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Spoilers

A Semana Lá Fora: as estreias de Kings e Better of Ted, os retornos de Gossip Girl e One Tree Hill e mais

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Kings - Goliath

Sim, dá pra afirmar sem erro que o episódio final de Battlestar Galactica foi o grande acontecimento da semana (leia a nossa cobertura aqui). Mas teve muitas outras coisas interessantes acontecendo na TV americana e britânica na semana passada.

E a coluna A Semana Lá Fora vem com um pequeno recorte do que foi ao ar por estes dias. Confira a seguir reviews da novas séries Kings e Better Off Ted. A coberrtura dos retornos de Gossip Girl e One Tree Hill depois do longo hiato. O gato do House e mais uma participação especial em ER. Um novo chefe em The Office. Luto em Terminator. O Apocalipse se aproximando de Smallville. Um segredo em NCIS. Cegueira em The Mentalist. Reencontros em Lost. E mais um pouco de Law & Order: UK, 24 Horas e Castle. A seguir!

Kings: Goliath – Partes 1 e 2 (1×01 e 1×02)
Exibição: 15/3/2009
MVP: Ian McShane e Christopher Egan

Kings não é um seriado fácil, nunca será o escolhido do grande público e corre o risco de ser cancelado por isso. Uma pena, pois eu adorei. As referências à história bíblica são muitas, pelo menos neste episódio piloto.

Christopher Egan, que faz o papel de David Shepard (o pequeno Davi que enfrenta o Rei) surpreende, ficando a altura de Ian McShane, que domina cada cena.

O seriado se passa no reino de Gilboa, que enfrenta uma guerra em suas fronteiras e acaba de reconstruir sua capital, destruída por ataques de três diferentes exércitos. Ian McShane é o rei Silas Benjamin, que conseguiu unir estes três reinos e conta histórias sobre um sonho com borboletas formando uma coroa viva, como um sinal divino.

Eamonn Walker é o Reverendo Samuels, a quem o Rei Silas adora e, ao mesmo tempo, teme e odeia. Lhe dá ouvidos, mas talvez tenha medo de sua influência. Ele também está muito bem em seu papel.

David Shepard vai para a guerra e acaba, sem saber, por salvar o filho do rei, o que lhe dá acesso a uma realidade muito diferente da sua, que ele ambiciona e também teme. Filho de um mecânico morto na guerra da unificação, ele é educado, inteligente, de boa educação. Talvez seu primeiro erro seja se interessar pela filha caçula do rei.

A produção é grandiosa, o elenco, talentoso. Neste primeiro episódio a idéia é introduzir a história e nos apresentar seus personagens. E eu gostei de tudo que vi. (Simone Miletic)

Better Off Ted - Piloto

Better Off Ted: Piloto (1×01)
Exibição: 18/3/2009
MVP: Portia de Rossi

É muito difícil escrever sobre a estréia de Better Off Ted. As pessoas com quem eu conversei odiaram, e apesar de eu não me encaixar nessa categoria, o piloto também não me deixou exatamente ansiosa para ver o próximo episódio da série. Lembrando 30 Rock (mas sem o brilhantismo da série de Fey), Better Off Ted apela para situações ridículas e um tanto de ironia em seu roteiro, porém as situações são fracas. A direção conduz o show em um ritmo bastante rápido, e os atores tem performances caricatas. Tudo para mostrar que a série não se leva a sério, e o espectador também não deve levá-la.

Particularmente, eu ri com as piadas relacionadas a Phil, mesmo elas sendo completamente bobas. E Portia de Rossi, que tem algumas falas que são obviamente ridículas, tem uma performance bem exagerada, que acaba funcionando para mim. Já o protagonista Jay Harrington e sua parceira romântica Andrea Anders são fracos e não conseguem tornar suas falas cômicas em algo digno sequer de um sorriso.

Better Off Ted não é uma série que me cativou e que eu esteja pretendendo acompanhar, mas também não acho que seja a pior coisa do universo. Cabe apenas a você decidir se vale seu tempo. (Thais Afonso)

The Office: New Boss (5×18)
Exibição: 19/3/2009
MVP: Steve Carell, John Krasinski e Jenna Fischer

O original britânico de The Office teve vida curta. Apenas 12 episódios em suas duas temporadas mais um especial de Natal. Nos cinco anos do formato americano, já é perceptível que as duas são distintas uma da outra, mas há um porém que deveria ser encaixado na versão do Tio Sam: menos episódios por temporada.

A NBC tenta a todo custo transformar The Office em seu novo hit, mas infelizmente não cola. E nessas tentativas, há sempre pedidos de mais episódios, alguns com durações entendidas. O forte de The Office é seu desenvolvimento de personagens, que deixa muito seriado dramático no chinelo. Desenvolvimento aprimorado nos inícios e finais de temporada – em temporadas mais curtas, não teríamos a pasmaceira do meio de ano.

Novo chefe na área. E o homem que supervisionará Michael não tem nada de Jen ou Ryan. Ele é mais sério. Alguém do “mundo real”, que entrou pra quebrar a dinâmica do escritório e o motivo da infantilização de Scott (ato reconhecido por seus funcionários) e de Jim quebrar a cara (raras vezes o segmento envolvendo Jim e Pam foi tão bom).

