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Spoilers

Lá Fora: o final de Damages, a estreia de Romantically Challenged e a volta de Party Down

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Damages - The Next One's Gonna Go In Your Throat

A Semana Lá Fora trazendo resenhas de 14 seriados que se destacaram na semana passada no Estados Unidos.

Alyssa Milano está de volta as sitcoms com Romantically Challenged, a estreia da semana. Quem também retornou foi Party Down, desfalcado de Jane Lynch, para sua segunda temporada. Enquanto elas chegam, tem série se despedindo: Damages, que abre a coluna, chegou ao seu provável fim na semana passada.

A coluna tem ainda resenhas de Treme, Castle, House, FlashForward, Supernatural, Fringe, The Vampire Diaries, Nurse Jackie, Desperate Housewives e The Office. Leia e deixe seu comentário.

Damages: The Next One’s Gonna Go In Your Throat (3×13)
Data de Exibição: 19/4/2010
MVP: n/a

Quando eu assistir a primeira temporada de Damages eu não fui tão contagiada assim pelas pessoas que a elegeram a melhor série daquele ano: eu gostei, muito, mas tive muita raiva também de todas aquelas “experimentações”.

A segunda temporada tinha os personagens que você já conhecia – com atores sempre dando o melhor de si – e algumas novidades, como o Willian Hurt. A nova história permitiu que a relação conflituosa de Ellen com suas escolhas fosse mais bem explorada, enquanto ela continuava atormentada pela morte do noivo. Senti menos raiva.

A terceira temporada foi irrepreensível, cada pedaço de episódio tinha importância, não dava nem para desviar o olhar, tudo tinha importância. Desde o primeiro episódio a gente ficava naquela coisa louca: Por que Tom Shayes está morto! Como assim?

Podemos ver porque Tom segue adiante e isso sem tantas explicações ditas: era algo que o forçava, algo que vinha de dentro e era mais que simples egoísmo ou vaidade. E ele morrer nas mãos de Joe, com a cabeça enfiada na privada de sua própria casa é até meio poético. Poético e inesperado, por isso perfeito.

Podemos ver Patty acabando com a vida de Jill e confirmar que ninguém se mete com Patty Hewes e sai impune. Quem de nós não soltou um meio sorriso quando ela sugere devolver o dinheiro e Patty responde que já o tem de volta?

Podemos ver Frobisher finalmente tendo sua história terminada, por ser um homem que repete ser melhor do que era, mas que continua sendo o mesmo idiota egoísta de sempre. E o reaparecimento de Wes para resolver isso também foi perfeito: “I spoke to Ellen Parsons. She’s not looking for justice. I’d like her to have some anyway.”

E, desafio maior, deixar Lenny livre. Sim, ele pode ter aprontado de tudo, mas fez o que tinha de fazer no final, ficou com o dinheiro, pegou um avião e seguiu com sua vida. O típico cara que teria tido sucesso da maneira certa, se tivesse encontrado as pessoas certas pelo caminho.

Poderíamos considerar que as cenas do delírio de Patty dispensáveis? Acho que não, porque era preciso vê-las para entender o quanto Patty se sente destruída por dentro, como se fosse alguma verdade cósmica o fato de que pagamos por nossas decisões aqui mesmo, nessa vida e não na próxima.

E era preciso entender toda essa destruição para entender porque ela teria desistido de tudo, sobre o que Tom mentiu depois para Ellen, e porque ela fica sem reação quando vê Michael no volante do carro que a acertou. No volante do carro de Tom que estava com a Ellen.

E era preciso entender isso para entender o silêncio de Patty quando Ellen faz a pergunta crucial: valeu a pena realmente?

Com a ameaça grande de Damages não ter uma próxima temporada podemos afirmar que os roteiristas sabiam o que faziam: se Damages não voltar fica o encerramento perfeito, com todas as pontas amarradas. Se voltar? Uma história completamente nova, quem sabe com Ellen voltando ao escritório e tomando o lugar de braço direito que um dia foi de Tom Shayes.

Eu, aqui do meu lado, me despeço feliz agora, prefiro não criar expectativas. Porque foi perfeito do jeito que tinha de ser e acabou no momento exato, sem margem para tolices. (Simone Miletic)

Treme - Meet De Boys on the Battlefront

Treme: Meet De Boys on the Battlefront (1×02)
Data de Exibição: 18/4/2010
MVP: Clarke Peters e Kim Dickens

O mais interessante de Treme, até agora, é o modo como a música e a cultura daquela pequena sociedade está sempre ao redor dos personagens, mas nunca se tornando o principal assunto da série.

