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Spoilers

A Semana Lá Fora: as finales de Damages e Eleventh Hour, a estreia de Cupid, os retornos de My Boys e Primeval

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Damages - Trust Me

Nunca foi tão difícil montar uma edição de A Semana Lá Fora. Afinal, os últimos dias de março e os primeiros de abril foram lotados de acontecimentos bacanas na TV americana. Pra não falar dos acontecimentos históricos, como a final de ER, que você lê na coluna especial And In the End… a despedida-tributo aos 15 anos de ER. O discutível final de Life on Mars, também ganhou texto à parte, na review Life On Mars chega ao seu final, explodindo cabeças.

A coluna abre comentando os episódios finais de Damages e Eleventh Hour. Tem ainda a estreia do remake de Cupid. As novas temporadas de My Boys e Primeval também ganharam espaço, assima como a volta do hiato de Greek.

Completa a seção os acontecimentos da semana em House (episódio especial com Mos Def), CSI:Miami (com um investigador torturado), Chuck (com a presença de Tricia Helfer), Terminator (com direito morte e uma virada na trama), o drama de Jack Bauer em 24 Horas e ainda Lost, One Tree Hill e The Big Bang Theory. Tem de tudo, para todos os gostos!

Damages: Trust Me (2×13 – season finale)
Exibição: 2/4/2009
MVP: Glenn Close

Quando a segunda temporada de Damages estreou, eu tinha grandes expectativas que foram correspondidas. Com o passar do tempo, as coisas esfriaram, o ritmo tornou-se devagar e as tramas deixaram a desejar; porém, nessa reta final a série se recuperou e entregou uma finale que se não é isenta de erros, pelo menos amarra todas as pontas.

A personagem Patty Hewes seguiu sua evolução, mas manteve sua coerência. Se desde a premiere nos apontaram que ela sentia culpa, era de se imaginar que ela tentaria expiar seus sentimentos via confissão. E o resto: a armação, trazer o Tom de volta, ficar sentada sob a mira de uma arma tentando resolver as coisas com Ellen enquanto sangrava por causa do esfaqueamento, expulsar Michael de casa e ainda conseguir as prisões de Dave Pell e Walter Kendrick é Patty Hewes em seu melhor jogo. É o que eu desejo ver na série e é o que me satisfaz. É o que, aliado a mais uma performance fantástica de Glenn Close, tornou essa finale um episódio delicioso de se assistir.

E nem fazendo Patty de refém Ellen me empolgou. E depois ela simplesmente deixou o que a Patty fez de lado só porque a chefe confessou. Eu preferia que ela fosse presa, mas como poderia ocorrer uma terceira temporada com essa situação? Da mesma maneira, é óbvio que ela retornará a firma de Patty. Acho que a minha maior dúvida com esse final é quem retornará junto com ela? Claire, Purcell, Phil, Katie e Frobisher parecem ter esgotado seus usos para a série. Mas eu realmente gostaria de ver pelo menos Gay Harden de novo. E apesar de não ter sido a melhor temporada ou o melhor season finale que já vi, Damages ainda fez o suficiente para que eu continue uma fã fiel, que aguarda desde já seu terceiro ano. (Thais Afonso)

CSI:Miami - Wolfe in Sheep's Clothing

CSI:Miami: Wolfe in Sheep’s Clothing (7×20)
Exibição: 30/3/2009
MVP: Jonathan Togo

É impressão minha ou essa trama com os Russos faz cada vez menos sentido? Não que CSI:Miami seja exemplar em matéria de plausibilidade, mas toda a storyline com os raptos de Ryan e Billy para coagir Wolfe a sabotar o caso teria parecido bem menos forçada sem o envolvimento da toda poderosa Máfia que jurou vingança a Horatio e seus pupilos.

O roteiro tem vários furos, mas a direção, a edição e a interpretação de Jonathan Togo tornam os quarenta minutos tensos o suficiente para eu deixe os problemas da estória de lado e me importe com o que vai acontecer. Além disso, as armações de Ryan para tirar a investigação de curso foram muito boas. Eu fiquei impressionada com a maneira como ele plantou uma impressão digital em uma evidência. Foi uma ação que certamente colocou sua moral em questão. Sim, a vida de Billy estava ameaçada, mas ele quase condenou um homem totalmente inocente a prisão perpétua ou até mesmo a execução. Pode a vida de um inocente justificar a morte de outro?

