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Spoilers

Lá Fora: polêmica em Gossip Girl, House, Dexter, Glee e mais

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House - Known Unknowns

A coluna Lá Fora está de volta nesta sexta-feira, um pouquinho menor (estamos preparando a cobertura do crossover de CSIs e outros textos), mas ainda assim com bons assuntos para discussão.

Aqui você vai encontrar reviews de Glee, How I Met Your Mother, Spooks, Dexter, V e House, que veio com um episódio que dividiu opiniões.

Mas claro, não se fala em outra coisa: o sexo a três em Gossip Girl. Quer saber quem estava no meio? Ou quer comentar o que achou? Clique no link abaixo e bom ménage, digo, boa viagem!

House: Known Unknowns (6×07)
Data de Exibição: 9/11/2009
MVP: Robert Sean Leonard e Hugh Laurie

Episódio estranho este. O caso da semana, a cena bizarra de House olhando a bunda e os peitos de Cuddy, a conferência e a volta de Lucas não encaixou e ficou desconexo. Muito estranho! Eu mesma não sei dizer se gostei ou detestei porque foi uma mistura de tudo que gosto e odeio. Por exemplo:

O trio está de volta, thank God, mas a paciente e o caso foi tão desinteressante que nem mesmo a presença dos pupilos serviu pra melhorar as coisas. Os diálogos estavam muito bons, especialmente entre Wilson e House, mas vocês tiveram a impressão de que eles estavam fora de um contexto ou até mesmo pareciam opostos ao clima do episódio? Outra coisa, ficou meio deslocada aquela festa estilo anos 80. Eu faço parte do clube que não gosta de Cuddy e House juntos, mas mesmo quem gosta vai concordar comigo que aquilo, a dança e ele se declarando pra ela não tem a cara de House (a série).

E depois de tudo isso ainda teve a volta de Lucas. Foi muita coisa pra um episódio, e o roteiro não soube amarrar as tramas. Não digo que foi ruim, mas que foi estranho, isso foi. Enfim Cameron descobre sobre Dibala e já estou sofrendo antecipadamente (sim, eu tenho esse problema) por conta da mudança que isso provocará na série. (Lara Lima)

Gossip Girl - They Shoot Humphreys, Don't They?

Gossip Girl: They Shoot Humphreys, Don’t They? (3×09)
Exibição: 9/11/2009
MVP: não houve!

They Shoot Humphreys, Don’t They? é, por assim dizer, um episódio confuso. Era para ser dedicado a definitiva subida de Jenny ao Upper East Side, mas não foi. Era para dar sentido à existência da Serena na série, mas não deu. Era para Blair deixar o high school para trás, com a ajuda de Chuck, mas não deixou. Ao contrário, foi o episódio do threesome de Olivia, Vanessa e Dan. Quer dizer, foi?

A cena é sustentada mais pelo burburinho que causou junto ao Parents Television Council, que tentou impedir o episódio de ir ao ar, do que por ela mesma. Teriam os executivos do canal amarelado e mostrado ‘menos’ do que o planejado? O que se viu não justifica o movimento desproporcionado.

Adoro Gossip, mas sejamos honestos: estamos no nono episódio e qual é a história dessa temporada? A série, hoje, fixa-se mais na imagem cool que atores como Leighton Meester (Blair) possuem do que numa história interessante e, principalmente, relevante.

E, por fim, temos uma Serena cambaleante, que fica pulando de núcleo em núcleo até tentar se encaixar em algum. E qual é a surpresa quando se percebe que ela não tem lugar na série mais. Acho que os roteiristas estão com um problemão nas mãos, loiro, lindo de 1,8m de altura. Só espero que a solução não seja semelhante a que aconteceu em The O.C., quando a ‘protagonista’ morreu antes de a série chegar ao fim. (Rafael Maia)

Glee - Wheels

Glee: Wheels (1×09)
Exibição: 11/11/2009
MVP: Chris Colfer, Jane Lynch e Mark Salling

Alguém me diz, por favor, por que o Finn é o solista masculino principal? (não que ele tenha ‘solado’ qualquer coisa nesse episódio). Quando vimos Puck cantando ele deu um show. Hoje, ao ouvirmos Artie pudemos perceber que o garoto também não faz feio. Mas Kurt….não há comentários. O garoto tem a voz mais linda que eu já vi. Além de seu personagem ser um amor (e o meu preferido) ele canta como ninguém. O duelo entre Kurt e Rachel pelo solo de “Defying Gravity” foi extraordinário. Doeu meu coração vê-lo desafinar no final (propositalmente). Aliás, sou obrigada a dar meus parabéns para esses atores/cantores que desafinam de propósito. Para quem sabe cantar, desafinar deve ser quase tão difícil quanto o é alcançar a nota para os que não sabem cantar.

