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Reviews

Glee – Lights Out e Wonder-ful

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Série: Glee
Episódios: Lights Out e Wonder-ful
Número dos Episódios: 4x20 e 4x21
Exibição nos EUA: 25/04 e 2/05/2013
62.25
3.1
4

Oi pessoal. A Júlia não pode fazer a review dos últimos episódios de Glee, e cá estou eu, de metida, para dar uma mãozinha!

Então, vamos aos comentários sobre Lights Out e Wonder-ful.

Confesso que eu andava beeeem animada com Glee. Ao contrário de muita gente (da Júlia, inclusive), eu estou curtindo muito essa 4ª temporada, e é evidente que fiquei um tanto quanto chateada com Lights Out. Achei o episódio bem fraquinho.

E pra quem ficou com a impressão de que tudo ficou meio recortado e remontado, jogado e ajeitado, foi isso mesmo. Finn aparecia no episódio. Mas para não comprometer a evolução das histórias (nos episódios seguintes), já que Cory estava na rehab, cenas inteiras foram cortadas. Acabou que tudo ficou meio sem sentido, mesmo em se tratando de Glee e de seus furos gigantescos de roteiro.

Pra começar, nem em Nova York as coisas foram muito legais. E olha que o trio arrasa quarteirão que mora no Brooklyn sempre faz com que os episódios tenham um gostinho bem especial para mim.

Ok, ok. Foi legal explorarem a história de Santanão, afinal de contas ela anda por NY sem fazer praticamente nada além de infernizar (e ajudar, obviamente) os amigos e utilizar sua habilidade para a dança para ganhar uns trocados. Então, foi bacana Kurt e Rachel colocarem a garota contra a parede.

Achei que a participação da SJP não foi lá essas coisas, poderiam ter aproveitado bem mais a atriz. Também não curti muito a performance do quarteto em At The Ballet. Mas o desfecho da história, com Santana se reconectando com a bailarininha que existe dentro dela e indo fazer aulas de dança na NYADA foi bacana. Torço pra ver cada mais Naya Rivera no seriado, então praticamente todos os plots da Santana caem me agradam.

Em Lima, Ryder acabou abrindo seu coração para os membros do Glee Club, e contou que foi abusado pela babá. Tudo para Sam e Artie parabenizarem o garoto por ter sido alvo de uma menina mais velha! Rá, bem a cara de Ryan Murphy a “piada”. Isso acabou aproximando Ryder de Kitty, que cada vez mais está vestindo a carapuça de boa moça. Mas o plot foi bem mal aproveitado, especialmente porque Ryder continua na enrolação sobre Katie (que nem é tããão interessante assim) e o envolvimento dele com a líder de torcida, que viria a calhar, acabou sendo adiado. O ponto alto da história de Ryder foi Everybody Hurts, que ficou bem legal.

Sobre a participação de Sue no episódio eu nem vou comentar, porque achei bem despropositada. Ela caiu de paraquedas no meio da história. Acho que a questão do tiroteio precisa de continuidade, mas não assim. Vamos se situar, roteiristas!

E por causa de tudo isso eu não curti Lights Out. Bem longe disso.

Wonder-ful não foi um episódio muito bom. Foi apenas razoável. Mas foi tão melhor que Lights Out que já me deixou bem mais felizinha.

E vou começar comentando logo o que pode causar meu apedrejamento. Não curto, definitivamente, quando Mercedes e Mike Chang ficam retornando a Lima. Eles tem suas vidas, agora. Não cola dizer que Mercedes voltou para se reconectar à família. Mike eu nem sei porque voltou. A única presença justificável é a do Kurt, por causa da história do pai.

Ok, Mercedes voltou para ajudar a galerinha, especialmente Marley, na questão da autoconfiança. Mas não acho que colocar Marley pra “gritar” seja a saída. Ela faz muito mais a linha de Rachel, e não a da Mercedes. Ou seja, a “diva” só estava ali porque Finn teve que sumir. Mike Chang veio no pacote, pra desenvolver Jake (que realmente dança pra caramba). Nada mais. E vou parar de comentar isso agora, porque acho que vocês já entenderam meu ponto de vista.

