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Review: Battlestar Galactica – The Woman King

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Cena de The Woman King
Série: Battlestar Galactica
Episódio: The Woman King
Temporada:
Número do Episódio: 52
Data de Exibição nos EUA: 11/2/2007
Data de Exibição no Brasil: 1/6/2007
Emissora no Brasil: TNT

Graças aos Deuses chegamos ao décimo quarto episódio da terceira temporada, mas antes de iniciar o review eu queria abordar uma noticia se circulou esta semana. A quarta temporada, já confirmada, será a última de Battlestar Galactica, tal qual o Olmos havia dito, apesar de desmentido pelos produtores na época. Eu gostei da notícia, acho que a série pode terminar com uma qualidade estupenda. E vocês, o que acharam?

Vamos ao episódio, que mais uma vez gira em torno de um tema recorrente na série, o genocídio. E aqui ficou evidenciado ainda outro tema, o racismo e a questão ciência versus religião. E mais uma vez o Helo esteve no centro da polêmica, como ele mesmo diz durante o episódio:

Não sei o que dizer, eu sempre acabo do lado errado de tudo.

Será que ele estava do lado errado? Eu acho é que está é sempre do lado certo.

Senhora King: religião versus ciência

Ela que dá nome ao episódio perde o filho logo de cara, numa espécie de campo de refugiados para exames no hangar da Galactica. Os Sagittarons começam a apresentar sintomas de uma doença, e seu filho vem a falecer. A questão ética se levanta aqui, eles recusam tratamento por conta de suas crenças religiosas.

Tigh dá uma definição do que ele pensa dos Sagittarons recusando os remédios:

Por que eles são um bando de chupadores de raízes, cabeças duras, mantendo tradições de milhares da anos atrás.

Depois comenta o que ele pensa deles estarem infectados:

Isso é bom, eles merecem.

Até que pondo as crenças religiosas devem prevalecer sobre os fatos? Era fato de que eles morreriam sem o tratamento, mesmo assim eles se negavam a serem tratados. O nosso sistema legal se posiciona nessa situação pela vida da pessoa, obrigando ela ao tratamento desde que ela esteja dentro de um hospital, porém se a pessoa ficar doente em casa e recusar tratamento nada pode ser feito. Eu particularmente concordo com a solução da nossa lei.

Outro fato relevante no episódio: como a doença matando apenas os Sagittarons, os outros refugiados pedem para que eles sejam expulsos. E não somente pelo medo da doença, dado que ela não matou ninguém de nenhuma outra etnia, mas também por preconceito contra eles.

A Sra. King não aceitou bem a morte do seu filho e diz que ele não morreu pela doença e sim que ele foi assassinado. Ela diz ter confiado no doutor Robert e que ele ao invés de tratar o filho dela, ele o matou.

Percebemos assim que o episódio foi além, não só indo contra a religião o que é meio clichê nesses casos, mas mostrando que às vezes a medicina não só não resolve como ainda trás arrependimentos, seja na perda da confiança, seja no sentimento de culpa de ter traído as tradições da sua religião.

O mistério tem solução quando Dee, em um papo descontraído no Joe´s Bar resolve desabafar o que pensa dos Sagittarons. E ninguém melhor do que ela para fazê-lo, pois ela é uma sagittaron. Ela acaba assim resolvendo quebrar o preconceito de sua etnia e ir ver o Doutor Robert. Diante de mais uma acusação de morte e de uma confusão generalizada no campo de refugiados – com direito ao Dr. Robert ofendendo os Sagittarons de ignorantes e esses tentando agredí-lo, Helo começa a desconfiar que a história da Sra. King possa ser verdadeira e resolve relatar tudo para Adama, Cottle e Tigh.

Mas ninguém botou muita fé na história. Destaque para discussão, mais uma vez, entre Tigh e Helo, dessa vez terminando com um belo soco na cara do Coronel Tigh. Sinceramente, eu confesso que também não acreditaria na história da Sra. King, mas Helo acreditou e tem sua prova, primeiro quando ele acha os prontuários de atendimento do Dr. Robert e descobre que ele tem um histórico de baixas, de casos simples que terminavam em morte, todas de Sagittarons. 90% dos Sagittarons que ele atende morrem e isso ocorre desde Nova Caprica.

