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Review: ER – And In The End…

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ER - And In The End...Série: ER
Episódio: And In The End…
Temporada: 15ª
Número do Episódio: 331 (15×22)
Data de Exibição nos EUA: 2/4/2009
Data de Exibição no Brasil: 28/10/2009
Emissora no Brasil: Warner

Acabou.

Depois de 15 anos, 331 episódios, centenas de mortes e toneladas de epinefrina e atropina, ER chegou ao seu final. Qual a impressão disso tudo? A de que esse foi um dos melhores seriados de todos os tempos? Bem possível, apesar de algumas fases questionáveis e das opiniões de infelizes que nunca pararam pra assistir a série. Fato é que depois de tanto tempo de ER (e de textos no TeleSéries), esse evento merece um tratamento diferenciado.

Eu até que tentei fazer algo diferente, dividindo diversos assuntos em capítulos, cujo títulos eram nomes de episódios. Mas depois de horas escrevendo o material, percebi que não estava escrevendo uma review, mas sim um livro… E ao chegar na 30ª página, resolvi parar. Então, farei mais ou menos como a review passada, dividindo sutilmente tudo em duas partes, mais outras três subseções ao final de tudo. Dito isso, boa leitura.

Previously on ER
o documentário especial

Pra algumas pessoas o especial, que criminosamente não terá reprise, foi melhor que o último episódio. O único consenso é de que foi curto demais, apesar da produção ter conseguido o milagre de contar 15 anos de ER em de 40 minutos. Exibido antes do fechar das cortinas da série, Previously on ER contou com a presença dos produtores John Wells, Steven Spielberg (isso mesmo) e quase todo o elenco fixo descrevendo o drama médico desde o início até o encerramento, em depoimentos sinceros, cômicos… e emocionantes.

Na década de 70, Michael Crichton era um estudante de medicina quando começou a escrever EW (Ala de Emergência), o roteiro de um filme que tinha como pano de fundo as experiências que viveu estagiando no PS. Durante anos o roteiro de Crichton ficou encostado, até Steven Spielberg dar uma lida e ter vontade de dirigí-lo. As conversações de produção foram iniciadas e a dupla tracejava as idéias para o longa-metragem, até que um dia Crichton falou sobre um livro novo, que tinha como premissas DNA e dinossauros…

Os olhos de Spielberg brilharam, EW foi deixado de lado e a dupla trabalhou no conceito de Jurassic Park, filme de 1993 (por acaso, o primeiro filme que vi no cinema). Logo depois, Spielberg trabalhou em sua obra prima, A Lista de Schindler, daí EW ficou sem espaço na sua agenda, até a dupla decidir que o roteiro poderia ser adaptado pela televisão… Entra John Wells, nome promissor entre os produtores de televisão, que entre outros, havia sido responsável pelo também drama médico China Beach. Daí, até EW virar ER em 1994 foi uma questão de tempo.

John Wells fora o grande responsável em adaptar o roteiro para um seriado de TV. Ou seja: se Crichton é o autor do filme, Wells é o criador da série. Foi ele quem modificou os personagens centrais (todos os médicos eram homens brancos… baseados no próprio Crichton), deu nome às enfermeiras e juntou esforços para montar a equipe de produção, fazendo de ER o seriado que todos conhecemos.

Enquanto Michael Crichton e Steve Spielberg procuravam um canal para exibir o seriado (uma tarefa nada fácil como bem disse Sherry, pois eles eram “gente de cinema, que não sabiam nada de TV”), Wells e sua equipe escolhiam o elenco e a locação. Por falta de tempo e orçamento, o Hospital Linda Vista Community, construção abandonada de Los Angeles, serviu de cenário para o filme-piloto. O trabalho então foi encontrar o sexteto de protagonistas, que acabou universalmente descrito como a equipe mais unida da série.

ER - And in the End...George Clooney foi o primeiro a ser escolhido. Ele, que já havia participado da comédia E/R da NBC (pois é), tinha certo vínculo com a produção e ganhou o papel do pediatra sem precisar fazer audição (como disse Laura Innes, todos eram pessoas de verdade, exceto por George, que parecia melhor que pessoas de verdade). E segue o casting: a foto de Anthony Edwards estava em cima de uma pilha de currículos para o papel de Mark Greene e por acaso Crichton viu essa foto, presumiu que já fosse o cara certo e ninguém quis discutir com o criador. Sherry Strinfield teve certa concorrência, mas levou o papel de Susan. Noah Wyle fez seu teste com a cena em que Carter colocava um soro pela primeia vez (derrubando Crichton no chão do tanto que ele deu risada) e La Salle foi escolhido pouco antes do início das gravações, sendo até confundido pelo diretor Rod Holcomb como um assistente de produção… Pra fechar, ainda teve Juliana Margulies interpretando Carol, que morria no piloto depois de cometer suicídio, mas Spielberg trouxe de volta porque era boa demais pra sair assim (foi Clooney quem ligou pra ela dando a boa notícia).

Não sou o maior fã do episódio-piloto. Sério. Pra mim ele é confuso, caótico, em certos momentos piegas e arrastado. Tirando a beleza de Sherry Stringfield (Susan foi a primeira paixão de minha vida) e das ótimas cenas de Edwards (Mark era o cara) e Wyle (Carter não era o cara), o piloto teve sérios problemas e acredito que se um seriado hoje começasse daquela maneira, seria cancelado logo de cara – sério, se eu fizer uma lista dos melhores pilotos que já vi, ER não entra. Mas ele tem seus valores: a produção não foi fácil, o roteiro era dos anos 70 e com o dobro do tamanho se comparado à outros, filmar foi complicado…

Só que apesar das ressalvas da NBC – o canal achava que tinha explicação de menos (o que diabos é epinefrina?!) e personagens e sangue demais – a série deu certo. Edwards falou no especial: desde As Panteras que um piloto não tinha uma audiência tão boa… Isso devia significar algo? Negócio que a série não olhou mais pra trás e só fez crescer. A curva de aprendizagem não foi das mais rápidas (pra mim, a série só pega depois e Blizzard, do engavetamento que leva 150 pacientes de uma vez só pro PS) mas a audiência sempre foi imensa. A idéia era que ER chegasse perto de Chicago Hope, da CBS. Ao invés disso,o drama médico da NBC teve mais do que o dobro da audiência de todos os outros canais somados…

Essas informações estão no DVD do primeiro ano (parem de baixar episódios e comprem os boxes da série… eu só tenho as quatro primeiras temporadas e mesmo assim não baixo as outras) e estou colocando essas informações apenas pra acrescentar o que não entrou no Previously on ER, especial muito bem compilado. Algumas coisas ficaram de fora (óbvio, foram 40 minutos) mas o que entrou foi perfeito.

O estilo de gravação? Eu adoro. ER foi pioneiro no uso da steadycam, uma câmera que fica acoplada no corpo do cameraman, mas possui um sistema de molas que suaviza ou mesmo elimina o “andar” do operador. Era como se a câmera estivesse flutuando… Com roteiros imensos, filmar ER era uma corrida contra o tempo, então o uso dessa steadycam mostrou-se a coisa mais lógica: de uma vez só páginas inteiras eram filmadas em tomada única, enquanto atores entravam e saiam de cena num piscar de olhos e diversas coisas aconteciam. Era teatral e muito difícil, visto que o jargão médico era o terror de alguns… E quando alguém que deveria encerrar, errava sua única fala, e obrigava todo mundo a filmar novamente uma cena de mais de 3 minutos? Isso se seguiu na série, mas com o passar dos anos não era tão recorrente quanto nas primeiras temporadas, abandonando o adorável “que” de documentário médico. O estilo documental, aliás, era o diferencial dos primeiros anos.

O roteiro era primoroso em mostrar a realidade do campo da medicina, e até mesmo da vida pessoal dos personagens. Todos eram falhos, apesar de heróicos em sua dedicação com os pacientes (esse heroísmo, aliás, gera mais debates que as falhas dos personagens, pois críticos dizem que poucos médicos são tão idealistas quanto os de ER).

Essas falhas foram rapidamente exemplificadas. Benton, o arrogante e ambicioso residente que no maior erro de sua vida quase matou um bebê ao tocar em seu fígado, quando deveria apenas fechar a incisão da cirurgia. Romano, talvez o personagem mais legal de ER (Greg House é fichinha perto de Robert Romano), teve boa parte do tempo dedicado sobre sua persona. Alex Kingston (Corday) o descreveu com prazer, Linda Cardellini (Sam) e Parminder Nagra (Neela) são verdadeiras fãs do personagem e… Bem, é o Romano, aquele cara que no fundo no fundo (mas bem no fundo mesmo) tinha um toque de humanidade.

