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Spoilers

Lá Fora: a estreia de Happy Town e outras 11 séries

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Happy Town - In This Home on Ice

A colua Lá Fora atrasou, mas chegou trazendo, como sempre, um recorte do que de mais interessante aconteceu na semana no seriados que foram ao ar no exterior. Esta semana a coluna comenta a premiere de Happy Town, novo drama serial da rede ABC. Completando, resenhas de outros 11 shows: 90210, Bones, Breaking Bad, Community, Grey’s Anatomy, Modern Family, NCIS, Nurse Jackie, The Good Wife, Treme e Fringe (que veio com aquele anunciado episódio musical).

Happy Town: In This Home on Ice (1×01)
Data de Exibição: 28/4/2010
MVP: Sam Neill

Manias americanas ligadas ao suspense e ao terror: palhaços, moças bonitas em pouca roupa e telefones, casas antigas recém adquiridas ou alugadas por grandes famílias felizes e cidades pequenas e aparentemente felizes.

Como o próprio nome já adianta, Happy Town usa da última mania para tentar prender o telespectador na frente da telinha e, quem sabe, ter um sucesso semelhante ao que Lost tinha no mesmo canal e que ele desesperadamente espera. Toda história se passa em Haplin, cidade cujo aroma é sempre de pão, graças a fábrica de pães no alto de um morro, que nunca para.

Vendido como um novo Twin Peaks o seriado me lembrou, em vários momentos, a minissérie Storm Of The Century de Stephen King, que eu adoro, por causa do climão e dos tipos estranhos da cidade.

Com elenco bem escolhido, a série (você vai reencontrar Sam Neill, Steve Weber, Amy Acker, Geoff Stults e M.C. Gainey) começa quando um estranho assassinato acaba com a paz na cidade, que não teve sequer um crime nos últimos cinco anos. Isso após uma onda de desaparecimentos: um tal “Magic Man” teria sequestrado uma pessoa por ano por sete anos, até parar, da mesma forma que começou. Além do estranho assassinato, chega à cidade uma moça que pode ter alguma ligação com o passado e o xerife parece ter enlouquecido.

O piloto funcionou direitinho em despertar curiosidade, porém, várias vezes, chegou perto demais da tênue linha que separa algo muito bom de um desastre completo. A questão que fica então é como será conduzido a partir daqui. (Simone Miletic)

NCIS - Moonlighting

NCIS: Moonlighting (07×20)
Exibição: 27/4/2010
MVP: Mark Harmon e Joe Spano

Os episódios onde a equipe de NCIS precisam trabalhar com o FBI são sempre muito bons e isso acontece porque Tobias e Gibbs são uma das melhores duplas da TV. As “reuniões” no elevador entre os dois já podem ser consideradas clássicos da série. Sempre rendem ótimos diálogos. Ver Gibbs implicando com a barba do amigo e o comparando a Kenny Rogers (famoso cantor country norte-americano) foi hilário.

A equipe precisava descobrir quem era a pessoa que estaria vazando informações sobre o serviço de proteção a testemunha. E acabam chegando a polígrafa do próprio NCIS, que em episódio anterior, havia solicitado a McGee que refizesse seu teste de polígrafo só para descobrir se ele tinha namorada.

Ela não era culpada, mas a sua aparição fez com que Abby, aparentemente, demonstrasse um certo ciúme; Tony e Ziva resolvessem dar conselhos e infernizar um pouco a vida de McGee e; na minha opinião, o mais importante, Gibbs pela 1ª vez passando pelo teste do polígrafo. E mais uma vez, temos cenas dele matando o assassino de sua esposa e filha. Como NCIS não costuma citar coisas aleatoriamente, creio que essa história virá à tona até o final da temporada. Resta saber como. (Tati Leite)

Bones: The Rocker in the Rinse Cycle (5×19)
Exibição: 19/4/2010
MVP: Emily Deschanel, Tamara Taylor e David Boreanaz

Booth:

Precisamos que venha conosco. Temos algumas perguntas sobre a morte de Kurt Cobain. Achamos que você poderia nos dar uma luz.

Bebe:

É sério?!

Brennan:

Acho que ele está sendo irônico. Mas se você tiver informações sobre a morte desse tal Cobain, tenho certeza que o FBI apreciaria também.

