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Spoilers

Lá Fora: as estreias de Human Target e The Deep End e a volta de The Vampire Diaries e Supernatural

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Human Target - Piloto

Pra muita gente, agora sim é que o ano começou. Entre os dias 17 e 23 de janeiro tivemos uma semana movimentada, com séries voltando do hiato e várias estreias. E esta edição da Lá Fora reflete bem o que aconteceu por estes dias.

A coluna traz as premieres de Human Target e The Deep End (Life Unexpected teve review independente, que você lê aqui, bem como 24 Horas, que você lê aqui).

Quem retornou com novos episódios foram as séries de ação do canal USA White Collar e Burn Notice e os dramas paranormais da CW The Vampire Diaries e Supernatural.

Mas a coluna tem ainda mais: resenhas de One Tree Hill, Grey’s Anatomy, Being Human, Desperate Housewives, Ugly Betty, The Big Bang Theory, How I Met Your Mother e Modern Family. Confira a seguir!

Human Target: Piloto (1×01)
Data de Exibição: 15/1/2010
MVP: Jackie Earle Haley e Mark Valley

Human Target é uma série que sofreu comigo o mesmo problema de Life Unexpected. Anunciada com muita antecedência, entre os trailers e sneak peaks que a emissora tem que ficar liberando para o buzz não esfriar, parece que eu já vi o episódio inteiro à altura em que finalmente me vejo na frente dele.

Eu me sentei para ver Human Target preparada para a chuva de previsibilidade. E me sentei preparada para procurar os elementos além desse pequeno problema. Porque uma vez que eu encontre esse elemento que me parece ter potencial, eu me prendo a série e ela passa a ter uma chance comigo. Às vezes é algo em sutil. Mas esse não é o caso de Human Target.

Ficou logo claro quais seriam os meus três motivos para dar uma chance a série: Jackie Earle Haley, Mark Valley e os diálogos disparados por Haley e Valley. Não importa que eu soubesse exatamente como ia acabar o caso de Stephanie Dobbs, ou que tenha deduzido desde o minuto um que o candidato a assassino da vez era o marido, Chance e Guerrero me fizeram não querer um segundo da narrativa.

E eu me diverti. Porque é isso que Human Target te oferece, diversão descontraída, e duvido que vá se tornar muito mais do que isso. E francamente, não acho que a série lucraria se tornando muito mais profunda, quando sua identidade já está tão atrelada a constante ação e ao tom cômico de seus diálogos.

Eu é que não pretendo pular desse trem ainda. (Thais Afonso)

White Collar - Hard Sell

White Collar: Hard Sell (1×08)
Exibição: 19/01/2010
MVP: Matt Bomer

Eu já estava perdendo as unhas de curiosidade sobre Peter estar com Kate. Nada batia. Ele sempre preocupado com Neal, o envolvimento da mulher dele com Neal, enfim, eu repassei na minha mente várias vezes o que servia de motivo para Peter trair o amigo e qual seria a expectativa de vida, digamos assim, da série se isso se concretizasse e nada batia.

Bom, Neal se infiltrou em uma companhia de corretores de Wall Street e sua desconfiança quase coloca tudo a perder. Mas como ele nunca chegou a acreditar realmente que Peter fosse capaz, bastou uma conversa pra esclarecer o mal entendido. Fowler quer uma caixinha de música (que Neal não tem) e Kate, ao que parece, joga no time dele. Guest what! Isso fica melhor a cada episódio. (Lara Lima)

Burn Notice: Long Way Back (3×10)
Data de Exibição: 21/1/2010
MVP: Jeffrey Donovan e Sharon Gless

Finalmente janeiro chegou e Michael Westen está de volta. E a vida dele, como sempre, só complica. Fiona, apesar de ter sido salva por ele e Sam, está irritada pelo fato que os planos de voltar para a Irlanda foram atrapalhados. Com isso, já que está impossibilitada de (re)assumir suas atividades ‘obriga’ a Westen trabalhar em seu lugar.

Michael por sua vez tenta descobrir quem, aparentemente, o quer morto. Digo aparentemente porque oportunidades não faltaram nesse episódio. Então é um pouco óbvio que o assassino misterioso queira algo mais de Westen nem que seja para matá-lo depois.

