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Opinião

Hart of Dixie – Um balanço da temporada

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Hart of Dixie chegou na CW trazendo lembranças dos bons tempos da WB. A série tem o encanto de Everwood, as tiradas de Gilmore Girls,  pitadinhas da desconhecida Young Americans e até, se procurar bem de pertinho, um pouco de Dawson’s Creek. É uma série assim: conta a história de uma médica novaiorquina chamada Zoe Hart, que se vê obrigada a morar na fictícia cidade de Bluebell, rodeada de tipos e dramas que levam os – poucos – telespectadores ao deleite. Quem acompanha Hart e as aventuras dos moradores de Bluebell sabe muito bem do que estou falando: são amores, desafetos, planos e conflitos de interesses, coisas simples e cotidianas, que poderiam acontecer em qualquer lugar, mas carregam o charme inevitável dos ares sulistas. E com essa cara de algo que já foi visto, Hart chegou para diversificar uma programação saturada de coisas “sobrenaturais” como fantasmas, super-heróis, vampiros (e agora bruxas), assim como fofocas e dramas adolescentes. Hart é uma série para a família.

A primeira coisa a se comentar é Rachel Bilson. A atriz, querida do público desde The OC, foi o grande trunfo usado pela emissora para chamar a atenção para a série. E excelente trunfo, diga-se de passagem. Estava longe das telinhas há algum tempo, o que é um tremendo desperdício, não só pela beleza, mas por sua excelente atuação. Logo no episódio piloto já temos o gostinho do que a série criada por Leila Geirsten teria para nos dar, em que conhecemos a Dr. Zoe Hart (a protagonista interpretada por Bilson) que, de dentro de um ônibus cheio de caipiras, explica o porquê de estar ali. A médica, logo depois de seu discurso de formatura, recebe um convite do Dr. Harley Wilkes, para trabalhar com medicina particular em Bluebell, no Alabama. O convite é recusado, e o médico, não querendo desistir, começa a mandar postais para a moça, reforçando que sua clínica sempre estaria aberta para ela. O que Hart não esperava, é que sua vida sofreria uma brusca mudança. Ela não consegue a bolsa de residência em Nova York. Seu mentor alega que mesmo ela sendo uma ótima médica, ainda precisa amadurecer no seu contato com os pacientes. Para isso deveria praticar medicina particular. Com a concorrência enorme em Nova York, Zoe não vê outra saída a não ser aceitar o convite de Wilkes. É assim que sua jornada começa.

No piloto, ainda antes de chegar à Bluebell, Zoe conhece George Tucker (interpretado por Scott Potter, outra aposta do canal) na estrada, com o qual pega uma carona. Advogado de família tradicional, o rapaz mora na cidadezinha do Alabama e se diz apaixonado por lá. Aliás, por falar em paixão, o rapaz desperta o interesse da médica, mas sobre isso falaremos mais à frente. O fato é que Hart, quando encontra a clínica em que trabalharia, se depara com uma estranha surpresa. Wilkes havia falecido, deixando a clínica para ela. E ela ainda descobre que a clínica é dividida com um tradicional médico, conhecido por toda a cidade, o Dr. Brick Breeland, que não gosta nem um pouco da presença de Zoe na cidade. Aliás, quem também não gosta da presença da protagonista é sua filha, Lemon Breeland, que, adivinhem? É noiva de George Tucker! Compondo o time de personagens, temos o prefeito Lavon Heyes e o caipira Wade Kinsella, com quem Zoe dará (mesmo que por poucos minutos) uns bons amassos.

Mas Hart descobre que viver em Bluebell seria um pouco mais difícil do que ela imaginava. Brick acha um jeito de tentar espantá-la, dizendo que, por contrato, ela só tem direito à metade da clínica se atender 30% dos pacientes por trimestre – o que não seria uma tarefa fácil. E depois, Hart se vê cercada de outra cultura. Uma cultura de cidade pequena, que seria debochada, se não fosse atrativa. Para mim, um dos grandes pontos do show é focar nesta vida simpática e calma que os habitantes de Bluebell levam. No primeiro episódio Zoe chega a desistir de ficar lá, mas depois de ajudar no parto de uma paciente que somente confiou na “intrusa” cidadã e, ao descobrir que Wilkes na verdade era o seu pai, percebe que pode tentar fazer a diferença lá. Assim, a premissa da série é lançada.