Os personagens nesse segundo episódio precisam seguir com suas vidas, seja não desistindo de algo: Albert indo atrás de um modo de trazer seu “carnaval” de volta, e com isso espancando um ladrão; Ladonna buscando seu irmão e no fim se decepcionando, mais uma vez, em como New Orleans ficou consumida pela burocracia após o furacão; ou precisando de ajuda financeira para de um certo modo serem felizes: Antoine precisando tocar em um bar de strip-tease; Janette pedindo um empréstimo para seus pais, e percebendo como sua vida está horrível depois de ter perdido quase tudo após a enchente; e por fim, Davis não sendo tão irritante quanto no episódio piloto, mas ainda mantendo a mesma aura de manter a música em sua alma, e com isso ser demitido de seu emprego e conseguindo um que vai contra tudo o que acredita, até que também é despachado desse.

Assim vemos que a série respeita seus personagens e sabe o que está fazendo com eles, e mesmo passando em uma cidade real, utilizando uma situação que realmente aconteceu (furacão, enchente, etc), a série está construindo seu mundo aos poucos, o que pode espantar muitos telespectadores, mas nem que seja pela música, vale a pena insistir com seus episódios. (Lucas Bonini)

Castle: Den of Thieves (2×21)
Data de Exibição: 19/4/2010
MVP: Jon Huertas

Primeiro episódio com a participação de Michael Trucco (Battlestar Galactica) como o detetive Tom Demming. E um episódio que foge um pouquinho da rotina da série: um pouco mais sério e tendo como centro da história o detetive Esposito. A vítima da semana tinha ligação com o ex-parceiro de Esposito que aparentemente estaria morto.

O episódio teve dois pontos: de um lado Castle tentando disfarçar o ciúme da nítida atração de Beckett por Demming e de outro Esposito que descobre que seu ex-parceiro não só estava vivo como supostamente era corrupto e era o possível assassino.

Jon Huertas teve momentos excelentes durante todo episódio. A cena dele quando reencontra o parceiro ficou muito boa. Não é surpresa para quem assistiu Generation Kill que ele sabe ser sério quando precisa. Destaque também para a cara de felicidade de Castle quando Esposito o apresenta como ‘parceiro’. Parece que os roteiristas de Castle sabem que o forte da série é a química do elenco (que pode ser vista na série e/ou no Twitter de seus atores). E eu que não gosto de cena de luta precisa confessar que Beckett vs. Demming foi bem interessante de assistir. O episódio ainda contou com uma pequena participação de Merrin Dungey e terminou com uma música do Pearl Jam. (Tati Leite)

House - Knight Fall

House: Knight Fall (6×18)
Exibição: 19/4/2010
MVP: Hugh Laurie e Cynthia Watros

Quem é fã de House desde o início deve ter perdido a conta de quantas vezes o médico repetiu que todo mundo mente e que, por causa disso, nenhum deles deve acreditar quando um paciente fala que não toma drogas, ao invés disso eles devem procurar incessantemente pelas provas do contrário.

Pois a única pergunta não feita por qualquer membro da equipe de House quando um rapaz que brinca de viver como cavaleiro medieval surge com olhos vermelhos é justamente essa: você toma drogas? E, pôxa, era essa a única resposta necessária para o diagnóstico correto.

E é por isso que meu comentário assim que assisti ao episódio foi: nhenhenhe. Pôxa, tudo bem que a fórmula já funcionou bem melhor, mas um furo desse para tanto drama criado? Questionaram a vida do rapaz, seus amores, suas decisões, House e Thirteen se vestiram a caráter, descobriram veneno sendo vendido como cenoura selvagem (?) e, no final de tudo, eram esteróides.

Salvou-se no episódio a descoberta de que Wilson voltou a sair com sua primeira esposa e, graças a atuação de Cynthia Watros, parece que ele terá uma boa competidora em suas loucuras – só não sei se chegará ao nível que ele e Amber tinham e que eu adorava. (Simone Miletic)

FlashForward: The Garden of Forkin Paths (1×16)
Data de Exibição: 22/4/2010
MVP: James Callis e Michael Massee

O episódio da última quinta foi talvez o melhor episódio da série até agora. Ele me deixou muito, mas muito tensa. Confesso que cheguei a lacrimejar quando Demetri quase morreu. Eu tinha a esperança que ele não morresse, mas bem no fundo eu não tinha certeza de nada, e tudo se encaminhava para o desfecho já conhecido (e seria bom para a storyline, embora eu não o quisesse morto). Foi com alívio que eu vi Mark salvá-lo, ao contrário do que os flashforwards previam.

