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Spoilers

Lá Fora: despedida em Criminal Intent, spin-off em Criminal Minds e a finale de Southland

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Law & Order:Criminal Intent - Loyalty – Part 2

A semana foi movimentada para os fãs de séries! Mesmo quase sem comédias e sem dramas médicos, tivemos muita emoção em episódios-chave de diversos shows.

O destaque que abre a coluna é Law & Order:Criminal Intent, que veio com o episódio que marcou a saída do ótimo Vincent D’Onofrio da série. Mas tem mais: em Criminal Minds tivemos o backdoor pilot de uma possível nova série, com Forest Whitaker de protagonista. Já Southland encerrou sua segunda temporada de forma amarga – com final aberto, naquele que provavelmente foi o series finale do seriado.

A coluna tem ainda episódios de United States of Tara, Nurse Jackie, Damages, Accidentaly On Purpose, Fringe, Breaking Bad, The Good Wife, V, Stargate Universe e da britânica Doctor Who. Cuidado com os spoilers e boa leitura!

Law & Order:Criminal Intent: Loyalty – Part 2 (9×02)
Data de Exibição: 6/4/2010
MVP: Kathryn Erbe

Uma pena. Acho que esse é o resumo de Loyalty Part 2, episódio que marca a saída do detetive Goren da equipe de crimes especiais. E sua saída foi da maneira menos merecida, por mais que algumas vezes lógica.

Goren é demitido.

Pior que isso: é Eames quem precisa dar a notícia ao amigo. Em troca da demissão dele ela recebe a proposta de assumir a posição de capitã. No final de tudo ela percebe que não será feliz dessa maneira e desiste da posição em nem ao menos tentá-la.

Foi até um anti-clímax ver tudo isso acontecendo nesta segunda parte da história tão bem forjada em sua primeira parte. Toda a tensão criada, Goren, Eames e Nichols como os vingadores da morte de Danny Ross.

Logo no início do episódio é Goren quem se afasta, após uma reação inexplicável no tribunal. Apesar de Eames continuar no jogo é Nichols e sua nova parceira Stevens (Saffron Burrows) quem descobrem os segredos por trás da morte não só do capitão como do casal morto no barco e todos os outros que vieram em seguida: um homem que não controla sua cobiça.

Goren reaparece para pedir a Nichols que não deixe que a investigação do FBI caia por terra, logo ele. Logo em seguida ele acaba despedido. De tudo fica a cena da conversa dele e Eames. As lágrimas sinceras da colega de tantos anos. Goren, Eames: sentiremos saudades e, com certeza, vocês mereciam uma saída mais digna. (Simone Miletic)

Criminal Minds - The Fight

Criminal Minds: The Fight (5×18)
Data de Exibição: 7/4/2010
MVP: Thomas Gibson

Eu não sou muito fã de pilotos. Consigo lembrar de um bom número de pilotos memoráveis, mas no geral, tento não julgar uma série por ele. No geral, tento ver o potencial por trás dele. The Fight me incomodou justamente por ser um típico piloto, mesmo sendo ao mesmo tempo um episódio de Criminal Minds.

O roteiro que se divide entre contar a história da semana e nos apresentar aos novos personagens, não conseguindo fazer nenhum dos dois muito bem, o cast que ainda não se entrosou, as composições que ainda se limitam ao estereótipo para podermos entender de primeira quem são aquelas pessoas, todos os elementos de um piloto mediano estão presentes. E o cast original de Criminal Minds não consegue fazer muito, porque eles não tem nada a fazer. Pelo menos Hotch sorriu, e isso para mim valeu o mundo.

