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Spoilers

Lá Fora: Spartacus, Caprica, Desperate Housewives, Brothers and Sisters e mais

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Spartacus: Blood and Sand - Delicate Things

Fevereiro é tradicionalmente mês dos february sweeps, com episódios especiais feitos especialmente para ganhar audiência e conquistar os anunciantes. Mas, uma vez a cada quatro anos a tradição se rompe para dar lugar as Olimpíadas de Inverno, evento campeão de audiência da TV americana. Na semana passada, a última dos jogos olímpicos de Vancouver, o que menos se viu foram séries, com o horário nobre tomado por esportes estranhos como curling, luge e provas de patinação.

Ma a coluna Lá Fora não pode parar e separamos para vocês resenhas de nove seriados que foram ao ar nos EUA na última semana: Spartacus, Caprica, One Tree Hill, Damages, Brothers and Sisters, Desperate Housewives, How to Make it in America, White Collar e Psych. Confira e deixe seu comentário.

Spartacus: Blood and Sand: Delicate Things (1×06)
Data de Exibição: 26/2/2010
MVP: não houve

Não há nada melhor do que ser vitorioso na arena. É com esta frase que Spartacus começa Delicate Things, sexto episódio da série. A vitória contra o invencível Theocoles rendeu à Spartacus a glória de ser anunciado como ‘titã’ e ‘lenda viva’ por Batiatus, na sacada, em frente a todos os gladiadores. Ela também deu ao nosso herói épico a promessa de reencontro com Sura, sua esposa e grande amor. Não demora muito para que ele perceba que as coisas não sairão exatamente assim e comece a planejar sua fuga.

Do outro lado da história, a morte de Ovidius volta à tona, enquanto Magistrado Calavius recebe um bilhete no qual está escrito que o filho de Ovidius não foi morto, conforme se esperava. Batiatus e Lucretia, extremamente irritados com a situação, partem para descobrir qual dos escravos teria dado tal informação.

Spartacus, a série, é realmente para quem gosta do assunto, para quem se interessa pelo universo trabalhado por este produto. Porque, definitivamente, não serão as atuações, na maior parte delas medianas, e muito menos os efeitos gráficos, que, para quem ainda não conhece, lembram de longe alguma coisa de 300. Mas bem de longe. Aqui, eles são usados aos montes, desesperadamente e, às vezes, sem muito critério, como nas imaginações de Spartacus sobre como ele conseguiria escapar do poder de Batiatus e ficar finalmente com Sura. No mais, como em todo episódio até agora, tudo se resume a muito sangue, sangue e sangue. (Rafael Maia)

Caprica: There Is Another Sky (1×05)
Data de Exibição: 26/2/2010
MVP: Esai Morales e Alessandra Torresani

É… Não dá pra ser sempre perfeito. Apesar da excelência de sempre em sua execução, a produção da série não conseguiu me convencer com a premissa de There Is Another Sky.

Foi interessante observar Daniel Graystone defendendo sua permanência na empresa. O discurso foi um pouco agressivo, só que duas coisas fizeram valer nessa trama: o apoio edificante de sua esposa e a presença de sua filha. Amanda Graystone já vinha me saindo uma ótima personagem, mas só hoje que Zoe me surpreendeu como o avatar preso num Cylon. Foram pouquíssimos segundos, mas Torresani se encontrava mais do que confortável no papel.

Outro ponto interessante do episódio foram os Adama e seus conflitos taurons, que finalmente decidiram “deixar ir” Tamara e Shannon, mãe e filha mortas no atentado do metrô. E viva as composições de Bear McCreary!

Só que esses dois núcleos foram extremamente curtos e ficaram de plano de fundo para as partipações de Tamara, presa em GTA Caprica City, e tão poderosa quanto Neo, o escolhido de Matrix. O videogame foi levado um pouco longe demais dessa vez, e entendo que isso deixará importantes ramificações futuras (o gancho foi perfeito), mas esse foi um episódio de Caprica que pouco apreciei… (Thiago Sampaio)

One Tree Hill - The Last Day of Our Acquaintance

One Tree Hill: The Last Day of Our Acquaintance (7×18)
Data de Exibição: 22/2/2010
MVP: n/a

Confesso que não ando muito animada pra escrever sobre a série já que o texto não foge muito de: “essa temporada está muito ruim” e “por favor, mais uma temporada não, de jeito nenhum!”. Mas depois de assistir esse episódio eu queria dizer algumas coisas, embora no final, a conclusão seja a mesma.

