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Reviews

Bones – The Hot Dog in the Competition

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Série: Bones
Episódio: The Hot Dog in the Competition
Temporada:
Número do episódio: 7×02
Data de exibição nos EUA: 10/11/2011

Se a Emily Deschanel fosse um sabor, alguém teria dúvida de que ela seria a coisa mais gostosa desse mundo? Vocês entendem do que eu estou falando? Não consigo olhar pra Bones sem sentir amor incondicional por esta pessoa! Eu sei que a gravidez deixa as mulheres mais bonitas, mas a Emily está um absurdo de fofa, e mesmo aparecendo menos na série, pela primeira vez em muito tempo eu estou assistindo Bones por causa da Bones.

Cada momento tem sido precioso ao lado da Emily, já que as cenas estão reduzidas, temos que aproveitar cada uma delas. Seja ela sendo ridiculamente racional ou ela tento surtos de empatia, nada em torno da sua presença tem sido um desperdício. Tem sido sim, uma evolução. Não que eu ache que a Brennan precise realmente mudar o jeito dela – e sinto que eles forçam a barra nesse assunto -, mas desde a premiere parece que ela terá sempre algo para aprender. Nesse episódio, assim como na premiere, ela tem sido capaz de entender melhor o lado do Booth – o que não é reciproco, porque o Booth custa a entender o lado dela. Enfim… Isso não é uma competição, não é?

Mas por causa dessa consciência que a personagem tem de querer evoluir e talvez até um dia torna-se uma substância forte e permeável é que ela se lança de corpo e alma nas experiencias que são propostas. Isso sempre rende ótimos momentos. Poderia listar alguns agora, mas vou deixar para depois.

The Hot Dog in the Competition

Tenho certeza que todos estamos ainda nos ajustando a nova realidade de Bones. Ainda vamos discutir muito sobre a gravidez, o jeito que foi escrito, os 5 meses roubados, mas na verdade o que me preocupa mais não é nem isso, e sim, como escrever essa nova realidade. Acho que química não se desfaz de uma hora para outra, nem acredito na tal maldição de Moonlighting, acho que é preciso ter apenas sensibilidade e responsabilidade nas escolhas. Bones caiu em uma fórmula batida.

Abre o caso. Alguém morre. Vamos solucionar o caso. [Coloque algumas cenas legais para agradar o Loud People). Solucione o caso. Cena final memorável.

Isso cansa. Coisas previsíveis demais cansam. Ou ao menos não atraem. É incrível pensar que mesmo assim quem irá continuar a assistir a série, semana após semana são “os fãs de Bones”, tão maltratados por um certo alguém.

Havia preparado um discurso articulado sobre a resolução dos crimes e a evolução dos personagens, mas para mim, o episódio foi tão fraco, que não irei desperdiçar algumas linhas fazendo tal análise. Acho que o que existe é preguiça, mesmo. Mas não deveria ser assim, não é porque a série está já no sétimo ano que precisa ficar ruim, ou menos atrativa.

Querem um exemplo? Tentaram fazer um leve paralelo entre a vítima – grávida – e a Bones, que até chega a mencionar isso no final do episódio. Mas em nenhum momento eu senti o Booth emocionado com essa ligação. Aliás, Booth e Sweets concluindo ainda sem investigação alguma que a vítima era um prostituta, isso não é coisa de Bones. Não mesmo. O caso  foi fraco, sem atrativo algum, e eu me preocupo muito com os “motivos” dos assassinatos que ficam cada vez mais hediondos!

