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Spoilers

A Semana lá Fora: a volta de True Blood e Saving Grace, a season finale de Greek e a estreia de Psychoville

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True Blood - Nothing But the Blood

As poucos, as séries do verão americano vão voltando e temos mais opções na televisão. A coluna A Semana Lá Fora reflete isto e vem com resenhas de 12 seriados: temos as season premieres de True Blood e Saving Grace e novos episódios de Law & Order: Criminal Intent, Burn Notice, Royal Pains, Army Wives, Kings, Weeds e Nurse Jackie.

E tem mais: o final de temporada de Greek, o episódio final de Cupid e direto da Inglattera, mais uma produção excêntrica da BBC, Psychoville.

True Blood: Nothing But the Blood (2×01)
Exibição: 14/6/2009
MVP: n/a

True Blood é a série mais superestimada de atualidade. #prontofalei.

E se este sentimento me acompanhou em alguns momentos do primeiro ano da série, eis que na estreia da segunda temporada ele voltou com força total.

Há quem ame True Blood pelo simples fato dela ser adulta (u-hu, boobies and blood!); há quem observe na série um belo subtexto (racismo, etc.); há quem curta a trama de mistério ou a mitologia sci fi; há quem sinta atração pela clássica trama do romance impossível entre a bela e a fera.

Bom, não importa qual dos motivos acima lhe fazem gostar de True Blood – tirando quem assiste pra ver os boobies da Sookie, que podem pular o player direto pros minutos finais do episódio – os demais não tem muito o que comemorar com a season premiere do segundo ano da série.

O que eu esperava da série é que ela apresentasse uma trama principal para a temporada – mas aparentemente não há, o seriado parece que seguirá apontando para diversas direções, já que temos um novo assassino (que arrancou o coração de miss Jeanette), o aprofundamento do mistério que envolve Maryann, o conflito entre os vampiros e a Fellowship of the Sun, Lafayette como refém de um Eric assassino (o cliffhanger que fecha o episódio), além da vampirinha insuportável, que curiosamente esteve menos insuportável nesta primeira semana. E, no meu entendimento, muitas tramas é igual a nenhuma trama.

Quanto ao romance do vampiro e da telepata bom, a princípio não teria como dar errado, já que o tema é historicamente sexy e romântico (Buffy e Angel, Buffy e Spike, Mick St. John e Beth, Vicki e Henry). Bom, acontece que colocaram Sookie e Bill discutindo a relação ao longo de todo o episódio, gerando algumas das cenas mais irritantes da história da série.

O meu sentimento é que em True Blood, Alan Ball repetirá o mesmo caminho percorrido por A Sete Palmos. Propôs um drama adulto, repleto de morbidez e humor negro, e acabou o transformando em um novelão. Não era este caminho que eu imaginava para True Blood. (Paulo Serpa Antunes)

Psychoville - Episódio 1

Psychoville: Episódio 1 (1×01)
Exibição: 18/6/2009
MVP: Reece Shearsmith e Dawn French

Bizarra, esta é a melhor palavra para descrever esta nova série da BBC. Sequer consegui definir o gênero embora pareça ser apenas humor negro mesmo. Mas parece boa – e curta, o que é sempre melhor – a despeito da estranheza inicial.

O primeiro episódio se preocupa em apresentar os personagens (um mais peculiar que o outro) e nos fornecer o mistério que provavelmente permeará a trama. Mr. Jelly é um palhaço agressivo e descontente (que só serviu para aumentar meu desgosto e pavor com palhaços em geral); Joy é uma parteira que aparentemente acredita que seu boneco é um bebê de verdade; David é um serial killer (pelo que compreendi) que vive com a mãe tão estranha quanto ele; Oscar Lomax é um bilionário cego e que mantém um quarto secreto cheio de bichos de pelúcia; e por fim Robert, um anão com poderes telecinéticos e que foi o personagem mais simpático do grupo até agora.

A ligação entre todos é incerta, mas sabemos que algo existe em seus passados, visto as cartas (escritas em papel antigo, caligrafia rebuscada e seladas com cera) que todos receberam contendo apenas uma frase: Eu sei o que você fez.