O casal Calleigh e Eric parece não achar pois, ao contrário de Horatio, que deixa Ryan se safar, eles ficam irados com a sabotagem e com a falta de confiança do colega. Vamos ver se no próximo episódio tudo já estará bem, ou se a posição do casal se desenvolverá em uma rixa dentro do time. É CSI, então acho que tudo será esquecido. (Thais Afonso)

Eleventh Hour: Medea (1×18 – season finale)
Exibição: 2/4/2009
MVP: Rufus Sewell

Sophia, uma perita ligada ao FBI, teve um caso com Ray Whyne, diretor-assistente do FBI. Os dois tiveram um filho, mas Ray acabou escondendo-o de Sophia para que o caso não viesse à tona, o que estragaria a sua carreira. É o típico caso de Eleventh Hour. Foi assim durante toda esta temporada. E, pra mim, este foi o maior erro. Não constituir uma trama, às vezes pode até dar certo, mas nunca me agrada. Acredito que toda série teve possuir algo maior por trás do caso da semana.

Eleventh Hour não o fez e procurou se sustentar no carisma da dupla Rachel Young e Jacob Hood. Os dois possuem uma química muito boa, isso é inegável. Mas nem sempre os casos foram tão interessantes assim. Este episódio, por exemplo, por se tratar de uma season finale, foi o que mais manteve a intensidade, adrenalina, ação, suspense e drama.

Estes elementos, combinados, ajudaram a criar bom capítulo final. Apenas isso. Não se tem como esperar muito de uma série como esta, uma vez que cada episódio é um novo caso. Este foi, obviamente, diferente dos outros. Nenhum gancho foi deixado para uma próxima temporada. Se a série terminasse aqui, tenho certeza que ninguém estaria reclamando. Aliás, teremos uma nova temporada? (Vinícius Silva)

House - Locked In

House: Locked In (5×19)
Exibição: 30/3/2009
MVP: Hugh Laurie e Mos Def

De vez em quando, House surge com um episódio diferente e quase que cala a boca de quem fica apontando as falhas da série. E estes episódios diferentes entram em um outro contexto: um mais lírico, mais poético, mais “viajado”.

Uma maneira diferente de acompanhar os casos médicos foi com o clássico Three Stories da primeira temporada, e desde então narrativas nesse estilo acontecem de vez em quando. Alguns acertam no alvo. Outros erram feio. Bem, Locked In foi bem na mosca.

A história não é muito original (acompahar o tratamento pelos olhos dos pacientes já foi feito anteriormente, como no clássico médico M*A*S*H e no recém conduzido ao patamar de “clássico”, ER) mas a maneira conduzida em House fez seu diferencial. Pra começar, o mínimo possível de histórias pessoais dos protagonistas (não que isso seja danoso, mas não ajuda muito) e o humor de House conduziram um gostoso episódio que, mais uma vez, colocou Deus na pauta.

E sou só eu, ou Mos Def tem uma voz adoravelmente cômica? (Thiago Sampaio)

24 Horas - Day 7: 11:00 P.M. - 12:00 P.M.

24 Horas: Day 7: 11:00 P.M. – 12:00 P.M. (7×16)
Exibição: 30/3/2009
MVP: Kiefer Sutherland e Annie Wersching

Ao longo desta sétima temporada ficamos nos questionando sobre os métodos de Jack, até onde é certo ultrapassar o limite dos direitos humanos, e com atos como estes que Jack faz, o que nos torna diferentes daqueles que ele tenta tanto combater?

Não há resposta melhor do que a expressão de Moss e Renee ao encontrarem Jack. Principalmente Renee que ao ver as cicatrizes entendeu o quanto este mundo doentio marcou Jack Bauer mas, mais do que isto, o quanto ele agüentou e ainda assim continua tentando proteger o próximo. No mundo real não sei se posso afirmar isto, mas em 24 Horas o mundo já está em guerra, e nem sempre o certo é o certo a ser feito.

Mais do que um tapa na cara de Renee, foi um tapa na cara de nós mesmos telespectadores que nos deixamos levar pela pergunta e esquecemos tudo que vimos nas outras seis temporadas e na pequena estadia em Sangala. Seria interessante se a próxima temporada trabalhasse o que motivou Jack a ser o que é, se nem Tony que era o escoteiro da turma agüentou tanta perda e traição, porque Jack Bauer continua se sacrificando pra salvar aqueles que muitas vezes não querem ser salvo?

E não vou mentir, fui enganado direitinho por Seaton, e cada vez mais tenho medo do destino de Tony, ao mesmo tempo que acho que será um tiro no pé tê-lo ressuscitado pra matá-lo logo depois. (Paulo Fiaes)

Lost: Whatever Happened, Happened (5×11)
Exibição: 1/4/2009
MVP: Evangeline Lilly

Que trabalho soberbo de Evangeline Lilly neste episódio, em que finalmente Kate ganhou uma história interessante, além da disputa entre dois homens, apesar da tal disputa ainda existir.

Kate sempre deixou Sawyer em segundo plano por este ter seus próprios traumas para curar, e porque Jack representava segurança, e quando este se consumiu por tudo que saiu errado, ela viu em Aaron alguém que ela nunca teve pra si.

