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Spoilers

A Semana Lá Fora: morte em Desperate Housewives e as novas temporadas de Ashes to Ashes e Criminal Intent

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Smallville - Stiletto

Teve de tudo esta semana: Lois Lane virou super-heroína em Smallville; a família Winchester cresceu em Supernatural; tivemos respostas em Fringe; em 24 Horas ainda estamos digerindo os acontecimentos da semana passada; em One Tree Hill tivemos um acidente; assistimos ao fim da Michael Scott Paper Company em The Office; tivemos bons episódios de Chuck, Dollhouse, Brothers and Sisters e Grey’s Anatomy; e, claro, o mais importante, uma triste despedida em Desperate Housewives.

E ainda tivemos as eestreias das novas temporadas das séries Law & Order: Criminal Intent e Ashes to Ashes.

Está tudo nesta edição da coluna A Semana Lá Fora, que traz uma review do episódio da semana passada de Kings: porque, infelizmente, a série não retornará com novos episódios tão cedo.

Smallville: Stiletto (8×19)
Exibição: 23/4/2009
MVP: Erica Durance

Com apenas quatro episódios para o final da temporada, Smallville apresenta uma nova heroína: Lois Lane. Tão importante quanto o homem-de-aço, nossa repórter preferida aproximou ainda mais o nosso ingênuo Clark Kent a mitologia do Super-Homem e em mais um episódio cômico, a série mostrou que a próxima temporada promete.

Stiletto não foi um episódio ‘filler’, para os menos atentos, o tom leve não atrapalhou um dos grandes saltos da história dessa temporada. Tão importante quanto capas e colantes é o triângulo amoroso por Lois, Clark e nosso super-herói kryptoniano. Agora conseguimos prever um pouco o futuro da série, que me deixa bastante esperançosa.

Erica Durance, aquela atriz que interpreta a Lois às vezes, mais uma vez deixou sua marca e deu um show de interpretação encarnando a falsa heroína Stiletto. Nunca subestime o que a morena é capaz de fazer por uma matéria, mas também não se surpreenda o que a morena é capaz de fazer por quem ela gosta. Então temos, Lois priorizando sua carreira, Clark levou um tiro por sua colega, e o Borrão parece ter encontrado uma confidente fiel. Ah, parece que a Chloe resolveu bancar mesmo a babá do Apocalipse, mas isso é assunto para a próxima semana. (Clara Lima)

Supernatural - Jump the Shark

Supernatural: Jump the Shark (4×19)
Exibição: 23/4/2009
MVP: Jensen Ackles e Jake Abel

Jump the Shark foi um episódio que agradou a poucos. E eu fui uma desses poucos.

Não é todo dia que se vê um novo irmão entrar em uma série e dar certo, ainda mais se a série é sobre a dinâmica de dois irmãos, sem grandes acréscimos definitivos no elenco. Mas Adam, o filho até então desconhecido de John, se encaixou perfeitamente com a história. O que me deixa triste por não terem a coragem de mantê-lo no seriado.

Assim, o garoto que viria para dar uma nova cor à trama, na verdade estava morto desde o início e os irmãos lidaram com o ghoul que o matou e roubou suas memórias.

O interessante é que para John, Dean e Sam era impossível fugir da vida de caçadores, mesmo quando esse foi o desejo de Sam. Eles tinham o peso do pacto da mãe dos garotos e Sam tinha o sangue demoníaco. Nada poderia afastar os três dos trilhos. Mas Adam era um garoto normal, sem passado trágico e pactos que o ligassem ao inferno.

Com ele John podia ser o pai que sonhou em ser quando casou com Mary. Uma pena mesmo os Winchester não poderem conviver com o irmão mais novo. Mas o melhor mesmo foi a mensagem sutil de Dean a Sam no final do episódio. Não tenho certeza se gosto desse lado que Sam está deixando vir à tona. (Mica)

Dollhouse: Haunted (1×10)
Exibição: 24/4/2009
MVP: Dichen Lachman e Olivia Williams

Esse episódio de Dollhouse teve a melhor atuação da Eliza. E, quem sabe, se a série ganhar uma segunda temporada ela consiga dar conta da personagem (ou das personagens). O trabalho de Echo foi um tanto diferente: carregar a memória de uma amiga de Adele que desejava o presenciar seu próprio funeral e, de quebra, resolveu descobriu seu assassino.

