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Para CEO da Netflix, a ‘morte’ da TV será em 2030

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Em recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o CEO da Netflix, Reed Hastings, revelou que a TV que conhecemos terá vida até 2030. Sua previsão tem base no enorme crescimento das redes streaming (Netflix, Hulu, Amazon, iTunes etc) que, cada vez mais, tiram o formato da TV convencional de cena — aberta ou a cabo.

Netflix

A Nielsen Company, empresa que oferece pesquisas de mercado, vai começar a medir a audiência de programas originais de serviços streaming e, para Hastings, ”não é algo muito relevante”. ”Há muitas visualizações dos programas em celulares ou em iPads que não serão contadas [na medição da Nielsen]”, argumentou quando perguntado se ficaria preocupado com os planos da empresa. Segundo uma reportagem do Wall Street Journal, a Nielsen usará conteúdo de áudio em televisores para identificar os programas, mas a medição não incluirá dispositivos móveis.

Contente com o crescimento da rede na América Latina, o executivo destacou a importância da região para a marca, onde a mesma conquistou cerca de 5 milhões de usuários em quatro anos. ”A América Latina é uma das áreas de maior crescimento em todo o mundo em termos de banda larga e conectividade”, disse. Seis países da Europa lançaram o serviço recentemente; Austrália e Nova Zelândia já o terão disponível em março de 2015; já para a Ásia a empresa ainda não tem planos no momento.

Conforme a informação de Hastings, a rede trabalha para garantir o licenciamento global de seu conteúdo, uma vez que os Estados Unidos apresentam um catálogo muito maior do que o de outros países, como o Brasil.

Com informações do THR

Séries citadas:

Nascida no verão com preferência pelo inverno. A família materna dela é de origem francesa, mas não come escargot. Já quis ser astronauta e chef, mas descobriu que não tinha vocação. E agora, na verdade faz tempo, descobriu que quer Jornalismo. Começou com Grey's Anatomy em 2006 e hoje sua ficha tem The Walking Dead, Breaking Bad, Vice, Pretty Little Liars, Glee, Arrow, American Horror Story, The Flash, The Knick, Orphan Black, The Sopranos, Looking, Orange is the New Black, The Office, Modern Family, Mad Men, Homeland, Bates Motel, House of Cards, Game of Thrones e mais umas três listas cheias. Prefere sua tv a cabo às pessoas e é aficionada por soundtrack de filmes e séries e pelos documentários do National Geographic, Discovery e History Channel.

2 Comments

  1. Rodrigo Silveira

    Quando surgiu o rádio,o pensamento que se tinha era de que os jornais iriam acabar,depois o mesmo aconteceu com a televisão,internet e bla,bla,bla,os jornais,rádios e televisões estão e estarão conosco por muito tempo mais,o Neftlix se engana se considera que o fato de ter produções originais em seu catálogo,que podem ser degustadas da forma como o cliente quer,vai gerar uma grande revolução de midias,a grande verdade nisso tudo eh que eles não passam de mais um produtor de conteúdo,com o diferencial de oferecer algo além da capacidade de um canal convencional,mas se o canal x exibir algo que atraia a atenção da audiência,ela vai migrar para lá,sem nem parar para pensar em quantidade,mas sim no que ela quer ver naquele momento,além de que recursos de gravação fazem parte do dia a dia,ou seja,canais convencionais também podem oferecer um bom acervo,desde que apoiados por operadoras que permitam à seus clientes gravarem seus programas favoritos.Uma das coisas que mais impactam até hoje eh a questão física do produto,algo que as plataformas digitais não podem oferecer,quem eh fã de verdade de determinado produto vai tentar consumir tudo sobre ele,essa atitude vai sempre estar presente,a própria Netflix que disse que não lançaria em dvd as suas produções ja voltou atras.

  2. biancavani

    Espero que ele tenha razão, pois a tv aberta e mesmo a por assinatura – pelo menos no Brasil – são péssimas. Aliás, podia acabar logo, sem precisarmos esperar até 2030…

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