O caso foi bom, porém eu gostaria de ter passado mais tempo com o Unsub, ou pelo menos ver um desenvolvimento do profile mais completo. E apesar de ter achado que o Forest Whitaker exagerou no lado brincalhão do personagem (ou estou mal acostumada com Hotch), ainda tenho fé no spin-off e no elenco, e verei mais alguns episódios caso seja transformado em série. (Thais Afonso)

The Good Wife: Doubt (1×18)
Data de Exibição: 6/4/2010
MVP: Christine Baranski

Esse é o episódio mais elaborado da série até agora. Usando uma estrutura de mudança de pontos de vista, The Good Wife saiu do habitual drama procedural e mostrou que sabe contar uma história, mesmo não sendo uma inédita, e ainda assim correr o risco de usar um final surpresa para tudo.

Ver como funciona uma sala de júri nos EUA não é tão novidade desde que 12 Homens e uma Sentença mostrou a falha considerável que um processo como esse pode ter, mas foi incrível como os roteiristas deixaram o júri e os telespectadores perdidos à cada nova pista e depoimento que eram mostrados, mostrando como tudo pode ser contraditório.

Foi um novo fôlego para a série, porém ela precisa voltar ao caso do Peter, um dos plots mais interessantes da série. (Lucas Bonini)

Southland - Maximum Deployment

Southland: Maximum Deployment (2×06)
Data de Exibição: 6/4/2010
MVP: Michael McGrady, Michael Cudlitz e Arija Bareikis

Eu já estava ciente da situação de Southland e falei sobre isso semana passada na TeleRatings (veja aqui). Ainda assim, após o series finale, uma grande frustração me atingiu em cheio.

O seriado policial de John Wells (ER, Third Watch) que foi cancelado por incompetência da NBC e não teve sorte na TNT, terá que lidar com o fato de que suas tramas e personagens tiveram um fim abrupto e com nenhuma espécie de “the end”.

Benjamin McKenzie, prestes a se emancipar definitivamente de The O.C., não verá o personagem, Ben Sherman, evoluindo como policial e lidando com o vício do parceiro. John Cooper (Michael Cudlitz, sósia de John Wells), com crescentes dores nas costas, não se rendeu e continuará dependente. Regina King, no papel de sua carreira, não vai saber como será o trabalho de Lydia Adams sem a companhia de Russel… E além dos excelentes coadjuvantes que não apareceram nesse “finale” (como Nate e Sammy), Daniel Sal não terá tempo de lidar com o provável fim de seu casamento…

É uma pena, cara! Uma série com direção excelente, elenco de primeira, e roteiro primoroso não poderia terminar de repente, sem que a produção tivesse chance de elaborar um desfecho de suas histórias. E pior: pra uma série que primava pela veracidade e fuga do óbvio em sua narrativa, ter como cena final a policial Chikie Brown dizendo “I’m a cop!”, para um estuprador que se passava por tira para agredir suas vítimas, foi terrível! Lugar comum demais.

Southland merecia melhor que isso. Sério, me senti muito frustrado com esse cancelamento. (Thiago Sampaio)

Damages: All That Crap About Your Family (3×11)
Data de Exibição: 5/4/2010
MVP: Gleen Close, Rose Byrne e Craig Bierko

Com apenas dois episódios para o fim da temporada (talvez até o fim da série), o cerco começou a se fechar no 3º ano de Damages. E olhem que apesar do pouco tempo para esclarecer o que levará à morte de Tom, mais e mais eventos não deixam de acontecer.

Para deixar Ellen afastada de Tessa Marchetti durante sua prisão, a produção inventou uma viagem em que ela vai conhecer sua “quase mãe adotiva”. Foi ao mesmo estranho… e narrativamente fantástico. Sua ausência nesse momento importante criou uma intrigante cadeia de eventos: Patty Hewes se viu forçada à ajudar a promotoria; Tom Shayes desabafou de maneira explosiva contra sua sócia; Hewes não gostou da conspiração entre seus colegas e, bêbada, cortou relações com Ellen (e logo viu que isso foi um erro, visto que ninguém se entrosa tão bem com ela quanto Parsons).

É tanta coisa acontecendo, tantos eventos, que causarão outros maiores, que a série chega a ser inacreditável! No lado dos Tobin, Joseph e sua mãe se corromperam pra valer depois que fora encomendado o assassinato de Tessa – que ele pensava ser “apenas” sua meia-irmã, mas na verdade era sua filha. Que tragédia grega!

