Log In

Reviews

Review: American Idol – The Top 8 Finalists Perform

Pin it

American Idol - The Top 8 Finalists Perform
Programa: American Idol
Episódio: The Top 8 Finalists Perform
Temporada:
Número do Episódio: 258 (7×28)
Data de Exibição nos EUA: 8/4/2008
Data de Exibição no Brasil: 16/4/2008
Emissora no Brasil: Sony

Meus arquivos aqui no TeleSéries estão recheados de textos sobre o American Idol, de outras temporadas. Todos eles escritos com prazer e vontade. Esse ano, resolvi retomar a cobertura por puro egoísmo – esta é a pior de todas as temporadas, e eu preciso ter uma obrigação que me faça assistir aos episódios. “Oh, como ele é egoísta!”. Calma. Eu vou tentar, através dos meus textos, fazer o programa mais interessante para você, porque não sou o único sofrendo com esta temporada, tenho certeza. Provavelmente fracassarei no meu objetivo, mas por trás do egoísmo, saiba, há mais é altruísmo.

Minha “inspiração” deve ter vindo do tema desta semana, “músicas inspiradoras”. Digo: as apresentações, no geral, foram tão fracas (bem pior que a semana com o mesmo tema na última temporada) que me deixaram para baixo. Tive que tomar a decisão de escrever reviews para o programa depois disso. E as minhas reviews, já aviso, serão meio formulaicas, participante por participante, talvez essa semana um pouco mais longa porque é a primeira e introdutória. Comecemos. Será que ao menos algum ser humano no planeta sentiu-se inspirado pelas músicas da semana?

Michael Johns, o roqueiro australiano, abre a seqüência de apresentações avisando que sua escolha, “Dream On” (do Aerosmith), é baseada na possibilidade que a vida lhe deu de realizar seu sonho nos Estados Unidos. Ele disserta um pouco mais nessa idéia melada de “sonhos que podem virar realidade”, mas no que importa – a apresentação -, todo o açúcar evaporou. Foi meio apocalíptica até, com a câmera dando duas voltas ao seu redor em determinado instante (belo momento), e com o microfone sendo arremessado ao chão após a última nota. Será que ele acha “desespero” uma forma de inspirar os outros?

Sob luz vermelha, Michael canta inspirado e com alma; o problema já decorrente de outras apresentações, porém, persiste: algumas notas (principalmente as de início de frase) saem quebradas, e ao final da apresentação, ele solta uns agudos e um falsete que não estão, digamos, sob perfeita afinação (assim como na gravação original). Nos agudos, eu achei até um charme – parecia que estávamos sentindo as cordas vocais dele. (E Paula Abdul brincou com estas notas, ao achar que seus chihuahuas se juntariam ao cantor no palco. Mal sabia ela que a nota a fazer isso viria a seguir.) Talvez com mais voz, fosse um apresentação marcante, mesmo sendo a primeira da noite.

Syesha Mercado, a aspirante a diva, veio a seguir, e também não entregou uma apresentação marcante. Mas eu acredito que tenha sido, vocalmente, a melhor da noite. Ela escolheu “I Believe”, que Fantasia, da terceira temporada, cantou na final do programa e lançou como primeiro single. O motivo da escolha foi óbvio – Syesha falou, falou, mas não saiu da explicação de que “basta acreditar” (remetendo ao título da música) para seus sonhos se realizarem.

Mesmo gostando da apresentação, eu tenho dois problemas que parecem se casar. O primeiro é que esse tipo de música precisa mesmo é de um coral enorme atrás do participante, e não escondido num canto do cenário com o cantor abandonado no palco. E Syesha precisaria disso para alcançar sua óbvia pretensão de ser elogiada por ter sido melhor que Fantasia (e cantar a música com essa pretensão, bem, esse é meu segundo problema com a apresentação, já que não parece honesta). Vocalmente, ela foi muito, muito bem – o melisma, que ela maneja com facilidade, foi quase perfeitamente afinado; quando a voz de peito dela se projetou, foi sensacional; e, finalmente, tivemos a nota final (aquela que deve ter deixado os chihuahuas de Paula Abdul assustados), um whistle register acutíssimo (pleonasmo!) e muito digno. Eu diria que essa nota rivaliza com aquela de Kelly Clarkson, da primeira temporada, em “Natural Woman” – e isso não é dizer que foi “a melhor nota da história do programa”, e sim uma comparação baseada nas oitavas de um piano. Syesha certamente tem um alcance vocal grande para agudos.

