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Reviews

Grey’s Anatomy – Going Going Gone

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Série: Grey's Anatomy
Episódio:Going Going Gone
Número do Episódio: 9x01
Exibição nos EUA: 27/09/2012
77.882352941176
3.8
17

E cá estamos nós, quatro meses depois, fazendo aquela mesma busca desesperada pela casa, coletando as caixinhas de papel que estavam guardadas desde maio. E lá pela metade do episódio elas já tinham acabado, pelo menos aqui em casa. Será que em Shondaland tristeza tem fim? Temo que não.

Logo no início de Going Going Gone, descobrimos que as coisas estão bem diferentes no Seattle Grace. O início do episódio, com as duas novas internas, me deixou com a impressão que a Bailey badass estava de volta. Qual não foi minha surpresa quando descobri que a novidade era uma Meredith mais “malvada” – leia-se forte -? A medusa está no pedaço, pessoal. E adorei a nova personalidade da Grey. Que orgulho da nossa “sombria e obscura” Meredith Grey. Outra novidade é Cristina nas gélidas terras de Minnesota – um lugar no qual interrupções nas cirurgias significam todo mundo com as mãos para o alto. FOCO -. Está claro que, diferentemente do alegado por Mer, ela não está muito feliz.

Na verdade boa parte das dificuldades de Cristina se resumem a trabalhar como um time. A não passar por cima dos outros, a ser gentil com as pessoas que precisam de sua gentileza. A ouvir as histórias alheias, não desdenhá-las. Enfim, fazer social, que não é muito a sua cara MESMO. Sei que depois de tudo que ela passou, da mudança,  e em razão do seu brilhantismo, tudo fica mais difícil. Na minha opinião, claramente, Yang não se adaptará ao novo hospital, e voltará para Seattle. E acho que Dr. Thomas ainda terá algo para ensinar para ela, afinal de contas. Ah, é “só” ela superar o trauma, e voar de volta.

O episódio foi sobre Mark. Um tributo à ele, na verdade. Mas antes de falar disso, preciso falar de algumas outras coisas que chamaram minha atenção nesse episódio. Uma delas foi Alex “entrando nas calças” das novas internas. Aparentemente, ele está de volta à fase garanhão, bem peculiar de seus momentos de culpa e sofrimento. E a culpa é por não ter entrado no avião, dando lugar à Arizona. E apesar dele demonstrar que quer ir embora logo, deixando Mer para trás sem nem se despedir, seu coração gigante fala mais alto e ele resolve ficar, já que o novo atendente da pediatria, Barnett, não caiu nas graças, especialmente po transferir o programa das crianças africanas para outro hospital. Pelo legado de Arizona.

Outra que merece algumas linhas é Bailey. Shonda sabe o que fez com a personagem, enfim. E os acontecimentos desse episódio deixaram bem claro, já que os novos internos nem respeitam a atendente. Ela não é mais nem a sombra da “nazista” que já foi um dia. Resta saber se tendo tomado conhecimento disso, ela vai agir diferente e parar de se agarrar pelos corredores e salas de descanso do Seattle Grace. Bailey Danadinha terá que dar lugar para uma Nazi 2.0, para o bem da personagem.

Owen me surpreendeu. Quando ele disse aquelas palavras para a Dra. Wilson, sobre Mer ser forte e agir daquela forma dura porque sabia que facilitar a vida dos internos não levaria à nada, ele se deu conta de que fracassou com April. Mas eu só descobri isso quando ele encontrou a menina com o grande porco, antes eu pensei que ele voaria para ver Yang. Adorei a atitude o Owen, e por mais que ache April muito chata, acho que a volta dela para Seattle será boa, e dessa vez as coisas serão um tanto diferentes.

E agora vamos aos três personagens centrais do episódio: Mark e, consequentemente, Callie e Derek. Sloan tinha um desejo: se não melhorasse em 30 dias, queria ser tirado do suporte mecânico que o mantinha vivo. E os 30 dias estavam se acabando. 17 horas. A hora fatídica.

