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‘Alphas’. Eles estão de volta!

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A segunda temporada de Alphas começou ontem, dia 23 de julho, nos EUA, para dar continuidade ao drama de ficção científica que surpreendeu na temporada de meio de ano em 2011.

A série, que é exibida pelo canal a cabo SyFy, teve uma média de dois milhões de telespectadores, com um índice de 0,7 na demo (público entre 18 e 45 anos), provou que a fórmula, já adotada em Heroes e X-men, ainda pode agradar os fãs do gênero.

Na primeira temporada, roteiristas e diretores acertaram no desenvolvimento da história. Logo no primeiro episódio o público fica sabendo que existem dois grupos compostos por pessoas com habilidades incomuns. Um deles, sob a coordenação do Dr. Lee Rosen, colabora com o Departamento de Defesa dos USA com o objetivo de encontrar outros que como eles desenvolveram essas habilidades e, potencialmente, representam, na opinião do governo,  um perigo para si e para a sociedade.  Outro, denominado Red Flag, utiliza meios violentos para se contrapor à ação do governo. No meio do caminho, ficam alguns alphas não alinhados a um dos dois grupos, e o comum dos mortais, que repetem o eterno dilema humano do temor diante do diferente.

O final da primeira temporada explora abertamente este último aspecto da relação com os Alphas. Revelando ao mundo sua existência, Dr. Rosen expõe essa intolerância que pode vir a se transformar em confronto explícito. Nessa disputa, quem tem razão?  O grupo liderado pelo Dr. Rosen? O governo?  A Red Flag? A existência dos alphas é, necessariamente, um perigo em si?

Essas questões estarão presentes nesta nova temporada, que tem início oito meses após os eventos ocorridos no último episódio. Dr. Rosen está preso em Binghamton, local para onde são levados os alphas capturados pelo governo, que tenta encobrir sua existência. O grupo formado por Gary, Cameron, Nina, Rachel e Bill está desarticulado e alguns deles voltaram à sua antiga vida auto-destrutiva. É neste contexto que Kat (interpretada por Erin Way) irá se juntar ao time do Dr. Rosen. Ela é uma jovem com habilidades de memorização perfeitas, apesar de serem de curta duração. Segundo a atriz, os criadores da série descrevem sua habilidade como “Tivo-memória”: quando se grava uma nova memória a antiga é excluída.

A segunda temporada contará ainda com a participação de Sean Astin (O Senhor dos Anéis), C. Thomas Howell (Southland), Lauren Holly (NCIS), Steve Byers (Smallville), Kandyse McClure (Battlestar Galactica), Noah Reid (Rookie Blue) e Summer Glau, que volta para três episódios.

Séries citadas:

Historiadora e professora não praticante. Adora uma boa história, seja ela escrita ou encenada. Atualmente, em seu coração, dividem espaço Person of Interest e Once Upon a Time. A Guerra dos Tronos? Prefere o livro.

3 Comments

  1. Ricardo Cerdeira

    Nunca vi Alphas, mas pelo texto sua trama básica lembra bastante X-Men.

    Agora, um comentário venenoso: que a participação da Summer Glau se restrinja a esses três episódios, ou a série corre sério risco de cancelamento.

    Não me entendam mal: acho a atriz bonita, simpática e competente, mas é inegável que ela é tem um tremendo pé frio.

  2. ReMonteiro

     Alphas é meio uma mistura de Hereos e X-men, mas menos pretencioso. Acho que é por isso que funciona. Quanto à Summer Glau, não há como discordar, por isso fico aqui fazendo figa!

  3. Thiago FLS

    Além de menos pretensiosa que Heroes, Alphas tem a vantagem de ter personagens com habilidades mais limitadas, evitando furos de roteiro do tipo “por que Peter não se teletransportou para dentro do cofre” ou “por que Hiro não viajou para o momento antes de isso acontecer”. Fora que os personagens formam uma equipe, em vez de ter tramas paralelas de qualidade variável que só se cruzam no fim de cada arco.

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