Depois disso preciso dizer por que Bones é sensacional? Acho que não. Só acho uma pena que o seriado seja mais um na lista dos que não conseguiram emplacar o romance dos protagonistas. Desde que eles se declararam, tem sido uma chatice vê-los conversando sobre Chaterine e Andrew sempre que podem. Fica difícil acreditar que seja tão fácil eles conversarem sobre suas respectivas vidas amorosas, agora que sabem o que realmente sentem um pelo outro. Acho que o roteiro errou feio no episódio 5×16 ao tentar transformar a amizade em namoro, num estalo de dedos, e não é de se espantar que agora, com o estrago feito, as coisas irem de mal a pior. Eu preferiria que Brennan e Booth se dessem conta de que é inevitável evitar o que sentem. Ou que eles continuassem amigos, mas sem o desconforto que demonstram o episódio inteiro.

No mais, gostei muito de Cam e o Dr. Lidner. Muito engraçado ela entrevistando o ginecologista para a filha, perguntando como ele lidaria em falar sobre a primeira vez de uma mulher e ele deduzindo que seria ela. Michelle perdeu um médico, mas Cam finalmente saiu para um encontro. (Lara Lima)

The Good Wife - Boom

The Good Wife: Boom (1×19)
Data de Exibição: 27/4/2010
MVP: n/a
Recentemente, South Park exibiu um episódio centrado no profeta Maomé e provocou polêmica. Tratando um tema semelhante, com mais seriedade, The Good Wife teve nessa semana, como o caso principal, o processo da família de um jornalista, morto num atentado, depois que seu jornal exibiu uma charge de Maomé. Mas não foi só isso…

Temos o ex-sócio Jonas Stern contra sua antiga firma; um dos advogados querendo trocar de lado; Cary alertando Will de que ele ainda está no páreo para a vaga de Alicia; a boa esposa usando a fragilidade de Stern num julgamento; Peter em sua busca espiritual/boa publicidade, com ajuda de Eli, sem nunca “sair do jogo”… Brilhante!

Há um motivo para que as indicações ao MVP (melhores em cena) estejam vaziam: não dá pra escolher nenhum ator/personagem em particular, pois o conjunto da obra foi perfeito. E digo o mesmo para a produção, roteiro e direção, impecáveis nessa semana.

The Good Wife é uma série diferente. Com qualidade de TV paga, a série jurídica da CBS não possui personagens plenamente “do bem”, ou que ocupem posição de antagonistas. Todos se encontram numa adorável faixa cinza, controlada pelo maniqueísmo e que, nessa temporada, talvez só rivalize com Damages nas premiações do Emmy. Disparado, o melhor drama da TV aberta americana. (Thiago Sampaio)

Grey’s Anatomy - Hook, Line and Sinner

Grey’s Anatomy: Hook, Line and Sinner (6×20)
Data de exibição: 29/4/2010
MVP: Sandra Oh

Não sei se posso culpar o descaso de Katherine Heigl pela piora abismal de Grey’s Anatomy na segunda parte deste sexto ano. Como fã, assistindo ao Hook, Line and Sinner, percebo o mal que a saída descompromissada da interprete de Izzie Stevens acarretou.

Uma história estava pronta para dar final à personagem, mas com a ausência da atriz nas gravações, adaptações tiveram de ser feitas e foi provavelmente aí que a coisa desandou. Há alguns vários episódios, desde que a série voltou do hiato, a trama antes envolvente e inspiradora se tornou em algo medíocre, sem o brilho a que estávamos acostumado de GA.

Analisando Hook, Line and Sinner, por exemplo: todo o foco sentimental, sensível, caiu nas mãos do limitadíssimo Eric Dane, que interpreta do galanteador Dr. Sloan. A trama envolvendo sua filha grávida já poderia ter encerrado lá na primeira parte desta temporada, mas resolveram dar continuidade e levantar questões como adoção e maternidade – assuntos não tão interessantes num universo de ótimas histórias que Shonda Rhimes já desenvolveu.