É injusto falar que Sawyer faz pelo “seu povo” o que Jack nunca fez, quando o próprio Jack deixou claro que salvou Ben por amor a Kate e ainda a deixando ou fugir com o seu rival. E os dois são mais parecidos do que um dia eles admitem. Sawyer deixou claro que também não se importava com o garoto Ben, “faço isto por Juliet” foram as palavras dele, e mais do que isto, Sawyer está sentindo na pele que liderar um grupo onde todos tem suas dúvidas, inseguranças e vontades, acaba sendo frustrante. Porque vejam só, ao ouvir de Richard que aquele jovem esquecerá tudo e perderá sua inocência deve ter sido mais dolorido pra Sawyer do que pra Kate, que não agüenta mais perder ninguém, mesmo este alguém sendo o Ben. Porque Sawyer finalmente percebeu que por mais que tente fazer o certo, “o que aconteceu, aconteceu”.

E sim, quero um episódio com Miles e Hurley conversando sobre viagem no tempo.

E “ele perderá sua inocência” pareceu dialogo de série da CW. E isto não é um elogio. (Paulo Fiaes)

Greek - Take Me Home, Cyprus-Rhodes

Greek: Take Me Home, Cyprus-Rhodes (2×11)
Exibição: 30/3/2009
MVP: Spencer Grammer

Não, desta vez não irei criticar Greek. Ao longo das temporadas vocês leram textos meus aqui mesmo no TeleSéries onde eu falo que a série parece perdida, ou que tal episódio ou tal personagem teve uma história fraca. Mas aí, é só chegar o episódio de final de temporada (ou da metade da temporada) que eu apareço falando que Greek é a grata surpresa da temporada. Bom, isto já tem acontecido há uns dois anos, então dessa vez darei os méritos a série que ela merece e no final, quem sabe, eu a julgarei.

Pelo parágrafo acima dá pra notar que fiquei um pouco desapontado com a volta da série. Principalmente porque nos jogou tanta mudanças boas, e no final, acabou com mais do mesmo.

Imaginar que Casey poderia morar com Rusty e depois com Dale, seria no mínimo estranho, mas de uma maneira positiva. Acho que um ambiente diferente do que Casey está acostumada talvez seja o que ela esteja precisando pra se encontrar.

Assim como gostei da historia de Rebecca espiã. Mas o olhar de Cappie pra Rebecca e por sabermos tudo o que ele sente por Casey, realmente espero que Greek não retom (novamente) com este triângulo.

Aí temos Cappie, curioso notar que Cappie faz questão de frisar que é o cara que não quer nada com nada, mas cada vez mais parece um certo medo de Cappie em dar o próximo passo. Uma coisa é certa – a partir do momento que você resolve encarar o mundo adulto, todas as obrigações e dificuldades virão com eles. Mas, claro, há sempre o lado positivo pra equilibrar as coisas. (Paulo Fiaes)

One Tree Hill: Letting Go (6×19)
Exibição: 30/3/2009
MVP: Jackson Brundage

Há semanas que o pequeno Jamie vem desenvolvendo a parte dramática do personagem, e acredito que foi para percebemos sua atuação neste episódio. Nesta semana, vemos como a confissão de seu avô fez uma grande confusão na sua cabeça. Não era de se estranhar, afinal de contas, como um garoto pode entender que alguém tão especial para ele matou alguém de sua família?

E por esse motivo, tivemos a oportunidade de reviver o tio Keith e sua antiga oficina. Com Nathan, Luke e Jamie.

Também esta semana tivemos “quase” a mesma cena do final da temporada passada. A cena do aeroporto, com Julian ao invés de Luke, com Brooke ao contrário de Peyton. E um não, quando poderia ter sido sim. E dessa vez realmente acredito que deveria ter sido um sim. Olha, já estou de saco cheio dessas histórias de coração partido para a Brooke. Tudo bem, entendo o fato de que Brooke não consegue se abrir para mais ninguém depois que seu namorado a trocou pela melhor amiga, mas isso já tem seis anos. Está na hora de superar e ser feliz.

Ser feliz, assim como Millie e Mouth. Como Nathan e Haley. E como Lucas e Peyton, pelo menos por enquanto.

E essa demora em contar para os amigos o que está acontecendo com Lucas e Peyton tem que acabar logo. Por favor! (Bárbara Reis)

My Boys - Welcome Back, Kalla Fötter

My Boys: Welcome Back, Kalla Fötter (3×01)
Exibição: 31/3/2009
MVP: Jordana Spiro

Eu não me considero mais apto para criticar My Boys. Imagino que meu sentimento pela série não seja muito diferente do sentimento do Thiago Sampaio por The Office, ou do Paulo Fiaes por How I Met Your Mother e, claro, das milhares pessoas que não cansam de rever Friends na Warner, ou em DVD. É paixão. Assistir My Boys provoca uma pane no meu senso crítico.

