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A Semana Lá Fora: o retorno de Mad Men e Project Runway e as finales de Hawthorne e Mental

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A Semana Lá Fora: o retorno de Mad Men e Project Runway e as finales de Hawthorne e Mental

Mad Men - Out of Town

Tem atrações voltando e tem atrações partindo. A coluna A Semana Lá Fora traz esta semana review de duas das mais esperadas atrações do verão americano. A volta do premiado drama Mad Men e do reality show Project Runway. Enquanto elas chegam, Hawthorne se despede, com o final de sua primeira temporada. Trazemos ainda uma resenha do episódio final de Mental, que foi ao ar no dia 14 nos Estados Unidos (e será exibido esta semana no Brasil).

Completando a coluna, resenhas de Royal Pains, Nurse Jackie, 10 Things I Hate About You, Defying Gravity, Dark Blue, True Blood e Hung. Leia e deixe seu recado!

Mad Men: Out of Town (3×01)
Exibição: 16/8/2009
MVP: Jon Hamm, Bryan Batt e Vincent Kartheiser

Mad Men está finalmente de volta e com a qualidade de sempre. Para alguns, a série é bastante parada e quase não sai do lugar. Para outros (meu caso), Mad Men é envolvente, mantém o estilo de época e sabe brincar com os temas polêmicos ao passo em que desenvolve bem as suas tramas, assim como as personalidades dos seus personagens.

É assim que o episódio Out of Town começa, moldando um pouco daquilo que conhecemos do Donald Draper (ou Dick) ao longo destas duas temporadas. Talvez um pouco da solidão que ele sinta venha a partir da morte prematura da sua mãe e eu poderia tentar citar outros elementos que o transformaram em um homem ambicioso e de múltiplos relacionamentos.

A terceira temporada chega com mudanças na Sterling Cooper, principalmente porque vimos no final do segundo ano o escritório sendo comprado por uma acionista britânica. Demissões em massa e uma nova forma de governar a empresa, é assim que podemos definir os moldes que a agência passa a tomar.

E isso define muito bem a diferença de planejamento e conduta entre britânicos e americanos, uma vez que cada um tem as suas diferenças políticas e de mercado no momento em que pensam em dirigir uma empresa. Assim, foram definidos dois novos diretores de atendimento: Kenny Cosgrove e Peter Campbell. Além de acirrar a briga entre eles, o objetivo, claramente, é fazer com que ambos demonstrem resultados satisfatórios para provar quem é o melhor.

Pelo início, é possível perceber também que a série dará uma ênfase ainda maior aos relacionamentos homossexuais de Salvatore Romano, principalmente agora que o seu segredo foi descoberto por Donald Draper. Mal posso esperar para saber como o roteirista e criador da série, Matthew Weiner, fará para juntar todos estes laços e dar um sentido para tudo isso que está sendo contado. (Vinícius Silva)

Hawthorne - Hello and Goodbye

Hawthorne: Hello and Goodbye (1×10)
Exibição: 18/8/2009
MVP: Jada Pinkett Smith

Começamos com Cristina e sua insônia depois da morte do esposo então nada melhor do que terminar essa temporada com ela se despedindo definitivamente dele. Não é fácil se desvencilhar dos pertences e dos hábitos, mas Cristina precisava seguir em frente por ela e por sua filha.

Candy vai para o Afeganistão e não sei quanto a vocês, mas eu fiquei triste, esperava que ela fosse ficar e engatar um romance com Ray, que, aliás, deixou muito a desejar nesse episódio. Primeiro a cena da despedida dos dois foi muito sem nexo, parecia que ela estava indo na esquina comprar pão, e segundo, muito sem noção esse amassos dele com Marshall – que espero que não continuem temporada que vêm.