Outra coisa que não dá mais para aguentar é o Dr. Shepherd como Chefe. Ele sempre foi um personagem com quem eu tinha uma certa implicância natural, mas ao assumir o posto que, para mim, sempre será do Dr. Webber, ele se tornou arrogante e pretensioso – lembra aquela máxima do “só se conhece uma pessoa dando poder para ela”. Torço muito para que nos próximos episódios algo muito ruim aconteça na gestão do Shepherd, algo que faça ele perder a pose e cair da vaga de Chefe. Talvez só isso e a volta de Kate Walsh à Grey’s Anatomy faça a série terminar a temporada de cabeça erguida. (Ivan Guevara)

Fringe: Betty Brown (2×20)
Data de exibição: 29/4/2010
MVP: Anna Torv (cantando For Once In My Life)

Doce, excêntrico e cômico. Não, não estou retratando as mais óbvias características do Dr. Walter Bishop. Uso tais adjetivos para descrever Betty Brown, o 20º episódio deste ótimo segundo ano de Fringe.

A Fox resolveu prestar uma homenagem musical ao retorno de Glee, após o hiato de alguns meses. House, The Simpsons, Family Guy, Bones… todos eles tiveram momentos musicais nos episódios desta semana, e com Fringe não foi diferente. O episódio foca num conto de fadas musicado, narrado por Dr. Bishop à sobrinha de Olivia Duhnam.

Ainda que tenha fugido um pouco daquilo que estávamos acostumados, ou seja, a “realidade”, foi interessante acompanhar o exercício de “faz-de-conta” criado por Walter. A história noir ambientada em meados dos anos 60 serviu como uma doce metáfora para o que realmente está acontecendo no enredo central: a descoberta por Peter de que ele não pertence à essa realidade e seu consequente sumiço.

Detalhe que, por mais forçado que poderia parecer colocar um musical em uma série como Fringe, os roteiristas encontraram uma saída perfeita. No início do episódio, Walter aparece inalando uma fumacinha bem feliz. Chapadinho e bastante inspirado, nasce então o conto que narra uma aventura da detetive Olivia em busca de Peter. Walter é o vilão, “criador de todas as coisas boas e ruins do mundo”. Há também um coração de vidro, que pertence à Peter, mas Walter o mantinha. No final, Peter divide o objeto e dá uma parte à seu pai, representando assim seu perdão.

Fringe está na sua melhor fase e espero cada episódio com mais ansiedade do que o anterior. Mas no meio de tantos acontecimentos, uma questão pipocou na minha cabeça: se Peter foi “raptado” para esta realidade, porque Walter daquela realidade nunca veio atrás de seu filho?

P.S.: Se algum dia eu tiver uma vaca, vou vestir ela com aquela roupinha de bolinhas coloridas! (Ivan Guevara)

Breaking Bad - Sunset

Breaking Bad: Sunset (3×06)
Data de Exibição: 25/4/2010
MVP: Bryan Cranston, Aaron Paul, Dean Norris

Uau. Quantas séries conseguem, lentamente, construir uma sequência de tensão, prendendo seu olhos na TV, esperando pelo pior? Parece que, atualmente, apenas Breaking Bad está conseguindo isso. Antes vista como um drama, com um toque de humor negro, Breaking Bad se tornou muito mais do que apenas isso, pois trabalha com o suspense na medida certa.

Genial o modo como Walt livrou ele e Jesse daquela emboscada, porém, tenho certeza de que isso terá consequências, principalmente para Jesse, que serviu como um fantoche na cena e o catalisador dos problemas.

Além disso, ver como Gus tirou o alvo de Walt e o colocou em Hank só me faz pensar em se realmente a série terminar na quarta temporada. Tudo acontecerá com a perfeição anteriormente pensada, pois os roteiristas nunca esquecem o passado, sempre relembram os episódios antigos e os revivem em cenas, ou solução de problemas. (Lucas Bonini)

Nurse Jackie: Bleeding (2×06)
Data de exibição: 26/4/2010
MVP: Merritt Wever

Nurse Jackie é um desses entretenimentos em que você certamente pode confiar. Há vários motivos para definir o sucesso de execução deste tipo de produção. Podem-se dizer a bela escolha dos atores, o interessante trabalho com as histórias paralelas e até mesmo o tempo de duração da série na TV, por exemplo. Quando não todos estes fatores em conjunto, o que garante o sucesso é um roteiro coerente, conciso e fechado, no sentido de não se apresentar com pontas abertas, mas que, ao mesmo tempo, seja flexível para a exploração criativa de outras tramas.