Mas nem só de Kurt se fez o episódio. Puck tem se demonstrado um sujeito muito melhor do que parecia. E seus sentimentos por Quinn são verdadeiros e, cá entre nós, ele merece muito mais essa paternidade do que Finn. Embora eu sinta pena de Finn por se ver obrigado a arcar com consequências de atos que não cometeu.

Entretanto, a surpresa do episódio foi com certeza Sue. Se bem que eu desconfiei no momento em que ela aceitou a garota com deficiência entrar nas Cheerios. Mas não posso negar que me emocionei ao vê-la no final contando a história para a irmã. (Mica)

How I Met Your Mother: The Rough Patch (5×07)
Exibição: 9/11/2009
MVP: Alyson Hannigan, Neil Patrick Harris e Cobie Smulders

No último final semana uma amiga comentou que acreditava que dariam um ‘fim’ ao casal Robin e Barney. E o ‘fim’ chegou. Sei que para muitos, e uma parte minha se enquadra nesses ‘muitos’, não passava pela cabeça ver o recém-casal separado. Agora se analisarmos bem, até que foi uma decisão acertada.

Primeiramente, a série é sobre como Ted conheceu a mãe de seus filhos e cada vez mais a série foi se afastando do foco principal. Robin e Barney, já roubam a cena e como casal ficava um tanto impossível não querer acompanhar o relacionamento desses dois. E isso poderia estragar os personagens mais a frente. A vida de solteiro de ambos é parte essencial do quanto eles são divertidos. E, na minha opinião, foi exatamente isso que os roteiristas quiseram passar com o episódio e que eles são melhor em separado, pelo menos por enquanto. Porque eu tenho quase certeza que quando conhecermos a mãe dos filhos do Ted saberemos que Robin e Barney estarão casados mesmo que eles não saibam disso (risos).

Barney resolver entregar a Ted sua coleção de vídeos pornôs e, Ted, após assistir a um vídeo que o amigo gravou pra ele, em uma das fitas percebe que talvez Barney e Robin estejam infelizes juntos. Ele resolve mostrar o vídeo a Lily e Marshall que a princípio não concordam mas com o passar do episódio resolvem ajudar Ted a separar o casal.

Uma das coisas mais engraçadas foi a Lily querendo ver o Barney em sua sex tape. E todo o plano que ela cria para separar o casal após a tentativa frustrada de Ted e Marshall. No final das contas, Barney e Robin percebem por eles mesmos que o relacionamento não está dando certo e resolvem terminar. A pergunta que fica: será que Barney irá encontrar o vídeo do programa que a Robin apresentava com o Alan Thicke no Canadá? (Tati Leite)

Spooks - Episódio 8x02

Spooks (Dupla Identidade): Episódio 2 (8×02)
Exibição: 6/11/2009
MVP: Peter Firth e Miranda Raison

Uma explosão em uma importante usina de processamento de gás natural coloca a infraestrutura de energia do país em xeque. Um ataque terrorista é logo descartado, mas entra em cena o jogo político, já que o acidente força o governo britânico a negociar o fornecimento de gás natural com o governo do fictício Tazbequistão.

Paralelamente às negociações, ativistas da oposição protestam contra a visita do Primeiro Ministro tazbeque a Londres. Entre eles, a única filha sobrevivente de um desafeto do governo, que é logo colocada sob vigilância do MI5, que teme por sua vida. Jo se identifica com a jovem, mas isso a coloca em uma situação delicada mais adiante. Lucas busca informações com a representante da CIA Sarah Caulfied – e logo se percebe uma tentativa (ruim) de estabelecer a mesma dinâmica Tom Quinn/Christine Dale. Caulfied lhe diz que seus superiores não estão nada contentes com essa aproximação entre o Reino Unido e o Tazbequistão. Enquanto isso Tariq, o novo “geek” de plantão, começa a trabalhar no Grid e seu visual despojado logo chama a atenção (de forma negativa) dos demais. As negociações, porém, dão errado depois que o envolvimento do MI5 na morte de um membro do alto escalão do governo tazbeque é descoberta. Sem muita escolha, Harry pede a Lucas que interceda junto à CIA para que eles consigam negociar o fornecimento de gás com Moscou, algo que eles queriam evitar desde o início.