(E eu já imaginava que o alcance dela seria assim tão grande, porque na ótima versão de estúdio* da música que ela cantou na semana passada, a mesma nota tinha sido atingida.)

Randy e Simon, como eu, admiraram o vocal, mas acharam que faltou emoção… se comparada à versão de Fantasia (e para nós pode até ser complicado entender o comentário, mas é que na ótica norte-americana, Fantasia ganha um sentido diferente, de crescimento pessoal, de american dream realizado, e até como artista ela soa diferente para um americano que para o resto do mundo – e sim, isso até faz com que eles perdoem os vocais não tão impecáveis assim da vencedora da terceira temporada). Syesha até reclama que o comentário é baseado em comparação, e embora eu adore a atitude na réplica dela, tenho a certeza de que se fosse para elogiar, a comparação não a incomodaria de jeito algum. Enfim.

Jason Castro, o dos dreadlocks, seguiu Syesha, e optou por cantar “Somewhere Over the Rainbow” (ou, da forma como eu conheço, simplesmente “Over the Rainbow”). Castro diz que esta é uma música sobre “sonhos” e “esperança”, e finalmente, repete o bordão da noite, “sonhos que viram realidade”. Pessoalmente, nem tomo a música como “inspiradora”. Existem milhares de versões, e quase todas servem mais para alentar e acalmar. (Já viram uma menininha de seis anos cantando a música no America’s Got Talent, da Inglaterra, também com Simon Cowell? Aqui. Acho incrível.)

A versão que Castro escolheu é de um nativo (já falecido) do Havaí, Israel Kamakawiwo’ole (o ‘apelido artístico’ é simplesmente Iz), que você pode ouvir aqui. É uma versão e tanto, ousada e linda, remetendo à letra de “What a Wonderful World”, por exemplo. Jason Castro leva a beleza da música e da versão ao palco, manejando para deixá-la irresistivelmente agradável e nada cansativa. Sei de muita gente que não gostou, e isso é um pouco estranho, porque para uma música dessas desagradar, é preciso fracassar completamente, e não foi o caso de jeito algum. Acho que tem a ver com o participante. Num plano bem amplo do palco e da platéia, aliás, dá para perceber o quão magnética essa música é (mesma coisa no vídeo que linkei no parágrafo acima, da menininha), com todos quietos e observando a melodia. Os jurados adoraram, também.

Vocalmente, não foi tão simples ou relaxado quanto pode parecer; houve um falsete mais bem sucedido que aquele final de “Hallelujah” (com o qual ele até brincou em outra ocasião, dizendo que foi um alívio os jurados não terem percebido a falha), e não pareceu um floreio dispensável. Eu sei que ele, como competidor, é “ame ou odeie”, mas eu o acho muito saudável. Veja quando ele cantou “Hallelujah”: a música, no dia seguinte, estava entre as mais baixadas do iTunes, e é uma música sensacional que muitos do grande público mal conheciam, ou se conheciam, tinham esquecido. E agora essa versão de “Over the Rainbow”, já conhecida, mas que ele ajudou a propagar mais ainda. (E a versão de estúdio* que ele fez da música foi excepcionalmente feliz em quantidade de downloads no mesmo iTunes, ficando em segundo lugar no ranking geral). São exemplos. Pense que poucos participantes fizeram favor parecido ao público.

Aliás, quem seguiu Jason Castro, Kristy Lee Cook, é das que fazem escolhas musicais pobres, mas que não chegam a prejudicar sua permanência no programa (ouso dizer que todas as músicas dela foram assim). Isso é que eu não gosto. Essa semana, ela escolheu “Anyway”, de uma (adivinhe!) cantora country chamada Martina McBride, e esta é uma música inspiradora, mas não necessariamente profunda. Kristy diz em seu vídeo de introdução que a mensagem que pega da música é de que quando ela dá tudo de si para fazer alguma coisa e as pessoas não gostam, ela deve fazê-la mesmo assim. (Deve ser a mais reproduzida no iPod de Kristy.) Se a música não anima, a razão de sua escolha pelo menos não segue a obviedade dos outros.