E acabou que minha pergunta ficou sem resposta já que ainda não ficou claro pra mim que tipo de relação Hawthorne tem com Wakefield. Para uma season finale o episódio deixou muito a desejar, mas estarei lá para conferir a segunda temporada porque a série pode não ser excepcional, mas eu tenho uma queda por Michael Vartan e gosto do carisma de Jada Pinkett. (Lara Lima)

Mental: Bad Moon Rising (1×13)
Exibição: 14/8/2009
MVP: n/a

Em Bad Moon Rising Jack resolve se tratar e isto é mostrado enquanto passa todo o episódio, o grande psiquiátrico em uma terapia, quem diria? Enquanto essas cenas são mostradas o Plano de Carl para despedir Jack entra em ação mais começa a dar errado quando um paciente que se diz ser lobisomem faz todos de refém na casa de Jack durante uma reunião.

Kahane, o Lobisomem, tentava explicar sua estória e ligar os fatos em uma conversa com Jack quando em uma “distração” Arturo tentou dar uma de heró. Arturo acabou levando um tiro e com a consciência pesada contou para Jack que o espionava porque Carl o chantageava sobre as suas falsificações. Lidando com o caso do Lobisomem, Jack toma a decisão de se demitir. E como Nora não iria aceitar gentilmente isso acabou achando um meio de conseguir isto dando um soco em Carl.

Acreditávamos durante o episódio todo que Jack estava mesmo passando por um terapeuta, mas foi interessante quando mostrou o terapeuta e era Jack. Isso mostra que o grande Jack Gallagher está ficando com algum problema psiquiátrico? Falando de forma mais direta, ficou louco? E foi nessa terapia louca de clones que Jack nos revelou tudo, o medo de ter problemas, o porquê de nunca seguir com uma namorada e o medo de ter uma família. Além disso, o plano de Carl entrando em ação e as traições contra Nora que tentava salvar desesperadamente a clinica ajudou a fazer deste episódio o melhor da série.

Por que a série demorou tanto para mostrar algo assim? Esse certamente foi um erro (ao lado da falta de desenvolvimentos dos personagens e tramas) causando a baixa audiência que pode resultar no cancelamento da série. Deveriam ter mostrado algo assim antes e agora o que resta é esperar para ver qual a decisão que será tomada pelos grandões da Fox. Sendo sincero, este episódio com Jack indo embora me deixou pela primeira vez imaginando o que poderia acontecer em seguida. (Daverson)

Texto gentilmente cedido pelo weblog Conquistadores. Clique aqui para ver a review ampliada, dos episódios 12 e 13.

Royal Pains - Nobody's Perfect

Royal Pains: Nobody’s Perfect (1×11)
Exibição: 20/8/2009
MVP: Reshma Shetty

A entrada do Bruno Campos para série com certeza até agora não mostrou ser uma boa aquisição. Se Jill e Hank já não traziam boas cenas, Jill e Casey são piores ainda. Foi um episódio arrastado daqueles que você fica marcando o tempo para acabar. E para mim é muito ruim escrever tão mal sobre uma série que eu classifiquei como uma das gratas surpresas do ano. Royal Pains está longe de ser a perfeição mas começou como um bom entretenimento.

Apesar da trama envolvendo Evan e Divya também ter sido bem bobinha os dois atores, em minha opinião, tem uma química muito boa em cena o que acaba prendendo a atenção. E, apesar de previsível, foi legal Hank ajudando a salvar o paciente à distância.

Eu continuo curiosa sobre o que Boris esconde mas estão fazendo tanto rodeio que até mesmo essa curiosidade está diminuindo. Realmente espero que o final de temporada seja tão legal quanto o piloto foi. (Tati Leite)

Defying Gravity: H2IK (1×04)
Exibição: 16/8/2009
MVP: n/a

Neste episódio fica clara a ligação entre Grey’s Anatomy e Defying Gravity: mais que romance e sexo, é no formato, com um personagem principal narrando a história e um tema ligando os acontecimentos de cada episódio, em que reside a semelhança dos seriados.

Infelizmente, este foi, sem sombra de dúvida, o pior episódio do novo seriado. Você se perde entre as idas e vindas no tempo que, em teoria, deveriam ajudar a entender as histórias dos tripulantes da nave. Além disso, o tema que deveria ligar os acontecimentos – no caso a necessidade de se virar sozinho – também não funciona muito bem.