No entanto, o que fez a diferença nesse episódio mais uma vez foi a relação de Michael com a sua mãe. Ao pedir a ajuda dela acaba a colocando em uma situação deveras delicada. Tudo porque ela acaba amiga da pessoa a quem ela precisa enganar e quando Michael avisa que ela precisa fazer chantagem a amiga acaba obrigando Madeline a cumprir um papel para o qual ela não está preparada. A cena dos dois no final do episódio, quando ela confronta o filho, foi emocionante. Sharon Gless deu um show demonstrando o seu sofrimento. E foi interessante ela dizer quem é que deu a Michael o direito de decidir que para ajudar alguém você precisa prejudicar outra pessoa. E Westen deixou mais uma vez seu lado frágil aparecer. (Tati Leite)

The Deep End - Piloto

The Deep End: Piloto (1×01)
Exibição: 21/1/2010
MVP: nope

Vamos encarar uma dura realidade: é cada vez mais difícil para os canais convencerem o público a experimentar novos programas e, mais ainda, se tornar fiel a estes. Junte-se a isso os altos custos de produção e você acaba com vários programas de realidade e franquias de programas de sucesso – como Law & Order, CSI e NCIS.

Outra maneira de tornar a aposta menos arriscada é lançar um programa novo livremente “inspirado” em um que esteja entre os queridinhos do público – como FlashForward está para Lost. The Deep End bebe desta fonte: a impressão que temos é que roteiristas e produtores se juntaram e resolveram fazer um Grey’s Anatomy em um escritório de advogados.

Saem os residentes e entram os associados juniores. Saem a Nazy e o Chefe distante e entra a sócia justa e o sócio tirânico – e como levar a sério um seriado que tenha Billy Zane como um dos protagonistas? E ainda como vilão! – coloque um e outro tendo caso, um bonzinho, um mulherengo, a loira boazinha, a menina inteligente, o rapaz que é “o rapaz” e que se torna o inimigo número um do sócio mauzinho.

O problema é que não basta pegar uma boa receita e sair fazendo com o que estiver a sua mão: precisamos de ingredientes de qualidade, precisamos respeitar tempos e maneiras. E é preciso um excelente roteiro para perdoarmos a falta de originalidade.

Um conselho? Deixe esta para lá e experimente alguma outra coisa ou, ainda, reveja o original. (Simone Miletic)

Grey's Anatomy - I Like You So Much Better When You're Naked

Grey’s Anatomy: I Like You So Much Better When You’re Naked (6×12)
Exibição: 21/1/2010
MVP: não houve

Entre paixão e profissão, o que você escolheria? É este o embate que guia este episódio de Grey’s Anatomy. É uma discussão honesta e real, bem ao gosto da série, mas o que deixamos passar é que, às vezes, a paixão e a profissão são a mesma coisa.

Aqui, temos a volta de Izzie Stevens à produção justamente quando não há mais espaço para ela, tanto dentro do Seattle Grace como na vida de Alex Karev, que escolheu sua profissão. Sem chances para segundas oportunidades, aguentando as consequências de suas decisões, Izzie, que escolhe a paixão, se vê perdida em Seattle e nós, espectadores, a sentimos cada vez mais distante da série.

Do outro lado da história, o ciclo de Dr. Webber também parece ter chegado ao fim. O Chief optou pela paixão ao vício em detrimento de seu trabalho, enquanto Bailey, por exemplo, é uma fiel amante de sua profissão. A ótima Christina Yang, apesar da obviedade, se vê às voltas sobre o que escolher, mas são Derek e Meredith os únicos que parecem entender que, sim, paixão e profissão não são assuntos excludentes.

Eu gosto de Grey’s porque ele pega os clichês da vida de todos nós e joga pra dentro de uma série de TV e transforma um produto técnico em um material encharcado de emoção e de verdade que, na pior das hipóteses, nos faz pensar sobre nós mesmos e como conduzimos nossa própria vida. (Rafael Maia)

One Tree Hill: Weeks Go by Like Days (7×13)
Exibição: 18/1/2010
MVP: Sophia Bush e Austin Nichols

Vou sentir falta de One Tree Hill. Nela a tragédia é atrativa, até mesmo romântica porque de alguma forma você sabe que vai dar tudo certo no final e que o amor e o perdão são remédio pra qualquer coisa. Mas acho que está na hora de me preocupar com Brooke e Julian; já não sei se o amor deles superará as brigas, Alex, Alexander, a distância, os traumas dela, etc etc etc. É muita coisa. Antes eu achava que ela era todo o problema e que se ela se esforçasse em confiar podia finalmente ter a família que tanto quer. Mas hoje acho que Brooke Davis sempre teve que lutar o dobro por quem ama, é sempre ela quem tem de se esforçar mais e chega uma hora que você se pergunta se merece esse carma e se algum dia vai ter fim.

