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Spoilers

Lá Fora: Desperate Housewives, Heroes, Gossip Girl e o episódio final de Emma

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Curb Your Enthusiasm - The Bare Midriff

A coluna Lá Fora está de volta e mais variada do que nunca! Esta semana abrimos espaço para algumas atrações que não entram geralmente na coluna, como Segura a Onda (Curb Your Enthusiasm) e Castle. E os reality shows também voltaram: confira como foi a apresentação do Top 20 de So You Think You Can Dance e do Top 10 do The X Factor. Da Inglaterra vem ainda uma review da parte final da minissérie Emma, mais uma adaptação da obra de Jane Austen.

Mas para quem quer séries de sucesso, temos também. Desperate Housewives, Dexter, Gossip Girl, One Tree Hill, Heroese Californication também ganharam reviews. Leia e deixe seu comentário!

Curb Your Enthusiasm: The Bare Midriff (7×06)
Exibição: 25/10/2009
MVP: Larry David e Jerry Seinfeld

Assisti Curb Your Enthusiasm só por causa da reunião de Seinfeld, mas não é que a série é legal? O quarteto da melhor comédia de todos os tempos aparece só no terceiro episódio do sétimo ano (a reunião será no 10º), mas ainda assim assisti os dois seguintes e gostei do que vi. Aconteceu o mesmo com o sexto The Bare Midriff.

Curioso que o que ele teve de engraçado, teve de idiota. Larry e Seinfeld finalmente pararam pra escrever o roteiro da reunião (Julia Louis-Dreyfus fez uma rápida visita) e tudo estava lá: as conversas sobre nada, disputas em par ou impar e a análise de fatos imbecis. Mas também teve o humor forçado (e questionável) como Larry tomando um remédio que aumenta a pressão de sua urina, fazendo com que respingue um pouco num quadro de Cristo, que estava no banheiro de sua ex-assistente, demitida por ser uma gordinha (pra mim, atraente) com roupas inapropriadas e…

Bem, quem assiste Seinfeld sabe que todos os pequenos núcleos se fecham num grande clímax final. Aí, deu que depois de um amigo de Larry ser atropelado por um mal entendido, a mãe da gordinha foi tentar suicídio se jogando de um prédio. Larry a salvou, escorregou e acabou se segurando na… gordura de sua assistente. Ehr… Eu me senti culpado por achar isso tudo (muito) engraçado, mas estou pronto pra muito mais. (Thiago Sampaio)

Californication: Slow Happy Boys (3×05)
Exibição: 29/10/2009
MVP: David Duchovny

Eu tenho adorado a temporada atual de Californication, mas para ser honesta, eu achei esse episódio bem chatinho. A estória do amigo de Hank, Zloz não me chamou a atenção. Achei apressada, superficial e não acrescentou nada à série. Além disso, as piadinhas preconceituosas de Zloz não foram engraçadas, todas aquelas brigas também não.

Marcy e Charlie brigaram de novo, e de novo por causa de Daisy. Foi uma briga meio boba, e além de manter a Kathleen Turner na série, eu não vejo motivo para o casal não ficar junto de vez.

A única coisa que me agradou mesmo foi a evolução das coisas entre Hank e Jackie. A Eva Amurri está sendo uma das melhores participações da série. A cena em que ela finge ter dormido com Zloz foi hilária. E o fato de Hank estar cada vez mais envolvido com ela (e com Jill e Felicia) e agora ter de volta Karen na sua vida pode ser muito interessante se bem desenvolvida. (Thais Afonso)

Desperate Housewives - Everybody Ought to Have a Maid

Desperate Housewives: Everybody Ought to Have a Maid (6×05)
Exibição: 25/10/2009
MVP: n/a

Eu tenho uma teoria que me ajuda a entender meus dias: ir dormir sabendo que tudo vai estar no mesmo lugar quando eu acordar me faz ter um sono tranquilo. Sair pela manhã e saber que se vai pegar o mesmo ônibus, ir ao mesmo trabalho, com as mesmas pessoas, é que nos faz não enlouquecer. A rotina mantém o gosto pela vida. Com Desperate Housewives, a história não fica muito longe disso.