Harry tenta convencer Ruth a retornar a Thames House e pede ajuda a Jo. Embora relutante, Ruth se vê sem muita escolha, já que oficialmente está morta e não tem mais para onde ir. No final ela acaba concordando e Harry pede um favor ao Secretário da Casa Civil. Ruth está de volta! (Patricia Emy)

Dexter: Slack Tide (4×07)
Exibição: 8/11/2009
MVP: Adivinha… Michael C. Hall e John Lithgow

Lado Negativo. 1- Tudo bem, Dexter é um dos personagens mais bem escritos da TV desta década, fato. Porém todo esforço para escrever sobre este personagem parece tirar o foco dos coadjuvantes e dos plots em si. Dexter matando um “inocente” por não ter seguido o código de Harry Again?

Lado Positivo. 1- Tudo bem, Dexter é um dos personagens mais bem escritos da TV desta década, fato. Porém me assusta que eles ainda conseguem nos entregar nuances do personagem até então despercebida por… mim. E Dessa vez tivemos em dose dupla, Trinity Killer ao matar o Bambi teve a mesma reação que Dexter ao descobrir que matou a pessoa errada. O código que eles seguem é tão rigoroso que se as vitimas deles não seguirem o padrão que eles determinaram, talvez apenas isto os façam perder o controle.

Lado Negativo. 2- Toda temporada começa sendo desenvolvida de forma cadenciada e intrigante, mas em TODAS as temporadas tem esse pastel de vento no meio. São poucos episódios, por que sempre esse vazio no meio delas, faltam idéias?

Lado Positivo 2. – Toda temporada começa sendo desenvolvida de forma cadenciada e intrigante, e em TODAS as temporadas sempre há a calmaria antes da tempestade. E dessa vez, tanto a morte do Bambi, como o equivoco cometido por Dexter fará com que os dois encarem a si mesmos, e ainda aposto que este acontecimento por si só fará com que Dexter fique encurralado e ou tenha que escolher entre o homem de família ou o the Dark Passenger. Quantas dúvidas para um só episódio. (Paulo Fiaes)

V - There Is No Normal Anymore

V: There Is No Normal Anymore (1×02)
Data de Exibição: 10/11/2009
MVP: Elizabeth Mitchell e Morena Baccarin

Vou ter que me dividir em três pra poder falar apropriadamente de V:

O Crítico: V não conseguirá manter o hype do piloto. Basta ver a audiência dessa semana e notar as milhões de pessoas que resolveram largar a série. Infelizmente, o público da TV aberta ainda não está pronto para a imersão em temas de ficção científica. Talvez V se garantisse mais na TV paga… E depois dos vários momentos sci fi, a série deve ter provocado caretas em muita gente e afastado mais telespectadores não-acostumados com lançadores de dardos voadores ou peças de roupas virtuais…

O Pretensioso: a narrativa vai indo bem, mas possui falhas demais. Temos o ponto de vista do FBI, da religião e da imprensa (além da dos próprios alienígenas), mas está faltando o de um político importante e até mesmo o lado da ciência. Além do mais, a população terráquea continua tão vislumbrada com os Visitantes que, de maneira inocente, já estão abrindo as portas para laços diplomáticos entre alienígenas e governos? Sem nenhuma desconfiança? Não seria bom um personagem militar achar esses visitantes “legais demais”? Fora que há tantos, mas tantos furos no roteiro…

O Telespectador: There Is No Normal Anymore teve um ritmo inicial bem cadenciado, mas acabou sendo ótimo! Claro que há as incertezas desse formato na TV aberta, mas a idéia de não confiar em ninguém está começando a pegar (tem até Cylon entre prováveis répteis!) e tirando o ator que não convence como adolescente de 17 anos, todo o elenco é perfeito. Quero dizer, como não apreciar uma série que tem no elenco Elizabeth Mitchell (perfeita como protagonista), Morena Baccarin (uau… só “uau”) e até mesmo a Supergirl? (Thiago Sampaio)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

40 Comments

  1. anderson

    DEXTER, pra mim foi o episódio mais fraco dessa super temporada até aqui. Porém o episódio mais fraco de Dexter é melhor q muita coisa q tem por aí.
    Mas fala sério, Trinity construindo um caixão é de dar arrepios. John Lithgow tá destruindo!!

  2. Márcio

    Não tem previsão de passar a 3° temporada de Dexter no FX? Alguém sabe de algo?