Se os sete episódios trarão um saldo positivo eu não sei, mas acho que vale a pena conferir, ao menos pela inusitada composição teatral e surreal dos personagens. (Mica)

Saving Grace - We’re Already Here

Saving Grace: We’re Already Here (3×01)
Exibição: 16/6/2009
MVP: Holly Hunter

Para mim, o grande atrativo de Saving Grace sempre foi Holly Hunter. Quando ouvi pela primeira vez que ela estaria em uma série, pensei: “tenho que assistir, não importa se seja ruim ou boa”, e tive o mesmo pensamento com Glenn Close, mas isso é outra história.

A premiere dessa terceira temporada finalmente nos trouxe algumas respostas sobre algumas coisas, principalmente sobre a vida de Grace, que sempre foi o assunto mais interessante da série – mais do que os casos da semana, que normalmente são fracos, e mais do que as pessoas que Grace “supostamente” tem que salvar. Uma das respostas, foi sobre sua relação com Ham, está na cara que ela sente algo a mais por ele, mas talvez pelo seu estilo de vida e tudo o que se passa com Earl e suas visões, ela não quer arrastá-lo para viver como ela e nem junto dela.

Porém nesse episódio algo ficou implícito e acredito que seja o mote dessa nova temporada. Quando Earl fala com Grace no hospital, dizendo que eles precisam salvar a alma da moça, ficou claro que a missão de Earl não é apenas ser o anjo de Grace, mas sim treiná-la, para ela ser o anjo de outras pessoas. Por um tempo ela falhou com Leon, mas tentou se redimir, e agora, ao que tudo indica, ela já consegue perceber isso.

E no mais, adoro a interação dos personagens nessa série, o elenco sempre consegue passar a imagem que eles realmente são amigos e não apenas colegas de trabalho. (Lucas Bonini)

Law & Order: Criminal Intent - The Glory that Was…

Law & Order: Criminal Intent: The Glory that Was… (08×08)
Exibição: 14/6/2009
MVP: Julianne Nicholson e Jeff Goldblum

O detetive Nichols parece que, aos poucos, vai ocupando seu espaço. Talvez a intenção dos autores tenha sido essa mesma, fazer com que o personagem se encaixe aos poucos já que ninguém sabe muito sobre ele. A forma como ele lida com os casos sem deixar claro exatamente o que está fazendo, me agrada.

Wheeler continua tendo que lidar com os problemas trazidos pelo ex-noivo, e, ao que parece, começam a desconfiar que ela soubesse das fraudes e que poderia ser cúmplice (ou estou sendo paranóica como a personagem se auto-acusou?). Isso pode ser uma forma encontrada para anteciparem uma nova saída dela, devido à nova licença maternidade que Nicholson vai precisar tirar.

O caso da semana foi interessante: a vítima era uma campeã olímpica que acaba envolvida num caso de chantagem onde deveria votar a favor do Rio de Janeiro como sede da Olimpíadas de 2016. No final das contas, seu assassinato acontece não exatamente porque se recusou a mudar seu voto, mas sim porque um dos cúmplices, e marido da mulher usada para seduzi-la, atira por ciúme ao perceber que a mulher estava tão apaixonada quanto a vítima. (Tati Leite)

Burn Notice - End Run

Burn Notice: End Run (3×03)
Exibição: 18/6/2009
MVP: Jeffrey Donavan

Ao ver o irmão do Michael aparecer pensei: lá vem problema. Ele, dessa vez, até que não teve culpa, apenas foi usado por tentar finalmente dar um jeito na vida. Fiquei até com pena no final. E ri quando Michael diz a Fiona que ele traz mais problemas para o irmão que o irmão para ele.

Gosto quando seriados seguem em frente, mas ao mesmo tempo recorrem ao passado trazendo personagens conhecidas de volta. E os novos rumos da série provavelmente farão disso algo quase recorrente.

Brennen força Michael a trabalhar ameaçando a vida de Nate. Michael tenta a todo custo arrumar um jeito de salvar o irmão. E, no final, acaba tendo sucesso ao descobrir que Brennen tem uma filha, e mesmo nós sabendo que Michael jamais machucaria uma criança (ou mandaria alguém fazer) ele consegue êxito utilizando o benefício da dúvida porque afinal, ele estava salvando sua família.