Primeiro: Haley encontrando a mãe desmaiada na cozinha não foi tão emocionante quanto foi Peyton encontrar a sua mãe biológica morta no chão de casa. Culpa do roteiro raso, mas principalmente de Bethany que não estava nos seus melhores dias.

Segundo: O “romance” entre Mouth e Lauren não é a mesma coisa que Peyton e Lucas no início? Nós sabemos bem como termina, Skills vai descobrir e o triângulo Brooke-Lucas-Peyton vai se repetir. Se bem que depois virou um quarteto, né? Então se Millicent descobrir…

Terceiro: Se não fosse tão hilário Victória toda zen, amiga de Brooke e interessada em um homem mais novo eu acharia tudo um absurdo. A idéia não é brilhante, mas Daphne Zuniga consegue se destacar apesar de tudo.

Por último, será que estamos diante de mais um psicopata em One Tree Hill? (Lara Lima)

Damages - It's Not My Birthday

Damages: It’s Not My Birthday (3×05)
Data de Exibição: 22/2/2010
MVP: Glenn Close

Entre a metade da segunda temporada e o começo dessa terceira, eu fiquei realmente preocupada com Damages. Preocupada que a série brilhante que me deixava boquiaberta estivesse mostrando sinais de esgotamento, e talvez fosse terminar assim. Fico feliz que esteja enganada, pois desde a season premiere a série recuperou o fôlego e esse episódio e o anterior me fizeram lembrar da primeira temporada.

Para mim, Damages sempre é mais interessante quando Patty Hewes é o centro absoluto do episódio. Nós sempre esperamos que a advogada tire alguma carta genial da manga, mas é como pessoa que a personagem de Glenn Close realmente me fascina. Talvez por, como mostrado nesse episódio, ela ser um tanto quanto louca. Os sonhos dela foram ótimos, e eu até agora não conseguir decifrar o que aquele primeiro significa.

A trama dos Tobin continua a avançar e, honestamente, não sei o que achar da lógica simples que ela está seguindo. Se por um lado é bom, porque se torna crível, por outro é bastante previsível. Eu já imaginava que o Tobin pai estava escondendo um filho bastardo em algum lugar. Agora só resta saber o que vai ser dessa menina agora que a mãe foi assassinada e todo mundo que pode protegê-la tem segundas intenções. (Thais Afonso)

Brothers and Sisters: A Valued Family (4×15)
Data de Exibição: 21/2/2010
MVP: Sally Fields e Patricia Wettig

Brothers and Sisters entrou de vez em meu coração, percebo isso depois de ver diversos comentários reclamando que a qualidade dos roteiros da série vêem caindo, mas eu não consigo perceber isso e sigo adorando cada momento que se passa para a família Walker.

O Dia dos Namorados não foi bom para muitos ali, e o primeiro dia ruim foi para o relacionamento de Justin e Rebecca, já que a garota teve um aborto espontâneo. Não que eu tivesse gostado muito disso, mas como não havia gostado da gravidez dela, isso não me comoveu, pois será bom para movimentar a vida dos dois. Quem não sentiu um pouco de tristeza nela ao ver Evan e Kitty?

Kitty como sempre estava ótima e a entrada de Buffy para agilizar a campanha está sendo muito bem-vinda, já que a mulher não mede esforço para conseguir seu objetivo. O retorno de Alec foi bem sem graça, mas teve bons momentos dele com Robert. O sex-versary do casal foi diferente, e eles sendo pegos beijando pelos repórteres foi previsível, já que não era a intenção de Buffy fazer ligações entre o senador Robert e a candidata Kitty.

O drama de Sarah teve mais uma reviravolta, pois logo quando ela estava se acostumando a Roy, ele lhe dá um pé na bunda por não senti-la tão dentro do relacionamento deles. Ao menos foi isso que entendi. Só que isso foi bom, pois teve a volta de Luc. Já havia gostado do casal por ele ser o oposto dela, ser mais atirado e agir por impulso. A cena deles conversando e do nada se entregando a um beijo caliente foi ótima.