  3. paullo kidmann

    foi bom msmo vc mencionar a audiência quando falava de V…mais iaê kd o post com as audiência da semana? hehehe
    sobre Gossip Girl, gostei do epi mais concordo com sua critica…mais até q achei o epi o melhor até agora! gosto da Jenny daquele geito bem bitch mais ai sempre a vestigios da Lttle J do Brooklyn convenhamos q ela não é pário p Blair, mais a Blair e o Erick fizeram aquilo com ela e ela simplismente vai deixar passar? ela é idiota d p ser quuen e é bom q o Erick derrube ela!

    Sobre V muito bom o epi e acredito q asérie só vai melhorar e espero q a audiência não despenque pois gosto da série e não quero ter q passar por mais um cancelamento, já basta TBL, Eastwick, Trauma e Dollhouse!
    xoxo

  4. Roseana

    GOSSIP GIRL!
    PENSEI QUE DEPOIS DA GRADE PROPAGANDA QUE FIZERAM DESSE EPISODIO O ROTEIRO DA SERIE IRIA MELHORAR…MAS QUE GRANDE DECEPÇÃO!! DECEPÇÃO MESMO!! EPISÓDIO RUIM COM O TRIO QUE SINCERAMENTE PENSEI QUE NÃO FOSSE ACONTECER!!! E O SEXO? FICOU NA IMAGINAÇÃO…

  5. Lara Lima

    Gossip Girl
    Eu amei o episódio. De longe foi o mais decente até aqui e sobre o ménage, eu já esperava que o máximo que eles fariam seria o beijo entre Olivia e Vanessa. Gostei de Jenny também, e um comentário bobo: o vestido que ela usou no baile de debutantes era simplesmente p-e-r-f-e-i-t-o! =)

    Glee
    Finn pode ter alguns defeitos mas ele funcionada como “protagonista”. Kurt é o tipo de personagem que só funciona como coadjuvante, a voz dele é linda, sem dúvida, mas ele é como a Mercedes: acrescenta à estória, mas não funcionaria se fosse o principal. Sobre o episódio, ele foi muito bom, muito mesmo, um dos melhores até aqui. Agora só uma pergunta: porque vender doces se eles podiam fazer um show pra arrecadar dinheiro?

  6. Mica

    Sim, Lara, eu entendo que o Kurt não funcionaria como protagonista (e tampouco a Mercedes ou algum dos outros), mas minha reclamação é de darem imediatamente os solos para Rachel e Finn quando todos tem uma voz bonita ali e as seleções deveriam sim acontecer mais vezes.
    Assim como entendo que o motivo de Kurt ter desafinado foi o pai, no fundo eu preferia que ele tivesse acertado, mostrado ao Sr. Shue que ele foi preconceituoso (como quase sempre o é, além de elitista) e então deixado o solo com a Rachel.
    E sabe que não tinha pensado nisso dos doces? Eu tinha achado ridículo todos sentados em um mesmo lugar vendendo (na minha adolescência, nós enchíamos uma forma e saíamos vendendo para as pessoas, oferecendo um a um), mas não tinha pensado no show…que faria muito mais sentido.
    Aliás, absurdo estarem chorando para conseguirem o ônibus e terem dinheiro para adquirir aquele sem número de cadeiras de rodas. Alguém aí sabe o quanto custa uma? Minha amiga precisa de uma e custa mais de R$ 2.000,00 as que fecham para colocar no porta malas do carro. Um ônibus é bem mais barato do que isso…

  7. Chelsea

    House: Sei lá, acabou o episódio eu gostei mas nao gostei, igual vc Lara. Amo ver o trio antigo, adorei o final, com o Chase contando pra Cameron, mas a paciente era tao tosca que eu nem me lembrava mais dela assim que acabou. Infelizmente, pelo próximo preview, a Thirteen vai aparecer de novo (argh).

    Glee: Cara, todo episódio focado em outras pessoas que nao sejam Finn, Rachel e até mesmo o Will, tem de tudo pra dar certo. É incrível, mas a forca da série está em seus coadjuvantes e nao nos protagonistas. E, quanto ao Puck, tenho que admitir, eu ri demais dele se fazendo de paralítico.
    Em relacao a Sue, perfeito, ela TEM que ter alguma coisa de bom (apesar de ela ser excelente quando é má), todos temos um lado bom e um ruim, e eu me emocionei com ela lendo pra irma.

  8. Fernando dos Santos

    Gossip Girl-Era muito previsível que eles não iriam mostrar muita coisa do tal menage a três em uma série de canal aberto.Só acreditou na propaganda quem quis acreditar.

    Spooks-mais uma vez agradeço por continuarem fazendo reviews da série.