Kristy canta a música com inspiração, mas a apresentação é comum, e cria aquele momento normalmente irritante em que uma nota longa próxima do final da música serve para ganhar o aplauso acalorado – não é irritante quando o participante tem toda a voz, o que não é o caso aqui. Ela não tem extensão vocal, e pena para segurar as notas. Pior momento da performance: quando o instrumental da música aumentou, após a introdução, ela não trocou direito a oitava, projetou mal a voz e até se estabilizar, ficou atrás dos instrumentos. Controle total da voz ela teve só após a metade. Mesmo com os problemas (concordo que, em alguns pontos, minimizados nessa apresentação) e carências (originalidade, por exemplo, ela está devendo desde que o programa começou. Qual a diferença de Kristy para qualquer outra cantora country?) que já conhecemos, esse foi um dos momentos mais interessantes dela no programa. Foi bem sincera, e disso eu gostei.

David Cook veio a seguir com “Innocent”, de uma banda não muito conhecida, chamada Our Lady Peace (ouça a música aqui). Ele comenta que a música nos inspira a “abraçar nosso lado bom” e que “todo mundo tem um bom coração”, entre outras coisas. O roqueiro-mor da temporada tem um bom coração.

Olha, as duas últimas apresentações dele no programa foram muito elogiadas, e particularmente, acho que relativamente superestimadas. Mas não hesito em dizer que comparar a apresentação de Cook nesse top 8 às suas duas últimas apresentações, superestimadas ou não, é a mesma coisa que comparar arroz com risoto. Essa tal música “Innocent” já é de gosto duvidoso (Cook diz que é de sua banda favorita, então deve-se respeitar – mas também estranhar). A apresentação é pior que a música. Começa com David emulando a gravação (e de uma forma ainda mais esquisita, quase grudado ao microfone), e quando o rock entra em ação, é capenga (ele adiciona uns falsetes rápidos para suavizar, mas não funciona), e o final é tão-somente brega (aquela mão com “give back” escrito foi a única coisa “inspiradora” ali). Os vocais foram gritados, a afinação foi irregular e o resultado final, medíocre e tíbio. Meu problema com Cook é não ver nele a essência do rock, e sim o visual e os maneirismos. A apresentação dessa semana foi para sua base de fãs, simplesmente. (E eu não acredito que essa seja ligada em rock. Francamente, quem vai procurar rock no American Idol?).

Carly Smithson, o flop que Randy conhece muito bem do passado, canta a seguir “The Show Must Go On”, do Queen, dizendo que a música é inspiradora para ela porque incentiva a “continuar” na vida, não importa o que aconteça. Embora eu ache razoável a explicação, duvido que alguém na face da Terra tome uma lição de moral dessa música. É rock de raiz, dos melhores. Só.

A apresentação de Carly não tem nada de inspirador: sob um palco escuro, ela começa cantando, e do meio até o final, a iluminação parece pertencer a shows de heavy metal. Os jurados disseram que não combinou com o tema da semana, e é verdade. Ela deu, em tese, o corpo correto (em aparência) para a música. Jamais faria alguém chorar. Duh.

Meu problema com essa apresentação é que o vocal de Carly não foi bom, e ela confiou a ele quase todo o sucesso da apresentação. Para alguém que (erroneamente) vem sido chamada de “a voz da temporada”, esperava-se que ela não ficasse tão atrás de Freddie Mercury numa comparação direta, por exemplo. Mercury, por ser um vocalista masculino, tinha limitações vocais, mas ainda assim atingia notas que definiram tanta coisa no mundo da música que me sinto incapaz até de descrever. Carly, em detrimento de uma performance vocal redonda, aposta naquele agudo que a essa altura já virou sua marca. A verdade é que esse agudo é irritante, gritado e a deixa sem fôlego para cantar enquanto segura a tal nota – ou seja, vira malabarismo vocal. E a presença de um número maior de backing vocals hoje evidenciou a minha idéia de que a extensão vocal de Carly não é tão boa quanto se imaginava. A voz dela ficou em segundo plano por diversas vezes, coisa que não aconteceu com Mercury nem mesmo em apresentações ao vivo desta música.