As falhas no roteiro só são compensadas pela direção bem executada, e claro, pelo talento do elenco. Se eu fosse dizer o que a série tem de mais precioso não titubearia em falar que são os atores. Tirando o Boreanaz, que não me pareceu nada a vontade nesse episódio, o resto estava muito bem. O Hodgins e a Cam sempre afiadíssimos, e divertidos. Ele, implicando com o novo parceiro – será que dessa vez a galera esquece o Zack? – e a Cam, chefona, tentando mostrar serviço no Jeffersonian. A relação deles com o trabalho é legal, e como eu falei na review anterior – eu sinto uma leve diferença no modo como eles vêm resolvendo os casos. Digo, parece que há mais interação entre as áreas de conhecimento, um ajuda o outro, não tem sido cada um por si.

Resumindo, houve um assassinato. Booth e Sweets investigaram o caso. O time do Jeffersonian ajudou com as provas. Tiveram momentos mágicos entre Booth e Brennan e o episódio acabou.

Altos & Baixos

O que deu na Caroline, meu senhor? Sempre que ela aparece na série, tenho certeza que os fãs pulam de alegria, mas dessa vez ela estava incrivelmente chata e louca. Uma mulher que ajudou ao pai criminoso da Brennan a sair de muitas situações, ajudou o Zack e tantos outros, vai se recusar a dar uma segunda chance pro Oppie?! E a Angela, louca, dando uma de LOUCA para cima da Bones? “Nem sei porque eu ainda tento”? Isso é coisa que se diga? Querida, Angela. Você tenta porque é esse o papel de melhor amiga, certo? Tranquila? Sigamos então.

Não estou gostando da dinâmica Booth/Sweets. Acho que por não achar o personagem do Sweets nenhum pouco carismático. Eu prefiria que colocassem outra agente para trabalhar com o Booth e mandassem o Sweets terminar o colegial na Escandinavia. Mas eu não escrevo Bones

Mas, como eu já disse, nem tudo foi de se jogar fora. Os bons momentos estavam no recheio das cenas chatas. Vamos a eles!

Prepare-se mundo, Bones & Booth terão uma menininha! Em poucos episódios veremos a filha dos dois povoando o mundo de alegria. Isso se o Hart não atribuir à garota alguma doença mortal… gostaram do sexo do bebê?!

Finn, você é meu squint preferido. Um squit com boa história de fundo! Fiquei em choque.

A experiência de levar a Brennan para passear no mundo do Booth garantiu o tom de comédia da série. “Eu quero transar”? Como falar algo assim no meio da lanchonete sem um pingo de pudor? A cena do carro me fez rir também. Adoro cenas no carro, e nada me faz tirar da cabeça que antes da Brennan sentar ali no banco do motorista, rolou alguma discussão sobre quem iria dirigir. É o que eu disse sobre os vácuos da série.

Mas acho que a cena do ultrassom foi o momento “essedois” do episódio. Apesar de que eu achei que deveria ter tido mais interação carnal entre os dois personagens, foi um bom momento, daqueles que iremos lembrar para sempre. “Veja! O coração está batendo”, e o nosso também!

Melhor Cena

A melhor cena desse episódio começou quando a Brennan estava se preparando para examinar o esqueleto da vítima e colocou uma espécie de fone de ouvido para o bebê ouvir música com ela. Agora me digam pessoas, como uma pessoa dessa pode ser comparada a um robô sem coração? Alguém me explica o teor de ternura dessa cena? Ela conseguiu resumir todos os meus pensamentos sobre como a Brennan, desconectada do mundo do jeito que ela é, ainda assim é um pessoa doce e sensível. A música da Mindy Gledhill, Anchor, ou simplesmente Âncora – em português- fala disso, de como algumas coisas puxam ela para o centro de gravidade da Terra e ela não está assim tão desconectada. O Booth, e agora a bebê, funcionam como uma âncora.

A cena continua e ainda melhor. E sabe por quê? A Brennan fez o que ninguém teve coragem de fazer, e do jeito “direto” dela, questionou Finn sem nenhum rodeio ou artimanhas antiéticas. Viu só como o “robô” é um baita de um ser humano? Não custa ser direto ao ponto, sei que no processo disso ela acaba machucando algumas pessoas mais sensíveis, mas às vezes, omitir fatos, esconder… só para não complicar a situação, acaba sendo a pior solução.