Nos demais episódios, a cultura de Bluebell será bem explorada, sendo, nesta primeira parte da temporada, o grande foco das histórias. Vocês devem ter percebido que Hart of Dixie consegue nos mostrar como é fácil se interessar por aquele mundo pitoresco, com ar de inocência. São nestes pequenos detalhes, que vão desde o figurino para um desfile no estilo do século XIX, até a vontade de fazer o melhor para seu paciente, que a série se destaca, como no segundo episódio, em que temos o desfile anual da cidade. Aliás, mais alguém não teve dúvidas neste episódio sobre a intenção de se estabelecer um romance entre Zoe e George? Não, porque troca de olhares é o que não faltou. Mas o ator não consegue se destacar. Infelizmente, Bilson e Potter não apresentam química nenhuma. Aliás, Potter não tem química nem com Lemon, interpretada pela competente Jamie King. Apesar da boa aparência, e do esforço do ator, acho que todos concordam comigo que em se tratando de química, o rapaz tira nota zero.

Ao contrário de George Tucker, acho que apanho dos fãs da série se eu pouco mencionar Wade Kinsella, interpretado por Wilson Bethel. O rapaz conquistou a simpatia de todos. Aliás, perceberam que ele é a pessoa com quem Zoe tem química, certo? E o terceiro episódio foi definitivo para isso. Wade e Zoe tem várias cenas juntos, a maioria engraçadas. Só que apresentam uma química tão grande que, 90% do público da série, eu garanto, já faz parte do time do casal “Zade”. E convenhamos, os dois ficam “bonitinhos” juntos. E mesmo Zoe não tendo sacado ainda, Wade tem feito de tudo para a moça. Aposto que vocês, meninas, ficaram o chamando de fofo até a sua quinta geração depois de Wade cozinhar para que Hart tentasse ganhar o concurso de culinária.Mas ok gente, eu entendo o Wade e suas atitudes, e diria que até eu faria o mesmo, afinal estamos falando da Rachel Bilson. Mas o fato é que, mesmo não sendo um “casal”, os dois se firmaram e a tensão que existe entre eles tem levado à grande parte dos bons momentos do show. O episódio da “onda de calor”, no qual a loucura, por conta disso, é permitida, foi um dos melhores até agora. Afinal, foi ou não foi hilário ver Hart imaginando Wade saindo do lago com a camiseta molhada (mais uma vez o público feminino levou vantagem nisso, to começando a pegar birra), toda se querendo para ele?

Foi o comentário da semana, pelas mulheres que assistem a série, em várias redes sociais. Aliás, já fica aqui meu protesto por Rachel Bilson não ter tirado nada a mais neste episódio. Mas ela pode, porque até só com um vestido curtíssimo, consegue ser totalmente sexy! No final do episódio, quando os “finalmentes” iam acontecer, a chuva cai, e esfria (acho que somente para Hart) a tensão sexual entre os dois. Neste episódio também descobrimos o porquê do Prefeito Lavon repudiar tanto Lemon até aqui. Você, nobre telespectador, que fica sonhando com o casal Zade, e achava que as tiradas do prefeito à “limão azeda” se devia ao carinho por Zoe, a-há, se enganou! Lemon e Lavon já tiveram um caso, e aparentemente ainda são apaixonados (momento, “Oh meu Deus” da série). Mas vamos combinar, seria um casal que também teria tudo para dar certo. Ou seja, você ainda tem dúvidas de que George Tucker está sobrando no elenco?

Quanto à história da clinica, ela se desenvolveu no decorrer desses dez primeiros episódios. Brick e Zoe passam a “brigar” por pacientes, o que chega a ser, em certo ponto, meio chato. Mas Zoe acaba sempre por dar uma lição em Brick, e em si mesma. A verdade é que a médica vem se descobrindo, ao ter contato com essa cidadezinha, uma “Zoe” que talvez nem ela mesma sabia que existia. Os pacientes vêm rendendo bons momentos, como no episódio do “fantasma” que assombrou Hart, ou no qual Hart pensou que o pastor pudesse ter passado sífilis para esposa, devido à traição, mas que na verdade era um mal entendido, já que a esposa colocou um “piercing” infectado, desencadeando as ações.

