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A Teia – Episódio 9

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Só falta um episódio e o pessoal não brincou em serviço. Na verdade, a frase de Baroni no momento da perseguição ao caminhão é aplicável a todo o episódio: “Ninota, se prepara para brincar de montanha russa.”

Então, clica aqui para colocar Nirvana para tocar e vamos relembrar os últimos acontecimentos?

As cenas finais do episódio anterior já tinham adiantado que Macedo e Germano conseguiriam se aproximar de Baroni, o que a gente não sabia é que, ao tentarem usar o Ney, a coisa não acabaria muito bem.

Ou melhor, a gente até sabia, porque a gente lembrava das cenas do início da série, não é mesmo?

Particularmente eu acho que a pior decisão dos dois foi mesmo usar Ney, do outro lado isso rendeu pontos extras porque, mais uma vez, trouxe um tanto de realismo: é complicado não cometer algum erro quando o outro lado desenha um plano tão certinho. Então, eu paro de reclamar porque eles realmente tinham um trabalho pesado pela frente e o tempo estava contra eles: se Baroni conseguisse escapar tudo estaria perdido.

Baroni que se revela cada vez mais psicopata – e aí minha cabeça dá um nó, porque em teoria psicopatas não conseguem se apegar e seu sentimento por Celeste parece sincero, ainda que de posse – e as cenas dos flashbacks apenas reforçam a impressão: Baroni sai da prisão direto para os braços de Celeste e dos braços dela para vingar o que aconteceu com sua mãe, resultando na tortura da mãe de Márcio Gomes e na morte deste – e a gente nem sente tanta pena assim.

No presente, a quadrilha começa a levantar acampamento para dar o golpe, enquanto Baroni segue para o Paraguai no Brutus. E a gente aflito só imaginando o que pode dar errado. Santo celular esquecido, Robin! Ou não: graças ao celular esquecido, Charles, o único a escapar do cerco ao esconderijo deles, não consegue avisar Baroni sobre o que está acontecendo em Curitiba. Do outro lado, é pela falta dele que Baroni precisa usar o orelhão em um posto de gasolina, aonde Celeste acaba vendo Macedo.

A moça, que já estava muito tensa depois do pedido de casamento do Baroni em que ela enxerga, novamente, o lado psicopata do amado, e depois do que o Ney falou, explode de vez e conta o que sabe. Algo no olhar de Baroni naquele momento no caminhão me fez pensar que, se ela não tivesse ficado seriamente machucada no acidente, ele ia dar cabo dela logo em seguida.

As cenas da perseguição, diga-se de passagem, foram excelentes – e sim, era João Miguel mesmo pendurado naquele caminhão – e eu dei vários pulos na cadeira. Só que Baroni acaba partindo apenas com Ninota nos braços, para o meio da mata, sem celular, e se sentindo acuado. Resta apenas torcer para que o pior não aconteça com a menina.

Lá em Brasília Eduardinho e o Senador continuam de conchavo, agora colocando a mãe de Macedo em um asilo. Sorte que a senhora realmente não queria que ninguém achasse os papéis e enfiou em uma gaveta na geladeira.

Confesso que a trama paralela me cansava um pouco, mas a ida da filha de Macedo para a Capital Federal tornou as coisas mais divertidas.  Só fico aqui especulando se essa trama ainda vai se ligar de alguma forma com a trama do Baroni ou, quem sabe, vira uma segunda temporada…

P.S. Macedo e Germano se passando por Ney e celeste no carro: sem preço! Diga-se: ansiosa por uma segunda temporada que incluísse esses dois.

P.S. do P.S. “Germano, quantas vezes você já foi casado mesmo? Desde quando mulher conta tudo para o marido?” Macedo, além de ótimo policial, dando aulas sobre relacionamentos, risos.

*O post foi originalmente publicado no Só Seriados de TV.

Séries citadas:

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