Talvez por ser uma personalidade sem maiores nuances, funcionou melhor a atuação de Dushku. Contudo, na minha opinião, mais uma vez Sierra roubou a cena do episódio e olha que a história dela foi a pior de todas até aqui: fazer companhia ao Topher. Sim, porque se tem um personagem em Dollhouse irritante esse é o Topher. Mesmo no final, sabendo que era aniversário dele e que por isso Adele faz vista grossa sobre o pedido anual para uma ‘manutenção’, eu não consegui ficar com pena. Porque ele é tão chato que entendo perfeitamente ele não ter amigos. Quanto a Ballard, não gostei muito dele e de November nesse episódio, com exceção, é claro – momento nada politicamente correto – das cenas gratuitas de Tahmoh sem camisa.

Alguém mais fica desconfortável com o fato de Ballard continuar dormindo com a November sabendo que ela é programada pra isso?! (Tati Leite)

Fringe - Bad Dreams

Fringe: Bad Dreams (1×17)
Exibição: 32/4/2009
MVP: Anna Torv e John Noble

Fringe criou nos fãs de sci-fi uma expectativa imensurável desde a pré-produção. Agora, faltando pouco para a conclusão da primeira temporada, é possível que alguns tenham ainda estejam desapontados. No geral a série me agrada – apesar de quase sempre ficar indignado com algumas tramas e de constantemente irritar colaboradores do TeleSéries com minhas críticas (não é mesmo Fiaes?!), mas a falta de respostas e eventuais episódios absurdos são frustrantes. Porém, em Bad Dreams os produtores colocam os problemas de lado e dão inicio a escalada de eventos que fecharão o ano um da série.

Bad Dreams é até o momento o melhor e mais esclarecedor episódio da temporada, mas também acrescenta novos mistérios a trama. O mais interessante foi finalmente descobrir porque Olivia desperta tanto interesse. Ela participou de testes com crianças e causou o incêndio no laboratório que matou o assistente de Walter.

Não fica claro se a parte em que Walter e William supostamente criaram um exército – que inclui Dunham – para lutar contra habitantes de um Universo Paralelo era real mesmo, o obvio é que Dr. Bishop sabia quem era Olivia desde o principio. Surgem as perguntas: Quem é o homem que “ativou” Nick Lane? Porque a Dinamic Massive “apagou” as identidades das crianças testadas? Se Dunham não lembra dos testes, como ela acha que foi tratada com Cortexiphan?

O responsável pelo roteiro e direção deste ótimo episódio é Akiva Goldsman, que tem no currículo nada além de um Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e um Globo de Ouro pelo filme Uma Mente Brilhante. Foi a estréia de Goldsman na direção, que voltará em The Road Not Taken – penúltimo episódio da temporada. (Gabriel Bonis)

24 Horas: Day 7: 2:00 A.M. – 3:00 A.M. (7×19)
Exibição: 20/4/2009
MVP: Kiefer Sutherland

Antes de começar a falar do episódio desta semana, tenho que ao menos contar o que pensei na hora que Tony mata o Moss no episódio passado: “que série Fo*%$ é esta??”.

Que me desculpe o mestre Cavalca que escreveu no Blog Ba TV que não aceitou bem esta reviravolta na série, e acredita que isto tenha sido (mais) um tiro no pé que a produção cometeu com a série. O tiro no pé pra mim ainda continua sendo a volta do Tony do mundo dos mortos, do mais, essa tem sido uma excelente temporada de 24 Horas.

Curioso que 24 Horas sempre tratou de temas absurdos, tipo quando colocou um presidente norte-americano negro… opa, isto não é mais absurdo! Longe de mim dizer que a série é realista, mas a série sabe o que tornou ela famosa e, parafraseando o Davi, do Dudenews, “Jack Bauer e as viradas chocantes na trama.”

Sobre o episodio dessa semana, podemos dizer que não houve muitas coisas importantes: Jack é avô, Moss de fato morreu, apesar de que o relógio tocou na morte dele no episódio passado e Jack love’s Renee, Jack Love’s Renee. Brincadeiras a parte, não há muito a acrescentar sobre este episódio. Aparentemente e infelizmente, John Voight encerra sua participação na série. E o final mais uma vez nos deixou ansiosos. Jack descobrindo que Tony é o “vilão” e tendo convulsão na frente dele.