Teve também Abby e sua relação com a mãe, a excelente Sally Field, que nas palavras de Maura Tierney (melhoras pra você, Lockhart) “era quem fazia Abby possível”. E, claro, Mark Greene, que perdeu uma paciente grávida no melhor episódio da série (Love’s Labor Lost) quando todo nós pensávamos que ele era melhor que Superman e perfeito em seu trabalho… mais a polêmica decisão de recusar tratamento (e meio que matar) Derek Fossen, no finale do sétimo ano…

Quem fechou o segmento foi Doug Ross, que saiu da série praticando eutanásia num garoto. Mas não vou destacar muito isso: apesar de ser o maior nome de ER e ser mencionado com carinho por praticamente todos no documentário, Clooney fez o favor de não participar do especial. Sem surpresas, pois uma das condições dele voltar pra fazer o episódio Old Times era proibir a NBC de fazer qualquer menção ao seu nome ou imagem nas promos do episódio. Engraçado que apesar de não querer mais se associar a série, Clooney ainda assim se inscreveu para o Emmy de participação especial. Mm… Bem, é um profissional e é do direito dele. Não vou questionar muito isso, embora faça questão de exaltar aqueles atores que assistem e vestem a camisa do seriado.

Maura Tierney, apesar de excelente no papel de Abby, não via a série (chegou sem ver antes, e como não gosta de se ver em cena não viu nem depois) enquanto que Stamos é aquela coisa. Ele nunca viu ER (tudo bem), mas bastou chegar pra ser o centro da série. Lembram-se dos ótimos depoimentos dados por diversos protagonistas, exaltando a série e o trabalho dos demais, enquanto que Stamos dizia “ER mudou minha vida” ou “me sinto ganhando uma maratona nas cenas de steadycam”? Ê, ego.

Por outro lado, Parminder, Linda e Scott Grimes (Morris) revelaram-se grandes fãs da série, enquanto que outros verdadeiramente pelo menos a conheciam (até mesmo Goran, lá longe na Croácia). Parminder e Linda assistiam a série desde sempre e têm Romano como personagem preferido, assim como Scott que, lembro-me bem, ficou tão contente ao ser contratado pela série que no intervalo das gravações escutava o tema da abertura em seu MP3. O restante, por outro lado, deve ter parado de assistir a medida que saia (La Salle, Edwards, Stringifeld…) mas sendo perfeitos nesses depoimentos e em sua compreensão da série.

ER - And in the End...La Salle, Edwards e Wyle deram alguns dos depoimentos mais centrados. Grimes, Stringfield e McCrane foram bem humorados… Enquanto que Innes e Kingston foram pura emoção. A intérprete de Weaver em alguns momentos falava até bem baixinho, visto que era saudosismo puro. Não conseguir falar sobre a idéia do set ser desmontado foi de partir o coração. Mas não foi tão triste e emocionante quanto Alex falando sobre a saída de Anthony Edwards e as gravações no Havaí… Sério mesmo que Mark não é o melhor médico da história das séries, e que sua saída não foi a mais emocionante de todos os tempos?

Houve também uma importante passagem da morte de Pratt, único momento densamente carregado para os atores nessa última temporada, e que mostrou que Parminder Nagra é bem mais gente fina que Neela. A indiana estava doida pra chorar em cena, enquanto que fora proibida disso pois Rasgotra chorar não estava no roteiro… E eu critiquei tanto essa frieza…

Bem, estou me alogando mais do que devia e estou apenas transcrevendo o que todos viram, então encerrarei esse segmento com o mais importante: na opinião de todo elenco, fazer a série foi divertido. Apesar dos dramas e das inúmeras tragédias (o clipe de acidentes, mais McCrane falando que no final teria uma detonação nuclear, mostram o quanto exageraram na dose), todos os atores se lembram de rir mais do que qualquer coisa. Clooney era uma lenda no set de gravações, espalhando insetos no cenário, enchendo de creme a luva dos atores, jogando torta nos outros, instigando diversas piadas escatológicas e criando na série uma máxima: havia união e felicidade durante as gravações.

São 15 anos e muitas pessoas pra serem “melhores amigas”. Não acontecia sempre (Maura e Noah não se dão tão bem, mas Wyle tem sintonia com o pessoal de sua era, da mesma maneira que Tierney tem com a sua), mas todos eram muito unidos em seus grupos e não havia brigas no seriado. Apesar da tensão das gravações e da carga do roteiro, a sintonia reinava no set 11. Sintonia responsável pela qualidade dos episódios assistidos por milhões de pessoas no mundo todo, pessoas que só tem a agradecer por uma década e meia de tristeza, desapontamento, emoção… e muita felicidade.

E claro, como bem diz a letra de Chicago do The Uglysuit, no final do especial, sempre levará nossas mentes pra Chicago…

And in the End…
review do último episódio

Há pouco pra se comentar do episódio final da série, a não ser destacar uma coisa: foi perfeito. Pode haver controvérsias quanto a isso, pois ER não teve aquilo que seria um desfecho clássico, cheio de definições. Não teve casamento, narração em off contando o que vai acontecer na vida de cada personagem… nem nada extremo, como um mega acidente de trânsito ou o PS pegando fogo. Se assistiram ao previously on ER, devem ter visto que a série nunca deveria ser sobre isso… Na verdade, ela é sobre médicos do pronto-socorro de Chicago. Daí a perfeição desse fechar de cortinas, que emulou de forma perfeita até a mais clássica das cenas: Lydia acordando o médico.

ER - And in the End...A primeiríssima cena da série foi na sala 8, com Mark Greene cochilando e sendo acordardo por Lydia. Da mesma maneira que ela fez com Morris hoje…. A enfermeira fora demitida por Romano, junto com Yoshi e outras enfermeiras clássicas, no episódio Dear Abby, mas quem liga? Fiz mais do que questão de acreditar que não há vimos faz mais de cinco anos porque ela só trabalha nas madrugadas… O importante é a retomada ao início da série, às suas origens.

Importante lembrar que o piloto não possui algo que acabou ficando tão clássico quanto a série: sua belíssima abertura. Depois de David Zabel retirá-la no início da 13ª temporada, os créditos de abertura voltaram nesse último episódio, meio que pra dar adeus à série… O início do episódio, com o logo verde, já me deu frio na espinha. E a abertura completa então? Foi daqueles momentos pra fazer nós, fãs bestas, vermos que não há problemas em chorar de alegria mesmo com as pequenas coisas – apesar de que o retorno da abertura da série (uma das mais lindas da história dos seriados) foi importantíssimo. Claro, alguém se enrolou na ordem e colocou o nome do David Lyons na frente de quase todo mundo e estragou surpresas sobre quem participaria ou não (nada de Doug, Carol ou casal luby), mas acabou sendo a cereja do bolo em um evento perfeito.

No restante do episódio, pelo menos o que se passou no PS foi ER na veia, e adorei o fato de terem usado Morris como o atendente que hoje dá o tom – apesar dele não ter perdido a veia cômica. Sem nunca parar de comer, roubando as rosquinhas de Frank, ameaçando bater em residentes, sendo cantado por pacientes idosas… E sua reação durante a discussão pelo pequeno Donny? Todos os arcos possíveis de Morris já foram fechados, e dessa vez o que tivemos aqui foi o trabalho de um médico em jornadas de 12 horas, num roteiro idêntico à origem da série. Não sou fã do piloto, mas essa decisão é louvável e o episódio não foi menos que brilhante.

John Wells o escreveu baseado no piloto entitulado 24 Hours, assinado por Crichton nos anos 70. Aliás, acredito que se o escritor não tivesse morrido em novembro de 2008 (o discurso de Romano contra o câncer, feito no episódio The Letter, me vem à mente…) com certeza faria uma dupla com Wells para a elaboração do finale, fechando esse ciclo. Até o diretor foi o mesmo: Rod Holcomb, responsável pelo piloto, centésimo episódio, mais o retorno de Carter esse ano, acabou levando o último Emmy Award de ER pela direção do finale, pena que não subiu ao palco pra agradecer pelo prêmio…

Enfim, And in the End retorna às origens de ER e cai de cabeça na premissa da série: a rotina dos profissionais do PS. Há algum tempo, foi-se estabelecido a temática de “paciente da semana”, onde um grande caso dramático acontece nas salas de trauma… Não foi sempre assim. Durante vários anos, o que víamos era uma entrada caótica e confusa de diversos pacientes que entravam e saiam num piscar de olhos, e mesmo aqueles que tinha um aprofundamento mais psicológico com os personagens, não caiam na pieguice.