No sexto episódio da temporada temos todos os clichês nos quais a série nos viciou. As juras e provas de amor entre Tom e Lynette, as trapalhadas de Susan na tentativa de defender seu casamento e a filha, que volta para casa, e as chantagens bobinhas de Wisteria Lane, aqui representadas pela Gaby.

Por motivos opostos, os destaques são dois. Do lado positivo, o caso que dá título ao episódio é muito bem usado quando uma empregada de um motel de beira de estrada faz Bree refletir sobre o que tem feito a Orson. Do lado negativo, é triste ver a personagem Katherine perdendo seu brilho numa história de loucura mal construída e que poderia render muito mais. Mas, como dizem os americanos, faz parte do show.

O lance com Desperate é esse. Sabemos o que esperar. E isso faz com que deliciemos essa série a cada episódio depois de cinco anos no ar, numa previsibilidade gostosa de assistir. (Rafael Maia)

Castle - Vampire Weekend

Castle: Vampire Weekend (2×06)
Data de Exibição: 26/10/2009
MVP: Stana Katic, Molly Quinne e Nathan Fillion

Alexis:

O que exatamente você deveria ser?

Castle:

Cowboy do Espaço.

Alexis:

Okay, “A,” Não existem vacas no espaço. “B,” Você não usou ‘isso’ há uns 5 anos?!

Só a seqüência inicial do episódio – e o diálogo acima – já garantiu a minha diversão e fez desse o meu episódio favorito até aqui. E quem é (foi) fã de Firefly aposto que deu pulinhos de alegria. Se existe um ator que sabe agradar seus fãs, esse cara é o Nathan Fillion.

O episódio especial de Halloween de Castle foi uma delícia de assistir. O assassino em si não foi tão difícil de descobrir mas todas as referências durante o episódio, ora nos diálogos (“Buffy veio visitar a Grande Maçã”), ora na fantasia dos personagens (Seamus Dever de médico e John Huerta de soldado norte-americano, fazendo referências aos seus personagens anteriores, em Army Wives e Generation Kill) foram muito bem utilizadas.

Contudo, a melhor parte do seriado continua sendo a relação do protagonista com a sua filha. É muito legal saber que Castle, apesar de aparentar ser um cara alienado que só pensa em seu sucesso é um pai pra lá de responsável. Em nenhum momento passou pela cabeça dele ser o pai ‘legal’ e encobrir o porre da amiga da filha. (Tati leite)

Dexter: Dirt Harry (4×05)
Data de Exibição: 25/10/2009
MVP: n/a

Confirmando a promessa de que essa quarta temporada tem tudo para ser uma das melhores da série, Dirt Harry é o episódio que finalmente coloca Dexter na trilha do Trinity Killer, ainda que o tenha identificado rápido demais. Além disso, ao construir um gancho em torno da revelação do ponto que (indiretamente) une esses dois serial killers, o quinto episódio abre espaço para que o jogo de gato e rato ganhe nuances ainda mais complexas e interessantes.

Investindo na subtrama dos ‘vacation murderers’ então apontados como responsáveis pelo atentado que vitimou Lundy e feriu Debra, Dirt Harry traz Dexter envolto não só na busca por justiça, mas também por vingança, uma situação nova para ele que seguindo as pistas deixadas por Lundy, acaba identificando o Trinity Killer ao passo em que descobre nele o reflexo de sua própria situação: assassino frio, mas com família.

Não faço a menor ideia de como essa trama irá evoluir daqui até o final da temporada, mas não me restam dúvidas de que antes do embate final entre Dexter e o Trinity, veremos o personagem de Michael C. Hall dividido entre o desejo de vingança e a fascinação/oportunidade de entender naquele monstro, como funciona a mente de alguém, que assim como ele, se divide entre dois mundos absolutamente distintos e contraditórios. E ao dizer isso, começo a vislumbrar um final de temporada bem mais sombrio que as anteriores, mas igualmente fundamental para a continuidade do alto nível da série. (Davi Garcia)

Leia a review de Dexter na íntegra no weblog Dude News.