Weeks Go By Like Days ainda teve a turnê de Haley, aquela que esperamos ver a tanto tempo; e Quinn recebendo o ex-marido como cunhado. Mark Swchann sempre teve esse defeito. Tanto homem no mundo e Taylor está namorando David? Que mundinho pequeno One Tree Hill, hein?

E posso dizer uma coisa? Que saudade de Lucas e Peyton! (Lara Lima)

The Vampire Diaries - Bloodlines

The Vampire Diaries: Bloodlines (1×11)
Data de Exibição: 21/1/2010
MVP: Ian Somerhalder

Esse episódio de The Vampire Diaries foi o típico filler depois de algo realmente interessante acontecer, como um cliffhanger, e como sempre, não houve nenhum tipo de solução para o que foi deixado para trás. Mas nem tudo foi perdido, apesar da falta de resoluções, esse episódio trouxe um pouco de desenvolvimento entre personagens.

Todas as outras histórias: Stefan com Boonie e Jeremy com a nova menina, foram apenas um pano de fundo para o começo real de algum envolvimento entre Elena e Damon, que apesar de tudo demonstra que todo vestígio de sentimento que existe dentro dele, vive por Katherine, e nesse caso, por Elena.

E por fim, era realmente necessário o drama da adoção? Tudo bem que explica a diferença nos sobrenomes e tal, mas não poderiam ter deixado isso mais para frente, ou pelo menos inventarem uma desculpa menos preguiçosa?

Obs.: Sinceramente espero que não tenham chamado Mia Kirshner apenas por aqueles minutos insignificantes, que só foram interessantes para outros atores e personagens e não para ela. (Lucas Bonini)

Supernatural: Sam, Interrupted (5×11)
Data de Exibição: 21/1/2010
MVP: Jensen Ackles

Pois é, Supernatural voltou do hiato com um episódio filler. Isso é ruim? Não, principalmente porque não sou dessas que acham que a temporada inteira tem que revolver em torno da mitologia principal, mas poderiam ter trabalhado melhor o episódio.

Os irmãos Winchester arrumam um jeitinho de se internarem em um hospital psiquiátrico (eis o motivo do título do episódio, trocadilho com o filme que deu o Oscar a Angelina Jolie) depois de receberem notícias de um antigo caçador que está internado no local. Mortes estanhas vem acontecendo e rumores de um monstro assassino andam circulando entre os pacientes (o que não é muito estranho, dado o tipo de paciente por ali, mas uma vez caçador, sempre caçador, e a intuição é muito importante no ramo).

A história em si foi bem legal. Os irmãos contando a verdade sobre quem são e todo o drama do apocalipse para o psiquiatra rendeu internação na certa. E é claro que Dean e Sam fingindo-se de pacientes foram motivos de diversão para os fãs (hilária a cena que Dean abaixa as calças e grita ‘pudim’, ou que Sam diz amar o irmão e faz um ‘bup’ no nariz de Dean), mas o problema foi a tentativa de fazer análise mais uma vez nos sentimentos dos dois. Foi tudo muito óbvio e não levou a lugar algum.

Sinceramente? Eu preferia que o tal Espectro tivesse mexido com a cabeça dos dois e não levado a nenhuma reflexão fajuta. Pelo menos seria um filler respeitável e sem maiores pretensões, o que no frigir dos ovos daria mais resultado. (Mica)

Being Human - Episódio 2x02

Being Human: Episódio 02 (2×02)
Data de Exibição: 17/1/2010
MVP: n/a

A exemplo da estreia da temporada, o início do episódio foi meio morno, apenas estabelecendo as bases para o que viria a seguir. E o que veio me tirou o fôlego. Being Human quando engata a marcha não para mais de acelerar.