The Office é excelente. Poucas séries tem seu poder de deixar ganchos, como a demissão de Michael, e de reação, como hoje no geral. Ah, se todo momento fosse como uma reta final de temporada… (Thiago Sampaio)

House - Here Kitty

House: Here Kitty (5×18)
Exibição: 16/3/2009
MVP: Judy Greer, Hugh Laurie e Peter Jacobson

House se encontra numa fase complicada: há muito deixou de ser unanimidade entre os fãs. O óbvio, entre outros, é culpar a redução do tempo de tela de Chase e Cameron nesses últimos anos. O sensato é culpar Thirteen. Desnecessário tentar negar que 95% do interesse da série está no seu excelente protagonista, e que o casal afastado esteve longe de ser unanimidade nas três primeiras temporadas. Logo, a culpa é da Thirteen!

Vejam só: a Thirteen é tão ruim, que estou ocupando grande parte de meu espaço pra teorizar que Here Kitty foi acima da média porque não teve enfoque na Dra. Hadley. E que apesar de “novatos”, Kutner (sempre pontual como alívio cômico) e Taub (não perfeito, mas vá lá) dão conta do recado quando exigidos. Exatamente o que tivemos aqui.

Voltando ao insubstituível 95% do seriado, House mais uma vez se vê numa batalha pessoal contra a metafísica; a bola da vez é um gato que, segundo Morgan (Judy Greer de Arrested Development) é capaz de prever a morte de uma pessoa. House fez de tudo pra botar abaixo essa teoria. Inclusive testá-la em crianças com câncer. Assim como ficou provado que uma fonte de calor atrai a atenção do felino, pode-se teorizar que é só a Thirteen sair de cena que as coisas voltam um pouco ao normal. (Thiago Sampaio)

ER: Shifting Equilibrium (15×20)
Exibição: 19/3/2009
MVP: Troy Evans, Scott Grimes e Parminder Nagra

O episódio começou devagar. Pensei logo: será que a Neela tá sonhando de novo?! Último dia da Dra. Rasgostra no County. Dubenko, Brenner e Frank demonstram de formas diferentes a falta que ela fará. A primeira coisa que pensei quando vi a aflição do recepcionista em fazer uma despedida pra Neela foi a chegada dela ao hospital e a forma como ele a tratou. E em seguida ele justifica que justamente queria demonstrar o quanto gostava dela. Foi muito legal e engraçado. As dançarinas indianas me fizeram lembrar Driblando o Destino, o filme que revelou a Parminder. Em paralelo tínhamos Morris e a preocupação com a namorada. Grimes sensacional como sempre. Eu achei que ele roubaria todo o episódio. Mas aí, como dizia vovó, faltava a cereja do bolo.

Neela, em dúvida sobre que rumo tomar, liga para a Abby. Foi muito legal rever a cumplicidade das duas. E quem diria que a ligação era para decidir não o rumo profissional mas sim o emocional. Imagino a alegria daqueles que apaixonados pela doutora com Ray. Toda torcida recompensada com a cena final. Até eu que nunca fui shipper do casal (em ER eu só realmente torci pra dois casais: Susan e Mark e Carol e Doug) achei o final perfeito. Agora, meu momento chororô dessa vez foram os flashbacks dela com Pratt e Gallant. E só faltam só episódios. E eu ainda não consigo imaginar como vai ser não ter ER pra assistir. (Tati Leite)

Lost - Namaste

Lost: Namaste (5×09)
Exibição: 18/3/2009
MVP: Josh Holloway e Daniel Dae Kim

É interessante ver um episódio onde o Jack aparece e eu não o odeio, pelo contrário, até gosto da sua participação. Talvez tenha a ver com o fato dele não ter feito absolutamente nada além de receber uma liçãozinha de moral do Sawyer. E por falar em Sawyer, ele sim tem mostrado uma liderança impecável.

Primeiro ao conseguir manter o seu grupo vivo e integrá-lo à Iniciativa Dharma e agora ao criar uma história para tornar a volta dos amigos à ilha uma coisa plausível. Infelizmente Sayid não teve a mesma sorte e me pergunto qual o jeitinho que darão para que ele não seja considerado um hostil por muito tempo. E o que aconteceu com Daniel?

Locke não apareceu neste episódio, mas foi mencionado por Sawyer, que ficou extremamente feliz por John ter conseguido sair da ilha, e decepcionado ao saber que ele havia morrido. Quem apareceu e se encontrou com Sayid foi um Ben ainda adolescente (incrivelmente parecido com o atual). Qual a história que terão esses dois?

Mas o que eu realmente quero saber é o motivo de Sun não ter parado em 1977 como os outros. Por que ela e Ben estão no futuro? E por que Christian apareceu para os dois? Qual a jornada que a coreana terá pela frente? (Mica)

24 Horas: Day 7: 09:00 P.M. – 10:00 P.M. (7×14)
Exibição: 16/3/2009
MVP: Kiefer Sutherland

Será que a TV americana conseguirá produzir outro “herói” como Jack Bauer? Acredito que não. Um homem que por mais que sofra e se arrependa dos seus erros, acredita que tudo que faz e fez é um por um bem maior e que a solução seria ter mais homens como ele.

