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Reviews Spoilers

Glee – The Sue Sylvester Shuffle e Silly Love Songs

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Glee – The Sue Sylvester Shuffle
Série: Glee
Episódio: Furt
Temporada:
Número do Episódio: 2×11 e 2×12
Data de Exibição nos EUA: 6 e 8/2/2011

Na minha opinião, existe um aspecto muito forte da experiência de se acompanhar Glee que, se há a pretensão por sua parte de acompanhar a série com algum tipo de lealdade, é preciso entender e aceitar: tudo pode acontecer. E eu não estou me referindo apenas a plots.

Talvez seja apenas eu, mas a cada semana quando chegamos ao dia de Glee eu me encontro naquela apreensão de não saber o que esperar, não importando quantos spoilers indesejados, fotos, previews de músicas, fofocas e briguinhas do Ryan Murphy no twitter me bombardeiem, é impossível antecipar se teremos um episódio melodramático, sombrio, leve, sutil, engraçado, comovente, ofensivo ou frustrante. Querendo ou não (e a lógica já me ensinou que é inútil) eu inevitavelmente carrego a bagagem das emoções que senti no episódio anterior para o próximo, e por causa disso, estava longe de ansiosa por esse retorno de Glee.

Milhões de fotos do set de Thriller não podiam me convencer de que o episódio não seria um desastre, especialmente se carregasse de Special Education e A Very Special Christmas alguns dos elementos do show que me causam um pouquinho de náusea (a complacência com o abuso verbal que Rachel frequentemente sofre só porque ela é mala; Will virando um egocêntrico iludido e descontrolado e usando o clube para tentar manipular os sentimentos da ex-namorada enquanto faz discursos hipócritas sobre o bem do time; Finn fazendo discurso sobre traição quando ele saiu com Rachel algumas várias vezes durante seu namoro com Quinn; a caricatura que virou Sue). Eu fiquei muito surpresa com o que vi, e nada menos que duas vezes seguidas, essa semana. Talvez seja preciso levar essa explicação que acabei de dar acima em consideração, mas meu entusiasmo pela série estava quase morto (eu só não tinha largado ainda porque espero ansiosamente por alguns dos guest stars) e agora renasceu com força total.

Não é que Glee tenha se tornado de repente uma série brilhante, com um roteiro sólido e coeso (se alguém está esperando esse dia, acho bom pular do barco, porque há grandes chances dele jamais chegar). Enquanto eu pensava no que comentar nessa review vários furos e incoerências me saltavam à mente, mas no fim nada disso importa porque The Sue Sylvester Shuffle e Silly Love Songs foram episódios genuinamente agradáveis de se assistir. O episódio do Superbowl, inclusive, não teve o efeito catártico em mim que provavelmente a equipe produtiva estava desejando, mas mesmo assim eu cheguei ao fim dessa dose dupla de Glee com o sentimento de que meu tempo foi bem gasto, e com um sorriso no rosto.

Não dá para mensurar, por exemplo, a minha gratidão aos roteiristas em ver a amizade de Kurt e Rachel tendo prosseguimento e incluindo Mercedes também, e as cenas entre os três foram o tipo de coisa quase insignificante que faz o meu dia. Ou o prazer que eu senti em me apaixonar de verdade pela Santana pela primeira vez em toda essa série. Mesmo achando que ela merecia a sessão de insultos no começo de Silly Love Songs ou a surra que levou de Lauren, ela foi retratada de maneira humana pela primeira vez em tanto tempo, que eu senti total simpatia por ela – o que, é claro, não me impediu de rolar de rir com ela chorando no corredor ou fingindo que saiu por cima na briga. E o meu quote favorito desse décimo segundo episódio de longe foi

I just try to be really, really honest with people when I think that they suck, you know?