E ainda, no que só posso imaginar ser o preâmbulo de uma temporada que nem vá acontecer, começa a produção da autobiografia de Artur Frobisher, mais o estudo de personagem feito pelo ator Terry Brooke, que nos provocou ótimos déjà vus do primeiro ano… Por que essa série periga não ser renovada mesmo? (Thiago Sampaio)

Breaking Bad - I.F.T

Breaking Bad: I.F.T (3×03)
Exibição: 4/4/2010
MVP: Anna Gunn

A primeira temporada foi sobre o drama com o câncer, a segunda sobre as drogas e como se firmar em um mundo tão imprevisível como esse, e agora, na terceira temporada, tudo está caminhando para o drama familiar.

Skyler está pronta para uma guerra de igual para igual com Walter, e usa as armas que tem. Ela sabe que ele deve morrer logo, tudo vai depender do sucesso de sua cirurgia na temporada passada, e enquanto isso não acontece, ela promete fazer da vida dele um inferno.

“I Fucked Ted” – significado de I.F.T e isso prova como os roteiristas estão avançando ao deixar uma figura feminina tomar tanto tempo dos episódios e se tornar a personagem mais forte dos principais.

Jesse ainda sofre pela morte de Jane, e o modo como esse luto foi mostrado só mostra o porque da série ser tão elogiada em seu roteiro, pois a volta de Jesse ao mundo que o afundou está sendo traçado lentamente, mostrando um passo de cada vez, e ao que tudo indica, no próximo episódio um passo talvez se transforme em um salto. (Lucas Bonini)

Nurse Jackie: Candyland (2×03)
Exibição: 5/4/2010
MVP: Eve Best e Edie Falco

A segunda temporada de Nurse Jackie está sensacional. Não tem melhor maneira de iniciar qualquer review desta série. Não que o primeiro ano tenha sido ruim – longe disso -, ocorre que os três primeiros episódios deste segundo ano foram deliciosos, de saborear cada cena, cada diálogo dos personagens.

Candyland está aí para comprovar. Começamos pelo Dr. Cooper: o lance dele com o Twitter e a rusga dele com Jackie deu uma nova vida ao personagem, que agora consegue ser muito mais interessante (aliás, quem quiser seguir o Dr. Coop, pode procurar por @DoctorCoop). Dra. O’Hara segue na mesma linha: seu charme e humor inglês a fazem ser destaque em qualquer cena que apareça. Jamais poderia deixar de mencionar também a ótima Gloria Akalitus que, de cabelos mais curtos, segue sendo a personagem mais cômica da série. E aqui é o ponto que faz de Nurse Jackie ser tão superior a maioria das séries: mesmo com o programa tendo o nome da protagonista, não raro conseguimos esquecer da trama central e nos apoiamos nos personagens secundários, de tão interessantes que eles são.

Ao final de Candyland, nos deparamos com o pior pesadelo que poderia acontecer para Jackie. A amizade de Kevin e Eddie soa como uma bomba-relógio que a enfermeira terá de desativar. Só resta imaginar ainda como ela irá fazer isso sem que ocorra uma explosão e, com isso, pessoas acabem saindo feridas. Ainda não sei qual é a real intenção de Eddie ao se aproximar da familia de Jackie – estaria ele desequilibrado emocionalmente ou quer apenas fazer um terrorismo com a enfermeira? Bom, temos a sorte de estarmos apenas no terceiro episódio e termos a certeza de que há pela frente uma boa quantidade de boas cenas e uma trama ágil e dinâmica para curtir. (Ivan Guevara)

United States of Tara - The Truth Hurts

United States of Tara: The Truth Hurts (2×03)
Exibição: 5/4/2010
MVP: Toni Colette

United States of Tara recorda um daqueles casos em que o sucesso acaba se sustentando mais pela fama criada ao redor da série do que efetivamente por histórias que procuram prender o espectador a cada episíodio. Tara e Toni Colette são sempre ótimas. Mas o enredo é estanque.