E respondendo ao Cavalca, acho que esta reviravolta sobre o personagem Tony só saberemos se foi um tiro no pé ou não quando olharmos o quadro maior da série, no fim da temporada. Apesar de que algo me dizer que teremos uma oitava temporada com um Jack Zumbi caçando Tony por Nova York, e o pior de tudo é que eu acho que vai ser muito bom se isto acontecer. =D (Paulo Fiaes)

Law & Order: Criminal Intent - Playing Dead

Law & Order: Criminal Intent: Playing Dead (8×01)
Exibição: 19/4/2009
MVP: Vincent D’Onofrio

A cada dia entendo menos a baixa audiência de Criminal Intent em relação aos colegas de franquia. Se houve um dia em que o único motivo para assistirmos ao seriado fosse a presença de Vicent D’Onofrio – não que eu ache que um dia foi – seus roteiristas demonstram o contrário.

No primeiro episódio desta temporada, Vicent é importante sim, mas não em demasia. Não é um episódio em que ele penetra a mente do criminoso, não é um episódio em que ele chega ao seu limite. Mas é uma história muito bem contada, onde a empatia que ele cria com a vítima fez diferença – empatia conseqüente ao próprio passado problemático do detetive.

Nada é o que parece e o assassinato de um viciado no apartamento da enteada de um membro do Conselho da cidade de Nova York acaba iniciando uma investigação que revela segredos muito bem escondidos por uma família.

Scott Cohen (para mim eternamente o Max Medina de Gilmore Girls) e Betty Gilpin se saem muito bem nos papéis do político que abusa de menores e da enteada de quem ele abusou, e com quem ele teve uma filha – a maior surpresa do episódio para mim.

Vincent volta revigorado, mais magro, menos abatido, depois de uma temporada inteira em que seu personagem foi levado aos limites da sanidade. Kathryn Erbe, que ao final desta temporada deverá trabalhar com Jeff Goldblum cobrindo a licença maternidade de Julianne Nicholson, também não decepciona, já tendo pegado alguns dos trejeitos ou percepções de seu parceiro. (Simone Miletic)

Ashes to Ashes: Episódio 1 (2×01)
Exibição: 20/4/2009
MVP: Philip Glenister e Keeley Hawes

Ashes to Ashes é uma série cuja recepção eu nunca concordei. A série não é perfeita, longe disso, mas não é apenas que as pessoas não gostam da série, elas parecem se frustrar do fundo de seus corações com o quão distante ela é daquilo que elas esperavam. E, obviamente, aquilo que elas esperavam é sua predecessora, Life on Mars.

Eu vi Life on Mars, gostei, achei tudo muito inteligente, mas nunca fui uma fã hardcore. Eu também não sou uma fã xiita de Ashes, mas, às vezes, até parece, porque eu sou a única pessoa que conheço que fala bem.

Mars e Ashes obviamente são diferentes. Acho que a principal diferença, pelo menos para mim, era que Mars se levava a sério. Era uma série bem densa, inteligente, para pessoas inteligentes que gostam de um bom drama. Já o tom de Ashes é bem diferente. Apesar do mistério em relação a situação de Alex no presente, a série é mais irreverente, mas escrachada, praticamente uma comédia. E eu a vejo para rir.

Então, eu achei o saldo do retorno da série britânica bastante positivo. Eu me diverti horrores, matei saudades de Philip Glenister, da Keeley Hawes, da química sensacional entre os dois, dos figurinos estilosos, das músicas que eu nunca ouvi na vida, das referências que eu não entendo, do Chris e da Shaz (com direito a cena de strip tease do Marshall Lancaster), do Ray, do Luigi e seu restaurante, aonde todo mundo vai. Ainda passei a me interessar muito mais pela trama da Alex no presente agora que ela parece ter sido duplamente encontrada. Quem será o homem que raptou e torturou Alex? Ele parece ser do futuro, mas quais são suas intenções? (Thais Afonso)

Desperate Housewives - Look Into Their Eyes and You See What They Know

Desperate Housewives: Look Into Their Eyes and You See What They Know (5×19)
Exibição: 19/4/2009
MVP: Nicolette Sheridan

Esse episódio foi uma homenagem a Edie Britt. E que homenagem! Foi impossível não me sentir tocada por podem ser as últimas estórias que verei dessa que foi uma das melhores housewives e a quem não se fez justiça em muitas ocasiões, já que a personagem fora tratada muitas vezes como coadjuvante, e não como a protagonista que deveria ser.

