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Spoilers

Lá Fora: finais de temporada em Justified, Nurse Jackie, Tara e Stargate Universe

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Justified - Bulletville

A semana entre os dias 6 e 12 de junho foi repleta de chegadas e partidas, a maioria delas reunidas aqui na coluna Lá Fora.

Entre as novidades estão os dramas de suspense Pretty Little Liars e Persons Unknown e os retornos de Lie to Me (de um longo hiato) e de Drop Dead Diva (com sua segunda temporada).

No campo do adeus, Stargate Universe, Nurse Jackie, United States of Tara e Justified encerraram suas temporadas e Breaking Bad vai se aproximando do fim. Confira a seguir e deixe seu comentário.

Justified: Bulletville (1×13)
Data de exibição: 8/6/2010
MVP: Timothy Olyphant e Walton Goggins

Chief Mullen (sobre Boyd):

Talvez ele tenha se tornado algum tipo de vigilante.

Raylan:

Hmmm, talvez ele seja o Batman.

Juliana Marguiles faria uma pequena participação em ER e sua personagem morreria no final. O desempenho foi tão bom que a personagem acabou sendo ‘ressuscitada’. Walton Goggins também sairia de Justified no primeiro episódio mas a química dele com Timothy Olyphant foi tão boa e o seu personagem tão impactante que ele acabou ficando. Ficou tanto que nesse final de temporada Boyd teve um destaque incrível e nos presenteou com cenas maravilhosas.

A série chega ao final – com uma segunda temporada garantida – e continuo em dúvida se acredito ou não na regeneração do personagem. E se tudo não foi uma maneira muito inteligente de retirar o pai da jogada e conseguir a confiança de Raylan. O fato que Goggins só não ganha os louros sozinho – tanto da série quanto do episódio final – porque o elenco é praticamente perfeito e Timothy Olyphant não deixou nada a desejar (e ainda ganha no charme).

Toda cena de Raylan com o pai e a forma como ele demonstra ao mesmo tempo guardar certa esperança de estar errado mas sabendo que o pai vai traí-lo foi espetacular. E ainda fomos presenteados com o humor do personagem quando ele se vê encurralado junto com Boyd e Ava, vira para ela e diz esperar que dá próxima vez que ele pedir para ela sair da cidade que ela obedeça. Espero realmente que ela obedeça.

O final de temporada não foi exatamente da maneira que esperava mas ao mesmo tempo fechou muito bem o que nos foi mostrado até aqui. A relação de Raylan e Boyd ganha novos rumos com o primeiro deixando que o outro vá embora com o objetivo de vingar a morte do pai. Sendo que ele presencia a morte do pai justamente por ter ido matá-lo. E assim é Justified, uma série que nos faz questionar tanto quem está ao lado da lei quanto aqueles que estão contra ela. Porque fazendo um trocadilho, no final, tudo tem uma justificativa. (Tati Leite)

Lie to Me: Beat The Devil (2×11)
Data de exibição: 7/6/2010
MVP: Tim Roth e Jason Dohring

Lie To Me volta de sua pausa de quase seis meses com novo vigor, após ter bambeado um pouco e ter sido quase cancelado por não obter uma audiência consistente.

Beat The Devil traz de volta o que é realmente importante no seriado: Cal Lightman nos deixando de cabelo em pé com seu método de encontrar a verdade e a mentira no menor gesto ou expressão e, para isso, nada melhor do que um psicopata como Maratin.

E aí vale a velha máxima: com um bom vilão qualquer história funciona ainda melhor.

Martin (em ótimo trabalho do jovem Jason Dohring) me deu arrepios em várias cenas, me deixou de cabelo em pé em outras. Um tipo de vilão que você ama odiar. Aí, se você também é louco por Lightman como eu os quarenta minutos do episódio se tornam um jogo delicioso, não só de acompanhar, mas para torcer mesmo.

Não consigo esquecer dos dois no escritório de Lightman. E não consigo deixar de concordar com Lightman: não é preciso pensar cinco movimentos à frente no xadrez. O que você precisa é fazer perfeita a próxima jogada. (Simone Miletic)

Persons Unknown - Piloto

Persons Unknown: Piloto (1×01)
Data de exibição: 7/6/2010
MVP: não houve

Em um momento de bastante lucidez, o escritor britânico John Le Carré disse:

‘O gato deitou no tapete’ não é o começo de uma história, mas ‘o fato deitou no tapete do cachorro’, sim.