Por exemplo, é claro que eu amei o episódio, mesmo ele sendo quase nada engraçado e totalmente previsível (sim, Bobby não se casa com Elsa; e, sim, o Bobby ganha sua chance com a PJ, de forma lindamente natural, um flashforward depois). Nós já vimos tudo isto em Friends, mas My Boys o repete de forma muito especial: não exagera no humor e não perde o senso da realidade, trazendo toda a comédia e todo o romance mais para perto de nós.

A graça do episódio fica por conta da competição de bigodes entre Brendo, Mike e Kenny, ou, como resume Andy, d’Artagnan, American Chopper e Amber Alert. E já vi esta piada Cheers, com barbas. Mas e eu me importo?

My Boys voltou! E, cara, eu ainda queria muito fazer parte desta turma. (Paulo Antunes)

The Big Bang Theory: The Dead Hooker Juxtaposition (2×19)
Exibição: 30/3/2009
MVP: Kaley Cuoco e Jim Parsons

Este é um episódio para nos provar que as possibilidades de boas histórias em The Big Bang Theory são muitas. E muito engraçadas.

E ver citação de Jornadas nas Estrelas na boca de Penny? Juro, eu tive que dar pausa e voltar e ver de novo. Na realidade, minha cena preferida é justamente Penny defendendo os “meninos especiais” da loira de três metros de altura (sério, a Penny não é baixinha, que tamanho tinha aquela mulher?), sendo que, no passado, ela fazia exatamente a mesma coisa.

A evolução de Penny é justamente demonstrada pela influência que os rapazes tiveram sobre ela, e não só na citação de Jornada nas Estrelas, mas em saber exatamente como Sheldon pede sua comida chinesa, ou mesmo quando ela fala sobre o Pirata da Perna de Pau apenas para irritá-lo.

Os homens, é claro, vão falar da briga de mulheres pelo hall do prédio. Tudo porque Penny resolveu defender os amigos.

E a evolução da amizade do grupo só acrescenta mais ao show, criando novas possibilidades. (Simone Miletic)

Cupid - Piloto

Cupid: Piloto (1×01)
Exibição: 31/3/2009
MVP: Bobby Cannavale

O que eu mais temia na espera pela estréia da nova versão de Cupid era olhar para Bobby Cannavale (de quem gosto muito) e ter saudades de Jeremy Piven. E essa foi a escolha que melhor funcionou.

Você realmente acredita na empolgação – quase infantil – de Bobby ao descrever o que é o verdadeiro amor e a sua missão na Terra. Graças a ele você se envolve com o piloto e até torce para que as contas penduradas em seu quarto comecem a se mexer por si só.

Por outro lado, Sarah Paulson funciona muito mal como Claire, ficando há anos luz de Paula Marshall. Sua Claire é um pouco caricata, um pouco exagerada. Na verdade, muitos dos trejeitos de Paula estão ali, mas não combinam com Sarah.

A base do seriado – o romantismo versus o ceticismo e a busca pelos 100 casais que permitirão ao Cupido voltar ao Olimpo – oferece muitas possibilidades e a história do primeiro episódio, mesmo óbvia, funciona. O elenco de apoio funciona e a edição de imagens está mais caprichada.

É um seriado divertido, mas não sei se conseguirá despertar paixões. A primeira versão foi cancelada precocemente e tinha fãs apaixonados. A ausência completa de legendas na Internet – tá, tem uma em italiano e só – pode ser mais um indicativo de que ele não tenha despertado a curiosidade necessária para que as pessoas conhecessem o seriado.

Ou que conhecessem uma nova versão da história já conhecida. O fato da ABC só ter encomendado sete episódios – depois de ter encomendado 13 e então nove – também não encoraja ninguém. (Simone Miletic)

Chuck: Chuck Versus the Broken Heart (2×18)
Exibição: 30/3/2009
MVP: Zachary Levi, Tricia Helfer e Adam Baldwin

O caso da semana em si não foi nada demais. Apenas serviu como pano de fundo para (1) redefinir a relação de Chuck e Sarah; (2) Chuck, ao que parece, encontrar seu pai; (3) mais uma vez atrapalhar a relação de Chuck com a irmã; (4) mostrar que Casey no fundo gosta de trabalhar com a Sarah e (5) provavelmente não vai demorar muito para alguém fora do NSA descobrir o que o protagonista faz nas horas vagas. Tudo indica que será o Sr. Awesome.

A participação da Tricia Helfer (Battlestar Galactica) foi muito boa. A sua versão feminina do Casey funcionou bem. Só a cena dela com o Baldwin limpando as armas valeu o episódio (aposto que para os meninos de plantão a cena de pole dance foi mais interessante – risos).