Se, de um lado, o estranho mistério alojado na área 04 da nave parece já afetar a todos os tripulantes (assim como continua afetando a esposa de Ted e Ajay, mesmo na Terra), por outro, as alucinações e sons ouvidos pelos membros da tripulação são caricatos.

Modo ironia ligado: Donner começa a alucinar com seus colegas da missão Marte, quase morrendo no espaço enquanto imagina ver a namorada morta, enquanto Zoe chama-o de volta fazendo biquinho; Evram começa a lembrar-se da guerra e tem uma crise; Wass entra em pânico em sua cabine. Tudo isso enquanto a nave parece que irá desmoronar. No final de tudo, Donner é o herói que salva a todos.

Modo ironia desligado: até que existia material para criar uma boa estória, mas algo ali faz com que nada funcione. Afinal, era para ficarmos felizes com Donner encontrando a resposta, ou com Ajay de volta a missão, mas eu só agradeci o fato de o episódio ter terminado. (Simone Miletic)

Nurse Jackie - Pill-O-Matix

Nurse Jackie: Pill-O-Matix (1×11)
Exibição: 17/8/2009
MVP: Daisy Tahan, Victor Garber e Merritt Wever

Tenho que começar falando sobre a Fiona, a caçula de Jackie. Toda as cenas dela nesse episódio foram de uma fofurice sem tamanho. Ela tentando enrolar o pai dizendo que não iria contar o segredo e depois falando que iria sim foi muito lindinha. Só que Nurse Jackie está longe de ser um programa fofo. Aliás, faz questão de lembrar a cada momento que humor e drama estão muito próximos.

Eu não sabia da participação de Victor Garber e, como sempre, sua participação é excelente. Muito boa a cena em que Jackie questiona a seu personagem, um crítico de TV, sobre o fato dele chamar as pessoas de estúpidas por não gostarem do que ele acha que é bom. Um puxão de orelha ótimo para nós que adoramos sair escrevendo nossas opiniões por aí (risos).

Fiquei arrasada com a Zoey, o grande primeiro erro dela. E pelo jeito trará conseqüências. E olha que ela não roubou o coração de ninguém. Apesar de muitos não gostarem de Coop eu estou igual a O’Hara, rindo horrores com o fato dele estar apaixonado pela Jackie. Ele é tão idiota que chega a ser engraçado. E eu achei que Peter Facinelli seria o galã do show.

O ponto alto ficou para o finalzinho do episódio: Eddie descobre que Jackie é casada. Um grande gancho para o episódio da próxima semana que será o último da temporada. E quem não agüentar de tanta curiosidade é só buscar na rede porque já está disponível. (Tati Leite)

Hung - The Rita Flower Or The Indelible Stench

Hung: The Rita Flower Or The Indelible Stench (1×07)
Exibição: 16/8/2009
MVP: Jane Adams

Um pensamento deve ter passado pela cabeça de quem assistiu a The Rita Flower or the Indelible Stench: foi o melhor desde a estreia da série. O episódio ficou bem redondinho, com tramas interessantes e bem construídas.

A entrada do ator Joshua Leonard, interpretando Pierce, deu um baita fôlego na trama da personagem de Tanya. Aliás, o ator proporcionou mais do que isso: nos momentos em que os dois apareciam em cena, eu sequer lembrava de que a série chama-se Hung e que o protagonista é um cara chamado Ray (Thomas Jane), tamanha química e empatia que o novo casal Tanya e Pierce possuem. Ótima cena dos dois visitando a mãe de Tanya e muito bem elaborada toda situação que acabou se construindo com essa visita.

Paralelo a isso, a possibilidade que existia de Ray começar a se apaixonar por Jemma deixou de ser hipótese para virar realidade. Para o bem da série, a bela segue encarando a relação com Ray estritamente profissional, sempre deixando o pagamento em dinheiro a ele após uma noite de sexo – para total decepção do rapaz.