Espero que Carly largue logo esse maldito agudo (alguém mais tem a sensação de que ela gostaria de ter voz para o whistle register, mas mesmo não tendo acha que pode impressionar os outros com esse agudo inferior? É intrigante) e cante de verdade, com graves (de uma vez por todas, por favor! Quero saber se ela é boa neles) e vibrato, mas sem gritaria e com a afinação de volta à forma. Agora, tenho que dizer: apesar dos vocais, a apresentação de Carly ainda está na frente da apresentação de David Cook. Eu não seria justo se não afirmasse isto.

American Idol - The Top 8 Finalists PerformA seguir vem o favorito da temporada, David Archuleta. É engraçado ver esse rapaz cantando. Primeiro, ele não parece ter os dezessete anos que diz que tem de jeito algum. Ele parece ter treze, e talvez por isso as crianças só gostem dele. O comportamento, as feições são de uma pessoa meio que assexuada, é engraçado, embora tudo que ele queira é estar ali no programa. Os rumores de que o pai dele já fez Deus e o Diabo na terra do sol para ver ele se dar bem são provavelmente verdadeiros; por outro lado, Archuleta gosta mesmo é de usar a voz o mais alto possível e o impressionar o quanto sua garganta deixar. Quando vai às notas prolongadas, ele sempre solta um sorriso de orgulho, e eu tenho a impressão de que ele gosta da própria voz há tempos. Vídeos dele cantando “I Will Always Love You” e “And I Am Telling You” com onze anos de idade (!) circulam na internet – e não há economia na gritaria. A diferença é que agora está afinado. Lembram de Archuleta dizendo que não conhecia música nenhuma dos Beatles? Você acha que alguém que está nesse programa por adorar a Música não conheceria a maior banda de todos os tempos? Pense nisso.

Esta semana, David escolheu “Angels”, de Robbie Williams, música que Simon Cowell diz ser uma das melhores músicas pop já escritas (mas o Robbie Williams tem várias músicas assim, não? Eu já ouvi toneladas do tipo). Archuleta leva mais tempo elogiando a música e dizendo o quão difícil foi a escolha do que para justificar o que há de inspirador nela (segundo ele, “há sempre uma luz no fim do túnel”). A verdade é que essa música não é para inspirar; é mais para um casal curtir ouvindo, pelo tema romântico da letra.

Archuleta canta ao mesmo tempo em que toca o piano, e embora não seja tão bom quanto Robbie Williams com a música (que não é um excelente cantor, mas bom), fez desta apresentação uma de suas melhores. Eu gostei do início – achei afinado, correto nas notas um pouquinho mais graves e em alguns momentos foi pelo lado correto do melisma, sem exageros melódicos. Quando ele projetou a voz com força, parecia faltar consistência àquelas notas, e até um pouco de ar, mas não foi ruim. Na versão de estúdio* que ele gravou (com vocais melhores que os desta apresentação), não houve nada que incomodasse. A verdade é que, frívolos ou não, os problemas dele jamais serão um problema para seu público. Não vejo esse garoto fazendo sucesso fora do programa, não sei se a voz dele agüenta muito tempo (paralisia vocal é coisa séria), mas a criançada, as adolescentes fãs, ah, essas vão continuar segurando cartazes (uma garotinha segurava um hilário nesta semana, com a frase “Lick those lips!”) e gritando por ele. Os próprios jurados, pode apostar, não vão se esforçar para parar de elogiá-lo.

Para finalizar o programa, chega a vez de Brooke White, que escolhe “You’ve Got a Friend”, da Carole King, mas que como a própria Brooke salientou no vídeo de introdução, foi James Taylor quem fez a música mais conhecida. Ela não apresentou nenhum dos motivos “de inspiração” para a escolha da música, exceto dizer que esta é uma “feel-good song”. Mas qualquer uptempo pop é “feel-good song”, mesmo sem inspirar.

Normalmente, não gosto de Brooke cantando, mas tenho que dar mão à palmatória: essa apresentação, fechando o programa, foi muito bonita, sincera e superior vocalmente a quase tudo que ela já fez. Alguns graves foram muito bonitos, e embora ela ainda não seja a rainha da afinação, parecia que eu estava vendo alguém cujo CD eu até poderia comprar. Uma Alicia Keys loira. E surpreendentemente, ela foi muito bem sem nenhum instrumento em mãos, além da própria voz.

