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Grey’s Anatomy – Can’t Fight Biology

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Grey’s Anatomy - Can’t Fight Biology
Série: Grey’s Anatomy
Episódio: Can’t Fight Biology
Temporada: 7ª
Número do Episódio: 7×04
Data de Exibição nos EUA: 14/10/2010
Data de Exibição no Brasil: 25/10/2010
Emissora no Brasil: Sony

Em meu último review, o Paulo comentou o ponto principal que faz com que Grey’s Anatomy, neste ano, esteja tão empolgante: a evolução de seus personagens.

E acho que isso ainda chama mais atenção pelo fato de que poucas vezes é feito de forma acertada, sendo mais comum personagens que não amadurecem, mesmo passando por grandes dramas, ou algum tipo de mudança incoerente.

Ao mesmo tempo, li em mais de um lugar que Cristina deixou de ser quem era e por isso tinha se tornado chata. Eu não podia concordar menos: Cristina enfrentou mais que o tiroteio ou uma arma em sua cabeça, ela teve a vida do marido de sua melhor amiga em suas mãos, e isso é uma responsabilidade com a qual é quase impossível lidar.

Passo a passo ela vai avançando, seria falso ela simplesmente se recuperar rapidamente, seria mecânico demais. É interessante vê-la buscando respostas, procurando um novo caminho, não só na medicina, mas no seu casamento.

O destaque para o trabalho de Sandra Oh em seu papel é evidente, mas eu não acho que nenhum personagem tenha recebido menos cuidado: a relação de Meredith e Derek, ela lidando com a eventual dificuldade de ter um bebê, a relação de Lexie com sua irmã e com o que sente por Sloan, Arizona lidando com as diferenças em relação ao melhor amigo da mulher que ama, e adorei a maneira como Karev coloca seu ponto de vista sofre Sloan, April e mesmo Avery se integrando ao grupo, com Avery enfrentando o medo de ser um “médico objeto”.

Grey’s Anatomy - Can’t Fight Biology

Este episódio, em especial, teve tantos momentos louváveis que eu não seria capaz de apontar um momento preferido.

De novo eu digo: é a história, é a evolução de cada um desses personagens pelos quais nos apegamos ao longo do caminho, é isso que nos marca, é isso que nos mantém com um sorriso na boca, mesmo quando a tela escurece.

* * *

Texto gentilmente cedido pelo weblog Só Seriados de TV

Séries citadas:

3 Comments

  1. Rubens Rodrigues

    Can’t Fight Biology e These Arms Of Mine são os melhores episódios até aqui. Gosto muito de ver a relação Meredith/Derek neste momento. É como se eles não precisassem de um impasse nesta temporada. Sinto falta da Cristina badass, mas como você disse, seria falso se ela se recuperasse com rapidez. Foi um choque muito grande quando a ouvimos dizer que não queria ser alguém especial.

  2. Netopaes

    O que eu posso dizer é que Christina não está nem perto de ser tão chata quanto a Izzie esteve quando perdeu Danny Duquette. Apesar de parecer arrastada, a trama de Christina é bem mais plausível do que a de Izzie.

  3. José Eduardo Brum

    Qto a esta review, faltou comentar a participação de Francis Conroy. Ela arrasou quando revela o que fez e entende a razão de ser chamada de monstro de olhos azuis (o título do episodio nao poderia ser melhor). Isso é o q eu chamo de uma tremenda atriz.

    Entendo e aceito a evolução dos personagens, tenho gostado demais, eles estão mais maduros, mais conscientes. Nao acho q Cristina esteja chata, é condizente, mas me irrita profundamente. Ve-la parada, como uma mosca morta, me dá vontade de dar umas bofetadas e manda-la pra casa. Ela tem de ser util.

    É nessas horas que vemos quem é maduro pra lidar com os ocorridos: Bailey foi uma das q mais sofreu. Por isso, pegou o filho, viajou, refletiu, se afastou e voltou firme. Nunca será a mesma, mas nao deixou de seguir sua vocação. Falta isso em Cristina, saber amadurecer e saber lidar de uma maneira que nao lhe dê descrédito, nem atrapalhe.

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