Algo me diz que o pai de Chuck não andava escondido à toa e de uma certa maneira deve ter uma ligação com o Intersect. Não acredito que iriam trazer a personagem à tona só para que ele leve Ellie ao altar. Isso se realmente houver casamento – porque a coisa ficou feia para o Devon. (Tati Leite)

Terminator: The Sarah Connor Chronnicles - Adam Raised a Cain

Terminator: The Sarah Connor Chronnicles: Adam Raised a Cain (2×21)
Exibição: 3/4/2009
MVP: Thomas Dekker, Mackenzie Smith e Garret Dillahunt

Sabem aqueles episódios que te pegam completamente desprevenidos? Foi o que Adam Raised a Cain fezcomigo. Tudo para mim foi um choque e terminei o episódio literalmente tremendo. Há muito eu tenho dito que amo esta série, mas até agora não tinha assistido um episódio que me chocasse tanto. Foi fantástico em todos os sentidos.

Eu jamais imaginaria que Derek fosse morrer, e muito menos daquele jeito. Foi tão rápido e brutal que estou até agora ruminando o acontecimento. E a prisão da Sarah no final foi totalmente inesperada. John está completamente sozinho. É só ele e Cameron, ninguém mais. Que situação!

E foi muito bem pensado essa de unirem as histórias (os Connor e a Zeira Corps) através de Savannah (que sempre que aparece dá um show). A hora que John percebe que ‘John Henry’, o amigo da garotinha, é na verdade o corpo de Cromartie foi memorável. Assim como as cenas de Sarah e Derek no cemitério onde Kyle foi enterrado. O mesmo onde o próprio Derek o será.

Episódio irretocável. E agora? O que nos reserva o último da temporada? Ou da série, se não tivermos sorte? (Mica)

Primeval: Episódio 14 (3×01)
Exibição: 28/3/2009
MVP: n/a

Uma das coisas que eu gosto nas séries britânicas é que elas são curtas. O lado negativo é que o tempo entre o final de uma temporada e o início de outra é bem maior, e com minha memória já ruim por natureza, lembrar o que aconteceu no ano anterior é sempre um problema (e a mudança no visual dos personagens também).

Primeval voltou aquém do que eu esperava. Creio que depois da morte de Stephen eu ansiava por algo grandioso que me fizesse superar sua partida e isso não aconteceu. Não foi ruim, mas poderia ter sido muito melhor. Foi o primeiro episódio escrito por Steve Bailie e eu sinceramente o achei fraco. Já foi difícil aceitar a falta de Stephen junto ao grupo (era o rosto mais bonito e o que mais conhecia o trabalho de ‘caçador’ das criaturas) e a caracterização dos personagens não foi das melhores. Eu diria que algumas cenas chegavam a ser quase sátiras e isso não é legal. Outra coisa que não gostei foi da personagem Sarah Page que veio para ficar. Achei a mulher chata e desnecessária. Fui muito mais com a cara da nova chefa de Lester, Christine Johnson, embora não simpatize com pessoas que se preocupam mais com artefatos importantes do que com a vida dos soldados enviados para resgatar um objeto. E é claro, sou obrigada a mencionar a participação totalmente apagada de Lucy Brown. Ela que brilhou nas duas primeiras temporadas, foi apenas um peso morto no início da terceira.

Mas não se deixem enganar por mim. Essa temporada (com 10 episódios) promete. Helen ainda está por aí, e a tal nova chefa de Lester aparentemente tem sua própria agenda, então muita água vai rolar debaixo desta ponte (Mica).

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

26 Comments

  1. anderson

    curioso com cupid.

    e Lost, meuuuu, tenho ate arrepios de pensar no que estao preparando pro fim de temporada.

  2. Lucía

    Adorei Greek!! Estava com saudades… Acho que esta temporada pode ter muitos arcos legais!! O bom é que greek nunca desaponta…

  3. Camila Oliveira

    Chuck

    Amei o episódio e ri muito. Adorei a participação da Tricia Helfer e queria até que ela aparecesse em outros episódios. O caso da semana realmente não foi nada de mais só que eu ri muito na cena do gás hilariante (é esse o nome?) quando o Chuck diz que as joaninhas não podem ser todas fêmeas. Isso é loucura. Senão como podíamos ter filhotes de joaninhas? Good point…

    House

    Outro ótimo episódio com as atenções todas voltadas para o médico ranzinza. Eu discordo da review e achei a voz do paciente extremamente irritante. É sério, que sotaque enjoado! A Cuddy também apareceu pouco, mas o caso da semana foi maravilhoso.

    The Big Bang Theory

    Eu também quase tive um ataque com a Penny citando Jornada nas Estrelas e contando piada de físico. Engraçado que o Sheldon é totalmente assexuado mesmo. Ele nunca ligou para a Penny, não esteve nem aí para a Summer Glau e não deu a mínima para a nova vizinha gostosa! Acho que vou assistir esse episódio novamente.

