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Spoilers

A Semana Lá Fora: as estreias de Drop Dead Diva e Dark Blue

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Drop Dead Diva - Piloto

A semana entre os dias 12 e 18 de julho foi marcada por duas novas séries nos canais de TV por assinatura norte-americanos: Drop Dead Dive e Dark Blue. O TeleSéries conferir as duas, que abrem a nossa coluna “A Semana Lá Fora”, que vem ainda com resenhas dos episódios da semana de Warehouse 13, 10 Things I Hate About You, Law & Order: Criminal Intent, Burn Notice, Psychoville, Hung, Nurse Jackie, Kings, Royal Pains e True Blood. Confira e deixa sua opinião!

Drop Dead Diva: Piloto (1×01)
Exibição: 12/7/2009
MVP: Brooke Elliott, Susan Walters e April Bowlby

Drop Dead Diva pode ser definida com uma palavra: previsível. Nós já vimos todas as situações do roteiro, já ouvimos todas as falas, conhecemos intrinsecamente os clichês e conseguimos prever tudo o que vai acontecer, até os detalhes. O fato da trama ser totalmente fundamentada em um conceito usado não apenas pelo filme que inspira a série, O Céu Pode Esperar, o da pessoa encurralada no corpo de outra totalmente diferente, não ajuda.

O potencial para a criação de tramas novas é praticamente nulo a essa altura. E com direção, fotografia e edição (entre outros aspectos técnicos) não apresentando nada particularmente original e cativante, fica difícil ver Drop Dead Diva como algo além de uma das várias séries dedicadas a assuntos femininos destinada a ser esquecida.

O único ponto forte da série que conta a estória Deb, uma modelo que morre em uma acidente de carro e volta para a Terra no corpo de Jane, uma advogada gordinha e insegura, é o elenco. Como a protagonista Jane, Brooke Elliott faz um ótimo trabalho e conseguiu minha empatia imediatamente. April Bowlby faz quase o mesmo papel que desempenhou em Two and a Half Men (Kandi), só que dessa vez loura e um pouco menos burra, mas ela está bem também. Seu timing cômico continua excelente. Susan Walters realiza uma participação pequena, mas sensacional. E o resto do elenco não tem muito o que mostrar, mas também não compromete. Porém, ainda não estou certa de que seja o suficiente para eu continuar tentando com Drop Dead Diva, especialmente considerando o quão entediada eu fiquei durante esses primeiros cinqüenta minutos. (Thais Afonso)

Dark Blue - Piloto

Dark Blue: Piloto (1×01)
Exibição: 15/7/2009
MVP: Dylan McDermott e Logan Marshall-Green

Dark Blue não é particularmente original, mas até que é uma boa série. A trama gira em torno de uma unidade secreta de policiais de Los Angeles, liderada pelo amargurado Carter (Dylan McDermott), que trabalham sob disfarce. Os personagens são estereotipados e a maioria dos diálogos são clichês ao ponto de chegarem a ser sofríveis em algumas ocasiões. Mas a direção de Danny Cannon é muito bem-sucedida em criar um clima sombrio e urgente para o universo perigoso de seus protagonistas. As cenas violentas, como a da tortura que abre o episódio e o tiroteio no banco, são as melhores do episódio. E os protagonistas Dylan McDermott e Logan Marshall-Green estão ambos ótimos.

Porém seria muito mais interessante se a trama do episódio não fosse resolvida logo de cara e nós ficássemos na dúvida sobre a lealdade de Dean por mais tempo. Marshall-Green certamente estava convencendo como sociopata. O episódiio teve ainda José Zúñiga e Kyle Secor, que fizeram dois agentes do FBI que investigam a tortura de seu agente (e rapidamente e da maneira bem inteligente descobrem o verdadeiro trabalho de Carter) e o sempre intimidador James Russo no papel do imprevisível Franzine.