Achei uma graça Callie tentando algumas frases eróticas pra acordar Mark. E após a constatação de Derek, de que o amigo sempre queria ser o primeiro em tudo, iniciamos uma viagem ao passado. Essa viagem tornou as coisas muito, muito mais tristes. Foi um tributo de Shonda para um de seus personagens favoritos e mais antigos, ok. Mas destruiu os corações.

Tudo começou em 1994, no casamento de Der e Addison. Vimos Derek e Mark antes de acontecer o evento que abalou a amizade deles.Vimos conselhos com a “cara” de Sloan: não se prenda à uma mulher, Deus planeja uma quantidade enorme de mulheres para homens como nós. Depois passamos por 2007, um exemplo clássico da frase Mark garanhão, com a participação super especial de Callie. Tudo reafirmava aquilo que ele havia dito para Derek, ele não era homem de uma mulher só.

Ainda demos uma passadinha rápida, pra checar o Mark professor, amigo, que vai deixar tanta saudade em Avery. A despedida de Avery, afirmando que o Pelotão das Plásticas continuaria, porque ele podia assumir a partir dali, foi muito, muito emocionante.

E foi em 2009 que surtamos de tristeza. A prova de que o Mark garanhão havia mudado. A prova de que ele era, naquele momento e para todo o sempre, homem de uma mulher só. Lexie Grey.

E a hora chegou, e apesar de Callie e Derek ficarem repetindo que aquilo não era grande coisa, era. Mark Sloan estava partindo. Em uma longa espera para que seu coração parasse de bater e ele, enfim, morresse. Com os seus escolhidos ao seu lado. Foi triste ao cubo.  E meus lencinhos de papel já tinham acabado, a essa altura.

Mas ainda chorei mais. Ver Mark com a pequena Sofia e depois, aquela cena com a família – que agora está destroçada – feliz, calou fundo no meu coração. Não veremos mais nosso Mc Steamy pelos corredores do Seattle Grace. Não teremos mais Slexie. Nada será como antes, nunca mais. Não quero dizer que o novo será necessariamente ruim, ou pior. Mas com a saída desse casal, “nada do que foi será, de novo, do jeito que já foi um dia”. E, que seja feita a vontade de Shonda Rhimes. É exatamente com a imagem da foto acima que lembrarei – com saudade – de Sloan.

Derek, além de ver seu melhor amigo partir, teve que lidar com sua mão inoperante. A cena da sala de operação, com todos felizes pela sua volta, e ele dizendo “É um lindo dia para salvar vidas”, foi emocionante. Mas não foi dessa vez que Derek conseguiu operar. Será que ele voltará a ter a precisão para cirurgias tão delicadas quanto as da neuro? É esperar pra ver.

Callie ainda teve que lidar, o episódio inteiro, com o drama Arizona. As pessoas lhe encaravam, a confortavam, ofereciam seus sentimentos. Mas em momento algum eu acreditei que Arizona tinha morrido. Simplesmente porque eu me negava a trabalhar com essa hipótese. Mas aí, eu precisava lidar com a possibilidade de que, se ela estava viva, algo muito horrível havia acontecido com ela. E no finalzinho do episódio, quando achávamos que tudo de pior havia passado, somos golpeador diretamente na cara com uma Arizona completamente devastada, deprimida, furiosa. E sem uma das pernas.

E assim ficamos, esperando pelo próximo episódio que, pela promo, será tão – ou mais – devastador que esse. Comprem lencinhos de papel durante a semana. Precisaremos deles na próxima quinta-feira. Até lá.

P.S.1: São muitos os personagens novos, também. A britânica Camilla Luddington interpreta Wilson, o “projeto de 007” da vez, a escolhida para fazer a apendicectomia e quem ganhou mais destaque nesse episódio. Simpatizei com a garota, que deve procurar um local para chorar escondida. Steph, é outra das novas residentes. Achei a cena inicial do episódio um pouco Mer/Yang, acho que Shonda espera repetir, ainda que em dose menor e de forma diferente, a amizade incondicional das duas em Steph e Wilson. Heather (a Tina Majorino, de Veronica Mars, Bones) ganhou o “privilégio” de ser a primeira conquista de Alex. E ainda tem mais gente – como a outra interna “do Alex”, cujos nomes e personalidades descobriremos nos próximos episódios.

