O que era aquele cabelinho do Morris??? hahaha… em poucas palavras,o melhor epi dessa temporada pra mim… pelo menos até agora… mas acho que vem mais coisas boas por aí…
    Parabéns Thiago pela 100ª review!!!!

  28. marília

    hahha. como é que eu escrevei “exitante” no lugar de HESITANTE eu não sei. o pior é que isso ficou na minha cabeça… a grafia correta não me vinha. até que li e voltei pra corrigir.

    A TREVA. too much internet.

  29. Patrícia

    Parabéns pela review no. 100! Estava ótima como sempre, e pode continuar escrevendo bastante, porque falta pouco pra acabar…

    Também tenho a sensação de que daqui a pouco vou começar a baixar os episódios da 16a. temporada, hahaha… assim como você, achava que estava mais do que na hora de E.R. acabar, há alguns anos, mas agora que acabou mesmo, sinto um vazio… não completamente, porque a Warner ainda tá passando, e tem as suas reviews, mas quando isso acabar, vai ser triste…

    Gostei bastante do episódio, e achei legal essa sua associação do Olie com E.R., acho que encaixou direitinho, nem tinha pensado nisso.

  30. Thiago Sampaio

    Eduardo (26) Ah, mas mesmo assim, ele foi além da encomenda. Além do mais, Dubenko nunca foi de agir desse jeito. Exemplos são muitos, mas ele trabalhando como atendente e não conseguindo se sair bem com uma idosa e seu marido (foi Pratt quem teve que dizer pra ele encerrar o tratamento) é o melhor que me vem a cabeça: hoje, Dubenko tava mesmo era do avesso.

    Marília (27) Oi =) Como que me faz um troço desses? Baixa já esse episódio porque tenho a sensação de que assim que for exibido o season finale, ER vai sair do prime time da Warner. E não, não vou parar de lembrar que o fim está próximo: como deixarei de usar esse recurso altamente barato pra causar comoção? Acaba sendo mais fácil do que textos de 50 parágrafos =P E sim, David fez muita besteira, mas só no 4º ano. Ele teve um infarto no episódio ao vivo, e quando retornou, ficou inseguro, fez besteira numa cirurgia, acusou Benton… Depois viu que seria mesmo admitir e sua carreira acabou ali.
    ps1.: acredite, eu não tava pensando só em adjetivar a Sam =P
    ps2.: poxa, tive que checar meu orkut pra ver do que estava falando… desculpa! foi nessa segunda de feriado =T era de noite e eu tinha acabado de chegar em casa depois de passar o dia na praia, tava morto e… e um dos recados falava sobre um spoiler na comunidade ER. fui checar aquilo, corrigi… fui tomar banho e cama. tava ciente de que havia respondido.. desculpa mesmo =T

    Sonylena (28) Nunca é tarde. Acredite =) Até comentários de reviews antigos terão feedback aqui. O importante é participar… Mas obrigado mesmo por ter voltado e… pelo elogio. No mais, que culpa tenho se a Sam me aparece fantasiada daquele jeito e no mesmo episódio da irmã dela? huahuahauhauhauahu Ehr… David fez só 26 episódios, só que todos nas 4 primeiras temps: dá pra ver que ele era bem ativo na série. Mas uma ausência de mais de 11 anos causa um esquecimento sensato mesmo… E sim, ele é um ótimo ator. Ele em Fargo está ótimo, assim como em Magnolia, Seabiscuit… até mesmo Celular e Jurassic Park 3. Ele trás muita credibilidade num papel. Gosto muito desse cara. E ainda é casado com Felicity Huffman. Bom pra ele =) Quanto a Dubenko, sei que eles não devem se envolver tanto com os pacientes, mas até mesmo Romano respeitaria a mulher naquela situação. Até Romano! Continuo achando que ele tava fora do tom hoje… No mais, obrigado mesmo. E pode escrever o quanto quiser que num me importo não =P

    Claire (29) Ê peruca maledita… Huahuahuahuaha E sim, pode esperando que teremos coisa muito melhores que esse episódio. Pode confgiar. E muito obrigado…

    Marília (30) Espalha não, mas quando escrevi que Gates estava hesitante ao cuidade de Kostin, meti também um “exitante” só percebido na revisão… Liga não. O portugues que é estranho mesmo huahuahuahuahua

    Patrícia (31) Vlw mesmo, mas… Fico pensando que nem todo mundo gosta de ler tanta coisa na net, né? Mas sim, se o episódio pedir, vou fazer esse esforço extra =) E anos atrás, eu imaginava que quando ER acabasse, ia soltar um “graças adeus”. Olha… Sou muito mais esse (bom) sentimento de saudade, apesar de saber que na próxima temporada não terei mais o que revisar na série =/ Quanto a assossiação, espero não ter viajado muito na maionese, mas acho que essa tenha sido mesmo a intençaõ da produção. Se encaixou legal, e até que serviria como um último paciente da série… Seria melancólico até, mas mal não seria