Look Into Their Eyes é um episódio que pega a fórmula do 13º episódio dessa temporada e a explora a perfeição. É uma espécie de coletânea de momentos não vistos, mas que definem de maneira fantástica quem foi Edie Britt.

Sincera e sem medo da verdade, Edie era a moradora que menos se iludia sobre a própria vida. Enquanto todas as outras tentavam forçar suas vidas a um molde de perfeição que tinham em suas cabeças, Edie simplesmente encarava a realidade e tirava a sua perfeição dela. Talvez ela não tenha sido sempre feliz e seu último dia de vida certamente não foi dos melhores, contudo, sua atitude era sempre positiva e sua força ultrapassava a tela, o que tornava ambas, a personagem e a atriz, uma presença única.

Por fim, temos a narração irreverente de Sheridan, que não apenas substituiu Brenda Strong muito bem, mas deu um sopro de ar fresco em tudo. Eu amo a Strong, mas acho que seria tão bom se Sheridan alternasse de vez em quando com ela o papel de narradora da estória. Talvez eu só esteja sendo melancólica porque, como já disse, sentirei muita falta da loura. Como Susan diz no final, Edie e Sheridan eram “one of a kind” e sua ausência deixa desde já um vazio que não passará. (Thais Afonso)

One Tree Hill: I Would For You (6×20)
Exibição: 20/4/2009
MVP: Jackson Brundage, Sophia Bush e Daphne Zuniga

Preciso confessar que o início do episódio me assustou. Não pelo fato do acidente em si, mas pelo medo de que, mais uma vez, alguém passaria episódios e mais episódios entre a vida e a morte. Juro que visualizei em segundos a Peyton em coma. Ainda bem que isso não ocorreu. O acidente serviu para que, finalmente, Peyton começasse a agir como alguém que passa por uma gravidez de risco e ela conta a verdade pra Brooke.

Bitchtoria is back in town, and she wants me to come back and save the company.

Então a mãe de Brooke voltou para a cidade. Confesso que estava sentindo falta do humor ácido da personagem. Ela pode ser uma bitch, mas, como todas que se prezam, em algumas horas, suas palavras tem um fundo de verdade e por isso doem tanto. Só não tenho bons pressentimentos sobre esse ‘amor’ dela com a Sam.

E a divergência entre Nate e Haley em mudar ou não Jamie de escola serviu mais uma vez para Jackson roubar a cena. Está para nascer criança mais fofa na TV. E até namorada pro Skills ele quer arrumar.

Estou quase mudando minha opinião – não é spoiler, é minha opinião – e acredito que Peyton não vai morrer. (Tati Leite)

Grey's Anatomy - Sweet Surrender

Grey’s Anatomy: Sweet Surrender (5×20)
Exibição: 23/4/2009
MVP: Chandra Wilson, Sara Ramirez e Katherine Heigl

Quando acontece tanta coisa em um episódio e eu mal sei como comentar tudo em tão poucas linhas, é sinal de que os 40 minutos foram de excelente qualidade. E nas minhas reviews de Grey’s, ultimamente, eu me sinto deixando algo interessante de lado, mesmo quando escrevo horrores. E, para mim, isso ratifica a competência do roteiro.

Não estou dizendo que todas as storylines de Sweet Surrender foram igualmente brilhantes, eu gostei mais de umas que de outras. Mas eu senti que todos os personagens tiveram seu espaço (com a exceção de Yang) e todos os atores estiveram muito bem.

Chandra Wilson teve a trama mais dramática e o melhor material para trabalhar, e foi o destaque. A trama de Callie poderia ter sido mais bem desenvolvida, mas foi bem-vinda, principalmente por Sara Ramirez ter tido bom material também. Pena que Jessica Capshaw ficou dividida entre as duas estórias e não rendeu. T.R. Knight recebeu alguma coisa para fazer, finalmente, e eu acabei de reparar que só sinto muita falta do George quando ele aparece. A progressão da doença da Izzie me deu pena, mas ao mesmo tempo foi uma trama leve por causa do planejamento do casamento. E a resolução do conflito entre Derek e Sloan foi a cereja no topo. Adoro esses dois! (Thais Afonso)

Brothers and Sisters: S3X (3×21)
Exibição: 19/4/2009
MVP: Sally Field e Calista Flockhart

Depois desse episódio pensei sobre algo que nós, fãs de séries, temos em excesso: expectativas. Na primeira temporada de Brothers and Sisters tive muitas expectativas, pois esperava demais da nova série do Greg Berlanti (Everwood) que tinha um elenco recheado de excelentes atores. O saldo foi mediano. Será que nossa opinião quanto a segunda e terceiras temporadas não está relacionada à expectativa que temos sobre a série?