Aqui, a história central acontece, mais uma vez, com Buck e Pammy, a garçonete do bar frequentado por esta personalidade de Tara. Só que agora com uma diferença: Pammy está realmente apaixonada por Buck. Em um tentativa inconsequente, e, até certo ponto, pouco provável de ser feita pela protagonista, Tara se finge de Buck para descobrir a graça que existe em ficar com uma mulher.

O que ela descobre, ao contrário, é que Pammy estava disposta a levar o affair às últimas consequências. Max leva toda a família para patinar no gelo. Lá, Pammy toma o microfone da mão do locutor e, também inconseque e inocentemente, declara seu amor a Buck, na frente de todo o mundo.

Foi a melhor cena da temporada até agora. Mas ela não me comoveu, por assim dizer. Eu não vejo o enredo evoluir com o potencial que aparenta ter. A impressão que resta, hoje, é que USOT anda, quando muito, um passo para frente. As histórias que cercam a personagem principal são muito fracas, quando não irrelevantes. Em Truth Hurts, ao que parece, dói mais ver a maneira como a série tem sido levada até o momento. (Rafael Maia)

Accidentaly On Purpose: Face Off (1×16)
Data de Exibição: 7/4/2010
MVP: m/a

Quando a gente gosta muito de alguém a gente sempre torce por seu sucesso. E eu faço companhia ao Paulo Antubes quando o assunto é Jenna Elfman: adoro a atriz e fiquei tão feliz quando fiquei sabendo de sua nova comédia que estou aqui, 16 episódios depois, a maioria bem ruinzinha, insistindo em acreditar que pode melhorar.

O seriado teve uma longa pausa e, antes desta, seus últimos episódios não estavam tão ruins. Daí a esperança. Mas Accidentaly conseguiu voltar muito pior do que quando começou sua história.

Cientes de que Daves era o personagem que mais funcionava os roteiristas fazem uma história praticamente dele. Mas ela não funciona. Talvez porque eles resolveram tornar o seriado o que ele não é.

Uma pena, mas acho que minha esperança acabou. Nada de novo episódio para mim. (Simone Miletic)

Doctor Who - The Beast Bellow

Doctor Who: The Beast Bellow (5×02)
Data de Exibição: 10/4/2010
MVP: Karen Gillan

O segundo episódio desta nova temporada não foi bombástico como o primeiro, e tampouco tão bem recebido entre os fãs. Mas isso não quer dizer que o episódio não tenha sido bom. Eu particularmente gostei bastante e estou cada vez mais encantada com a dupla Eleventh e Amy Pond.

Talvez o maior problema de The Beast Bellow tenha sido bad timing. Eu imagino que tenha sido um episódio escrito com o propósito de mostrar a força de Amy, mas a forma como ela consegue fazer a ligação entre a Baleia Espacial e o Doutor cairia melhor em um episódio mais à frente, quando os dois já estivessem mais íntimos. Tudo bem que ela vem fantasiando com ele há 14 anos, mas fantasiar e conhecer são duas coisas bem diferentes. Por outro lado, talvez tenha sido exatamente este o motivo de Amy ser capaz de perceber que o Doutor e a Baleia eram iguais, enquanto ele mesmo não notou a ligação. Amy pode ter crescido, mas a visão que ela guarda do Doutor é a magia da sua infância (que inclusive ela viu refletida na forma como ele tratou a garota chorando).