Mas a série definitivamente tem potencial, e os próximos episódios podem até surpreender com tramas menos previsíveis e diálogos mais orgânicos. O que eu sei é que Dark Blue promete ser um ótimo entretenimento, e eu vou continuar de olho nela. (Thais Afonso)

Warehouse 13: Resonance (1×02)
Exibição: 14/7/2009
MVP: Saul Rubinek e Eddie McClintock

Assisti a poucos episódios de Arquivo X e não agüentei por muito tempo Fringe, mas Warehouse 13 chamou minha atenção por sua despretensão e porque, na medida do possível, não se desdobra em fantasiar nada, trabalha com a simplicidade e não há aquela sensação de que o mundo está acabando, o que dá certa leveza aos episódios.

Pois bem, Resonance não perde em nada para o piloto, o humor e a leveza estavam ali de novo em um roteiro muito bem amarrado e ágil. Dessa vez os agentes investigaram assaltos a bancos que deixavam as testemunhas sem nenhuma memória do acontecido e mais um objeto é capturado.

Falando nos agentes, que trio sensacional os dois fazem com Artie! Pete e Myka, até então, evitando uma aproximação maior, mesmo que apenas uma amizade, e Artie no meio tentando fazê-los gostar do trabalho e esconder o depósito. Eu só não entendi porque estão com tanta presa pra contar a vida particular de Myka e Pete, parecem meio deslocadas essas conversas entre os dois sobre suas vidas seculares. (Lara Aurich)

Royal Pains - If I Were a Sick Man

Royal Pains: If I Were a Sick Man (1×06)
Exibição: 16/7/2009
MVP: n/a

Royal Pains foi uma grata surpresa em seu lançamento, mas tropeça ao longo do caminho. Entre um e outro bom episódio, aparece um meio estranho, que passa sem que você realmente se ligue a sua história.

If I Were a Sick Man, infelizmente, foi desses. A falta de uma história realmente interessante, ou pelo menos de uma história bem conduzida, os erros acabam se sobressaindo – e Royal Pains é um seriado com um número considerável de falhas – e você chega ao final do episódio apenas cansada.

Quando a maior graça do seriado mora no personagem de um cachorro e sua dona você fica com a certeza de que algo podia ser feito de forma diferente. Para Hank e Jill falta química, para Evan falta uma história realmente relevante – dava vontade de berrar “compre um carro” a toda hora – e Divya acaba sendo a última em que eu mantenho algum interesse.

Ah, num episódio chato, ressalta aos olhos o quanto a abertura é brega. (Simone Miletic)

10 Things I Hate About You: I Want you Want Me (1×02)
Exibição: 14/7/2009
MVP: n/a

Piloto? Bom. Segundo episódio? Bom, isso depende se você gosta de Hannah Montana e das paródias do Todo Mundo em Pânico. Eu assisti duas vezes I Want you Want Me pra ter certeza ao escrever essa resenha e na melhor das hipóteses achei irritante.

As cheerleaders precisavam de dinheiro para comprar os tão necessários pompons e o que a mente brilhante de Bianca pensa? Em vender flores, vermelha para o romance e amarela para a amizade!

Bianca agradando Chastity é ridículo; Kat esperando receber uma rosa de Verona também não foi legal e Cameron com aquela carinha de cachorro abandonado não me convenceu. Não gostei de nada. E não culpo os clichês por isso, o problema está no clima de puerilidade e de festa, coisa que não tinha no filme e nas mudanças que fizeram no roteiro já que o próprio elenco não parece confortável com elas. (Lara Aurich)

Law & Order: Criminal Intent - Salome in Manhattan

Law & Order: Criminal Intent: Salome in Manhattan (08×12)
Exibição: 12/7/2009
MVP: Sarah Rafferty e Jeff Goldblum

É comum que a primeira imagem que venha a cabeça quando pensamos em alguém sexy e/ou sedutor ser de uma pessoa muito bonita. Só que seduzir vai além da beleza, é um dom. E parece que esse é o dom ‘escolhido’ para o detetive Nichols. Toda (ou quase toda) série policial trabalha em cima de características distintas entre os parceiros. E Criminal Intent não está fugindo a regra mais uma vez. Assim como Logan, Nichols utiliza-se de sedução para envolver os suspeitos e atingir seu objetivo.