E por falar nas visões do futuro, qual a razão de buscá-las se o futuro é mutável? O próprio Dyson Frost tinha uma malha de possíveis futuros que foram se construindo e desconstruindo à medida que ele ia alterando o seu presente. Não consigo ver sentido na obra desse grupo louco que está por trás do apagão. E como Dyson Frost tinha os flashes? Como fazia para funcionar somente com ele?

Seja como for, Demetri está vivo, Mark o salvou (mas o teria feito muito antes se ouvisse de verdade a filha. Até eu sabia da importância do tal Dr. Seuss!) e sua noiva o ajudou… embora tenha sido ela a responsável indireta pela morte de Frost. E tem coisa melhor do que rever James Callis, justamente no melhor episódio da série? (Mica)

Supernatural - Hammer of the Gods

Supernatural: Hammer of the Gods (5×19)
Data de Exibição: 22/4/2010
MVP: Mark Pellegrino, Richard Speight Jr. e Jensen Ackles

Poucas vezes me diverti tanto assistindo Supernatural. Colocar os irmãos Winchester presos num hotel de beira de estrada, tomado por Deuses orientais que não suportam a prepotência da religião ocidental (uma excelente sacada, diga-se de passagem), e incluir no meio disso tudo Gabriel, Lúcifer (!) e até mesmo um viral dos Ghostfacers, fizeram de Hammer of the Gods um dos melhores episódio da temporada – e do seriado.

Nem a apatia de costume do Jared Padalecki atrapalhou o ritmo do episódio, já que tivemos Dean com suas sacadas cômicas, a situação “rir para não chorar” durante o cativeiro dos Deuses, Gabriel em redenção antes de sua morte (droga!), um festival de sangue e Lúcifer trucidando os inimigos do jeito que o diabo gosta… Perfeito!

E se na semana passada nos questionamos sobre a recusa insistente de Dean diante de Miguel, hoje refletimos sobre onde entram (pelo menos no universo de Supernatural!) os Deuses orientais no esquema da religião judaica-cristã. Quem nos criou? Deus? Ele também teria criados os outros Deuses? O Apocalipse tem implicações em outras religiões? A sexta temporada colocaria os Winchester para impedir o Ragnarok?

Perdão. Estou divagando. É que eu adorei mesmo esse episódio. (Thiago Sampaio)

Fringe: The Man from the Other Side (2×19)
Data de Exibição: 22/4/2010
MVP: John Noble e Joshua Jackson

Eu diria que Fringe nos mostrou seu melhor e seu pior neste episódio.

O Melhor: sua trama conspiratória envolvendo outra realidade ganha força com Newton e seus transmorfos. Eles conseguiram trazer “O Secretário” da outra realidade, que ouso arriscar que se trate do “Walternativo” em pessoa.

O pior – parte 01: se for mesmo o “Walternativo” (pura hipótese minha), ocorrerá aquilo que me preocupa que é a super utilização do Walter, ou melhor dizendo, do talento de John Noble. Aqui mesmo neste espaço, ano passado, minha amiga Simone Miletic falou sobre o fato dos episódios de Big Bang Theory sobrecarregados no Sheldon não serem bons e enfraquecerem o personagem. Assino embaixo tanto falando de The Big Bang Theory como falando agora de Fringe.

O pior – parte 02: além da série estar cada vez mais centrada no Walter (lembram que até o pai dele já aprontou das suas?), o personagem tem sido carregado em melodramas. Entendo a reação de Peter, a preocupação do Walter era verdadeira, mas quatro episódios onde o tema central foi este? Se antes me comovia, nos dois últimos episódio me pareceu cansativo, sem contar que vai ser clichê assim na casa da China – o pai tenta contar para o filho a verdade, e quando ele enfim começa a tomar coragem, um telefonema, um cara se desintegrando e Peter sabe que seu pai o traiu. A audiência da série continua caindo e é melhor Fringe encontrar seu equilibrio entre vida pessoal e historias de sci fi. (Paulo Fiaes)