Não vou mencionar os furos no roteiro que tem tirado o sono dos fãs, porque eles, embora muitos, são o menos importante. O que para mim importa, é que Amy salvou o dia e formou uma conexão real e especial com o Doutor. E a cena com os dois olhando as estrelas lembrou muitíssimo uma das minhas preferidas entre o Nono e Rose. (Mica)

Fringe: Olivia in the Lab with the Revolver (2×17)
Data de Exibição: 9/4/2010
MVP: John Noble

Uma das coisas que Fringe conseguiu desenvolver bem ao longo das duas temporadas foi a união dessa equipe esquisita que investiga crimes mais esquesitos ainda. Então por mais que as vezes eu pense que essa trama de contar ou não a verdade para Peter pareça um melodrama, tenho que concordar com o próprio Peter que eles se tornaram uma familia e quando há sentimentos envolvidos, é dificil em definir o que é certo ou errado.

Neste episódio Olivia lida com o fato de trabalhar pra Peter, aquele que ela mais confia, e não pode contar-lhe a verdade. Além dos dramas pessoais, vemos pessoas saudáveis morrendo sem mais nem menos de câncer, num caso que mais uma vez remete as experiências do passado de “Belly” e Walter.

Como não podemos deixar de falar do Walter quando falamos de Fringe, gostei da atitude dele no final reconhecendo todos os erros que fez no passado e tendo como missão de vida reparar um por um. E por erro eu quero dizer ter destruído dezenas (centenas ou milhares) de vida com a ilusão de está tentando fazer um bem maior. (Paulo Fiaes)

V - Pound of Flesh

V: Pound of Flesh (1×06)
Data de Exibição: 6/4/2010
MVP: Elizabeth Mitchell

Esse foi um dos episódios que eu mais gostei da série até agora. Admito, o fato de ter a presença do Nicholas Lea (que eu amo total e completamente) e da Lexa Doig (que precisa de um papel regular urgentemente) ajudou muito, mas mesmo que não tivesse os dois eu teria gostado.

A narrativa encontrou o ponto certo. Não tão agitado quanto no piloto, mas também não arrastado como foi no episódio passado. As coisas estão entrando nos eixos e a resistência está se organizando, embora eu seja da opinião de que, se era para terem tanto trabalho para colocar uma mensagem durante a transmissão da Anna, que fizessem uma mensagem decente e não apenas o John May Lives. Assim só alertou a resistência, mas não lhes deu qualquer ajuda real, além de não ter despertado qualquer tipo de dúvida entre os humanos, o que eu acho que é essencial para a resistência.

A série só precisa consertar duas coisas: uma são os efeitos especiais. Todas as cenas na nave parecem um grande jogo de computador. É estranho. A outra é a falta de tramas paralelas. Quero dizer, tudo converge para Anna e para a Quinta Coluna, e eu gostaria de ver algumas outras interações surgindo além da luta contra a invasão. (Mica)

Stargate Universe: Divided (1×12)
Data de Exibição: 9/4/2010
MVP: n/a

Os problemas do episódio anterior continuaram e pioraram um pouquinho. Para ajudar uma rebelião não vai nada mal.

Com a nave dividida entre civis e militares, fica complicada a sobrevivência com um lado pensando diferente do outro. E com as últimas atitudes do Cel. Young as coisas só pioraram.

Dr. Rush tem uma ótima cabeça e toda a parte envolvendo dividir a nave em duas e tirar todo o controle dos militares foi bem pensado. Uma luta contra a Ditadura Militar.

Ele não esperava que Eli fosse uma peça tão importante para ele. E durante uma batalha contra os alieníginas azuis, os militares recuperam a nave.

Os azuis não tinham só uma nave de rastreamento acoplada na Destiny, eles também inseriram um rastreador no peito de Rush. A cirurgia em meio a invasão foi feita por T.J. e Chloe, com uma pequena ajuda da Terra pela Dra. Brightman.

Chloe e Rush ainda deverão sofrer por conta da invasão de seus cérebros, visto que além do trauma, ainda acredito numa conexão neural entre eles e os aliens.

Fica complicada a situação na nave, ainda mais que Greer é totalmente instável. Sorte que Scott é mais racional. Agora é ver quem sairá ganhando na briga entre Camille e Young. (Dan Artimos)

Texto publicado originalmente no weblog Episódio Comentados.