Além disso, eu realmente tenho gostado da maneira como os romances entre Puck e Lauren, e Blaine e Kurt tem sido tratados. Foi ótimo testemunhar Blaine finalmente perder sua aura de perfeição e ver que ele é um garoto adolescente como qualquer outro. Ele pode ser fofo, mas também pode ser sem noção, e inseguro, e a maneira como ele é retratado é uma maneira totalmente diferente e mais leve e relaxada do que temos com Kurt e Dave, o que eu acho adoro. E eu não sou grande fã da Lauren, acho que ela é meio que uma nova versão da Santana, e não acho que o Puck querer justamente a única garota que não o quer é exatamente algum desenvolvimento do personagem (está mais para o padrão), mas quero ver como a série continuará a abordar a questão da imagem, já que esse é um dos problemas que mais afetam os adolescentes. E um dos mais abordados em séries teen, portanto vai ser difícil fugir dos clichês e não acho que eles tenham conseguido isso ainda, mas pelo menos eles ganham algum crédito pelo envolvimento dos dois conseguir parecer menos forçado do que a grande maioria.

Glee – The Sue Sylvester Shuffle
Algo que não posso dizer de Finn e Quinn. É possível que o fato de Ryan Murphy ter dito que ia separar Sam e Quinn porque estava entediado tenha me influenciado, mas a verdade é que eu não tenho problema nenhum com o término deles. Eu achei o casal adorável em Duets, mas desde Never Been Kissed eles não tiveram qualquer desenvolvimento; pareciam de fato o Ken e a Barbie que a Rachel os acusou de ser, sempre sentados lá, calados e perfeitos. Mas a reaproximação de Finn e Quinn foi muito brusca. Não havia nenhuma insinuação de que os dois pudessem ainda ter sentimentos um pelo outro, e de repente eles se amam de novo.

Eu tenho que dar crédito a Dianna Agron e Cory Monteith contudo, porque os momentos entre eles foram bons e é inegável que eles tem química. Também tenho que dar crédito ao Ryan Murphy por não esquecer completamente que até ontem o Finn achava que amava a Rachel, e não desconsiderar o relacionamento dos dois, apesar de eu achar que a Rachel ficar sozinha e focar no seu futuro é a melhor evolução da personagem durante a série inteira.

Mas como nem tudo é perfeito, a grande muleta narrativa de The Sue Sylvester Shuffle, o comportamento de Sue, chegou no ápice da caricatura. Nem a talentosa Jane Lynch conseguiu me fazer rir, e certamente foi impossível de aceitar aquele novo absurdo de atitudes. Eu não acho necessário que Sue demonstre um lado mais suave o tempo todo, mas achei um pouco extrapolado eles quererem vender a ideia de que ela propositalmente arriscaria a vida de uma adolescente. Tudo com o objetivo de fazer com que Quinn, Santana e Brittany deixassem o grupo de vez, o que foi também, além do crível.

Certamente muitas da Cheerios, em especial as três principais, tinham muito mais chances de entrar em uma boa faculdade e obter uma bolsa de estudos decente através do time do que através do Glee Club, que nunca ganhou nada. Mas se essa mudança era realmente necessária, e não deixa de ser um prospecto interessante ver se a dinâmica do clube mudará e como, eles poderiam ter construído o distanciamento delas em relação a Sue de maneira menos drástica, da mesma forma como fizeram com o bullying sofrido por Kurt.

Glee – Silly Love Songs

Eu amo a Jane Lynch, mas não posso deixar de reparar que Sue tem se tornado um problema para a série quando muitas vezes no passado ela foi uma das poucas coisas salvando episódios realmente ruins, e o fato de que meus episódios favoritos dessa temporada, Duets e Silly Love Songs tiveram a ausência total dela apenas reforça isso.

Aliás, não ignoro também que Coach Beiste é provavelmente a única educadora decente e sã dessa série, e que a adição de Dot Jones foi o maior triunfo dessa temporada, mas quanto mais o roteiro foca nos adolescentes e quanto menos ele usa os adultos, mais fortes se tornam os episódios. O elenco é grande, e muitas vezes os dramas já desinteressantes do núcleo adulto roubam tempo demais e eu já nem vejo necessidade para as constantes lições de moral que o Will tenta passar.