  4. Mica

    Eu sempre quis ver Cupid, mas nunca assisti :-(
    Dessa vez baixei o primeiro episódio (ainda não deu tempo de ver), mas acho que nunca me conformarei de não ter assistido a série original.

  5. Ana

    House
    Ah, esse episódio… como foi agradável ver um episódio onde o foco é no paciente, na interação do paciente com o House, com os ‘pupilos’. Como foi bom não ter que aturar todos os dramas da Treze, do Fourteen. Até devo dizer que foi muito bom não ter visto todos os joguinhos entre House e Cuddy.
    Enfim, o episódio foi muito bom. E Thiago, não foi só você. A voz do Mos Def é realmente cômica.
    E, ah meu Deus, alguém já viu a promo do novo episódio? Tô até com medo do que vai acontecer.

    Gossip Girl
    Apenas EW para Chuck e Vanessa. E alguém oferece umas aulas de interpretação para o Chace Crawford.

  6. Thais Afonso

    Sobre TSCC:

    Fiquei com o coraçõ na mão, Mica. Primeiro o quê acontece com o Derek e depois Sarah sendo presa por seqüestro, e John e Cameron não puderam fazer nada nenhuma das duas vezes. E depois veio a notícia do cancelamento da série. Estou muito triste.

  7. Mayara

    Concordo sobre Damages. A season 2 começou tão bem, tão nervosa e depois de repente tudo ficou mais devagar, até que a reta final me fez lembrar porque essa série foi minha favorita do ano passado.

    O finale não foi tão bom como o da primeira temporada, mas ainda foi incrível, tudo se encaixando, pelo menos as coisas que me incomodavam, e Glenn Close mostrando porque é uma das atrizes mais elogiadas. Ela é perfeita.

    Achei super estranho a Ellen não ter feito nada com a Patty mas mesmo assim, a cena do apartamento com a Patty pedindo pra Ellen levar a maleta foi muito, muito boa. Adorei todas as referencias que eles fizeram com a primeira temporada durante o episódio e minha parte favorita foi que a frase da temporada passada ‘Trust no one.’ foi substituída nesse episódio pelo Trust Me, do título e implorado pela Patty. O que mais me amarra em Damages é que é uma série primorosa e mesmo quando erra você tá ocupado demais vibrando com seus milhares de acertos. Mal posso esperar pela próxima temporada.

    Pergunta: gente o que acontece que ninguém faz review do último episódio de 30 Rock??

  8. Tati Siqueira

    Sobre Damages, desta vez para não ficar com raiva, irei assistir todos os episodios de uma vez…..então por enquanto nada a comentar;
    Sobre Eleventh Hour, estou na torcida para uma renovação da serie. A serie foi me conquistando aos poucos e acabei apaixonada por ela; Então ficou na torcida pela renovação;

  9. Chelsea

    House: acho que esse foi o melhor da temporada até agora (acho que ao lado de Unfaithfull). E nao foi o unico a achar a voz do Mos Def comica nao. Adorei a narracao dele. Achei otima! E mesmo esse tipo de ótica sendo batido, acho que foi a primeira vez que House usou isso, e foi muito bom!

    The Big Bang Theory: Fantástica a citacao da Penny. Nunca imaginei que os meninos a tinham alterado também. Sim, porque ela mudou a vida deles, sem duvidas, mas eles mudaram a dela. Penny se tornou menos egoísta, e pudemos ver isso nesse episódio, em que a nova vizinha faz tudo que ela fazia antes, e ela acha um absurdo. E, vamos combinar, é sempre bom quando alguém recebe o mesmo destaque do Sheldon, né? POrque ele é fantástico, mas a serie ser focada só nele, nao dá. Mas o maior absurdo, é a serie nao ser indicada a melhor comédia e nem o Jim Parsons pelo Sheldon como ator, ou ator coadjuvante.

  10. Diego Cardoso

    A versão atual de Cupid nem se compara a versão antiga. Estava revendo nestes dias a série, para me lembrar de como era. A versão nova não é pior, mas falta o brilhantismo e a química de Paula Marshall e Jeremy Piven da série original nesta série. Gosto do Bobby Cannavale como ator e gostei do desempenho dele no piloto, mas é como foi comentado, a Sarah Paulson é muito caricata vivendo a Claire, e não tem a mesma química que Piven e Sarah tinham na versão original.
    Mas no balanço geral, a nova versão é muito boa e acho que deveria ter uma boa chance na ABC, mas acredito que será realmente cancelada precocemente, como a versão original.