No final ainda temos a detetive Paxson demonstrando que não vai sair da vida de Michael tão fácil (e eu começo a desconfiar de tanta perseguição) e Madeline ‘se vingando’ dos filhos por sempre esconderem as coisas dela. Forçando-os a ter um ‘momento família’. E a Fiona dizendo que Nate ‘é família’ quando Michael agradece a ajuda foi o momento ‘ai que fofo’ (risos). (Tati Leite)

Royal Pains - Strategic Planning

Royal Pains: Strategic Planning (1×03)
Exibição: 18/6/2009
MVP: Mark Feuerstein, Dreama Walker e Margaret Colin

Com Margaret Colin e Dreama Walker fazendo participações especiais, esse episódio de Royal Pains parecia um spin-off de Gossip Girl. Na verdade, apesar de Royal Pains ser um seriado focado em adultos e na medicina à la House do protagonista Hank, os roteiristas parecem ter feito questão até agora de sempre terem um casal de adolescentes espertos, bonitos e muito, muito ricos. É engraçado, porém, constatar que, apesar dos absurdos, das casas que parecem castelos, dos recursos médicos inacreditáveis, helicópteros e conversíveis, Royal Pains consegue ser mais crível e palatável que o drama da CW.

A trama principal desse episódio foi bem legal com Colin novamente interpretando uma mãe enlouquecedora e exigente, que sonha em transformar o filho em presidente. A tentativa de diagnosticar o garoto foi tão House, mas valeu mesmo assim, já que o foco não era na medicina em si, mas na loucura que pode ser tratar os ricos e famosos e os obstáculos que eles colocam em virtude da necessidade de privacidade. A parte do irmão dele, contudo, foi bem chatinha.

Não consigo achar graça no Paulo Costanzo e ele tem sido o ponto fraco da série para mim. Espero que eles dêem um jeito de integrá-lo melhor a trama em breve. (Thais Afonso)

Army Wives: About Face (3×02)
Exibição: 14/6/2009
MVP: Sally Pressman, Kim Delaney e Catherine Bell

Começarei explicando que a resenha do (3×01) foi a minha primeira e contei mais o que aconteceu no episódio, deixando de expressar muito da minha opinião. Quando o assisti eu estava curiosa para saber dos desfechos e por isso fui muito condescendente. Serei bem mais dura dessa vez.

A verdade é que a minha vontade é dar uma bela surra na Emmalin. Que garota chata, mimada e egoísta! Será que ser adolescente significa ter passe livre para não pensar nos sentimentos dos outros? A perda da irmã deveria tê-la amadurecido e não a transformado em uma pessoa cada vez mais centrada nela mesma.

Que foi aquilo com todo mundo julgando a Denise? Ok, ela deu uma pisada na bola, mas de que tamanho foi esse erro? Ela não deveria ter se relacionado com o Mack ainda sendo casada, principalmente por ele ser um militar, mas ela e o Frank concordaram em se separar. Portanto não era para tudo aquilo.

O Roland aborrecido por não estar trabalhando, eu não entendi. Afinal, ao final da temporada passada, ele pareceu bem seguro da decisão de ficar em casa para tomar conta da filha. Me pareceu mero recurso para encher linquiça.

O que gostei no episódio foi a parte da Roxy e seus problemas financeiros com o bar com uma possível esperança de solução ao final. No meio disso tudo uma deliciosa briga e reconciliação com Trevor conduzida com simplicidade, dando alegria de assistir. (Cristina Guilhon)

Greek - At World's End

Greek: At World’s End (2×22)
Exibição: 15/6/2009
MVP: Spencer Grammer

Nas últimas semanas, eu e os fãs de séries temos conversado sobre a alta qualidade de Greek disfarçada de diversão e esta season finale foi à cereja do bolo que tanto apreciamos.

Umas duas ou três semanas atrás ocorreu algo em Greek que pensei em comentar na review, mas acabou não tendo espaço, que era o tema procrastinação. Eu juro que tento lembrar outra série teen que tenha trabalhado este tema, mas não me vem a mente. E, ao mesmo tempo, isto foi apenas uma sub-trama do episódio onde Ashleigh faz de tudo para não estudar para as provas finais.

Pois bem, eis que agora, em sua finale, Greek traz um tema que também vejo ser pouco explorado nas séries teens, que é quando devemos parar pra pensar que não podemos viver nossa vida em função de uma garota (ou garoto, sem preconceitos ok?). Rusty seguiu o conselho de Max e preferiu passar o “fim do mundo” com Jordan, assim como Max havia recusado uma excelente oferta para ficar com Casey, porém esta finalmente aceitou que ama Cappie e deu um pé na bunda de Max, mesmo com Cappie tendo medo de tê-la de volta.