Mas no final, tivemos de tudo. Diversos infartados e outros casos menores, Donny com sua mãe e noiva, a gentil senhora Beverly, o retorno do casal Manning, o soro-positivo com câncer, a grávida de gêmeos, a garota em coma alcoolico…

Num episódio perfeito, até Tony Gates funcionou. O motivo disso foi por Stamos ser ótimo trabalhando e se preocupando com crianças, e por Wells levar esse caso pro lado pessoal. A história foi baseada em sua sobrinha adolescente que morreu depois de jogar “eu nunca” com as amigas… Meio que se colocando no papel de Gates, Wells escreveu de forma correta esse núcleo e Stamos acertou na mosca (antes tarde do que nunca). A garotinha receber o bicho de pelúcia foi de cortar o coração… Tão jovem… Gates, aliás, que perdeu o sono com isso porque não conseguia parar de pensar em Sarah, teve um quê de Doug Ross. Preocupado com crianças, agressivo com pais irresponsáveis… Foram apenas traços, mas olhem o esforço que estou fazendo aqui: Tony Gates é pra mim tudo o que acho de errado em ER, e ainda assim estou comparando-o com Doug Ross… Ele foi muito bem no final.

Além de se preocupar com Sarah, Gates ainda teve algumas cenas com Alex, preparando o carro que deram de presente para a aniversariante Sam… Tony deveria era ser desenvolvido como pai de família… Enfim, o casal Sam e Gates finalmente reatou, de forma sutil, mas reatou, e o necessário foi tomar como exemplo a vida do casal Manning. Paul retornou (Ernest Borgnine foi a outra indicação do episódio, mas não levou) e parecia se arrepender da ordem de DNR, não querendo mais que a mulher morresse. Assim como eu, que preferia o fim da série, mas depois dessa reta final fui mudando de idéia… Enfim, sua mulher morreu, e tão sutil quanto o retorno com Gates, a enfermeira Taggart reata com a mãe. Sem pieguice, com classe, no melhor estilo ER. Teve pouco de Sam no episódio, mas o suficiente. Sua alegria no carro bastou.

Quem apareceu pouco foi Brenner. Apesar de ter um certo destaque na interação com a novata Julia Wise (Alexis Bledel), ele foi “apenas” médico. Infelizmente, ficamos sem saber da mãe de Lucy, mas é o que se acontece na série: pacientes vem e vão e acabamos não sabendo de suas evoluções. Pelo menos teve tempo de contracenar com Carter, fazendo de Noah Wyle o único protagonista da série a ter cenas com todos os outros do elenco fixo A pena é que na última frase do australiano na série, ele acabou não fazendo um discurso motivacional pra Dra. Wise, que teve um dia muito difícil…

Meio que substituindo Daria, Alexis Bledel incorporou uma R1 como se fosse uma veterana da série. Adorei e detestei ao mesmo tempo… Por que só no fim de ER? Com muita naturalidade, a garota Gilmore atendeu dois dos mais emocionantes pacientes do último episódio. Primeiro o soro-positivo Gandhi (referência à Gandhi Bob Arrollo, maquiador da série morto em 2002) que descobriu ter câncer, e assim como Mark Greene pulou de para-quédas no Havaí, só tem uma preocupação: não sentir dor quando morrer. A outra paciente foi a grávida Salamunovich (referência à produtora Teresa Salamunovich), interpretada pela linda Cara Buono e que foi a última morte trágica do PS…

Faltou Coburn, mas a referência a Love’s Labor Lost foi feita. Claro, o resultado podia ser outro. Colocar uma grávida de gêmeos e mãe de três outros filhos numa massiva hemorragia, por causa de uma inversão uterina, foi a última dose de sadismo da série. Mas, que diabos, tragédias acontecem e ER era sobre isso: pessoas precisam de ajuda, você engole no seco seus problemas e volta no outro dia pra tudo mais uma vez. Carter entende esse espírito…

Viram a cara de felicidade de Carter ao saber que poderia participar do nascimento de gêmeos na sala de traumas? Na belíssima cena, com chuva pesada e os heróis do PS em uma comitiva de guarda-chuvas (sobre uma trilha sonora tão bela, mas tão bela, que quase me fez chorar), Carter acompanha Brenner e Wise no parto que infelizmente não deu certo, mas reprisou mais um momento do episódio piloto: a alegria da mãe ao ver seu filho recém nascido. Se bem que dessa vez tivemos uma boa trilha sonora ao invés daquela música piegas de 15 anos atrás…

ER - And in the End...Carter, pelo jeito, está muito bem e cogitando voltar a trabalhar no PS, se bem que sua prioridade agora é a inauguração do Centro Carter (enquanto John foi pra África, os responsáveis pela obra provavelmente aproveitaram para superfaturá-la… foram quatro anos de construção!). Pra isso, a série utilizou o único recurso “barato” pra trazer personagens de volta. Até o momento, nada foi gratuíto ou forçado, mas que diabos: são Susan e Weaver de uma vez só! E daí se o retorno delas foi apenas pra visitar o amigo? Minto: apenas Susan foi, pois aquela não era Weaver e sim Laura Innes, atriz que era apenas alegria durante a gravação. Mas… alguém quer mesmo culpar Innes por se esquecer de entrar no papel?

Completando a trupe dos velhos tempos estão Benton e Corday, retornando mais uma vez na temporada… Olha, anos atrás achei esquisito demais o “romance” que esses dois inventaram nas temporadas 4 e 5, mas agora… não parecia ser uma boa idéia? Quero dizer, foi tão gostoso vê-los juntos, tão natural… Parecíamos mesmo estar vendo colegas que não se viam há anos, e que confusos em seus pensamentos não paravam de pensar no “e se”… Benton está com Cleo, mas ela nem deu as caras… Enquanto que Corday está sozinha. Por que não?

Vale lembrar ainda dois importantes detalhes: primeiro que Reese estava lá, e era o mesmo ator; segundo que Rachel estava lá, substituindo Mark em espírito e era mais ou menos a mesma atriz.

Jogo rápido, sem me prolongar: Yvonne Zima, a Rachel Greene original, acabou sendo trocada por Hallee Hirsh, que apesar dos pesares acabou desempenhando um excelente papel, especialmente nesse último episódio da série.

Em Orion in the Sky, episódio do último turno de Mark, Dr. Greene foi afastado da sala de traumas por não conseguir segurar os instrumentos (“efeito colateral do tratamento ou progressão da doença, escolha você o veneno”) e Weaver o designou pra cuidar de um novato: Greg Pratt. Sete anos depois, o irmão de Pratt apresenta o PS para Rachel Green… Adorei o balanço cósmico dessa situação, tanto quanto a singela expressão de Frank ao saber que ela era filha de Mark. Enfim, depois de conversar com a reitora Banfield, ela recebe o pistolão de Carter pra ser aceita no County, afinal sendo filha de Greene…

Eram pequenas coisas acontecendo, mas que no quadro geral, pareciam grandiosas. Infelizmente, Benton, Corday e Weaver não quiseram visitar o PS (perdemos uma chance de ver um diálogo entre Kerry e Cate), mas foram até lá Susan e Rachel. Enquanto Lewis revia amigos e conhecia a atual Chefe, perdida no meio de tantos visitantes, John fazia o tour para Rachel e o dejà vu voava solto…

Há um espírito de camaradagem aqui. É o que faz esse lugar funcionar. Todo mudo se ajuda por aqui.