  11. Juninho

    Terminator

    Episodio surpreendente,cada cena me deixava de boca aberta,a morte do Derek foi inesperada,e foi muito rapida mesmo,nem musiquinha de fundo tocou,rsrsrs,mas foi tudo emocionante,a cena que a Sarah é presa e luta com os policiais foi demais,depois desse episodio nem sei o que esperar no episodio final,mas não posso deixar de falar da garotinha Savannah,sempre quis comentar sobre ela e nunca tive opurtunidade,que menina linda,além de dar um show,a cena final dela cantando com o John Henry,muito legal,não tem o que dizer o episodio foi otimo.
    E ainda há esperança,mesmo que pequena da série ter uma terceira temporada,já que a Fox anunciou que está estudando a série e só tomara sua decisão sobre a renovação em Maio,mas um mês de tortura,só espero um final digno para a serie!

  12. Eduardo

    Lost mais uma vez me surpreendeu com o destino de Ben Linus. Os roteiristas conseguiram manter-se fiéis aos princípios temporais estabelecidos em Flashes before your Eyes ao mostrar que as coisas ocorrem como o mundo espera, respeitando as diretrizes do destino de cada um.

    Desmond tinha que largar Penny e ir para a ilha apertar um botão, porque esse era seu destino, e ele iria se concretizar de uma forma ou outra. Ben tinha que sobreviver para encarnar Henry Gale, da forma que fosse necessária. Jack e Sayid teriam que agir de forma mais bárbara que os outros para que isso acontecesse.

    Quanto a 24 Horas, fico cada vez mais impressionado com os roteiros de Manny Coto e Brannon Braga, ex-produtores de Star Trek. Eles recapturaram o drama e a consistência de Jack Bauer e sua luta sem fim, e mostraram sem pudor o custo que isso tem.

  13. Silvia_05

    Por que é que quando House “quer” acertar, realmente acerta? E por que é que House tem errado tanto?(tá, não vou falar da 13).

    Cansei de tentar explicar essa quinta temporada de House. Não se compara com as anteriores. De qualquer maneira, parece que eu “ganhei” um episódio do tipo “prêmio consolação” por acompanhar essa temporada até agora.

    Espero que me brindem com um final decente, prá dizer no mínimo. O que, intimamente, eu duvido, depois do surpreendente House´s Head/ Wilson´s Heart.

    Esperar uma semana prá voltar a torcer pro Jack Bauer é simplesmente “uma tortura”. Tô baixando prá ver tudo de carreirinha. Mas já vi que as notas dessa temporada não baixam de 9.2. Êeebbbaaa!

    E Chuck é duma simplicidade e duma eficiência inegáveis. Não entendo os baixos índice da série. A cena de Casey e da Agente Alex foi ótima. Será que este Baldwin não merecia uma indicaçãozinha pro Emmy???

    Também perdi o ritmo de Damages. Voltarei a ver a série. Mas já me empolguei denovo ao saber que teve um final bacana.

    Gostei tanto de Cupid na época que até tenho medo de ver a nova versão. Acho que esse vai prá minha lista dos “não deu”, junto com a versão yankee do Life on Mars.

    A temporada toda de Big Bang Theory foi ótima. Mas esse finale deixou a desejar. Ficou só o gancho da “nova vizinha”. E a Penny cresceu muito no meu conceito. Foi a única que chegou “quase” no mesmo nível de Sheldon.

  14. Mayara

    Terminator:
    Acabo de ver Adam Raised a Cain depois de um episódio como esse meu desespero com o provável cancelamento da série só aumenta. Que episódio ótimo! Todo mundo muito bem, a morte de Derek, a prisão de Sarah, nossa!

    E como uma das pessoas que não gostam do Ellison, eu acho muito engraçado a vontade absurda da Cameron de mata-lo. Quando a Sarah diz que ninguém pode ser confiado e ela responde ‘mas ele é o unico que eu quero matar’ o jeito de Summer de falar é tão ameaçador e ainda sim engraçado. Assim como o jeito que ela virou ele como uma tartaruga nequele episódio que atacam ele. Cameron é ótima.

    Já escrevi isso aqui mas de novo, o cara que faz John Henry é um ator muito talentoso, a cena final com ele cantando com a menina foi muito bonita, ao mesmo tempo que dava impressão que algo de muito muito ruim tá pra acontecer. Outra cena que me agradou e divertiu foi a menininha dizendo pra Weaver que ela não sabe cantar rs aquilo provavelmente é um shout-out pra turma que ouve Garbage e sabe que Shirley Manson é uma cantora incrível.

    Voltando ao assunto episódio perfeito, mal posso esperar pelo season finale.

  15. Thais Afonso

    Juninho,

    Realmente a FOX ainda não anunciou o cancelamento da série. Mas eu não sei se há esperança. A notícia que correu por tudo quanto é lugar nesse fim de semana é que os cenários da série já até foram desmontados.

