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Last Resort – Blue on blue

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Série: Last Resort
Nome do episódio: Blue on blue
Número do episódio: 01x02
Data de exibição nos EUA: 04/10/2012
92.5
4.6
6

O segundo episódio de Last Resort veio para confirmar que a série é uma das ótimas produções que estrearam nessa fall season. Eu recomendaria a qualquer pessoa acompanhar se não fossem os boatos de cancelamento que infelizmente já estão rolando sobre Last Resort. Acho uma pena de verdade. A série é muito boa pra ser cancelada sem ter ao menos uma temporada completa.

Blue on blue manteve o nível do piloto se não foi melhor. O ritmo de Last Resort é muito bem e não cansa, já que a série é muito dinâmica. Neste episódio tivemos mais contato com a história de Kylie, a cientista que desenvolveu a tecnologia que é capaz de manter o U.S.S Colorado escondido dos radares. Esta tecnologia tem sido, até o momento, o grande trunfo do submarino capitaneado por Marcus Chaplin. A novidade é que Kylie descobre que por isso pode ser presa para interrogatórios e acaba mandando descobrir quem deu a ordem para o Illinois (outro submarino americano) atirar contra o U.S.S Colorado. Acontece que o seu “amigo” acaba levando a pior e a única informação que ela consegue é um papel escrito “Ordem 998”. Vejo-a como uma personagem muito importante na série, já que parece a única pessoa (das que tem possibilidade de fazer isso) disposta a descobrir a conspiração por trás de tudo isso.

Achei bem interessante também o fato de o exército americano ter levado a Christine e mostrado para ela algumas coisas sobre seu marido Sam Khendal, procurando fazer com que ela faça ele desistir do que está fazendo e depor o Capitão. O advogado que foi salvar a moça, pelo que entendi, está ajudando o exército. É isso mesmo?

Blue on blue foi o episódio de revelar alguns segredos sobre os personagens. Descobrimos algumas coisas sobre Sam e sobre o filho do Capitão Chaplin que foi morto por fogo amigo na guerra. Os marinheiros ao descobrirem isso começam a questionar os motivos do comandante, o que deixa o clima ainda mais tenso.

O que mais tem me animado são as tramas envolvendo Tenente Grace. Amo a coragem e a ética dela. Fiquei muito tensa torcendo para que ela não fosse alvejada pelas costas como Prosser desejava. Por fim ela foi ajudada por James e indiretamente por Tani. Acho que esses dois ainda vão ter um papel importante na série, embora ache ele um tanto quanto fora de lugar ainda. E pra melhorar tudo ainda mais, agora, além de tudo, temos os russos envolvidos na parada numa tentativa de relembrar a Guerra Fria, embora o foco continue sendo americanos x americanos. A série gira sempre em torno disso.

E, definitivamente, o que eu mais gosto em Last Resort é dos personagens. Acho que eles foram muito bem construídos, bem como os diálogos. Adoro esses dilemas éticos que estão sempre perpassando a narrativa. Já fui totalmente cativada pela Tenente Grace, por Sam Kendall e pelo Capitão Chaplin. Amo os três. A única queixa que tenho é que não consigo acompanhar tanta coisa. Embora isso dê ritmo para a série eu fico incomodada de não conseguir saber o nome de todos os personagens.

Confesso que já estou com os dedos cruzados aqui. Eu gostaria muito que Last Resort tivesse vindo para ficar, pois acho que é uma produção muito boa e eu realmente gostei bastante. Podiam salvá-la do cancelamento, né? Mentalizem comigo, guys!

PS: Que cena a de Sam conversando com o Capitão Chaplin! Muito boa!

Séries citadas:

Relações Públicas e Mestre em Comunicação Midiática pela UFSM. Não esconde sua paixão por reality shows, sendo fã especialmente de The Voice, Survivor e The Amazing Race. Suas séries preferidas são Friday Night Lights e The O.C, mas também nutre um profundo amor por Friends e Sex and the city. Atualmente assiste Orphan Black, Orange is The New Black, Broadchurch, Faking It, Girls e Nashville... Suas paixões mais recentes são The Affair, How to Get Away With Murder e Scandal (cujas 4 temporadas completas assistiu em apenas 20 dias).

Website: http://www.assmanncomunicaçãoestrategica.wordpress.com

1 Comment

  1. biancavani

    De fato, ótima série. Mas me preocupa o seguinte: a questão de irmão (americano, lógico) contra irmão é um tabu para eles. Neste epi, no momento mais dramático, ficamos sabendo que o grupo era de russos (então tudo bem atirar), entretanto, dá para sentir que eles vão evitar o máximo o enfrentamento de americanos bonzinhos com americanos bonzinhos(não aqueles que mandaram detonar o Paquistão, lógico)), então isso tornará o desenvolvimento muito inverossímil. Certamente, em algum momento isso vai acontecer, e sabemos que será algo meigo, com os irmãos de lágrimas nos olhos abaixando as armas, etc.
    Eu sei que é impossível, mas seria muito legal se eles levassem a história às últimas consequências, radicalizar mesmo.

    => não vejo a hora de o Master Chief Petty Officer Joseph Prosser ficar estirado em uma cova bem funda. Ódio!

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