Aliás, Kurt com TOC também foi bem estranho, mas compreensível. Afinal de contas, o pai é o sol da vida dele, e a preocupação em perdê-lo era grande. Mais estranho ainda foi Blaine querer casar só porque “tem o direito”. Burt mandou muito bem em tudo que falou pra ele, mas acho que o Rouxinol não desistiu de propor. Não ainda. E isso não me agrada. Nem sou shipper deles, mas aceito eles ficarem juntos novamente. Como namorados, obviamente. Chega de casamento juvenil, Glee.

O plot de Artie foi bacaninha. E deu mais destaque para Kitty, que vem crescendo na história e no coração dos fãs. Completamente compreensível que Artie sinta medo de sair de casa. E parei de tentar compreender a bipolaridade de Kitty, então as coisas ficam mais palatáveis. Contudo, achei que ficou meio sem sentido Artie cantar For Once in My Life tãão para a líder de torcida. Eles não tem toda essa conexão emocional. Gostei do número, vejam bem. Mas achei meio desproporcional.

E pronto. O Glee Club recuperou sua auto estima e segue rumo às Regionais equilibrado e bem treinado. E tem tudo para arrasar.

E em NY, vimos o desenrolar da história de Rachel, que vai para sua audição final em busca do papel de Fanny. Legal terem usado o sucesso dela como motivador pra tarefa da semana, depois da ligação fofa pro Will. Mas mais legal ainda foi ver que finalmente Miss July deu o braço a torcer e apoiou a pupila. Quero dizer, era meio óbvio que no fundo Cassandra queria desenvolver Rachel, fazer com que ela enfrentasse bem o meio árido da Broadway. Mas curti a história, e adorei o número musical. Kate Hudson mandou bem demais.

Dito tudo isso, confesso que minha animação pras Regionais está em alta, apesar de não ter gostado muito dos dois episódios. E estou mais animada ainda pra audição da Rachel. Espero que seja épico!

As músicas dos episódios:

Lights Out:

The Star-Spangled Banner – Frida

You’ve Lost that Lovin’ Feelin’ – Sam  e Ryder
Everybody Hurts – Ryder
We Will Rock You – New Directions
Little Girls – Sue
At The Ballet –  Isabelle, Rachel, Santana e Kurt

Longest Time – New Directions

Wonder-ful:

Signed, Sealed, Delivered I’m Yours – Kitty
Superstition – Blaine, Mercedes e Marley
I Wish – Jake
You Are the Sunshine of My Life – Kurt
Uptight (Everything’s Alright) – Cassandra July
Higher Ground – Mercedes
For Once in My Life – Artie

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

2 Comments

  1. Aline

    Achei os dois beeem fraquinhos. Lights Out foi totalmente dispensável.

    Eu adoro Mike Chang, mas concordo que não faz o menor sentido ele ficar voltando pra Lima. Primeiro, desde quando o Will precisa de ajuda dos ex-alunos pra comandar o clube? Ele poderia muito bem treinar os vocais e movimentos sem ajuda da Mercedes e Mike. E mesmo se o Finn estivesse no episódio, ainda assim a presença dos 2 seria muito forçada. Acho que foi algo do tipo “prometemos episódios para eles, então temos que jogar o personagem em algum lugar”. Lamentável.
    E como já disse antes, a atitude da Tina só piora. Ao invés de desenvolverem a personagem, uma New Directions original, só estão destruindo a menina cada vez mais. Espero que mandem ela pra estudar no mesmo lugar que o Mike e os 2 fiquem felizes para sempre, sem nunca mais aparecer em Glee. Trágico, mas melhor que ver os roteiristas estragando meu casal preferido.

    PS: eu ia comentar sobre o pedido de casamento, mas é algo tão estupidamente imbecil que é melhor deixar pra próxima.

  2. Gabi Assmann

    Essa do casamento foi de chorar, mesmo. E o Jake dançando do lado do Mike me deu vergonha alheia. Atrasado em TODOS os passos. Sem mais porque foram dois episódios ruins demais

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