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Reviews

Grey’s Anatomy – All You Need Is Love

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Série: Grey’s Anatomy
Episódio: All You Need Is Love
Temporada:
Número do Episódio: 8×14
Data de Exibição nos EUA: 09/02/2012

14 episódios de Grey’s Anatomy nessa temporada. 14 bons episódios. Ou melhor: 14 ótimos episódios. All You Need Is Love foi um belo episódio de Valentine’s Day. Shonda, mais uma vez, soube dosar brilhantemente drama, emoção, diversão, tensão e momentos fofos.

Foram quatro os casos da semana. Um melhor que o outro. Todos prenderam a atenção, e – como usual – fizeram nossos médicos favoritos refletirem .

O florista colocou sua vida em risco para “reparar os erros de outras pessoas”. Esse caso rendeu ótimos momentos. O 1° deles, com o carro invadindo o saguão do hospital (como Yang estava ali, fiquei pensando que poderia vir mais tragédia por aí). Depois, na sala de operação, com Teddy respondendo à pergunta destrambelhada do interno. E, por fim, entre Teddy e Owen. Seriously que ele achou que ia chamar ela pra uma bebidinha e tudo voltaria a ser como era antes? O discurso de Altman foi pesado, mas acho muito natural ela se sentir daquela forma. É óbvio que acho que com o passar do tempo a mágoa dela diminuirá. E embora eu ache que eles nunca serão BFFs novamente, há futuro para a amizade.

O caso do casal de “almas gêmeas” ameaçado pelas convulsões e pelo teratoma da mulher também foi tocante. No final, ela ficou estéril. Mas eles permaneceram juntos.

E o que dizer do caso do namorado de 8 anos, atropelado justamente quando iria propor à namorada enfurecida? Achei que o rapaz sobreviveria, já que a namorada aprendeu a lição e chegou à conclusão que uma aliança não vale mais que o sentimento. Mas isso não foi suficiente, e a deusa malvada do drama matou o pobre infeliz. Ainda bem que isso serviu para alguma coisa, e Lexie se ligou que precisa falar com Mark.

Mas o que mais me tocou foi o caso de Clementine, a namoradinha de Nico. Amor puro e inocente. Caracterizado pela entrega. Que coisa mais fofa do que oferecer a mão para a namorada apertar muito forte, caso necessário? Ou do que deixar uma carta extra fofa como prova de amor – de mãos dadas pulando no trampolim?! -, já que foi arrastado pela mãe para casa? Ou que continuar amando a pessoa que te deu os chocolates que quase te mataram, sem se importar nem um pouco com isso. Amoleceu geral os corações, inclusive o do Karev.

Além dos casos, também acompanhamos os “dramas” românticos do pessoal do Seattle Grace.

Achei interessante a dinâmica entre Bailey e Ben. O anestesista é o oposto de Bailey, em questão de romantismo. Ter planejado o jantar no hospital mostra que, realmente, ele conhece a namorada. E, principalmente, que ele não exigirá que ela mude (lembro que esse era um ponto de tensão com Tucker). Tenho gostado das cenas entre o casal, diferentemente da 1ª vez que eles namoraram. Então, torço pra que o relacionamento continue bem.

Aliás, tenho gostado mais de Miranda. Acho que ela tem ganhado mais destaque, especialmente depois da parceria com Meredith. As duas funcionam bem juntas, na cirurgia geral. Ambas são muito qualificadas e “chutam traseiros” por aí. Vida longa e próspera à parceria (embora eu achasse a Mer a diva da Neuro).

Meredith e Derek, procurando um local “livre de bebês” para fazer sexo também foi divertido. E, ao mesmo tempo, me lembrou algumas coisas, como a fase – depois que reataram na 3ª temporada – em que tentaram começar por outro momento que não o sexo – e que envolvia banhos de banheira; a vez que foram pegos por Bailey fazendo sexo dentro do carro de Derek na frente da casa de Mer; e a aquela fase deliciosa e cômica, após o casamento post-it, na qual “qualquer lugar era lugar” – e Lexie sofreu com os efeitos de ambas.

Pra mim, uma das melhores coisas da 8ª temporada é como ela tem despertado lembranças e me feito recordar momentos dos 8 anos de Grey’s Anatomy.

E o plot de MerDer abriu caminho pra Lexie. Foi divertido ela cuidando de Zola. Ri no final do episódio, enquanto ela caminhava pela casa “debatendo” com a garotinha o que ela deveria falar para Mark. Adorei quando ela bateu na porta de Sloan e anunciou que precisava dizer algumas coisas. E que saia justa, né?! Sloan e Avery, juntos? Mas gostei de ver que Mark não deixou Lexie ir embora, e a cara dele quando disse que poderia mandar Avery embora denuncia que ele ainda tem sentimentos pela ex. Pelo visto, poderemos ver Sexie juntos novamente.

A escolha de Mark como babá também foi divertida. Adorei Arizona no episódio. Acho legal a relação dela com Mark, essa coisa meio “caras”. E achei muito divertida a tensão dela com o “acampamento” bolado por Callie. Foi bonitinha a interação das duas no episódio, também.