The Vampire Diaries - Miss Mystic Falls

The Vampire Diaries: Miss Mystic Falls (1×19)
Data de Exibição: 22/4/2010
MVP: nenhum

As coisas estão mudando um pouco em Mystic Falls. Após ser obrigado a beber o sangue de Elena, Stefan não conseguiu mais controlar sua sede por sangue humano. Começou com um pequeno assalto ao estoque de Stefan, depois partiu para os bancos de sangue da região (o que despertou a atenção dos Fundadores), até por fim atacar a coitada da Amber (que eu teria escolhido como Miss Mystic Falls, diga-se de passagem). Só foi controlado graças à Bonnie, que finalmente voltou do tempo que deu a si mesma após a morte da avó. E embora me entristeça vê-la cortando relações com Elena, dá para compreender a mágoa que guarda, afinal, foi por culpa dos irmãos Salvatore (e do carinho que tem por Elena) que a sua avó morreu….em vão.

O interessante é ver os irmãos trocando de lugar (os passinhos estão sendo dados para o possível triângulo amoroso). Damon teve séculos para aprender a controlar a sua sede, já Stefan sempre foi abstêmio e sua primeira recaída foi fatal. Não sabe como administrar a sede desesperadora por sangue humano. Não sei se gostei disso. Stefan conseguiu ficar ainda mais chato e o ator ainda pior do que até agora. E não boto fé no plano de Elena de trancafiá-lo. Acho toda essa negação do que ele realmente é algo completamente errado por parte da garota. (Mica)

Nurse Jackie - Caregiver

Nurse Jackie: Caregiver (2×05)
Data de Exibição: 19/4/2010
MVP: Edie Falco

Em Caregiver, o quinto da da segunda temporada, a série começa agora a desenvolver as tramas lançadas ao público nos episódios anteriores. E para uma série pequena, cujas tramas paralelas poderiam facilmente serem sufocadas pela presença marcante de uma forte protagonista, é o equilíbrio a palavra que rege suas histórias.

No hospital, enquanto a chefe Gloria Akalitus decide escolher Dr. Cooper como a cara do All Saints Hospital para um campanha publicitária, Jackie segue sua consciência para, mais uma vez, ‘liberar’ um controverso paciente. No meio tempo, ela precisa lidar com o enrigecimento da segurança na máquinas das pílulas. Em casa, a enfermeira tem uma crise de ciúmes por Kevin tem ido ao cinema com as garotas, acompanhado de Ginny Flynn.

Mas o legal de Nurse Jackie é que a série ataca em todas as frentes: Dra. O’Hara e sua namorada, Zoey com suas loucuras e sua gravidez, Dra. Akalitus e Dra. Cooper exercendo sua usual falta de noção. Como não poderia deixar de ser, a ida ao cinema de seu marido com sua arquiinimiga no amor não passaria em branco. Depois de meses de ‘recuperação’, Jackie convida Eddie para ir ao cinema escondido. Isso é sinal de duas coisas: daqui sairá uma história bacana de acompanhar e teremos mais tramas com o gostinho do proibido que nos faz viciados nas histórias desta série. (Rafael Maia)

Desperate Housewives: We All Deserve to Die (6×19)
Data de Exibição: 18/4/2010
MVP: Eva Longoria Parker

A trama de Desperate Housewives avança vertiginosamente para seu final. Em We All Deserve to Die, alguns desfechos começam a ser desenhados. Dificilmente alguém não ficou surpreso com a descoberta de quem era o assassino que anda rondando Wisteria Lane. Mais angustiante é imaginar quanto tempo ainda os personagens irão demorar para descobrir isso também.

Lynette finalmente consegue se livrar de Irina – para felicidade geral de quem não aguenta mais tipinhos como o dela em séries. No núcleo italiano de Wisteria Lane, Danny acaba conhecendo Patrick, que se apresenta como escritor de um romance e pede sua ajuda para escrever o ápice final de sua história – uma brincadeira, tendo em vista que o suposto romance é a própria história de vingança do vilão. Atravessando a rua, Gabrielle oferece seus óvulos ao casal gay da vizinhança para que eles possam ter seu tão esperado filho. Como disse Mary Alice em sua narrativa, vizinhos bons são aqueles que fazem promessa, mas ruins são aqueles que prometem aquilo que não podem cumprir. Não demorou muito para que Gaby percebesse que não estava preparada para o que havia prometido e volta atrás – ato que acaba sendo decisivo para o término da relação entre Bob e Lee.