Heroes - Strange Attractors

Heroes: Strange Attractors (4×07)
Exibição: 26/10/2009
MVP: Robert Knepper

Não posso falar deste sétimo episódio, Strange Attractors, sem mencionar quão bem usados são os novos personagens da série. De drama complexo e, por vezes, chato, Heroes vem se transformando em um produto equilibrado e muito bem construído.

Jeremy, o healer/killer boy, sem falar uma palavra, garante o momento mais pulsante do episódio. Mas é Samuel, minha aposta para tentar polarizar definitivamente Heroes e tirar o peso do seriado das costas de Sylar, que dá à série o tom que ela merece.

Encaro com muito bons olhos o seu crescimento dentro da trama e acredito que ele seja um dos responsáveis por proporcionar ao seriado o ar de drama psicológico envolvente sem ser difícil demais de acompanhar, como aconteceu nas duas últimas temporadas. Sem contar que sua espécie de circo das aberrações é a metáfora perfeita para explicar o que pessoas com habilidades são em um mundo ‘normal’.

Ao dividir a carga de vilanice somada à inteligência com Sylar, Samuel faz com que os outros personagens, de Tracy ao papai Bennet, de Hiro ao policial sem sal Parkman, pareçam mais interessantes. E só um excelente e bem aproveitado ator como Robert Knepper seria capaz de fazer isso. (Rafael Maia)

Gossip Girl - How to Succeed in Bassness

Gossip Girl: How to Succeed in Bassness (3×07)
Data de Exibição: 26/10/2009
MVP: n/a

Pra não dizer que este episódio “especial de Halloween” foi ruim, posso dizer que pelo menos ri. Fazer o quê né minha gente, o jeito é rir da bobeira que essa terceira temporada tenta vender como estória.

Rufus realmente achar que a família se fantasiaria de Ramones pra entregar doces é comédia demais, aliás, melhor ainda é ver que Lily, sempre por amor, vai enganar o marido.

Outra coisa também super engraçada é Dan. Um cara – que pretende ser escritor – colocar em dúvida seu namoro por conta de um filme e de umas revistas de fofoca é legal demais não acha, não?

Mas nada se compara a Jenny tentando ser Queen. Fica claro que o personagem não tem o que é necessário e isso é um problema principalmente da atriz. Ou talvez o problema seja em nós já que nos apaixonamos por Leighton Meester e sabemos direitinho como uma rainha deve ser. Como eu disse, pelo menos eu pude rir um pouco. (Lara Lima)

One Tree Hill: I And Love And You (7×07)
Exibição: 26/10/2009
MVP: Paul Johanson e Robert Buckley

Eu tirei umas “férias”de One Tree Hill até que minha namorada pediu pra que voltasse a assistir, porque ela não entendia o porque dela estar gostando e boa parte dos fãs não. E bom, cá estou escrevendo sobre o sétimo episódio, I And Love And You.

É até covardia querer criticar alguém que estava criticando está temporada depois desse episódio, que tem que ser registrado, foi escrito pessoalmente por Mark Schwahn. Ele reúne aquilo que nos fez nos apaixonar por One Tree Hill, que é nos identificarmos com cada minuto da história que está sendo contada e de uma maneira quase única.

Narrado por Dan Scott, o episódio nos fala sobre as “verdades” e o que ela traz para cada um. Hoje nós vemos bondade no olhar do Dan, mas isso não quer dizer que ele seja bom, ou honesto. Aquela cicatriz no peito dele o entrega. Assim como Dan sabe mais do que ninguém que um golpista no fundo tem alma, e ele consegue como poucos tocar nas almas deles. Renee teve uma noite péssima e “como qualquer ser humano” (palavras ditas por Dan) ela tenta encontrar alguma vantagem na sua miseria. E Nathan teve a infelicidade de está no lugar errado e na hora errada.