Do outro lado do muro que separa casais felizes dos “nem tanto”, Webber e Adele e Owen e Yang.

O Chief se esforçou para comemorar a data com a esposa – juntamente com o aniversário de casamento – mas não foi reconhecido por Adele, graças ao Alzheimer. Achei de cortar o coração o diálogo dele com a Bailey. Peninha.

E se uma doença deixou a noite do Chief menos feliz, as diferenças entre Owen e Yang estragaram a deles. Aliás, não somente o Valentine’s Day foi estragado pelo casal, que está muito abalado já há algum tempo. E depois do barraco da festinha de Zola a coisa degringolou. Foi legal a cena do elevador (um clássico de Grey’s), e – como sempre – Sandra Oh deu um show na interpretação. E a cena na saída de ar (olha mais lembranças aí!) também foi bacana. Embora eu não goste de Owen, entendo que Yang o ama e quer viver com ele, mas sem abrir mão da sua personalidade. Eu não acredito neles como casal, acho que é muita coisa para eles superarem e eles não tocam na questão a ponto de tornar isso possível. Mas acho que Yang não desistiria sem tentar tudo que é possível – assim como nas cirurgias – então entendo a atitude de implorar.

Enfim, mais um episódio redondinho, recheado de bons momentos. E que nos permite dizer que dá gosto – e muito – assistir Grey’s Anatomy.

Semana que vem episódio de duas horas (na verdade emendaram Grey’s com Private Practice), com o tradicional crossover nosso de cada dia. Então, até lá.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

6 Comments

  1. Tatiana Da Silva Siqueira

    Eu adorei esse episodio…..como uma romantica nata….quase chorei com o amor verdadeiro das crianças…….quem não passou por isso – PS 1 Eu fui pedida em casamento na 3º serie do ensino fundamental, onde pegar na mão era namoro serio.

    EU QUERO um namorado igual ao Ben que fofo ele pensar nela……achei tão fofooooooooo.

    Meredy e Derek, revivendo um carro na vida……achei que Bailey fosse pegar eles de novo…….como dizem bem vindo ao mundo de casal com filhos…….

    Eu fiquei com dó da Mini Grey, qdo ela olhou a corrente e principamente qdo ela toma coragem para ir a casa do Sloan, tomara que eles se acertem e logo…..

    Olha se quiser fazer uma supresa pra mim – não seja acampamento – gosto do mundo urbano….chuveiro quente, sem pernilongo……entendo perfeitamente a cara da Arizona……e rir muito com ela……foi bem romantica tbém a cena e toda o cenário.

    Owen e Yang é ali tem muita quimica, amor mas pouca confiança…….e isto acaba com qualquer relacionamento.

    Enfim adorei o episodio……..

  2. Anderson Narciso

    Eu amei este episodio. Foi mto foda mesmo. Shonda ta trazendo aquele espirito greys de volta. E todos os personagens mandaram mto bem. Me emocionei e muito, com o caso da menina que queria casar. E quando a Mini Grey abriu o colar. Ate me emocionei! Excelente review Mari.

  3. Bruna

    Adorei o episódio. Levei um susto com o carro invadindo o hospital e quase acertando a Cristina. Pensei ‘putz, ela vai ser atingida de novo’. Aí o Owen a salvou. Achei bem legal, e ficou aquela tensão hehe.

    E qual foi a minha surpresa (quase igual a da Lexie) em saber que o Avery estava cozinhando pro Mark? hahaha. Se pra mim já é difícil escolher entre Lexie/Avery e Lexie/Mark (e olha que eu sou muito fã do último), imagina pra ela.

  4. Bruno

    Também gostei do episódio, mas dai para dizer que foram 14 episódios bons tá um pouco distante. A realidade alternativa do anterior e o musical não foram bons não.

    Tucker saiu-se bem, mas por experiência própria, ninguém consegue levar sozinho um relacionamento nas costas. Bailey carrega muita bagagem, e apesar do progresso de Tucker em quebrar a blindagem, ainda assim são apenas rachaduras. A “nazi” que conheciamos está guardada em algum lugar. Torço por eles mas tenho muitas dúvidas que ele resista.

    Lexi gostando de crianças? Os dois atritos que ela teve com Mark foram por isso, primeiro a filha dele com o bebê e depois com a menina dele com Callie. Tá muito estranho esse negócio do Avery com o Mark, ir “estudar” com ele E FAZER O JANTAR?

    Arizona é realmente “o cara” mas Callie saiu-se muito bem com a surpresa. Adorei.

  5. Mariela Assmann

    Tucker seria o Ben?! O musical não é dessa temporada, é da passada. Então, na sua conta seriam 13 bons episódios? Eu curti MUITO o da realidade alternativa, por isso sigo gostando dos 14. =)
    Muito esquisita a relação de Mark e Avery. Mas sempre rio muito deles. E a saia justa da Lexie foi tudo, jantar de Valentine’s Day com 2 ex! Imagina! rsrsrsrrs
    E concordo! Arizona é o cara!!!!!

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