Helo tenta convencer Dr. Cottle de fazer uma autópsia no filho da Sra. King e Cottle responde que já fez, e que ele tinha a doença de Mellorak e tinha o remédio no seu sistema, Helo parece desistir de suas idéias paranóicas. Mas depois tem sua segunda prova quando a Sra. King consegue escapar do campo de refugiados e bater a sua porta lhe avisando que após a visita ao Dr. Robert, Dee acabou contraindo a doença.

Ela tinha razão, numa reviravolta o médico revelou-se ser o motivo das mortes e não a doença dos Sagittarons. E Cottle havia mentido para Helo, ele não tinha feito a autópsia, mas após a discussão com o rapaz ele resolveu tirar a duvida e descobriu uma espécie de extermínio étnico. Robert se aproveitou da doença “Mellorak”, que matava rapidamente, deixando as pessoas desesperadas, que cediam e aceitavam o remédio. No lugar do remédio, ele aplicava uma toxina para matá-los.

Cena de The Woman KingO Dr. Robert defende seus atos, dizendo que como os Sagittarons não querem os remédios e eles estão em falta, eles não merecem o medicamento, que ele tem que privilegiar os que querem, os que fazem diferença, deixando evidente o seu racismo. E obviamente ele termina preso, em uma ótima seqüência de Helo o escoltando e da Sra. King observando a tudo.

Achei esse episódio fantástico, eu pessoalmente admiro essa abordagem de temas relevantes, quem já viu filmes como Jardineiro Fiel sabe o quanto essa questão dos medicamentos e desses problemas da medicina precisam ser evidenciados. Por falar nisso, o próximo filme do Michael More, Sicko, tem como tema central os problemas médicos. Gostei também por ser focado no Helo, um dos personagens mais éticos, a meu ver, dentro da série. Adorei o episódio também por não ter sido alegórico, mostrando os prós e os contras da questão e não se posicionando, deixando assim o episódio aberto para nos posicionarmos pela medicina ou pela religião.

Julgamento de Gaius Baltar

Roslin avança com a idéia do julgamento e conversa com o vice-presidente Tom Zarek sobre a idéia. Estava sentindo falta do Zarek, um dos meus personagens prediletos. Zarek não pareceu muito contente, ele fala para Roslin:

Baltar irá ganhar o seu julgamento, e você ganhará isso: um furacão (…) Um Furacão, Laura.

Ele fez uma previsão macabra do que pode ocorrer se Baltar for inocentado. Mas vamos falar a verdade, a chance dele ser inocentado é remota. E é fato também que Zarek sabe muito bem desses atos de revolta que a população pode fazer, pois ele era um terrorista. Detalhe: como bem disse Roslin Zarek nunca esteve tão nervoso ou assustado, ele realmente estava falando sério.

Eu não ia falar do Baltar na mente da Seis, mas vou ter que citar ao menos a frase que ele fala quando diz para a cylon que ela quer ser humana:

Há um truque para ser humana. Você tem que pensar apenas em você mesma.

Curiosidades do episódio
• 41.401 sobreviventes, dois a menos que no último episódio. E já se pode subtrair as cinco mortes desse episódios, todas dos Sagittarons, chegando a 41.936.
• Na cena extra, vimos Helo confessando para Adama que foi ele quem matou os cylons infectados, Adama pergunta se ele tem certeza que quer ter essa conversa, Helo diz não e Adama o libera para ir.
• O nome do personagem “Dr. Robert” pode ser uma referência a música do Beatles, de mesmo nome, em que um médico receita drogas ilícitas.
• Em uma cena vemos a Racetrack falando dos ‘nugget’ (pilotos novatos), evidenciando que estão sendo recrutados e treinados novos pilotos.
• O Dr. Cottle pergunta para o Dr. Robert sobre o que aconteceu com “não causar dano ao paciente”, uma referencia ao Primum non nocere, pedaço do Juramento de Hipócrates, feito pelos médicos. Quem quiser saber mais achei um artigo interessante no site do doutor Dráuzio Varella (aqui)
• Na realidade, os venenos de Robert, sabidos como bifosfatos, são drogas usadas para tratar determinados cânceres nos ossos e osteoporose em algumas mulheres. O uso da droga pela definição real correlaciona com a notação de Cottle do rompimento celular agudo, que poderia acontecer com tais drogas.