Agora o roubo de cena ficou para Nora e Holly. A conversa das duas no hospital sobre serem uma única família foi fantástica. Sally Fields e Patricia Wettig são geniais. Qual será o segredo que envolve William e Denis? A cara de assustada de Nora ao saber que Holly iria vender a empresa para ele foi muito exagerada, agora é saber o que o passado reserva para nós. (Dan Artimos)

Versão editada de review publicada no weblog Episódios Comentados.

Desperate Housewives - Lovely

Desperate Housewives: Lovely (6×15)
Data de Exibição: 21/2/2010
MVP: Julia Benz

Abram as portas, a stripper chegou! É no meio da festa de boas-vindas de Katherine. Ela impressiona os homens e causa ciúmes nas mulheres. Ela para crianças, velhinhos e quateirões inteiros. Ela é Robin Gallagher, interpretada pela lindísima e competente atriz Julia Benz, a nova amiga de Susan trazida para Wisteria Lane. Assim começa Lovely, o melhor episódio de Desperate Housewives em anos.

A mulher chega arrebentando mesmo. Para suprir o que parece ser uma crise de histórias para serem contadas, o episódio investiu na criatividade da edição e da montagem. O resultado foi um material composto por seis mini-histórias, muito bem feitas e costuradas de maneira bastante inteligente.

Em “Lynette and The Stripper”, Robin serve como ferramenta para os pais Scavo entenderem o que e passa na cabeça do filho adolescente Parker. Em “Bree and The Stripper”, a nossa dona de casa mais certinha usa dos conselhos da moça ‘vivida’ para se aproximar mais de Orson. Em “Gabrielle and the Stripper”, Solis finalmente usa de Robin para tentar separar a sobrinha de Carlos do italianinho Danny Bolen. Na quarta parte, com Susan, tudo fica interessante quando ela, com ciúmes de Mike, percebe que está abrigando de fato uma stripper.

Mas é em “Katherine and the Stripper” que as coisas esquentam, literalmente. Uma gostosa surpresa envolvendo Robin e Katherine proporciona um ar refrescante à série que há muito não se via. Por fim, vemos “Robin”, que aprendeu a confiar nos vizinhos de Wisteria Lane, que, por sua vez, passam a enxergar a mulher com olhos de admiração. E nós, espectadores, tivemos nosso coração roubado por essa atriz sensacional e por essa personagem que deveria permanecer na série por mais tempo. (Rafael Maia)

How to Make it in America: Crisp (1×02)
Data de Exibição: 21/2/2010
MVP: nenhum

O segundo episódio conseguiu, em poucos minutos, dar um pouco de rumo para a história. Explico: no episódio piloto tudo ainda estava um pouco distorcido em como a série ofereceria o plot “moda na visão masculina” e aqui, de certo modo, eles conseguiram. Pena que foi nos minutos finais de algo extremamente tedioso.

Eu realmente não consigo ver nada demais na história do primo que saiu da prisão e que comanda um novo esquema de energéticos.

E não me importo com a relação do protagonista com sua ex-namorada, então como isso tomou a maior parte do episódio, tudo se torna maçante.

Os roteiristas precisam achar um modo de desenvolver a vida pessoal dos personagens sem partir para os batidos clichês de “seguir em frente” e perdedores com um sonho, porém com o mundo contra.

De qualquer forma, a direção de Julian Farino fez diferença e foi o destaque no episódio. (Lucas Bonini)

White Collar - Bottlenecked

White Collar: Bottlenecked (1×12)
Exibição: 23/2/2010
MVP: n/a

Mathew Keller foi adversário de Caffrey, algo parecido com quem é o melhor nessa arte de falsificação, além é claro, de uma disputa por Katie.

O caso da semana foi bastante interessante. Marie Antoinette deu a Franklin uma garrafa de vinho e ela estava em leilão; o FBI achando que era uma falsificação usaria isso para prender Keller. No entanto, é a garrafa verdadeira e Neal foi usado pra aumentar o valor dela ajudando Keller a conseguir o dinheiro que precisava para pagar algumas dívidas.

Até aí genial. Agora, Neal forçar a compra por 1 milhão de dólares e oferecer a Keller a oportunidade de confessar seus crimes foi um balde de água fria em um episódio que tinha tudo pra ser perfeito.