  31. Patrícia

    Oi Thiago, eu de novo… é que acabei de ler a sua review de Darfur, nessa época que você escreveu eu acho que nem sabia da existência do Teleséries… você fazia milagres com os péssimos episódios, hein? E aquela review ficou muito legal, e muito do que você falou lá acabou acontecendo mesmo…

  32. marília

    que desculpa o quê rapaz?! eu é que tive que me desculpar pela “intimidade”… hahaha quis ser simpática… enfim, qnd vc não respondeu é que me dei conta que não tem nada a ver “ser simpática”…

    mas como eu já disse… whatever, é besteira pq nem orkut eu uso… só queria mesmo seguir a sua comunidade (eu jurava que já seguia, mas era outra) pq como vc mesmo faz questão de lembrar toda vez: está acabando. só que eu não estou disposta a esquecer de E.R e sei que lá as coisas se manterão um pouco acesas…

    ha. agora eu tô toda desconfortável por ter feito vc se desculpar por uma idiotice minha.

    e pô… mas tem erro que é bizarro, hein? pelo menos ainda “naum tow falano axim”

    e sim, foi mesmo depois da cirurgia que o chefe M. quis F**** com o Benton… agora me lembro..

  33. Luciana

    Puxa,o episódio foi tudo o que eu queria e mais ainda!Incrível como o Kostin me marcou ,sendo que apenas apareceu neste episódio (mais ou menos como o bêbado de Time of death , o cozinheiro de Two ships e o professor com E.L.A de Body&Soul)só que obviamente de forma mais importante porque o cara praticamente trouxe a medicina de emergência pra Chicago,emocionante,realmente,com o tom trágico típico do ER ele está morrendo.Foí só quando apareceram os créditos finais que eu reparei que a Banfield não tinha aparecido e ,fiquei feliz,pois não fizeram o óbvio (Banfield indo trabalhar totalmente desolada,alguém falando que ela precisa tirar folga e ela dizendo que precisa ficar ocupada)

    Nossa,mas eu não sabia que alguem tinha falado ”vc dá o tom” para o Mark,é por causa dessas coisas (e não por causa do George Clooney)que eu queria ver as 4 primeiras temporadas.Torço para que o Morris dê certo com a Claudia,ele merece.Putzs,quando eu vi a Sam com aquele uniforme,a primeira coisa que eu pensei foi ”é agora que o Tiago vai à loucura”rsrs.E o pior é que eu fiquei com aquele pensamento de que conheço a pessoa de algum lugar com a irmã da Sam (eu acho que ela fez uma doida em L&0:SVU) e com o filho da tuberculosa.Gostei também da cirurgia,fazia um tempinho que não mostravam uma cena de OR sem pressa,ainda mais com um procedimento inovador.Estou triste porque a cada semana o fim da minha série preferida está mais próximo e a atriz que interpreta a minha personagem preferida está com câncer.Deus,dá uma raiva profunda da Warner quando passa aqueles comerciais toscos,se fossem de outras séries,ainda vai,mas são de ER,e eu pensando que eles tinham finalmente tomado jeito com aqueles comerciais ”dizem que antes de chegar o fim” antes de começar a última temporada…

    PS- parabéns pelas 100 reviews

  34. Thayse

    Thiago, será que eu tô ficando muito exigente com os episódios?? hahahah Só comecei a gostar pra valer do episódio lá pro fim, quando o Morris descobre que o velhinho é o dr. Kostin. Mas, depois de ler o seu texto, passei a ver o episódio com outros olhos. É que eu queria que os antigos personagens começassem a aparecer de uma vez (leia-se: o Carter, que eu adooooro) e tals. Espero que o Morgenstern traga o povo de uma vez porque a série tá acabando!!

    Quanto à “consultoria”, bom, eu tô longe de saber tudo, mas o que eu souber, respondo com o maior prazer. E o que eu não souber vou atrás, assim aprendo também! Realmente achei tosco o caso da mulher, mas né, licença poética. Além de tudo que eu já disse, o líquido da toracocentese veio hemorrágico, o que fala mais a favor de câncer do que de infecção. Mas abafa o caso! Fiquei espantada com o filho dela, que sabia um monte! Será que tem mesmo tudo isso na internet?? O guri parecia estudante de medicina!

    Outra: achei muito legal saber que o Morgenstern começou a tradição do “dar o tom”, e logo com o Greene! Ele acertou em cheio! Adorei relembrar da cena do médico na água, a conversa… Ah, saudades dos episódios clássicos!!