Nesse episódio os envolvidos no crime têm em comum a paixão por poesia e tenho que concordar com a Wheeler que a máfia parece ser um meio mais seguro do que a vida entre os poetas se levarmos em conta toda a trama apresentada (sarcasmo, ok?! Nada tenho contra poetas, aliás, muito pelo contrário).

Não sei se com vocês tem funcionado, mas gosto cada vez mais do detetive Nichols e a forma com ele usa os seus gostos pessoais para lidar com os casos que investigam. Acredito que já falei isso, e cada vez mais acredito que essa opção dos autores não foi aleatória já que Jeff Goldblum é um amante das artes em geral. Inclusive, é um grande fã de Bossa Nova. (Tati Leite)

Psychoville: Episódio 5 (1×05)
Exibição: 16/7/2009
MVP: Dawn French

Cada episódio de Psychoville é uma viagem a um universo bizarro e repleto de humor negro. No episódio 5 não foi diferente. Mas aqui o diferencial foi terem avançado consideravelmente na história. Todos os personagens tiveram destaque.

Joy, a enfermeira que trata um boneco como se fosse um bebê de verdade, foi alvo de uma já esperada cilada do marido. Aliás, achei a cena dela sendo praticamente surrada pelo boneco assustadoramente engraçada. Confesso que demorei uns minutos até pensar na possibilidade de tudo ter sido uma armação do marido para se livrar da mulher louca e ficar com a amante.

Outro que foi passado pra trás foi o velhote Lomax – sério, acho o personagem mais nojento e sujo de todos. O colecionador de bichos de pelúcia explicou sua suposta motivação para sua coleção, mas não contava que seu ajudante o passasse a perna, fugindo com as gêmeas siamesas que também disputavam o crocodilo de pelúcia.

O mais interessante no quinto episódio, além da última cena em que aparece suposto mensageiro, foi uma conversa entre os palhaços Jolly e Jelly. No diálogo, Jolly conta sobre uma enfermeira que trabalhava num hospital psiquiátrico, chamada Edwina Kenchington. No flashback, aparece a tal enfermeira maltratando os pacientes da clinica: ninguém menos que os protagonistas da série, ca-la-ro. Ainda restam mais dois episódios para o fim desta temporada, mas tudo indica que a tal enfermeira irá virar uma personagem chave na reta final de Psychoville. (Ivan Guevara)

Burn Notice - The Hunter

Burn Notice: The Hunter (3×06)
Exibição: 16/7/2009
MVP: Sharon Gless e Gabrielle Anwar

Fiona continua tentando lidar com a escolha de Michael em conseguir seu trabalho de volta. E do melhor jeito que ela sabe: enchendo ele de pancada. (risos). Eu adoro a narrativa da série, e a maneira como resolveram lidar com o casal conseguindo não atrapalhar a ação. E esse episódio teve muita ação. Sequestro, cenas em everglades, tiros, muitos tiros. E foi tudo tão bem feito que eu que não tenho muita paciência para cenas longas de lutas e/ou perseguições adorei cada segundo.

O bom de Burn Notice é que nada aparece por acaso. Cada informação, cada participação tem um por que e quando menos esperamos os assuntos voltam. Dessa vez temos Tom Stickler (Ben Shenkman, Angels in America/Love Monkey/Grey’s Anatomy) que aparece parar tentar contratar Michael como mercenário. E parece que não será fácil assim se livrar dele.

