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Haven – Sparks and Recreations

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Série: Haven
Episódio: Sparks and Recreations
Temporada:
Número do Episódio: 2×04
Data de exibição nos EUA: 05/08/2011

Jogo de Beisebol. Um típico passatempo americano. Uma tradição completamente comum. Mas estamos falando em Haven, lembrem-se. Então, coisas estranhar iriam acontecer. E não tardou para que o campo de jogo fosse atingido por várias descargas elétricas, causadas por um dos problemáticos habitantes da acolhedora cidadela do Maine.

E não bastasse o fato de lidarem com um habitante que estava distribuindo descargas elétricas pela cidade, Audrey e Nathan ainda precisavam trabalhar com o “problema” de outro habitante: o prefeito da cidade, super carismático e persuasivo.

Com a morte do prefeito, Chris, seu filho, um “anti-social de carteirinha”, herda o dom da popularidade, o que causa alguns problemas na investigação. E aqui preciso fazer uma pausa pra comentar o quão hilário foi ver Nathan caindo de amores por Chris.

E, enquanto Nathan e Audrey corriam atrás do culpado pelos problemas com a eletrecidade, Duke e Ivy buscavam pistas sobre o tatuado misterioso que está destinado a matar do dono do bar mais badalado da cidade. Achei interessante a dinâmica entre o ex/atual casal. A forma como ele abordaram os irmãos Teagues foi bastante interessante, assim como o jeito que tentaram enganar um ao outro atrás das pistas sobre a família Rasmussem.

Esse foi outro acerto do episódio, na minha opinião. Retomar a trama do assassino tatuado. Os avanços foram mínimos, e não esclareceram muita coisa, mas serviram como um aviso dos roteiristas, do tipo “ei, não esquecemos da trama do Duke. Em dentro de alguns anos vocês verão outras pistas por aí”.

Quanto ao desfecho do caso da semana, achei bem apropriado. Considerei imprevisível, até, o que não costuma acontecer em Haven. E teve a toda especial aparição do nosso reverendo do Mal, que apareceu para dar uma tumultuada na legião de pecadores que habita Haven.

Por tudo isso, gostei de Sparks and Recreations. É claro que foi um episódio totalmente estilo caso da semana, pelo menos quanto à trama da Lucy. Mas o caso foi envolvente, e funcionou bem a dobradinha Duke/Ivy. Agora, resta esperar a boa vontade dos roteiristas de desenvolverem a trama principal do seriado outra vez, torcendo para que nesse meio tempo sejamos premiados com episódios com bons casos policiais.

P.S.1: gostei do Dwight, o cara que limpa as coisas. Como nunca pensei que Haven tivesse um “faxineiro”, responsável por deixar toda a sujeira embaixo do tapete e os esqueletos bem guardados nos armários?

P.S.2: me agradou, também, a participação de Jason Priestley. E Chris foi uma boa adição ao seriado. Sem contar que sua aparição – e seu convite para checar fitoplânctons – pode fazer com que as coisas entre Audrey e Nathan deslanchem de vez – ou subam no telhado de uma vez por todas.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

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