Eu realmente acredito que o amor seja tudo isso que falam desde que o mundo é mundo, mas abrir mão dos seus sonhos por ele vale à pena? Pra mim foi este o pensamento de Rusty ao ouvir Max ao mesmo tempo em que olhava pra Jordan.

Sobre Cappie e Casey: acho que o grande dilema dos roteiristas é o fato de que se juntá-los agora a série pode perder a tal “tensão sexual” que só existe quando um casal (seja de qual série for) não está junto. E a atitude de Cappie, pode ser entendida como um sinal de maturidade? Ou, numa das atitudes mais contraditórias do ser humano em geral, é medo de ser feliz?

Curioso que Greek começou despretensiosa, e eu até já tinha abandonado quando o Paulo Serpa Antunes (nosso editor) havia feito um texto falando bem da série e, agora, vejo Greek como Cappie: por trás de toda diversão esta é uma das séries mais inteligentes da atualidade. (Paulo Fiaes)

Cupid - My Fair Masseuse

Cupid: My Fair Masseuse (1×07)
Exibição: 16/6/2009
MVP: Bobby Cannavale

Infelizmente a segunda versão de Cupid durou ainda menos que a primeira – 14 capítulos da primeira vez, apenas sete nesta – e não foi por falta de atrativos: Cannavale domina a cena com seus trejeitos e seu charme; e as histórias dos casais de cada episódio são muito bem construídas.

Felizmente, pelo menos, esta foi uma despedida feliz: a história da garota de origem simples, com um estranho sotaque, que tenta mudar para conquistar o homem de sua vida e acaba encontrando pelo caminho um homem charmoso que lhe ama pelo que ela é não poderia ser mais clichê. E não poderia ser mais doce.

Pena não poder dizer o mesmo de Sarah Paulson, que foi, do primeiro ao último episódio, o elo fraco desta história toda. Não digo que seja sua culpa o precoce cancelamento, mas, talvez, outra escolha, oferecendo mais química entre os protagonistas, quem sabe o que poderia ter acontecido.

Ah: adorei toda a paranóia de Lita com a história do saquinho de dentes encontrado nas coisas de Trevor. A atriz é um doce! (Simone Miletic)

Kings: The Sabbath Queen (1×08)
Exibição: 20/6/2009
MVP: Ian McShane

Se Kings nunca foi um seriado dos mais fáceis, o que explica sua baixa audiência, em parte, The Sabbath Queen tem um clima ainda mais soturno, muito de simbolismo e uma dose extra de história cristã. Difícil fazer sucesso na televisão aberta com tudo isso.

Descobrimos porque Michelle tanto se afasta de David – quando doente, à morte, ela fez uma promessa de que viveria apenas para Deus – e vemos que o primeiro encontro entre David e Silas aconteceu muito tempo antes do soldado ter salvado o príncipe.

Na verdade, David provavelmente é o homem justo citado pela estranha mulher dos sonhos de Silas – quem sabe anjo, quem sabe demônio – a quem ele deveria apoiar em seu caminho. E Silas parece também ter percebido essa verdade.

Ao dar passagem para este novo homem justo, Silas encontrará sua morte e o caminho parece ser dos mais difíceis. Ele irá libertar Michelle de sua promessa ao perceber que ela realmente ama David? Apesar de que, é verdade, Michelle nunca saberá qual dos acordos naquela noite sombria garantiu sua vida.

William mais uma vez mostrou o quanto pode ser vingativo, só que acredito que ele tenha desafiado a pessoa errada. A rainha não gostou nada de ter sua festa estragada. (Simone Miletic)

Weeds - Machetes Up Top

Weeds: Machetes Up Top (5×02)
Exibição: 15/6/2009
MVP: Mary Louise-Parker e Jennifer Jason Leigh

Outro episódio devagar e um pouco fraco. Eu duvido muito que eu vá abandonar Weeds, porque sempre me divirto com a série, mas espero que ela ganhe tramas mais interessantes. Por mais que seja natural que se foque na tensão entre Nancy e Esteban, e que ainda seja cedo, acho que as coisas sempre melhoram em Weeds quando existe uma direção e, até o momento, eu acho que a temporada não tem uma.