Um episódio sem grandes reviravoltas, mas essencial para a continuação da história e para a descoberta do grande conspirador contra o governo americano. Sabemos que é o culpado, mas não sabemos seu papel na Casa Branca. E este é o grande problema.

Jack está no caminho certo e agora, com Tony, irá atrás do que acredita ser o desfecho da conspiração. A grande ligação continua sendo Sangala e seu povo.

Toda temporada temos um personagem que adoramos odiar e neste novo dia não podia ser diferente: Olivia, a filha da presidente. Sempre é alguém próximo a família que dá mais trabalho. Pelo visto, a trama dentro da Casa Branca está longe de acabar. Ainda bem.

Obs.: O que o Tony ficou fazendo nas últimas duas horas? (Bárbara Reis)

The Mentalist - Bloodshot

The Mentalist: Bloodshot (01×16)
Exibição: 17/3/2009
MVP: Simon Baker

The Mentalist finalmente está de volta, depois de uma longa pausa. E mais do que um mero caso isolado, a série trouxe um pouco mais sobre o passado de Patrick Jane, quando ele prestava consultoria a pessoas que precisavam de ajuda para resolver questões pessoais. Em outras palavras, ele era meio que um terapeuta familiar. O filho de um desses clientes, Dan, retornou para fazer vingança por achar que Patrick foi o grande responsável por ter acabado com a sua vida e da sua família.

A primeira cena do episódio dá o tom exato do quanto ele foi tenso, oscilando entre boas cenas dramáticas e outras com grande dosagem de humor. E Jane nem pôde trabalhar da forma que ele queria, uma vez que ele ficou cego por algumas horas devido ao atentado no pátio da AIC.

É bem verdade, no primeiro momento, que pensei em mais uma ofensiva do assassino Red John. Mas estava muito fácil para sê-lo. A atração entre Rigsby e Van Pelt também ficou mais em evidência neste capítulo, até mesmo porque Dan a utilizou para chegar até Patrick Jane. The Mentalist voltou bem e tem conseguido administrar as tramas paralelas com o caso que realmente importa para esta temporada: Red John. (Vinícius Silva)

Castle: Nanny McDead (1×02)
Exibição: 16/3/2009
MVP: Sarah Drew, Nathan Fillion e Susan Sullivan

Esse segundo episódio de Castle serviu para confirmar que a série não veio para inovar mas que se derem uma chance pode ser uma grata surpresa. Faz bem de vez em quando ver uma série com tramas policiais um pouco mais leves. E é uma fã de Bones e Lei & Ordem que está falando (risos). A trama não era novidade: o assassinato de uma babá. Muitos clichês. E até que eles conseguiram trabalhá-los de uma maneira legal e no final o óbvio não foi tão óbvio assim. No lugar do patrão, quem matou foi a amiga da babá. Porque a vítima estava tendo um caso com o patrão dela (a assassina) que vinha ser seu amante e futuro pai de seu filho. Novelesco? Fato. Só que menos óbvio.

Sarah Drew, que fez a assassina, foi muito bem no papel. Principalmente se recordarmos de Everwood (eu não acompanhava a série mas sempre gostava das cenas com ela). Susan Sullivan, que faz a mãe de Castle, aparece pouco em cena mas vem funcionando perfeitamente no papel de mãe adolescente. Para terminar, destaco a relação do escritor com a filha. Espero que se a série durar não criem nenhuma tragédia para estragar isso. Enfim, estou curtindo. Pode ser porque eu não criei nenhuma grande expectativa. (Tati leite)

Law & Order UK - Unsafe

Law & Order UK: Unsafe (1×04)
Exibição: 16/3/2009
MVP: Ben Daniels

Eu estava realmente curiosa para saber o que eu sentiria quando eu identificasse uma história da Lei & Ordem original sendo regravada. Bem, não demorou nada para acontecer e, por uma dessas coincidências da vida, a Universal reapresentou American Dream (4×08), episódio que foi adaptado para este, há duas semanas atrás.

Foi interessante assistir os dois com tão pouca diferença de tempo, pois isto permitiu identificar onde a história sofreu mais adaptações e, tenho de dizer, não foram muitas.

A investigação é iniciada quando um corpo é encontrado na baia da cidade. Este corpo seria de um homem falecido há nove anos, e que teve um homem condenado graças ao testemunho de outro. Problemas: a arma e o local do corpo diferem da história contada no julgamento.

O julgamento foi um dos primeiros com James como promotor e a questão deixa de ser a investigação e sim provar o que todos sabem: apesar das diferenças na história, James Steel é realmente culpado. O final acabou sendo mais feliz que na versão americana. (Simone Miletic)

NCIS: Knockout (6×18)
Exibição: 17/3/2009
MVP: n/a

Knockout é um episódio fora dos padrões de NCIS. E, quem sabe, seja justamente aí que mora o problema. Ele é um episódio que não empolga, no qual você não torce… E nem se diverte muito.

Vance resolve pegar emprestados McGee e Ziva para ajudá-lo a investigar a morte de um velho amigo boxeador e ele mesmo fazendo o trabalho que seria de Gibbs – quem sabe seja esse o problema. Entre idas e vindas da história acabamos por conhecer um pouco mais do diretor e sua família, o que acaba valendo uma boa cena, quando Gibbs tenta devolver a ficha que a CIA fez de Vance para o próprio e diz que, se ele quiser saber algo, é só perguntar para a esposa dele que ela contaria tudo.