A verdade é que não venho gostando muito desta temporada e, por minha expectativa estar lá embaixo, até que achei gostoso este episódio, apesar de não desenvolver quase nada dos personagens, exceto a problemática relação de Kitty e Robert.

Gostei de Sarah e Kevin e da ótima química que os dois têm – ela indo contar a aventura sexual dela e se dando conta que atrapalhou o clima entre o irmão e Scotty foi bem engraçado. E Justin mostrando pra Rebecca onde errou e não tentando conquistá-la foi bem bolado, a pior coisa seria a série insistir no chove e não molha do casal. E Nora mais uma vez deixou a felicidade em segundo plano por causa da família.

Como disse antes: BS é uma boa série, desde que sua expectativa seja baixa, como a minha tem sido. O que me fez gostar de um episódio que não teve nada demais. (Paulo Fiaes)

The Office - Broke

The Office: Broke (5×23)
Exibição: 23/4/2009
MVP: Steve Carell, Jenna Fischer e John Krasinski

Na seção “A Semana Lá Fora” cada colaborador tem que, resumidamente, falar de um episódio. Como o espaço é curto, preciso admitir que criticar negativamente é mais fácil, já que apenas elogiar deixa tudo muito redundante, maçante.

Dito isso, abro o texto com algo negativo sobre Broke: como ele foi um dos melhores episódios de The Office, deveria ter sido um season finale. Ou, diabos, nem deveria ser exibido, pois atingiu-se um auge e agora a tendência é só cair. Certo… talvez eu esteja exagerando, mas o fato é que nessa semana tivemos um sensacional episódio.

A Michael Scott Paper Company acabou. E os bons filhos à casa voltam. Prestes a declarar falência, o trio encabeçado por Michael teve uma valorosa ajuda de Jim (que precisava mesmo de uma participação mais ativa) na negociação que terminou com a saída de Charles Miner, a volta de Ryan e a contratação de Pam como vendedora.

Além de, claro, o retorno triunfal de Michael Scott como Diretor Regional. É bom lembrar que o protagonista Steve Carell, responsável por alguns roteiros, dirigiu pela primeira vez um episódio de The Office. Logo, sem ser redundante ou maçante… Dêem logo um Emmy pra esse cara! (Thiago Sampaio)

Chuck: Chuck Versus the Colonel (2×21)
Exibição: 20/4/2009
MVP: Adam Baldwin

Chuck finalmente se livrou do Intersect e pode ter uma vida normal ao lado de sua família e até namorar a Sara, certo?! Claro que errado. Esse não foi o último episódio da temporada (ou da série). E, com Chevy Chase vivo no final, é óbvio que alguma coisa vai acontecer e o agente Carmichael vai precisar voltar. Afinal, essa é a razão da série. Um nerd trabalhando com a CIA. A questão é como fazê-lo. Até porque deve ser complicado escrever um final de temporada sem saber se a série vai voltar.

Devon sabe, em parte, o segredo de Chuck. Foi muito divertido ele todo orgulhoso do cunhado, mas o melhor mesmo foi ele pensando que Casey era um pervertido e que estava perseguindo Chuck.

Aliás, Adam Baldwin estava perfeito, mais uma vez. Tanto perseguindo Sara e Chuck e demonstrando toda sua felicidade de ter se tornado um Coronel, quanto quando ele resolve ajudá-los (eu sabia que o agente Casey não iria decepcionar logo no finalzinho).

Ainda teve cena romântica entre Chuck e Sara e as confusões de sempre na Buy More. Enfim, ao que parece, a série está tentando dar um final legal, agradando a todos, no caso de não conseguir uma terceira temporada. (Tati Leite)

Kings - Judgment Day

Kings: Judgment Day (1×06)
Exibição: 18/4/2009
MVP: Ian McShane e Brian Cox

O último episódio de Kings exibido pela NBC em um longo período – seu retorno será apenas no mês de junho – manteve a mesma qualidade dos episódios anteriores e ainda nos permitiu entender um pouco melhor o que se passa na mente do Rei Silas, usando para isso, sua relação com o Rei Vesper Abaddon.