P.S.2: a morte de Mark causou tanta comoção que Shonda resolveu se explicar.

P.S.3: desde a primeira temporada do seriado, sabemos da necessidade de Shonda em matar, aniquilar. Eu sofro muito com as mortes de Grey’s Anatomy, muitas vezes discordo delas, mas compreendo. A série é drama, e drama tem dessas coisas. A morte do Mark, como eu disse, era esperada, pra mim, desde Fight. Achei que tudo na Finale passada conduziu para esse acontecimento. E entendi o propósito da Shonda. Eric queria sair, Shonda queria que impactasse. Mas confesso que a mutilação de Arizona eu não consegui compreender, muito embora tenha certeza que Shonda irá desenvolver de forma magistral a caminhada de Arizona rumo à ceitação do que aconteceu com ela, e nossa loirinha dará a volta por cima. E outra, eu sei que essas coisas acontecem. Ônibus atropelam pessoas, aviões caem, pessoas transtornadas invadem locais e atiram. Mas qual a probabilidade disso tudo acontecer com as mesmas pessoas, reiteradamente? Tem que ver issaê.

P.S.4: A ABC e a Shonda devem ter comemorado muito a estréia do seriado. Going Going Gone foi visto por 11.73 milhões de espectadores e atingiu a incrível marca de 4.4 de rating.

P.S.5: sei que muita gente detestou o episódio.Mas eu gostei bastante, e isso justifica a nota. Achei a diração belíssima, e se Mark devia morrer – por vontade da toda poderosa Drama Queen -, acho que o tributo feito a ele foi uma belíssima homenagem à Eric.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

8 Comments

  1. Caroline®

    Essa premiere foi muito bonita. Bonita e triste. Acho que a morte do Mark foi a mais digna de todas as que já vi em Grey’s. E gostei muito mesmo de terem feito esse episódio como um epílogo do acidente, sem flashbacks. Porque o que importa mesmo é isso, como eles vão reagir ao que aconteceu. Nem tenho vontade de ver o próximo episódio, que vai ser pura catástrofe. Grey’s é drama, as desgraças são só um veículo pra esse drama aparecer. No mais, reconheci o Alex de sempre, oscilando entre fugir dos problemas como um douchebag e apoiar os amigos como um fofo (que ele é). Achei levemente engraçado a Bailey ser trollada pelo novo perfil “feliz” (é a Shonda sambando na cara dos fãs reclamões e trollando a gente). E deu vontade de abraçar muito a Callie – tinha certeza da sobrevivência da Arizona, senão ela nem estaria ali trabalhando. Derek não me emociona, continuo achando ele um chato. Já Avery… me conquistou. E a minha preferida, Cristina, não pertence àquele hospital nerd, chato, sem poder ser a rockstar cardio goddess que ela é. Volta, Yang!
    PS: Medusa Grey = <3 <3 <3! Tô amando a Mer desde a temporada passada.

  2. Bruno

    Acho que de todos que sairam (como Teddy, Izzy, George, Burke, Danny, a mãe de Meredith, o marido de Teddy que esqueci o nome agora), acho que a morte de Lexie e consequentemente a de Mark foram as que mais me pesarem nesses longos anos em que acompanho Greys Anatomy.

    Juro que tinha pensado que Arizona tinha morrido. Nunca a imaginei devastada em cima de uma cama, com raiva da esposa (que tinha quase morrido a pouco tempo, lembram disso?) por ter lhe salvo a vida cortando sua perna.

    Quanto ao medo de voar, não tem carro ou ônibus nos EEUU?

    O episódio em si não foi empolgante (foi curto, devia ter sido duplo), no entanto após a excelente temporada passada, acho que valeu.

    Bom mesmo foi o inicial de Private Practice. Pena que ninguém aqui no teleseries comenta aquela série.