O que agora sabemos, assim como Gibbs, é que Vance pode não ser quem ele diz ser, pois as pistas indicam que ele era, na verdade, o boxeador morto e que os dois teriam trocado de identidade no passado. Verdade ou mentira? Gibbs não abriu o envelope, então devemos demorar a saber. (Simone Miletic)

Gossip Girl - The Age of Dissonance

Gossip Girl: The Age of Dissonance (2×18)
Exibição: 16/3/2009
MVP: Leighton Meester e Zuzanna Szadkowski

Gossip Girl finalmente voltou de seu hiato, mas com um episódio bem mais ou menos. Todos os alunos do último ano da Constance/St. Jude (nunca entendi o porque dos dois nomes se todo mundo vive junto na escola) tem que participar em uma peça, que convenientemente, serve como metáfora pra própria série.

Chuck, como sempre, consegue escapar, mas eu preferia que ele tivesse ficado na peça, porque qualquer coisa seria melhor do que vê-lo “subitamente” apaixonado por uma mulherzinha qualquer que ele conheceu naquele clube super secreto. E pra completar a garota não estava nem seriamente ameaçada!

Enquanto isso, na peça, Serena que aparentemente não consegue ficar cinco minutos sem um garoto, persegue o diretor gay e irritante da peça, e Blair é melodramática e egocêntrica como sempre. Mas isso eu nem me importei tanto, já que a Leighton Meester consegue fazer até as falas mais bregas do mundo soarem convincentes pro seu personagem.

Além disso, Dan e Rachel finalmente terminam um romance que não deveria nem ter começado, já que a atriz que faz a professorinha não poderia ser mais sem graça, e Nate e Vanessa tem uma briga por um motivo ridículo e um tanto forçado, já que o Nate sabia bem que os dois tinham gostos diferentes desde o início da relação. E o que mais me dói é que eu realmente gosto deles como casal. A única parte que realmente me deixou empolgada no início do episódio, acabou sendo mais uma preparação pro próximo. Carter está de volta, e vocês sabem que o cara atrai problemas… (Julia Mathias)

One Tree Hill: You And Me And The Bottle Makes Three Tonight (6×17)
Exibição: 16/3/2009
MVP: Hilarie Burton e Sophia Bush

Sophia Bush é a melhor atriz do seriado. E nesta semana Hilary Burton mostrou que também pode ser a melhor. O drama das duas nos revelou os medos que temos na vida adulta. O desejo de encontrar alguém e amar com todas as forças é algo que sonhamos, mas quando se torna real, o medo aparece e leva a alegria que se devia sentir.

Hoje, Lucas e Peyton são “o casal” da série. No segmento “A Surpresa”, percebemos a felicidade e a tristeza do casal com a vinda do pequeno Sawyer ou da pequena Anna Scott. Continuar com a gravidez e viver com a possibilidade de Peyton não sobreviver? Realmente uma escolha difícil.

Brooke ainda não consegue abrir seu coração e fica a espreita de viver um grande amor.

A possibilidade existe para ela, mas será que ela irá se entregar ou será uma sucessão de “Cenas Deletadas” na sua vida?

“A Crise dos Sete Anos” de Nathan e Haley foi demonstrada da melhor maneira possível. O casal que sofreu e sobreviveu a tudo e a todos só tem que comemorar e fazer planos para o futuro juntos.

O relacionamento de Millie e Mouth acabou com “O Longo Adeus” dos dois. Millie volta para NY e Mouth continua em Tree Hill.

A Guerra Fria de Dan e Deb nos trouxe somente a novidade que Dan pode ficar bom. E que somente ele e Jamie desejam isso.

Um episódio com um formato novo e que deu certo. Felizmente. Com a sétima temporada garantida é só aguardar o que Mark preparou para a aguardada season finale. E acredito que como sempre Mark irá nos surpreender. No bom sentido. (Bárbara Reis)

Terminator: The Sarah Connor Chronnicles - Last Voyage of the Jimmy Carter

Terminator: The Sarah Connor Chronnicles: Last Voyage of the Jimmy Carter (2×19)
Exibição: 20/3/2009
MVP: Thomas Dekker

Quem já leu alguma das minhas resenhas de Terminator sabe que eu nutro uma certa antipatia por John Connor. Apesar de termos idades semelhantes, eu nunca consegui simpatizar com o futuro líder da humanidade, suas angústias e seu comportamento. Mas neste episódio, John esteve perfeito. Ele conseguiu me convencer completamente como o homem que guiará todo o planeta em uma guerra contra as máquinas, sem deixar de ser apenas um adolescente fragilizado pela morte da namorada. A cena final foi fantástica e tocante, e eu empatizei com Dekker sem reservas. Ele estava muito bem.