Mesmo tendo demorado um pouco para definir suas storylines, a série passa a engrenar mais a partir do sétimo episódio, em que todas essas percepções comentadas anteriormente se firmam. Descobrimos que Wade já foi casado, no episódio o rapaz luta para impedir o casamento de sua “ex”. Mas espere, ele não desistiu de Zoe. Está apenas tentando evitar que sua “ex” se case com um cara malvado, e alertando-a para que escolhesse melhor. Ok gente, tenho que concordar, o Wade é realmente gente boa. Se preocupar com a felicidade da ex? Não é qualquer cara que faria isso. Ao mesmo tempo, Lavon e Lemon têm um momento “dupla dinâmica” na série, no qual os dois comandam a competição de tartaruga (?) da cidade. Os dois têm uma troca de olhares – mais do que espetaculares -, fazendo com que a torcida pelos dois aumente ainda mais!

No núcleo “to na série, mas sou sem graça”, George Tucker reverteu um pouco sua situação comigo, e creio que com vocês também, no oitavo episódio desta temporada. Ele teve uma ótima dinâmica não só com Lemon, mas com Wade também. Os três foram grandes amigos no colegial, e descobrem que um antigo rival, está na cidade por conta de um jogo. Assim, os personagens bolam um plano “infalível” para pregar uma peça e reverter todos os anos em que foram humilhados, quando mais jovens. Foram cenas divertidas, leves e, como dito, com ótima dinâmica. Aliás, é um trio que deveria ser mais explorado na série, não acham? Tenho certeza que renderá boas histórias. Ao mesmo tempo, Hart estava flertando com um veterinário da região (e atiçando ainda mais os ciúmes de Wade). Entretanto (ainda bem), o caso não deu certo, e o veterinário inclusive dorme com a amiga de Zoe que foi visitá-la em Bluebell.

Nos dois últimos episódios dessa primeira parte, as festas de finais de ano invadiram a série. Para começar temos o “Dia de Ação de Graças Pirata”, um termo que seria estranho, se não fosse Bluebell. Descobrimos que Zoe atingiu os 30% da cota de atendimento de pacientes no trimestre. O Dr. Brick, indignado, pergunta a sua secretária: “- Como é que ela conseguiu?”. E após ele se virar, e se deparar com a médica entrando no consultório, conclui: “- Está explicado!”.

Vamos lá Brick, só agora que você viu isso? (COMO PODE?). Aliás, acho que você deveria largar de ser chato e aceitar como sócia Rachel Bilson (afinal, nós agradecemos por isso). Mas ou o médico é tapado, ou ele gosta de uma tensão. O fato é que a guerra entre os dois continua neste episódio, e Brick e Zoe caem no velho “briga por paciente”. Mas é a partir deste episódio que, ao compará-lo com o piloto, podemos ver como nossos personagens cresceram. Temos a história de um garoto que, entusiasmado com o feriado, e que brincando de pirata mergulhando nas águas, acaba tendo uma síndrome de descompressão. Zoe descobre o diagnóstico antes de Brick, justamente por prestar atenção nas falas do garoto, e encaixar peça por peça. A Zoe que chegou a Bluebell meses antes jamais daria esse diagnóstico. Temos também os pais de George, que visitando a cidade, acabam por tentar influenciá-lo a se mudar de Bluebell. Para isso, a mãe do “garoto de ouro” manipula Lemon, que acaba por descobrir o plano mais tarde. E é aqui que vemos o quanto a personagem é carente. Ela não é uma chata mimada do nada. Posso definir Lemon apenas como uma “garotinha com medo do escuro”. Porque uso essa metáfora? Porque o primeiro colo maternal apresentado para ela foi o suficiente para fazê-la mudar de idéia. E quando Lemon descobre que estava sendo enganada, adoramos a lição que esta faz para a mãe de George. E Wade? Diria que este episódio foi a sua grande revelação. Primeiro porque, depois de alguns episódios negando os seus sentimentos, acaba por deixar claro que ele está perdidamente apaixonado por Zoe. Tanto que, por incentivo de Lavon, leva Zoe ao aeroporto para que esta possa embarcar para Nova York, e passar o seu feriado com a mãe. Lá ele se declararia, mas tudo dá errado, já que Zoe resolve ficar para ajudar a família de seu paciente, por incentivo de George. Droga Wade, ainda não foi dessa vez.