    V-“Talvez V se garantisse mais na TV paga…”
    Concordo plenamente.Hoje está muito difícil pra uma série de sci fi se garantir se na TV aberta americana.Aliás não só sci fi mas também séries de fantasia e de horror quase só encontram espaço na televisão paga dos EUA.
    Eu não entendo o que aconteceu, pois não foi sempre assim.É só lembrar de sucessos do passado como Arquivo X,Buffy,Alias,Charmed,os spin-offs de Star Trek(com excessão de Enterprise que não durou muito) entre outras produções dos gêneros sci fi,horror e fantasia que conseguiram se manter no ar durante anos em redes abertas.
    Talvez a solução seja os produtores recorrerem ao velho formato syndication que anda meio fora de moda mas poderia ser uma alternativa nestes tempos atuais que andam complicados para esses gêneros.

  9. Fernando dos Santos

    Não sei como foi o desempenho de V na segunda semana dentro da amostragem 18-49, mas em números absolutos a queda até não me pareceu tão preocupante assim.A série conseguiu registrar 10 milhões de espectadores e pros dias de hoje isto já é muito.O problema vai ser maior se continuar caindo nas próximas semanas.Agora, o que realmente preocupa é o grande hiato em que a série vai entrar depois do episódio 4.

  10. Mica

    Eu não sei quanto à audiência de V, mas eu sei que quanto a qualidade o segundo episódio foi ainda melhor (principalmente o ritmo) que o primeiro.

  11. cat

    House: sei lá tbm me senti assim…pra mim o MELHOR foi a relação House e Wilson (foi tão bom vê ele demonstrar o qto o wilson vale pra ele…). E sabe, apesar de torcer pelo casal, qdo via cena da festa coloquei a mão na cabeça…NÃO (mto clicê pra House!!).
    E já tô imensamente receosa da semana q vem…a saída de um deles tá chegando e tem a volta “daquela lá”…minha irmã abandonou a série despois q soube desse retorno…eu tô quase desistindo tbm…E olha eu q ADORO House, mas persisti no erro não dá!. pronto falei.

  12. Nanda

    Até que enfim Robin e Barney se separaram. Nada contra o casal, até gosto, mas tava chaaato… Todo episódio eles eram o foco principal. E eu gosto mais deles separados, são mais interessantes.

  13. Nanda

    Alguém pode confirmar para mim, esse episódio de Dexter não se chama ‘Road Kill’? Será que baixei errado?

  14. Lara Lima

    Mica, mas vamos combinar que Kurt tava sofrendo pra alcançar aquela nota, né?!!. E poxa, a voz dele é bonita e tal, mas quais as chances de ganhar se ele cantasse o solo e quais as chaces se fosse Rachel? Não pela questão dele ser gay não,absolutamente, mas pela questão técnica mesmo, ela canta melhor Defying Gravity. Quanto aos solos, eu acho bom que fiquem sempre com Rachel e Finn porque quando acontece de ser outra pessoa o episódio cresce e agrada a gregos e troianos. Foi o que aconteceu com o moicano lá (eu não lembro os nomes, porque eles aparecem mas quase nunca falam os nomes e tipo, a maioria dos episódios é Finn, Quinn e Rachel, sorry), e agora com o…ah você sabe o nome, enfim..srsrsrs
    O problema do solo do Finn é que Rachel é tão afinada e sua performace no palco é tão boa que é impossível não reparar que ele deixa a desejar. Mas ele não é de todo ruim.
    E Mica, eu disse que Kurt e Mercedes não funcionam como protagonistas porque há aqueles que valorizam os coadjuvantes preferindo os episódios que são centrados neles, mas nem sempre eles seriam capazes de carregar o show. Exemplificando melhor, quando acontece de um deles ganhar spin-off por exemplo é que se percebe que não eles não eram isso tudo. Kate Wash que o diga. =)

  15. Rubens Fructuoso

    Glee: Foi o melhor episódio em muito tempo. A série realmente funciona melhor com os coadjuvantes.
    E a Sue rouba o seriado para si, sendo má ou boa. Fiquei surpreso com a aparição da irmã.

    V: O ritmo do 2º episódio foi melhor do que o do 1º. Torço para que dê certo.

  16. robfarah

    Episódio de Dexter fraco e “pastel de vento”?
    Acho que não entenderam direito.

    Excelente episódio mostrando cada vez mais nuaces dos personagens.

    E como assim, “Dexter matando um inocente again”? Quando ele matou um inocente? No caso da morte por engano na temporada passada, ele depois confirmou que a vítima merecia morrer.

    E a temporada de House está horrível.
    Prefiro os novos pupilos aos originais.

