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Castle – To love and die in L.A.

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Série: Castle
Episódio: To Love and die in L.A.
Temporada:
Número do Episódio: 3×22
Data de Exibição nos EUA: 02/05/2011

E, depois de 3 semanas, foi exibido o tão aguardado episódio. Os fãs, especialmente os shippers, surtaram durante vários dias com sneak peeks e promos de tirar o fôlego. E a espera foi recompensada com a exibição de um episódio praticamente 5 estrelas.

Em To Love and die in L.A. tivemos muito mais de Beckett e Castle do que o usual, além do uma deliciosa mudança de cenário. Tudo isso porque as investigações dessa semana conduziram nossa dupla favorita para Los Angeles. A vítima do episódio foi Michael, antigo parceiro, e mentor de Beckett. Por estar emocionalmente envolvida, a detetive é afastada do caso pelo Capitão Montgomery. Mas, como já era esperado, Beckett dá o seu jeitinho para acompanhar o caso de perto e conduzir as investigações – tira férias e pega um vôo para a ‘Cidade dos anjos’.

Apesar do pedido de Beckett para ficar sozinha, é óbvio que Castle não deixaria de acompanhar sua musa inspiradora. E de salvá-la da classe econômica. Foi hilário ver Beckett espremida entre dois grandões, e depois toda faceira pela sua ‘promoção’ para a 1ª Classe.

Logo na chegada, Beckett se depara com um discreto esportivo vermelho, e com a inocente proposta de Castle – dividir o quarto de hotel (ri muito com o Maurice levando embora as flores e a champanhe que esperavam o escritor e sua ‘acompanhante’). E desde a chegada de Casckett em L.A. fica evidente que teremos uma detetive sem regras, com uma conduta mais solta, o que deixa Castle, evidentemente, ao mesmo tempo apreensivo e extasiado.

Enquanto isso, em NY, o Capitão Montgomery tenta colocar freios em Beckett (dando xingão por telefone, mesmo), e Ryan e Esposito auxiliam a parceira, seguindo, mesmo que de longe e sorrateiramente, suas instruções. Já Beckett e Castle, em L.A., dividem suas experiências. E é realmente estranho saber que ambos já se fantasiaram como Gene Simmons (o ‘linguarudo’ do KISS) para as comemorações de Dia das Bruxas.

 

Aproveitando a viagem para L.A. Castle e Beckett visitam os estúdios de Nikki Heat (na verdade o pretexto de Castle para viajar à Costa Oeste). Essa visita rendeu cenas hilárias. São muiiiito engraçados os atores que interpretarão Ryan e Esposito no filme (os detetives Raley e Ochoa). Sério, principalmente o Raley. Ele é parecido com o Ryan de um jeito totalmente estranho. Sem contar que a visita aos Estúdios Zenith proporcionaram uma das cenas mais engraçadas do episódio: a encenação do interrogatório do segurança suspeito. Gente, ri horrores. A roupa da Beckett; ela oferecendo o casaco, gentilmente, para o suspeito cobrir a cabeça e não ser reconhecido pela imprensa; as frases clichê dos atores/detetives; o cenário subindo; tudo foi muito engraçado.

Depois, tivemos a tão aguardada cena do quarto. Foi super fofo ver Castle, de certa forma, declarando seus sentimentos para Beckett. E os momentos seguintes, pra mim, foram os de maior tensão em todas as temporadas (superando bombas que explodiram, tiroteios e perseguições). Beckett fugiu de um envolvimento direto com o parceiro. Ficou agarrada na porta, controlando a respiração. E quando decidiu que era a hora de dar um passo adiante, cadê o Castle?  CADÊ O CASTLE? Se estivéssemos aqui falando de futebol, diria que a reação da torcida foi a mesma daquela bola que o artilheiro chuta e passa pertinho do gol, aos 48 do segundo tempo – um sonoro AAAAAAAAAAAAAAAHHHHH.

 

E a cena da piscina? A Beckett diva emergindo da água, e o Castle, literalmente, se babando? Totalmente antológica. Pena que o vacilo dele na hora de investigar o celular do principal suspeito (confirmado como assassino na sequência) fez a detetive entregar seu disfarce, o que emperrou sua tentativa de desenvolver uma conversação sobre as balas que derretem (sim, super futurístico). Mas o escritor se redime, descobrindo o histórico de ligações do celular do criminoso, o que acaba sendo muito importante para o desfecho do caso.

No final, em um esforço conjunto entre o NYPD e o LAPD, Ganz e seu comparsa (o marfim e o ébano) são detidos, ambos baleados. E ficou a pergunta: quão perto Beckett chegou de matar o assassino do seu antigo parceiro?

Mas, antes do apagar das luzes, ainda assistimos (como vocês já devem estar cansados de saber) uma cena super fofa, no melhor estilo Castle de encerrar um episódio. Sábias as palavras de Michael – o que existe entre Casckett é verdadeiro, e não há nada pior do que viver com a dúvida do que teria acontecido se houvesse a tentativa. Só resta saber o quão perto Beckett está de admitir seus sentimentos, para si mesma e para Castle, dando o tão esperado passo adiante no relacionamento dos dois.

E, depois desse episódio caloroso e ensolarado, só nos resta aguardar os dois últimos episódios dessa excepcional temporada.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

2 Comments

  1. Edivaldo Duarte

    O que nos faz querer tanto continuar assistindo uma série a qual já sabemos o seu final??? A forma como as estórias de cada episódio são contadas !!!!! Que o Castle e a Beckett terminarão juntos, todos nós já sabemos, então nos resta aproveitar a forma maravilhosa que os roteirístas desta série estão contando esta jornada !!!! Castle tem potencial para permanecer muito tempo no ar não apenas pelos seu casal principal (que tem uma química incrível juntos), más porque todos os personagens secundários são muito bons e tem um grande potencial de estórias para nos serem contadas !!!!!!!!!!!

  2. Mônica Almeida

    O episódio foi diferente dos demais, foi bem legal, etc.
    Mas acho que já está meio fora da realidade. Na vida real a Kate já teria pulado em cima do Castle há muito tempo. Juro que eu não teria o auto controle dela. E o final foi muito fofo, como sempre.

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