Carter disse isso pra Greene (que legal formular essa frase!) quando Jerry abraçou Lewis e foi exatamente a mesma coisa que Benton disse pra John, 15 anos atrás, ainda que de forma irônica quando Haleh deu um fora nele. Logo depois, faz questão de ensinar Rachel a colocar uma sonda, falando a exatamente a mesma coisa que Benton lhe disse no episódio piloto… Detalhe que o paciente hoje era ninguém menos que Christopher Chulack, diretor da série que não foi responsável pelo finale mas acabou ganhando uma ponta como paciente bêbado…

E são nesses pequenos detalhes, retomados do passado da série (“Haldol, droga milagrosa”, Susan falando da grana de Carter como em Secrets and Lies, o garoto que engoliu o rosário ou a troca de turnos com enfermeiras alertando sobre pacientes tarados) que o episódio nos abre portas para o futuro, embora de maneira cruel, pois todos sabemos que esse é o último episódio… É possível até que alguns personagens nem se vejam mais…

Weaver voltou pra Miami, Susan continua em Iowa…O abraço de Corday em Benton pareceu ter sido um de despedida. Ela voltaria mesmo pra Chicago pra ter algo com ele? Outro abraço de despedida parece ter sido o dado entre Carter e Benton, com direito até a soquinho fraterno. Não foi gostoso ver todas essas pessoas se reunindo, de maneira real e sem saber se vão se reencontrar um dia? Nem mesmo Carter sabe se continuará no PS… Isso tudo depende de Makemba. E impressionante: a produção conseguiu Thandie Newton pra reprisar o papel da amada de John e me fazem o favor de não dar um final feliz pra ele? Quero dizer… É possível ainda que eles reatem…. Mas o que vai acontecer? Makemba o ignorará e Carter ficará no County? Ou os dois reatam e ele se manda pra África? Usem a imaginação.

Da mesma maneira que o futuro de Rachel parece ser brilhante de agora em diante, visto seu brilho nos olhos enquanto ouvia histórias dos tempos de faculdade de medicina, tudo agora faz parte de uma incerteza… De uma questão de interpretação. Quando Morris vai se casar e ter filhos com Claudia? Neela voltaria pro County? Será que rolaria algo entre Brenner e Wise? E a mãe de Lucy? Sam e Gates viverão felizes para sempre? Cate deixaria de trabalhar no PS agora que voltou a ser mãe? Benton e Corday irão se ver mais vezes? Agora que Susan deixou Chuck e que Carter se impressionou com a beleza dela, os dois teriam algo mais sério? Ou Makemba daria sinal de vida?

ER - And in the End...Muitos sentirão falta de questionamentos para Abby e Luka, mas… convenhamos, assim como Doug e Carol, ambos já estão em seu final feliz. E o final da série não é sobre os anos do casal luby, por mais que muita gente acredite nisso. O final foi sobre um recomeço da série, sobre os primeiros anos onde o importante era o atendimento de pacientes no PS. Então, que maneira melhor de encerrar 15 anos de seriado da mesma maneira que ele começou? Tensão, ambulâncias vindas ao fundo com diversas vítimas em estado grave chegando. Trilha sonora de arrepiar os cabelos. Médicos na calada da noite esperando pra fazer seu trabalho… Anos atrás, um cara chamado Mark perguntou se o “Dr. Carter” não queria participar dos atendimentos. Hoje, um cara chamado John perguntou se “Dra. Greene” não queria fazer o mesmo. Deus… Será que conseguindo a residência no County, Rachel seria tão boa quanto o pai? A trilha que antes arrepiava os cabelos, se encerra acelerando o ritmo cardíaco. Depois ouvimos o tema da série. Lágrimas nos olhos. Camera se afasta. Hospital aparece pela primeira vez em sua imponência. Sobem os créditos. Fecham-se as cortinas.

* * *

One for the Road – A Saideira
fanfics: episódios amadores que escrevi

Perigo cortar o clima de emoção nesses próximos segmentos… mas preciso arriscar…

Se o destino de alguns personagens é questão de interpretação, por que não ir além e escrever como seria essa interpretação? Durante anos, em períodos em que eu tinha mais tempo e disposição, escrevi diversas fics. Como sou metido a besta e altamente pretensioso, escrevi tudo em “formato de episódio”, partindo de onde a série parava e escrevendo para praticamente todos os personagens e colocando em minha conta do fanfiction.net (clique aqui).

No meu período de maior produção, fiz 14 episódios da 11ª temporada assim que terminou o 10º ano. Era a primeira vez que eu fazia algo do tipo, e apesar de bem legal… era também bem idiota e forçado. Mas tinha seus momentos, como a visita de Carol e Doug durante um mega acidente do metrô de Chicago, situações de reféns, milhares de criancinhas mortas em um ginásio e outras tragédias infindáveis. A gramática é sofrível e a medicina pior ainda, visto que aprendi a clinicar vendo ER. Mas… Vale pela diversão, pelas boas piadas, e apesar de ter romances dignos de Grey’s (Grey’s não existia naquela época!) não encontro textos amadores melhores que os meus (adeus modéstia).

Cotinuei com isso esporadicamente, quando escrevi a sequencia do tiroteio de 21 Guns, e minha Bloodline acabou sendo melhor que a original (sério, alguém viu minha modéstia por aí?) e segui com um ou outra história, fazendo duas de casal pra Abby e Luka à pedido das lubys (mas não são nada românticas) e agora volto pra fazer minha última…

Argumento bem raso: Reunion (clique aqui) se passa alguns meses depois do finale da série e a emissora de Weaver pede um especial. Quer que ele grave entrevistas sobre seus tempos no County. Kerry então viaja pelos EUA caçando os colegas e convencendo-os a gravar em Chicago. Vão por mim… Ela é ótima (modéstia morta e enterrada) e me dediquei bastante pra escrevê-la e dá-la um feeling de episódio, além de fazer o que a série não fez: dar um desfecho pra todos os personagens. Tendo tempo, leiam e não se esqueçam de comentar.

Now What?
quais séries assistir?

Pois é, ER acabou e não farei mais reviews desse drama médico. E a pedidos dos que gostaram desse espaço… e agora? Dependendo de mim não saio do TeleSéries, mas acredito também que não vou mais assumir outra série. Não sou bom nisso: escrevo demais e exagero em interpretações, sendo que eu talvez só acerte com ER, coisa que… entendo mesmo. Patético (ou nada modesto) admitir isso, mas não terei conhecimento de nada, em toda minha vida, como o que tenho de ER, logo nem vou arriscar outra série.

Porém, seguirei ocasionalmente com alguns textos especiais, como o Big Brother Teleseries parte 1 e Parte 2 (tem Abby nele), algumas críticas, opiniões… e claro, participações na sessão Lá Fora.

O que estou assitindo? Mais do que devia. The Office (minha nova favorita), The Good Wife (Juliana Margulies vai ganhar um Emmy, anotem aí), Modern Family (melhor novidade do ano e com a jovem Lucy), Flashfoward (ainda tenho o pé atrás), House (que não é melhor que ER), 24 Horas e Lost (ambas pra acabar), Damages (melhor drama da atualidade) e Warehouse 13 (está passando na Warner… é diversão pura). Por alto, essas são as que estão em atividade.

Das já terminadas, fugindo do óbvio (como Friends), recomendo Sopranos (o melhor drama de todos os tempos¹), The West Wing (o melhor drama de todos os tempos²) e Battlestar Galactica (o melhor drama de todos os tempos³). No mais, fujam enquanto puderem de Mercy e Trauma, pois ER não terá substitutos.

Querendo perguntar sobre mais (gosto é algo muito subjetivo e não é por gostarmos de ER que teremos as mesmas opiniões sobre outras séries) posso sugerir outras nos comentários.

The Letter
considerações finais

Era apenas uma questão de tempo até não termos mais episódios inéditos para assistir ou comentar. Tempo que chegou nesse presente momento… Infelizmente, não haverá nunca mais um episódio inédito. Só percebi isso semanas atrás, quando vi que não tinha mesmo uma 16ª temporada na grade da NBC.

E não tem mais volta. Querendo sua confirmação final (e tendo coração forte) basta ver as condições do set em um dos corredores, na recepção e na fachada, poucos dias depois das gravações do episódio final. Isso porque desconheço fotos atuais e o set deve hoje ser apenas um galpão…

Mas não faz mal, porque valeu muito a pena. A viagem foi boa. Especialmente nos últimos anos. Assistir ER era uma tarefa solitária, que se mostrou muito mais rica graças ao Orkut e afins… Por causa de um forum de ER conheci o TeleSéries e no dia 5 de novembro de 2004 mandei um texto sobre a premiere do 11º ano para o Paulo Antunes. Fui muito bem recebido, o texto acabou sendo aceito e alguns anos depois escrevi todos desde então, meio que criando um pesadelo editorial pro meu chefe, afinal textos assim toda semana não devem ter sido fáceis, especialmente escritos por um dislexo como eu.

Fui também membro ativo de uma comunidade sobre ER no Orkut, que acabou sendo roubada por um imbecil quando tinha seus 35 mil membros, daí acabei criando outra, que apesar de não ser tão grande, tem a participação valiosa de seu 6 mil membros… E graças ao TeleSéries e ao Orkut, pude ser o mais nerd possível com a série. Além de fanfics, e listas de melhores episódios, até legendei as últimas temporadas (não o especial)… Mas tudo com muito prazer.