No último episódio, com a temática de natal – que tenho pra mim (e acho que vocês também) como um dos melhores episódios, e digo isso no sentido de essência dos personagens -, conhecemos um pouco do passado de Lemon, e descobrimos como sua mãe abandonou a família, 12 anos antes. E definitivamente, Lemon é um excelente personagem. Jamie King deu um show de interpretação. É aqui que vemos também como nasceu o amor entre ela e Lavon, que a ajudou e a amparou em um de seus momentos difíceis. Definitivamente, os dois precisam ficar juntos. Aliás, Lemon teve grandes cenas neste episódio. Uma delas hilariante, ao brigar com Zoe no meio da rua, sobre os flertes de George. E outra mais do que emocionante, ao rever sua mãe e ainda descobrir que ela tem uma nova família. Wade confronta George, e desabafa tudo que nós gostaríamos de falar para o riquinho. Depois de passarem uma noite na cadeia, em conseqüência de serem pegos, cortando a árvore de um propriedade privada para o natal, George questiona o porquê de estarem tanto falando sobre Zoe e ele, e Wade diz: “- Estamos falando disso, porque isso que você faz é errado. Ela não saiu com ninguém desde que chegou, porque você fica flertando com ela. A menos que desista de se casar, fique longe de Zoe Hart.” Touche. Mesmo se o episódio tivesse sido uma porcaria, teria válido por essa fala. Vê se você se toca, “Golden Boy”. Por conta disso, George reflete sobre se afastar de Zoe (#todoscelebra), mesmo se sentindo atraído por ela. Quando os dois vão conversar, ele percebe que Hart também está com a mesma idéia (vocês também comemoraram?). No final do episódio, ela se depara com Wade, que a convida para uma bebida. E aí… Ela recusa! RECUSA! Ainda não foi dessa vez que nosso “casal” favorito engrenou, mas sua última fala (e com um sorrisinho besta no rosto) deixou esta possibilidade: “Mas que tal outro dia?”. Descobriremos ano que vem.

O fato é que, ao escrever este balanço, eu ficava me perguntando, o porquê de assistir Hart of Dixie. O porquê de eu assistir uma série que tem “corridas de tartarugas” como plano de fundo? E aí uma só palavra me vem à cabeça: simplicidade. É com uma história simples e calma que a série, nos últimos meses, se tornou uma “válvula de escape”, e um dos “momentos leves e divertidos” da minha semana.  O que estou dizendo é que, ao assistir um episódio de Hart of Dixie, você fica com aquele ar leve, um humor tranqüilo, e de algum modo você se transporta para Bluebell, onde tudo é… simples! É um saldo totalmente positivo para esta primeira metade da temporada, e ainda temos 12 episódios pela frente. Eu sinceramente torço para que a série seja renovada, para que continuemos a curtir a Dr. Zoe Hart e os cidadãos de Bluebell. E se você de algum modo, ainda não assistiu a série, fica aqui a minha recomendação. Você terá ótimos momentos.

Séries citadas:

Mineiro, professor e aficionado por séries. No TeleSéries resenha as séries Hawaii Five-0 e Saving Hope. Mas também é apaixonado por Grey's Anatomy,'CSI, Rookie Blue, The Vampire Diaries, The Good Wife, Homeland, The Walking Dead e muuuitas outras...

42 Comments

  1. Anônimo

    adorei o balanço, anderson!

    comecei a ver hod para a coluna do gumbo e fui fisgada exatamente pela simplicidade e pelo ritmo do roteiro, na dose certa sem se arrastar nem atropelar eventos, concedendo igual exposição e oportunidade para os personagens desenvolverem-se.

    mas vc esqueceu de um personagem importante, cara: o crocodilo de estimação do lavon!

  2. Anônimo

    anderson, vc quer cat fight?

    é a clara e eu disputando o prefeito, LOL!