    Silvia,

    Essa não foi a season finale de The Big Bang Theory, não. Semana que vem tem episódio e a finale deve ser só em Maio. Acho que essa temporada tem 22 episódios.

  16. Fernando dos Santos

    “Uma das coisas que eu gosto nas séries britânicas é que elas são curtas.”(2)

    Nesta temporada de Primeval eu espero que eles retomem o tema da clonagem, aliás o final do segundo ano insinuava isto.E por favor continuem com os reviews da série e voltem a comentar L&O:UK.

    “Não constituir uma trama, às vezes pode até dar certo,”

    Eu gostei de Eleventh Hour mas também senti falta de uma trama maior, uma mitologia da série.O mais perto que eles chegaram disto foi quando retomaram a história do piloto por volta da metade da temporada.Acredito porém, que se houver um segundo ano eles desenvolverão uma trama.

  17. Flávia

    Nota 10 pro episódio! O conflito que o pequeno Jamie está passando, enchergar os “defeitos” de quem admiramos as vezes começa muito cedo. Quantas crianças precisam lidar com isso todos os dias? As cenas do Luke, Nattan e Jamie, lembrando sobre o tio Keith foi tocante. Acho que a série deveria explorar mais a união dos dois irmãos. Entendo a situação da Brooke, pois já se passaram alguns anos que enfrentei uma traição e ainda não consigo me entregar plenamente a uma relação. Acho que a Peyton deve contar seu problema para Brooke, ressaltando a grande amizade que elas sempre tiveram. O casla Nathan e Haley, continuam perfeitos “nós fazem acreditar no amor”. Já estou me preparando para o final dessa temporada… acho que vou chorar muito! Vi uns videos dos próximos episodios que me deixaram desesperada! O que vai acontecer com Peyton? Perde o bebe? Morre? Sofre um acidente? Agora somente na segunda quinzena de Abril. AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO One Tree Hill!

  18. Aline

    Estava morrendo de saudades de Greek! O que me faz amar essa série é que ela não é apenas outra série teen, tem roteiro bem mais inteligente sem todo aquela drama de gravidez, drogas e frescuras.

  19. Mica

    Pronto, assisti Cupid ^_^.
    Não achei o Cupido e a tal psiquiatra lá grandes coisas, mas me apaixonei pelo casal do episódio. Oh, quase chorei no final quando eles ficaram juntos. Era óbvio que isso iria acontecer, mas quando uma pessoa como eu, absolutamente cética em relação ao amor vê uma união assim tão bonita, é quase impossível não se emocionar. E a conta no quarto do Trevor mexendo foi tão lindo…
    Fiquei com mais vontade ainda de assistir a série original. Ninguém aí tem para fazer um escambo?

  20. Roberta

    Estava morrendo de saudades de Greek! O que me faz amar essa série é que ela não é apenas outra série teen, tem roteiro bem mais inteligente sem todo aquela drama de gravidez, drogas e frescuras. [2]

  21. Marco

    A Cupid original era um lixo, agora eles apenas reciclaram o lixo – e olha que sou fã do Rob Thomas.

  22. Raruiz

    Chuck
    A cada episódio me apego mais a esta série! (:
    E como todo mundo eu tbm adorei a cena do Casey com a agente… Foi impagavel…
    E que suspense com o pai dele.
    Bom como sempre aguardando pelo próximo episódio.

    My Boys
    Paulo onde você encontra os spisódios de My Boys? Ando louco para assistir, mas não encontro por nada.

    The Big Bang Theory
    Adorei esse episódio.
    A Penny citando Star Trek e contando a piada do físico foram ótimas.
    E ela no papel de Leonard com a comida do Sheldon? Dei muitas risadas neste episódio.
    É legal mostrar o crescimento e o entrosamento cada vez maior dos personagens com o passar do tempo e o elenco respondendo a isso.
    Nota Mental: Porque o Sheldon ainda não foi indicado? ):

  23. Andrey

    Puxa vida! Será que eu fui o único que achei que o tal do Mos Def não conseguiu entregar uma interpretação à altura do que o episódio pedia?

    Com o episódio, basicamente, girando ao seu redor, dependia dele ter feito bem mais para transmitir a sensação de desespero condizente com a situação.

    Não que eu tenha desgostado do episódio, muuuuuito pelo contrário!

  24. Juninho

    Não fala isso THAIS,rsrsrs,é uma pena mesmo Terminator cancelada,mas como eu já disse,espero um final digno,embora já sabemos como termina,já que temos o terceiro filme do exterminador,mas essa historia tem que ser fechada de forma digna,já que a série é a melhor,e a Cameron como vai ficar nessa,o jeito é esperar até o proximo episodio!

  25. Mica

    TSCC – Eu tinha lido que os cenários estavam sendo deslocados para outro espaço e não desmontados. Mas sei lá.

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