Nancy está praticamente sendo mantida refém por Esteban, e eu até gosto desse desenvolvimento. Mas ela tentando fugir de Cesar só é trama para um episódio. Ela se submetendo a tortura psicológica de Esteban também não é algo que deva se alongar. Então eu realmente espero ver a personagem e a trama ganhando objetivos novos em breve.

A Celia também está em uma espécie de limbo dramático, mas foi tão divertido vê-la arrumar o quartel general/cativeiro de maneira totalmente neurótica que fica fácil relevar o quão clichê é a tentativa de um relacionamento entre ela e Rudolpho.

E, por último, tivemos a estréia de Jennifer Jason Leigh, que esteve ótima. Porém a personagem, a irmã de Nancy, Jill, me pareceu a primeira vista uma cópia menos bitch da antiga Celia e a idéia dela com Andy também não empolgou. Espero que ela evolua. (Thais Afonso)

Nurse Jackie: Sweet ‘n All (1×02)
Exibição: 15/6/2009
MVP: Edie Falco

Comecei a assistir Nurse Jackie sem nenhuma pretensão, mas fiquei bastante surpresa com o material que me foi apresentado e bastante feliz por ter gostado ainda mais do segundo episódio do que do primeiro.

Não vou negar que a facilidade com a qual Jackie recorre aos medicamentos me incomoda muito. Inclusive aquela cena da chefe usando seu sachê de açúcar foi a coisa mais clichê e sem graça até agora. Totalmente dispensável. E também me incomoda o fato da protagonista ser totalmente amoral. Por outro lado, são essas características que definem a série e o humor ácido e pernicioso.

E, confesso, não consigo olhar para Jackie em casa e achar aquilo real. Porque depois de ver quem ela é no trabalho, ser subitamente jogada na rotina familiar soa estranho demais. É como se aquela não fosse Jackie e aquela não fosse sua vida. Simplesmente não combina com a imagem que eu criei em minha mente para a personagem. E talvez por isso é que a sensação de desconforto só faz crescer, ao mesmo tempo em que me faz gostar da série mais e mais. E o melhor de tudo é que embora seja ela a que tenha maior destaque, o elenco de apoio é tão carismático quanto, ou talvez até mais. (Mica)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

35 Comments

  1. Mica

    Si, ainda falta eu assistir os últimos três episódios de Cupid, mas…em alguma das versões nós chegamos a ter certeza se Trevor é o Cupido mesmo ou não?

    Antunes, não vou comentar True Blood agora pq estou com preguiça (vergonha!), mas confesso que esperava algo mais impactante neste início de temporada. Gostei, é claro, mas não achei tudo aquilo.

  2. Sophia

    (True Blood é a série mais superestimada de atualidade)Paulo você disse o que eu achava desde a primeira temporada.O que me irrita também em True Blood é aonde foi parar o sotaque carregado de alguns dos perssonagens,do inicio do seriado?!!!!

  3. Lucía

    Amo Greek e esse final foi genial!! Foram 45 minutos que voaram…Alem de tirar a Franie (que será a nova bitch??), finalmente a Casey se tocou, mas deu uma dósinha do Max… Sorte que agosto já esta aí…

    Acho que faltou falarem sobre Hawthorne… gostei bastante da série!!

  4. Camila Oliveira

    Nurse Jackie

    Comecei a assistir essa semana só por não ter mais episódios inéditos das minhas séries preferidas e, não sei bem o que é, mas algo me incomoda um pouco. Eu também não gosto, como você mesma citou, Mica, da amoralidade da Jackie. Enfim, foram só dois episódios e muita coisa ainda pode acontecer para mudar a opinião de muita gente. Ah, gostei bastante dos outros personagens, principalmente do Dr. Cooper.

    Greek

    Excelente finale! Nunca quis tanto que um episódio de Greek tivesse uns cinco minutos a mais de duração. O que eu mais gosto nessa série é que o desenvolvimento da história não parece que foi deliberadamente forçado. Por exemplo, o Calvin e o Grant. Se fosse em qualquer outro seriado, de preferência Teen, teriam arranjado um jeito dos dois dividerem o mesmo quarto o que, de fato, ocorreu em Greek, mas agora vem a diferença, enquanto nas outras séries esse seria o pretexto ideal para os personagens terem um envolvimento, em Greek, foi justamente o oposto e vimos Calvin fazendo o que podia para evitar o roommate, isso incluiu dormir no sofá do Rusty e Dale e fazer aquele pacto de pureza. Outro exemplo foi aquela situação batida do casal separado-que-nunca-fica-junto resolver voltar a namorar no último episódio. Eu acredito que o Cappie volte com a Casey, sim. Será mais um incentivo para eu ver a próxima temporada, como se precisasse…