Talvez, o que pode ter faltado para este episódio ser ainda melhor, seria uma maior participação de Jessica (Anne Heche), que apareceu em apenas uma cena. (Ivan Guevara)

Dark Blue - Ice

Dark Blue: Ice (1×06)
Exibição: 19/8/2009
MVP: Logan Marshall-Green

A esta altura já me acostumei com a narrativa lenta de Dark Blue e mais ainda com seus personagens simplórios. Aliás, com exceção de Dean, os outros são bastante rasos. Veja por Ty: um policial que, com certeza não está nessa equipe há pouco tempo, facilmente fica inconformado com algumas missões sem nem ao menos precisar, por exemplo, matar alguém. Entende o que quero dizer? Ele se incomoda com pouca coisa. Jaimie ainda fez pouco, mas já agradeço por não ser o elo fraco da equipe e por não ser a donzela em perigo e Carter, uma hora ou outra vai ter de sair dessa fossa.

Fora isso os casos melhoram a cada episódio. Semana passada o caso de sequestro foi muito bom e nessa, a equipe esteve atrás de criminosos que lavavam dinheiro através de diamantes e teve sacadas bem interessantes; por exemplo, quando um deles pede o cartão para Carter, ou ainda quando Jamie e Dean estão se beijando e dá a sensação de que Carter ia pegar os dois juntos. Por isso devo reconhecer que Dark Blue melhora a cada episódio e isso é um ponto positivo já que normalmente as séries tendem a balançar um pouco no início. (Lara Lima)

True Blood: I Will Rise Up (2×09)
Exibição: 16/8/2009
MVP: n/a

Sookie atraída por Eric? Hã! Isso mesmo! Depois de chupar o sangue do vampiro, a jovem agora é como se fosse uma parte de Eric, o que eu sinceramente odiei, pois Bill e Sookie pra mim, formam o maior e mais legal casal de True Blood (empatados com Hoyt e Jessica). E quem saiu no vermelho nessa história foi Bill, que não gostou nada desse vínculo entre sua namorada e seu “amigo” Vampiro. Amei o tapa na cara de Eric, ele merece.

E Godric? Puxa vida! Que dia, não? Ser demitido e ainda morrer no telhado do Hotel de Dallas. Fiquei com pena do jovem vampiro de 2500 anos. Algo que quase me passou despercebido, mas que foi de extrema importência no episódio, foi quando Godric pediu a Sookie que ela cuidasse e protegesse Eric. O que com certeza acarretará muitos problemas na vida de Sookie de Bill.

Depois de Dallas, outra parte bem interessante foi entre Hoyt e Jessica. Pois mesmo com seu problema no quesito sexo, Hoyt provou que está realmente apaixonado por ela. Tanto que o mesmo quis apresentar a moça pra mãe dele. O que na verdade, só acarretou problemas. Mas é assim mesmo. Muita água ainda vai rolar nos próximos episódios e o mais importante é que o casal vai persistir.

Outro ponto bem legal foi quando Jason e Sookie conversaram, provando que mesmo com suas diferenças, os irmãos sempre se unem no final. Agora eu espero que ele volte pra gandaia em Bon Temps. Falando em Bon Temps, a cidade passe atualmente por maus temps… Maryan exigindo o sacrifício de Sam foi sensacional. Eu acho que o Sam não escapa dessa, pois Maryan pediu pra todo mundo caçar o metamorfo que, pra sair da cadeia, se transformou em mosca.

E Tara? Que bitch… O poder de Maryann é sensacional, pois fez Tara agredir a mãe sem mais nem menos. Fiquei com pena dela. E Lafayette finalmente voltou. Ainda não tá indo para a farra como antes, mas já mostrou quem manda no pedaço… Outro ponto que só me dei conta neste episódio, foi pela seguinte pergunta: que motivo levou Maryann a matar a macumbeira no primeiro episódio da segunda temporada? (Paulo Ricardo)

Texto gentilmente cedido pelo weblog Seriados Americanos. Clique aqui para ver a review ampliada.