Na outra esquina, na casa de Bree, o filho bastardo de seu ex-marido, Sam, começa a deixar rastros de sua real intenção ao se infiltrar na empresa de Bree. Trama um tanto quanto lógica, previsível e muito conhecida por quem está acompanhado a assistir produções novelescas.

Assistindo este último episódio de Desperate, comecei a pensar na diferença desta temporada para as anteriores. Claro, depois do enorme sucesso do primeiro ano, alguns deslizes ocorreram, como as fracas tramas da segunda e quinta temporada. Mas Marc Cherry parecia estar determinado a não cometer os mesmos erros desta vez e, até o momento, tem acertado a mão neste sexto ano. O principal acerto foi não ter apostado em apenas uma única trama central, mas sim em dar vida a diversas subtramas que amparam e dão suporte ao mistério central da série, no caso, a história da familia de Angie. O melhor de tudo é que não é Cherry que sai ganhando com tudo isso, somos nós. (Ivan Guevara)

Romantically Challenged - Don't Be Yourself

Romantically Challenged: Don’t Be Yourself (1×01)
Data de Exibição: 19/04/2010
MVP: Alyssa Milano

Se tem uma coisa que eu não gosto desde os tempos dos Trapalhões é a claque. Essa coisa de ‘mostrar’ o momento que eu tenho que rir sempre foi complicado para mim. Principalmente porque geralmente quando a claque entra é na hora que não achei tanta graça assim. E como Romantically Challenged faz o uso da claque de início eu já fiquei com o pé atrás.

No entanto, para um piloto, a série até que é engraçadinha. Nada excepcional mas uma série que pode servir para passar o tempo naqueles momentos de que tudo que precisamos é fugir da realidade por alguns minutos.

A história é batida: Rebecca Thomas (Milano) é uma recém-divorciada que descobre que apenas cinco meses após o final do seu casamento seu ex-marido está de casamento marcado. É a deixa para a personagem resolver voltar a ‘ativa’ e para isso conta com a ajuda da irmã e de dois amigos. Alyssa está bem. Para aqueles que gostam da atriz digo que ela dá conta do recado. O grande problema para mim ficou com a parte masculina do elenco. De qualquer maneira vou continuar dando uma chance para série. Para terminar: Alyssa fazendo mãe de um adolescente de 15 anos?!?! É, o tempo passa, e como passa. (Tati Leite)

The Office: Secretary’s Day (6×22)
Exibição: 22/4/2010
MVP: Ellie Kemper, Steve Carell e Brian Baumgartner

Após pausa de um mês, The Office retorna seguindo com foco no romance juvenil entre Andy e a secretária Erin. E como era de se esperar, depois da calmaria veio a tempestade. Empolgado com o Dia da Secretária, Andy planejou uma tarde especial para namorada, que recebeu presentes de todos os colegas, mas cometeu um erro ao fazê-la almoçar com Michael Scott… E todos sabem que daí não sairia coisa boa.

Michael, que se recusou a sair porque Erin é muito esquisita (pior que ela é mesmo!) arruinou a frágil sanidade mental da garota ao deixar escapar que Andy e Angela foram noivos durante um ano. Nada demais, revelação sem maiores problemas, mas para uma pessoa que usa os cabelos como um quarto isolado, isso foi uma bomba atômica.

De bom nisso, apenas um pouco de dinâmica no romance dos dois, que são simpáticos, mas nunca chegarão aos pés de Jim e Pam. Aliás, a ex-secretária e nova mamãe do escritório voltou ao batente e deixo logo uma pergunta por aqui: sou eu, ou Jim e Pam, ultimamente, estão se tornando altamente prepotentes?

Foi um episódio adequado, sem nada demais a destacar, apesar da direção de Steve Carell, das desventuras do leito materno de Pam e do Kevin como Come-Come. No mais, valeu apenas pelo retorno da série. (Thiago Sampaio)

Party Down - Jackal Onassis Backstage Party

Party Down: Jackal Onassis Backstage Party (2×01)
Data de Exibição: 23/4/2010
MVP: Ken Marino

A primeira temporada de Party Down mostrou um grupo de pessoas melancólicas e sem noção, perdidas no meio de uma comédia. E pelo visto a segunda temporada aponta para o mesmo caminho.