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

25 Comments

  1. Vania M.

    Está certo que me afastei um pouco de Law and Order e suas franquias, mas assisti religiosamente durante muito tempo e por isso estou chocada com o fim desses personagens. Criminal Intent tem um ritmo próprio, peculiar com a dupla Goren e Eames e estou chocada com esse fim. Não é possível.

  2. Lara Lima

    Achei o episódio de The Good Wife espetacular!!!! Desde Alicia e Will naquele clima ao júri mudando de opinião a cada audiência. Maravilhosa essa série.

    Southland
    Eu assisti os dois primeiros episódios essa temporada, depois que anunciaram o cancelamento eu nem quis ver o restante pra não correr o risco de ver um final em aberto. Só de ler a review já fiquei frustrada. Uma pena porque como bem disse o Thiago, o roteiro, o elenco (com exceção na minha humilde opinião de Ben M.) e a direção fazia da série uma das melhores.

  3. Paullo kidmann

    espero q a prox coluna venha com a Review de Life unexpected q acaba hj…p mim a série melhorou bastante…hehehe

    Uso Tara realmente ta um pouco fraca nesse 3 epis só o Buck apareçeu, nada da T q diga-se de passagem é o melhor alter heheh

  4. Alexandre

    Elizabeth Mitchell ganhou dois MVP? Um, misteriosamente, por Stargate Universe? rs

    Resposta do Paulo: Erro de edição, erro de edição!

  5. Pedro Paulo

    Não tenho palavras para descrever a maravilha de episódio que foi esse de “Damages”.

    Uma perfeição de trama e desenvolvimento, mesmo não tocando no assunto Tom (ele quase nem apareceu), e os flashforwards.

    Destaque para a excelente atuação da Rose Byrne e do Ted Danson, que está realmente ótimo. Essa história do filme dele promete ainda…

  6. João da Silva

    O episódio de Doctor Who foi razoável. A melhor parte dele foi o final, em que o Winston Churchill apareceu, semana que vem devemos ter um episódio mais interessante que o segundo.

  7. francisco koller

    Meus sentimentos pela saída de D’onófrio e Erbe de LAOCI, são os mesmos que sentí quando do cancelamento de Terminator: Desapontamento e decepção. Os dois atores eram e são os corpos e as almas do seriado. O mesmo seguirá em frente, mas, não para mim.

  8. Mica

    The Good Wife: Eu amei o episódio. Nossa, fiquei com o coração na mão durante todo o episódio, sem saber se a garota era mesmo inocente ou não. Quase morri no final. Choque total (embora eu estivesse esperando por isso mesmo, quando aconteceu doeu demais).

    Stargate Universe: Não vou comentar demais senão depois não consigo escrever review (pois é, eu me canso de falar e não sai mais nada). Só direi que adorei o episódio (em especial o início), mas fiquei com tanta raiva, mas com tanta raiva, que quase abandonei no meio. Quem me conhece sabe que eu só pró-exército, mas esse povo da Destiny já ultrapassou todos os meus limites. MOTIM JÁ!!

    Doctor who: Teve algumas coisas que eu adorei e outras nem tanto. Não simpatizei com a Rainha e tampouco com a covardia da raça humana ao desejar esquecer ao invés de fazer algo para mudar. Mas gostei da cena em que o Doutor e Amy descobrem que estão na lingua de algum monstro, e depois quando o Doutor fica tão decepcionado com ela que diz que a levará de volta para a Terra. Mas doeu mesmo foi vê-lo dizendo que colocaria a Baleia em uma espécie de coma e depois procuraria outro nome para si, pois não seria mais o Doutor.
    Moffat pode fazer melhor do que fez nesse episódio. Mesmo assim eu gostei. (e engraçado que a Amy andou para lá e para cá de pijama e eu nem me dava mais conta disso).