Finn, com muito respeito, respondeu todas as questões da doutora Brennan, e ainda informou que por causa dela, ele não chegou a matar o pai. Adorei o novo squint de cara, por causa do sotaque ele! Amo sotaques, e o americano sulista (ele deveria ser da Carolina do Norte?!) é o mais gostoso (daí a tara por Hart of Dixie e True Blood). E a Bones falando uma frase no estilo ‘western’ de John Wayne? Cena feita com fios de ouro.

Mas provavelmente alguém vai dizer que a melhor cena foi a do ultrassom.

Frase: 

Ela tem a sua pretuberância mental saliente. – Brennan

E isso é uma coisa boa? – Booth

Sim, isso é uma coisa muito boa. – Brennan

Em outras palavras

The Hot Dog in the Competition foi um episódio cheio de ótimos momentos, mas nem de longe me lembrou os tempos áureos da série. Bones parece que está sendo escrita sem cuidado, sem emoção. Há vácuos no roteiro deixando a série sem consistência, e espero que esse não seja um padrão para a sétima temporada. Ao menos sinto que essa será a temporada da Emily, como atriz ela  melhorou muito ao longo dos 7 anos de série, e aposto que esse será uma grande oportunidade para ela mostrar mais ainda o talento que possui.

7,5 pros hotdogs!

Vou deixar vocês com um video que simboliza os velhos tempos, a química entre os dois personagens e uma mensagem para aqueles, que como eu, sempre esperam mais. Keep on trying, pessoas! Baby Brennan tem o queixo do pai!

Séries citadas:

30 anos, é formada em jornalismo pela Unesp e em Letras Inglês e Literaturas pela UFRN. No "TeleSéries", já foi colaboradora e editora de Notícias, agora é Editora de Conteúdo e escreve a coluna mensal "Sintonia". Já passou pelo Vírgula e pela Rede BomDia, do DIário de S. Paulo. No tempo livre, vê Bones, Hot in Cleveland, It's Always Sunny in Philadelphia, entre muitas outras séries. Fã do Clark Kent e música country.

Website: http://naliteral.blogspot.com.br/

16 Comments

  1. Cynthia Vital

    Sabe a impressão que eu tenho? Que os roteiristas estão com medo de aprofundar a relação do Booth e da Brennan. Acho que eles acham que fazendo isso vão descaracterizar o programa, que consideram um forensic / procedure drama. Bom, se esse é o caso, é bom eles começarem a escrever casos melhores, porque assim fica difícil. Eles não estão desenvolvendo a parte emocional do episodio nem a parte da investigação… tá tudo meio que pela metade. Mas é como eu estava falando com uma fã gringa: enquanto eles colocarem qualquer coisa fofa entre B&B, as fangirls vão à loucura e não vou nem ligar para a real qualidade do que estão assistindo. Enquanto isso acontecer, os roteiristas não vão se coçar pra melhorar o que estão escrevendo. As vezes é bom olhar as coisas de maneira mais objetiva e o fato de você ver os defeitos da série não significa que você não gosta dela.

    Eu particularmente achei esse episodio muito melhor do que o primeiro, não sei se pelo novo squint – de quem eu também gostei bastante – e pela interação que a Brennan teve com ele ou se achei o caso menos pior que o da semana passada, só sei que gostei mais.

    Acho que o final entre o Booth, a Brennan e o ultrassom poderia ter tido mais profundidade, com o Booth falando que a Brennan precisa incluí-lo nas questões do bebê e ela falando que ainda está se adaptando a não ser mais sozinha e pedindo um pouco de tempo… sei lá! E claro que depois que ele disse: “Claro que estou feliz”, ele deveria ter ido até o sofá e dado um beijo nela… mas eu não escrevo Bones, então…

  2. Mariela Assmann

    Também preferi esse episódio. Mas, ainda assim, passou longe de ser um
    bom episódio, na minha opinião. Pra mim, o que salvou ele foi Brennan –
    AMO cada dia mais. E também gostei do novo squint, tem potencial pra substituit Zack no coração dos fãs.