Ron voltou mais auto-destrutivo do que nunca, seu restaurante não deu certo, quase perdeu sua “namorada” para Roman e ainda ama aquele ambiente de trabalho que sempre foi sarcástico com ele, mas ao mesmo tempo era o que ele podia chamar de lar.

Megan Mullally foi uma ótima aquisição para a série, porém Jane Lynch ainda faz falta, sua química com Ryan Hansen era incrível.

Ótimo perceber que Kristen Bell vai voltar a participar da série, e que os velhos hábitos não foram abandonados: anfitriões que não sabem o que estão fazendo, Henry e Casey ainda ficando nessa de ficar ou não ficar, sendo desconfortáveis com todos e por fim ótimos diálogos, mesmo os mais simples. (Lucas Bonini)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

16 Comments

  1. Raruiz

    Nurse Jackie
    Cada dia que passa gosto mais da série. Realmente, a utilização do elenco de apoio é muito bem feito na série. A O’Hara tem me rendido muitas risadas. A Zoey sempre me chama atenção pelos seus uniformes.
    E o que foi a Jackie indo com o Eddie no cinema? Quero só ver onde isso vai parar…
    E o Dr. Cooper hilário como sempre.
    Que venha mais episódios…

    Romantically Challenged
    Não gostei. Não sei dizer o que foi, mas não me empolguei. Acho que o tema hiper batido ajudou um pouco. E as risadas de fundo tbm me irritaram bastante, não sei se foi porque não estava prestando muito atenção na série e estava disperso.
    Como gosto de comédias, vamos ver se melhora nos próximos episódios.

    Gravity
    Não está na lista mas vou comentar aqui tbm.
    Alguém aí assistiu essa série?
    Achei o piloto tão estranho, a forma de usar a câmera, os cortes de uma história para outra…
    Quando li a sinopse achei que teria outro tipo de abordagem…

  2. Danilo

    Damages.
    Terminou do jeito mais perfeito possível. Apesar de querer uma nova temporada, talvez tenha sido melhor ter acabado agora. Patty vai fazer falta. E quero Emmy pra Damages esse ano, e um terceiro pra Glenn.
    Linda sua review, Simone.

    Desperaet Housewives.
    Essa temporada ta boa demais. Também achei um acerto não apostar em só um mistério. To sentindo falta da Dana Delany, mas de qualquer forma a saída dela nao fez a série cair, mas sinto falta da Katherine. De qualquer forma, to feliz que depois daquela 5 temporada, DH conseguiu se reerguer.

  3. Reinaldo

    Estou seguindo as duas séries Fringe e Flashforward e aparentemente os episódios estão melhorando. Não entendo a queda da audiência nos Estados Unidos.

  4. anderson

    Eu rio cada vez q vejo algo de House. vestidos como medievais e cenouras selvagens HUAHUAHUAHAUAHUAHUAHUAHUAHUHUA. Morri!

  5. pedro

    todo mundo esculhambou romanticly challenged, mas eu gostei, foi um piloto interessante, que deu pra rir alguns momentos(poucos), mas nao ficou devendo pro piloto de nenhum sitcom que assisto ( big bang e how i met), como disse a pessoa que escreveu da pra assisitir de boa.

  6. peu

    todo mundo esculhambou romantically challenged, mas eu gostei, foi um piloto interessante, que deu pra rir alguns momentos(poucos), mas nao ficou devendo pro piloto de nenhum sitcom que assisto ( big bang e how i met), como disse a pessoa que escreveu da pra assisitir de boa.

  7. Pedro Paulo

    DAMAGES (Pra variar)

    Simone, perfeita sua review.

    Damages até me fez chorar dias depois (sério) pois além de não ter tirado da cabeça a finale, que quando acabou entrei em estado de choque, chorei de emoção de ver que a série realmente conseguiu amarrar todas as pontas soltas, o que eu achei que seria quase impossível, pois era muita coisa para ser esclarecida na finale.

    As alucinações de Patty e a cena final dela com a Ellen vão ficar na história da televisão. As grandes interpretações da temporada, principalmente do Martin Short também. Campbell Scott e Lily Tomlin não deixam por menos.

    Por falar nisso, me deu muita dor no peito ver ela se matando, se destruindo daquele jeito vendo o vídeo.

    Damages, se não for renovada, acabou como poucas séries conseguem terminar. Com excelentes interpretações, roteiro e direção, além de não deixar nada para trás.