  3. Paulo Serpa Antunes

    Mariela, Mariela, adoro você, adoro mesmo, mas fico muito irritado em como você fica confortável diante de tanto drama em Grey’s Anatomy e vendo todos os personagens que você gosta serem descartados, um a um, só pra gerar audiência.

    Eu sabia que nada de bom viria de Flight e este episódio é a prova disto. O fato dos roteiristas terem optado por fazer um salto no tempo é o melhor exemplo disto – as consequências do acidente foram tão trágicas que não tinham como ser exibidas na TV. Você percebe isto?

    Matar Mark. Bom, a impressão que dá é que não existia nenhuma storyline pro personagem após a morte de Lexie. Então vamos matar. Uma decisão criativa estúpida – porque, como tenho dia há vários meses, se Shonda mantivesse Lexie e Mark (mesmo fora do elenco, mas vivos no universo da série), poderia criar um plano pra manter a série por mais quatro, cinco anos facilmente. Na entrevista da Shonda que você traduziu, pelo que se percebe, o que eles queria mesmo eram tirar a perna da Arizona. E pra fazer esta trama dar certo eles teriam que tirar Mark de cena. Ou seja, eliminam um personagem carismático pra criar uma storyline para um coadjuvante?

    Além disto, eu particularmente achei a despedida dele muito ruim. Se a ideia era narrar o adeus dele através de vídeos, porque não exibir mais? Porque não trazer a Kate Walsh pra uma cena, a Chyler pra outra cena, a Leven Rambin pra uma terceira? A impressão é que a decisão de fazer este episódio foi tomada depois da Chyler partir. Olha que decisão tola.

    Mas o que mais me revolta mesmo é a decisão em torno da personagem da Arizona. Quem assistiu a 15 anos de ER sabe que tramas de amputados não dão certo a longo prazo. Ou seja, no final da temporada a Arizona vai acabar morrendo ou indo embora, porque nenhum roteirista saberá o que fazer com ela e a atriz não vai querer gravar cenas de cadeira de rodas ou muletas, ou com uma faixa verde na perna por muito tempo.

    O episódio foi ok. Foi. Mas a questão de séries de TV é continuidade. A série está migrando para um destino satisfatório? Não, não está…

  4. Mariela Assmann

    Boss, a discordância é saudável. Já diziam que a unanimidade é burra, e concordo com isso. Eu fico confortável com drama, em termos gerais. E como eu disse na review, a morte do Mark nem foi o que me pegou de jeito, mas sim a amputação da Arizona, completamente desnecessária, no meu ponto de vista. Mas vamos por parte.
    Sim, eu sou daquelas que acha que Shonda poderia ter simplesmente feito Mark e Lexie se mudarem de Seattle e viverem suas vidas felizes em outro lugar. Mas Shonda optou por matar Lexie e, após tomar essa decisão, optou por matar Mark. Acho que Mark, da forma como as coisas foram construídas, não conseguiria sobreviver à partida da Lexie, por que realmente ele não iria embora de Seattle em razão da Sofia. Então, embora eu tenha achado que a morte não era a melhor saída para eles, estou ok com isso.
    Com a Arizona já é diferente. Eu não vejo sentido para a amputação, ainda mais da forma que se delineou, conforme ficará demonstrado no próximo episódio. Mas apesar de discordar da decisão da Shonda, achar um drama brutal e desnecessário, eu creio que a história se desenrolará bem. E prova de que os roteiristas de GA ainda sabem – ou voltaram a saber – o que estão fazendo é a 8ª temporada, que pra mim foi extremamente bem estruturada. Não acho que Arizona, necessariamente, sairá do seriado. SPOILER A SEGUIR: inclusive, no episódio de 25 de outubro, uma prótese será introduzida na história. Arizona ficará amputada por pouco tempo. FINAL DO SPOILER. E acho, sinceramente, que a Capshaw está de acorco, pelas manifestações mais recentes dela, com o destino da personagem. É esperar para ver que rumo essa história vai tomar. Torcendo pra que pelo menos por uns episódios Shonda acalme o coração e nós tenhamos um pouco de paz.

