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Review: CSI – Turn, Turn, Turn

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CSI - Turn, Turn, TurnSérie: CSI
Episódios: Turn, Turn, Turn
Temporada:
Número do Episódio: 198 (9×16)
Data de Exibição nos EUA: 5/3/2009
Data de Exibição no Brasil: 18/5/2009
Emissora no Brasil: AXN

Eu nem sei por onde começo a escrever sobre este episódio. Ele é, para mim, o melhor da temporada até agora. Daqueles episódios de se assistir várias vezes, para que você possa prestar atenção aos detalhes de cada cena, de cada montagem.

Um episódio para Nick, um episódio do Nick. E quem teria coragem de dizer que ele não merecia uma homenagem como essa? Eu já disse uma vez e repito que ele é o herdeiro perfeito para Grissom. Não, não acho que ele vá estudar insetos, ou virar um cientista, mas acho que ele é muito bom ao investigar, ele se envolve, mas de uma maneira diferente de Langston, por exemplo. Nick se envolve sentimentalmente, mas de maneira diferente, como se, ainda que envolvido, ele conseguisse manter certo distanciamento.

A montagem da passagem do tempo foi realmente impressionante, fotografia perfeita… Crime bastante nojento – pobre David. As mudanças em Nick – esperto trocar os óculos e os horários dos crimes – e de Hailey, até mesmo mudanças em Nick não refletidas em sua aparência. O ar mais entristecido a cada nova visita ao motel.

CSI - Turn, Turn, TurnEu costumo sempre gostar quando todo o time interage, mas todos não passaram de coadjuvantes em Turn, Turn, Turn. Nome justo também para um episódio em que os crimes, ocorridos em diferentes épocas, acabam ligados por uma linha muito tênue – com exceção do primeiro, mas, ali, era apenas para introduzir a família Jones no ambiente esfumaçado e colorido do Motel.

Acho que só uma coisa tornaria esse episódio ainda mais especial para mim: se Grissom ligasse para seu aluno para lhe parabenizar novamente, como havia feito um ano antes.

Sem a ligação de Grissom restou para Langston o papel de consolar. E não sei se esta é a melhor palavra para a conversa dos dois, depois do tanto de perda que Nick vivenciou junto com Hailey ao longo daqueles 365 dias.

Texto publicado originalmente no weblog Só Seriados de TV.

Séries citadas:

9 Comments

  1. francisco koller

    Excelente episódio. George Eads (Nick) é o único csi que demonstra emoções. Também não se espera que csis e policiais fiquem chorando pelos cantos, extremamente envolvidos com os crimes. Estão ali para resolvê-los. Para mim, hoje, Nick e Langston são o que há de melhor em csi.

  2. Paulo Serpa Antunes

    Eu amei este episódio.

    A Taylor Swift é uma graça e mandou bem, apesar do episódio não exigir demais dela.

    Si, eu só discordo do teu comentário de que o primeiro crime não estava ligado aos outros. Na verdade, se o administrador do hotel não tivesse desaparecido (e morrido eletrecutado no forro do quarto), a família da Hailey jamais teria se mudado para o hotel e talvez todos os crimes que se seguiram pudessem não ter acontecido.

  3. bia mafra

    Realmente o melhor episodio da nova temporada. só não sei se concordo com ele ser o sucessor de grisson. Para mim o sucessor de Grisson morreu, era o Warrick, e acabou deixando a gente mais órfão ainda, eles eram objetivos, eu diria até meio cínicos. acho que o Nick eh o sucessor da Catherine. esses dois sim, são mais passionais, mais envolvidos pela história, são aqueles que não sossegam enquanto não tiver tudo pronto.
    Mas realmente um episódio de tirar o folego.

  4. Bárbara

    Eu sempre gostei demais do Nick, pois realmente ele e a Sara sempre se envolveram emocionalmente com as vítimas. Quanto ao ator, ele sempre deu show de interpretação. Lembram-se quando ele contou do abuso que sofreu da babá? Quando,ficou na mira do revolver daquela louca que havia assassinado a noiva do marido? Quando foi perseguido e quase morto pelo rapaz da TV a cabo?
    E quando foi enterrado vivo?
    Em todos os episódios, porém principalmente neste, sua interpretação foi fantástica.

  5. Claudemir Antonio Zamproni

    Concordo, foi um episódio INESQUECÍVEL, para se guardar num local especial da memória. Acho, no entanto, que os maiores méritos residem no texto impecável, na fotografia (ainda mais caprichada) e na edição, que fizeram a gente ir armazenando informações, pois sabíamos, com certeza, que todas iriam ser necessárias na conclusão da trama. Estou amarrado na interpretação precisa de Lawrence Fishburne, que, neste episódio, mesmo em menor escala, e com menos texto e aparições,foi especial e “no ponto”, nem mais nem menos. Nos dois episódios seguintes, a ação é mais “dele” e, no desta semana, dia 1º/06, (o de número 200 – que será comentado aqui depois, com certeza), demonstra ser O ATOR, dono de uma técnica peculiar. Minhas ressalvas, quase sempre, aos demais atores da série é, justamente, esse estilo de interpretação muito “over”, por vezes exagerada (caricatural, esteriotipada). Não é sempre, tem episódio que sai tudo bem. Mas com o Fishburne, não tem erro…

  6. Celia lemos

    Nick esteve muito bem nesse episodio como em todos que o tem como central e Fishburne esta bem no papel no entanto Csi não esta indo bem.

  7. Susana

    Foi um episódio digno de um longa, e gosto muito quando os personagens se envolvem, fica mais humano, mais perto da realidade, pois não somos robores e tem dias que não controlamos nossas emoções,foi fantástico.

  8. lilian oliveira de saldanha da gama

    acho que a morte do warricky,não foi uma boa escolha,e a saida de grisson,tambem não teve uma boa aceitação,pessoalmente falando,pois sou uma fã da serie.

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