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Reviews

Orphan Black – The weight of this Combination

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Série: Orphan Black
Episódio: The Weight of This Combination
Número do Episódio: 3×01
Exibição nos EUA: 18/04/2015
Nota do Episódio: 8

Orphan Black está de volta. E apesar do episódio de retorno ter apresentado alguns “problemas”, eu gostei bastante do retorno da série.

Uma das característica do seriado é a capacidade de desenvolver várias tramas eletrizantes e paralelas. E isso funcionou sempre bem – apesar de algumas críticas ao ritmo da segunda temporada -, especialmente porque já conhecíamos bem os personagens e estávamos, de alguma forma, familiarizados com as tramas. Agora a coisa mudou um pouco de figura.

Os clones XY chegaram, e fomos introduzidos a dois deles nesse episódio. Os dois com problemas sérios de conduta, aparentemente. E por tudo que sabemos sobre o projeto CASTOR, fica difícil simpatizarmos com algum dos rapazes. É claro que é muito cedo para dizer qualquer coisa definitiva essa trama, mas achei que ela começou morna demais, forçada demais, e não consegui nem memorizar o nome deles – se é que eles foram falados.

O fato é que se eles são os novos vilões de Orphan Black, terão que correr muiiiiiito atrás do prejuízo, porque Rachel já desempenha esse papel com perfeição. Agora que descobrimos que ela conspirou para matar todas as suas “sestras”, então, é impossível não querer ajudar a Delphine a apertar o olho avariado da loira.

E por falar em Delphine, gostei bastante da nova versão dela. A “nova Rachel” mostrou que tem pulso firme para comandar a DYAD, ainda que para isso tenha que ignorar seus sentimentos. Fez sentido para mim o rompimento com Cosima (por mais que eu tenha detestado ele), bem como a conduta mais fria e racional da Dra. Cormier, que era nada além de ambiciosa e extremamente focada na carreira – e na ascensão dela, ou vocês esqueceram que até com o Leekie ela “namorou”? – antes de se envolver com Niehaus.

E enquanto Delphine redefinia a DYAD com a ajuda de Sarah – e a participação mais que especial de Alison -, Cosima bancou a tia fofa e ficou fazendo companhia à criança prodígio Kira, que é mais inteligente que todos os outros personagens da série juntos (e olha que isso não é pouca coisa). Cos irá, aparentemente, focar na sua recuperação, agindo por baixo dos panos na tentativa de decodificar o seu genoma, e contando apenas com a ajuda de Scott. E ela não precisa de mais nada para fazer ciência, tenho certeza.

Boa parte da ação do episódio ficou, mais uma vez, por conta de Sarah, que teve um encontro tenso com Rudy (o cicatriz! Obrigada, Wikipédia), depois salvou a Mrs. S de Seth (o bigodinho! Sério, valeu mesmo Wiki) e rompeu – pela enésima vez – com a sua mãe, tudo isso antes de mover a cruzada para recuperar Helena, que está em poder dos militares. Ah, e ainda deu tempo de incorporar Rachel Duncan pra salvar a DYAD da ruína. Nada mal pra um episódio.

De outro lado, temos Helena, que começou o episódio dentro de muitas caixas e delirando com um escorpião falante, e que acabou o episódio dentro de muitas caixas (menos uma) e pronta para ser interrogada pelos militares. Essa trama me instiga, e estou ansiosa para saber mais sobre Helena e seus delírios (ah, como seria bom se a vida fosse como no sonho de Helena).

Provavelmente assistirei hoje o segundo episódio da nova temporada de Orphan Black, e prometo que a review sai em breve! Até lá!

P.S.1: que bela hora para ser demitido, eim Donnie?

P.S.2: sei que plots paralelos e aleatórios demais tendem a ser descartáveis, mas AMEI a ideia de ver Donnie a Alison como “Bonnie & Clyde” para salvar a educação dos filhos dele. Só espero que a concorrente não use cachecóis!

P.S.3: acho que Orphan Black tem, atualmente, personagens demais. O episódio ficou meio atolado de plots e boa parte dos personagens nem deu as caras, ainda. Opa!

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

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