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New Girl – Fluffer

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Série: New Girl
Nome do Episódio: Fluffer
Nº do Episódio: 2x03
Data de Exibição: 2/10/2012
96.666666666667
4.8
3

É tempo de romance em New Girl, ou não. Na verdade, romance está difícil mesmo hoje em dia, né? Quando você acha que encontrou a pessoa certa, vê que não é bem assim. Ou o contrário, quando você não quer encontrar a pessoa certa, aparece um monte de príncipe e princesa no seu reino!

É aquela velha história, o tempo quando nunca conspira a favor do amor. Se você está em um momento “fluffer”, o episódio dessa semana nos mostra que o importante do relacionamento é não ter medo de vivê-lo, seja certo ou errado.

É como uma daquelas ocasiões, quando você não quer um relacionamento e te aparece um cara irrecusável. O que você faz? Oras, vira a parceira de cama dele. Sexo casual é uma arte dominada por poucos. Mulheres então, costumam dizer que são capazes de ir para cama só por prazer, mas na verdade, em sua grande maioria, querem impressionar o cara até que ele vire seu namorado. Já os meninos, fingem querer namorar, apenas para levar as moças para a cama. Jess precisa de ajuda para não cruzar essa linha. Como ter os benefícios sempre precisar ter as obrigações de um relacionamento?

E é aí que, tentando ajudar a amiga a superar o desafio de um relacionamento sem significado, Nick se vê do outro lado da história: O que fazer quando uma amizade ultrapassa o limite de um relacionamento sério mas você se vê no entrave entre tentar algo ou não arriscar perder o amigo? Uma vez ou outra, entramos nessa de sentirmos sexualmente atraídos por quem não deveríamos.

Nick e Jess? Bem, eles são praticamente namorados que não chegaram aos finalmente. Isso faz a tensão aumentar, aumentar e aumentar. E BOOM! Nick ajuda Jess a pegar o bonitão de jeito.

Engana-se você leitor e leitora que essa atitude é uma maneira altruísta de ajudar a amiga.  Caras tendem a empurrar a garota para outro quando sentem que o desafio é grande demais! Será que Nick terá colhões para puxar o outro pelo chifre quando o momento for certo?

O momento mais fluffer dos dois foi eles discutindo a relação. Apesar de ser mulher, tendo a ter horror a “DRs”, mas achei a briguinha deles muito fofinha, do tipo unicórnios cor-de-rosa! Ah, a mix tape que ele fez para os momentos de sexo casual também conta como fofura, só não curti a dancinha no final. Quem você quer enganar, senhor Nickolas?

Por falar em gatinho assustado, rir do Schmidt é fácil demais. Principalmente quando ele tenta impressionar as mulheres. Claro que no meu caso, se ele falasse para mim que era parente do Mitt Romney, eu sairia correndo, gritando, e com as mãos chacoalhando no ar, mas apesar de ser um político com prioridades duvidosa, o jornalista tem razão ao dizer que o presidenciável tem um cabelo bonito. Oh, Pai, ele tem mesmo.

Mas taí um lado do conquistador que eu não tinha percebido. Apesar dele ter sido gordinho no passado, e que por isso, ele tinha a autoestima abalada, ter sido “abandonado” pelo pai pode ter dado um impulso para acentuar o velho comportamento de um ser masculino de pular fora do barco quando o relacionamento passa por mares mais profundos. Mas essa história levantou outra questão do nosso conturbado cotidiano: é possível ser amigo de alguém que você já teve um rolo? Sinceramente, prefiro os dois se pegando.

Já Winston. Pode cara, sempre o mais apagado de outros. Nesse episódio, porém, foi o único personagem que me fez rir. E isso é bem importante numa comédia. Já no caso do ex-atleta, essa é uma verdade, nós, garotinhas, regulamos sexo. Segredo revelado! Não há nada o que fazer! Até a próxima, ciao!

Sexo é moeda. New Girl sabe muito rir da vida. E é disso que eu gosto na série. Menos pastelão e mais cotidiano. Porque a vida é cômica o bastante para não ser trágica, e é isso que a torna divertida.

Adorei esse episódio, New Girl voltou a prender a minha atenção. Até porque essa temporada a Zooey Deschanel resolveu roubar a minha vida, estou me sentindo exposta para o mundo! E confesso que ansiosa por um final feliz.

Shippers de plantão, oremos!

 

Séries citadas:

30 anos, é formada em jornalismo pela Unesp e em Letras Inglês e Literaturas pela UFRN. No "TeleSéries", já foi colaboradora e editora de Notícias, agora é Editora de Conteúdo e escreve a coluna mensal "Sintonia". Já passou pelo Vírgula e pela Rede BomDia, do DIário de S. Paulo. No tempo livre, vê Bones, Hot in Cleveland, It's Always Sunny in Philadelphia, entre muitas outras séries. Fã do Clark Kent e música country.

Website: http://naliteral.blogspot.com.br/

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