Se construir uma trama para televisão que envolvesse o telespectador no primeiro episódio dependesse somente de uma história, de alguns mistérios e de bons atores, os roteiristas de séries estariam feitos. Infelizmente, é preciso um pouco mais do que isso.

A estreia de Persons Unknown se encaixa nessa análise. Numa cidade fantasma, ou em um cenário cinematográfico isolado do mundo ao redor, oito pessoas que não se conhecem são, por assim dizer, “abduzidas” e levadas para lá. A dinâmica nos lembra a de reality shows, como o “Big Brother”: os caras ficam lá, interagem com “personagens” que surgem neste local enquanto são constantemente vigiados por câmeras de segurança.

Até a metade do episódio, tudo parece muito desconexo. O que poderia ser bastante natural, levando-se em conta que se trata justamente do primeiro episódio. Da metade para o final, o que parecia desconexo começa a rumar para o sem sentido e não palpável. Não há, no entanto, como constatar se não seria esse o objetivo do seriado. E, talvez, o que Persons Unknown queira é o mergulho completo do telespector do universo daqueles personagens e, tal como eles, comece a lidar com questões desconhecidas, situações inimagináveis e uma realidade construída.

O que Persons Unknown mostrou em sua apresentação foi um gato deitado no tapete somente. É possível enxergar na própria estrutura da narrativa a possibilidade de evolução da história e do crescimento do interesse do público, com situações realmente instingantes, algo como se o assassino de Jogos Mortais resolvesse brincar de Big Brother. A série tem tudo em mãos e está com a bola apontada para o gol para colocar o gato no tapete do cachorro nos próximos episódios. (Rafael Maia)

Pretty Little Liars - Pilot

Pretty Little Liars: Piloto (1×01)
Data de Exibição: 8/6/2010
MVP: n/a

Pretty Little Liars é a típica série de verão, recheada de clichês e com episódio piloto frenético, onde tudo acontece muito rápido. A série é bonitinha, mas ordinária. Então, tudo que normalmente prejudicaria alguma outra série, principalmente alguma que quer se levar, só ajuda Pretty Little Liars, pois ela nunca funcionaria de outra maneira.

Todos os clichês do primeiro episódio, as atuações canastronas, a trilha sonora infestada de música pop, pessoas bonitas, adolescentes parecendo adultos e vice-versa, além de uma bitch, e quatro principais que tem tudo para seguir o mesmo caminho.

Ou seja, uma série teen com um “que” a mais vindo de Eu sei o que você fizeram no verão passado que tem tudo para ser o maior guilty pleasure da temporada – pois se alguém quiser alguma profundidade ou um roteiro afiado, estão procurando na série errada, basta ler e ver como os livros que deram origem à série são recebidos pela crítica e público em geral, tudo no esquema em que a peça principal é a total descrença da realidade e simplesmente se divertir com os 40 minutos. (Lucas Bonini)

Breaking Bad: Half Measures (3×12)
Data de Exibição: 6/6/2010
MVP: Bryan Cranston e Aaron Paul

E Breaking Bad prepara o terreno para a finale. Skyler ainda tenta fazer com que Walt invista no lava-rápido e conseguir, desse modo, um esquema menos perigoso para lavar o dinheiro das drogas e de certo modo, após algumas chantagens, ela consegue. E os dois, junto com Walter Jr., ainda vivem como uma família.

Jesse não consegue esquecer a morte de Combo e como ele foi assassinado, por isso estava claro as suas intenções, principalmente se compararmos o personagem antes da morte de Jane e depois. Ele não tem mais medo de atacar, porém ainda não é um assassino.

E por falar em assassino, Walter já está se tornando um profissional em tirar a vida daqueles que o atrapalham, na primeira temporada tivemos Crazy-8, depois de um modo acidental Jane, e agora os dois funcionários de Gus. De algum modo, Walt sempre consegue sumir com seus problemas, mas pelo pouco que vimos de Gus nesse episódio, ele pode ter encontrado um adversário a altura. (Lucas Bonini)

Nurse Jackie - Years of Service

Nurse Jackie: Years of Service (2×12)
Data de exibição: 7/6/2010
MVP: Edie Falco

Pensando friamente esse final de temporada ficou um pouco abaixo de tudo que nos foi apresentado até aqui. Principalmente após um excelente penúltimo episódio. Eu acredito que boa parte dos fãs esperava um episódio um pouco mais denso e movimentado.

No entanto, se pararmos alguns segundos para pensar melhor, um episódio de Nurse Jackie mesmo quando não é exatamente o que se espera é definitivamente superior a muita coisa. E apresenta mais que o suficiente para nos deixar esperando mais um episódio.