Séries citadas:

Viciado em séries desde 1998, quando gravava os episódios em fitas cassetes para assistir depois (estou ficando velho). Minhas séries prediletas são: Battlestar Galactica, Boston Legal, Ally Mcbeal, Quantum Leap, Dexter, X-Files, GoT, TWD, Seinfeld, dentre outras! Atualmente sigo buscando séries que forneçam algo mais do que um passatempo de qualidade, ainda que para tanto precise recorrer a séries antigas que não vi.

28 Comments

  1. Paulo Antunes

    Sou só eu, o Helo se tornou um personagem muito mais agradável que o Lee Adama?

  2. Luciano Cavalcante

    Lucas, se você é a favor da maneira como as nossas leis tratam as pessoas religiosas, pergunto-lhe: Nós estamos vivos apenas para consumir oxigênio? Ou somos mais do que sacos de reações químicas? Santo Agostinho dizia que não podemos tirar a vida de alguém, nem mesmo para salvar as nossas, pois se a alma é maior do que o corpo, estamos cometendo um pecado – tirar a vida – por algo que não pode ser morto e trocando o maior pelo menor e passageiro. Eu tenho dificuldade em aceitar – não em concordar – isso, pois sou humano e falho. Mas…
    Perdão por comentar essas coisas aqui nesse espaço.
    Obrigado

  3. Paulo Fiaes

    La vem Paulo Antunes e suas teorias, cuidado Lucas, ele é um Cylon.

    tenho que concordar que Lee ficou um pouco desgastado com esse quadrado amoroso, e para quem diz que só elógio BSG, a resolução desse quadrado foi digna de novela ou greys anatomy(brincadeira Eric). Lee e Kara desde a primeira temporada ficam nesse chove e não molha, principalmente por causa de Kara e quando essa resolve querer o rapaz, este resolve ficar com a esposa. Paulo, eu vou querer saber sua opinião no final da temporada, apesar de saber que provavelmente eu não vá gostar.

    Lucas,

    gostei muito dessa review, sendo sincero contigo, achei melhor que as últimas que você escreveu. achei a review muito dinâmica e muito bem dividida entre a narração dos acontecimentos e suas opiniões. excelente review.

    só para constar, houve um engano de digitação no numero de pessoas sobreviventes, ao invés de ter digitado 41.396, você digitou 41.936. Li recentemente o livro fortaleza digital, estou atento a essas coisas, rsrs. abraços

  4. Anderson Vidoni

    Lucas, resolvi aparecer aqui mesmo sem ter revisto o episódio, gosto de comentar tendo o episódio na cabeça, por isso não apareço muito.

    Muito bom o review, adorei o Tigh falando “chupadores de raízes”. Sou fã do cara, apesar de muitas vezes não concordar com ele, como nesse episódio.

    O Helo se tornou um dos meus personagens favoritos nessa terceira temporada. E no final ele confessando pro Adamão tudo, foi bem foda a cena.

    O caso médico e religião versus ciência, foi um tema ótimamente explorado no episódio. Enfim, grande episódio.

  5. Lígia

    Hey Lucas, ótima review…

    E pra falar a verdade, to com o Paulo Antunes o Helo se tornou mto mais agradável, além de mais essencial do que o Lee. Tá precisndo de algo pra melhorar a história dele… :P

  6. Lucas Barreto Gomes Leal

    Luciano mas acho que é exatamente isso que a nossa lei faz, baseado no pedaço do que vc transcreveu (obviamente deturpando a continuidade, mas da pra inferir um argumento que eu quero nesse pedaço) “Santo Agostinho dizia que não podemos tirar a vida de alguém, nem mesmo para salvar as nossas” e alguém tirar a própria vida por preceitos religiosos, pra salvar a sua ideologia que não tem nenhuma comprovação??? eu respeito a religião alheia mas se a pessoa vai parar no hospital ela TEM que ser tratada, se quer morrer, fique em casa, que é o que a nossa lei faculta, simples assim!