Madeline continua sendo a melhor mãe da TV. E olha que eu adoro a Nora Walker. A cada episódio eu me encanto mais. Ela conseguindo a informação para salvar o filho e mostrando que esconder as coisas dela é perda de tempo foi impagável. Sem contar a ameaça ao Sam, conseguindo deixá-lo com medo. (Tati Leite)

Nurse Jackie - Tiny Bubbles

Nurse Jackie: Tiny Bubbles (1×06)
Exibição: 13/7/2009
MVP: Merritt Wever

Delicioso. Esse é o principal adjetivo pra descrever Tiny Bubbles, o sexto episódio desta primeira (ótima) temporada. O adjetivo não se dá apenas por causa das três grandiosas participações especiais deste episódio, mas sim pela maturidade que o seriado vem alcançando com o passar dos capítulos.

Nele, Jackie recebe uma paciente muito especial, Paula Korsenowski, uma antiga colega da enfermagem que está com câncer terminal. Interpretada pela atriz Judith Ivey, com passagens por Related e Will & Grace, a enfermeira de humor ácido é querida por todos no hospital. Jackie fica com a triste missão de realizar o desejo da ex-colega e ajudá-la a terminar com este sofrimento de forma mais rápida. Todas as cenas que levam à morte de Korsenowski são retratadas de forma sutis e muito maduras. Além de Ivey, duas famosas e aclamadas atrizes, ganhadoras do Globo de Ouro, participam do episódio: Swoosie Kurtz, de Pushing Daisies, e Blythe Danner, de Will & Grace. Elas vivem as mães lésbicas do Dr. Cooper, aquele que quando enfrenta situações difíceis, agarra o primeiro seio que aparece à sua frente.

À parte, a enfermeira Zoey fica com as tiradas mais engraçadas do episódio. Na cena em que ela demonstra preocupação com Jackie e procura a Dra. Eleonor O’hara para conversar, eu não parava de rir. Ah, e não podia deixar de comentar a irritante Gloria Akalitus. Sério, ela é tão chata que todas as cenas em que ela aparece eu já começo a rir, só da chatice dela. Uma pena que séries assim tenham apenas doze episódios e trinta minutos de duração. (Ivan Guevara)

Hung: ‘Great Sausage’ or ‘Can I Call You Dick?’ (1×02)
Exibição: 12/7/2009
MVP: Jane Adams

Tenho uma reclamação sobre Hung: ela deveria ter uma hora de duração, assim como True Blood. Quando assisti ao primeiro episódio, de aproximadamente 45 minutoss, achei que era o caso de mais um show de 1 hora, e não de 29 minutos. Pronto. Agora vamos ao ‘Great Sausage’ or ‘Can I Call You Dick?’, episódio que girou em torno do primeiro ‘atendimento’ de Ray.

Com uma casa pós-incêndio para arrumar e muitas contas para pagar, Ray decide realmente levar a sério seu novo negócio. Ele e Tanya, sua sócia e cafetina, montam uma estratégia de marketing para a ‘firma’ e realizam diversos ensaios de como Ray deve agir com as clientes – as cenas mais engraçadas do episódio.

Paralelo a isso, temos os filhos de Ray tendo de viver com a mãe desde que a casa do pai foi parcialmente queimada pelo incêndio. Jessica vê nisso a chance de se aproximar dos adolescentes – para desespero deles, que suplicam ao pai que conserte logo a casa queimada. Em off: não poderiam ter escalado pessoas mais esquisitas e feias para o papel dos filhos de um casal longe de ser feio.

A primeira cliente de Ray é Lorena, uma ex-colega de trabalho de Tanya, metida a grã-fina e ‘womanizer’. Quando chega a hora do encontro entre a cliente e o prestador de serviço, todos os conselhos de Tanya dados a Ray caem por terra. Lorena faz gato e sapato dele, o mandando fazer isso, mais isso e aquilo. Ele diz:

Exaustivo, irritante, humilhante, interminável e vagamente prazeroso.