Carl, um amigo de Mitchell de longa data (e que não bebia sangue há 20 anos) acaba caindo em tentação e mata o namorado. Mitchell resolve ajudá-lo, embora George não apóie a decisão do vampiro. Mas sinceramente? Para mim toda a irritação de George e Nina foi descomedida, principalmente porque a pessoa que mais está sofrendo nessa história é o próprio Carl (e ele é um vampiro! Espera-se que haja como um!).

Por outro lado, tem Annie. A personagem começou a temporada completamente descaracterizada e me irritando profundamente. Mas desde o momento que Saul forçou a barra, ela voltou a ser a velha Annie de sempre. Agora, o interessante mesmo foi saber que a Morte (acho eu que é ela) está atrás da nossa fantasminha e que todo o desconforto e medo que está sentindo, levou Annie a ficar invisível mais uma vez.

Entretanto, o que me preocupa no momento é Lloyd ter aberto o bico e contado que Nina virou lobisomem. A Censsa já se aproximou da enfermeira. Será que ela sobrevive à experiência? E só por curiosidade, quais as probabilidades da médica do peixe dourado não ser um dos ‘mocinhos’? (Mica)

Desperate Housewives - How About a Friendly Shrink?

Desperate Housewives: How About a Friendly Shrink? (6×13)
Exibição: 17/1/2010
MVP: Felicity Huffman

A maioria das séries possui uma trama principal em cada temporada. Desperate Housewives não foge da regra, muito pelo contrário, ela é alimentada e abastecida anualmente por novos mistérios, que servem de esqueleto para cada novo período do programa.

Ocorre que, quando temos sorte de encontrarmos bons roteiristas e produtores, os episódios nos quais a trama não avança não se tornam vazios. E é exatamente isso o que acontece em How About a Friendly Shrink?, o 13º episódio da temporada. Não ficamos sabendo absolutamente nada sobre o passado de Angie e sua família, sequer Julie, que sofreu um ataque episódios atrás, apareceu. Em compensação, fã que é fã, mais uma vez foi presenteado por cenas emocionantes da reunião das seis donas-de-casa.

Dana Delany, a Katherine, finalmente teve cenas de destaque e, surpreendentemente, roubou as cenas finais desse bacana episódio. Marc Cherry, que errou feio a mão na temporada passada, tá acertando muito nessa, tornando Desperate um dos programas pelos quais se pode ficar ansioso a cada semana. (Ivan Guevara)

Ugly Betty: Blackout! (4×12)
Data de Exibição: 20/1/2010
MVP: America Ferrera

Desde Platão, na Grécia Antiga, a luz tem um valor simbólico inestimável. É ela a responsável por ‘esclarecer’ as ideias, guiando o raciocínio com clareza, ponderação e justiça. Em Blackout!, 12º episódio da temporada de Ugly Betty, foi-nos mostrado que a escuridão, às vezes, nem sempre significa confusão, trevas e cegueira. Ela pode, ao contrário, ter um efeito surpreendente em nossas vidas.

Aqui, temos algumas situações-chave. Betty volta ao seu apartamento em Manhattan e se percebe, no meio de uma vida adulta, solitária. Justin está preocupado com sua audição teatral. Hilda está entre o novo namorado dedicado e o pai, Ignacio, que insiste em dizer à filha que seu amante não a fará feliz. Wilhelmina se encontra em apuros por não ter mais assistente e Marc, como há algum tempo, tenta uma chance de crescer dentro da Mode.

Em um cenário improvável a pensamentos positivos, e, mais uma vez, com America Ferrera estrelando o episódio com maestria, um blecaute atinge Nova York e, como num passe de mágica, o mundo acerta seu passo e o final é o mais feliz possível, queira isso significar algo bom ou ruim. (Rafael Maia)

The Big Bang Theory - The Bozeman Reaction

The Big Bang Theory: The Bozeman Reaction (3×13)
Data de Exibição: 18/1/2010
MVP: Jim Parsons

Depois de episódios equilibrados temos um episódio de Sheldon. E que episódio: não sei se gostei mais de Shedon explicando ao policial o que havia sido roubado (“como ele se atreve a ser tão genérico com videogame?”), se foi quando ele engatinha pelo parapeito do prédio morrendo de medo de um novo assalto (“eu sou mestre da minha bexiga!”, “eu não sou mais mestre da minha bexiga!”) ou quando ele está escolhendo a nova cidade em que irá morar – e risca todo o estado de Nebrasca só porque Penny veio de lá.

