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Reviews

Glee – Pot O’ Gold

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Série: Glee
Episódio: Pot O’ Gold
Temporada:
Número do Episódio: 3×04
Data de Exibição nos EUA: 1/11/2011

Confesso: Eu estava morrendo de saudade de Glee. Mas como Gleek sincera que sou, tenho que confessar também, que o episódio não superou expectativas. Depois de um terceiro episódio ótimo, Glee decepcionou esta semana.

Mas de modo geral, o episódio agradou um pouco, até porque Glee saiu da rotina e deixou de focar em Rachel, que quase nem apareceu no episódio inteiro, e eu realmente adorei, não porque não gosto dela, mas sim, porque não aguentava mais ver a série girar em torno de seu relacionamento com o Finn e o quanto ela quer se tornar uma grande estrela.

Bom, para começar, Damian McGinty o irlandês que foi um dos vencedores do The Glee Project, teve sua primeira aparição na série. Ele interpreta Rory Flanagan, um estudante de intercâmbio, que está morando na casa de Brittany. Ela, por sua vez, pensa que ele é um leprechaun (ou duende, como queira). Brittany acredita que ele vai realizar três desejos para ela, em troca, ela disse que ele poderia chegar até o “pote de ouro” dela. Santana, que não é nada boba, aproveita dessa mentira para conseguir levar Brittany para o Glee Club de Shelby, onde elas — se sentindo menosprezadas pelo Mr. Shue — conseguiriam, finalmente, alcançar seus devidos lugares sob os holofotes.

E o prêmio de maior idiota do episódio, vai para: Finn! Logicamente, ele conseguiu superar todas as atitudes idiotas que já teve durantes as duas temporadas passadas e dizer que Brittany é idiota, e ainda implicar com o super fofo Blaine.

Pra ajudar mais ainda a situação, Sue decidiu continuar sua campanha contra as artes e cancelar a verba da escola para o musical. Mas o dia foi salvo pelo pai do Kurt, que arrumou o dinheiro necessário para patrocinar o musical e ainda conseguiu competir de igual para igual com a Sue, em frente as câmeras.

Agora, a parte mais interessante (mas nem tanto assim), do episódio, a parte que a Quinn está tentando pegar Beth de volta, e enquanto isso Puck se apaixonando por Shelby. No começo do episódio Quinn convence Shelby de que ela e Puck poderiam cuidar de Beth por algumas horas, para que ela pudesse ter um tempo só para ela mesma e descansar. Shelby concorda, e Quinn começa a implantar objetos em toda a casa para acusar Shelby de ser uma péssima mãe. Puck não concorda com essa atitude, mas a princípio, não faz nada. Depois, ele percebe o quanto Shelby é dedicada, e recolhe tudo o que Quinn deixou na casa, rolando assim, ao final do episódio, um beijo entre Puck e Shelby, o que vai render muita história.

No final do episódio, Finn resolve voltar a ser o mesmo bananão fofo que sempre foi, e pede desculpa para Brittany, mesmo sabendo que agora ela está no outro Glee Club. Além disso, ele convence Rory a entrar para o New Directions, que falemos sério, daqui a pouco vai estar completamente vazio.

Como eu já tinha dito, o episódio realmente deixou a desejar e não deu muitas notícias ou informações que realmente chocassem ou pelo menos, causassem alguma manifestação no mínimo afobada. Termino a review, com sinceras esperanças de um episódio melhor na próxima semana.

Sobre os números musicais:

Candy Man foi o melhor número musical em todo o episódio. Sem mais. Mercedes e Santana tem uma grande sintonia, e fizeram a música muito mais atraente — na minha opinião — do que ela é na versão original. Além disso, achei que a Mercedes deixou de ser preguiçosa como era no New Directions, porque até que soube dançar.

Rory, o personagem de Damian, cantou duas músicas no episódio: Bein’ GreenTake Care of Yourself. As duas se ajustaram muito bem na voz dele, os números não tiveram muita coreografia, e nem uma fotografia muito elaborada. Mas mesmo assim, eu gostei.

Blaine cantou Last Friday Night (T.G.I.F.) em uma tentativa de relembrar aos membros do New Directions o objetivo inical do Glee Club: A diversão. Eu adorei essa versão, e acho que não existe melhor cover de Katy Perry do que Darren Cris.

Para quem estava com saudades de Puck e seu violão, o episódio teve um toque especial. Waiting for a Girl Like You, foi usada para acalmar Beth, e criar um clima ainda mais romântico entre Puck e Shelby.

Séries citadas:

19 anos, mora em São Paulo, ama futebol e estuda Jornalismo. Está no TeleSéries desde 2011 e assiste mais séries do que os seus dedos da mão podem contar. Ama todas, mas Everwood, Friends e The O.C. sempre vão reinar em seu coração.

5 Comments

  1. Thiago FLS

    Lembro que uma das melhores coisas nas primeiras temporadas de Nip/Tuck era a maneira esperta como escolhiam as músicas de fundo nas cenas da cirurgia, mas com o passar dos anos as escolhas começaram a ficar cada vez mais óbvias e preguiçosas. Estou começando a ver esse mesmo problema nos números de Glee. Um irlandês cantando “Bein’ Green”? Darren Criss cantando uma música em cujo clipe ele aparece? Façam um esforço, produtores.

    Mas dei muita risada com a cara de ameaçado de Kurt quando ouviu o falsete de Rory naquele número final.

  2. Mariela Assmann

    Não gostei nada do episódio. Achei chato, não curti as músicas. Faz tempo que Glee não é mais a mesma, mas esse episódio me deixou mais sem paciência que o habitual. Enfim, o que mais me incomoda é a instabilidade. Não tem episódios medianos em Glee. Ou são ótimos, ou ruins. O problema é que os ruins tem superado os ótimos.

  3. Bianca Mafra

    to com a mariela, glee tem que melhorar muito… e acho que as escolhas das músicas eh 
    uma parte do drama. lembro do tempo em que tinhamos aula de musica vendo glee… o finn tá chato, a coreana sumiu de vez. sei la. precisa de agito isso
     

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