E o mais belo deste episódio é que nos identificamos com a situação vivida em cada núcleo: seja o homem (David) que quer dar o de melhor para a mulher (Quinn) que ama e com isso acaba se perdendo; seja daquela (Brooke) que quer alguma segurança para o seu futuro, mas a única segurança que temos a respeito disto é que devemos viver o presente, ou seja do homem (Clay) que não consegue entender como ele pode desejar ser feliz de novo se ele já teve a felicidade em suas mãos e a perdeu.

Eu até concordo em partes com a turma do contra dessa temporada, mas depois de um episódio como este, temos certeza de apenas uma coisa: One Tree Hill ainda vive. (Paulo Fiaes)

Emma - Part 4

Emma: Parte 4
Data de Exibição: 25/10/2009
MVP: Romola Garai, Michael Gambon e Jonny Lee Miller

Posso estar enganada, mas creio que os autores ingleses mais adaptados pela televisão e pelo cinema britânico são Jane Austen e Charles Dickens. E dessa vez a BBC nos trouxe Emma, na que deve ser a quarta ou quinta adaptação da última obra da autora.

Infelizmente ainda não li o livro, por isso minha opinião é puramente baseada no que vi. Dentre os que leram as opiniões divergem. Alguns amaram, outros acharam uma perda de tempo. Teve os que reclamaram das expressões exageradas de Romola Garai (que eu adorei! O sorriso da garota ficou marcado em mim) e os que torceram o nariz para as (pequenas) discrepâncias nos penteados, vestuário e algumas expressões linguísticas. E teve os que, como eu, acharam que Emma foi uma das melhores minisséries que nos foi apresentada nos últimos tempos. Emma, a garota, consegue ser irritante com seu egoísmo e ao mesmo tempo doce em sua sinceridade, lealdade e solidão. Romola esteve fantástica, fazendo-nos odiar Emma para logo em seguida nos apaixonarmos por ela. E para minha total surpresa Jonny Lee Miller fez um Mr. Knightley delicado e divertido. Ele era inteligente e direto. Ao contrário dos personagens de outras obras de Austen, em Emma tudo era mais leve, mais brilhante, e ainda assim tão profundo como sempre.

Quem não esperou ansioso desde o início para ver Emma finalmente perceber que amava Knightley? Quem não sorriu ao ouvi-la mencionando que o pai estava odiando toda aquela história de casamento? E quem não quis socar Frank por agir de forma tão leviana na frente de Jane? Eu sei que eu quis (e por falar em Jane, dá para acreditar que seja a mesma atriz que interpretou Ella em Hex? Inclusive, Christina Cole outra atriz principal de Hex deu as caras na minissérie).

Emma terminou, mas deixou aquele gostinho de leveza, alegria e saudade, que só uma série realmente gostosa de assistir consegue deixar. (Mica)

So You Think You Can Dance: Meet the Top 20 Dancers (6×10) e The Top 20 Perform (6×11)
Exibição: 26 e 27/10/2009
MVP: Grupo de hip hop/Bianca e Victor

Pela primeira vez, na história do SYTYCD, os produtores resolveram fazer um episódio de apresentação para o Top 20, onde todos dançariam no seu estilo. Sinceramente, deveriam ter tido essa idéia antes, porque foi maravilhoso! O show começou com uma coreografia para o Top 20 do incomparável, Wade Robson, inspirados nos clubes ilegais dá época da lei seca. Logo depois tivemos a melhor parte da noite, pra mim: um hip hop (acima) não muito típico de NappyTabs, mas ainda assim muito divertida, e complicada (quando o Kevin teve que girar o Legacy duas vezes, quase que não vai). Ainda tivemos um um contemporâneo por Tyce Diorio, que foi bom, mas um pouco cheio e confuso demais; outro contemporâneo por Mandy Moore, que apesar de mais simples, funcionou melhor para mostrar os dançarinos; os sapateadores, que foram a decepção da noite, infelizmente; um jazz de Sonja Tayeh que poderia ter sido ótimo, mas foi praticamente engolido pelas roupas das dançarinas e pelo palco enorme, e finalmente, um samba bem interessante, e que usou de forma inteligente a situação de ter dois participantes casados e uma “intrusa”.