Eu não sou absolutamente nada no contexto da série. Deu que tenho relativamente boa memória pra cultura inútil e tive o TeleSéries como canal de opiniões. O importante mesmo é que durante cinco anos pude fazer algo que sempre quis fazer nos dez anteriores: falar sobre ER. E isso conseguimos aqui… Algo que, inexplicavelmente, cresceu na última temporada. Mas nem vou reclamar. O nível de conversa e respeito que tivemos foi perfeito. E apesar de um ano atrasado em relação aos EUA, não tivemos nenhum tipo de spoiler. Agradeço mesmo por isso.

Bem, foi muito tempo escrevendo reviews, procurando sempre uma abordagem original e diferente de outras, errei a mão algumas vezes, tive sucesso em outras… mas não me dou bem diante de expectativas. Tanto se falou sobre o último texto que eu, em vez de qualidade, meti foi é quantidade (cheguei a escrever 15 “capítulos” pra esse texto) e deu que estou sem jeito mesmo pra terminar essa review. Até já faz alguns parágrafos que estou enrolando, na verdade. Não queria terminar… Mas assim como ER e em tudo na vida, tudo chega ao fim. Então… É isso. Salvem essa página nos seus favoritos e retornem sempre que quiserem comentar algo mais. No mais, muitíssimo obrigado a todos que participaram desse espaço. Time of death: 23h59min, October 28, 2009.

Séries citadas:

136 Comments

  1. Claire

    Carlos T,valeu pelos links!

    E sei que vou encontrar alguns de vcs nos comments de Lost e eventualmente em outros posts por aqui… então é isso galera,até mais!
    Valeu muuuuuiiiito,Thiago!!!

  2. Carlos T.

    Valeu, pessoal! Se achar mais alguma coisa interessante eu passo aqui pra vocês e se mais alguém encontrar também compartilha aqui com a gente!

    E hoje teve a Maratona de NY, o Edwards fez o percurso completo em 4h08m20s (o primeiro colocado fez em 2h09m15s). Não achei ainda fotos dele na maratona, só da coletiva de imprensa que ele participou no sábado:
    http://www.gettyimages.com/Search/Search.aspx?contractUrl=2&language=en-US&family=editorial&assetType=image&ep=3&p=anthony%20edwards%20shoe4africa

  3. Felipe

    Eu acabei de pegar o documentario em 720p e falta pouco pra eu acabar o ultimo episodio!
    nao vejo a hora de rever com qualidade boa!

    qto ao jogo de ER, ele foi feito para PC, é uma mistura de The Sims com Theme Hospital. Mas é ruinzinho, tem que ser fã mesmo pra jogar.
    Nunca vi para vender no Brasil, tanto que tive q pegar na internet.!

    Durante o jogo vc recebe ajuda da Susan, do Cartar e do Pratt. Pra quem quer se sentir um medico é uma boa pedida. rs!

  4. Thiago Sampaio

    Flávia (97) Cria uma conta fantasma, com nenhum tipo de dado, e participe apenas da comunidade ER. É sério… O que não falta ali é coisa sobre a série =T E além de topar com o restante de meus textos aqui no site (dá uma lida em minha fic.. sériooooo)

    Bianca (98) Exato. Ir no Orkut só por causa de ER não faria mal nenhum. Alías… recomendo mesmo passar pela comunidade que participo. E Bianca, não é por nada não… mas tem alguma mais organizada que a de ER? =T

    Sonylena (99) No meu feed número 96, coloquei o link e legendei o Edwards sobre a maratona… Foi de matar de rir. Adorei. E… eu acompanho diversas séries, mas igual ER… nhá

    Bianca (100) Congratulations huahauhauha

    Claire (101) É a idéia: sigam no Teleseries. E caramba… escrevi literalmente um episódio pra essa review (a fic Reunion) e quase não há comentários…

    Carlos (102) Ele terminou o percurso? Legal. As vezes nem é importante o tempo… O negócio é terminar mesmo, porque são 42km. É muita coisa!

    Felipe (103) Vou acabar baixando só de curiosidade mesmo… embora com essa qualidade, meu DVD não rode. E já vi informações sobre o jogo. Aliás, me lembro de ler informações sobre a produção e o lançamento do mesmo… Não parecia ser grande coisa não

  5. Taciana

    Pra mim, o especial já começou perfeito quando a Parminder disse que assistia à série prendendo a respiração, era exatamente o que eu sentia no começo. Foi lindo ver como ela e Linda eram fãs. O melhor de tudo foi rever cenas clássicas, chorar com a Alex e a Laura e rir com as trapalhadas do young Carter. Só faltou o David Lyons, tudo bem que o tempo era curto, mas ele e Scott Grimes foram os grandes nomes dessa temporada, com exceção dos veteranos, é claro.

    Quanto ao final: perfeito!
    Eu implicava com a Alexis Bledel, mas ela foi perfeita no papel, pena que não chegou antes!
    A felicidade da Sam foi comovente, tudo o que ela sofreu pra criar o filho finalmente valeu a pena.
    Gates foi ótimo, ele deveria ter sido pediatra, o que ainda teria nos livrado daquele arco chatíssimo do sem-teto. Mas o melhor foi vê-lo chamar Carter de “chefe”.
    Achei totalmente desnecessária a volta da Makumba, ela já tinha desistido do casamento há muito tempo e poderia ter oficializado por telefone, mas pelo menos ela teve a decência de não dizer tudo ali e estragar a noite do Carter. Concordo que a função dela foi liberá-lo pra continuar em Chicago, mas mesmo assim não precisava ter aparecido, me irritei com ela e também com o Carter por ficar se humilhando.
    De qualquer maneira, o final do Carter foi muito bem bolado, pois realmente não faz sentido ele construir um centro como aquele em homenagem ao filho pra depois largar nas mãos de qualquer um, acho que ele vai ficar com a Susan sim (torço por isso desde que ficou claro que não haveria nada entre ela e Mark), afinal, por que que ele ficou tão empolgado pra comentar como ela estava fantástica quando o Frank nem perguntou por ela? Pena que ela não deu nenhum indício de querer voltar pra Chicago, mas quem sabe? E depois daquele super acidente do final, é bem capaz de ele ficar tão exausto a ponto de esquecer de fazer a ligação. Além do mais, ele tem mais é que ser o mentor da Rachel assim como o Mark foi um de seus mentores, ele tava bem empolgado pra isso, ela pode acabar sendo a filha que ele não teve. O Dr. John Carter é um dos meus personagens preferidos ever e foi emocionante acompanhar sua jornada, desde aquele menino ingênuo com um coração enorme, mas bem atrapalhado até um homem incrivelmente forte, que não se deixou vencer por suas muitas “pequenas tragédias” e que se tornou um médico brilhante!
    Quanto a Rachel: que emoção ver que o Mark conseguiu consertá-la e que ela agora está nas competentes mãos do Carter e da Banfield! Também achei lindo seu relacionamento com a Corday!
    Tracy está cada vez melhor, foi muito legal de ver a interação dela com Rachel.
    Essa sim foi uma aparição digna da Corday.
    Realmente foi um final perfeito, com gosto de quero mais e o melhor é que dá pra imaginar perfeitamente essa nova geração, sob o comando de Carter, Morris e Brenner (e Susan também, por que não?)!
    Quando eles estavam esperando a ambulância, Carter chamou a Dra. Greene e a música da abertura começou a tocar, eu estava chorando como um bebê e ao mesmo tempo sorrindo de uma orelha a outra. Depois de tanto tempo me preocupando com a possibilidade de ER ter um péssimo final, o resultado não poderia ter sido mais digno de uma das melhores séries de todos os tempos!

    Obrigada a todos vocês por tornarem essa jornada ainda mais prazerosa!

  6. Bianca Cavani

    => Thiago, eu entrei em várias comunidades e, com toda sinceridade, a maior, a mais organizada, com mais participação, com mais vida – pura animação -é a sua.
    => Flávia, experimente entrar lá: você vai acabar não saindo mais…

  7. bia mafra

    Eu ja tinha começado a ler, thiago, fiquei doida para ver esse primeiro reencontro (confesso que ainda nao tive tempo de ler tudo, cheguei ate o final do segundo capitulo), mas imaginei o doug ainda mais sarcastico de cara. mas eh impressionante como vc capta a personalidade dos personagens.

    e quanto a cliche, vamos combinar, um cliche bem escrito, bem desenvolvido eh emocionante.