Mas não é apenas por John que esse décimo segundo episódio é fantástico. A continuação dos flashbacks de Jesse (ou seriam flashfowards?) é ainda melhor que a primeira parte. Jesse é outra personagem de quem eu nunca gostei, principalmente por causa da atriz Stephanie Jacobsen, que eu acho inexpressiva. Mas o motim em seu submarino, as mortes de Dietz e Queeg e seu encontro final com Cameron convencem perfeitamente como um evento que a traumatizaria a ponto de ela voltar ao passado para tentar eliminar a influência do metal sobre a vida de John.

Apesar de eu ter sido grande fã do arco da Sarah, eu não tenho dúvidas que se a série fosse composta de mais episódios como esse, ela seria ainda melhor. (Thais Afonso)

Smallville: Turbulence (8×16)
Exibição: 19/3/2009
MVP: Cassidy Freeman e Aaron Ashmore

Boa direção, bom roteiro, boas atuações, e mesmo assim uma baixa audiência. Apesar disso, Smallville avança para a sua reta final bastante otimista em alcançar o objetivo de transformar o novato repórter do Planeta Diário em um herói.

Turbulence foi sem duvidas um episodio bastante conturbado. Tirando a referência direta da palavra, nas cenas – por sinal, muito boas – no avião de Oliver Queen, houve muita agitação com a volta do querido e quase moribundo Jimmy Olsen, envolvendo-se no mais novo triângulo da serie.

Chloe, Davis e Jimmy roubaram a atenção, e colocaram em cheque as motivações de cada um, revelando o verdadeiro caráter dos personagens. Jimbo passou de bobinho a heroi em questão de horas, Davis passou de bonzinho a monstro, e Chloe, de amiga-prima-esposa perfeita a uma pessoa não tão perfeita. Nessa batalho, deixo claro que estou no Time Jimbo. O manipulador Davis e a facilmente manipulada Chloe terão o final merecido.

E por falar em não poderia deixar de comentar sobre o outro triangulo do episódio – Clark, a mochila, e Tess. Cenas hilárias, muita tensão, e a promessa de que ainda estamos no começo. (Clara Lima)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

27 Comments

  1. Thiago Sampaio

    Kings
    Cara, que viagem, Simone. Eu não tinha lido nada sobre Kings até agora… A NBC tem o luxo de exibir uma série dessas? Isso é complicado devido sua fase atual… Acho que, pelo pouco que li, Kings é mais HBO ou qualquer TV a Cabo mesmo. Não vou baixar, mas de certeza vou conferir assim que passar em algum canal daqui.

    The Office
    Adorei a naturalidade com que Jim quebrou a cara nesse episódio. Muito bom mesmo! Já Michael, coitado… Acha que o “sacríficio” que fez em sua vida foi à pedido da Dunder Miflin. Repito: The Office é das poucas séries que te deixa apreensivo pelo próximo episódio!

    House
    Morte à Thirteen!

    ER
    Eu não gostei desse episódio. Bela redução de ritmo, hein? Mas que seja, depois do episódio passado, qualquer um seria muito criticado – se bem que esse foi fraquinho mesmo. O destaque é mesmo o Frank, mas… ele é coadjuvante, né? A Neela já vai tarde! Sério. E que tosco, faltando dois episódios? Sobre as participações, além de Ray quase não aparecer (como assim Neela foi trabalhar em Batton Rouge?!), Abby foi das participações mais estranhas, não? Foi simpático por parte da Maura retornar na despedida da Neela, mas dentre todos os retornos desse fim de ano, o dele acabou sendo o mais “nhá”.

    Lost
    Meu pai está furioso com Lost. Ele não está aceitando bem essa viagem no tempo. Acho que muita gente também não… Mas estou gostando. Tô curtindo a viagem. E Mica, apesar de não ser o maior fã de Jack, não gostei do que Sawyer falou pra ele. O cara tinha saído já… Locke que foi buscá-los! E Sun no presente é só pra enrolar mais nossa cabeça huahuahuahauhau

    24 Horas
    Esse episódio tava com uma baita cara de filler, mas o marido de Chloe e morte do senador (damn it!) reavivaram o episódio. Quanto à filha da presidente… personagem dispensável. Não gostei mesmo da inclusão dela na trama. OBS: Pois é! Tony tava tomando café enquanto a Casa Branca foi invadida? E nem um “que Bill descanse em paz”? Bah…

    E é tudo.

  2. Lucía

    Gente, que episódio porcaria foi esse de GG?? Depois de tanto tempo… Pelo menos OTH foi excelente…

  3. Henrique Martins Henriques

    Better of Ted
    Tomara vingue. Sinto tanta falta de comédias na televisão…

    Kings
    A ver. Também acho que não tem cara de NBC, mas espero que vingue – não foi isso que a Jordan falou em Studio 60, as coisas boas devem ser vistas pela maior quantidade de gente possível?

    Lost
    Estou mais furioso que o pai do Thiago com as viagens no tempo. E aposto que o James vai engolir aquele sorrisinho até o fim da temporada, na hora que for pedir penico pro Jack.

    The Mentalist:
    Bom, mas não é pra isso tudo. Minha imagem de Mentalist é: o que seria da vida do Shawn Spencer se o Gus morresse “por culpa dele?”. Viraria aquilo!

    Smallville:
    Por algum motivo masoquista que nem meu analista entende, eu continuo assistindo. E nem teve Lois essa semana, snif…

    24 Horas
    Deixando pra fazer maratona, igual ao Stan Smith.

  4. anderson

    Ei to adorando as viagens no tempo, foi um método muito original de explicar os vários acontecimentos na ilha.