  17. Vic

    Eu acho a Rachel cantando meio “high school musical”.
    Adoro a voz dela, mas aquele jeito de conto de fadas dela me lembra a Disney.

  18. Silvia_05

    Concordo com “quase” tudo sobre Dexter.

    Acho que essa 2a.(?) morte equivocada não é falta de criativade dos roteiristas. Acho que é proposital. Dexter “não é perfeito”, desculpe a redundância.

    Ele está cometendo seus erros mais seguidamente. O próprio Harry enfatiza de que ele está correndo risco demais. Ele já tem certeza sobre o Trinity e ainda não o atacou. Nutre uma certa admiração pelo cara por conseguir levar sua vida dupla.

    Está tentando se esconder atrás da fachada de bom marido e profissional, mas as coisas estão mais difíceis, tem a Deb investigando o passado, tem Quinn no seu encalço, tem a Rita exigindo sua atenção. Esse “vazio” também é estratégico. É a metade da temporada e até aqui as histórias apenas se armaram.

    Apartir de agora é que o negócio esquenta. E espero que as tramas tenham bons desfechos.

    E quanto a House, eu já desisti. Passei por todos os sentimentos e agora tô num vácuo. Não sei se gosto ou desgosto. Sei lá… Estranha é a melhor definição prá esta temporada de House.

  19. Bianca Cavani

    Fernando-9- tem toda razão: mas era muito óbvio que não iria ter cena tórrida de sexo em Gossip Girl, que dirá explicitar todo o desenrolar do ménage! Tudo ali é só na superfície, é essa mesmo a proposta. Coisa mais séria a gente vai ver em In Treatment, Mad Men, só para ficar em dois exemplos da HBO (séries que, aliás, acho que são obras de arte). Eu gosto de Gossip Girl: das gírias, das histórias meio Ligações Perigosas (de Laclos) da Blair e do Chuk (não vejo nenhum problema nos trejeitos dele inspirados em Oscar Wilde), e mesmo da fase perdidona da Serena, de ver o way of life dos adolescentes ricos de Manhattan, etc. Mas não assisto esperando complexidade, porque aí não seria GG, e sim outra série.

  20. Mica

    Eu discordo, Lara. Achei a voz do Kurt lindíssima cantando Defying Gravity, tão bonita quanto a da Rachel. É claro que o papel teria que ser dela, mas acho errado o Sr. Shue dar a ela sem sequer testar os outros membros do Glee, porque querendo ou não, o Glee é um grupo escolar que teoricamente pretende descobrir o talento escondido dentro daqueles alunos e lapidá-los para se tornarem verdadeiros cantores. Como lapidar alguém se o regente escolhe sempre o mesmo cantor para as partes principais sem sequer testar os outros alunos?
    Eu concordo que a voz da Rachel é a mais bonita de todos ali e eu simplesmente adoro ouvi-la cantando, mas acho que como professor daqueles adolescentes é a obrigação do Sr. Shue ouvir a todos, dar oportunidade a todos e ajudar a cada um deles a se tornar ainda melhor do que já são.
    E se Kurt tinha dificuldade com a nota, mais um motivo para que o Sr. Shue o apoiasse e o treinasse, pois pelo que eu tenho visto, se não for por conta própria, qualquer outro aluno que não seja Rachel e Finn jamais chegará a algum lugar.
    Já sobre o negócio de protagonistas…aí eu concordo com você. Tem personagens que são excelentes por fazerem parte do elenco de apoio, então não tem tanta pressão sobre eles. Eu gosto muito do trio Rachel-Finn-Quinn, apenas não tanto quanto eu gosto do Kurt ^_^.
    Já o Will, sem comentários. Todo episódio que é centrado nele é chatinho. Mas adoro a professora lá que gosta dele (que esqueci o nome…que vergonha!). E daria tudo para ver o Will cantando uma música de verdade e não aqueles arremedos sem graça que ele canta.

    Mas enfim, Wheels foi um episódio sobre preconceitos em todos os núcleos. Achei isso bem legal. E fiquei bem decepcionada com a atitude do Artie no final (embora até o entenda).

  21. Caio

    Galera, vale lembrar que eles nao mostraram nada do Menage porque vao guardar pro proximo episodio, em flashbacks. Nao acho que vao mostrar nada demaaais, mas vao mostrar mais do que no ultimo episodio.

    Quanto a Glee: COncordo plenamente. A voz do Finn me IRRITA horrores. Alem disso, a gente ja viu que tem muita gente la que canta muito melhor que ele: Kurt, Puc – Meu preferido ( O que foi Sweet caroline ), e a gente ainda nem ouviu os outros caras. Essa eh uma das minhas principais reclamacoes quanto a Glee, alem das musicas overproduced

  22. Caio

    Ah, esqueci de comentar How I Met Your Mother.