  9. Flávia

    Gente, só de ler o nome do Nicholas Lea me deu uma saudade de Arquivo X…

  10. Bruno

    Stargate Universe: um episodio inteiro sem aparecer o portal que da nome a serie. Ta ruim o negocio :-(

  11. Paullo kidmann

    Concordo totalmente com a Review de The Good Wife…kd o peter?
    V: Gostei do Epi…mais não gostei de ver o cara lá sendo sacrificado, tipo já tem pouca gente e ainda sacrificar os poucos q tem…aff
    e concordo tbm q deveria ter mais trama paralela!
    agora vou baixa fringe.
    xoxo

  12. Mica

    Sinceramente? O Peter ficou de fora e eu não senti a menor falta. Pra falar a verdade, só lembrei da presença dele quando a Alicia foi falar ao telefone e saiu olhar se ele não estaria por perto ouvindo.
    (não estou dizendo que não me importo com a trama dele, eu me importo, e muito, mas não tenho aquela ânsia de vê-la se desenvolvendo todo santo episódio0.

  13. Thiago Sampaio

    Criminal Minds
    Não assisto essa série (procedural nenhum, é verdade), mas pela participação de Forest Whitaker, acabei lendo o texto da Thais… e sério que ele fará um spin-off de CM? Massa!

    The Good Wife
    Legal que citou 12 Homens e Uma Sentença, Lucas. Assisti esse filme vários anos atrás e acabei colocando-o em meu top 10 de melhores filmes ever… e logo na primeira cena, vi que a premissa seria a mesma. Ou quase, pois, óbvio, vimos o julgamento e o andamento do caso… Ainda assim, excelente episódio. Quem diria que a mudança de produçaõ melhoraria a série, que passou a depender menos do brilho de Margulies como a Boa Esposa e deu espaço pra todos do elenco terem destaque. Agora, que o final foi de dar um aperto no peito, foi sim. Adorei isso. E Peter Who? (Mr. Big é creditado como participação especial em TGW. Sempre imaginei o momento em que ele deixasse de aparecer nos epis por um tempo).

    Southland
    Tesla was robed? Southland was robed! Sacanagem com a produção, que merecia mais sorte e tempo para pelo menos delinear o fim dos arcos de seus personagens. Vai fazer falta.

    Damages
    Tive que me conter pra não xingar no texto sobre o episódio, porque… convenhamos, esse final de temporada/série tá muito foda!

    V
    Foram seis episódios. Só não gostei do quinto. De resto, tudo indo muito bem, inclusive com esse. Mas concordo muito com suas crítica, Mica. Nas cenas em que andam pela nave, penso logo em realidades virtuais… ou no excelente design da Galactica. Poxa, investissem num cenário decente ou então redesenhem essas naves! O espaço das salas está grande demais. Muito tosco. Quanto a falta de tramas paralelas, pois é… Não havia pensado nisso, mas se a série não quer chegar ao momento em que se verá forçada a “enrolar”, é bom logo começar a pensar em histórias alternativas.

    Supernatural
    Pena nessa semana não ter tido SN, mas… damn!

  14. Leonardo Toma

    Simone, algumas observações que eu tive assistindo o último episódio de Goren e Eames:

    O fato de Alex ter dado a notícia ao seu parceiro é justamento o motivo dela ter aceitado o cargo. Ela preferia ser ela quem desse a notícia ao amigo do que deixar um capitão qualquer ou deixar Bobby cair num mar de julgamentos, processos e burocracia que ele só iria sair prejudicado.

    A reação inexplicável de Bobby no tribunal E o fato dele apoiar os feds na soltura do colega muçulmano lá TALVEZ tenha relação com uma possível ligação de Goren com o FBI. Talvez um cargo permanente na organização, talvez somente para continuar o trabalho iniciado por Danny. Talvez seja por isso que ele tenha aceitado a demissão tão passivamente. Talvez por saber que ele já tem um emprego garantido. E talvez toda aquela cena no tribunal tenha acontecido justamente para ele ser despedido. Tudo isso é suposição, tirada principalmente dos diálogos da cena em que Goren é “sequestrado” pelos feds.