    No mais, gostei da despedida da Frannie e de como tudo se resolveu no final com a provável volta das ex-ZBZs. Do pé na bunda que a Casey deu no Max, só faltou ela dizer a clássica “não é você, sou eu.” Ah, e eu gosto da Jordan, tomara que o Rusty não seja um idiota e estrague tudo entre os dois.

    Por último, essa eu não poderia deixar de citar. O que foi aquele diálogo da Ashleigh com a Casey! Não me lembro de ter rido tanto em uma cena das duas:

    Ashleigh: – Na moral, qual o seu problema? Quase fui expulsa, a casa quase faliu, onde você estava?
    Casey – Fazendo listas…
    Ashleigh: – Você costumava ser uma garota centrada. Quando se tornou “essa” garota? Alguém que fica sentada no canto, planejando, fazendo listas, repensando suas escolhas… Parecendo a Dra. Grey.
    Casey: -Ash!
    Ashleigh: – Não, espera, parece mais Joey Potter.
    Casey: – Tá bom, entendi.
    Ashleigh: – Não, você está pior. Você é a da letra “F”.
    Casey: – Não diga isso.
    Ashleigh: – Felicity.
    Casey: – Sua vaca.
    Ashleigh: Viu? Bem aí. Essa é a Casey Cartwright.

    Que venha a 3° temporada!

    P.S.: Desculpa aí o tamanho do comentário, me empol-gay!

  5. Thais Afonso

    Com certeza, Anderson. Kings tem sido brilhante. Nesse retorno foram dois episódios excelentes, tecnicamente impecáveis, e o que dizer de Ian Mcshane? Além disso, a Susanna Thompson tá aparecendo um pouco mais e eu a adoro. A Rainha Rose é ótima, quero vê-la se vingar do irmão.

  6. Tati Leite

    Esse episódio de Kings foi o máximo. Eu amo a rainha. Na hora que ela diz ao sobrinho que preferia viver na escuridão a dever algum favor pra ele foi de matar. E perceber que ela governa toda vez que o marido não é capaz foi maravilhoso. Ela é uma personagem odiosamente adorável.

    Eu foi muito legal David dizendo que só as princesas desejam não ser princesas. Muito bem colocado.

    E eu fiquei com dó do Jack e da sua falta de coragem em buscar sua felicidade. Aliás, no fundo, todos ali parecem fazer isso.

  7. Leonardo Toma

    Mas Tati, a saída de Wheeler já tem uma justificativa na série, não tem? Ela está grávida…

    E eu não vejo a hora de Eames fazer parceria com o Nichols. Promete ser bastante interessante.

  8. Gabriel Bonis

    Nurse Jackie
    Gostei bastante da série, mas também me incomoda a frequência com que ela recorre aos medicamentos.
    Aquela cena da chefe dela me lembrou muito Scrubs, e acho que não é isso que o Showtime quer. Não entendo porque ela tem uma família, pra mim poderiam eliminar essa parte.

    True Blood
    Também achei o retorno bem fraco e a trama continua sempre na mesma.

  9. Jessica

    Eu não concordo com o que você falou sobre True Blood, mas respeito. Afinal, o que não falta são séries para todos os gostos e cada um tem direito de ver e achar o que quiser.

    E Nurse Jackie é bem bacana. Tomara que o resto da temporada não me decepcione.

  10. Cristina

    Gostei de Nurse Jackie.
    Claro q incomoda ver uma pessoa q parece ter boas inteções, fazer uso d drogas. A idéia é incomodar mesmo. Essa sensação da Jackie na vida pessoal ser outra pessoa tb é proposital. Pelo menos foi assim q eu entendi.

  11. Chelsea

    O melhor desse episódio de True Blood foi o Eric. De resto, foi a mesma coisa de primeiro episódio, só no reaquecimento. Mas uma coisa eu já sei que vai ser chata: o Jason essa temporada. Se na temporada passada ele com a Amy enchiam, ele sem ela vai encher mais.