Que belo caminho para encerrar o texto – sendo transigente com uma das participantes que eu menos gostava. Até semana que vem.

* Você pode ouvir as versões de estúdio do programa clicando aqui.

Séries citadas:

19 Comments

  1. marília

    nem é sobre o post do AI pq nem li ainda

    é só pra dizer que essa foto da home, de alias… é DEMAIS!!!!

    ai gente, que saudade! como era boa, né? Sydvey contra ana, sark, sua propria mãe e piorzão, sloane!!!

  2. marília

    agora sobre o post.

    uau. eu não conhecia suas analise. aliás não conhecia nennhuma assim tão teórica na internet.

    concordo que meu queridinho David Cook foi horrível. pq escolheu uma música horrível. não acho, contudo que ela tenha sido superestimado. ele é bom sim.

    dá pra aumentar a letrinha do post? post grandão com letras picurruchinhas cansa demais?

  3. Jonas Peres

    Nunca assisti AI antes por puro preconceito. Resolvi dar uma chance ao programa após ver o Cook cantando ‘Hello’. P/ mim ele é o melhor, disparado. Agora, dizer q teu problema com ele é a falta de essência rocker é chover no molhado. Q cara realmente rock and roll participaria do AI? Aliás, tu mesmo te pergunta isso. Ele é meio fake mesmo, mas e daí? O cara é ótimo. Billie Jean dele é quase melhor q a do Cornel – o seria se ele ñ exagerasse nos vocais. Acho q deves arrumar outro motivo p/ ñ gostar dele…heheh
    Agora, tens razão numa coisa: Innocent foi um lixo. A versão de estúdio é melhorzinha, mas ainda assim.
    Injusto foi o Michael ter saído; mas, mais injusto ainda, foi a Amanda ter saido então, whatever.

  4. Carlos Augusto Nagao

    Parabéns pelas mudanças no site. Ficaram ótimas. E parabéns pela boa qualidade desta análise do American Idol. O texto ficou certamente melhor do que as apresentações recentes dos competidores do American Idol.

  5. Kate

    Odeio AI mas não poderia de deixar de entrar aqui para dizer que o novo layout do TS está fantástico , maravilhoso! Parabéns Paulo !

  6. Alessandra

    Gostei muito desta análise mais técnica dos candidatos. Ficou muito legal. Com certeza vou acompanhar os reviews.

  7. Alessandra

    E concordo com a Marilia que a letra está pequena. Fica cansativo para ler. De resto o novo layout ficou muito legal.

  8. Eu também não vejo AI, mas tinha que dar os parabéns pelo site…

    Lindo… lindo… lindo.

  9. Isabela

    Adorei a análise, super detalhada. Eu concordei com bastante coisa do que você falou. Também tenho esse probleminha com o Cook, porque apesar de gostar da personalidade dele, também acho ele muito visual e pouca essência. E não acho ele tão espetacular assim. O negócio do David Archuletta não conhecer nadica de nada de Beatles me deixou meio cismada (pô, como assim o menino quer trabalhar com música e não tem uma mínima noção do repertório Lennon/McCartney?). Fora esse lance de quererem pintar ele de santo… o menino tem 17 anos, pelo amor de Deus.

    Mas só uma correçãozinha: o Freddie Mercury nunca se apresentou ao vivo com The Show Must Go On. A música está no último álbum do Queen, Innuendo, e ele já estava muito doente para conseguir fazer qualquer apresentação.

  10. Maria

    Para sua informação não são apenas crianças americanas que gostam do David Archuleta. Há adultos por lá simplesmente encantados com a voz de ouro do garoto. Procure ler os fóruns, os comments que seguem os videos no site oficial do programa para perceber que o menino tem fãs de várias faixas etárias.
    Mas quem deve vencer o AI deste ano é o D.Cook. Não gosto dele mas os arranjos do cara são mais profissionais mesmo, aliás ele já era profissional, já tinha cd gravado inclusive antes do programa.
    O Archuleta pode chegar à final junto com Carly ou Syesha(que não trouxe nada de novidade, de diferente em relação a outras cantoras de AI anteriores que têm vozeirão e gritam muito. Acho ela um porre).
    Ah, e esse não é o pior AI DE JEITO ALGUM. O do ano passado foi muuuuito pior. Os candidatos deste ano são centenas de vezes melhores.

