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Haven – Love Machine

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Série: Haven
Episódio: Love Machine
Temporada:
Número do Episódio: 2×03
Data de exibição nos EUA: 29/07/2011

Quando achamos que Haven já usou todas as bizarrices possíveis nos casos da semana, eis que a série nos surpreende. Máquinas assassinas sentimentais? Sério? Mas, tirando a parte das investigações desse caso sempé nem cabeça, o episódio foi bom.

Isso porque a trama das duas Audreys andou um pouco. Pode até ser que a situação tenha se complicado e se tornado mais confusa, mas tivemos alguma evolução na história, o que é sempre bom, em se tratando de Haven, no qual as tramas sempre tem um desenrolar lento.

Em Love Machine, vimos duas duplas em ação. Enquanto a Audrey-Lucy seguiu com Nathan, para investigar as máquinas super do mal, a Audrey 2, como bem conceitou Duke, fez par com o criminoso do bem, em busca de maiores explicações para o compartilhamento de memória entre as Audreys.

Nathan e Lucy logo descobriram que as máquinas estavam matando as pessoas sem intervenção (física) humana. E, a partir dessa descoberta, foram atrás do culpado. E nos foram apresentados alguns culpados, todos plausíveis – como o megaempresário do ramo da pesca e o “encantador de máquinas”. E o mérito do episódio, quanto às investigações, foi trazer um final até certo ponto inesperado.

Digo inesperado porque estava certa de que o homem do conserto era o responsável por controlar as máquinas. Então, fiquei bastante surpresa ao perceber que o ciúme – sim, você leu ciúme – das sentimentais geringonças era o responsável por fazê-las agir. Como o momento “vergonha alheia” foi muito forte, acabei nem apreciando tanto a surpresa no roteiro. Uma pena.

Na minha opinião, a dupla que salvou o episódio do fracasso foi Audrey 2 e Duke. Gostei bastante da interação dele com a Audrey, e torço para que esse não tenha sido o último episódio dela em Haven.

Seguindo uma pista deixada pelo falso agente Howard, Audrey 2 vai até uma ilha, levada por Duke. Ao chegar lá, se depara com uma espécie de galpão. Ela entrou no galpão, e aí os roteiristas decidiram nos matar de curiosidade. Sabemos que ela viu algo? Mas o quê?

Para piorar, Audrey 2 saiu do tal galpão completamente confusa. Ou melhor, mais do que confusa: desmemoriada.Segundo Duke, tão desmemoriada quanto o ‘colorado kid’, quando foi encontrado. Mais mistério por aí.

Achei bonitinha a cena da Audrey-Lucy contando para a outra Audrey sobre quem era ela. Piegas, mas bonitinha (a propósito, as cenas piegas de Haven sempre me agradam – como a cena “por favor venha comigo” que rolou entre o cara do conserto e sua namorada, quando ele foi obrigado a escolher as máquinas).

No final das contas, Audrey foi levada por Brad, que foi o único que ela reconheceu – curiosamente, ele era o único que não fazia parte das memórias da Audrey-Lucy. E a nossa Audrey resolveu investigar o que causou a perda de memória na sua “quase irmã”. E deu de cara com um local vazio. Ou seja, como se ainda não tivessemos mistérios bastante para nos preocuparmos, o galpão sumiu. É mole?

Enfim, achei apenas bom esse episódio. To torcendo pra que o próximo “caso da semana” seja mais plausível (sim, eu sei que essa não é a palavra correta quando falamos de Haven), para que Sparks and Recreation, o episódio 4, seja melhor.

P.S.: achei interessante inserirem nesse episódio memórias não compartilhadas pelas Audreys: Brad e o piano. Vamos ver pra onde rumará essa história.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

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