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Reviews

Castle – Pandora

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Série: Castle
Episódios: Pandora
Temporada:
Número do Episódio: 4×15
Data de Exibição nos EUA: 13/02/2012

Pandora, de acordo com a mitologia grega, foi a 1ª mulher que existiu. Criada por Hefesto e Atena, e sob as ordens de Zeus, recebeu de cada um dos deuses uma qualidade. Mas de Hermes, recebeu traição e mentira. Enviada como punição aos homens, Pandora não resistiu à tentação e, contrariando ordens, abriu uma caixa dada como presente, pelos Deuses, ao seu marido – Epimeteu. Todos os males, até então aprisionados na caixa, saíram, causando destruição e caos no mundo. A única coisa que restou na “caixa de Pandora” foi a esperança.

E em Castle, o que significa Pandora? O mesmo: caos e destruição. E tudo isso nos foi apresentado em Pandora, a excelente 1ª parte do já tradicional duo de episódios do seriado.

O episódio teve a presença dos maiores elementos de Castle: drama, tensão, diversão, suspense e teorias conspiratórias – que dessa vez se confirmaram. E aquela velha tensão sexual/romântica que amamos, e dessa vez com um belo upgrade (o novo elemento que serve para acalmar meu coraçãozinho shipper).

O que dizer de um episódio no qual a CIA rapta Castle e Beckett, os inclui numa jogada e os obriga a manter segredo sobre tudo, sob pena de colocar a segurança nacional em risco?

E quando, adicionado a essa formula, temos um matemático brilhante que trabalhou para a agência influenciando, através de suas teorias, mudanças geopolíticas no mundo. E que, posteriormente, arrependido pelo “mal” feito, usou suas teorias para fazer o bem? E que visando esse mesmo bem, escreveu um “white paper” para uma “usina de ideias”, identificando  todas as falhas de segurança dos EUA. Resumindo, o que dizer quando ao fator CIA se adiciona um “linchpin”, um X da questão, um motriz que causará uma onda gigantesca de devastação?

Mais ainda, o que dizer de um episódio que, além disso tudo, nos apresenta como criminoso Thomas Gage, o ex agente hiper-mega-ultra qualificado que traiu a nação e agora quer destrui-la?

Vocês já entenderam onde eu quero chegar, né? Pandora foi ótimo. Ou melhor, teria sido ótimo se não houvesse um outro ingrediente adicionado a isso tudo. Com a presença de Sophia Turner, o ótimo virou maravilhoso.

Sophia, a agente da CIA que foi a 1ª inspiração de Castle para um personagem feminino. Agente esta que ele seguiu durante um ano. E aí vocês podem pensar: “essa história de colocar alguém para “concorrer” com a Kate já cansou”. Mas dessa vez foi diferente. Porque Castle, reafirmando seu comportamento recente, não se deslumbrou com o reencontro. E, especialmente, por que Beckett, pela 1ª vez, demonstrou todo o seu desconforto com a situação. Sim, pessoal. Ela teve ciúmes, e deixou isso muito claro para “sua outra metade” (ADORO a Martha shipper). Brigou com Castle, insinuou que ele se juntasse ao “time de Sophia”, apesar de todos os protestos do escritor, e dele alardear que eles estavam todos no mesmo time. E se interessou na relação dele com Sophia, muito profundamente, embora tentasse disfarçar a curiosidade.

E aí Castle, muito maduro e apaixonado, tratou de tranquilizar Kate. Deixou claro que o que houve entre ele e Sophia nem chega perto do que tem com Beckett. E recorreu a ela quando desvendou o enigma do enxadrista. Afinal de contas, ela é sua parceira, não Sophia. Ganhou o jogo com essa, Rick. Comigo, com todo o fandom, e com Beckett, que ficou toda risonha.

Além disso tudo, Pandora valeu por outros inúmeros momentos. Ver Alexis incluída – SUPER – na história toda, com um “plot só dela”, e interessante, foi ótimo. Ainda mais que a história da garota incluiu Lanie, que eu adoro e sempre torço que apareça mais. E foi bem interessante ver a reação de Castle à possibilidade de sua dinâmica com Beckett ser alterada pela presença da filha. E sua reação quando Martha contou que sabia da briga, por que Kate contou para Lannie, que contou para Alexis, que contou para Martha.

Também foi legal ver Ryan e Esposito magoadinhos e curiosos com o caso secreto de Castle e Beckett, e Gates pisando fundo de raiva. Apesar de Beckett ter que responder à “namoradinha” de Castle (adorei a determinação dela em sair do porta-malas), é legal ver a “Sir” no escuro, embora eu já simpatize muito mais com ela.

Na semana que vem, vai ao ar Linchpin, que encerrará o caso. Certamente tá todo mundo ansioso para o desfecho, embora saibamos que Kate e Rick sairão ilesos do carro submerso. Podemos esperar mais ação, risco de vida, drama, comédia, intrigas e suspense. E muito mais momentos Casckett. Então, chega logo dia 20/02! Quem faz coro?

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

3 Comments

  1. Alis Mariane

    Genteeee, que epi maravilhosoooo!!!! Faziaa tempo que eu não surtava tanto assim HAHAHAHAHA!!! Adorooo qd todos os elementos que fazem da série um sucesso, são addicionados a um mesmo epi!!! =D Simplismente DEMAIS!

  2. beatriz

    Não gostei muito de ‘Pandora’. Achei o episódio muito fantasioso e com alguns furos, mas espero que o próximo, ‘Linchpin’, seja melhor que a 1ª parte.

  3. Therezinha Tucci Therê

    Finalmente  um  capítulo  do  jeito  que  gosto,   repleto  de  emoções,  suspenses  e  muito  ciumes  por  parte  de  Kate.
    E  desta  vez  ela  não  conseguiu  esconder  seus  sentimentos.
    Como  sempre,  um  review  perfeito  e   bastante  elucidativo.Vou  esperar  com  muita  ansiedade  o  desfecho  deste  intrincado  caso.Quer  apostar  que  no  final,  quem  vai  desvendar  todos  os  mistérios,  serão  Castle  e  Becket.       

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