O dia em que o irmão de David é julgado por seus crimes também é o Dia do Julgamento. Neste dia, o rei escolhe alguns casos para julgar acima da justiça, como nos tempos da Idade Média, quando se acreditava que os reis eram escolhidos por Deus e, por isso, eram os maiores representantes de seus desejos.
E, apesar de não ter escolhido o ator como MVP, esse foi muito um episódio de David Shepard, que crê no seu Rei de uma maneira tão absoluta, a despeito de suas decisões incorretas, que não consegue nem mesmo vendê-lo para ter o perdão para seu irmão.

Se tive alguma frustração foi pelo o fato de Silas não ter idéia do sacrifício realizado por Shepard. Assim como não tem idéia do real significado do abraço recebido do soldado.

Com tanta coisa acontecendo, Macaulay Culkin passa quase despercebido, não fosse o fato de carregar consigo o segredo que causou seu exílio – cuja maior pista pode ser um sapato de mulher. (Simone Miletic)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

24 Comments

  1. Raruiz

    The Office
    Eu também acho que este episódio deveria ser o season finale. O episódio foi muito bom mesmo.
    Teve vários momentos hilários.
    Espero que a season finale seja a altura.

    Chuck
    Fico feliz pela forma como está sendo conduzida a trama. Se terminar na segunda temporada, acredito que teremos um final digno. (Pelo menos é o que parece)
    Espero que venha uma terceira temporada, Chuck é uma série que diverte, humor sem maldades, programa para toda família. Sentirei muita falta se for cancelada.

    OFF TOPIC
    Comecei a assistir Cupid. E gostei do primeiro episódio. E gostei do Sr. Bobby. Apesar de que gostar da loirinha (esqueci o nome dela), acho que ela não se encaixou direito.
    E como é depressivo né?
    Lembrei de um dos comentários da Mica, acho que hoje em dia andamos tão desacreditados do amor verdadeiro, que as situações beiram ao irreal.

  2. Mica

    Raruiz, esse final de semana reassiti Em Algum Lugar do Passado, um filme que marcou minha infãncia/adolescência. E percebi o quanto o filme é ingênuo e ao mesmo tempo poderoso ao acreditar firmemente no amor à primeira vista e no quanto ele pode ser eterno.

    Smallville: Clara, é sério que você gostou de Stiletto? Eu achei HORRÍVEL!!! Mas gostei muito das cenas com a Chloe e da caracterização da Lois, em especial do final do episódio com a conversa dela com o Borrão Azul e Vermelho ao telefone.
    Agora, fala sério, triste destino o da Chloe. Ninguém merece ficar atrelada a um monstro imortal por ser o único modo de salvar o melhor amigo e a humanidade (mesmo que esse monstro seja o Davis e tenha uma química 100% com ela, muito maior do que ela jamais teve com Jimmy).

    Fringe: O episódio anterior foi absurdamente horrível, mas esse foi realmente bom. A história andou, muita coisa começou a fazer sentido, e só depois que li o seu comentário,Bonis, é que percebi que o incêndio que o Walter viu na fita foi na verdade o que matou o seu assistente (ou seja, que ele já conhecia Olivia).

  3. Rafa Bauer

    Achei o final desse episódio de Fringe BEM parecido com um livro do Stephen King, Firestarter, que virou filme no começo da década de 80 com a Drew Barrymore ainda garotinha fazendo o papel de uma criança que consegue colocar fogo em tudo, e cujos poderes se originaram de experiências envolvendo remédios, feitas nos pais dela. Lembra muito a situação da Olivia.

  4. Ângelo Romão

    Desperate Housewives

    DH é meu eterno Guilty pleasure. Mesmo que 10 tubarões se alinhem e as Housewives saltem de jet-sky por cima deles (vestindo biquinis reveladores, é claro) eu não conseguirei abandoná-las.