10 Things I Hate About You - Light My Fire

10 Things I Hate About You: Light My Fire (1×07)
Exibição: 18/8/2009
MVP: Ethan Peck

Esse foi um dos episódios que eu mais gostei da série até agora, apesar do clima todo meio surreal, afinal, não dá para levar muito a sério um incêndio de tamanhas proporções. Quero dizer, não que incêndios gigantescos não possam acontecer (os noticiários estão aí para provar que podem), mas acho pouquíssimo provável que todo mundo que faça parte do mesmo grupinho tenha as suas casas sob risco e seja evacuado.

Mas incêndio à parte (e todos os clichês que ele permitiu acontecer dentro da escola/abrigo), eu adorei o rumo dos relacionamentos. Chamem-me de romântica e tola, mas esperei por tanto tempo esse beijo entre Kat e Patrick que não pude deixar de ficar emocionada. Foi tão bonito. E ele me surpreendeu nesse episódio. Tanto ator (que está se mostrando um dos mais interessantes na série) quanto personagem (que é disparado meu preferido). E quis matar Kat por não se deixar levar naquele momento, embora, bem no fundo, tenha entendido o porquê de ter reagido daquela forma.

E até da Bianca eu gostei de verdade! Estava na hora da loirinha mostrar que não é uma idiota completa e que tem usado Chastity e se deixado usar por tem um objetivo. Queria ver a toda poderosa da escola se tornar um pouquinho mais humana e principalmente mais gostável. (Mica)

Project Runway - Welcome to Los Angeles

Project Runway: Welcome to Los Angeles (6×01) e All Star Challenge (Especial)
Exibição: 20/8/2009
MVP: Korto

Na quinta temporada o programa já parecia desgastado. Então resolveram mudar de emissora, mas infelizmente nenhuma mudança foi visível. A estréia da temporada foi mais do mesmo. Nem a escolha do elenco ajudou. Normalmente quando as tarefas são tediosas, o elenco faz o episódio vale a pena, mas nem isso tivemos aqui.

Para começar tivemos alguns dos famosos dramas, dessa vez provocado por um estilista, ex-usuário de metanfetamina. Ele dizia que não estava preparado para aquilo e bla, bla, bla… mas no fim Tim Gunn foi o salvador de tudo.

A tarefa da semana era criar um vestido para o tapete vermelho. Cada candidato podia escolher a premiação, visto que um vestido para o MTV Movie Awards é diferente do que para o Oscar, ou Emmy, Grammy e assim por diante. Lindsay Lohan foi a jurada convidada, o que não acrescentou em nada, a não ser a situação estranha que a candidata eliminada era a cara da namorada ou ex-namorada da atriz/cantora/estilista (segundo Heidi Klum). De resto tivemos os comentários ácidos de Michael Kors e Nina Garcia (que a cada temporada é editora-chefe de uma revista diferente).

Já o episódio All-Star foi melhor. Talvez por reunir gente com personalidade mais interessante.

Santino, ainda continuava irritante com seus gritos e tentativas de piada. Jeffrey ainda continuava exibido, Chris ainda continuava dormindo… Mas o mais incrível foi ver como eles evoluíram no mundo da moda, tanto no mercado comercial, como quanto estilo. Uli não usa só mais estampas, Daniel (o vencedor do programa) saiu do modo seguro como construía suas roupas, e Korto não ficou presa à moda africana, e realmente conseguiu fazer roupas que entendiam o que mundo comercial pedia.

A tarefa desse episódio foi a criação de uma pequena coleção de quatro peças, sendo que uma peça tinha que ser um vestido para o tapete vermelho e outra peça tinha que ser construída com materiais encontrados em um restaurante que eles haviam jantado.