Zoey e Cooper tiveram suas cenas de destaque e mostraram mais uma vez que são mais que coadjuvantes. Cada vez que vejo Cooper tratar Eddie como seu melhor amigo e não percebe que ele, assim como os demais, só o aturam, causa em mim um misto de emoções. Ora eu acho muito engraçado, ora eu fico com muita pena.

De tudo que esperei que acontecesse nesse episódio se teve algo que me surpreendeu de verdade foi a ‘união’ de O’Hara e Kevin. Eu esperava que a revelação do vício de Jack viesse de uma forma mais trágica. Ela sendo agredida pelo o cara de quem roubou os medicamentos, tendo uma overdose após ser flagrada com Eddie ou algo envolvendo as filhas. E de certa forma foi tudo muito mais simples. Um pequeno deslize (esquecer as chaves na porta) fez com que Kevin descobrisse sua caixa postal e com isso suas contas em várias farmácias. E aí veio a grande virada: Kevin chama O’Hara para confrontar a esposa e seu vício. A única coisa que espero é que não sejamos brindados com uma repetição e na próxima temporada tenhamos alguma conseqüência para Jackie sobre essa descoberta. Porque ao contrário do Kevin, sabemos que tem muita coisa para ele descobrir sobre a esposa. PS: A cena de sapateado entre Jackie e Thor enquanto curavam a bebedeira de Sam ficou ótima. (Tati Leite)

United States of Tara - From This Day Forward

United States of Tara: From This Day Forward (2×12)
Exibição: 14/6/2010
MVP: Toni Collette, Rosemarie DeWitt

A segunda temporada de United States of Tara foi impecável. Ao ponto de ser difícil achar algo para dizer, tanto sobre a temporada quanto sobre essa finale. From This Day Forward foi o episódio que vínhamos esperando desde o começo da série e assim como todo o resto desse ano, ele foi perfeito. Nós descobrimos tudo o que aconteceu com Tara, e foi tudo bastante chocante, mesmo que eu não tenha me sentido particularmente chocada ou ultrajada.

Por mais que eu ame a Toni Collette, eu ainda acho difícil ter reações mais emocionais com a série, então ao mesmo tempo em que achei ideal a maneira como fomos descobrindo que o abuso na verdade tinha sido praticado sim dentro de casa, mas não pelos pais (que são os biológicos de fato) e sim por um meio-irmão, é intrigante que eu tenha ficado mais afetada por Nick abandonar a Char no altar do que pelo confronto. Às vezes toda a perfeição da série não é tão favorável.

De uma certa maneira, o episódio pareceu uma series finale, e tirando Charmaine, para quem tudo está revirado e que deve tem muitas tramas potenciais, eu não sei exatamente o que mais podem fazer com Tara e Max. Porém eu estou ansiosa para ver o que vem por aí mesmo assim, e quem sabe ano que vem estarei chorando horrores com Tara. Nunca se sabe. (Thais Afonso)

Drop Dead Diva - Would I Lie to You?

Drop Dead Diva: Would I Lie to You?
Data de exibição: 6/6/2010
MVP: Brooke Elliott

A temporada 2009-2010 não foi ruim, revelando um punhado de bons shows. Mas se você, como eu, assistiu as estreias pela TV paga deve ter ficado desesperado em novembro – tirando The Good Wife, os bons seriados novos demoraram para desembarcar no Brasil. Neste deserto de boas opções, no fim quem acabou se destacando e conquistando uma boa base de fãs foi a comédia Drop Dead Diva. Total guilty pleasure.

Mas de lá pra cá muita coisa mudou. Glee se tornou um fenômeno pop. E é impossível não lembrar disto quando o grande momento do episódio é justamente a primeira cena – uma sequência onírico-musical de Jane, com a presença de juíza Paula Abdul (adoro a piada, mas já deu, né?), Brooke Elliott soltando o vozeirão e Kate Levering e April Bowlby participando da coreografia, exibindo seus corpões.