    Edie Britt sempre foi um dos melhores ingredientes da série e mal posso esperar para assistir o episódio no Sony. Embora o vácuo deixado pela adorável bitch seja enorme, a série sempre sempre acerta no casting de excelentes coadjuvantes. O episódio com a Polly Bergen (que faz a mãe rabugenta de Lynette) essa semana foi uma delícia. Além de que estive lendo umas novidades para a 6ª temporada que prometem continuar divertindo.

  5. Camila Oliveira

    Chuck:

    Eu também já estava esperando que o Casey ajudasse o Chuck, afinal, seria muita sacanagem se ele não fizesse isso depois de duas temporadas. A cena das mãos foi ótima, mas melhor ainda só o bilhete do Morgan. “Iou one condom. Your pal, Morgan”, se fosse meu amigo, eu matava. Enfim, também gostei de ver o Awesome ganhando mais destaque e o que era aquela “bombinha” do Casey, hein! Deixou Burbank inteira sem energia por uns instantes. De qualquer forma, amei o episódio e estou ansiosíssima pelo próximo e último que, a propósito, será exibido hoje. Se tem uma coisa que o Josh Schwartz sabe fazer é season finale. The OC que o diga. Season finale e Chrismukkah.

    Grey’s Anatomy:

    Episódio incrível. Depois de três semanas sem a série, o episódio não decepcionou. Também achei que a Yang não ganhou destaque, mas tudo bem, sempre alguém aparece menos, dessa vez foi ela. O caso da pediatria foi um dos que mais me emocionou em cinco temporadas de Grey’s, não teve como segurar as lágrimas. Gostei de ver a Izzie tentando lidar com o tratamento de uma forma positiva, ela estava até engraçada, mas foi triste ver como ela está debilitada. Até que enfim o George está voltando a ter destaque e novamente conseguiu fazer um bom trabalho enquanto o Karev se dá mal. Lembrei daquele caso do elevador na segunda temporada. O pai da Callie estava hilário na primeira cena em que apareceu, mas eu queria que ele aceitasse a filha como ela é e não fosse embora brigado. Tomara que isso se resolva nos próximos episódios. Achei legal a Meredith e a Lexie finalmente sendo irmãs. Só uma coisa, será que não trarão mais a série a outra irmã, não? Eu gostaria de ver as três juntas… Por fim, Derek e Mark se reconciliaram, até que enfim! Depois da Cristina e da Meredith eu não aguentava mais ver amigos brigando.

  6. Clara Lima

    @ Mica

    Pois é.. depois de ver Stiletto algumas vezes eu achei melhor do que da primeira vez. LOL…convenhamos… depois de Requiem qualquer coisa é aproveitavel naquela série.

  7. Dan Artimos

    B&S
    a série tem lá seu charme, é gostosa de se assistir e muito leve… não tenho grandes expectativas com a série, mas é uma das minhas favoritas, juntando-se a Lost, House e Life

  8. André

    Smallville:

    Eu sou um grande fã de Lois Lane em todas as mídias, a versão de Erica Durance então é perfeita, muito melhor que a da Kate Bosworth, é legal ver a aproximação do Lois com o RBB e o Clark percebendo que pode confiar na Lois e também dando uma pequena lição a ela quanto a ética, mas isso é típico dela. Só acho que o episódio deveria ter sido apresentado antes, perto de Identity, faria mais sentido. E meu, tadinha da Chloe, a garota só sofre em Smallville, a cara de choro dela foi de partir o coração. Allison Mack and Erica Durance rules.

    Chuck:

    A cada semana melhor, esse parece ser o lema de Chuck, o episódio foi AWESOME, falando em Awesome, o Devon foi Incrível essa semana, ficou orgulhoso do cunhado, só a Ellie para fazer ele voltar ao normal, hehehe. Ele não conseguiu derrubar o Casey, mas também não se deixou derrubar. E o Casey nao me decepcionou, sabia que ele tinha um coração.
    NBC: please, renew Chuck.

  9. Claire

    B&S,claro que não é o tipo de série feita para mudar os padrões da tv e tal mas eu adoro sempre!
    E Thais Afonso já que diz que é a única pessoa que conhece que fala bem de Ashes to Ashes: prazer em conhecê-la!Adoro essa série!Sou meio do contra pq prefiro Ashes à Life on Mars…não que essa seja ruim mas me sinto muito mais “ligada” a Ashes… e assim como vc também me divirto com a série.