Em The Sue Sylvester Shuffle foi bom vê-lo se unindo a Beiste para remediar a situação do bullying, porém acho que depois daí o papel dele e de Finn passaram a ser praticamente o mesmo. Ambos achavam ingenuamente que fazer os jogadores de futebol aprenderem que o Glee Club podia ser divertido mudaria alguma coisa na estruturação das panelinhas e ambos tentaram convencer Karofsky a se render ao seu potencial ignorando que, as complexidades profundas do caso particular de Dave de lado, não é porque ele é capaz de se juntar ao grupo em um momento de celebração que ele tem que querer se tornar membro do clube.

O que funciona para Finn e os demais, não necessariamente vai funcionar para todo mundo, e eu talvez ficasse mais chateada em ver toda a hierarquia social de uma escola mudando profundamente por causa de uma apresentação legal do que o contrário. Eu espero que o personagem consiga evoluir até uma auto-aceitação, mas não acho necessário que para isso ele decida que se expressar em música é o destino da sua vida.

Glee – Silly Love Songs

Os números musicais:

Eu estou sentindo falta de um número de Glee que realmente me emocione, ou me faça vibrar. A segunda temporada tem sido melhor que a primeira, mas acho que em termos musicais, a primeira teve muito mais números memoráveis. Esses dois episódios não fizeram muito para mudar isso.

California Girls – Um dos números mais poluídos e desinteressantes que a série já fez. A Sue não sentiu nada, porque não havia nada para sentir, a coisa toda foi bastante ruim.

Bills, Bills, Bills – Alguém mais acha a grande apresentação dos Warblers chatas? É sempre a mesma coisa.

She’s Not There – Divertidinho, mas faltou a força que o número do Kiss teve, por exemplo. A energia não foi tão contagiante.

Thriller/Heads Will Holl – O grande número nunca chegou áquele climax para mim. Ficou faltando alguma coisa, não exatamente aquele momento catártico que os números de competição do ano passado tinham (os da Sectionals desse ano, não), mas que pelo me prendesse. O número de Singin’ on the Rain foi vocalmente fraco, mas a composição visual era tão boa que eu lembro de ter ficado encantada e acho que eles podiam ter feito isso aqui; talvez até o tenham feito, mas eu tenha perdido entre os cortes e movimentos de câmera rápidos demais.

Need You Now – Ironicamente eu estava pensando no outro dia que Lady Antebellum seria ótimo para o Puck cantar, porém achei que a balada como introdução do time de futebol ao Glee Club ficou estranho. Era aquela música água com açúcar que deveria convencer um bando de bullys que Glee era legal? Até eu quase dormi no meio do número. Mas a música é fofa de ouvir, e é meio chiclete.

Fat Bottoned Girls – Eu me senti quase como a Lauren. Não conseguia parar de pensar que a música era ofensiva, e fiquei com aquela tensão desconfortável o tempo todo. Mas vou pelo menos me alegrar que o Mark Salling está tendo mais solos que o Cory Monteith, porque eu sempre quis isso.

Pretty Young Things – Fofo e esquecível.

My Funny Valentine – Hilário, apesar de não ter sido um número musical per se. Eu queria voltar a ver a Jenna fazendo um solo, e essa é uma música excelente para ela, mas eu vou me contentar com a gag cômica porque foi realmente boa e um momento adorável para o casal.

Firework – Eu nunca dispenso um número over the top da Lea Michelle, nunca. Esse não foi diferente, apesar de achar que eles podiam ter brincado com o arranjo um pouco. A versão ficou virtualmente idêntica a original.

Silly Love Songs – Não consigo ouvir sem a voz do Ewan McGregor em Moulin Rouge reverberando na minha cabeça, mas foi meu número preferido entre os dois episódios. O arranjo ficou ótimo, e a apresentação teve energia. Eu só estou ficando um pouquinho de saco cheio do Darren Chris, quero o Chris Colfer cantando de volta! Mas foi o fim perfeito para esse episódio, e para a semana como um todo. Impossível não sorrir e não se sentir um pouquinho feliz vendo todo mundo confraternizando.

Séries citadas:

É estudante de comunicação. Não vive sem The Good Wife, Parks and Recreation e 30 Rock. Ah, e Gossip Girl, que apesar do bom senso, ainda nao conseguiu largar.