Em Bleeding, dá-se início à campanha midiática do All Saints Hospital com Dr. Cooper como “a face da instituição” e a namorada jornalista de Dr. O’Hara chega à cidade. Além disso, Zoey ganha seu destaca na medida em que sua suposta gravidez deixa a enfermeira cada vez mais estranha e fora de si. Aqui, mais uma vez, o contraponto de uma Jackie viciada e que trai o marido é mostrada quando ela faz “justiça” punindo o cara que acidentou um dos pacientes do hospital.

É interessante como as personagens de Zoey, Dr. Cooper e Dr. O’Hara tem desenvolvido um espaço maior na trama para além de Edie, Jackie e sua relação com o hospital, o vício e a família. Além de não ter como citar a tensão criada da aproximação, cada vez mais eficaz e confusa de Edie com o marido de Jackie. A construção do suspense sobre o que acontecerá, quando acontecerá e de que maneira acontecerá com este trio é uma sacada sensacional. E é essa maneira simples, mas bem emaranhada e concisa, que a série nos mergulha em seu universo durante 20 minutos toda a semana. (Rafael Maia)

Treme - Right Place, Wrong Time

Treme: Right Place, Wrong Time (1×03)
Data de Exibição: 25/4/2010
MVP: Melissa Leo, John Goodman

Parece que a série está começando a conectar seus personagens e histórias. Pelo que li, esse é o modo que David Simon trabalha com suas séries, muitos personagens e, aos poucos, tudo vai se conectando, como se os caminhos se cruzassem, mas que o momento não durasse muito.

Esse terceiro episódio mostrou como uma destruição, além de abalar a cidade e trazer um inferno de burocracia, também revelou como a cidade ama a música, porém não respeita os músicos. Como se o que eles escutam não saísse dos instrumentos dos que tocam na rua, ou em clubes de strip.

Ótimo o modo como Toni lidou com sua raiva na conversa com o xerife, e como se manteve calma e amiga quando tirou dois músicos da cadeia por acusações banais e abuso de poder.

Realmente, parece que Simon quer tocar na ferida desse pós-furacão, como mostrado brilhantemente na cena final, com os turistas e o funeral. (Lucas Bonini)

Community - The Art of Discourse

Community: The Art of Discourse (1×22)
Data de Exibição: 29/4/2010
MVP: n/a

The Art of Discourse contou com um racha no grupo de estudo de espanhol, depois que Shirley perdeu a paciência com Pierce, que foi expulso do grupo. Porém, sem a presença do maior alvo das piadas do sexteto, logo viram que precisavam de Pierce, ou então sobraria bullying pra tudo que é lado. Falando em bullying, três adolescentes resolveram pegar no pé de Jeff e Britta, por serem “fracassados” e estudarem numa escola comunitária… Aí, enquanto Abed e Triy completavam uma lista de referências pop sobre o que se fazer numa faculdade, Pierce e Shirley se entendiam e Jeff e Britta ganhavam a batalha dos “duh!”.

Na semana passada, tivemos uma excelente paródia de Bons Companheiros/Cassino, que teve a pior audiência do seriado (3,67 milhões). Dessa vez, tivemos a segunda pior (4,36). Infelizmente, muito menos do que a série merece.

Meus sentimentos para com Community são conflituosos. Por algum motivo, sempre assisto seus episódios com um pé atrás, descrente de que o passatempo será proveitoso, mas na grande maioria das vezes, sou surpreendido e acabo gostando. Pena que o grande público não dê a mesma chance para essa pérola injustiçada. (Thiago Sampaio)

Modern Family - Travels Wihth Scout

Modern Family: Travels With Scout (1×21)
Data de Exibição: 28/4/2010
MVP: Rico Rodriguez e Eric Stonestreet

Se tem algo que Modern Family faz de maneira perfeita, é encontrar uma forma de dar tramas interessantes a todos os personagens em um mesmo episódio. Sim, sempre existe uma “trama principal”, mas cada núcleo familiar sempre faz a sua graça.

Isso garante que, mesmo que centrado em um personagem ou núcleo que você não goste muito, você ainda se divirta muito. Vejam Phil: eu não gosto muito dele (meu marido adora, mas aí rola uma identificação) e ele teve dois episódios centrados nele. E eu adorei os dois! Gostei até das caras e bocas dele!