  10. vinicius

    Smalville. Não gosto da atriz Erica Durance, que faz a Lois. Acho que falta simpatia pra personagem. A verdade é que os episódios onde entra a dinamica Clark/Cloe são os melhores.
    A personagem da loira deveria ser melhor aproveitado, como a Oraculo dos quadrinhos.
    Acho que estão forçando ao tentar aumentar a participação da Lois.

  11. Thais Afonso

    “E Thais Afonso já que diz que é a única pessoa que conhece que fala bem de Ashes to Ashes: prazer em conhecê-la!Adoro essa série!Sou meio do contra pq prefiro Ashes à Life on Mars…não que essa seja ruim mas me sinto muito mais “ligada” a Ashes… e assim como vc também me divirto com a série.’

    Ah Claire, muito prazer em conhecê-la também! Enfim mais alguém no mundo que gosta mais de Ashes que de Life.

  12. Rubens

    Tati Leite escreveu:
    | Alguém mais fica desconfortável com o fato de Ballard continuar
    | dormindo com a November sabendo que ela é programada pra isso?!

    Não assisto esse seriado (achei o piloto uma bomba pavorosa, e desisti), mas supondo que Ballard seja um homem, QUAL exatamente o problema de dormir com uma mulher programada para isso? Desde quando homem liga para essas coisas? Na verdade esse seria o sonho de muitos homens, ter uma mulher garantida para ter sexo à noite, sem toda aquela aporrinhação de cobranças, de “discutir a relacao” e todas aquelas outras bobagens que uma mulher normal tem.

    Coloquem no mercado mulheres assim pra vender (a um custo razoavel), pra ver o sucesso que seria… :-)

  13. Rubens

    Esqueci de comentar, o seriado comentado no post 14 acima é o chaterrimo e quase cancelado Dollhouse.

  14. Rafael

    Também gosto muito de Ashes… Me divirto horrores!!! Tem previsão de quando estréia por aqui?

  15. Cristina

    sobretarual

    Mas que porcaria de episódio é esse? Pra que então apresentar o irmão se ele nem ia ficar? Já que estava morto? E eu achando que eles ia dar uma incrementada no final dessa temporada(a anterior foi pessima.
    Sam e Dean se enfrentariam no final, Sam morre e vai para o inferno,é isso que ele merece por ser tão burro, não fosse por “seus poderes demoniacos” nem justificava a estada dele lá cansou de apanhar feio das criaturas que ele caçava e Jared é um pessimo ator!

  16. Pedro Paulo

    4,5 mi na season premiere não é baixa audiência pro USA não, pessoal, é uma das maiores audiências do canal.

    Ou vcs queriam que desse 11 milhões num canal de tv paga????

  17. Fernando dos Santos

    E as reprises de Criminal Intent na NBC nas ultimas semanas também registraram índices relativamente bons.

  18. Raruiz

    Mica,

    Não lembro se assisti esse filme. Mas vou dar uma olhada e depois te falo o que achei.

  19. Mônica A.

    Esse filme é lindom Raruiz. Eu tenho o dvd. A trilha sonora é fantástica! E o ator principal é o Christopher “Superman” Reeve.

  20. Ma

    Esse ep de Supernatural tb me surpreendeu. Quando falaram em um novo irmão eu torci o nariz já que poderia acontecer varias coisas com essa informação, mas sabiamos que a serie continuaria apenas com dois dele. Foi um jeito excepcional de contar essa estoria e o final mais surpreendente ainda. É uma pena que após cada hiato a audiencia caia, não consigo entender os fãs que deixam de assistir quando tem-se uma promessa como esse episodio.
    Parabéns para Jensen que fez um ótimo trabalho e é muito estranho ver como a personalidades dos dois, Sam e Dean, mudou no decorrer da serie e tenho certeza que não foi um elogio de Dean para Sam no final. Falando em final que venha o final aguardado por todos.

  21. Fernando Ricca

    Smallville

    Eu simplesmente odiei esse episódio, fraquissimo, sendo q a temporada esta pra acabar, mostrou ainda mais uma lois chata e insegura, péssimo, a estória de stilleto, péssimo, o episódio doeu como eu corte de estilete, nem o clark salvou o episodio acreditando q haveria uma heroina por ai mesmo deprimente, a unica coisa boa do episódio foi Cloe mostrando, mostrando e desespero mais ainda mais ajudando o Davis foi incrivel, e dando bolo no clark no final muito tempo de resto deprimente.

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