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Libby voltará na quarta temporada de Lost

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Cynthia WatrosSaudades de Libby, a namoradinha de Hurley em Lost? Pois ela vai voltar. A atriz Cynthia Watros, que interpretou a personagem ao longo da segunda temporada, foi confirmada em diversos episódios do próximo ano da série.

Libby não deve ressucitar. Ela está escalada para aparecer em vários flashbacks, provavelmente de Desmond. O retorno foi anunciado pelo TV Guide pelo próprio Carlton Cuse, produtor executivo de Lost:

Ela aparecerá tempo suficiente para unir os pedaços que faltaram a sua história. Não poderíamos estar mais satisfeitos. Cynthia é inteligente e aplicada.

Texto publicado originalmente no weblog Poltrona.TV

Séries citadas:

5 Comments

  1. Giselle Bauer

    Eu gostava da Libby.Legal que vai voltar mesmo que em flash backs.

  2. Rubens

    O importante mesmo é que Lost nao embrome os telespectadores em 2008… :-)

  3. MARCELO

    Terminei de ver o piloto de Lost. Dois episódios, 42 minutos cada um. Já foi o bastante. Devo estar ficando velho, já pego de longe os truques rasteiros dos roteiristas, e a pretensão de enrolar de alguns produtores. O que vi é isso e mais.

    Do mesmo jeito que Dan Brown criou um modelo de livro que segue fielmente, só mudando o objeto almejado os locais e o nome dos protagonistas, Lost criou uma estrutura básica:

    “O que é isso?”

    “Não sei, achei agora.”

    “Ah, pensei o que era o negócio de semana passada.”

    “Não, esse é outro. Falar nisso, estamos perdidos em uma ilha.”

    (passagem de tempo, episódio seguinte começa na fase1)

    O truque é pegar isso e escrever um roteiro de 47 páginas em volta. Os epísódios terminam com o famoso “cliffhanger”, como os seriados de cinema dos anos 30 (viram a originalidade?) assim os mistérios da semana dão lugar a novos mistérios e fica todo mundo “oh, o que significará esse novo mistério?” com direito aos roteiristas se perderem, já há vários furos na história, mas os fãs fingem que não vêem.

    Confesso que esperava mais. Só vi clichês. Quando o sujeito com cara de árabe disse que era iraquiano, pensei: “é batata: Ou é terrorista ou soldado”. Não deu outra. O oriental quieto com um mistério pessoal, o gordo inseguro, o bandido que é mocinho e vice-versa, a patricinha alienada ao que acontece em volta, o garoto curioso que se mete em encrencas e até o cachorro. PQP um cachorro!

    A suspensão de incredulidade vai longe. Certo, acharam um rádio mas as baterias acabaram. NINGUÉM ali sabe procurar por baterias nas bagagens, afinal pessoas não levam walkmans, cd players, computadores e essas besteiras, na cabine. O tal Lostzilla então… o bicho vem fazendo um barulho igual a nada mostrado num Discovery Channel, sai destruindo árvores como um figurante em CGI de Jurassic Park e NINGUÉM fala nada…

    “Caramba, que diabos foi aquele bicho ontem?” necas.

    A câmera perseguindo os personagens é Sam Raimi puro. O truque de não mostrar o monstro não é novidade também, mas quando Raimi fez isso no Noite Alucinante, fez de forma convincente, à noite e com UM personagem, não 3 ou 4. Subindo em uma árvore. De dia. Em uma mata rala.

    Os extras tornam tudo meio cômico. Passado o choque, todos ficam andando, olhando pra Lua, como se drogados. Na certa esperando os roteiristas criarem situações que os aproveitem. “oba! uma fala!”

    O estilo dos flashbacks, inclusive, já demonstra o que se tornará padrão na série: O Estilo M. Night Shyamalan de fazer cinema. Comece do fim e escreva de trás pra frente.

    Confesso que não entendi o sucesso que essa matrioska faz. Não é um filme de detetive onde o espectador tem uma chance de desvendar o mistério, não é nem um roteiro bem-feito de trás pra frente, como o Sexto Sentido.

    Acho que eles apelam pelo menor denominador comum, no estilo Dan Brown / Royal, dão a massa pronta mas você precisa acrescentar um ovo, bater e enformar. Pronto, você fez um bolo. Isso gera uma cumplicidade onde o espectador acha que realmente resolveu alguma coisa.

    Nada contra séries que trabalham dentro de estruturas rígidas. CSI e Lei e Ordem são duas que seguem seus modelos à risca. Quando algo de inesperado acontece, surpreende tanto os personagens quanto os espectadores.

    Outras séries, como West Wing e Battlestar Galactica não obedecem nenhuma estrutura. Deve ser muito desconfortável para um fã de Lost assistir essas séries, pois nem sempre teremos respostas, não há obrigação de mistérios novos e a mitologia da série pode ser completamente alterada, sem destruir o trabalho passado como um castelo de cartas.

    De resto, a proposta de gente abduzida para um local misterioso, com passado interligado e controlados por uma inteligência oculta não é novidade. O Prisioneiro usava essa temática em 1967 e diversos episódios de Além da Imaginação usaram esse tema.

    Só que sem clichês e com personagens mais palatáveis que silhuetas recortadas de papelão.

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