Até aqui a série está impecável, mas ainda acho ruim o protagonista ser tão puritano e bom moço e não sabermos nada, absolutamente nada, da vida dele com Katie. (Lara Lima)

Psych: Think Tank (4×14)
Data de Exibição: 24/2/2010
MVP: n/a

Um dos melhores flashbacks de Shawn. Um dos melhores cenas excluídas Psych – veja o vídeo abaixo e comprove. Entre os dois temos mais um bom episódio – apesar de eu e mais da metade dos fãs da série ficarem esperando pelo passo seguinte de Shawn após ele ter percebido no episódio passado que pode ficar sem Juliet qualquer dia desses e esse passo seguinte não ter vindo.

Confesso que, após o flashback, eu fiquei meio entediada no comecinho do episódio, não entendia direito aquela coisa de colocar Shawn em uma sala de reuniões discutindo táticas de crime com um grupo de experts. Aí vem a reviravolta, Shawn fazendo seguranças super treinados derrubarem celulares, empregados de hotel e mães com seus bêbes e você solta aquele meio sorriso típico do momento “eu sabia que tinha alguma outra coisa aí”.

Acho que o ponto fraco foi o time de “participações especiais”: mesmo Bruce Davison e Miguel ferrer não funcionaram. Faltou química.

O ponto forte: será que Karen começa a desconfiar da Shawn? Isso explicaria o convite para que o pai dele retorne à força. (Simone Miletic)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

15 Comments

  1. Mica

    Caprica:
    Ao contrário de você, Thiago, esse foi o episódio que eu mais gostei da série (e eu gostei muito de todos os outros). A parte da Tamara foi muito boa, mostrando a realidade virtual, o conflito da garota e a forma como se conectou com o menino lá. Foi muito legal como fizeram-na compreender que estava morta no mundo real e que era apenas um avatar (e eu quero muito saber onde isso vai levar a evolução dos cylons).
    A história dos Graystone como sempre foi primorosa, embora eu não compreenda como o Daniel conseguiu engambelar toda a diretoria com a historinha do robô.
    Já os Adama…eu não suporto o Willie. Simplesmente não consigo ver o Adamão nesse garotinho sem graça. Não entendo suas motivações. Enquanto o pai sofre pela morte da filha e da esposa eu não consigo saber se ele sofre a perda das duas, sofre pelo desligamento do pai (totalmente compreensível, já que faz apenas um mês que elas se foram) ou é só um pateta que tenta se rebelar mas nem isso consegue fazer direito. Simplesmente não fica claro o que o motiva!
    Quero ver como ficarão as coisas agora que o guri foi procurar o Yoseff bem na hora que ele estava finalmente conseguindo superar a morte da filha.

  2. Diego

    Acho que no caso critica fã e Critica como apreciador no caso de Caprica tomam caminhos opostos,a maior parte dos fãs disseram que os episódios anteriores eram chatos,sem ritmo muito novelizados enquanto esse quase chegava a perfeição…pois bem.

    Damages foi muito bom,não consigo imaginar ficar sem assistir uma semana sequer,espero que tenha uma quarta temporada.

  3. Claudemir

    Estou acompanhando, extasiado, “DAMAGES”, que beira a perfeição. Sensacional o episódio de “DESPERATE HOUSEWIVES”; realmente o personagem de Julia Benz é um achado, e deveria continuar. Gostei dos dois primeiros episódios de “HOW TO MAKE IT IN AMERICA” (nada espetaculares, mas, assim, assim…) e vou continuar assistindo, pois parece que serão poucos (apenas oito!!!) nesta temporada. Realmente, o final do episódio de “WHITE COLLAR” foi uma decepção, e jogou tudo de bom que tinha vindo antes no lixo. Uma pena, pois é uma série interessante.

  4. Thais Afonso

    Sobre Caprica,

    Que bom ver que tem alguém que concorda comigo, Thiago. Sim, eu achei esse quinto episódio muito bom. E na verdade até gostei da Tamara, enquanto a parte de Willie e Joseph que não me prendeu. Mas não acho que esse episódio se compare aos anteriores. As pessoas podem ter achado que foram lentos e estarem com saudades da ação de BSG, os dos cylons, mas eu prefiro justamente aquele ritmo e aquele tom mais político e centrado nas discussões. Me lembra as séries do Sorkin, só que sem aquela velocidade toda dos diálogos de uma Studio 60 ou West Wing.