    No Emmy desse ano, se Mad Men (ou qualquer outra merda) ganhar de Damages vai ficar claro a panelinha. Os roteiristas da série do AMC vão ter que quebrar a cabeça para fazerem algo pelo menos próximo ao que foi essa obra de arte que terminou semana passada.

    <<<<<<<<<<<<<<<<<>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

  8. Mica

    @Raruiz Eu vi o piloto de Gravity e gostei muito. Foi bem diferente do que eu imaginava que seria. Não sei como a série se desenvolverá, mas o piloto me deixou animada.

    @João da Silva The Time of Angels está sem dúvida entre os melhores episódio do New Who. Os Weeping Angels sempre me deixam apavorada. E eu adorei ainda mais a River Song nesse episódio e a reação do Eleven à ela deixou a interação entre eles ainda melhor. Amy também estava bem mais simpática do que em Victory of the Daleks.
    Esse (e o próximo) foi o primeiro episódio que eles gravaram desta nova temporada e para mim todo mundo estava perfeito, exatamente como deveria ser.

    Supernatural: Eu achei esse um dos episódios mais idiotas da série. Quero dizer, o episódio em si foi bom, o tema é que foi ridículo. Não gostei mesmo desse negócio de deuses pagãos. Já é uma salada esse embrolho que eles fazem com Deus, anjos e demônios, e ficar trazendo o panteão oriental, sueco e sei lá mais o que só deixa a coisa com cara de palhaçada. Mas valeu a pena pelo retorno do Lucifer. Eu já sentia falta do Mark Pellegrino e ele deu um show. Também adorei o Gabriel. Sem dúvida esse foi o episódio dos dois. Os irmãos winchester eram só pano de fundo.
    Mas é bom que agora eles tenham um plano alternativo…embora eu, que estava com enjoo (estava doente) enquanto assitia o episódio, quase tive um treco com o Peste no final. Urgh. (e cá entre nós, esse ator não faz um único papel normal. Senhor!!! mas eu o adoro).

  9. Jorge

    Para de falar que Damages vai ser cancelada, de tanto que falam capaz de ser mesmo. Existem n fatores além da audiência que determinam o destino de uma série, e a maioria deles não é de conhecimento nem do público nem da imprensa. Parem de especular.

  10. Aline

    Supernatural: achei legal já terem revelado que Lúcifer não vai morrer, só vai ser aprisionado. Acho que Supernatural anda matando muitos personagens. Zacariah, Gabriel, vários deuses de outras religiões, pow! Daqui a pouco não vai ter mais nenhuma figura divina na série!

  11. Mica

    Fringe: Paulo, desta vez sou obrigada a discordar de você. Eu acho que Fringe está melhor do que nunca e que só agora achou seu ponto de equilibrio. Desde o início a história brincava com essa idéia de que o Peter estava no centro dos acontecimentos e finalmente começaram a explorar isso. Não acho que tenham abusado do Walter, muito pelo contrário, acredito que cada acontecimento até agora foi necessário e estou mais empolgada do que nunca.

  12. John

    Damages não vai ser cancelada. Damages já foi cancelada. E parece que nem a DirecTV quer… É bom que a Glenn Close para de ganhar Emmy de Lead Actress Drama Series. É ruim porque vamos ficar sem Glenn Close. É bom porque tá na hora dela voltar pro cinema, ela ainda tem um Oscar (!) pra ganhar.

    Putz, Romantically Challenged é um lixo. Só isso que eu tenho a dizer sobre essa série. Olha que eu gosto da Milano.

  13. Mônica A.

    Adoro a Alyssa Milano, mas achei Romantically Challenged chaaaaaaaaaaata…

    Castle foi ótimo, como sempre. Adorei a participação mais ativa do Jon Huertas (putz, o cara é bom) e amei ver o Castle com ciúmes da Beckett, pra variar.

  14. Matty

    Francamente o ep de semana passada foi dez vezes melhor que esse, mas vai se entender. Não que esse foi uma porcaria teve seus momentos, legal trazerem os outros deuses, finalmente Lucifer aparecendo e Gabriel é sempre uma atração a mais e olha que eu não gostava do Trickser, mas…
    Espero um crescendo nessa reta final com mais Lucifer, a peste nojenta (o que é aquilo) e a Morte. Oh! e Crowley que tb retorna.
    Concordo com um colega esta havendo morte demais em Supernatural.

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