  3. Angela Mara Correa

    Como já te falei ela está na minha lista de espera. Adorei o texto e fiquei com mais vontade ainda de ver. Acho que vou fazer com que ela fure a fila…

  4. Bianca Mafra

    Excelente texto, mas faltou falar um pouco mais da minha personagem favorita, a Lemon. Não eh que eu torça por ela, mas a personagem eh rica, cheia de mudanças, de traumas, de personalidades, ela consegue sair do extremamente antipatica para um morro de pena dela em questão de segundos. um ótimo trabalho da atriz e, fora a parte romantica, que como vc disse, o george eh um zero a esquerda, os dois juntos dão bons momentos, comicos mesmo. acho que ele deveria desistir de ser galã e passar a ser comediante.

  5. Dieter Klaus

    Bom texto, também está na minha lista de espera. Parabéns Anderson.

  6. Anônimo

    Agora fiquei beeeeem curiosa para ver essa série, hein, Anderson…

  7. aricia castro

    Massa!!! Muito bom Anderson! Aproveitei e comecei a ver a série!!! =D

  8. Mônica Almeida

    Essa série me conquistou desde o primeiro episódio. Sempre que um acaba fico morrendo de vontade de ver o próximo.
    Eu também acho a Lemon uma personagem muito rica. No início eu detestava ela, mas agora,com o desenrolar da história, posso ver que ela tem motivos (se bem que nem sempre) pra ser dojeito que é. E, Anderson, concordo plenamente. O George tá sobrando nessa história. Sou totalmente do time Zoe/Wade e Lemon/Lavon. Aliás, meninas, também tô na disputa por esse prefeito.
    Parabéns pela review, Anderson.

  9. Paulo Fiaes

    Acho que o Potter deve ficar pensando “e ano passado eu fazia Good wife, rsrs”

    Brincadeiras a parte, bom texto, deu vontade de assistir.

  10. Rhanna Prado

    Olha… esse é o melhor texto sobre Hart que vi até agora… muito bom! No começo do texto estava achando você muito bonzinho porque tem umas coisas que não vejo muito nexo como a corrida de tartaruga e nem gostei do episódio de Ação de Graças Pirata… mas você tem razão quando justifica dizendo o quanto a série é leve e simples. Acho que isso é que me encanta. Mas não vejo a hora da história se desenvolver um pouco mais… Zoe precisa pegar alguém!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk… ta meio chato essa enrolação!! Não vejo a hora do recesso de final de ano acabar e os inéditos voltarem!!

  11. Maria Regina

    Adorei o seu texto, Anderson. Descreveu perfeitamente a serie, que e uma delicia de se assistir. Ele e leve, gostosa e tem personagens que podem render muito. Fiquei ate com vontade de me mudar para Bluebell.    
    Estreou muito bem no TeleSeries. Parabens, Anderson.

  12. Anderson Narciso

    Obrigado Rhanna Prado pelo seu comentario! Realmente, consigo definir a serie com simplicidade! Estou também ancioso pelos próximos episódios! Abraços!

  13. Hugo Fonseca

    Nossa ótimo balanço da série. Acredito que a função da série é realmente ser uma válvula de escape do estresse de uma segunda-feira. A cada episódio os personagens vão conquistando seus lugar. Ainda quero ver um episodio que a Zoe volta para New York! Apesar de gostar muito de bluebell.

    Parabéns Anderson.

  14. Anderson Narciso

    Obrigado Hugo. Essa definição para mim é a central, e voce ressaltou muito bem. Quer desestressar da segunda feira, assista Hart of Dixie! E de fato, seria interessante assistir um episodio dela em Nova York. Como seria esse impacto, pós Bluebell. Tomara que tenhamos tempo para isso! Grande Abraço!

  15. rosangela souza ?

    Aaeee ! Adorei a review Anderson ! comecei a ver a série ontem e já estou no 6º episódio!! a série é ótima , leve , simples e bem suave como vc disse!! até gosto do George, mas vejo q ele tbm não vai largar mole da Lemon rsrsrss !!! verei o restante dos episódios e depois comento mais!!!! bjs Anderson e vejo e virou até colaborador bem sucessido do Teleséries hein… hehehehe  Parabéns!!!!
     ps : tbm adooro aquele prefeito!!!

  16. Mayara A. Ribeiro

    Adorei o balanço, gosto MUITO dessa série… não acho que teria como errar com a Rachel Bilson no elenco. Mas ainda não sou do “team Zade”, tenho minhas dúvidas sobre o rapaz. hahahahaha

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