  5. Thiago Sampaio

    Damages
    Nada vai ser tão bom quanto a primeira temporada mesmo, mas a série ainda tem seus momentos. E, verdade, esse terceiro ano está recuperando. Daniella Marchetti no final do episódio? Achei que o advogado do… SZ fosse matá-la (tava até de luva), mas foi a filha de Tobin quem mandou ver… E meu queixo caído, quem segura? Quanto aos sonhos de Patty… ê viagem!

    Caprica
    Esse é o ponto, Thais: já me acostumei com o ritmo “cadenciado”, conduzido por diálogos do seriado – como em Sorkin. Caprica não tem como possuir o ritmo alucinante de ação de BSG pq… bem, a premissa das duas é diferente.

    Quanto a esse episópdio, vai ver tive o mesmo problema acontecido com Virtuallity, piloto fracassado do RD Moore: realidade virtual não me desce. Tento seguir as tramas virtuais numa boa, mas as vezes há limite e foi com esse em que cheguei nele. Eu só tava pensando em GTA nas cenas de New Caprica e como fica difícil se envolver na trama de um videogame…

    Bem, já disse que plantando um bom gancho, essa história pode ter próximas ótimas ramificações, mas dessa vez não curti muito.

    Quanto ao pequeno Adama, gente, é só uma criança de 12 anos. Que está no meio de uma cultura diferente à sua e que acabou de perder a mãe e a irmã. Eu dou um desconto =P

  6. Thais Afonso

    Thiago,

    O que acho engraçado em relação a você é que você é super fã de BSG, e a maioria dos fãs ficou tão louca com esse episódio justamente porque quase tudo é tão cadenciado com a trama de BSG, especialmente a parte da Tamara.

    Eu achei ótimo, mas a partir do momento em que descobrimos que a Tamara pode se curar, acaba a tensão do episódio inteira e fica só as entrelinhas, só o conhecimento de que aquilo pode ser parte do fim da humanidade, etc.

    Eu, que queria tanto correr e ver BSG logo que Caprica estreou, estou ficando resistente, porque vejo como raramente tantos espectadores como críticos conseguem separar as séries e ver Caprica como uma série própria. Você é uma das poucas exceções. As pessoas parecem estar vendo uma temporada de BSG o tempo todo, e a série acaba ficando nessa sombra, nessa cobrança de expandir a mitologia de BSG, de ser relevante em relação a BSG e aí parece que as coisas que não afetarão o futuro são um pouco deixadas de lado. Mas eu continuo achando o melhor da série, ver aquelas pessoas conversando de maneira brilhante. Entre o Sorkin e In Treatment, eu sou mesmo louca por séries assim.

  7. Mica

    @Thais Não fique resistente com BSG por causa da opinião das pessoas que assistem Caprica (minha, inclusive). As duas são bem diferentes, tem ritmos diferentes, estruturas diferentes, mas são igualmente interessantes. É claro que é inevitável esperar que Caprica desenvolva a história até chegar ao ponto dos cylons se revoltarem (e espera-se que a personalidade dos personagens que irão aparecer em BSG seja no mínimo condizente…mas é isso que é legal, saber o que os fará ser como serão, principalmente diante das pessoas obviamente diferentes que eles são hoje em dia). Mas Caprica é muito mais do que ‘mostrar como a guerra acontecerá’. Caprica é a história de duas famílias e um grupo extremista. É a evolução da inteligência artificial e seu lugar ao mundo.
    As cenas de ação são deliciosas (e eu sou apaixonada por ver jogos de computador, embora odeie jogar), mas o desenvolvimento dos personagens é ainda melhor. Aliás, foi por isso que gostei tanto da parte da Tamara, porque até agora a garota era apenas uma lembrança de dor na mente do Yoseff e agora ela é um ser real. É virtual, verdade seja dita, mas pela primeira vez estamos diante da possibilidade de ver sua personalidade, suas atitudes, seu crescimento e principalmente ver sua história tendo importância e sendo desenvolvida. Quero dizer, o avatar não é mais apenas Zoe Graystone, mas também Tamara Adama, e cada uma tem uma importância gigantesca no desenrolar dessa história.