É engraçado pensar que, por mais conhecedor de “coisas” que Sheldon seja, ele, em verdade, é apenas um menino grande, que pode ser enganado em uma rodoviária de cidade pequena.

Confesso que, mesmo sendo um ótimo episódio desta temporada, ando sentindo falta da temporada anterior. Parece que o riso saia mais fácil. (Simone Miletic)

How I Met Your Mother: Jenkins (5×13)
Data de Exibição: 18/1/2010
MVP: Jason Segel

Jenkins serviu mais para explicar como funciona a dinâmica do relacionamento entre Lily e Marshall, que apesar de toda a caricatura, é o tipo de relacionamento que realmente funciona e mantém os dois felizes por um tempo indeterminado, o que funciona muito melhor do que ter um prazo de validade.

Amanda Peet decepcionou um pouco, talvez a culpa não seja totalmente dela, visto que sua personagem servia mais como plano de fundo para a história, do que algo realmente essencial e no fim nem precisaria ser Peet ali, poderia ser qualquer atriz.

Por fim, achei interessante a história envolvendo o tique de Robin, porém isso só me fez pensar: será que inventaram isso para a personagem, ou seria um tique de Cobie Smulders, a atriz? (Lucas Bonini)

Modern Family - Fifteen Percent

Modern Family: Fifteen Percent (1×13)
Exibição: 20/1/2010
MVP: n/a

Phil:

Se as pessoas mudam? Diria que sim.

Claire:

Percebe que está provando o oposto do que disse?

Sem demagogia, Modern Family trabalha com verdades por meio de uma abordagem cômica que vem funcionando perfeitamente. Ainda que ansiemos pelo amadurecimento dos personagens, fazer isso prematuramente seria um erro na série. A intenção aqui foi única: revelar os defeitos que cada um possui e possíveis soluções que possam contribuir na mudança do indivíduo.

Felizmente continuaremos a ver um Jay lidando mal com seu “gaydar” e da mesma forma veremos Glória tentando ser solícita e prestativa a todo tempo ao mesmo tempo em que tenta proteger Manny de seus absurdos ideais e comportamentos.

Mas se para alguns essas mudanças são positivas, para outros nem tanto. São raras as vezes, mas vermos Phill sendo melhor valorizado que Claire são momentos para se extasiar de tanta diversão.

Questionamentos antes vistos como filosofia, tornam-se material rico nas mãos dos roteiristas semana após semana. E nós expectadores, agradecemos imensamente (mesmo que nossa comédia favorita não tenha conquistado o Globo de Ouro). (Henry Akashi)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

18 Comments

  1. Mariana

    Supernatural a cada temporada ficou melhor, mas me dói que a série ganhe uma 6ªT. Se o criador disse que só tinha hist pra 5 temporadas, deveriam ser 5 temporadas. To morrendo de medo de Supernatural virar uma smallville da vida

  2. Abelardo

    Melhor texto q já li de Grey´s Anatomy.. enxuto e direto.. parabéns ae Raffa..

    E sentí tbm a Izzie cada vez mais distante da série.. sei lá.. parece q ja tao preparando a despedida dela. Acho q dessa temporada, nao passa.. K. Heigl deixará o Seattle Grace de vez! Uma pena pra uma personagem q já dominou a série!

    Mas é isso.. mto bom o review de Greys.

  3. Thiago Sampaio

    Poxa, tem tanta série na coluna… ainda assim sempre fica uma de fora =T

    Supernatural Pois é, Mica. Não aguento mais Sam resmungando ao final de cada episódio e expondo seus sentimentos. E olha que comecei a ver a série em Dezembro. Isso sem contar que o Jared é bem fraquinho… Enfim, episódio esquisito, parece que pularam um inédito, sei lá. Cadê a Morte ‘em pessoa’? Mesmo assim, apesar dos pesares, bom episódio…

    Pudim!

    The Big Bang Theory Meu Deus… Eu sou nerd… A cada nome da lista do Sheldon, principalmente a de jogos, eu tinha um frio na barriga. Principalmente os jogos da Nintendo, como Zelda, Mario… Meu Deus… Eu sou um nerd nintendista. Ehr… Foi um bom episódio, mas foi Sheldon demais (se continuar assim estraga) e vc tá certa num ponto, Simone: a série não está tão bem quanto já foi ou parece ser.