  12. Paulo Fiaes

    Camila,

    esse dialogo foi genial, eu só nao pude pq aqui nesta coluna nao dá pra abordarmos tudo. mas este dialogo resume bem o que é Greek.

    e concordo que a maioria das séries, principalmente teen, ou ate mesmo as de shonda, ou a série terminaria com o casal ficando, ou um dos traindo o outro, ou sofrendo um acidente, e nao, o q aconteceu foi que Cappie lembrou a Casey de como ele é, e de q foi exatamente isto q fizeram eles terminarem da primeira vez. apesar de q pra mim foi mais medo dele de ser feliz, pq ele ja amadureceu mto desde q a série começou.

    e a mensagem “fim do mundo” creio eu seja a série dizendo q o final da série está proximo. pq acho q na proxima temporada Casey, Evan, Cappie, Ashleigh se formam, e nao teria logica manter a série sem eles, mesmo na serie o protagonista sendo o Rusty,

  13. Tati Leite

    Leonardo: tem sim. Só que eu estou achando que eles podem querer colocar mais ‘emoção’. Tipo, inserir a dúvida ‘da volta’, no caso de mais uma temporada. Ou também buscar um outro recurso porque a gravidez da atriz pode estar mais avançada que a da personagem.

  14. Fernando dos Santos

    True Blood-“True Blood é a série mais superestimada de atualidade.”

    Discordo.Eu lembro que a primeira temporada foi recebida com frieza e até com certa decepção por parte da crítica especializada e tenho a impressão que de lá para cá a opinião geral não mudou muito.Eu gostei do primeiro ano e pretendo ver o segundo, mas acho que a série não vai marcar época ou causar alvoroço na crítica e no publico.Como alguém disse, ela é a primeira série assumidamente pop da HBO e eu acho que esta é a melhor maneira de encará-la.

    Psychoville-Essa série eu pretendo assistir se passar em algum canal daqui.Eu li que a intenção dos seus criadores é fazer uma brincadeira com as séries americanas de conspiração e mistério como Twin Peaks,Arquivo X,Lost,Fringe,Prison Break e tantas outras.

    Criminal Intent-A Nicholson engravidou de novo bem rápido.Eu lembro que na temporada passada ela também se ausentou por este motivo.

    Kings-Assim como Swingtown,Over There e Black Donellys, Kings é mais uma série que desde o início estava condenada a ter vida curta na tevê aberta.

    Royal Pains-série hospital é sinônimo de “pain in the ass” quer seja a dor real ou plebéia.

  15. Fabio Peixoto

    Mica,
    Nurse Jackie 1×02 e não 2×01 ;)
    (Não assisti ainda então nem vou comentar)

    Simone,
    A Sarah Paulson é “The Weakest Link” em tudo que ela faz… ô mocinha sem graça, coitada.

    Resposta do Editor: Obrigado pela correção Fabio

  16. Karen

    Adorei o seu comentário sobre Greek! Pra mim é a melhor série teen da atualidade e consegue expressar muito bem a vida desses “quase adultos”.

    Sobre o fim do mundo ser uma analogia para o fim da série, eu acho q não aguentaria perder Greek tao cedo, mas concordo q se Cappie, Evan, Ashleigh e Casey sairem não ter graça.

  17. Gabriela Barreto

    Greek é a série teen que eu mais amo! A história toda e o desenvolvimento é muito bom, sem falar dos personagens. As citações pop da série são ótimas, aliás, nesses últimos episódios têm várias pra acresentar naquele top 10 :p
    AS reviews sobre a série tbm são sempre ótimas, adoro!

  18. Paulo Serpa Antunes

    Fernando dos Santos,

    Em resposta ao teu comment, de fato True Blood não é nenhum fenômeno de crítica. Mas quando falei que a série é superestimada, eu não falava necessariamente da crítica especializada. Há sim um buzz de público em torno de True Blood e o fato da audiência ter duplicado, triplicado nos EUA acho que vai de encontro a isto.

    No meu texto eu quis fazer o contraponto a este sentimento. Só para exemplificar, vários blogs de parceiros nossos fizeram elogios rasgados a série, como os quais eu não concordo. Recomendo que você leia a review do Bruno, do Ligado em Série, do Davi, do Dude News e do Tiago, do Guia de Seriados.

    Foi este clima que me levou a bater com mais força na premiere da série.

  19. Aline

    Greek é a melhor série atual! É super inteligente e engraçada disfarçada de teen.