Tivemos a presença de Phil pai e seu adorável cão, que amoleceu o coração de Claire mesmo agitando as coisas. Confesso que os dois Phils juntos, pelo simples fato de acharem graça em piadas sem graça, foram uma grata e divertida surpresa.

E ainda teve Manny sensacional morrendo de medo depois de assistir a um filme de terror com Jay (a sacada do ator na janela com o facão foi ótima) e teve o gracinha do Cameron surtando com a oportunidade de ser baterista em uma banda (o que foi aquilo de trocar as baquetas?). Lugar cativo de melhor comédia atual, certeza! (Simone Miletic)

90210: Multiple Choices (2×19)
Exibição: 27/4/2010
MVP: n/a

Acho que não há (e nem houve) série mais criticada do que esta nova versão de 90210. Antes mesmo de começar, ela já era alvo de críticas. E por que estou falando isso? Por que enfim a série merece alguns elogios.

Uma coisa que me chama a atenção é que, enfim, os personagens deixaram de ser “iguais”. Apesar dos perfis clássicos, “A patricinha”, “O rebelde”, e por ai vai, a equipe criativa de 90210 conseguiu criar historias para seus personagens sem que esses perdessem suas características.

Por isso é bom vermos Teddy e Silver, desde que começaram o namoro, brigando. Silver é impulsiva ao extremo (apesar de não comentarem, faz parte dos sintomas da doença dela) e Teddy sempre foi fechado, apesar de sempre prestativo para com os amigos. E com isso, já tivemos briga por causa de mensagem no celular, por causa das provas e agora por Teddy não ter falado com seu pai sobre ela.

E apesar da série ainda optar por caminhos que não deram certos em nenhuma série teen, como Dixon se metendo em confusão por causa de apostas, Liam roubando seu padastro pra poder morar com o pai e a irmã de Naomi voltando pra fazê-la sofrer, ao menos já não é cansativo assistir esta série. (Paulo Fiaes)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

17 Comments

  1. Thiago

    Não tem review de Desperate Housewives?!?! O episódio da semana passada foi incrível, atuações perfeitas…será que ainda da tempo de incluir?? rs

  2. Tati Siqueira

    Vamos por partes;

    Bones – estou em atraso com a serie…..então nem li o texto….rsrsrsrs

    The Good Wife – Qdo eu penso que a serie não vai me supreender e que vai acontecer um episodio normal, eis que ela me apresenta um episodio maravilhoso, onde ameiiiii os protestos de Alicia no tribunal e derrubando o chaterrimo do Stern( que advogado FDP)e o final ela saindo para jantar e o Peter jogando tudo para o alto???Será Mesmo??Ou outra jogada de markenting. Vamos aguardar.

    Grey’s Anatomy – Cansa de vez em qdo assisti essa serie, e olha que amo serie médica…..mas os idas e vindas de alguns personagens cansam – Vou destacar neste episodio – o Jeito “puxa saco” da Meredith com o “Chefe” – amei…..e o Jeito puxa saco da Cristina……que ao mesmo tempo que idolatra um médico – pula rápidinho para o lado que interessa, mas sem perder a personalidade.

    Fringe: Sério que tinham que colocar esse episodio na serie?Detestei do inicio ao fim.

    90210: Essa é outra serie que tem horas que cansa assisti. Como que um casal que se amava completamente e aos filhos passou a se ignorar completamente??????Tudo bem que o Ator(que faz o pai)pediu para sair da serie, mas não precisava criar um “final” ridiculo desse. E como que o Dixon vira “viciado” em jogo do dia para a noite e ninguém percebe ou ajuda(amigos, familia)?????Sobre o resto das historias paralelas, segue o Liam(o pai dele fica na garagem e ninguém percebe?)roubando o padastro – isso não vai dá certo – A Bitch da irmã da Naomi voltando e ficando por cima da carne seca – sério??

    Escrevi demais hoje…….rsrsrsrsr

  3. Amanda

    Essa Happy Town é aquela que seria Secrets of a small town com a Denise Richards?