8 Comments

  1. Rafael Ruiz

    Thaís, gostei bastante do review…
    Eu também tenho achado a Sue bem caricata, acho que na verdade ela está sem bons plots. O fato do canhão foi bem chato e nem a Jane Lynch conseguiu segurar.
    E o Sam e a Quinn realmente são Ken e Barbie para mim. Não houve nada que adicionasse a trama. Mas, pelo que andei lendo vai levar um tempo para eles largarem.
    Eu também adorei a cena do Kurt, Rachel e Mercedez conversando e levando a amizade dos dois a frente. Cena curtíssima, mas, valeu a pena.
    Eu sempre gostei da Santana e para mim ela está cada vez melhor… Foi engraçado ela chorando no corredor e a briga dela. Ela cantando Valerie para mim foi perfeito… Mais tocadas do Ipod…hahaha
    Bom eu não gostei muito do episódio do Superbowl e adorei o Silly Love Songs.
    Em relação aos números musicais:
    California Girls: Também não gostei…
    Bills, Bills, Bills: Sério que você acha as apresentações deles chatas? Eu diria que eles são mais conservadores, mas, eu tenho gostado de todos os números com eles. Apesar de gostar do Blaine cantando, sinto muita falta do Kurt…
    Need You Now: CHICLETE!
    Fat Bottoned Girls: Também me senti desconfortável, acho que a intenção era justamente essa.
    My Funny Valentine – Realmente a apresentação dela foi hilária, mas My Funny Valentine com Michael Bublé está para mim como Silly Love Songs com Ewan McGregor está para você.

    Firework – Eu nunca dispenso um número over the top da Lea Michelle, nunca. Esse não foi diferente, apesar de achar que eles podiam ter brincado com o arranjo um pouco. A versão ficou virtualmente idêntica a original.[2]
    When I Get You Alone: Esse número você não comentou e, eu adorei. Mas sinto falta do Kurt nas apresentações deles.

  2. Thais Afonso

    Verdade, eu esqueci “When I Get You Alone”! Eu achei um ótimo numero, mas com aquela pitada de desconforto. Dava pra entendermos que não ia acabar bem. Mas foi fofo e cheio de energia. Não foi a melhor performance dos Warbles, mas pelo menos não foi a pior.

  3. Juninho

    Parabéns pelo Review Thaís,ele foi completo e você soube detalhar bem os dois episodios.
    E Apesar de toda Critica que Glee vem recebendo,a série sempre funcionou muito bem para mim,e essa temporada tem me deixado muito feliz,porque é impossivel não ver a evolução da série.Sobre os dois episodios gostei dos dois,mas Silly Love Songs foi muito melhor que o tão esperado episodio do Superbowl,é muito bom ver a série desenvolver episodios leves e divertidos como esse,assim como foi Duets.

    Mais o Melhor de tudo é poder ver personagens tão bons evoluindo,o que falar da amizade de Rachel/Kurt/Mercedes simplesmente um presente para os fãns da série,e para todos que ficaram triste com o fim do casal Rachel e Finn,vimos algo que funciona melhor,Rachel sozinha e voltando a ser a personagem incrivel que sempre foi,além de Santana que ganhou mais destaque,e protagonizou as melhores cenas do episodio como a Briga historica dela com a Lauren.

    Posso não concordar com toda critica negativa que a série leva,mais tenho certeza que episodios como esse amenizam mais toda bronca e falta de interresse que algumas pessoas sentem por Glee.