  5. Ana

    House
    Assino em baixo em TUDO o que o Thiago falou de House. Os dois últimos episódios de House foram BEM mais agradáveis. Acho que os roteiristas se tocaram que ninguém tá afim de ver sobre o 14 e muito menos sobre a 13 ameçada de morte… pela quarta vez.
    A Judy Greer tá gostando de participar de seriados médicos, hein? O próximo vai ser em (arghhh) Grey’s?

    Gossip
    Eu gostei um pouquinho desse episódio. Dei até aquele suspiro de alívio ao ver que aquela professora tosca saiu. Ah, siim, eu dei risada na cena entre a Blair e o Dan que ela começa a acusá-lo de ter espalhado os boatos. E eu acho que a Serena tem que se envolver mais com outros caras porque, pelo amor de Deus, ela é a Serena e todo cara paga pau para ela (ok… desconsidere os gays).

    ER
    Ainda to assistindo… mas confesso que até me desanimou ver que teve um destaque para Neela. Não gosto da personagem desde que ela entrou.

  6. Camila Oliveira

    House

    Nunca achei que a presença da Thirteen na série fosse a big deal, pra mim é indiferente. O Taub, sim, acho muito mala, inclusive as cenas que eu não gostei foram as dele. Se bem que eu tenho que dizer, o final da história foi interessante.

    Esse episódio foi bom. O lance do gato foi bem legal e a explicação também. Gostei de ver o Chase em uma cena que durou mais de 10 segundos, mas queria que a Cuddy tivesse aparecido mais, afinal, não foi só a Thirteen que teve tempo de tela reduzido nos últimos dois episódios. A Cameron, coitada, nem se fala. Acho que nem lembro mais de que como ela é…

    Por último, não acredito que o Kutner fex xixi na poltrona do House!!!

  7. Fernando dos Santos

    Uma série como Kings deveria estar em algum canal a cabo como HBO,Showtime ou AMC.Na tevê aberta não tem mesmo a menor chance de emplacar.

  8. Lili

    Eu já escrevi isso aki e em vários outros blogs há meses:
    KINGS É O NOVO DAMAGES.

  9. Mica

    Smallville:
    Eu não estou no time Jimbo, Clara. Embora ele tivesse razão na sua desconfiança com o Davis, o cara me irritou profundamente. E as acusações que ele fez para a Chloe…ah, vá tomar banho! Tudo indicava que ele estava alucinando, além de que a Chloe não tinha nenhum motivo para crer que o Davis fosse um assassino, nada mais normal ela reagir como reagiu. Ele é que superreagiu e surtou no final. Aff!
    Não gosto da obsessão da Tess pelo Clark. Não me importo dela ser a vilã em alguns episódios, mas de ricaço obsessivo já bastava o Lex, não preciso da Lex-mirim. Eu adoro a Tess, mas não gosto dela com o Clark (mas admito que as cenas entre os dois no episódio foram muito boas, só que não queria vê-la obcecada como o Lex fora).

    NCIS:
    Si, foi bem o que eu achei em NCIS. O episódio valeu pelo contexto de ‘quem é o Director Vance?’, porque o episódio em si foi estranho e meio desanimador.

    Supernatural:
    Alguém aí assistiu Supernatural e adorou como eu? Nossa, aconteceu de tudo nesse episódio. Ninguém fez resumo, mas eu achei o episódio muito interessante. A tortura que Dean infligiu no Alaistar, a morte do demônio pelas ‘mãos’ do Sam (que está bebendo o sangue da Ruby para se fortalecer), a morte do Uriel que na verdade era um partidário de Lucifer, o pedido de ajuda de Castiel para Ana, a descoberta de que Dean foi o primeiro selo a ser rompido, no momento que ele foi quebrado por Alaistar e começou a torturar no inferno…
    Enfim, foi um senhor episódio e que enfim trouxe um desenvolvimento concreto para a trama.

  10. Simone Miletic

    Thiago: eu só penso nisso desde que vi o episódio, por que tinha de ser na NBC? Tô sofrendo por antecipação ( e já baixei o segundo episódio).

    Mica, dois episódios mais ou menos na volta do hiato não é?

    Fernando Soares: mesmo se não tiver review eu estou acompanhando os episódios e podemos conversar aqui. Estou adorando o seriado.

  11. Leo

    LOST
    Estava muito receoso com as viagens no tempo, mas a temporada está muito boa. Me impressiona quando Lost deixa de ser ficção cientifica e vira uma série sobre pessoas. Estremeci mais quando o Sawyer deu aquele fora no Jack ou a Juliet puta com a chegada da Kate do que qualquer estátua ou monstro.

    House
    Temporada inferior demais as outras, e que morra a 13. Mas Hugh Laurie salva a série aos 45 do segundo tempo.

    24
    Que temporada excelente, até em episódio filler essa série consegue me empolgar. E Jack com um trator foi coisa de louco, assim como a luta final.

    Kings
    Bem escrita e luxuosa. Adorei.

    The Mentalist
    Série muito legal, mas não tem bola pra ter 18 milhões toda semana. Ainda sim, gostei do episódio.