    Soh eu achei o episodio pessimo? Sem graca, mas principalmente forcado. Parece que um dia os roteiristas se juntaram e falaram ‘ Quer saber? Vamos acabar com Barney e Robin ‘. Tudo foi completamente falso, criado na hora. O sofrimento deles, o relacionamento nao saudavel. A gente nao viu nada disso ate esse episodio. Tudo parecia otimo, todo mundo tava feliz. Os roteiristas resolveram achar o caminho mais facil, e achei o resultado extremamente infeliz

  23. Lara Lima

    Eu não vejo por esse lado. Acho que o Will sendo a frente do grupo tem uma certa noção (ou deveria ter) sobre quem deve fazer o solo em cada apresentação. Não vi preconceito ou favoritismo. Os próprios membros do clube reconhecem isso ao considerar Rachel a “estrela”, lembra do episódio maravilhoso com a presença de Kristen Chenoweth?? Sobre ajudar o Kurt com a nota, poxa, ele devia ter pensando nisso antes de querer o solo não é mesmo? Será que o Will não deu o solo porque ele não alcançava a nota e por que o grupo, no final das contas, quer vencer a competição? Se ele estivesse querendo um solo que encaixasse na voz dele eu até concordaria, mas querer porque é a musica favorita se há alguém cantando melhor…aí…
    O will vive tomando atitude errada pra falar a verdade. Quando ele deu um solo pra Tina uma vez foi a mesma situação. Ela desafinava quase a música inteira e ele insistia naquilo.

    Qual atitude de Artie você ficou decepcionada? Quando ele dispensou a Tina (lembrei o nome)?

  24. Chelsea

    Me metendo na conversa da Mica e da Lara, eu também fiquei decepcionada com a atitude do Artie em relacao a Tina. Ficou parecendo que ele gostava dela SÓ porque ela era gaga. Ok, ele pensava que ela era especial como ele, mas será que ele nao podia relevar nao, se ele gosta mesmo dela?

  25. Mica

    O motivo que o fez dispensar a Tina. Eu entendo ele ter se decepcionado por ela não ter uma deficiência, mas achei muito bonito da parte dela dizer a verdade a ele e admitir o motivo que a levou a errar. No final ficou parecendo que ele não a aceitou não por ela ter mentido, mas por ser totalmente normal.

    Acho errado ter uma estrela no grupo. Desanima os outros. E falo porque canto em coral e já participei de outros antes desse e todo mundo sempre ficava bronqueado com esse tipo de atitude. Não é nem por sempre serem escolhidas as mesmas pessoas (são as melhores, fazer o que), mas por não se dar a oportunidade de testar os outros e melhorá-los. Quando um regente começa a testar seus cantores ele percebe que há muito diamante escondido e passa a diversificar as músicas de forma que as vozes possam ser trabalhadas e melhoradas. É claro que alguns nunca serão solistas, mas aquela sensação de que se treinar muito pode se chegar lá dá um estímulo a mais, coisa que o Will não faz.

    Quanto as desafinações…bom, Kurt admitiu que desafinou de propósito. Ele tinha voz para alcançar a nota, ele é que não quis.
    Já a Tina… bom, eu fiquei irritada com Glee nesse episódio, pois era óbvio que a voz dela era linda e que a atriz forçou a desafinação.
    Se querem mostrar cantores não tão fortes, então que tivessem escalado atores que não cantassem tão bem. Mas não, escalaram atores que cantam absurdamente bem, aí quando vão filmar uma desafinação fica artificial, porque ninguém que canta o som que eles cantam durante uma música inteira, desafina tão feio como eles mostram. No máximo uma desafinada leve e que geralmente é perceptível mais para ouvidos treinados do que para o público em geral.

  26. Lara Lima

    Bom eu já esperava que ele e Tina não ficassem juntos no final, então o motivo não fez diferença pra mim.

    Sobre a questão do solo. Eu também já cantei em coral, fiz solo poucas vezes, mas eu nunca fui de ficar desanimada porque não me davam oportunidade ou porque outra pessoa fazia o solo. Eu tinha plena consciência quando eu podia e quando não podia fazer, acho que por isso vejo diferente a questão do solo de Defying Gravity.

    E eu não acho que Kurt errou de proprosito. Estava claro a dificuldade dele em alcançar a nota, é lógico que ele não desafinaria aquilo tudo, mas se fosse pra cantar como se estivesse morrendo nem adianta.