    E por que ninguém dá bola para as séries engraçadinhas e gostosas de assistir? Cupid era uma graça. Chega de dramas hospitalares ou policiais, dêem mais valor às comédias românticas. Os cancelamentos de Eli Stone e Cupid foram um pecado!

  20. Fernando dos Santos

    Entendi, Paulo.

    Quando você chamou True Blood de superestimada eu pensei que estava se referindo a uma supervalorização por parte da crítica, coisa que não existe.
    Nos blogs eu acho que os elogios exagerados talvez estejam sendo feitos por resenhistas que sejam muito fãs da série.

  21. Thomaz Jr.

    “Ela é a primeira série assumidamente pop da HBO”

    Discordo, afinal Sex and The City era assumidamente pop (e fútil) há mais de uma década. True Blood, ao menos, cria um microcosmo da sociedade atual.

    Quanto ao retorno, achei descepcionante “uma nova temporada, um novo mistério) (tão dona-de-casa desesperada). Para mim a True Blood deveria se centrar nos personagens.

  22. Thais Afonso

    Fernando,

    Royal Pains não é bem série de hospital. Aliás, eles não passam quase nenhum tempo no hospital, já que o protagonista é um daqueles médicos que atende em casa. Mas é série médica, e a verdade é que quase tudo nessa categoria está batido. Não tem jeito. Às vezes a série é boa (Royal Pains é bem legal), mas é quase impossível não achar algo ali que você já tenha visto antes umas mil vezes. Nurse Jackie sofre do mesmo mal.

  23. Marco

    Clássico! O Paulo não gostou de uma série , todos resolvem fazer o mesmo. É assim desde que leio o Teleséries, e faz tempo…
    Nada de novo no front.

  24. Chelsea

    Thomaz Jr, eu acho que Sex and The City era pop sim, mas além de o público ser bem restrito (era uma série feita para mulheres, mesmo com homens assistindo), nao tinha ainda essa onda de baixar séries, de ter blogs falando sobre ela, toda essa onda igual tem agora com True Blood. Acho que isso que quiseram dizer com “Ela é a primeira série assumidamente pop da HBO”.

  25. Danilo

    Não há como comparar True Blood, que é uma série apenas correta, com a excelente Six Feet Under. Mesmo que ambas seja realizadas por Alan Ball. Seus comentários são extremamente pertinentes em relação a True Blood. Mas comparar a obra-prima da TV americana (minha humilde opinião!), que é A Sete Palmos, com Crepúsculo-Para-Adultos é demais. A morbidez e o humor negro, de A Sete Palmos, não é uma personagem da série, mas uma conseqüência da vida disfuncional daquela familia, que ao fim encontra o equilíbrio (a morte).

  26. Flávia

    Bom, eu jamais gostei de True Blood. Tanto que abandonei. Só sei que havia um corpo no carro porque todo mundo fala nessa série – que, concordo, é superestimada. Eu gostava bastante de Six Feet Under, acho que por isso a decepção é maior.

  27. Simone Fernandes Miletic

    Mica,
    Nenhuma das duas nos dá a resposta. Na primeira você tem mais indícios em um sentido, mas depende muito da interpretação do espectador.

    Fábio Peixoto,

    Você tem razão, em Studio 60 ela também era a mais fraquinha.

  28. Flávia

    Eu achava a Sarah Paulson perfeita em Studio 60, no tom certo. Mas não vi Cupid…

  29. Thais Afonso

    Flávia, eu também adorava a Paulson em Studio 60, mas sei que eu era parte da minoria. Em Cupid a coisa realmente não funciona, mas acho que a culpa não é só dela. Não existe química entra ela e o Cannavale (francamente, culpa de quem fez o casting)e tirando o cupido e o casal da semana, todos ali são figurantes de luxo. Não tem função. A personagem da Paulson só reclama dos métodos do Trevor, mas no final o Trevor sempre é provado certo e ela sai por baixo. Acaba sendo chata e nnenhuma importância real pra trama.

  30. Rafael

    Ola bom fiquei muito interessado nesta serie da bbc afinal eu sou louco por series britanicas , so gostaria de saber aonde vc baixou , ou qual canal vc viu pois eu gostaria de ver tbm um abraço a todos

  31. Pingback: Só Seriados de TV :: Opinião :: Opinião: Cupid

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