  5. miriam

    já gostei muito de grey´s mais acho que shonda tá perdendo a mão o episódio do avião na minha opinião foi ridiculo !!!!!!!!! parece que shonda não sabe dar fim aos personagens sem mata-lós !!! a única que realmente devia ter morrido foi a Izzi mais ela faz aquele final ridiculo ,por que estava brigada com a atriz !!!

  6. miriamrodrigues@hotmail.com

    Paulo Serpa , coloquei meu comentário bem antes de ler o seu e concordo em tudo com vc ,shonda parece uma seria killer de personagens sai matanto a torto e a direita não tem poder de criação para fazer um personagem sair sem ser morto ,o episódio do acidente sério comecei a rir por que o destenpero da historia era horrivel até a mer chorando eu comecei a rir !!! sinceramente gray´s deveria ter acabado na sexta temporada e olhe lá !!!!!!!!! um abraço
    obs: saudade dos personagens do inicio da série.

  7. Anderson Narciso

    Paulo, eu tenho notado uma certa crítica sua a Grey’s desde a temporada passada hahaha, inclusive em episódios que foram considerados muito bons pelos fãs da série, como “If then”. Eu sei que, a decisão de matarem os personagem foi polêmica. Mas foram personagens que nós fãs de Grey’s não conseguimos ver fora do Seattle Grace. E a Shonda sabe disso, porque ela, mais do que ninguém conhece os personagens. A Chyler pediu para sair – e essa conversa vinha desde o início da oitava temporada, e a melhor saida encontrada pelas duas foi a morte dela no acidente que já estava projetado. A pessoa que originalmente morreria no acidente seria a personagem da KIM RAVER. Mas devido ao pedido de Chyler, a Shonda mudou um pouco os rumos da história. A saída do Eric Dane foi acertada logo depois da season finale. Ali, infelizmente, a Shonda tinha que tomar uma decisão. Eu não sei quais os planos para o Mark, se o Eric decidisse continuar em Grey’s, Mas o fato é que, uma vez que o ator não queria retornar, Mark deveria ser morto também. O personagem JAMAIS largaria a filha, e não sairia vagando pelo mundo eternamente em luto por Lexie. O final dele foi muito digno. E a despedida dele, foi muito boa sim. Isso porque, a essencia do personagem foi toda representada em flashs. Foi uma saida muito melhor do que a da Izzie por exemplo, que por ignorância da Katherine Heigl mal teve final. O Eric se dispôs a ficar até quando precisasse. E ta aí. Um final muito bunito.

    Quanto a Kate Walsh, não acho que caberia ela em flashs. A história dele com ela ali, só ofuscaria o coração dos “Slexies”, e acho que esta não era a intenção da Shonda. Mas a Addison sente a morte de Mark sim, tanto que no 6×02 quando a Addison recebe a noticia da morte do Mark, ela chora bastante.

    Quanto a Arizona, eu também não achei drástico. Ela precisa movimentar a história, e isto é uma série de Drama. Seria hipócrita da nossa parte querer tudo a mil maravilhas. Para isso temos nossas amadas sitcoms. E não ache que devemos comparar o Ray com a Arizona que são casos diferentes. BEM diferentes. E já falando de ER, Grey’s Anatomy não tem um décimo do que os médicos de ER sofreram por morte, amputamento e etc. Ô série para matar médico era ER.

    Eu no inicio, não gostei deste episódio de Grey’s, mas depois, quando assisti pela segunda vez, eu refleti, pensei e vi sim um grande potencial nele. E eu não xingo a Shonda, pq ela é uma PUTA escritora, sabe emocionar bastante, e já teve MUITOS E GRANDES MOMENTOS durante estas nove temporada. Segurar SEIS pessoas do elenco FIXO, desde o PILOTO, não é para ninguém botar defeito. Palmas para ela.

    Eu não largo Grey’s, e vejo até o dia que cancelarem. Shonda merece minha audiência, por já ter me proporcionado tantos momentos bons. =)

  8. Pingback: Destaques na TV – Segunda, 22/10

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