    =]

  27. Patricia E.

    House – Meh… sério, se continuar essa coisa modorrenta, pelamordedeus, que não tenha outra temporada. Não era lá muito fã dos novos pupilos, mas simplesmente se livrar deles mas não fazer nada em relação ao resto, que está visivelmente desgastado, é um belo de um retrocesso. E, por favor, tragam o velho e mal-humorado House de volta, ele é uma das poucas coisas que não quero que mudem na série (bom, pode mudar um pouco, mas não muito).

    Dexter – típico episódio de transição. Vem algo grande por aí. John Lithgow: sinistro.

    V – é uma pena que sci-fi esteja em baixa na TV aberta. E quase caí da cadeira quando vi a Tori de BSG. Como disse um cara de um fórum estrangeiro que frequento: “they’re just another kind of skinjobs”. :D E quem não viu o original, confira as 2 minisséries — não vão se arrepender. Só passem longe da série que veio depois, essa é trash até não poder mais (só espero que essa nova versão se baseie apenas nas minisséries).

  28. Mica

    Lara, eu nem penso em fazer solo. Minha voz é uma catástrofe! hehehe Mas eu canso de ver só uma pessoa solando. O que eu mais gosto no coral que estou agora é que tem vários solistas diferentes. É bem verdade que uns são melhores que outros, mas as oportunidades estão sendo dadas para que todos possam crescer.
    E o Kurt fala abertamente para o pai que ele desafinou porque desistiu de competir. Mas eu preferiria que ele tivesse ido até o fim e que todos escolhessem Rachel por ser o mais lógico para vencerem a competição e não porque ele jogou a toalha e desafinou.

    Paty, sabe que eu demorei um tempão para me dar conta que era a Tori? Eu pensava “eu conheço essa mulher”, mas daí até saber de onde a conhecia….foi um longo percurso.

  29. Patricia E.

    Haha. Eu ainda estou com The Plan fresco na memória. Pena o tal filme ter sido mais um “clip show” turbinado do que um filme propriamente dito. Ainda resta Caprica antes de dar adeus ao universo BSG.

    Spooks ainda não deu muitas pistas do que será a trama principal da temporada – só teve aquela conversa do Harry com o Secretário no final. Só sei que aquela nova personagem (Caulfield) me irrita… Atuar disfarçando ou fazendo um sotaque é pra poucos.

  30. Thais Afonso

    Achou muita ingenuidade de quem acreditou que fosse ter algo mais que beijo naquele menage. Não é porque é Gossip Girl ou CW, se fosse outra série em outro canal eles também não mostrariam muito além dos atores tirando a roupa e se preparando para a ação. E honestamente, não vejo a necessidade de mostrarem qualquer coisa. Se eu assistisse série pelo apelo sexual, bom honestamente, eu não saberia o que eu estaria fazendo assistindo séries. Pelo menos as de Tv aberta.

  31. Claudemir Antonio Zamproni

    Gosto demais, mas demais mesmo de “HOW I MET YOUR MOtHER” e “DEXTER” (episódios senscionais, como sempre) e estou gostando muito de “V”, que continua me prendendo e fascinando no segundo episódio. Torço por ele, assim como por “FLASHFORWARD”, sim, uma grande série, que o pessoalzinho começou a achar bonito falar mal, sem saber o que ou do que está falando. Do resto acima resenhado, é amassar e jogar no lixo!!!

  32. Rodrigo B.

    “E ae, gente, muitos desistindo de FlashForward?

    Não sei se tem muitos desistindo, mas eu larguei semana retrasada. Eu esperava muito, mas a série simplesmente não é suficientemente interessante.

  33. Thais Afonso

    Eu larguei nem sei quando. Acho que vi até o quarto episódio de FF e depois fui baixando, mas não via. Até que parei de baixar.

  34. Aline

    Ri demais com esse episódio de Glee.
    O teste pra Cheerios, Britanny na venda de cupcakes, Puck dizendo que gosta do Artie, teve vários momento que rachei muito.

    Mas uma coisa é certa: podem até tentar convencer do contrário, mas pra mim, Puck e Rachel rule!! Quinn que fique com Finn!

  35. Pingback: Destaques do domingo, 10/1/2010 » TeleSéries

  36. The Dark Passenger

    [Dexter]Oi, eu gostaria de saber o nome daquela musica que a Rita canta dentro do carro quando está levando o Dexter para o trabalho, no episódio Blinded By The Light da 4ª temporada da série.Fico muito grato!!!

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