  11. Gustavo Cruz

    Isabela, você tem razão. Seria inviável ele se apresentar ao vivo, e eu não sei aonde estava com a cabeça para dizer isso, porque as apresentações de TSMGO foram com vocais de terceiros.

    Mas eu ainda assim peguei um vídeo dele em 1986 cantando WWTLF (deve ter sido uma das últimas, porque, se eu não me engano, ele parou por essa época). Aqui: http://www.youtube.com/watch?v=BApaVMqAVtc (Início interessante, por sinal :D). Veja QUE VOCAIS! E mesmo os vocais da música servem para a comparação. Enfim. Perdão pela confusão, novamente.

    Abraços!

  12. Isabela

    Hahaha, normal. =D

    E o Freddie era maravilhoso. Mesmo quando rolava uma falha bem perceptível no meio da música porque a voz dele tava EXAUSTA, tudo continuava lindo por conta do feeling e da energia que ele passava de qualquer jeito (fora o senso de humor, adoro a parte que ele fala “they’re talking from HERE!”). Aliás, é aí que eu acho que os candidatos do Idol às vezes deixam a desejar. Às vezes a pessoa tem uma voz linda, mas não emociona, não passa o sentimento que deveria passar para causar algum impacto.

  13. vicente

    Depois de assistir à interpretação do David Archuleta para “The Long and Winding Road” (minha música favorita dos Beatles) pouco me importa se ele já os conhecia ou não. Fiquei arrepiado!
    Go David!

  14. Paula

    Maria, o Gustavo não disse que só as crianças americanas gostam do Archuleta, e sim que as crianças americanas só gostam do Archuleta. Percebeu a diferença? Uma questão de leitura atenta.

  15. Mica

    Eu creio que assisti apenas três episódios do American Idol desta temporada. O primeiro episódio que eu vi foi a primeira apresentação do David, ainda lááááá nas preliminares. O segundo eu não lembro qual foi O.O. O terceiro foi ontem (ou seja, perdi esse que você fez o review).
    Mas sobre tudo eu só posso dizer uma coisinha: quando ouço esse povo cantando não consigo deixar de pensar no quão mal eu canto (buaááá…que triste pensamento para se ter). Mas me irrita um pouco que todo mundo só vá lá para o alto e eu nunca vejo alguém explorando o baixo (que é o que eu mais gosto).

  16. Mauro

    Também acho que a Carly Smithson deve controlar um pouco a voz dela, mas isso não a desmerece. Porque é realmente boa. Não é cantora para baladinhas. Foi feita para gritar mesmo e esguelar e eu adoro. Eu adoro ela cantando “Crazy On You”. E a versão de “jesus christ superstar”, no último programa, foi realmente incrível.

    A Syesha pode não ser muito original mas as versões de “Yesterday”, “Vanishing” (tirando alguns desafinos), “If i were your woman”,
    “I will always love you” foram muito bonitas e boas tecnicamente.

    Agora, francamente, a Brooke White é fofa, mas a voz dela não é potente, não é boa o suficiente. E o Jason Castro não vou nem dizer nada. Aquela cara de paspalho me irrita profundamente. E se ele tem uma voz, realmente, ainda não vi, ele canta para dentro, não abre a boca.

    O David A. canta bem, mas a voz dele é muito anasalada para o meu gosto. E ele usa os mesmos truques em todas as músicas e às vezes cansa um pouco. A forma dele cantar pausando e prolongando a frase já está batida.

    O DAvid Cook é bom, a voz é boa, é mais profissional, mas tem uma coisa na cara dele, um ar de convencimento que incomoda. E não é que o rock dele é fake, é simplesmente um pop/rock, como tantos outros por ai.

  17. Diogo Messias

    Vc tem razão mauro a carly cantando Jesus Christ Superstar foi de arrebentar!e a syesha tb botou pra lá com One Rock and Roll Too Many.
    kem kizer me mandar um e-mail pra trocar uma ideia sobre o American Idol sou super fã.

    dbmessias@globo.com

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Log In or Create an account