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Reviews Spoilers

Bones – The Bikini in the Soup

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Série: Bones
Episódio: The Bikini in the Soup
Temporada:
Número do Episódio: 6×14
Data de Exibição nos EUA: 17/02/2011

Não comemoramos o Dia de São Valentim. Porém, ano após ano, temos ao menos um motivo especial para esperar por essa data. O  ‘Dia dos Namorados’ deles é uma excelente desculpa para fazer episódios cheio de licenças poéticas, quero dizer, cheio de cenas inesquecíveis, mesmo que depois arrumem um jeito de desfazer tudo. É um dia onde podemos permitir que a nossa imaginação voe, que os nossos desejos enfim se realizem, ou, no caso de Bones, é um dia que podemos desafiar as leis da natureza. Certo? Nem tanto. Nada de romanticismo para Booth e Brennan, mas ao menos o resto dos personagens tiveram um digno dia de amor. No geral, esse dia fica melhor quando a gente o odeia, do fundo do coração.

Caso

Quem matou a casamenteira? Mais do que uma pura coincidência eu achei o caso desse episódio bastante forçadinho. E sem muita empolgação descobrimos que o assassino é o marido porque a vítima estava confraternizando com um “meio homem”. Puh-lease! Entre os suspeitos: uma noiva mimada, o pai petulante da noiva, e até o xuxuzinho que trabalhava com a vitima. Sinceramente, eu prefiria um caso do tipo “Cupido Serial Killer mata casais em Washington D.C.”. Mas nem tudo é perfeito, nem o Dia dos Namorados.

Casais

Oba! É dia de festa para os casais de Bones. Hodgela como sempre ganha meu coração. Um fungo com cheiro de rosas pode realmente ser o presente perfeito, quando se é feito por amor. Clark e a namorada foram a veia cômica do dia. O que foi aquele final? Cadê sua flecha? Estou rindo até agora. Paul e Cam são irritantemente perfeitos. Apesar de não “comprar” muito a história dela ter sido um tanto não profissional em relação ao caso só para ter uma noite de amor com o Doutor Fantástico, lá. Mas aposto que a atenção de todos estava no resultado que o episódio 6×13 teria sobre Bones e Booth. Não sei se chamo o Hart de desalmado ou gênio. Sério… como pode ele construir uma temporada inteira de Booth apaixonado por Brennan, depois arrumar motivos para ele desapaixonar e fazer com que ela se permita gostar do parceiro, depois arrumar desculpa para ela se afastar, colocando os dois na mesma dinâmica e no mesmo passo. Agora que os dois estão de coração esmigalhado, eles podem ser infelizes juntos. Se isso me incomoda? Em boa parte sim, me incomoda porque eu quero eles juntos! Mas também entendo o lado “realístico” da história e não dá simplesmente para os dois se apaixonarem assim do nada… pensando bem, dá sim! Joguem esses dois em uma cama com espelho no teto, por favor!

Estagiário

Clarke! Por mais estranho que seja o Clarke despojado, estou começando a gostar dele assim. Simplesmente porque ele está fazendo exatamente o que todo mundo sempre fez e ele não gostava. Só não entendo a Cam dando ataques por causa dos comentários dele. Clarke tá se tornando meu ‘squint’ preferido.

The Bikini in the Soup

Esse episódio teve alguns pontos altos, como por exemplo as ligações de Jean-Paul & Cia, que mostram que a Bones está sozinha por opção (dela e o do Boothie), e a Bones ‘atuando’ na sala de interrogação. Mas fora isso, foi um episódio sobre amor… juntos ou não, o amor está no ar, no laboratório, no escritório do FBI…

Ah, o amor. O amor chega sem bater na porta, sem cerimônia alguma, invade a hipófase e desregula nossas conexões neurotransmissoras, ou algo do tipo. O que importa é que ele está lá. E nós podemos sentir. Seis anos se passaram, seis anos de uma história de amor que foi se construindo aos poucos e aflorou subitamente depois de um sonho. Acordou, se tornou real. Não, Brennan e Booth não se amam inconscientemente, eles tem se amado há muito tempo.

Esse episódio foi como dar um passo para trás, para poder dar dois para frente. Por mais piegas que isso soe, é verdade. Adorei vê-los timidamente voltando a sintonia de antes. O final mostrou que o amor deles é aquilo mesmo, na felicidade e na tristeza, até que alguma loira os separe!

Séries citadas:

30 anos, é formada em jornalismo pela Unesp e em Letras Inglês e Literaturas pela UFRN. No "TeleSéries", já foi colaboradora e editora de Notícias, agora é Editora de Conteúdo e escreve a coluna mensal "Sintonia". Já passou pelo Vírgula e pela Rede BomDia, do DIário de S. Paulo. No tempo livre, vê Bones, Hot in Cleveland, It's Always Sunny in Philadelphia, entre muitas outras séries. Fã do Clark Kent e música country.

Website: http://naliteral.blogspot.com.br/

4 Comments

  1. Chelsea

    “Mas também entendo o lado “realístico” da história e não dá simplesmente para os dois se apaixonarem assim do nada… pensando bem, dá sim! Joguem esses dois em uma cama com espelho no teto, por favor!” Perfeito! Essa é uma cena que acho que todo mundo queria ver e tenho esperanca que um dia Hart Hanson vai nos dar de presente, já que nao creio que ele fará os dois terminarem a série separados.
    E, realmente, esses produtores tem que aprender que, se nao querem juntar personagens, nao criem fortes tensoes sexuais entre eles. Eu, por exemplo, nunca vi nada na relacao Eliot-Olivia em Law and Order SVU, apesar de notar que os dois tem química.
    Bjs Maria Clara, realmente, nao mude nunca nas reviews.

  2. Maria Clara Lima

    Oi, Chel. Obrigada pelo comentário. Eu tb tenho fé no Hart, espero que ele tenha mais compaixão de nós.

    Bjus

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