Já no episódio do Top 20 propriamente dito, não tivemos nenhuma dança do calibre de um No Air (4ª temporada), mas tivemos momentos bem interessantes. Pra mim estão empatadas no topo: O contemporâneo do sempre surpreendente Travis Wall, dançado por Victor e Bianca; o hip-hop inspirado na selva de Dave Scott, dançado por Legacy e Kathryn; e o Jazz Contemporâneo angelical de Sonja Tayeh, dançado por Ryan e Ellenore. Todos os três casais foram boas surpresas pra mim, já que não estava esperando muita química de nenhum deles.

Ali pelo meio ficaram o Disco de Mollee e Nathan, que foi fofo, mas não se compara a de Brandon e Janette na temporada passada, por exemplo; a Broadway de Ashleigh e Jakob, que só não foi melhor pela falta de química dos dois e por uma certa mediocridade de Ashleigh, porque Jakob, até agora, é perfeito; a Valsa de Pauline e Brandon, que apesar de crítica pesada dos jurados, eu achei bem digna; e o Foxtrot de Russel e Melanie, que não foi ruim, mas acabou sendo muito estranho ver o Russel dançar com a Melanie, que não só não combina com ele devido ao seu tipo físico, mas também é anos e anos mais velha.

E praticamente empatados no final ficaram o o Cha Cha de Kevin e Karen, onde embora ela tenha sido maravilhosa, pra mim ele foi foi muito mal e deveria ter sido eliminado; o Jive de Philip e Chaning, onde faltou habilidade e química; e o Hip Hop de Peter e Ariana, que desperdiçaram uma boa coreografia com uma performance fraquinha. No final Brandon e Ariana foram eliminados. Com a eliminação de Ariana eu até concordo em parte. Agora, a de Brandon pra mim foi um tanto ridícula e eu realmente espero que deixem ele voltar na próxima temporada. Confira no YouTube todas as danças e eliminações. (Julia Mathias)

The X Factor Live Show 3 – Big Band Week (6×016)
Exibição: 24/10/2009
MVP: Miss Frank

WTF! O que diabos deu no povo inglês?! Quem consegue explicar a eliminação do último programa, cujo tema eram as big bands? Eu já havia comentado que o The X Factor tem uma lenda, quase que uma peculiaridade, de lá pela terceira, quarta semana ter uma eliminação chocante. Ano passado foi a Laura White que deu adeus precocemente, mas nada me deixou mais indignado e inconsolado do que a eliminação do melhor grupo da competição: as três meninas do Miss Frank.

E se tivermos que culpar alguém além dos ingleses, essa pessoa é Louis Walsh. Tava na cara que quando o cara botou John & Edward na equipe dos grupos, a qual é mentor, ele estaria colocando em situação desconfortável ótimos cantores. E não foi o que aconteceu?! Os ingleses se afeiçoaram aos gêmeos e suas apresentações escrachadas, como a da “Oops I did it again“, quando subiram no palco vestindo uma roupa de latex vermelho, tal qual a cantora em seu videoclipe.

The X Factor perdeu, para mim, um dos principais motivos que me faziam esperar toda semana pelo programa. Claro, ainda há ótimos interpretes como a querida Stacey Solomon e o simpático Olly. Aliás, este último faz parte da equipe do Simon que, por sua vez, está mais arrogante do que nunca no programa, talvez por estar em sua terra natal.

Fato é que um dos destaques desta temporada do reality show é Danii Minogue. Ela conseguiu sair do limbo de uma das juradas mais insossas até se transformar uma personalidade adoradora. É muito legal ver o quanto ela realmente se importa com o grupo das meninas da qual é mentora. (Ivan Guevara)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

17 Comments

  1. Rosangela Darcy

    Por que vocês não comentam a versão italiana de X_Factor, que passa nas noites de sexta na RAI?
    É divertidíssima! Um dos jurados/produtores se chama Morgan e é um cantor razoavel, porém um personagem interessantíssimo. Tudo com superlativos mesmo. E uma principais concorrentes se chama Chiara e é de um talento espantoso.