E é só isto que se salva nesta season premiere de Drop Dead Diva. De resto a série esqueceu de fazer humor e preferiu um tom mais emocional (com o caso de uma garotinha que precisa de uma operação experimental negada pelo plano de saúde), além de optar por soluções fáceis para os truncados cliffhangers da temporada passada – o fato de Jane estar sendo ameaçada de perder o registro de advogada e ter um marido que não conhece. E a minha paciência acabou ao ver, pela enésima vez, Jane de desdobrando para descobrir quem é o sujeito ao invés de simplesmente alegar que teve amnésia…

De 2009 para cá nem passou tanto tempo mas Drop Dead Diva perdeu o gás e a relevância. Pra mim chega. (Paulo Serpa Antunes)

Stargate Universe - Incursion – Part 2

Stargate Universe: Incursion – Part 2 (1×20)
Data de Exibição: 11/6/2010
MVP: David Blue, Ming-Na e Alaina Huffman

Posso dizer que neste final de temporada estou super feliz de estarem usando os civis de forma mais útil? Camille, Brody, Dra. Lisa Park…o povo está aparecendo para efetivamente fazer alguma coisa além de preencher espaço na tela.

E como era esperado, a temporada terminou com um cliffhanger daqueles. Meu coração, é claro, quase parou. Descobriram a causa das falhas e como ‘remendar’ a situação, mas Young precisou ceder o controle da nave para salvar a todos. O bom Coronel tinha um plano, mas nada ocorreu como esperavam. Eu particularmente gostei da cena em que Kiva e Telford atiram um no outro. O que não esperava é que a Lucian Alliance achasse que Young tinha alguém infiltrado (é claro, Telford supostamente estava do lado deles). O resultado disso foi que a LA resolveu tomar a rédea das coisas, prendeu Scott e Greer no exterior da nave e colocou todos os militares sob a mira de várias armas. Para não mencionar TJ ferida e desacordada.

Bom saber nessa hora que a história de Eli e Chloe não era apenas para matar tempo, mas ele pode muito bem ser o salvador da Destiny (além de ser muito bonita a cena em que Chloe admite saber dos sentimentos do rapaz e talvez por isso mesmo seja tão especial para ela que ele ainda a trate como um verdadeiro amigo).

Esta é a oportunidade para darem uma chacoalhada na série, trocar o elenco, livrarem-se do peso morto e conseguirem um pessoal mais carismático. Tanta coisa pode acontecer… Se dependesse de mim, o Young morreria, Telford sobreviveria e assumiria a Destiny, Kiva também sobreviveria e teriam que fazer uma aliança em algum ponto, enfim, inúmeras possibilidades. Mas como ninguém sabe o futuro, por ora basta sabermos que o episódio foi muito, muito bom. (Mica)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

20 Comments

  1. Gilberto Guerra

    Destes assisti apenas SGU, e embora muito inferior ao SGA e SGSG1, vale a pena dar uma conferida. O final foi um bom episódio, mas não o melhor da série como eu esperava.

  2. Claudemir

    Simplesmente excepcional esssa primeira temporada de “JUSTIFIED”; uma surpresa muito agradável. Impecável, perfeita. Novamente, digo que foi surpreendente. Adorei, também, todos os episódios de “NURSE JACKIE” e “UNITED STATES OF TARA”. Mas, para mim, a melhor série da temporada, sem dúvida alguma, foi “BREAKING BAD”. Não tem muito para falar, porque foi tudo perfeito; o episódio “FLY” (Mosca), só com os dois atores (Bryan Cranston e Aaron Paul) atuando foi uma coisa inigualável em termos televisivos. Espetacular e inesquecível; já vi toda a temporada e comecei a reassistí-la, para não ficar com saudade, já (o último episódio foi ao ar domingo, nos USA). “BREAKING BAD”, na minha opinião, é, ao lado de “SONS OF ANARCHY”, o que de mais criativo se vem produzindo na TV dos USA. Sou fanático pelas duas, e desejo muitas temporadas a ela, pois têm cacife (muito, muito, muito) para isso.

  3. Luciano Cavalcante

    Gilberto, nem sei se você pode fazer esse julgamento sobre SGU. A série, tirando algumas referências a personagens e histórias de SG-1 e SGA, parece que surgiu do nada. Se você esquecer as séries anteriores, verá que SGU ficou muito bom.Eu arrisco dizer que, ela, e não CAPRICA, é o o legitimo sucessor de Battlestar Galactica.

  4. Flavio Batista

    Essa Ming-Na é a Ming-Na Wen q trabalhou em ER?

    Resposta do Paulo: Ela mesma.

  5. Denise

    Fabuloso o final de SGU. Nos dez primeiros episódios eu estava a ponto de desistir mas resolveram mudar a estória e, como muitos, não vejo a hora de seu retorno.
    Por favor avisem quando a série retorna pois não encontrei informação ainda no site oficial.

  6. Raruiz

    Gostei do finale de Nurse Jackie, mas, eu sempre achei que a descoberta do vício seria mais trágica.