  8. sonylena

    Thiago, onde eu leio as suas fic , não sou muito tecnológica, então eu me atrapalho um pouco, de vez em quando tenho que perguntar para o meu filho o que significam estes sinais, que parecem caretinhas…aí ele me explica, mas as vezes fico meio perdida.
    Entrei na comunidade de ER, e realmente acho que vc tem traços obssesivos!!!! hahaha, é super organizada, e Flávia vale a pena ter o orkut, só para isso, não precisa colocar informação nenhuma, sí para curtir Er.
    Adorei as regras para participar, principalmente dos spoilers, falando do Gates…dei muita risada!!!!
    Toda 5 feira é só entrar e participar?

  9. Thiago Sampaio

    Taciana (105) Também gostei muito de saber que entre os atores, havia fãs da série. E David Lyons merecia mesmo uma participação no documentário… Sobre o finale, excelente. Cada dia que passa, passo a ter certeza de que esse foi o melhor final de seriado de todos os tempos. Quanto a volta de Kem… ela não ia terminar o casamento por telefone, né? Pra mim, ela foi pra Chicago meio que pra um ponto final mesmo. No mais, obrigado mesmo por ter deixado seus comentários

    Bianca (106) Hoje são só 7mil e antes era bem mais movimentada, mas… nóis tenta com o que tem =T

    Bia (107) Legal =) Alguns dos personagens eu não sei escrever mesmo (Neela, Pratt ou o próprio Carter) mas tem uns que são bem mais fáceis, apesar de sairem uma caricatura nas minhas mãos… Enfim, bom que começou a ler (obrigado mesmo) e tome seu tempo

    Sonylena (108) Nhá.. Eu deveria ser mais específico na elaboração dos links, com um “clique aqui” no texto… O link das fics está aqui na review mesmo, no segmento “One For The Road”. No texto, há um endereço com todas as minhas histórias http://www.fanfiction.net/u/949415/ além da minha última, a Reunion http://www.fanfiction.net/s/5470401/1/ (pra passar pro próximo bloco da história, tem um guia azul no canto da tela, onde você seleciona o ‘chapter’. Toda fic minha tem 5 chapters… Quanto a organização, eu não disse que foi completamente em meu perfil? XD Não é questão de modéstia… e eu tenho obsessão por organização huahauhauhauhauahu Já sobre o Gates… precisei colocar aquilo pra mostrar que apesar disso, sou meio que bem humorado, né? E não precisa ser só na quinta-feira não. Participe de qualquer um dos tópicos, sempre que quiser. É que nas quintas eu crio um tópico dos episódios antigos (nessa semana, será o 02×06)

  10. sonylena

    Vou participar sim!!! e tb ler as fics, se eu tiver alguma dificuldade, eu peço ao meu filho….ele é bonzinho com a mãe!!! rsrrs
    A gente vai continuar se ” lendo por aí”…afinal….eu sou uma Thiaguete!!!!!!!!hahahhah

  11. Tati Siqueira

    Ao contrário adoreiiiiiiiiiiiii, e irei fazer parte………

  12. Viviane Xavier

    Bem, como todo mundo já escreveu o que eu gostaria resolvi escrever a minha relação com essa série que eu amo tanto.

    Comecei a ver como Plantão Médico, na Globo com uns 10 / 11 anos… Eu via sempre com meus pais e adorava ver a história que se passava em um hospital. Qdo parou de passar eu simplesmente esqueci dela. Há quatro anos atrás eu me mudei e coloquei TV a cabo aqui em casa e num fim de tarde voltando do trabalho liguei a tv e mudando de canal dei de cara com o Carter e o Mark! E aí eu pensei: Plantão Médico ainda existe???? E me viciei…

    Passei a acompanhar diariamente (enquanto teve o horário das 18hs) e assistia os episódios às quintas e via a reprise nos domingos… Era daquelas que só marcava compromisso que não fosse no horário de ER.

    Comprei as quatro primeiras temporadas em DVD e pretendo comprar as outras. Graças às mudanças de horário da Warner não consegui ver até hoje todas as temporadas (Até hoje não vi a Saída de Doug e o ataque à facadas de Lucy e Carter – e não me conformo com isso).

    A “Trilogia Mark” é a parte mais marcante pra mim. Lembro q na primeira vez que eu vi fiquei mais de meia hora chorando de soluçar e meu pai apareceu no meu quarto pra saber o que tava acontecendo! 21 Guns eu me lembro que qdo acabou eu estava em pé sem respirar em estado de choque com tudo que havia acontecido… E a morte do Pratt tb foi muito sofrida…

    Por mais que estivesse insatisfeita com os últimos anos da série, agora que eu sei que realmente acabou é uma dor muito grande… E como foi um ano incrível deu vontade de querer mais e mais….

    O Mark sempre foi a alma da série, mas eu acho que a série contou mais a trajetória do Carter… Ele, que chegou um menino, inexperiente e cheio de medos e incertezas, ao longo dos anos pudemos acompanhar sua evolução, como médico e como homem. E nada melhor do que ele pra voltar e fechar a série… E ainda convidando Rachel, filha de seu mentor para ajudá-lo no atendimento de mais uma tragédia que chegava no County…

    Aquela cena final ficará na memória de todos nós… Todos reunidos e prontos pra trabalhar como um dia qualquer… E poder ver pela primeira vez a vista da fachada do prédio com o metrô passando foi de surtar!

    Vai ser difícil não ter mais a rotina do County pra acompanhar toda semana… Ainda estou em negação…

    Acho que acabei me empolgando com a review longa e tantos depoimentos que exagerei na dose… Vou parar por aqui… Mas já que é o último episódio posso aproveitar né?

  13. Mônica A.

    Thiago, li Reunion e adorei. Recomendo, galera.

    Deixei o feed lá na comunidade.

  14. Felipe

    eu acabei de pegar o ultimo episodio e o documentario em 720p q só falta ajustar a legenda (pq elas foram feitas pro arquivo avi)

    mas nada como ver a abertura com a trilha sonora eternizada!

    eu tenho uma pergunta!
    no documentario, mesmo as cenas dos episodios antigos estao em 720p (tirando as cenas do piloto)

    alguem sabe em qual temporada comeceram a gravar em hd? pelo q verifiquei no minimo começaram na 5a temporada

    abracos!

  15. Thiago Sampaio

    Sonylena (110) Legal. Mas pena que chegou tão tarde… Hoje o movimento é quase nulo. Aqui mesmo, por exemplo… Nhá. E preciso banir esse termo pra ontem! huaauahuahu

    Tati (111) Huahuahuahau O consolo é que isso não vai durar muito =T Tipo, meio contraditório, mas… Uau, ER acabou, cara…

    Viviane (112) As histórias vão ficando cada vez mais parecidas.. Todo mundo que via Plantão Médico devo ter se surpreendido com ER na tv a cabo. E deve ter sido uma grata surpresa… Mas sério que não viu os anos 5 e 6? Cara, a saída de Doug (em duas partes) é um dos melhores roteiros da história da série, assim como a da Carol… A reta final do 5º ano é simplesmente brilhante, e sinto muito por não ter visto o 6º ano ainda =/ Pelo menos viu os anos restantes e… vai por mim, a trilogia do Mark beira a perfeição, mas a morte de Lucy não fica muito atrás não. No mais, podia ‘exagerar’ mais ainda. Nem ligo. Leio tudo =) O problema é que continuo em negação… Não acredito que a série acabou…

    Mônica (113) Obrigado mesmo =) Quando der, eu deixo o feed do feed por lá

    Felipe (114) ER foi a primeira série a ser filmada digitalmente. Tirando o episódio ao vivo, todos são filmados com câmera de cinema e tem proporção 16:9 (meio retangular, diferente da de TV que é 4:3). Mas como a TV digital só chegou nos EUA anos depois, o primeiro episódio de ER exibido em letterbox foi The Visti, da sétima temporada. Por isso que nós na Warner vemos tudo com imagem antiga… Mas na hora de passerem pro DVD, os arquivos eram todos digitais (até nisso ER foi pioneira)

  16. marília

    nem vi a reprise no domingo. não consegui. EU IA SOFRER.

    e que fofinho o post bombando 1 semana depois… e HOJE NÃO TEM MAIS E.R!

    sacanagem….

    eu tbm AMO the office embora tenha visto a última temporada meio picotada, mas já dei cada risada, certeza que é uma das minhas favs!

    agora vc, Thiaguinho, ter parado de ver FNL, que é sem sombra de dúvidas, uma das melhores séries já produzidas… é triste! Juro que agora com o fim de E.R (ai), FNL, junto com Brothers & Sisters e Greys (não vai me bater, não né? mas sou fã do seattle grace tbm!) são as series que mais me fazem SENTIR. (me emocionam… isso é do tempo em que eu ainda dava valor a warner)

    Abraço e parabéns mais uma vez pelo sucesso aqui, tá até com fãnzete e tudo! Vc merece…

    a gente se “vê” na internet por aí, pq eu sei que vc vai continuar escrevendo alguma coisa… não vai conseguir parar não… e afinal é a sua profissão, né?