    Modern Family Adoro essa série. Não tá tão boa quanto em seu início, mas estão fazendo comédia com o simples. Gosto muito disso. Ed O’Neill está perfeito (não consigo ver Al Bundy), dou risada só de ouvir a Gloria, a família do Phill é ótima… Podia mesmo ter levado o GG

  4. Fernando dos Santos

    Human Target-Eu também acho que o objetivo dessa série é apenas oferecer diversão leve e descompromissada, assim como também ocorre com Chuck e ocorria com Fastlane, séries de ação que também tem McG na produção.

    Supernatural-Eu gosto muito dessa série mas também acho que já está ficando chato esse negócio dos irmãos ficarem falando sobre velhos rancores e ressentimentos todo final de episódio.Nestes momentos a série resvala no melodrama.Espero que os realizadores corrijam esses problema.

  5. Tati Siqueira

    Burn Notice voltou bem, amei a cena final, tão emocionante, Michael prova que não é tão durão assim;

  6. Fernando dos Santos

    Grey’s Anatomy/Private Practice-Inacreditável!!!Eles conseguiram passar uma semana inteira sem fazer crossover.Alguém me belisque, eu devo estar sonhando.

  7. Raruiz

    Human Target
    Ainda não sei o que sentir pela série. Falar que não me diverti com o piloto estaria mentindo.
    Vou assistindo sempre que sobrar tempo para ver até onde vai.

    The Big Bang Theory
    Eu também sou um nerd nintendista!!
    A cada jogo do Sheldon eu morria de agonia do outro lado.
    Estou gostando bastante desta temporada. Talvez, porque quando se trata de TBBT eu sou um fã cego e não consigo ver os defeitos.

    Modern Family
    Será que é só eu que morro de rir com o Cameron? Só dele aparecer na tela e já começo a rir.
    Tenho gostado bastante e esperado ansioso por cada novo episódio.
    O Manny e o Phil me matam de rir também.

    How I Met Your Mother
    O que aconteceu com a Amanda Peet foi o mesmo com a Rachel Bilson. Utilizaram duas boas atrizes para servir de pano de fundo para uma história.
    Apesar de gostar bastante da série, estou começando a ficar cansado. Acho que eles deveria fazer igual LOST. Definir um final para série e trilhar para o fim e nos apresentar finalmente a “mãe”.
    E não acho que é um tique da Colbie. =D

    Faltou Legend Of The Seeker e The Mentalist =D
    Será que só eu acompanho The Mentalist assiduamente? =\

  8. Pedro Paulo

    é triste ver que a Izzie não tem mais utilidade em Seattle… realmente, vendo o episódio pensei em várias alternativas que Shonda poderia ter para colocá-la de volta, mas realmente, depois da última temporada, não faz mais sentido. Uma pena. Ficou claro que ela estava sobrando no episódio. Mas a cena final dela e do Karev foi muito emocionante.

    Fernando, tentei achar graça na sua piada e não encontrei. Detesto que falem mal de PP, que está em sua melhor temporada e mais ORGANIZADA que GA, que está com excesso de personagens.

  9. Fernando dos Santos

    Pedro Paulo, eu não estava criticando Private.A minha crítica é direcionada acima de tudo para a ABC que fica fazendo incontáveis crossovers entre seus dramas médicos.O crossover na minha opinião é um recurso que só deve ser usado para marcar ocasiões especiais.A rede ABC está banalizando esse recurso ao fazer tantos cruzamentos em espaço de tempo relativamente curto.
    Eu até nem tenho nada contra PP pois segundo ouvi dizer é uma série que tem abordagem mais leve, contrastando com o melodrama rasgado de Grey’s(essa sim eu detesto).

  10. Silvia_05

    Não gosto de filmes de vampiros. Mas com todo o mundo elogiando True Blood, “tentei” assistir e não deu. Tá, o problema sou eu.

    Aí, resolvi dar uma chance prá Being Human, e qual não foi a minha surpresa. Com todos os “defeitinhos” que a série tem, ela simplesmente me pegou de vez. Tô adorando.

    Então, não tem nada que um bom roteiro não resolva. Ainda darei nova chance prá True Blood, mas no momento prefiro Mitchel, George e Annie.

    Quanto à Modern Family, tô amando Gloria, que é exagerada no seu jeito de ser, mas é a mais centrada de todos. E o Cameron, que fica um amor com a Lily no colo. Manny rules!