Particularmente, achei o episódio médio, normal para uma série que ainda está se estabelecendo. Mas continuo apostando minhas fichas nela. (Ivan Guevara)

Kings - The New King - Part I

Kings: The New King – Part I (1×12)
Exibição: 18/7/2009
MVP: Ian McShane e Christopher Egan

Eu andava com um pouco de medo de que Kings se tornasse uma obra bem mal-acabada, devido a seu cancelamento precoce. A primeira parte do season finale, no entanto, comprovou que roteiristas e produtores ainda tiveram tempo de salvar sua obra. Acredito até que, por mais que eu adorasse uma temporada completa, Kings acabou melhor concebida deste modo, como uma minissérie.

Muita coisa acontece neste episódio – algumas vezes até temos a impressão que coisas demais acontecem – e as peças, como num jogo de xadrez, vão sendo estrategicamente colocadas em seus lugares, para, no próximo episódio, tudo acontecer. Além de um jogo de xadrez, o que me vem a mente na maneira como a história foi conduzida é uma sinfonia.

David e Silas chegam ao extremo de sua relação, para então encontrarem um no outro a esperanças das coisas serem arrumadas; Jack, pela segunda vez, mostra que é melhor que seu pai e até que sua mãe, surpreendendo bastante, no entanto, ele já havia se comprometido demais com o grande vilão da história, que, a todo momento, me lembra o próprio Demônio: William Cross.

A única peça ainda não colocada é Andrew. Vilão ou herói? Fica nas mãos dele a possível surpresa do final desta história. (Simone Miletic)

True Blood: Shake and Fingerpop (2×04)
Exibição: 12/7/2009
MVP: Deborah Ann Woll

Tenho a impressão de que, finalmente, uma história mais complexa e mais interessante começa a ser delineada dentro da segunda temporada de True Blood. Shake and Fingerpop traz de volta, e com mais força, a sensação gostosa do clima de suspense que nos tornou viciados nessa série.

A pedido de Eric, Sookie, acompanhada de Bill e Jessica, viaja a Dallas para rastrear o vampiro Godric, o Rei do Texas. Ao chegar à cidade, ela rapidamente descobre e se safa de uma armação da Fellowship of the Sun para sequestrá-la ainda no aeroporto. Ainda sobre a misteriosa igreja, Jason Stackhouse é nomeado um dos Soldiers of the Sun e se torna ainda mais íntimo do estranho casal que lidera a instituição.

Em Bon Temps, Tara ganha uma ‘festinha’ de aniversário da intrigante MaryAnn. Em mais um momento de transe que desperta a vontade sexual das pessoas, garras surgem no lugar de suas unhas. Seria ela o minotauro que atacou Sookie? Aliás, a tentativa de Daphne, a nova garçonete do Merlote’s, de fazer parte da vida do Sam e os arranhões nas suas costas me fazem acreditar que ela possui alguma relação com MaryAnn.

Mas, a meu ver, é em Dallas que dois dos momentos mais saborosos do episódio acontecem. O primeiro deles é a aparição do menino telepata Barry. O segundo é a atuação da atriz Deborah Ann Woll como Jessica, que dá o tom descontraído ao episódio. Acho que o encanta nessa vampira atrapalhada, inexperiente e atrevida é a ideia de como cada um de nós seria se fôssemos tranformados em vampiros da noite pro dia. E, sério, ver o Bill se tranformando numa espécie de pai rabugento não tem preço. (Ivan Guevara)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

11 Comments

  1. Túlio

    HUNG ainda nao cumpriu o que promete. No fim dos episódios fica aquela sensação de que poderia ter acontecido muito mais coisas. Mas há esperança!