    Mas concordo com todos que o episódio poderia ter sido melhor escrito. Poderia ser um final mais claro e não tão cheio de “talvez”. Resta saber se Nichols/Stevens conseguirão manter um público que foi tão fiel e tão devoto à série principalmente pelos dois protagonistas que partiram.

  15. Amanda Darling

    Goren e Eames a melhor dupla de detetives da tv, e da franquia Law & Order se despediram da série.
    Os dois vão fazer muita falta na telinha, pelo menos pra mim

  16. João da Silva

    Doctor Who:

    No final do episódio vimos mais uma rachadura, desta vez no casco da nave Starship UK.

  17. Caroline®

    TGW: típico episódio bom, daqueles que te deixa ansioso e grudado na cadeira pra saber como vai acabar.
    Melhor cena do episódio:
    “Vc é da polícia?
    Não.
    E não está com a polícia do campus?
    Não.
    Quem é vc?
    Kalinda.”

  18. Fernando dos Santos

    Criminal Minds-Eu vi que a audiência desse backdoor pilot foi boa, então as chances de ganhar spin-off me parecem boas.

  19. Tati Leite

    The Good Wife: Eu simplesmente amo a Kalinda. E o final do episódio foi de chorar. Gostei da coragem de fugirem do óbvio final feliz.

    Law & Order – Criminal Intent: Não sei o que será da vida sem o Goren e Eames adoro os 2. Vou continuar acompanhando a série, isso é certo.

    Damages: o final do episódio foi maravilhoso. Eu já desconfiava que na verdade a menina vc neta do Tobin mas não esperava a virada final.

    Nurse Jackie: Muito medo do Eddie. Muito medo!

    Fringe: alguém mais percebeu que a primeira vítima é a Diane Kruegger, de Bastardos Inglórios, aka namorada do Joshua Jackson?! Quanto a decisão de contar a verdade para o Peter acho que é uma boa oportunidade para uma grande virada na personagem. Ao mesmo tempo fico com medo que estrague ‘a família’.

  20. David

    A CBS vai produzir talvez outro spinoff, agora de Criminal Minds?
    Daqui a pouco só vai restar isso na programação, só spinoffs das series e suas originais…

  21. Rafa Bauer

    Eu acho que V começou muito bem nos 4 episódios, e depois do hiato voltou bem capenga.

    Também me incomodam as cenas nas naves. Toscas.

    Faltam, sim tramas paralelas. Não dá pra manter a expectativa do público, o tempo todo, no combate à Anna e na organização da resistência. Ou eles ampliam a mitologia, ou a série morre logo.

    Além disso, eu acho que as soluções dramáticas para os problemas dos personagens estão bem infantis. E os diálogos bobos.

    Não sei não, mas eu, que levava muita fé na série, já a estou perdendo. Os 4 primeiros episódios foram feitos tomando por base a minissérie original e o hiato foi feito para se afastarem dela, e seguirem rumos próprios. Acontece que esses rumos não estão sendo muito bons… Vamos ver se a série recupera o fôlego inicial.

    Em tempo: que a Morena Baccarin, intérprete da Anna, é brasileira, todos sabem. Agora ontem li que o pai dela, Fernando Baccarin, é editor do programa do Wagner Montes da Record… nunca imaginaria… hehe

  22. Izadora

    Vou sentir muitas saudades de Goren e Eames, q, em minha opinião, formavam uma das melhores duplas de investigadores da franquia Lei e Ordem.

  23. Paullo kidmann

    fringe, gostei do epi, e concordo a review…
    ah achei poodre não colocare o nome da Diane Kruger nos créditos…foi paia.
    xoxo

  24. Carolina Freire

    Estou gostando banstante de V, e torcendo p/ q ela seja renovado.

    Sobre Criminal Minds achei q o caso foi pouco aproveitado e que foi um episódio apenas rasoável.

    Não terá review do episódio 100 de Bones? Gostei tanto dele e poucas séries chegam ao centésimo episódio.

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