    E compartilho da opinião da Clara. Mandem o Sweets pra Escandinávia, já! Nossa, achei que não tinha como, mas ele fica mais chato a cada episódio.

    Torço pra que, em
    breve, nos apresentem um episódios DAQUELES. Que seja inteiro bom, e não
    tenha apenas uma que outra cena “fofa” pra nos iludir que as coisas vão
    bem! Quero um vilão, já. =/

  3. Cynthia Vital

    Eu deveria ter relido o que eu escrevi antes de postar, mas acho que deu para entender a ideia que eu quis passar! hahahahahahahahahahahahaha

  4. Anaisa

    Maria Clara Lima, só falando que na frase é processo mentual que a bebê tem igual ao do Booth (traduzindo: ela tem o queixo igual ao dele hahaha). Mostrando que as aulas de anatomia tão servindo para alguma coisa.

    Quanto ao episódio, eu gostei, mas sabe quando falta alguma coisa? Então… é isso que vem acontecendo com Bones.

    E o novo squint é EXCELENTE. Achei-o uma gracinha :)

  5. Chelsea

    Pelo jeito todo mundo gostou do novo squint. Eu acho que em 5 minutos dele de episódio eu já estava toda simpática com ele, até mesmo chegando ao ponto de achar um absurdo qualquer coisa que a Caroline fizesse. Finalmente acertaram com o squint, tomara que esse seja o definitivo (melhor do que a Daisy ele é, com certeza).

  6. Karen Jobim

    Clara! Incrível…. eu escrevi o meu review da série e claro q não chega nem aos pés do seu kkk mas concordamos em vários pontos!

    Achei o epi fraco, um pouco melhor em alguns aspectos q a SP mas continua faltando algo! Angst sabe? Tem uma frase que não quero usar p Bones e espero não usar. Pra mim Brennan/Emily continua salvando o show, ela faz a diferença.

    Gostei do novo squint, primeiro torci a cara p comportamento dele mas estou curiosa para ve-lo em ação novamente.

    E concordamos na melhor cena! Emily perfeita!

    E acho q podiam ter explorado melhor o lance do ultrasom….eu faria diferente.
    Enfim continuo esperando pelo momento que vai tirar meu fôlego! Só espero que ele aconteça logo!

    Parabéns, Clara!

  7. Maria Clara Lima

    Oi, Chelsea! Que bom te ver por aqui novamente! O Finn ganhou meu coração… mas pelo o que eu entendi, ele tem apenas 18 aninhos, né? 

  8. Alis Mariane

    Mais uma vez me emocionei com a sua review e concordo em muitos pontos com vc!! A Emily está mais brilhante que nunca e é com certeza a mãe mais fofa do mundo! Eu gostei do epi mas acho que falta algum vilão bem malvado pra dar um novo impulso a série!!

    Enfim, Bones continua sendo minha série favorita!! =)

  9. Chelsea

    Eu fiquei na dúvida se ele tem 18 ou 20 (acho que a Cam falou algo de ele ter doutorado aos 22).
    Eu acho que gostei dele porque ele me lembrou o Zack (pode ser por ser novinho e pela interacao com o Hodgins) e, ao mesmo tempo, nao é o Zack com um nome e um ator novo; além disso ele tem uma história de vida interessante e pode ser que os produtores consigam fazer um episódio em que o corpo do padrasto dele é encontrado e ele passe a ser um suspeito, mesmo a Brennan sabendo que ele nao é. Enfim, gostei dele e, dos que estao vivos, ele é o que mais gosto agora (meu favorito da nova geracao era o Vincent. Chorei litros quando ele morreu).