  12. Henrique Vasco

    Alguém sabe qtos episodios terão nessa sexta temporada de OTH? Vlw! =D

  13. Paulo Fiaes

    Lost

    eu tenho dito isso, eu sempre tive sawyer como um dos meus personagens preferidos, senão o mais preferido, mas pra mim fica cada vez mais óbvio que ele desde que o oceanic 6 foram embora está trilhando o mesmo caminho de jack, gostei do embate entre os dois porque sawyer mostrou uma prepotência que era comum vermos em jack, e costuma ser comum naqueles que acreditam ser o lider. o fato de ser dono da razao, de ta fazendo melhor do que o outro. pra mim esta foi a derrocada de jack, e pode ser a derrocada de sawyer.

    24 horas

    que episódio fantastico, apesar de que achei a morte do senador forçada, seria interessante pra série ter um personagem que acredita fielmente nas instituições, veja q até a presidente aceita as atitudes de Jack, e o senador acreditava e mais do que isso, convenceu Jack de que ele poderia confiar nas instuições. mas isso não tira o merito do episódio, e que temporada sensacional, e meritos para os roteiristas, que poderiam tentar fugir desse “mais do mesmo” que alguns tanto criticam, mas eles fazem o “mais do mesmo” com muita competência.

    Terminator

    sério, atuação espetacular de Dekker, primeiro na hora que ele confronta Jesse, deixando a entender que ele era John Connor, e que não seria bom pra ela(nem para o mundo) caso ela tentasse se defender. depois ele contando como descobriu que tinha algo errado com Riley, sensacional “ela nao me tratava como John Baum, e sim como John Connor”. e quando ele disse pra Jesse que mesmo se Cameron a tivesse matado, ele provavelmente nao mudaria a confiança que deposita na mesma, e a cena final, ali foi mostrada claramente o que será o futuro dele, a dor que ele carregará, ou melhor, que já carrega.

    Também tenho que falar de Derek, que personagem formidavel esse de Austin Green, alias, o ator também trabalha muito bem, e a cena dele confrontando Jesse, dizendo pra ela que matou o melhor amigo porque ele participou da criação da skynet, sensacional, o final ficou em aberto, será que ele atirou nela pra matar?

    E Jesse, quem diria, eu concordo com Thata, eu n gosto da atriz, algo nela me incomodava, mas esta historia redimiu ela.

    Faltou você coloca a grande duvida thata a respeito do futuro, John fazendo acordo com os rôbos metais liguidos? FIca cada vez mais claro que os rôbos estão criando “vontade propria”, seriam eles os cylons de amanhã? ou de ontem? hehehe. e tenho quase certeza que aquele metal liquido que fugiu é a loirinha que esqueci o nome do presente.

  14. Juninho

    Kings

    Já queria muito assistir essa série,e agora lendo o review da Simone me deu mais vontade ainda,parece que a NBC tem uma grande série nas mãos,pena que não foi muito valorizada na escolha da progamação da emissora.

    Terminator

    Como lamento essa série não ter a devida atenção dos americanos,TSCC é otima,e não tem um episodio que você possa dizer: “Esse eu odiei”;gostei desse episodio,porque agora ficou bem claro o papel da Cameron,que embora enfrente alguns problemas com seu chip,tem toda confiança do John e é sua parceira no futuro,e ela mesma diz pra Jesse no futuro:”Falar para mim,é o mesmo que falar para o John”,e assim como a Riley,fiquei com pena da Jesse,embora ela agiu errado,ela tinha motivo pra pirar ao vêr o que aconteceu com sua tripulação e querer afastar John dos Metal.

    Finalmente tivemos a volta de The Mentalist,Gossip Girl e One Tree Hill,E sobre The Mentalist é bem legal saber mais sobre o passado de Patrick Jane,todos os episodios que exploraram esse lado foram otimos,mas gostaria de ver mais sobre o passado dos outros personagens da equipe de investigação;Gossip Girl nunca foi lá aquelas coisas,então não espero muito dos episodios,já ao contrario de OTH que pra mim é melhor que o fênomeno GG.

  15. Alex

    e gostei do epi de sv,foi bem intenso,mais nao foi um epi que causasse,tomara que sv recupere a qualidade,que tinha sumido,voltou e sumiu de novo.

  16. Mica

    Terminator:
    Acho que o principal motivo da Jesse ter pirado e voltado ao passado foi a perda do bebê. Quero dizer, o motim, a reação do Queeg (em quem ela confiava apesar dos pesares), a reação da própria Cameron e mais especialmente o convite de Connor para o metal líquido, todos foram motivos importantíssimos para ela tentar afastar Cameron de John no passado, mas acredito que o que a levou a viajar no tempo foi mesmo a perda do bebê.
    Sinceramente achei o episódio fantástico. John finalmente sendo John Connor foi tudo o que eu queria ver. E agora até eu estou em dúvidas sobre o caminho que John está traçando no futuro.
    E foi interessante saber que John na verdade sabia de tudo sobre Riley e mesmo Jesse…nós é que não sabíamos que ele sabia o.O

  17. Rubens

    LOST
    Sobre o porque de Sun e Ben não terem ido parar no ano de 1977, uma das teorias seria porque Sun é aquele bebê que Marvin Candle aparece cuidando no começo desta temporada. O china seria o pai de Sun, e por esse motivo ela não pode ser jogada em 1977: Sun já existia na ilha naquela época e existiria um forte risco de uma pessoa encontrar-se consigo mesma (lembram-se que Locke se recusa a ir se encontrar consigo mesmo no passado, naquele momento que ele testemunha a luz na escotilha?)

