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Reviews

Castle – Cloudy With a Chance of Murder

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Série: Castle
Episódio:Cloudy With a Chance of Murder
Número do Episódio: 5x02
Exibição nos EUA: 02/10/2012
94.5
4.7
6

Maldição Moonlighting? Andrew Marlowe nunca ouviu falar dela. Depois da exibição desse episódio pra lá de fofo, todo o temor – que já era pequeno – que eu sentia, de que a dinâmica de Castle ficasse comprometida com a união Caskett, foi embora. O episódio só não foi uma delícia completa porque o caso foi bem fraquinho – ou eu que não prestei atenção nele? -. Mas com tantos momentos Caskett, who cares?

Lannie voltou para Castle, para nossa alegria, e foi preciso apenas alguns minutos para que ela tivesse certeza do que todos nós já sabíamos: algo em Becks mudou. E essa rápida percepção da amiga justifica o temor inicial de Beckett, de que seu relacionamento recém-nascido seja descoberto por todos. A cena inicial do episódio, além de fofa e engraçada, ainda serviu pra delinear como será a dinâmica entre nosso casalzinho querido: esconder de todos, agindo com naturalidade. Mas será que isso é possível, ainda mais com Rick na jogada?

Aparentemente, não. De cara, ele deixa de trazer o café para Kate.  COMO ASSIM? Falha grave. O café é uma marca do relacionamento de “camaradagem profissional” deles. Precisa continuar a ser trazido. E não me importa se eles tomam café juntos, em casa, na cama, ou seja lá onde for. Os momentos “te trouxe café “são tão significativos e tão “derrete coração” que precisam continuar. Mancada, Castle. Muito bem observada por Espo.

A partir daí, todos os elementos do caso serviram para complicar tudo e trazer importantes reflexões para Kate e Rick, e para que eles pudessem demonstrar todo o sentimento de um pelo outro.

Foi muito engraçado ver como o que era dito pelo pessoal da produção do telejornal se encaixava perfeitamente no momento vivido por Castle e Beckett. Rick arregalando os olhos, morto de preocupação, quando a tia do cabelo/maquiagem disse “eles tentaram esconder, mas todos sabiam” foi impagável. E o depoimento do culpado? Deu pra sentir o pânico de Beckett em entrar em uma rede tão intrincada de mentiras, da qual seria difícil sair depois e que poderia comprometer o relacionamento dela com Castle.

Foi igualmente bacana e divertido observar o comportamento de Castle com a avassaladora da coleção de biquinis. É óbvio que Castle não deveria ter aceitado o convite da devassa, mas ele resolveu – como sempre – levar ao pé da letra o conselho “aja como solteiro”. E agir como solteiro, para um canastrão como ele, significa desfilar EM PÚBLICO com uma bela mulher à tiracolo – e ela não era loira, pasmem.  Mas a moçoila era safadinha, e resolveu partir logo para os finalmentes, no aconchego do lar. Foi muito, mas muito engraçado, ver Castle tentando fugir da apresentadora. E deu a maior raivinha quando ela, finalmente, conseguiu socar ele no sofá.

Também foi engraçado observar Becks. Ela esteve fofa ao cubo nesse episódio. As carinhas que ela fazia enquanto observava o Castle, bem… sendo o Castle (como ele brincando com a tela verde da “garota do tempo”), foram tão, mas tão fofas, que provocaram explosões de arco-íris. O típico exemplo de apaixonada e bobinha. E a vertente ciumenta dela não foi menos fofa ou cômica. Pelo contrário. Foi bem interessante ver como ela sentia ciúmes e queria que Castle se mantivesse longe do jantar, mas sentia medo – o por orgulho – de pedir para ele não ir.

Adorei Beckett dizendo para o Castle que tinha recebido N ligações, mas não tinha aceitado o convite para sair (isso depois de sair correndo por achar que o amado estava em perigo. Não sabia ela que de que tipo era o perigo, obviamente). E, vamos combinar, não era pedir muito esperar reciprocidade. Mas Rick, apesar do vacilo de marcar o compromisso, agiu muito bem afastando todas as investidas da apresentadora. Se os tempos fossem outros, ou se ele não amasse tanto Beckett, ele teria sido o canalha que já foi um dia. Nosso garotão não para de dar provas de que amadureceu e está disposto, e muito, a levar um relacionamento sério.

É fato que a situação é nova para os dois, e que seu comportamento será lapidado com o passar do tempo. Mas há muita, muita boa vontade, de ambos os lados, o que deve deixar tudo um pouquinho mais fácil. A base de tudo será o diálogo. Química eles tem de sobra, é só conversar sobre os problemas que irão surgir – e isso é uma certeza, especialmente porque eles trabalham juntos – e as coisas ficarão a cada dia mais deliciosas.

Além de ter adorado a dinâmica Caskett, curti muito a interação de Espo e Ryan, que está crescendo. É claro que eles não deixariam o bromance de lado por muito tempo, e o fato de Ryan ter levado um soco “pelo amigo” contou muito na decisão de Esposito de retomar a amizade linda deles. Tudo no melhor estilo “sou macho e nem to me importando com isso”. E com uma cerveja para selar a reconciliação.

Lanie apareceu pouco, mas rendeu duas boas cenas. Tô louquinha da Silva pra descobrir qual a reação dela quando o relacionamento Caskett for revelado. Acho que Becks deveria contar logo pra Lanie, a maior shipper do casal.

Quanto ao caso, errr, o que posso falar? Confesso *carinha envergonhada* que não consegui prestar muita atenção na coisa toda. E alguém pode me culpar? Com toda aquela fofura espalhada pela tela, como eu conseguiria me ater à esse pequeno (cof,cof) detalhe? Só sei que a moça do tempo morreu, e que Castle descobriu, no meio dos peitos da sirigaita, que o falso namorado da vítima era o criminoso. (Melhor descrição do caso do episódio EVER, vamos combinar).

Semana que vem tem mais. Prometo prestar mais atenção ao caso. Se Casckett deixar. Então, até lá!

PS: e foi assim ^ que as shippers de plantão ficaram nesse episódio.

Séries citadas:

Editora Chefe do TeleSéries, gasta boa parte da sua semana com séries. Sua estréia foi com ER, e atualmente assiste - entre várias outras - Grey's Anatomy, Game of Thrones, Suits, Castle e Rookie Blue. Ainda assim, arrumou um tempinho para maratonar Friends, The X Files e Chuck - pela qual se apaixonou, recente e irremediavelmente. Está saindo da crise de abstinência de Fringe graças à Orphan Black.

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