Log In

Reviews

Haven – Lockdown

Pin it

Série: Haven
Episódio: Lockdown
Temporada:
Número do Episódio: 2 x 09
Datas de Exibição nos EUA: 09/09/2011

Já faz alguns episódios que tenho mais elogios do que críticas à Haven. E essa semana manterei a recente tradição. Gostei bastante de Lockdown. O caso da semana foi interessante, especialmente por que resultou na quarentena da delegacia, o que elevou o grau de tensão. E as “tramas paralelas” também foram desenvolvidas de forma satisfatória.

Como já havia ficado claro no episódio da semana passada, Nathan perdeu o posto de chefe de polícia de Haven. Mas, ao contrário das minhas apostas, o revendo Driscoll não assumiu o cargo ele mesmo. O que não fez muita diferença, no final das contas, já que ele era o emissor das ordens.

Logo no inicio do episódio, tivemos o retorno de Dwight (espero que ele permaneça por perto, já que tem sua utilidade ser amigo de um imã de balas), que continuava cumprindo seu papel de criar explicações para os inexplicáveis eventos de Haven, sem saber que Wuornos não é mais o chefe de polícia. Mas Nathan consegue dar uma ajuda ao “amigo”, e o livra da prisão. Decisão que logo se confirmará sábia.

Quando um dos guardas aparece morto, com as veias enegrecidas, Merrill, o novo chefe, logo suspeita que a delegacia esteja sob ataque. E, como acredita que a causa da morte seja algum agente químico ou biológico, manda trancar as portas da delegacia. Ninguém entra, ninguém sai.

Com isso, vários dos cidadãos mais ilustres de Haven ficam confinados na delegacia. Além da dupla Wuornos/Parker, Duke, Evi e Chris também ficam retidos. E, nesse momento, Duke aproveita para tentar descobrir o porquê de Evi (também infectada pelo “vírus”) ter informado o reverendo Driscoll sobre os arquivos “problemáticos” na delegacia.

Enquanto isso, Audrey e Nathan tomam providências para se manterem a salvo. Enquanto Parker “contrabandeia” uma arma para a sala das evidências e interroga os confinados, Nathan se comunica pelo rádio com Dwight, e descobre que há atiradores de prontidão para matar qualquer um que tente abandonar a delegacia. Inconformado com a situação, Nathan confronta o novo chefe, devidamente apoiado por Audrey. Só que os dois conseguem poucas informações, já que o chefe se torna a 2ª vítima da “peste das veias pretas”.

E a coisa só piora: confrontada por Duke, Evi não responde muita coisa. Mas resolve dar uma de boa moça, e sai da delegacia, supostamente buscando as respostas pretendidas por Duke. Só que ela é baleada, e morre nos braços do marido.

Para acabar com todo o drama, Audrey resolve pressionar os confinados. E descobre que uma das mulheres que está na delegacia sofreu abusos físicos por muitos anos. E todo esse mal lhe envenenou. Com a volta do marido abusivo, ela começou a passar o veneno para outras pessoas. Depois de alguns momentos tensos – já que Chris usou seu “charme” para entregar a arma para o psicopata – a causadora das mortes consegue vencer o medo do marido e direciona todo seu veneno para ele. Pronto, mais uma vez o dia foi salvo em Haven (preciso dizer que graças aos dons psicológicos de Parker?).

E o final do episódio deixou uma grande certeza, mas também uma grande dúvida. A certeza é que Driscoll realmente está por trás de todos os acontecimentos recentes, já que quer realmente exterminar os problemáticos da cidade. A dúvida é quanto ao futuro de Duke. Aparentemente, ele ficou tentado a passar para “o lado negro da força”. Só que realmente não consigo entender como a morte de Evi tocou tanto Duke, a ponto que o faça esquecer todas as artimanhas do reverendo. Enfim, quem viver verá.

Minha única reclamação é que o final da temporada se aproxima e a história da Lucy foi, aparentemente, esquecida. Agora, só restam mais quatro episódios. E ainda não há notícia de renovação (a audiência aumentou consideravelmente na sexta passada). Será que os roteiristas estariam preparados para encerrar todas as tramas, de maneira satisfatória, no caso de cancelamento? Duvido muito. Somando-se a isso o fato da crescente qualidade dos episódios, eu torço pela renovação.

Então, é esperar pelas próximas notícias, e pelos próximos episódios!

P.S.1:  quero os irmãos Teagues de volta já!

P.S.2: nunca simpatizei muito com Chris. Mas nesse episódio achei ele chato demais. Enquanto ele lutava com a popularidade, ele era bem mais interessante do que a partir do momento no qual ele passou a tentar utilizá-la para tudo. Resultado: estragou as coisas, na delegacia e com Audrey.

P.S.3: falando em Jason Priestley, ele foi o diretor desse episódio! Aprovado?

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

1 Comment

  1. Pingback: Destaques da Semana – Brasil – 28/11 a 4/12

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Log In or Create an account