    Paulo Antunes, eu concordo com vc, depois dessa história Lee-Kara-Dee-Anders e daquele episódio que o Lee tentou exterminar os cylons, e justamente o Helo os salvou, hj eu prefiro o Helo

    Paulo Fiaes é pode notar que os episódios que eu gosto mto, e tem uma tematica mais politica, eu acabo por escrever mto bem, o ruim é quando o episódio fica mto focado numa história e não tras mto debate, eu tenho dificuldades pra encaixar minhas opiniões e prefiro deixar pra posta-las aqui!mas a sua critica procede eu mesmo tenho consciencia disso!hehehe
    e valeu por ter notado o erro de digitação, maldito 9 que é do lado do 0!hehehe

    Anderson é concordo, o Helo está sendo mto bem explorado nessa temporada, como eu iniciei o review, toda vez que tem uma polemica ele tá no meio!hehehe
    tb gosto do Tigh como personagem, mas não pelas opiniões!hehehe
    e tb não gosto de comentar sem o episódio na cabeça, por isso que tenho dificuldade de comentar os teus reviews agora, antes que eu tava vendo um pouquinho a frente da tv a cabo tava tranquilo, agora que eu já terminei a temporada e os episódios ficam dificies de serem lembrados!hehehe
    mas to com a memória em dia, depois de ler da pra lembrar quase tudo!

    Lígia relaxa, o Lee ainda vai terminar por cima da carne seca ¬¬
    vou até lembrar desse seu comentário dentro do review daqui a 1 mês! ;)

  7. Marcos Almeida

    Com certeza as histórias que exploram o relacionamento Helo-Athena empolgam bem mais que Lee-Kara, que atualmente tá mais pra Clark-Lana que outra coisa de tão chato que estão. Sempre gostei do Helo e do relacionamento que ele criou com a cylon, desde a época dele em Caprica. As histórias sempre foram interessantes e bem exploradas.

  8. Paulo Fiaes

    ta todo mundo passando o sarrafo em Lee, nada como o tempo, Lee sempre foi assim, importante, pé no saco, importante. na verdade a ideologia dele nos faz ficar com esse sentimento. eu nao acho que o Helo seja mais importante que ele, nem mesmo as historias criadas. tendo em vista que um dos melhores eps dessa temporada focava no relacionamento de Lee e Kara(a luta de boxe). eu poderia dizer que Helo ja conseguiu roubar o destaque de Chief, ai sim faz sentido pra mim, mas como Lucas disse, lembrarei do comentario da galera, daqui a 1 mês.

    abs

  9. Colive

    Adoro o Helo desde a primeira temporada. Sempre achei as tramas envolvendo ele muito mais interessantes do que as do Apolo, que cada dia está mais chato. E este episódio foi um dos melhores!

  10. Lucas Barreto Gomes Leal

    é Paulo eu acho que o Helo por carisma e tudo mais me faz ser um personagem MTO mais querido que o Lee, como disse o Antunes “mto mais agradavel” mas o fato é que o Lee é e sempre será mais importante na série!

    Colive eu tb gostava do Helo mas sempre achei que ele não era mto explorado, nessa temporada que eu acho que ele tá sendo mais solicitado e tem ido super bem!os 2 episódios mais centrados nele nessa temporada fora 2 dos meus prediletos ;)

  11. Darth Cesar

    Outro ótimo episodio de BSG e logo ao assistir me lembrei de uma igreja aqui no Brasil que não permite a transfusão de sangue, coisa irracional em minha opinião, mas que obviamente sou obrigado a respeitar, concordo mais com pensamentos na linha do Carl Sagan, crendices só atrapalham o potencial do ser humano.

    Um dos momentos mais marcantes da serie pra mim foi o Helo olhando o bombardeio dos Cylons em Caprica e a separação da Boomer, mas o Lee faz parte do sexteto principal da serie, Adama/Laura, Baltar/Caprica e Lee/Kara.