  2. Daniela Oliveira

    7×7 de OTH foi perfeito! Palmas para Mark Schwahn que escreveu e para James Lafferty (Nathan) que dirigiu o epísodio.

    E graças a Deus que não acabou, senão t6eriamos perdido a oportunidade de episodios como esse.

  3. Roseana

    Rir…rir muito de GOSSIP GIRL…realmente!!
    Incrivel como a série perdeu a qualidade de antes!!!
    Só não vai ser cancelada porque o investimento foi muito grande em propaganda e continua sendo uma das mais queridas do público jovem!!
    Sinceramente o que mantém a série viva são o rei e a rainha: CHUCK E BLAIR!!!
    Espero que melhorem esse roteiro até então pobre!!

  4. Maria Regina

    A FOX desistiu de passar Dexter? Qual foi a ultima temporada que eles exibiram?
    Viva a internet

  5. Luly*

    Acho que Dexter é do FX.

    COmo fã de Jane Austen tenho de achar algum lugar que tenha Emma pra baixar! E tenho que ler o livro tbém, achar uma versão que eu entenda melhor… rs

  6. Claudemir Antonio Zamproni

    É isso, a FX exibiu a primeira e a segunda remporadas de “DEXTER” no Brasil. Assisti já este episódio resenhado do “DEXTER” e é fenomenal. Eapetacular, formidável, inigualável. E os mesmos adjetivos se aplicam a outra série da SHOWTIME, “CALIFORNICATION”. Adorando as duas.

  7. Rafa Bauer

    Tô achando essa temporada de Dexter apenas mediana até aqui.
    Tô gostando mesmo nela é a atuação do John Lithgow, um deus!
    E nesse episódio em particular, a Jennifer Carpenter deu um show de performance também.

  8. Fernando dos Santos

    “a FX exibiu a primeira e a segunda remporadas de “DEXTER” no Brasil”

    Quem exibiu a primeira temporada foi a FOX.Eu lembro que exibiram dublada e sem opção de legendas.
    Apenas o segundo ano foi exibido no canal FX, felizmente legendado.

  9. paullo kidmann

    noosa to enroland p assistir gg a séculos vi o epi pela CW mais meu ingles ta um pouco inferrujado então teve cenas q eu não entendi direito mais gg ta assim (P mim néh!):
    A Blair ta começando a me irritar com suas criançices pensei q ela tinha amadureçido!
    odeio a jenny!
    kd a serena?
    só to curtindo msmo a participação da hilary
    espero q consertem a série se não Adeus 4° temporada!!

  10. Claudemir Antonio Zamproni

    Fernando, depois do fato que voce bem lembrou, a FX exibiu novamente a primeira temporada de “DEXTER”, só que desta vez, COM LEGENDAS, e emendou, já em seguida, a segunda temporada. Assisti e gravei as duas temporadas nesta exibição, LEGENDADA, da FX. Ah, e a atriz Eva Amurri, que está excelente em “CALIFORNICATION”, tem a quem puxar: é filha da grande atriz Susan Sarandon com o diretor Franco Amurri.

  11. vi

    muito triste que miss frank saiu, eram as melhores. x factor perdeu a graça… eu achava o simon legal, mas ele está se mostrando uma das pessoas mais arrogantes que ja vi. torcendo pela danni

  12. Thais Afonso

    Vi, concordo, também adorava o Simon, mas ele está insuportável. A Dannii por outro lado conseguiu se levantar muito bem do limbo de jurada mais maltratada do show, não? Acho que ela está fazendo um ótimo trabalho com a meninas.

  13. Rubens

    A assistente gordinha de “Curb Your Enthusiasm” é atraente?… Cruzes, pessoal tá mesmo mal de mulher… :-) (e o problema nem é a gordura, mas a cara dela mesmo…)

  14. Pingback: Audiência nos EUA entre os dias 26 e 2 de novembro » TeleSéries

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