  10. Paula™

    Primeiro ponto. Até entendo a Brennan
    indo sozinha fazer o ultrassom, mas porque não contar o sexo do baby pro Booth?
    A personagem evolui e regride de uma forma tão… sei lá… chata. Culpa dos
    roteiristas. Só a Emily pra fazer a coisa ‘assistível’ e ‘gostável’.

    Já existe ultrassom 3D e colorido.
    Pode-se ver o bebê com detalhes e dizer até com quem ele se parece. Não
    acredito que a Brennan ia fazer um ultrassom tão simples quando melhores opções
    já estão disponíveis né, Michael Peterson? Deu pra perceber que eu não gosto
    muito do roteirista? Ele é fraco. Muito fraco. Numa temporada menor que o
    habitual TODOS os epis deveriam ser, no mínimo, bons. Espero ansiosamente por
    roteiros da Carla Kettner e da Karine Rosenthal.

     

    Segundo. A
    Brennan vai falar quantas vezes que tem mais grana do que o Booth? Dois epis
    seguidos com uma mesma discussão/conflito. Pró-xi-mo.

    Terceiro. Por
    que introduzir um novo personagem a essa altura do campeonato? Por que não
    colocar novas questões pros personagens que já estão no programa? Sei que é
    cedo pra dizer que não gostei, então vou dizer que não curti. Já tô até vendo
    que ele e seu brilhantismo vão salvar ou o Booth ou a Brennan e provar pra
    Caroline que ela tava errada. Será que vou morder minha língua?

    Quarto. Brennan
    ouvindo música junto com o bebê. Awwwwwnn. Emily Deschanel como sempre perfeita!!
    A cena foi sutil e ainda assim extremamente tocante sem ser piegas.

    Quinto. Só eu
    percebi a cara de safado do Booth quando a Brennan falou que tinha mais uma
    ‘coisa’ pra ele?? #gobooth

    E pra
    terminar: a audiência devia ser medida na cena final do epi. Aposto que muita
    gente fica esperando mais por ela do que pela solução dos casos  :)

    PS: Ah, eu também
    não entendi a patada da Angela !?!

    É só! BJs

  11. Keila

    Achei o episódio fraco. Só não foi pior por causa da Emily, e do novo ator que trabalhou bem. Como comecei a assistir Bones somente este ano ( 5-6 temporada) não conheci o Zach logo de cara. Então ele não é o meu preferido. Gosto dos outros estagiários, na verdade somente de 2 o Wendel e o Iraniano. O Clark acho muito fraco, a Daisy muito chata. A única estagiária mulher e a mais insuportável. O Sweets merece uma namorada melhor. rs…

  12. Tati Siqueira

    Clara, se eu não me engano eu li em algum lugar que não teria bones antes da Emily ganhar nenem, nem iriam introduzir a gravidez dela na serie, mas houve essa mudança radical(ok, até agora estou com raiva sobre a tal transa que nunca foi bem explicada e me deixou muito P da vida.) e acabaram colocando a gravidez dela em “xeque mate na serie”, acredito que dai vem os textos “mal escritos” ou “formula batida”.

    Mas até agora gostei bastante dos episodios, estou amando essa fase da Bones mais “amavel”, é muito gostoso ver a forma como ela encara a gravidez, a sutileza envolvendo a hora que ela coloca os fones e os clipes na barriga e escuta a musica foi demais..

    Não posso esquecer do nosso novo squint, que eu amei demais, uma vida estranha que eu acho que ainda será desenvolvida.

    Eu até entendi o piti da Caroline, pois realmente “pode dá” algum problema legal, mas não precisava de tudo isso ok…..

    Enfim temos poucos episodios para nos deliciar com bones…..depois só em Março ou Abril.

    Excelente texto Clara

  13. Pingback: Destaques da Semana – Brasil – 11 a 17/6

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