    O mesmo acontece com Ben, que existe criança em 1977. E pode ser, talvez, que algo parecido tenha acontecido com o corpo de Charlote, pois quando a ilha parou de girar no tempo e eles se fixaram em 1977, a pequena Charlote já estava na ilha e então seu corpo adulto não poderia continuar ali.

  18. Eduardo

    Acho irreal esperar muito de um episódio de ER que viesse após Old Times. Mesmo assim, a partida de Neela conseguiu me impressionar. Pra começar, acho que funcionou bem melhor do que a partida de Abby.

    Não esperava mais do que um minuto de Ray mesmo. Ele e Neela já tinham se resolvido emocionalmente na história desde o início da temporada. Para mim, o diferencial foi ver a resolução dela com Brenner.

    Sem dúvida, Neela foi uma personagem com problemas nessas últimas temporadas, mas acho que sempre se sobressaiu graças a atriz.

    Tem roteiristas que entendiam a Neela e outros que não. De todos os roteiristas de ER, foi Lisa Zwerling quem mais soube definir a personagem. Foi ela que escreveu o primeiro grande episódio da personagem na 10ª temporada (NICU), e acabou tendo o privilégio de escrever suas cenas finais.

    Dou palmas para David Lyons, que transformou um personagem mal introduzido como o Brenner em alguém bastante carismático e realista ao mesmo tempo. Ainda acho a história do abuso forçada demais, mas fico feliz que ele tenha achado seu caminho, e havia afinidade entre os atores. A despedida no aeroporto foi um dos melhores momentos do episódio (e da temporada), mais até do que ver Neela e Ray juntos novamente. Acho que deu de 10 na saída de Abby.

    Continuo adorando Claudia e Morris juntos. Justina Machado combina com Scott Grimes. Boa afinidade entre esses atores, e o fato dela ser de família latina traz um ar de realismo numa cidade como Chicago.

    Não foi o episódio mais movimentado, mas Andrew Bernstein é o melhor diretor dentre os mais recentes no seriado. Foi bem executado visualmente.

  19. Eduardo

    Sawyer pode ter parecido grosseiro com Jack, mas concordo plenamente com o que ele disse. Jack ou Locke jamais foram líderes que se considere competentes. Eram determinados, mas não pensavam antes de agir.

    Já imaginava que Radzinsky iria aparcer em 1977. Gostei do ator que interpretou o personagem. Quero só ver o que Faraday anda fazendo nesse tempo na ilha.

    Quanto a 24 Horas, fiquei chocado com a morte do senador, mas eu devia ter antecipado essa quando Jack começou a se abrir pro cara. Ainda bem que ele finalmente admitiu ter arrependimentos de tudo que fez, senão teria perdido minha simpatia. Por sinal, foi impressão minha ou deixaram Chloe e Morris sozinhos numa sala com computadores? Com certeza, isso só pode dar encrenca.

  20. Silvia_05

    E eu levei 17 episódios prá realmente me empolgar com House. E a resposta ficou mais do que óbvia – a 13 me deu uma folga,e ainda teve o Dutch como convidado e finalmente resgataram a história do irmão do Wilson. Minha implicância não é gratuita.

    Aí vem o episódio 18, sem a 13. Êba! Até o fraco, mas esforçado Taub é mais interessante. E Kutner parece que vai comprar uma briga feia com House. Ótimo, alguma novidade finalmente.

    Só espero que os roteiristas sejam criativos e tentem de verdade salvar essa temporada nos próximos episódios. E que aprendam com os erros.

  21. Silvia_05

    Kings, tava esperando a legenda. Já vou conferir.

    Castle, não fará falta.

    The Mentalist, o sorrisinho de Jane já tá cansando.

    NCIS, sempre me surpreende. Sua maior qualidade é ser eficiente. Poderia “dar aula” prás outras.

    24, sempre assiti tudo na corrida. Esse esquema de 1 episódio por semana prá mim não dá. Então tô baixando prá ver depois. Mas só vejo elogios.

    Lost, tentando se reinventar e explicando o emaranhado que criou. Graças ao bom Deus, tá conseguindo fazer isso com competência. Tem uns deslizes, mas se a gente não for fã xiita, consegue curtir a aventura.

    E acrescento à listinha Lie to Me. A série começou a encorpar. Se seguir a linha mais série, tem tudo prá ser Criminal Minds. Particularmente, torço prá que isso aconteça.

  22. Fabio Peixoto

    Ia falar de outras coisas, mas até desisti. Fico apenas no

    gostei da teoria rubens (2)

    mesmo.

  23. Adrianne Inês

    BETTER OFF TED

    Essa comédia retrata muito bem os esforços que as organizações vivem para se manter no mercado globalizado. Há questões muito interessantes como ética, moral, responsabilidade social… é isso aí, eu estou curtindo muito!

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