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Grey’s Anatomy – Can’t Fight This Feeling

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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Can't Fight This Feeling
Número do Episódio: 9x18
Exibição nos EUA: 28/04/2013
96
4.8
5

Yay! Mais um bom episódio de Grey’s Anatomy foi ao ar na semana passada. Não é a toa que a 9ª temporada é uma das minhas queridinhas. Shonda ta acertando em cheio esse ano.

Em Can’t Fight This Feeling vimos os médicos lidando com sentimentos. E eles se dividiram em dois grupos: o dos que aceitam o que sentem, e o dos que relutam, bravamente.

Meredith liderou o grupo do pessoal que aceita os sentimentos, embora no seu caso seria mais apropriado dizer intuição. O instinto maternal de Mer está a pleno vapor, e isso foi fator decisivo para que ela acreditasse na mãe do pequeno garotinho adoentado.

Acho o máximo vermos Meredith amadurecida, confiante nas suas escolhas pessoais e profissionais. Fiquei orgulhosa, também, ao ver ela usando bem seus poderes de dona de hospital, e investigando a doença do menininho até o fim, ainda que baseada nos palpites da mãe. Suspirei aliviada quando o caso acabou bem. Mas confesso que terminei o episódio bem apreensiva. Bailey mapeará o genoma de Zola e Meredith (ei, Bailey mandou avisar que mapeamento genético não é brinquedo!) e descobriremos, enfim, de Mer desenvolverá Alzheimer. Não faça isso conosco, Shonda. Imploro! Sinceramente, não sei o que pensar. Não consigo imaginar minha personagem favorita tão diferente em razão do Alzheimer. Mas em se tratando de Rhimes, tudo pode acontecer. Principalmente o pior. Então, estou tentando preparar meu coração, relutantemente.

E por falar em relutar, mais uma vez foi desenvolvida a temática “internos e suas especialidades”. Sempre gosto quando isso é abordado, porque é natural que todos os futuros residentes tenham suas preferências, assim como é comum os residentes terem seus “auxiliares” favoritos. Mas o episódio serviu para mostrar que se entregar às mudanças pode ser uma coisa super favorita. Heather e Derek que o digam, para tristeza de Ross.

Jo também não ficou ao lado de Alex, no episódio. Aliás, a moça perdeu boa parte do seu tempo se amassando com o namorado, enquanto montes e montes de pacientes chegavam no Memorial. Cadê a decência, mocinha? Tá, eu sei que os corredores do hospital já presenciaram muitos amassamentos, mas por favor, Jo! Pobrezinho do Alex!!! Sim, sou Team Alex desde criancinha e estava adorando o desenvolvimento do relacionamento dos dois, mas nesses dois últimos episódios a falta de percepção da moça me irritou um tantinho. Espero que Karev tenha coragem, LOGO, de assumir seus sentimentos, porque ele é o líder do movimento “vamos ignorar nossos próprios sentimentos, mesmo que todo mundo já tenha notado”.

Enquanto uns ignoram, outros enfrentam, ainda que aos trancos e barrancos. E April começou a enfrentar seus sentimentos por Jackson de forma madura. Até que enfim! A história – muito triste, a propósito – dos dois colegas de faculdade que se reencontram e decidem ficar juntos fez a moça indagar se existem pessoas destinadas a ficar juntas.

A cena dela com Avery foi linda. E achei interessante ela indagar o paramédico sobre a questão. Pena que ele pensou que ela estivesse se referindo a ele, e acabou soltando um “também te amo”. Que dó, que dó, que dó do paramédico. Não deve durar até o final da temporada esse romance. Consequentemente, Steph, que só tem feito figuração, vai ficar chupando o dedo, também. E Kepner e Avery devem assumir um relacionamento sério, estável e saudável. Yay!

Por falar em relacionamento saudável, Arizona e Torres estão voltando à boa forma. Foi bacana ver as duas interagindo sem aquele peso todo. Aos poucos o drama vai ficando para trás, e a médica f**ona que faz crescer cartilagem volta a colocar sua vida nos trilhos (que a felicidade a atinja em cheio, senhoras e senhores!). E a fofura própria da Arizona voltou a dar o ar da graça. Aaawww!

Finalizando: alguém tem dúvida de que os mimimis entre Yang e Owen voltarão loguinho? O caso do garoto cujos pais estavam envolvidos no acidente com o caminhão de gasolina evidenciou o lado paizão de Hunt. E ele e Yang quase quebraram os pratos em razão do instinto protetor de Owen ter feito ele questionar as escolhas de Cristina. A vontade de Owen de ser pai é tão evidente quanto a falta de vontade de Cristina de ser mãe. E eu, sinceramente, não sei como eles poderão driblar isso, especialmente por que me parece que qualquer parte que ceda viverá infeliz. Nesse caso, só me resta esperar para ver, torcendo para que Crowen não volte a ser aquele casal chato dos últimos tempos de relacionamento.

No episódio dessa quinta-feira provavelmente descobriremos se o Alzheimer é uma possibilidade concreta no futuro de Meredith. Só por precaução, vou deixar a caixinha de lenços do meu lado. Até lá!

P.S.: Emergência, sua linda, bem vinda de volta!

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

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