  8. Rodrigo

    Até que enfim alguém falou que “Brothers and Sisters” continua uma delícia. Não digo que a série é uma perfeição pq está longe de ser, mas passar 40 minutos com a família Walker é um banho de relaxamento. Não consigo ver as falhas que todo mundo ve. O que me preocupa é essa audiência caindo mais e mais. Mas acho que foi por causa da Olímpiadas (espero…)

  9. rosana

    hahaha…obrigada Simone. Esse video do Lassiter salvou uma manhã muito chata.

  10. Thiago Sampaio

    Pois é, Mica. Eu não entendi direito o que Thais quis dizer no comentário 6, mas… já estou separando as duas séries e acabei preferindo o ritmo dito como ‘cadenciado’ de Caprica. Não fui muito de cabeça na história de Tamara, mas nos núcleos familiares, gostei e muito do que vi.

    Quanto a BSG, a série é obrigatória! Assista pra ontem

  11. Patricia E.

    Também estou tentando ver Caprica como uma série independente de BSG, mas a trama ainda não me fisgou totalmente. Esse lance todo de realidade virtual pode render algo interessante, mas espero que continuem a explorar mais a fundo a cultura das demais colônias.

    Spartacus virou meu novo guilty-pleasure. É trash, mas não consigo parar de assistir. Aquelas cenas à “300 on steroids” me lembraram aqueles desenhos “desanimados” da Marvel. Ri demais. E estou adorando odiar os personagens de John Hannah e Lucy Lawless.

    E, Mica, Spooks terá pelo menos mais uma temporada:

    http://www.digitalspy.co.uk/tv/news/a197791/bbc-denies-spooks-dead-axe.html

  12. Mica

    Paty, eu juro que não entendo minha relação com Spartacus. Não acho ninguém ali realmente interessante (embora goste de todo mundo), as cenas me incomodam, o abuso do sangue me dá náuseas e a história do Spartacus com a mulher dele é tão patética que dá raiva. Mesmo assim eu espero ansiosa pelos episódios, simplesmente não consigo deixar de assistir.

    Caprica me fisgou desde o piloto. Obsessão pura.

    E estou super feliz que Spooks continue viva ^_^. Só que vai ser difícil não fazerem mais do mesmo nesta altura do campeonato, já que há um certo limite de novidades para um grupo como o MI5.

  13. Thais Afonso

    Oi Thiago,

    Eu explico, rs. É que muitas reviews que eu leio (americanas principalmente) parecem ver BSG e Caprica como uma coisa só. E eu já vi um pouco de BSG, parece ser excelente e eu pretendo ver, mas tenho medo de começar a tratar Caprica como extensão de BSG também. Mas como eu disse, tem gente, como você e Mica, que separam muito bem as coisas, e pode ser que eu fique louca por BSG e mesmo assim consiga tratar as duas como coisas diferentes.

  14. William Mendes

    Spartacus:Explicar-lhe.É uma série que mostra a Roma Antiga,a maneira como eram tratada as coisas,e é uma série sobre um Gladiador.
    Então ele sempre luta,sua mente é forjada para luta,se fosse uma série em que fosse vista pelo angulo dos magistrados,aí sim teriamos uma série com menos sangue.
    A Série é otima,é pra quem gosta de sangue,como diria meu pai:”É coisa para homem”.

  15. antonium

    spatacus tem seu pros e contras:é centrado na ação a lá 300 e ao mesmo tempo procura desenvolver a historia que sabemos a respeito do spartacus com suas variantes e personagens secundários,ou seja ele não é tratado de politica ou historia fidedigna da época mas esse episodio mostrou um pouco o quanto o spartacus está rodeado de traições por todo o lado inclusive a vontade dele de “trair” o ludus, apesar dele ser o heroi meu idealizado não pude deixar de ver esse “erro de caráter” para um gladiador de pensar em ser mais do que um escravo obediente e mais como um ser humano.é claro que é só para entreter mesmo com uma violência que se parece muito com hoje em dia…

    “por tutatis! esses romanos são tudo uns loucos”…:)

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