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Reviews

Glee – The First Time

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Série: Glee
Episódio: The First Time
Temporada: 3ª
Número do Episódio: 3×05
Data de Exibição nos EUA: 08/11/2011

Terminei a última review dizendo que esperava um melhor episódio essa semana. E foi o que aconteceu. Mas não se engane, isso não quer dizer, de maneira nenhuma, que o episódio foi empolgante. Pela primeira vez —que minha memória me permite lembrar —, Glee fez um episódio meio termo, nem 8, nem 80.

Antes do episódio ir ao ar, a  PTC (Parents Television Council) criou um grande rumor que o episódio tinha cenas fortes de sexo e que estaria instigando as crianças a fazerem sexo. Mais uma vez, rumores exagerados. Glee não teve nenhuma cena de sexo explícito, ou nada do tipo, pelo contrário, encorajou o sexo “seguro” e o amor entre as duas pessoas antes de tomar qualquer decisão. Tanto é, que Glee foi ao ar em seu horário normal, e não duas horas depois, como previsto.

Para começar, Artie foi o principal cupido causador de todo o enredo do episódio, pois ele acha que a atuação de Rachel e Blaine como Maria e Tony não é convincente, porque os dois não sexualmente ativos. Então os dois começam uma verdadeira corrida contra o tempo para perder a virgindade. Mas Finn, que estava gostando muito de ver a namorada com segundas intenções, ficou extremamente chateado quando descobriu os motivos por trás das ações de Rachel. Eu tinha esquecido de como é bom ver o Finn sendo Finn, e não aquele Finn do último episódio. Além do problema com a namorada, ele ainda tem que se preocupar com o olheiro que vai vê-lo jogar, o que pode lhe render uma bolsa de estudos na faculdade.

Com Blaine e Kurt as coisas estariam muito bem, se não fosse um novo personagem aparecer na trama, Sebastian. Blaine conhece o Warble quando vai a sua antiga escola para convidar os amigos para assistir West Side Story. Logo de cara Sebastian já dá em cima de Blaine, e já dá pra perceber que ele vai se tornar a pedra no sapato de Kurt por mais alguns episódios porque não fecharam a história dele nesse último. O ponto alto de Kurt nesse episódio — na minha opinião —, é quando ele encontra Karofsky no clube gay onde ele foi com Blaine e Sebastian. O melhor de toda a história Klaine do episódio? Sem preconceitos ou diferenças por eles serem um casal gay, toda a história por trás da primeira vez dos dois é facilmente comparada a história por trás da primeira vez de um casal hétero.

Além de agitar a vida amorosa de Rachel e Blaine, Artie arruma um namorado super fofo para a treinadora Beiste, que por sua vez, chorou ouvindo músicas e ainda gostou do cara que gosta dela. Super fofo!

Ainda na parte das histórias meio apagadas do episódio, foi a vez de Mike enfrentar de vez o seu pai, que disse que se ele continuasse com essa história de dançar, podia não se considerar filho dele. Mike continuou com a decisão de ser um dançarino profissional, e contou com o apoio de sua mãe durante o musical.

Depois do musical, Rachel vai até a casa de Finn para se desculpar, e o encontra totalmente acabado. O fato é, que o olheiro não gostou de Finn. Ele começa a perceber o peso de se tornar um adulto e tem medo de não se tornar bom em nada depois que sair da escola. Rachel diz que a vida continua, e que agora ele tem que achar sonhos novos, e diz que ela vai ajudar ele nisso. Então, o clima esquenta e acontece a primeira vez dos dois.

Enquanto isso, Blaine está tentando acertar um passo que errou durante o musical quando Kurt aparece, Blaine se desculpa por ter tentando agarra-lo no clube, e rola um clima, super fofo!

As cenas que o PTC tinha considerando ofensivas, foram de muito bom gosto, super românticas e fofas, e deu vontade até de chorar!

Sobre os números musicais:

Nenhum dos números musicais me deixou completamente satisfeita. Em Tonight, Rachel e Blaine sempre arrasando, mas realmente, não teve clima nenhum.

A volta dos Warbles com Uptown Girl foi um desastre, não é atoa que eles queriam o Blaine de volta. Sempre as mesmas coreografias, até ai, tudo bem. Mas as vozes desafinadas e irritantes, não me agradaram nem um pouco.

A Boy Like That: Eu gostei da atuação delas, e do olhar, mas não acho que a voz delas combinam, então, não me agradou muito. America foi bom, mas achei um pouco forçado.

One Hand, One Heart aconteceu antes que os dois perderem as virgindades, mas teve muita paixão e emoção. Único número que me agradou.

Séries citadas:

19 anos, mora em São Paulo, ama futebol e estuda Jornalismo. Está no TeleSéries desde 2011 e assiste mais séries do que os seus dedos da mão podem contar. Ama todas, mas Everwood, Friends e The O.C. sempre vão reinar em seu coração.

3 Comments

  1. Rafael Ruiz

    Para mim a Santana estava maravilhosa, como sempre… 
    Eu não sabia deste lance com o PTC, mas, eles sempre exageram um pouco. Não vi nenhum motivo para a série ir ao ar em outro horário. Acho que as cenas foram até bem tranquilas…
    Agora o maior desastre do episódio para mim, sem dúvidas foi Uptown Girl… Como o cara estava desafinado! NOSSA!

  2. BRIGA

    Eu não gosto dessa série, não sei o porque de tanta gente idolatrala, totalmente sem sal.

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