  7. Fernando dos Santos

    Persons Unknow- eu li num outro site que Persons Unknow foi concebida e executada como uma minissérie.Por esse motivo pretendo assistir.
    Não há risco de cancelamento prematuro pois a história foi planejada pra ser contada em 13 episódios (se a informação estiver correta).

  8. José Vitor

    Luciano Cavalcante: “Eu arrisco dizer que, ela, e não CAPRICA, é o o legitimo sucessor de Battlestar Galactica.”

    Matou a pau.
    Eu adoro SGU, apesar de alguns furos homéricos (como o Young deixar a LA entrar na nave, ou ceder o controle total da nave a eles). Por outro lado, na vida real tem gente que também comete furos homéricos…

    —————–

    Lie to Me
    Eles perderam a mão no início da 2ª temporada, e ainda não acharam. Tirando por mim, eles estão fortemente arriscados a não ter a 3ª temporada.

  9. Cristiane Martins

    Ví Persons Unknow é achei a série parecida com Jogos Mortais e Big Brother Brasil, o roteiro pode melhorar, mas achei os atores sem carisma, algo que é necessário para uma empatia com seus personagens.
    Não vou ver outro episódio, prefiro esperar a volta das series que eu sigo.

  10. Mica

    @José Vitor Embora taticamente falando as duas decisões do Young foram erradas, foram talvez as mais humanas (no bom sentido) que ele tomou, afinal, era ou deixar a LA entrar ou arriscar perder Rush ou Telford. E sobre o controle da nave…bom, não visualizo outro hipótese (a não ser tentar explorar as partes inexploradas da nave…eles podiam ter feito isso, não? Tentar uma via alternativa). O problema deles é que ficam cheio de dedos em situações que deveriam simplesmente agir.

    Poxa, adoro Lie to Me! Tinha gostado na 1ª temp, mas adorei a 2ª muito mais. E esse episodio foi muito, muito bom (e é sempre bom rever Jason Dohring)

  11. anderson

    Tara: Perfeito. Toni Collete não deixa chances para mais ninguém nesse Emmy.

  12. Celso

    Young = não tem culhões e pronto.

    Tem que por o Telford no comando para por pra quebrar.

  13. Paullo kidmann

    Discordo Paulo gostei muito de Drop Dead Diva….heheh
    quero mais. haha

  14. Thais Afonso

    José Vitor,

    Sério que você acha isso de Lie to Me? Acho a primeira temporada a coisa mais esquemática, simplista e chata que já vi entre procedurais. O Ryan conseguiu dar um novo ritmo a série, e deixá-la menos maquineísta, sem tirar a identidade dela. A série não se tornou genial, mas para mim, foi trabalho de gênio. Essa segunda temporada tem sido muito boa, na minha opinião. E a série já foi renovada para uma 3ª temporada.

  15. Rafa Bauer

    Achei uma grande coincidência o plot da Tara, de sonhar com uma mulher como uma figura maternal, e depois descobrir que foi rejeitada por um período de tempo pelos pais, muito semelhante com a subtrama inserida na última temporada de Damages.

    Mas é claro que foi coincidência, porque a série já estava roteirizada quando Damages foi exibida.

  16. Pedro Paulo

    paulo, acho que você pegou um pouquinho pesado com DDD… eu gostei da premiere (estava ansioso pela volta da série), do Fred ter voltado, mas realmente teve pouco humor, mas a Brooke Elliot é como a Erin Karpluk, passam da comédia ao drama com uma facilidade incrível e com atuações muito boas.

  17. José Vitor

    Thais Afonso:

    O que dizer ? Acho que é questão de gosto né.

    Eu achei a primeira temporada inovadora e extremamente interessante. O assunto “body language”/micro-expressões é um negócio muito legal, pois tem ligações profundas com nossa vida real, com nosso dia a dia.

    Na segunda temporada eles resolveram transformar o Lightman num típico heroi americano. Até ao Afeganistão ele já foi!!! Dá um tempo né, dispenso propaganda patrioteira. Enfim, como disse acima, eles mudaram o rumo e perderam a mão.

    Nessa volta da 2ª temp. assisti os dois primeiros episódios, mas não vou assistir mais porque já não vejo graça.

  18. Rafael de Souza

    Série United States Of Tara estréia em janeiro no canal Fox
    Eu estava assistindo o canal Fox Brasil quando no intervalo comercial o canal exibiu uma chamada confirmando que Segunda Feira dia 17 de Janeiro as 22h estréia a 2 Temporada da série United States Of Tara.
    Com Informação do Canal Fox Brasil

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