  4. MicaRM

    Eu me acabo de rir toda vez que vejo esta imagem das garotas entrando no campo de futebol. Todas com a cara marrenta, prontas para a briga, e a Rachel entrando na passarela…ou no palco, toda sorridente e toda cheia de si, hehe.
    Concordo com praticamente tudo o que você disse, Thais. Eu também não estava com a menor vontade de voltar a assistir Glee,mas me forcei pq…bom, é Glee, e eu sonho em voltar a gostar tanto quanto antes. Mas fiquei feliz de ter realmente me sentindo satisfeita com esses dois episódios. Eu jurava que Silly Songs seria horrível, mas que nada, foi uma gracinha.
    As músicas estão cada vez piores. Não que sejam ruins no sentido de …bom, de ruins, mas são sem expressividade, não marcam. Desses dois episódios mesmo não fiquei com nenhuma na cabeça. Verdade seja dita, se não fosse ler aqui quais tocaram, nem saberia quais foram.
    E assim como você, estou cansando de ver o Blaine cantando. Ele canta mais que o pessoal do New Directions! Quando lembro que o Jonathan Groff mal abria a boca nos episódios que ele aparecia na temporada passada….dá uma raiva! E as músicas do Warblers eram bonitinhas no início, mas agora são apenas mais do mesmo. Eles não fazem nada novo, nada diferente, é sempre o Blaine cantando, um dos guris dando mortais, dois dançando, os outros fazendo backvocal…até o estilo de música é o mesmo!

    E é bom ver que não sou só eu que acha que a Sue está sem boas histórias. Ela me cansou terrivelmente nesse episódio do Super Bowl e não tinha nada a ver com a personagem. Quero dizer, ela não se importa em pisar nas suas Cheerios, mas já demonstrou inúmeras vezes que quando é necessário, ela realmente se preocupa com o bem estar dos estudantes. Essa sua história do canhão foi absurda! Assim como eles mudarem o dia do campeonato das Líderes de Torcida bem para a data da final do time de futebol. Como assim!?

  5. Lara Lima

    The Sue Sylvester Shuffle: Britanny fez valer a pena esse episódio com uma única frase: “Eu não posso morrer. Não até One Tree Hill ser cancelada” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Ri alto!!

    Amei Silly love Songs. Tem coisa mais chata do que ter quinze, dezesseis anos e ver as amigas falando o que vai comprar de presente pro namorado e você não tem um (se bem que hoje a galera tá tão precoce que com 11,12 anos eles já tão falando nisso né? enfim…)?? O roteiro acertou em cheio. E meu casal preferido nessa segunda temporada é Britanny e Artie, acho muito fofo os dois juntos. E adoro quando ele canta.
    Me rachei de rir com a Lauren. Ela dá o fora no Puck com tanta confiança que é engraçado demais. Lembro que parei o vídeo porque tive um ataque de risos quando Rachel tá explicando que as meninas vão deitar no chão na hora do jogo e a Lauren vira e fala: “Eu não, eu vou trazer a dor” kkkkkk

    As músicas: De um modo geral gostei de todas. Thriller, no entanto, por mim, não deveria ter sido misturada com Heads Will Holl, é o tipo de música que alterar arranjo ou misturar ou mexer em qualquer coisa é crime.
    Concordo com a Mica que as apresentações dos Warblers é sempre a mesma coisa e cada vez mais acho que o Kurt destoa totalmente no grupo. E adoro Blaine, Darren tem carisma e é bom ator, mas e pensar que Jonathan Groff mal aparecia e quando aparecia nem cantava dá muita raiva.

  6. Adriana2402

    Eu não gostei muito do epi sobre o footbal, mas amei Silly love songs. Adoro o Darren criss e seu personagem Blaine é muito carismático. Com certeza a melhor voz masculina da série. Também tenho saudades do Kurt cantando, mas nunca fui muito fã da voz do Chris.
    As pessoas tem raiva do Blaine pq elçe não é do Nd, pois se fosse iriam adora-lo. Fato.

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  8. MicaRM

    Oh não, de forma alguma. Eu não gosto do Blaine pq ele é perfeitinho demais e me cansa. E não gosto da forma como ele anula o Kurt enquanto ele pode brilhar o quanto quiser no Warblers. E acho a sua voz tão normal. Bonitinha sim, mas nada extraordinário. Mas estou aprendendo a conviver com ele e até gostei dele em Silly Songs. Foi legal mostrarem-no como um adolescente normal que dá suas bolas foras (e que bola fora…acho que se eu fosse o guri da loja eu me enterrava de vergonha). Também gosto da sua amizade com o Kurt. Começou forçada demais, mas tem se desenvolvido legal e isso eu acho positivo.

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