  11. Chelsea

    Grey’s Anatomy: A Izzie já devia ter ido embora. Sério, eu nem tava sentindo falta dela, assim como nao sinto saudade do George. Quanto ao Chief, sempre foi um mala sem alça, deveria ter ido faz tempo. Mas quem roubou a cena foi o Owen, com aquele único quadro, mostrando que o Kevin e a Sandra fazem uma dupla formidável. Quanto à Meredith, achei terrível ela ficar apelando pro casamento via post-it o tempo todo. Coisa mais infantil (concordo com a Callie, eles param de amadurecer com 17 anos de idade).

    The Big Bang Theory: Que bom que nao sou apenas eu que sente falta da segunda temporada. Eu ri do Sheldon falando dos jogos (conhecia todos, e nem por isso me desesperei, além do meu irmao ter entendido o desespero do nerd master), mas eles estao se aproveitando muito do Sheldon e os outros estao virando resto. E isso pode ficar cansativo logo (e olha que a série tá na terceira temporada).

    The Office: Ninguém falou, mas teve um dos melhores episódios da temporada. A ideia do Toby ser o “central” e mostrar os melhores momentos da empresa, foi fantástica.

    PS.: Pedro Paulo, eu entendi o que o Fernando disse, e vou falar também pq eu concordo com ele: Essa mania do Crossover GA X PP tá enchendo. Um Crossover é uma coisa que deveria acontecer pouquíssimas vezes em uma série de tv (CSI, Bones e NCIS usaram bem esse recurso, optando como uma espécie de piloto, nos casos do CSI e NCIS, ou de uma participacao especial, como em Bones-Family Guy). O problema é o excesso: Essa temporada, tivemos 12 episódios, e 2 Crossovers (média de 1 a cada 6 episódios), e isso realmente cansa. Tá na cara que a ABC pede esses Crossovers pra aumentar a audiencia de PP.

  12. Silvia_05

    Comecei a ver Better off Ted e tô achando hilário.
    Não vejo ninguém falar dessa série.

    Acreditem, mas no último episódio de NCIS, Dinozzo aconselha Ziva a assistir. Eu fui conferir. Muito engraçado. Recomendo.

  13. Pedro Paulo

    PP não tá lá essas coisas em audiência porque Greys também (assim como DH. Lost) teve uma queda brusca de audiência, assim como CSI. Olhando pelo lado audiência, realmente tá enchendo esses 300 crossovers. Admito que me assustei quando fui ver a promo da volta de PP no YouTube e vi que ia ser um crossover, pois não tinha conhecimento antes.

  14. Paullo kidmann

    pena msmo Modern Family não ter ganho o globo de ouro. Episódio perfeito como sempre néh…adoorei!
    The Vampire Diaries: esperei mais do epísodio, pois do geito q o outro acabou neh, mais acabei gostanto do episódio só não gostei msmo da participação da Mia, quando a vi fiquei muito feliz pensei: noosa q legal, ai vem o Damon e mata ela…aff odeio ele!
    Human target, a série é boa, gostei mais ainda acho q falta algo…
    xoxo

  15. Pingback: Tweets that mention Lá Fora: as estreias de Human Target e The Deep End e a volta de The Vampire Diaries e Supernatural » TeleSéries -- Topsy.com

  16. Claudemir A. Z.

    Assisti e não gostei de “Human Target” e “The Deep End”; pra mim não funcionam nem como diversão… tudo muito mais do mesmo, e piorado. Já “THE BIG BANG THEORY”, “HOW I MET YOUR MOTHER”, “MODERN FAMILY”, “WHITE COLLAR” e o esquecido “THE OFFICE”, num episódio magistral, foram os destaques desta semana: inigualáveis, perfeitos. Estes, sim, fazem por merecer.

  17. Fernando dos Santos

    Pedro Paulo, analisando os índices de audiência dos crossovers Grey’s/Private eu tenho a impressão que esses cruzamentos nem ajudam tanto assim nos números de PP.O acréscimo de audiência que Private obtém com esses crossovers com Grey’s me parecem pequenos demais para justificar tantos encontros entre as duas séries.
    Então eu acho que a ABC deveria adotar outras estratégias para melhorar os índices de Private e parar com essa enxurrada de crossovers, pois eles não me parecem estar surtindo o efeito desejado nos números de audiência.

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