  4. Lenon Fernandes

    Happy town – concordo que ficou entre muito bom e muito ruim. É ver como vão ser os próximos episódios…

    The Good wife – ficou bem claro que não tem ng bonzinho quando a Alicia usa a doença do Stern pra confundi-lo. Achei essa cena mt boa.

    Fringe – tb adorei a história que o Walter criou, juntando conto de fadas com ciência. Deviam fazer isso para crianças às vezes, sem a parte da maconha, claro…

  5. Lara Lima

    Não acho que a queda na qualidade dos epidósios de GA seja por conta da saída de Heigl. Pra mim ela não está fazendo a menor falta. Acho que tudo desandou desde que Derek assumiu o posto de Chefe sem ter a menor competência para o cargo e principalmente por ter perdido a humildade e o carisma de antes.

    Ainda sobre GA, estou ansiosa pra saber o que vai dar esse triângulo Yang, Altman e Owen. Pra mim ele ama Teddy e Yang vai dançar de novo, mas acho que isso vai ser um tiro no pé para o personagem de Sandra.

    TGW
    É gostoso demais assistir The Good Wife. Foi como a Tati Siqueira falou, quando penso que não, a série surpreende.

    Parenthood
    Não tá na lista, mas tenho que dizer: o que foi Peter Krause ensinando o sobrinho a dançar??? Maravilhoso!!!

  6. anderson

    baixando happy Town pra conferir
    e sim, Modern family é a melhor série pq o elenco todo é afiadíssimo.

  7. Mônica A.

    Happy Town – Preciso ver ao menos dois ou três episódios de uma série pra dizer se vou acompanhar ou não. A princípio achei a série interessante, mas não foi amor à primeira vista. Isso só aconteceu com Arquivo X.

    Bones – Putz, a Brennan é muito sem noção, fala sério. Acho que é por isso que gosto tanto dela. Mas não gosto dessa palhaçada dela e o Booth se gostarem e só ficarem amiguinhos. Coisa mais ridícula. Qual é a mulher que em sã consciência gosta de um cara como o Booth (e é correspondida) mas prefere ficar com um abestalhado como aquele Andrew? Eu, hem! Parece que bebe.

    The Good Wife – Episódio perfeito. Adorei a Alicia deixando aquele chato do Stern atrapalhado. E adorei ela ter se cansado de ser boazinha. Tomara que ela siga o conselho da Kalinda e vá ser uma menina má, ao menos um pouco. Isso vai ser bom pra ela.

  8. João da Silva

    O episódio de Doctor Who foi bom, e explicou muitas questões relacionadas às rachaduras e à Amy Pond.

  9. anderson

    Caraca, obrigado tele séries pela indicação de Happy Town, Série muiiiito boa.

  10. Fernando dos Santos

    Obrigado,Simone.
    Ainda bem que não vai demorar pra chegar aqui no Brasil.

  11. Alessandro

    Pena que não comentaram do último maravilhoso episódio de Private Practice!!! A série tá mil vezes melhor que Grey’s! Alguém mais concorda comigo??

  12. Mônica A.

    Alessandro, eu SEMPRE achei Private Practice mil vezes melhor que Grey’s Anatomy. Mas não estou gostando nem um pouco do rumo que certas coisas estão tomando.

  13. Chelsea

    Qual é a mulher que em sã consciência gosta de um cara como o Booth (e é correspondida) mas prefere ficar com um abestalhado como aquele Andrew? Eu, hem! Parece que bebe. (2)
    Nao tem mais o que falar! Ou junta de uma vez os dois, ou mata um deles, porque eu nao aguento mais a amizade preta e branca deles, além do desconforto. Faz alguma coisa, Sweets! (ou a Cam, que todo mundo ouve). Do mais, a melhor parte do episódio foi a Cam conseguindo um encontro. Sempre torci pra ela ser feliz, tadinha.

  14. Silvia_05

    Finalmente ALGUÉM assiste Breaking Bad além de mim.

    Cara, que série! Conseguiu superar Dexter, que eu amo. Sabemos ou – o rumo que a história segurá, mas ainda assim, não tenho a menor de como isso irá acontecer.

    Morro de rir com os gêmeos – sensacional! E aquele advogado falcatrua é hilário. Só vejo mais prêmios pela frente. É uma ilha de excelência na tv.

    E The Good Wife também tem seus méritos. Mas ainda torço pela continuação de Damages.

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