  17. Viviane Xavier

    Pois é Thiago, graças à Warner eu ainda não consegui ver tudo… Sei que o 5º e o 6º ano são ótimos e lamento mto não ter visto… Já vi algumas partes do episódio da facada no You Tube, mas o ideal seria o episódio inteiro né? E o desenrolar tb, com o Carter se viciando e tal…

    Ontem foi um dia mto estranho… Não precisei chegar correndo da faculdade pra poder ver ER… Pior que não terá nenhuma reprise dessa temporada maravilhosa! E o 7º ano passando num horário em que ninguém pode ver! É um absurdo! A Warner tinha que parar com a palhaçada e voltar ao menos com o horário das 23horas… Nesse horário a maioria dos fãs tá em casa e poderia acompanhar…

  18. Mari

    Oi, adorei a série, sempre que posso vejo as reprises.

    Alguém sabe me informar onde posso baixar a música das chamadas do ER, ou mesmo o nome.

  19. sonylena

    Oi Mari, não sei onde baixar esta música, mas entra na comunidade do Er do Thiago, e ele pode te ajudar.

  20. Arthur

    Nunca comentei aqui, mas sempre li e, agora, vou comentar. Uma última vez.

    “ER” foi a primeira coisa que me lembro de ver na televisão. Era na Globo, e eu adorava porque reconhecia “o cara que dava soco no ar”, ou seja, o Benton.

    Como nasci junto com o seriado, só com nove anos (ou seja, na nona temporada) que fui começar a compreender tudo aquilo. Por sorte, minha mãe tinha as temporadas anteriores gravadas em VHS, e consegui, em alguns dias, ver toda a série e pegar “na onda” a trilogia do Mark.

    Os dez primeiros anos são perfeitos. Eu, cinéfilo, hoje encontro vários recursos cinematográficos que foram introduzidos na televisão com maestria por “ER” – o uso do steadycam, os grandes planos-sequência, a não-linearidade, o uso do bloom… – e posso ver como essa série é importante para todos os que a acompanharam.

    Não larguei-a de jeito nenhum nas temporadas 13 e 14 (para mim, as realmente ruins). O impacto que 21 Guns (referência ao filme 21 grams?) na 12ª foi incrível e me deu o fôlego para assistir o que viria a seguir. Mas foi na 15ª, em especial o episódio final, que percebi como “ER” vai me fazer muita falta.

    Todo o episódio é incrível. O piloto, 24 hours é imperfeito se comparado às obras-primas que vieram nas temporadas seguintes. Mas foi o início de tudo, e And in the end… não poderia ter sido melhor para homenagear o maior drama médico da televisão.

    Muitos dizem que ele não é tão bom quanto Old times. Discordo. Acho o episódio-reunião simplesmente fantástico – mas não por Doug ou Carol – e sim pela excelente participação de Susan Sarandon, que poderia ter sido uma excelente personagem regular na série anos atrás.

    And in the end… não só termina “ER” como deixa pontinhas soltas para mostrar que nada acaba ali. A vida deles vai continuar, mesmo que nós não acompanhemos. E esta aí a principal falha no episódio. Acompanhei apenas três séries até agora: “Friends”, “ER” e “Gilmore Girls” e, no episódio final sou presenteado com a fantástica Alexis Blendel em uma atuação melhor do que qualquer residente da série. Porque só no final? Não sei, mas que merecia uma atenção maior… ela é meu principal motivo para esperar uma 16ª temporada que, eu já sei, não vai acontecer.

    No episódio vi técnicas que há muito não percebia em um episódio tão grandioso (normalmente, apenas nos ganchos de final/início de temporada). As reuniões nas salas de trauma, a steadycam percorrendo toda a recepção dando uma vista geral do que acontecia com cada personagem e os grandes planos-sequência, “molhados” com o bloom, nas cenas saguinárias do episódio.

    O elenco, a produção, o roteiro. Nada poderia ter dado errado. Mesmo com a lindíssima retrospectiva da série antes, “And in the end…” ficará na minha memória como um dos melhores episódios da série, ao lado dos clássicos de Mark (sua trilogia e seu erro), os ganchos entre o 12/13º ano, a morte de Lucy, o casamento de Abby e Luka (sim, eu adorei), Secrets & Lies (o melhor, com certeza), o piloto e as superlotações, seja lá quais forem.

  21. Patrícia

    Thiago, acabei de ler a sua fanfic, e gostei muito, dei várias risadas sozinha, imaginando as cenas… só você mesmo, um cara que entende tão bem essas personagens pra conseguir montar uma história que daria muito bem para ser mais um episódio…

  22. Thiago Sampaio

    voltando depois de um tempo.. retomada de velhos hábitos

    Marília (116) ER na Warner já virou uma pálida lembrança. Pena… Sobre The Office, já falei de alguns episódios na coluna Lá Fora e tá dando uma vontade de revisar a série… Negócio que FNL, infelizmente, saiu de meu radar =/ E pode ser fã de Grey’s à vontade. Bater eu não bato, mas sinto uma pena… hjauahuahuahuahuahua Enfim, vlw pelas passagens =)

    Felipe (117) Deus… Já se passou um mês…

    Viviane (118) Tá estranho: ficar sem escrever a resenha semanalmente é mesmo esquisito. Tô sentindo muita falta desse espaço… Pena ter acabado mas foi bom enquanto durou. E tenta a sorte com os DVDs! Sério, por 40 reais você compra uma temporada. Vale muito a pena. Semana passada, a Warner pulou o final da 7ª temp e os anos 8 e 9 inteiros pra exibir o 10º Tipo… pela TV não dá mais.

    Mari (119) Tenta na ER Oficial, no orkut

    Sonylena (120) Ecxatamundo =)

    Arthur (121) Poxa, cara. Não podia dar uma comentadazinha nos textos? Mal não ia fazer =P Fãs das antigas comentando aqui não faz mal mesmo. E… Você é um Arthur daquele antigo forum dos Simpsons? O que me falou do forum pré-orkut de ER, criado pela Denise? No mais… só posso assinar embaixo com o que você falou…

    Patrícia (122) Obrigado mesmo por ter lido =T Eu corri na semana do último episódio pra tentar terminar esse ‘episódio’. A pena é que pouca gente deu um feedback disso. Enfim, era leitura grande demais e agradeço a quem pelo menos leu um pouco. Negócio que eu me divertia mesmo escrevendo isso, e se não levasse tanto tempo (são umas 3 horas por parte, fora o planejamento) eu faria pelo menos uma temporada, pois enredo é o que não falta (ê modéstia.. huahuahua)

  23. Thayse

    Oi Thiago, há quanto tempo, hehe. Andei sumida daqui porque estou viajando pra fazer as provas pra residência, então não deu tempo de vir antes. Tem tantos comentários que nem vai dar pra ler tudo, bem que eu queria! Enfim, foi tão triste a primeira quarta-feira sem ter que cuidar o horário de ER…! Ainda sinto como se no ano que vem fosse estrear a nova temporada… Ainda me falta baixar o especial, bem que você podia colocar num link pra download, porque eu não tô a fim de fazer um perfil no orkut só pra isso, desculpa! Enfim, quando eu estiver mais folgada, volto aqui e escrevo mais! Um abraço!