No meio do episódio vimos Nicole Kidman fazer um anúncio: o vestido vencedor estaria na premiere de Nine, seu novo filme, estrelado por ela, Daniel Day-Lewis, Sophia Loren, Judi Dench, Marion Cotillard, Penélope Cruz, etc. O vencedor foi Daniel, como já disse, mas quem realmente merecia vencer era Korto, pois criou a coleção mais coesa e bem feita de todos, porém o vestido do tapete vermelho de Daniel era melhor, então talvez seja por isso que tenha vencido. (Lucas Bonini)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

10 Comments

  1. Rosana

    Ótimos reviews – Mad Men, Dark Blue e True blood estão excelentes.

  2. anderson

    E não é q eu gosto de project?? nao vi a sexta temporada mas gosto dos anteriores, um reality nao muito pretensioso.

  3. Lucía

    Realmente melhor episódio de 10 things até agora!!!! Ninguem comentou MAke it or break it desta semana então só vou dizer que tambem foi o melhor da temporada… que venha o final!!!! Alguem sabe se as duas foram renovadas??

  4. Claudemir Antonio Zamproni

    Já assisti aos episódios acima comentados de “True Blood”, “Nurse Jackie” e “Hung” e gostei muito dos comentários acima. Mas o fato é que os três episódios são excelentes, mesmo, e não vejo a hora de poder ver os próximos. Está só faltando o último do “Mental:”, que passa na quarta-feira, e os comentários só me deixaram mais ansioso. No geral, após ter acompanhado todos os episódios, achei que a série cumpriu o prometido e trouxe tramas interessantes; ou seja, se assumiu com todos os problemas e defeitos. Mas no saldo geral, valeu; espero ter a felicidade de acompanhar uma segunda temporada. Gostaria de saber se alguém já viu algum episódio de “Drop Dead Diva”; se sim, gostaria de receber algum comentário…

  5. Lara Lima

    Mica, tirou as palavras da minha boca. Que beijo esperado hein!! E foi o primeiro episódio que não quis afogar Bianca. Ela estava mto bem.

  6. Aline

    Ai que droga! Não vi o episódio de Project Runway ainda, então não posso julgar a coleção de nenhum deles, mas nunca gostei do Daniel, sempre achei as criações muito boring. Fazer o que, né?? Meu favorito nunca ganha =(

  7. Mica

    Como fiquei sem tv a cabo não assisti as últimas duas temporadas de Project Runway, mas esta resolvi baixar. Ainda não assisti (não deu tempo), mas espero que goste. Era o único reality que realmente eu achava legal.

  8. Alessandra

    incrível como outras séries naufragram com o passar das temporadas, e outras, bem poucas, como mad men, conseguem manter a qualidade e a inteligência do roteiro. maravilhoso o episódio de abertura da terceira temporada. de uma sutileza ímpar. o don draper de jon hamm é um dos personagens mais complexos que já passaram pelas séries de tv. adorei quando ele vira para a aeromoça e comenta que “tem a tendência de voltar sempre aos mesmos lugares…”.
    mas tenho mais pena da betty. grávida do terceiro filho, achando que o don realmente está com ela, com a sua família – quando na verdade don draper, o homem adequadamente perfeito, não passa de uma invenção de Dick, o filho não desejado de uma prostituta…e mais uma vez temos don/dick tendo seus casinhos fora do casamento.
    a expressão de hamm no final do episódio quando ele se lembra do nascimento da filha, puxa! que coisa mais absolutamente bem feita. parece que estamos vendo no rosto dele as reminiscências de seu próprio nascimento, toda a rejeição, a ausência de amor em sua família…
    mad men é uma das coisas mais bem feitas que já assisti na tv. nunca vi um episódio ruim da série, e ela já vai para a terceira temporada! um feito, realmente. Cada vez mais a HBO se torna o canal das séries mais sensacionais ever!

  9. Rodrigo B.

    Alessandra,

    Concordo com suas ponderações sobre a qualidade de Mad Men, mas você se enganou em um pequeno detalhe: a série não é da HBO(embora seja transmitida por ela aqui no Brasil) e sim do pequeno canal AMC.

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