  12. Rô Floripa

    O Helo passou a ser uma espécie de grilo falante nestes episódios com temas polêmicos, tem que ter este referencial para dar o destaque para todos os lados da questão. O Lee é um personagem mais complexo e mais importante na trama central, por isso acho que esta função na caberia nele para o desenvolvimento da saga. Mas eu estou amando o Helo e querendo dar uma porrada no Lee (por enquanto).
    Quanto a questão de tratamento médico, acho que a vida pertence a pessoa. Ninguém pode decidir sobre a vida de ninguém, nem os médicos. A minha vida me pertence, assim, fora de qualquer questao religiosa, se eu tiver uma doença e decidir que o tratamento não valerá a pena, eu posso decidir por não me tratar e esperar morrer. A função dos médicos neste casao, é me garantir que tenha uma situação mais confortável possível até o final. Por exemplo, um câncer em que o tratamento é tão doloroso e mutilante sem garantia de melhora e com pouco tempo de vida, se eu decidir não tratar conforme os protocolos médicos (quimio, cirurgia, radioterapia) e decidir viver meus últimos dias da maneira mais plena possível junto das pessoas que eu amo aproveitando cada minuto, o que os médicos tem que fazer é garantir que eu sinta e menos dor possível, mesmo que seja num hospital ou em casa. E também acho que é direito do paciente decidir qual tratamento quer e não o medíco, afinal de vários modos de tratar as doenças. Mas daí se o médico não concorda, então ele também tem o direito de transferir o paciente para outro profissional. Mas se for uma criança, ou outro que não tenha condições de decidir plenamente, a história é outra, deve-se garantir o tratamento até que ela possa decidir por si o que quer.
    Eu gostei da notícia de que a 4ª será última temporada. Acho que vai ser uma grande temporada e todas as tramas serão terminadas sem atropelos, respeitando a continuidade. Como foi em The West Wing e em Third Watch.

  13. André Luiz

    Excelente review, Lucas! Realmente foi um bom episódio. Mas o que ainda não foi comentado foi sobre a conversa entre Sharon e Caprica, onde vimos que a Número Seis também tem alucinações com Gaius Baltar!!!! Isso explica a ligação profunda entre os dois, e levanta a questão se Gaius é humano ou cylon.
    Sobre a notícia da quarta temporada, não gostei muito. Acredito que o show têm fôlego seis temporadas. Mas esperemos. Ainda têm mais 22 episódios para o Sci-fi Channel mudar de idéia.

  14. Lucas Leal

    Rô tenho que discordar de vc!a questão aqui era morrer quando a cura era totalmente possivel e certa, e o não uso do remédio era morte certa
    Cancêr não é uma certeza de cura, pelo contrário muitos se tratam, um tratamento duro e dificil e que muitas vezes não tem resultado algum, ou seja, não era o mesmo caso

    aqui fica mais o exemplo da transfusão de sangue como disse o Darth Cesar!

    e sim ninguém deve decidir sobre a vida de ninguém, mas se a pessoa não quer mais viver ela tem outros meios que não seja recusar um tratamento, recusar um tratamento muitas vezes é uma falta de vontade de lutar, uma forma de desistir, enfim é uma forma de se matar passivamente, agora esse papo de “deus não quer que eu faça isso” em pleno ano 2000 é um pouco tradicional demais pro meu gosto, respeito, mas acho que assim como a nossa lei OBRIGA o médico a tratar o paciente, também obriga o paciente a ser tratado!(salvo nas hipoteses que eu já falei)
    e eu acho essa solução a melhor

    agora quanto ao cancer dado que o tratamento não tem eficacia comprovada, sobre não ser obrigado a seguir os conselhos médicos e etc eu concordo com vc e a lei também concorda!
    mas como já disse o fato aqui é outro!
    e vc citou uma hipotese da criança mto bem comentada, e eu me pergunto das pessoas em coma!mas ai a gente foge do assunto novamente e vai acabar debatendo a eutanasia!

    André Luiz eu nem comentei sobre isso pq no episódio “Download” já mostrou esse fato da Seis ter visões do Baltar!acho que vc não viu esse episódio ou não se recorda dele!hehehe
    e eu discordo de vc, 6 temporadas a chance de ficar uma enrolação ia ser grande, além de correr o risco de termos mais “Heroes” e “A Day in The Life” ou seja 4 esta mto bom!
    e não significa um fim propriamente, afinal pode sair o spin-off Caprica!que se sair promete ser tão bom e debater temas tão relevantes quanto Battlestar Galactica!

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