  2. Lucía

    Realmente o primeiro capítulo de 10 things foi beeeem melhor que o segundo… Eles estão desandando da idéia!! Espero que voltem no terceiro…

  3. Fernando dos Santos

    Dark Blue-As vezes um trivial bem realizado é melhor que uma bomba pretensiosa.Vou conferir esta série até porque ela tem o Danny Cannon na sua equipe de diretores.Ele já mostrou em CSI que sabe mesmo criar climas sombrios.
    E no meio desta onda abominável de séries de hospital dos ultimos meses, um procedural sempre vai bem.

    Psychoville-Ainda não vi nenhum episódio mas só de ler os reviews já tenho uma teoria.Os protagonistas devem ter tentado matar a tal enfermeira que os maltratava, talvez até tenham achado que conseguiram matá-la mesmo.No entanto, ela deve estar viva e pronta para reaparecer em busca de vingança.

  4. Thomaz Jr.

    Fernando,
    Talvez vc esteja certo, mas PSICOVILLE não é uma série de suspense em que nos motivamos pelo mistério. Psicoville é uma comédia de humor negro com um visual único. Vale a pena assistir.

    Alias, acho que David vai acabar matando a mãe.

    TRUE BLOOD foi um episódio meio franco comparado ao anterior, mas que deixou mtas portas abertas. Jessica tá demais.

    NURSE JACKIE – adorei o destaque maior no Coop, é uma personagem que curto. Zoey é “Jéssica” da série. Sempre rouba a cena.

  5. Pedro Paulo

    Pessoal do Teleséries, queria pedir por gentileza que vcs quando colocarem uma série nova que estreou, coloque o canal, pq eu costumo ir no site de determinadas séries para conhecer.

    Exemplo: Hung – HBO; Royal Pains – USA.

    Essas duas que estrearam são de qual canal?

  6. Rubens Fructuoso

    Assisti Hung e também achei que falta alguma coisa.
    Porém, acredito que tem potencial.
    E aqueles filhos dele fizeram figuração de demônios em Supernatural? Meu Deus!

  7. Camila

    eu achei um jeito de pelo menos conseguir continuar vendo 10 things I hate about you…

    Não é por que o roteiro seja ruim, não é por que a equipe tecnica seja ruim ou por que os atores são ruins ( ok, talvez os atores realmente sejam ruins… que Kat terrivel foi essa).

    Na verdade 10 things I hate about you seja uma super satira ao gênero. Então ela se força a ser o suprasumo do clichê.

    Vamos ver até que ponto essa ideia me mantem vendo a serie

  8. Fernando dos Santos

    Thomaz,
    eu sei que Psychoville é uma comédia de humor negro e foi isto o que chamou minha atenção para a série, pois os ingleses são craques neste tipo de humor.

  9. Mica

    Estou assistindo tudo atrasada, mas…gostei bastante do segundo episódio de Warehouse 13. Bem melhor do que o primeiro, com certeza. O único excesso foi a história do pai da Myka. Desnecessário, uma tentativa de humanizá-la e nós não precisamos disso agora.

    Também vi 10 Things I Hate About You. A única coisa que eu gosto nessa série? Kat. Ela é brilhante. Bom, pelo menos se comparada com todo o restante do elenco e dos personagens.
    Tenho nojo da Bianca e da Chastity, em especial da Chastity. Não sei como esse tipo de gente baixa pode ter seguidores. No meu livro de amizades, eles são a ralé da ralé.
    Já o Patrick….cada dia mais lindo…e mais inútil. O guri parece um modelo (ou uma estátua). Até a forma como se move. É como se ele só existisse para fazer efeito na tela com sua beleza.

  10. Thiago Sampaio

    Em Warehouse 13 esse foco na vida pessoal as vezes dá uma escorregada, mas… a série tá tão boa. Gostei mesmo. Ri muito da câmera fotográfica e do jogo de ping-pong com o espelho. Muito bom mesmo. Acho que se daria muito bem num canal aberto dos EUA.. Bem, pelo menos assim os riscos de cancelamento são bem menores

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