  35. Thiago Sampaio

    Patrícia (33) Hello again =) E obrigado… Meu, lembro-me de enviar esse texto como se fosse onte! Nem parece tanto tempo assim. Se dizem que nossa vida passa rápido, a vida virtual é mais rápida ainda. Sobre os “milagres”, nem era tanto assim, vai =P Negócio que na época eu preferia revisar os episódios ruins mesmo. Sempre achei muito mais fácil falar mal e critica os erros, do que ser redundante em um bom episódio. Foi preciso só 5 anos de experiência pra mudar esse cenário: hoje prefiro muito mais falar de um episódio bom como esse =)

    Marília (34) Sem problemas quanto a isso. Acho que ninguém tem que se desculpar por nada mesmo =) Quanto a cena do David entregando a fita pro Benton, nunca me esquecerei daquele guarda-chuva enorme que ele tinha XD

    Luciana (35) Poxa, eu havia me esquecido do cardíaco em Two Ships. Bem lembrado mesmo! Aliás, Two Ships e Body & Soul também foram escritos por Sachs, roteirista do epi de hoje. Olha como é bom saber pelo menos alguns dos roteiristas =) Banfield não tinha mesmo espaço nesse episódio. E faça um favor à você mesma: compre os DVS de pelo menos as duas (ou três) primeiras temporadas. A primeira começa devagar, mas atinge a perfeição em seu miolo. E o segundo ano, inacreditavelmente, quase que a supera! Sem Susan no terceiro, a coisa fica mais dark, mas… Compre! =P Quanto a Sam vestida de enfermeira: cada vez mais ela vai chegando perto de Susan em meu posto de musa. Ai, ai =T E a irmã da Sam reconheci de um horrível filme em que era filha do Tommy Lee Jones. Já a filha da diabética, achei parecida com a Nia Long de Third Watch. E a Warner tá fazendo tudo, mas tudo errado mesmo… No mais, obrigado =)

    Thayse (36) Fique exigente não… Passei muito tempo assim… Vai na onda. Fica muito mais legal, ainda mais nesse último ano =) Quanto ao retorno de Carter e dos demais: garanto que tudo terá uma explicação concreta e lógica. Não será algo do tipo: “esse é o último ano, então vamos trazer todos”. Lembra de Mark? Não foi inteligente? Logo, apesar de o número de epis com os personagens clássicos ser bem curto, garanto que o motivo deles aparecerem fará valer a pena por isso =T E consultoria confirmada? Nice =) Quanto a internet… meu, ela ajuda muito. Uma colega é estudante de medicina e aqui havia uma paciente na UTI com hemorragias por todo corpo (inclusive cerebral). Infelizmente, ela morreu =/ Negócio que… conversando com ela sobre o caso e os sintomas, emplaquei sem pensar duas vezes um púrpura trombocitopenica trombótica. Não chequei na net, mas lembrando-me de Scrubs, ER e House… A internet facilita mesmo nisso. Quanto aos momentos clássicos… Aguarde pelos próximos textos =)

  36. Fabiana Bartholomeu

    cHOREI MUITO COM A HISTÓRIA DO OLLIE, NESTE MOMENTO A GENTE PÁRA PRA PENSAR EM TUDO QUE JÁ FEZ NA VIDA …. O QTO IMPORTANTE PUDEMOS TER SIDO OU NÃO !!!
    AMEI O EPISÓDIO
    FABY

  37. Márcio Roberto

    Parabéns pela review Thiago. Um belo texto para um belo episódio. Eu segui sua sugestão e lí a review de Darfur. Adorei a adaptação do “protetor solar”. É.. eu acho que sou o único a gostar de Darfur. Foi feito sob encomenda pra mim =P

    Bom saber que agora vc gosou do epi. Lembro que no ano passado achei suas críticas meio pesadas. Não conseguiu entrar no clima, o de javu dos anos 60 naum dava pra engolir e Mimi Leder perdeu a mão. Em fim, bom saber que agora o epi “desceu redondo” =)

    Sobre a falha no diagnóstico, não sei se alguém já comentou, mas realmente o Mycobacterium tuberculosis, agent causador da tuberculose, pode reproduzir sintomas e diagnósticos por imagem muito semelhantes ao câncer. Primeiro esse microorganismo infecta o pulmão, rompe alguns vasos sanguíneos e migra para outros órgãos causando dores, febre, imunossupressão… asim como metástase no câncer. Não foi viagem do Dr Sachs. Ele sabia o que fazia.

  38. Flávia

    Oi, Márcio. Não se sinta só, eu também gostei muito de Darfur! :o)

  39. Márcio Roberto

    Flávia, “os adoradores de Darfur” será o menor fã clube do mundo! rsrs..

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