  24. Thiago Sampaio

    Thayse (124) Opa =) Antes tarde do que nunca. Tudo bem estar ocupada, entendo mesmo… Mas em comentários anteriores, vocês disse que não se encontrava animada para falar sobre o episódio, e depois de tanto tempo de exibição, os pensamentos vão se esvaindo… e aí meio que ficaria tarde demais =T Mas tudo bem, importante mesmo é seguir aí pela sua residência. Mm… Ok, se não quer entrar no orkut (ê fobia huahuaha) toma o link http://www.megaupload.com/?d=P4Q06YI5 (esse foi o único episódio q não legendei). Té mais…

  25. João Vicente

    Thiago, o que ocorreu comigo foi praticamente o contrário, assisti o episódio final, mas não acompanhava mais E.R, e então de ver o seus reviews, fiquei com vontade de assistir, e comecei desde a 1ª temporada, hoje neste exato momento já estou na sexta temporada, e mal espero para chegar nas próximas. Será que não rola uns reviews dos primeiros episódios???
    Abraços

  26. sonylena

    De vez em quando volto aqui, pareço até criminoso voltando ao local do crime…hahahaha.
    João Vicente, o Thiago tem a comunidade de Er e lá ele comenta todas as 5 feiras sobre os spisódios antigos….dá uma olhada…
    Inté

  27. Thayse

    Oi Thiago!! Hehe valeu a intenção, mas o link não está mais disponível…
    Mas em breve pretendo mesmo comentar os epis, baixei os últimos então é só assistir de novo, ué! Abraço!

  28. Thiago Sampaio

    João Vincente (126) Infelizmente não rola =/ A premissa do Teleseries é sobre seriados em geral e meu espaço com ER acabou com o fim da série. Talvez se eu tivesse criado um blog anos atrás a coisa seria diferente… Mas não sei como criar um blog então já era… E como disse a Sonylena, passa na comunidade do orkut http://www.orkut.com.br/Community?cmm=49675254 Lá, criei um tópico individual com resumos e comentários de todos os episódios da série =)

    Sonylena (127) Posso confessa uma coisa? Achei que esse espaço teria uma sobrevida maior do que essa. Pena… Os comentários cessaram mesmo. E só pra constar: essa review acabou sendo a minha segunda colocada em número de visitas aqui no site. A primeira colocada ficou mesmo com o episódio com George Clooney e companhia.

    Thayse Coloquei o link e no dia seguinte já ficou quebrado. Bah! Sério, cria uma conta no orkut. Dê a ela o nome de… de… “Susan Lewis”. Não precisa adicionar ninguém, bastar entrar na comunidade orkut e participar =) Até lá, segue um outro link: http://www.megaupload.com/?d=P6RBZGFY

  29. Thayse

    Oi Thiago!! Obrigada pelo link, agora funcionou! Pois é, acho que vou ter que fazer um orkut… quem sabe, se eu passar na residência, faço um orkut e um facebook… veremos!! Até mais.

  30. Thayse

    Oi Thiago, estou aqui de volta… espero que você ainda esteja voltando aqui de vez em quando, pra ler esse meu comentário. Acabei de assistir de novo o episódio especial de ER, e nossa, chorei tanto… acredita?? Chorei mais do que quando assisti na Warner. Naquele dia, eu achava que ia
    chorar horrores, mas acabei assistindo o especial inteiro feliz, sabe,com um sorriso no rosto, vendo aqueles atores tão marcantes falando sobre a série, e vendo que eles sentiam a mesma coisa que nós, e relembrando tantos momentos importantes da série. Naquele dia, fiquei emocionada em alguns momentos, como na morte do Greene, mas chorei mesmo vendo o Carter se despedindo e falando da carta que ele escreveu pra si mesmo quando era interno. Aquilo sim me fez chorar! Porque eu estou passando por essa fase, tentando entrar na residência, com todas as dúvidas, incertezas, cansaço, estresse, etc etc… Até decidi que também vou escrever uma carta pra mim mesma, quando eu começar como residente… sniff!!

    E hoje, assistindo de novo… foi ainda mais emocionante. Porque, no dia a dia, fica aquela impressão de que o ER acabou, mas no ano que vem a Warner vai anunciar a nova temporada, e tal. Aí comecei a ver o hospital vazio, e as vozes,e foi de novo aquele choque, o ER acabou!! Essa série
    me marcou tanto que não tem como dizer em palavras, ela foi mais que um programa de tv, me acompanhou por uma boa parte da minha (jovem) vida. E de repente acabou. Ainda é estranho pra mim pensar isso. Chorei de novo, e acho que vou chorar sempre, cada vez que eu assistir esse vídeo! Pra mim, os momentos mais emocionantes foram ver a conversa entre o Greene e o Carter, os últimos dias do Greene no Havaí, e o Carter falando da carta dele (sem trocadilhos)… Chorei
    litros…

    ER foi e sempre será muito importante pra mim, nunca vou sentir algo parecido por nenhum programa de tv. Não influenciou em nada na minha escolha profissional, mas aprendi muitas coisas com os casos mostrados, e o que eu não sabia ou tinha dúvidas eu ia atrás, estudar, pesquisar, e
    sempre aprendia muito, e depois não esquecia mais. (Por exemplo, o uso do balão de Sangstaken-Blackmore, no episódio com o Ray Liotta, era a primeira vez que eu estava vendo aquilo, e desde então nunca mais esqueci.)

    Enfim, vou amar ER pra sempre. E você, Thiago, que achava que depois de tanto tempo não ia ser a mesma coisa, te digo que a minha emoção hoje foi a mesma daquele dia, até maior. E cada vez que eu assistir de novo vai ser a mesma coisa.

  31. João Vicente

    Então Thiago já entrei na comunidade, e continuo firme e forte na empreitada de assistir a série toda (estou na 11ª) em 2 meses, acho q é meu recorde em relação a séries, mas é aquilo se vc ainda sim quiser criar um blog, eu poderia ajudar (sei mexer um pouco com essas coisas) , abraços e continue com o ótimo trabalho na comunidade

  32. Arthur

    Não sei mesmo Thiago. Eu participava de um fórum dos Simpsons há alguns anos, mas não lembro de uma discussão sobre uma comunidade sobre o ER… talvez sim, mas não lembro.

    Estou esperando uma iniciativa da Warner Home Video de colocar o seriado em Blu-Ray, deve ser no máximo seis discos, em uma qualidade de áudio e vídeo estupenda.

    E agora, esse blog sobre ER parece muito interessante. Sou consultor WordPress pra WordPress-BR e se quiser, eu ajudo.

    Abs.

  33. Thiago Sampaio

    Thayse (131) Esqueci em que número pararam os comentários (achei que tinha sido no 133) então nem havia aberto o texto… Perdão. E não é que veio comentar mesmo? Antes de tudo, ótimo que conseguiu chorar pela última vez assistindo a série (pelo menos com um material inédito). Acho que o propósito do documentário foi esse mesmo: provocar as lágrimas que o (perfeito) finale talvez não tenha provocado. Quanto a influência, essa coisa me vez ter vontade de ser médico, mas superei isso =P Apesar de ainda ficar fascinado com alguns procedimentos… O TIPS, por exemplo, nesse mesmo episódio do Ray Liotta… Cara, parece que estou vendo ele agora pela primeira vez…. Thayse, toda sorte do mundo em sua residência, perdão por ter demorado a responder e muito obrigado por ter nos acompanhado nessa temporada. Foi muito importante… E agora crie uma conta fake no orkut pra participar da nossa comunidade! XD

    João Vincence (132) Uau! É uma baita maratona essa sua.. E tá vendo como, infelizmente, a qualidade e a premissa da série vão mudando com o passar dos anos? =/ E pode ter certeza: o movimento da comunidade continua sim

    Arthur 133) Cara, não foi você que comentou a morte de Romano, na cena do helicóptero que eu tinha criado num tópico? E ainda me postou um link praquela comunidade de ER gerenciada pela Lil? Quanto a uma comunidade ER…. infelizmente falta tempo e o período pra ser criada deveria ter sido outro…Abs

  34. Arthur

    Por um acaso foi um post que eu xinguei, mas também falei que tava impressionado com o episódio? Ou algo do gênero?

    []’s.

  35. Bruno

    Nao assisti o especial de 40 minutos mas posso dizer com certeza, o episodio final foi simplesmente fantastico. Conseguiram dar um final digno a uma série que teve muitos percalços mas se manteve mais ou menos constante em seus 15 anos.

    Acho que só L&O SVU conseguiu tanta constância em tanto tempo.

    E a comparação com Chicaco Hope também foi muito oportuna. Enquanto ER era procedural, CH inventava uns tratamentos malucos (como injetar hidrogenio liquido num cancer para endurece-lo e com isso pode ser removido sem risco de vazamento), e acabou sendo cancelada bem antes de ER

    Greys Anatomy não chega aos pés, IMHO, do que foi ER em seus melhores tempos.

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